Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 21:59
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ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 11 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 11 by Luís Uehara
23 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/11

Os capítulos 11 e 12 de Zacarias contêm imagens, profecias e mensagens que devem ser cuidadosamente interpretadas e compreendidas. Por exemplo, uma maneira de entender o capítulo onze é rever o passado de Israel e receber um aviso sobre o futuro. Neste capítulo, Deus responsabiliza os pastores do Seu povo pela sua influência espiritual sobre o Seu povo, o rebanho. Líderes, reis, profetas e sacerdotes eram diretamente responsáveis pelo povo de Deus. Hoje, somos todos pastores responsáveis pelas nossas próprias famílias e pelos jovens sob os nossos cuidados e liderança, bem como pela nossa influência sobre as congregações das quais somos membros.

A ingratidão do povo de Deus é mostrada nos versículos 12 e 13. “…Então eles me pagaram trinta moedas de prata.” Estes versículos falam profeticamente da experiência de Jesus, traído por trinta moedas de prata. Neste ponto o Espírito de Deus se aprofunda no grande amor do nosso Pai Celestial, relatando a apostasia dos pastores (líderes espirituais) e do povo de Deus em relação ao evento futuro do sacrifício do Messias.

O que mais poderia ser dito ou feito para que as pessoas reagissem positivamente ao Seu amor?

Moisés Pena-Rivas
Ministério de Literatura – Novo México, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

717 palavras

Abre … as tuas portas. Dois pontos de vista principais têm sido sustentados: (1) A passagem é uma profecia do castigo que cairia sobre os judeus por causa da rejeição da liderança de Deus, especialmente do Messias. (2) A passagem é uma revisão da história passada de Israel, colocada em forma e parábola para alertá-lo sobre o que a transgressão futura lhe traria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1221.

Cedros. As invasões geralmente eram acompanhadas da destruição arbitrária de madeira valiosa. CBASD, vol. 4, p. 1221.

2 Neste versículo, o cedro, o abeto (cipreste) e o carvalho são possivelmente usados metaforicamente para líderes proeminentes ou para as próprias nações. CBASD, vol. 4, p. 1221.

4-17 Em uma parábola muito difícil de se interpretar, o profeta se envolve em uma alegoria sobre a liderança do povo. As ovelhas (o povo de Israel) são julgadas por Deus, maltratadas por seus líderes e umas pelas outras (v. 4-6). em seguida, elas rejeitam o bom pastor (v. 7-14), que é substituído por um pastor insensato (v. 15-17). Bíblia de Estudo Andrews.

Apascenta. Deus ordena o profeta, como Seu representante, a cuidar de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Aqueles que as compram. Isto é, os maus pastores do v. 3, que traficavam as ovelhas e ainda tinham a audácia de bendizer ao Senhor pela fortuna adquirida dessa forma (v. 5). Cegados pelo próprio interesse, eles não se consideravam culpados quando pecaminosamente maltratavam o rebanho. CBASD, vol. 4, p. 1221.

Graça. Visto que a quebra da vara representa a quebra da aliança (Zc 11:10), a vara pode ser considerada um símbolo da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1221.

A graça representa o cuidado gracioso de Deus por seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.

União. Ou, “laços” (ARC). Do heb. chovelim, relacionada à palavra chevel, que significa “cabo” ou “corda”, e adequadamente representa a “união”. De acordo com o v. 14, esta vara representava a fraternidade entre Judá e Israel. … As duas varas simbolizavam os graciosos propósitos de Deus com relação ao Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Esta vara representa a união do reino do norte, Israel, com o reino do sul, Judá (Ez 37:15-23). Bíblia de Estudo Andrews.

Três pastores. Não é possível, com segurança, aplicar a frase a funções ou indivíduos específicos. Parece melhor entender o texto no ensino geral: a saber, que Deus livrou Seu povo de toda a oposição e da liderança opressora. Ele fez todo o possível para que Seus planos com relação a Israel tivessem êxito (ver com. de Is 5:4; Zc 10:3). CBASD, vol. 4, p. 1222.

Já foram oferecidas mais de 40 interpretações para os “três pastores”, muitas delas identificando-os com três figuras históricas específicas. O que se pode dizer com toda certeza é que representam líderes maus. Bíblia de Estudo Andrews.

Não vos apascentarei. Deus tomou esta atitude quando o povo recusou Sua liderança de forma persistente (ver 2Rs 18:12; 2Cr 36:14-16). CBASD, vol. 4, p. 1222.

10 Tomei a vara chamada Graça e a quebrei. Este ato simbólico representa a quebra da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1222.

12 Dai-me o meu salário. Falando pela pessoa do Pastor principal, Zacarias dirigiu-se a todo o povo israelita, solicitando seu salário. A pergunta destacava a grande ingratidão do povo. O profeta deixou o pagamento de seu salário ao senso de justiça deles. CBASD, vol. 4, p. 1222.

Trinta moedas de prata. Isto é, o siclo [shekel] … ou 342 g … Esta ínfima quantia refletia a ingratidão dos israelitas pelo que Deus tinha feito por eles. Trinta siclos era o preço de um escravo (Êx 21:32). … ( … acerca do cumprimento dos v. 12 e 13 na experiência do Senhor, ver com. de Mt 27:3-10). CBASD, vol. 4, p. 1222.

14 Quebrei. … acerca do rompimento do reino, ver 1Rs 11:26-37; 12:13-20. CBASD, vol. 4, p. 1222.

15-17 Na última parte da alegoria, o profeta assume o papel de um “pastor insensato”, representando um líder moralmente endurecido e perverso, que maltrata o povo. Quando as pessoas rejeitam a liderança escolhida por Deus, recebem o líder que merecem. Bíblia de Estudo Andrews.

15 Toma ainda. Uma vez que o povo rejeitara o Bom pastor, Zacarias é ordenado (ver v. 4) a assumir a função e a tomar os “instrumentos” (ARC) de um pastor insensato (do heb. ‘ewili, “inadequado”, “inútil”). CBASD, vol. 4, p. 1222.

16 Comerá a carne. Uma ilustração simbólica da experiência que sobreveio a Israel quando, por rejeitar a liderança de Deus, se tornou presa de nações hostis.

17 A espada. Uma advertência solene àqueles que assumem a liderança do rebanho, para que não sejam achados infiéis à verdade. CBASD, vol. 4, p. 1222.



ZACARIAS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de julho de 2024, 0:45
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Considerada uma das ocupações mais antigas da humanidade, o pastoreio de animais requer certas características necessárias para a segurança e bem-estar do rebanho, principalmente quando se trata de um rebanho de ovelhas. A mansidão e a tranquilidade acalmam as ovelhas e criam um vínculo de confiança entre estas e o pastor. Ao mesmo tempo em que a firmeza e a autoridade do pastor refreiam as mais difíceis de lidar e estabelecem limites ao rebanho. Também se requer coragem e força a fim de defendê-las dos predadores, e da imprescindível característica: a vigilância. Um bom pastor está sempre atento, tanto às necessidades do seu rebanho quanto à preservação da sua segurança.

A parábola do bom pastor foi tão bem compreendida pelo profeta que sua linguagem passou de “Assim diz o Senhor dos Exércitos”, para “Assim diz o Senhor, meu Deus” (v.4). Zacarias experimentou a doce comunhão pessoal com o bom Pastor e nEle encontrou tudo de que precisava. Como Davi, esta era a canção de seu coração: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl.23:1). Em seu ministério profético, buscou cumprir sua missão por preceito e por exemplo, conduzindo o povo com as varas da Graça e da União (v.7). A vara tinha o objetivo principal de disciplina. Foi com a experiência de sua primeira ocupação que Davi descreveu a finalidade desta disciplina: “a Tua vara e o Teu cajado me consolam” (Sl.23:4). A correção, portanto, tem o viés não de punição, mas de trazer de volta para si, livrando “as pobres ovelhas do rebanho” (v.7) dos perigos e da morte.

Foi nesse contexto de “ovelhas destinadas para a matança” (v.4, 7), que Zacarias assumiu a função pastoral dada por Deus de conduzir o povo de volta para Ele. Foi com uma vara de pastor na mão que Moisés liderou Israel do Egito para o deserto. Quando recebeu das mãos do Senhor as tábuas da Lei e desceu do monte com esse segundo instrumento de ordem, vendo a impiedade do povo, quebrou as tábuas em sinal da quebra da aliança por parte de Israel (Êx.32:19). Ao rejeitarem a boa liderança de Zacarias a fim de viverem como quisessem, Judá e Israel endureceram o coração sob a liderança insensata de homens alheios ao seu bem-estar e segurança, de forma que algo parecido à experiência do Sinai aconteceu: “Tomei a vara chamada Graça e a quebrei, para anular a Minha aliança […] Então, quebrei a segunda vara, chamada União” (v.10, 14).

Jesus veio primeira vez a fim de apascentar “as ovelhas destinadas para a matança, as pobres ovelhas do rebanho” (v.7). Com as varas da Graça e da União, Sua vida arrebanhava multidões ao Seu encontro; pessoas que reconheciam nEle o que faltava nos mestres da Lei, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:29). Essa autoridade representava o discurso de Sua própria vida. Seu olhar, Suas palavras e Seu toque eram típicos de um pastor que ama as suas ovelhas. Zacarias foi um dos últimos profetas no meio do povo antes de um silêncio de praticamente 400 anos até o nascimento do Messias. E ele sabia que aquela geração representava uma das últimas oportunidades dadas à nação eleita de se arrepender e buscar transmitir às gerações seguintes as palavras do Senhor, que faria da chegada do Messias um dia de celebração para todo o Israel e até mesmo para todo o mundo.

Infelizmente, o povo desprezou a palavra profética e, de todos, apenas uns poucos pastores foram testemunhas oculares do cumprimento da profecia do Rei menino deitado em manjedoura (Lc.2:16). Trinta moedas de prata (v.12) foi o valor dado pela vida dAquele que veio para dar vida eterna aos que estavam destinados “para a matança” (v.4). Em um rompante de remorso, Judas lançou aquelas moedas “na Casa do Senhor” (v.13), cumprindo com precisão a Escritura, segundo as profecias de Jeremias e de Zacarias: “Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se […] e as deram pelo campo do oleiro” (Mt.27:5, 10). Com as varas da Graça e da União, Jesus nos deixou registradas palavras que precisam nos guiar enquanto ainda estamos andando “no vale da sombra da morte” que é este mundo tenebroso (Sl.23:4). Leia João 10:1-18 e, como Zacarias e Davi, perceba ali as palavras do Senhor, seu Deus, o seu bom Pastor.

Como Jesus interrogou a Pedro, Ele nos faz a mesma pergunta, hoje: “[…] tu Me amas?”. Ele não espera de nós simplesmente uma resposta em palavras, mas em atitudes: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Não foi fácil para Zacarias e para os demais profetas lidar com um povo tão duro de coração, mas a recompensa deles era a constante companhia e aprovação de Deus e a certeza de que nem a morte poderia separá-los do amor de seu bom Pastor (Rm.8:38, 39). Da mesma forma, Ele nos convida a segui-Lo e, em Suas pisaduras, encontrarmos tudo de que precisamos para viver nesta Terra conforme a Sua vontade, enquanto conduzimos outros pelo mesmo reto Caminho (Jo.14:6).

Oh, amados, como ovelhas destinadas à morte recebemos do Céu Aquele que Se fez ovelha e foi levado ao matadouro em nosso lugar (Is.53:7)! Que pela graça de Jesus e pela união do Espírito Santo, façamos parte do rebanho que, muito em breve, reconhecerá a voz do bom Pastor a nos chamar: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).

Nosso bom Pastor, não somos dignos de Tua graça e salvação. Apenas um é digno: o Cordeiro, Jesus Cristo. E é pelos méritos dEle que nos achegamos a Ti. É pelo sangue que Ele derramou que somos limpos e salvos de nossos pecados. Em nome do único que é digno, clamamos: Salva-nos, Senhor! Livra-nos de nós mesmos, das obras da carne e do nosso egoísmo! Queremos ser instrumentos Teus a guiar as Tuas ovelhas, e não a repeli-las. Batiza-nos com Teu Espírito e prepara-nos para Te encontrar nos pastos verdejantes da eternidade! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas do bom Pastor!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 11 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ – corrigido by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 11 – A mensagem de Zacarias continua a ressoar através dos séculos, chegando até nós, oferecendo esperança e direção para todos os que buscam entender os propósitos eternos de Deus.

Considere estes pontos:

1. Cedro, abeto e carvalho simbolizam líderes proeminentes ou nações diante da destruição de Jerusalém. Mesmo as nações e líderes mais poderosos não são imunes ao julgamento divino; assim, Zacarias 11:1-2, nos lembra da fragilidade das instituições humanas e da necessidade de depender de Deus.
2. Falsos pastores, líderes apóstatas, são responsabilizados pelo sofrimento do povo (Zacarias 11:3-6; ver Isaías 3:12; 9:16; Jeremias 2:8, 26-27; Ezequiel 22:23-31; 34:2-10). Tais pastores abandonaram seu rebanho (Zacarias 11:15-16; 10:2). Deus, então, ordena Seu profeta a cuidar do povo, pois sem guia, seriam destruídos.

Líderes ambiciosos traficavam as ovelhas, agradecendo ao Senhor pela fortuna adquirida (Zacarias 11:5). Eles seriam oprimidos por outras nações, e Deus os responsabilizaria pelo tratamento dado ao Seu povo (Isaías 10:5-7, 12).

3. A quebra das varas da Graça e da União pela rejeição do Messias refere-se à quebra da aliança com Deus e a fraternidade entre Judá e Israel (Zacarias 11:7, 14). Essas varas representavam os graciosos propósitos de Deus para o mundo.
4. Deus livrou Israel de líderes opressores; porém, quando recusaram Sua liderança, Ele prometeu não mais apascentá-los (II Reis 18:12; II Crônicas 36:14-16). Zacarias, representando o Pastor principal, pediu Seu salário ao povo, revelando ingratidão ao pagar apenas trinta moedas de prata (Zacarias 11:8-17) – o preço de um escravo (Êxodo 21:32). O povo rejeitou o Bom Pastor, e Zacarias assumiu o papel de pastor insensato.

Esta riquíssima narrativa nos brinda com importantíssimas lições de vida:

• A ambição desenfreada corrompe a liderança, seja secular ou espiritual, empresarial, política ou eclesiástica; para evitar isso, esteja ciente que a verdadeira liderança busca o bem do povo, não a riqueza pessoal.
• A ingratidão revela desprezo pelos dons divinos. Por isso, é imprescindível valorizar o que Deus tem feito por você, sem subestimar as Suas bênçãos.
• Rejeitar a liderança divina traz caos e sofrimento. Portanto, é essencial aceitar o Bom Pastor para guiar sua vida no caminho certo.
• Falsos líderes levam o povo à destruição. Então, é fundamental buscar orientação em líderes verdadeiros enviados por Deus que reflitam Seu caráter.

Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 10 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ZACARIAS 10 by Luís Uehara
22 de julho de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/10

A chuva temporã representa a obra do Espírito Santo semeando a semente do evangelho na primeira vinda de Cristo. A chuva serôdia acontece no final da história da terra, antes de Sua segunda vinda para fazer a colheita. O Espírito Santo tem duas funções principais: amadurecer o caráter dos crentes para a colheita; e permitir a pregação mundial final do evangelho a fim de preparar um povo para a Sua vinda. Zacarias nos diz para pedir ao Senhor a chuva serôdia na estação apropriada.

A chuva serôdia irá equipar os fiéis para o verdadeiro reavivamento e reforma; no entanto, isso será precedido pela experiência da falsa chuva serôdia, a qual será caracterizada por emocionalismo e excitação descontrolada. A percepção silenciosa da verdade e a decisão intelectual a favor do Senhor não estarão presentes. Haverá falsas doutrinas. Muitos serão enganados, a menos que entendam profundamente a verdade e a vivam diariamente.

Oração:
“Querido Senhor, abre nossos olhos para ver o tempo em que todo o Teu povo remanescente retornará a Ti pela pregação da última mensagem. Conceda-nos o anseio genuíno pela chuva da primavera, e pela chuva serôdia a qual nos preparará para a Tua vinda. Amém!”

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

438 palavras

Ao SENHOR. Zacarias mostra que, se o povo de deve receber as bênçãos prometidas, deveria buscá-las no Senhor, e não nos ídolos (v. 2). A certeza da abundância (Zc 9:17) incita o profeta que [a] apelar ao povo para confiar apenas em Deus em busca de bens materiais e espirituais.

Chuvas serôdias. Esta chuva ocorria na primavera, no final da estação chuvosa, e era necessária para amadurecer o grão antes da colheita (ver Dt 11:14). A primeira chuva inicia a estação, no outono, para promover o crescimento da semente recém-plantada (ver vol. 2, p. 92). Chuvas copiosas no início e no final da estação eram símbolo do cuidado e do favor divino e das bênçãos temporais e espirituais (ver Is 30:2; Jr 5:24; Jl 2:23).

Nuvens de chuva. Do heb. chazizim, “nuvens tempestuosas”. A imagem da chuva serôdia é utilizada para descrever o derramamento abundante do Espírito Santo nos últimos dias (ver com. de Jl 2:23). Este é o “tempo das chuvas serôdias”, quando as pessoas devem fazer sinceras orações para que a graça espiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do homem possa ser derramada rapidamente (ver AA, 55; TM, 506).

2 Ídolos. Do heb. terafim, deuses do lar, que normalmente tinham a forma de pequenas estatuetas humanas (ver com. de Gn 31:19).

Vãs. Fúteis, respostas completamente sem valor.

Adivinhos. Aqueles que pretendiam revelar a vontade dos deuses (ver Jr 29:8).

Anda o povo como ovelhas. A confiança desses enganadores levou os israelitas para o cativeiro.

Não há pastor. Uma referência à falta de rei para liderá-los e protegê-los (ver Os 3:4).

3 Bodes-guia. usado metaforicamente para os líderes.

Pedra angular. Ou, “pedra de esquina”. As variadas imagens enfatizam a firmeza e segurança de Judá. Os judeus consideravam este versículo como uma profecia messiânica.

Casa de Judá. O reino do sul (ver 1Rs 11:31, 32).

Casa de José. As dez tribos que compunham o reino do norte de Israel porque Efraim, um filho de José, era a mais numerosa e proeminente tribo do norte (Gn 41:50-52).

Os de Efraim. Isto é, os do reino do norte. Devido ao pecado, às dez tribos “não foi dada nenhuma promessa de completa restauração de seu domínio anterior na Palestina” (PR, 298).

10 Egito. Ver Jeremias 43 e 44 a respeito dos judeus que habitavam no Egito.

De Gileade e do Líbano. Estes países nas fronteiras ao leste e ao norte de Israel foram os primeiros a serem despovoados (2Rs 15:29; ver com. de 1Cr 5:26).

11 Passarão o mar. Uma referência ao milagre do Mar Vermelho (Êx 14). Novamente, Deus faria milagres na libertação de Seu povo.

Derribada. O castigo visitaria as nações que mantinham cativo o povo de Deus (ver Is 1o:12; 13:1-22; Ez 29-32; etc.).

ReferênciaComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1218-1220.



ZACARIAS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de julho de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Em Seu infinito amor, Deus criou o mundo em perfeita harmonia. Tudo na criação seguia as leis instituídas para o seu pleno funcionamento e desenvolvimento. Com a entrada do pecado, porém, iniciou-se um processo de desequilíbrio e gradual destruição. A começar pela corrupção do coração humano, houve uma resposta sequencial da natureza, que passou a revelar traços do mal que fizeram nossos primeiros pais chorar. A queda das folhas secas, a selvageria entre os animais e o murchar das flores foram os primeiros indícios de que até as coisas inanimadas estavam destituídas da glória que outrora fazia do mundo recém-criado uma tela sem defeitos do Soberano artista.

A cada centenário, Adão contemplava o envelhecimento da Terra e, como ninguém, sofria pelo contraste com o lugar de onde foi expulso com sua mulher. Então, chegou a geração de Noé, tão degradada em princípios e tão destituída de valores, que lançou sobre o mundo todo uma maldição sem precedentes, necessitando de uma intervenção divina. A Terra antes regada somente pelo orvalho foi completamente inundada e devastada pela força das águas do firmamento e das profundidades. A partir daí, os elementos do planeta deixaram de funcionar como no princípio e passaram a necessitar de algo mais, como as chuvas, a fim de manter a vida.

Como no princípio Deus deixou a natureza como uma evidência de “Seu eterno poder, como também [da] Sua própria divindade” (Rm.1:20), assim também os fenômenos naturais têm sido usados como símbolos de Suas fiéis promessas, da aliança dEle com o Seu povo (Gn.9:13), bem como formas de revelar à humanidade provas inequívocas de Seu controle sobre tais manifestações da natureza (1Rs.18:45; Mt.8:26). A chuva temporã e a chuva serôdia são eventos imprescindíveis para que haja o crescimento da planta e uma boa colheita. Através da analogia com o tempo das chuvas serôdias, o profeta anunciou que estava próximo o tempo da colheita. Não a colheita dos frutos da terra, e sim aquela espiritual, de um povo que passaria “o mar de angústia” (v.11), mas que seria fortalecido e amparado pelo seu Deus.

A aliança do Senhor apresentada primeira vez a Adão e Eva (Gn.3:15), reafirmada em Noé (Gn.9:12), replicada a Abraão (Gn.17:7) e confirmada em Israel (Gn.28:14), foi cumprida em Jesus Cristo (Jo.19:30), “a pedra angular” (v.4), o Senhor da aliança eterna. Desde a Sua ascensão aos Céus, Ele não nos deixou sem auxílio à mercê das dificuldades deste mundo, mas Sua obra precedeu a obra do Consolador, “o Espírito da verdade” (Jo.15:26). Comparada à chuva, a vinda do Espírito Santo começou a derramar suas primeiras gotas na igreja cristã primitiva e está aumentando de intensidade nesses últimos dias, quando se aproxima o “tempo das chuvas serôdias” (v.1), quando o trigo precioso será colhido para os depósitos celestiais e o joio lançado “na lama das ruas” (v.5).

Está chegando o tempo, amados, e ouso afirmar que já começamos a vislumbrar suas primeiras evidências, em que o aguaceiro da chuva do Espírito será derramado sobre “cada um” (v.1) que por ele aguardava e clamava. Tempo em que “o Senhor dos Exércitos tomará a Seu cuidado o rebanho” (v.3), e fará dele “o Seu cavalo de glória na batalha” (v.3). Tempo das mais severas lutas, mas também das mais poderosas vitórias, “porque o Senhor está com eles” (v.5). Tempo que dos “lugares remotos” (v.9) da Terra, Deus unirá aqueles que espalhou “por entre os povos” (v.9) em uma só fé, um só coração, a fim de reuni-los na celebração final.

Estamos vivenciando o cumprimento profético em que “os ídolos do lar falam coisas vãs” e mesmo os considerados mais sábios “oferecem consolações vazias”, deixando “o povo como ovelhas, aflito, porque não há pastor” (v.2). Necessitamos retornar ao Éden, e contemplar nos indícios da criação a poderosa e fiel promessa do breve retorno de Jesus. Somente pelo poder do Espírito viveremos aqui como peregrinos que “manifestam estar procurando uma pátria […] uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14, 16). Quando o planeta ainda era uma criança, Enoque já vislumbrava e ansiava a nossa bendita esperança: “Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades” (Jd.14). Clamemos pelo Espírito Santo como chuva serôdia! Só assim, plenos do poder do alto, revestidos do caráter de Cristo, a aliança eterna nos alcançará e a nossos filhos, fazendo-os se alegrar e se regozijar ao ver o Senhor retornar “com poder e muita glória” (Mt.24:30).

Entregue-se, agora, aos cuidados do Consolador que faz cair a Sua última chuva, e, ao raiar da manhã gloriosa, “a vossa tristeza se converterá em alegria […] o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar” (Jo.16:20, 22). Pois o conhecimento da verdade redundará em alegria eterna. “Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6).

Senhor, nosso Deus, não tem sido fácil viver nesses últimos dias. Estamos vivendo em um tempo como nos dias de Noé e como nos dias de Ló. Como pais, muitas vezes parece que nossos esforços e nossas orações não encontram lugar no coração de nossos filhos. Muitas vezes nos sentimos como Elias, e nosso desejo é ir ao deserto ou a uma caverna solitária. Mas, reconhecendo a nossa condição miserável diante de Ti, Senhor, clamamos por Tua misericórdia. Tem misericórdia de nós, Pai de amor! Fortalece a nossa fé na certeza de que enquanto semeamos com lágrimas, o Senhor já providenciou a nossa alegre colheita. Esvazia-nos de nós mesmos para que possamos ser preenchidos pelo refrigério do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, criados para a eternidade!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias10 #RPSP

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