Reavivados por Sua Palavra


1Coríntios 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de dezembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

A história de Israel está repleta de símbolos e tipos que apontam para realidades espirituais e nos servem como exemplos a fim de que possamos compreendê-las. A coluna de nuvem, o maná, a água da rocha, todas estas coisas representam a verdade em Cristo ensinada de forma didática e simbólica. Entretanto, outras situações com relação a Israel também “se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (v.6). Apesar de sua eleição e do fato de ser o povo da aliança, “Deus não Se agradou da maioria deles” (v.5). Idolatria, imoralidade, incredulidade e murmuração foram os pecados capitais que os fizeram ficar “prostrados no deserto” (v.5).

Todavia, Deus não omitiu os pecados do Seu povo, nos deixando o registro exato da experiência que deve nos fazer refletir como Sua última igreja. “Deus é fiel” (v.13) e não permite que sejamos tentados além das nossas forças. Para cada tentação, Ele provê um escape. Ninguém que verdadeiramente escolhe confiar em Deus é decepcionado. Isso não significa que não teremos momentos tristes, difíceis ou angustiosos, mas que, mesmo nos piores momentos, Ele promete estar conosco e nos dar livramento. Lembrem de José no Egito. Vendido como escravo por seus próprios irmãos, preso de forma injusta, vítima da ingratidão e, ainda assim, firme em seus princípios e confiante nos propósitos divinos. Há recompensa para todo aquele que confia no Senhor; que não negocia princípios e nem corrompe o caráter a fim de agradar quem quer que seja.

Não ponhamos o Senhor à prova” (v.9), amados! No deserto desta vida estamos cercados das “serpentes” mortais da tentação e só sairemos ilesos se olharmos para Aquele que foi vitorioso por nós. Jesus venceu no deserto e venceu na cruz nos deixando a única rota segura de alcançarmos a Canaã celestial: olhando para Ele. Infelizmente, a história de Israel se repete. Há idolatria, imoralidade, incredulidade e murmuração no meio do povo de Deus. Estamos às portas do cumprimento da promessa e parece que nossos planos incluem longos e prósperos anos nesta terra de pecado. E práticas e atitudes que antes eram inaceitáveis passaram a ser rotina compondo uma religião líquida e sem profundidade.

Não [podemos] beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (v.21), meus irmãos! Diante da indecisão do povo, Josué exigiu uma resposta: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Diante de um povo de coração dividido, Elias provocou: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). Servir a Deus não requer de nós presença de palco, e sim estar constantemente nos bastidores de Sua vontade. Foi quando Israel subiu no pedestal do orgulho que sua queda tornou-se fatal.

O chamado do Senhor a cada um de nós requer uma fé firme em Sua Palavra. Se desejamos fazer a vontade de Deus, esta se encontra em Sua Palavra; e Sua Palavra sempre é fonte de alegria e pleno contentamento para os que, de todo o coração, buscam ao Senhor. A linguagem de seu coração é: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a Tua lei” (Sl.40:8). “Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). A vontade de Deus deixa de ser um mistério quando entregamos de fato a nossa vida a Ele. Porque Ele não nos deixou sozinhos, mas nos deu o Seu Espírito, que nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” e nos guia “a toda a verdade” (Jo.16:8, 13).

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (v.31). Talvez este seja um dos melhores resumos do estilo de vida cristão ideal. Fazer tudo para a glória de Deus significa viver para Ele, por Ele e por meio dEle. É colocar-se na posição de instrumento e manter-se à disposição do Espírito Santo. Que você e eu sejamos estes instrumentos nas mãos de Deus, pela fé em Sua Palavra. Que nossas escolhas reflitam um caráter que está subindo os degraus da perfeição em Cristo, por Sua maravilhosa graça e perfeita justiça.

Pai nosso que habita nos Céus, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, não merecemos Teu amor, Tua graça e Teu perdão, mas pela fidelidade da Tua Palavra, cremos no plano da redenção perfeitamente cumprido em Cristo Jesus. Sabemos que toda a Tua obra na vida do Teu último remanescente é para nos restaurar em Cristo para retornarmos à condição para a qual o Senhor nos criou. Ó, nosso Deus, tem misericórdia de nós! Perdoa os nossos pecados de idolatria, de incredulidade e de imoralidade! Purifica a Tua igreja até que ela esteja pronta, pura e sem mácula. Não queremos ficar mais tempo aqui, Senhor! Volta logo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de dezembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

I CORÍNTIOS 10 – Ao escrever I Coríntios 8, Paulo não estava ignorando a idolatria nem a decisão do Concílio de Jerusalém (Atos 15), que proibiu o consumo de carnes sacrificadas a ídolos.

Tanto é que, ao voltar a abordar o assunto, Paulo faz separação da carne que se vende no mercado (I Coríntios 10:23-30) e a que está diretamente ligada ao ritual idolátrico (I Coríntios 10:14-22). Aqui, o apóstolo alega que os pagãos sacrificam “aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”.

A idolatria foi difícil de ser erradicada do povo de Israel; contudo, não é só este pecado que afeta ao povo de Deus:

• Além da idolatria, a cobiça é um desejo desenfreado que deve ser erradicado (vs. 6-7).
• Além de colocar algo no lugar de Deus, é também errado a conduta sexual fora dos padrões estabelecidos por Deus (v. 8).
• Também é pecado testar os limites da paciência divina (v. 9).
• E, reclamar é um pecado que deve ser tratado (v. 10).

Deus não quer que caiamos nas mesmas práticas erradas que o povo que se perdeu no deserto, mesmo depois de ter experimentado muitas bênçãos espirituais (I Coríntios 10:1-5).

Necessitamos reconhecer nossa vulnerabilidade e depender de Deus, evitando a autossuficiência espiritual (I Coríntios 10:12-13).

No final do capítulo…

• Paulo volta a tratar da liberdade cristã, que implica viver para agradar a Deus e edificar aos outros. Viver para honrar e glorificar a Deus é o foco que deve guiar todas as ações do cristão (I Coríntios 10:31).
• Paulo encoraja os cristãos a serem cuidadosos para não causar escândalo ou ofensa, seja a não cristãos ou a membros da igreja. Somos exortados a viver de maneira que edifique os outros, que não os leve à queda (I Coríntios 10:32).
• Paulo coloca-se como exemplo de priorizar o bem-estar espiritual dos outros acima dos próprios desejos, como alvo de todo cristão (I Coríntios 10:33).

Assim como precisamos evitar cair em tentação, também precisamos evitar ser pedra de tropeço aos outros.

Devemos viver de forma intencional e altruísta! Carecemos de reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: I CORÍNTIOS 9 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 9 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 9 by Luís Uehara
19 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/9

9 Lições de Paulo para Líderes

1. Às vezes você tem que abrir mão de seus direitos para pregar o evangelho.
2. Antes de qualquer missão, precisamos ver Cristo. Você precisa ter uma experiência pessoal com Deus.
3. Sua missão é: Buscar converter outros.
4. Viva vidas transparentes, esteja sempre em guarda contra qualquer causa de ofensa à congregação.
5. O dinheiro não é o propósito do ministério.
6. Seu foco principal é a obra do evangelho.
7. Torne-se tudo para todas as pessoas. Adapte as mensagens à congregação.
8. Incentive um retorno fiel do dízimo. Se todos os membros forem fiéis no dízimo, haverá um suprimento abundante de meios para levar adiante a obra do evangelho, mais trabalhadores poderão ser empregados e a vinda do Senhor será apressada.
9. Todos nós somos participantes da incrível corrida pela coroa da vida e somente aqueles que se sujeitam a um treinamento/disciplina/autocontrole rigorosos serão bem-sucedidos. Abstenha-se de tudo o que possa excitar e, por fim, enfraquecer. Ganhe autocontrole em todas as coisas, seja moderado em coisas que são boas e abstenha-se de coisas que não são boas.*

Tess Watson
Heavensway Lifestyle Ministries, Tennessee, EUA

*Este blog é uma adaptação do Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 6

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



I CORINTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

757 palavras

1 Meu trabalho. O apóstolo afirma que os mesmos que levantavam objeções ao seu apostolado foram convertidos para o Senhor por meio de seu ministério. Ele oferece isso como prova de que Jesus o reconheceu e o abençoou como apóstolo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 798.

5 Os demais apóstolos. Isto indica que o casamento era uma prática geral entre os apóstolos. Pode haver várias razões por que as esposas dos apóstolos os acompanhavam em suas viagens. Nas regiões orientais, não é adequado aos homens encontrar mulheres com o propósito de instruí-las na religião, mas as esposas dos apóstolos podiam facilmente fazer isso. Assim, seria benéfico para os apóstolos ter consigo a esposa para ajudá-los nas tarefas domésticas, bem como em tempos de enfermidade e perseguição. Paulo preferiu ficar solteiro (I Co 7:7), e de fato há casos em que um homem pode fazer mais sem ter que se preocupar com uma família. Mas, definitivamente, não existe base bíblica para a imposição do celibato ao ministério. CBASD, vol. 6, p. 799.

6 Direito de deixar de trabalhar. A forma da pergunta no grego sugere uma afirmação enfática de que Paulo e Barnabé tinham esse direito, de deixar de trabalhar para o sustento próprio se assim quisessem. Após a conversão, Paulo tinha apenas um desejo: testemunhar do evangelho e convencer pessoas a aceitar a Cristo como salvador. Ele estava alerta a fim de evitar qualquer coisa que pudesse impedir as pessoas de crer na mensagem. Os pagãos suspeitavam de estranhos; por isso, o apóstolo decidiu não lhes dar motivo para o acusarem de ir até eles como um mestre religioso a fim de obter sustento deles. CBASD, vol. 6, p. 800.

11 Coisas espirituais. O obreiro de Cristo transmite bênçãos de valor infinitamente superior ao apoio material que recebe. Ele proclama o evangelho, com todas as suas bênçãos e consolações. CBASD, vol. 6, p. 802. 12 Não usamos. Apesar de Paulo ter mais direito ao sustento material da igreja, ele não exigiu isso. Ao contrário, escolheu abrir mãos desse privilegio e trabalhar para se sustentar. Ele era cuidadoso a fim de não ser motivo de tropeço; para que ninguém o acusasse de ter ido a Corinto pregar o evangelho com o fim de obter lucros materiais. CBASD, vol. 6, p. 803.

14 Que vivam. Se todos os membros da igreja forem fiéis nos dízimos e nas ofertas, haverá suprimento abundante de recursos para levar adiante a obra do evangelho. Mais trabalhadores podem ser empregados e a vinda do Senhor será apressada. CBASD, vol. 6, p. 804.

15 Melhor me fora morrer. A declaração parece exagerada, até que se perceba que Paulo não busca a glória pessoal, mas a glória de Deus, como mostram os versículos seguintes. CBASD, vol. 6, p. 805.

19 Fiz-me escravo. Paulo estava disposto a trabalhar em favor do bem-estar dos outros, como o faz o escravo sem recompensa ou pagamento. Os ministros de Deus devem estar prontos a se adaptar e adaptar seus métodos ao modo de vida daqueles pelos quais trabalham. CBASD, vol. 6, p. 807.

22 Fraco. Aqueles cuja compreensão do evangelho era limitada e que podiam se ofender com coisas que eram perfeitamente legítimas. CBASD, vol. 6, p. 808.

24 Correi. Todos os que competiam nas corridas gregas se esforçavam ao máximo para ganhar o prêmio. Usavam toda habilidade e todo vigor adquiridos por meio de treinamento intensivo. Nenhum deles era indiferente, apático ou descuidado. A coroa da vida eterna é oferecida a todos, mas somente os que se sujeitam ao treinamento terão o prêmio. CBASD, vol. 6, p. 809.

25 Em tudo se domina. Do gr. egkrateuomai, “exercer autocontrole”. Para ter esperança de vitória, um atleta que competia devia ser capaz de controlar seus desejos e apetites. Mais que isso, devia ser capaz de fazer o corpo responder de imediato aos comandos da mente e derrotar a indolência natural e a relutância a se esforçar, que com frequência aflige o ser humano. Devia se abster de tudo que pudesse estimular, excitar e enfraquecer, como o vinho, uma vida desregrada e passional e as complacências exageradas. Devia ter autocontrole em tudo, não apenas no que é claramente prejudicial. Devia comer e beber com moderação e rejeitar por completo tudo que pudesse enfraquecer o corpo. CBASD, vol. 6, p. 809.

27 E o reduzo à escravidão. Literalmente, “levar à escravidão”, portanto, “tornar um servo de”. Paulo mostra assim seu firme propósito de obter vitória absoluta sobre todas as inclinações, paixões e tendências corruptas. Para ele não havia meio termo. Sabia que devia ser uma luta até o final, sem se importar com o sofrimento e a angústia da natureza terrena; o ma! que lutava contra suas aspirações espirituais devia morrer. CBASD, vol. 6, p. 811.



1Coríntios 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de dezembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Além de consternado pelas mazelas que atingiam a igreja de Deus, Paulo ainda sofria certo preconceito com respeito às ofertas que ele e os demais apóstolos recebiam, geralmente de mulheres piedosas e sensíveis às suas necessidades. Apesar de procurar exercer sua profissão como fabricante de tendas (At.18:3), em determinados momentos era-lhe exigida total dedicação à pregação do evangelho, dada a necessidade local. Eram nesses momentos que Paulo e seus companheiros de jornada encontravam assistência por parte dos crentes. Ao serem apresentados ao maravilhoso amor de Jesus, seus corações eram sensibilizados pelo Espírito Santo a serem cooperadores em Cristo, acolhendo e sustentando os pregadores enquanto ali permanecessem.

Entretanto”, Paulo deixou bem claro, “não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculo ao evangelho de Cristo” (v.12). Não que ele e os demais não tenham jamais se beneficiado das ofertas da irmandade, mas em que procuravam sempre agir com prudência levando em consideração a expectativa de cada local onde anunciavam o evangelho. A ordem do Senhor é de que “aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (v.14), mas o objetivo do apóstolo era tão maior do que os privilégios que tinha por direito, que muitas vezes abria mão da assistência por amor aos fracos. Sua consciência para com Deus era livre em Cristo, mas considerava seus atos perante seus ouvintes como parte integrante de sua pregação. Se mesmo aquilo que não o condenava fosse considerado por alguns motivo de discussão, a salvação destes sempre sobressaía sobre qualquer alívio de sua parte.

Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns” (v.22) era o lema de seu apostolado. Paulo desconsiderava a si mesmo em favor nem que fosse de uns poucos que pudesse evangelizar. Movido por uma fé prática, tinha em mente uma meta bem definida: alcançar a coroa incorruptível (v.25). Mediante o anseio por um prêmio que nada neste mundo pode superar, percebeu que quanto mais pregava, quanto mais se desprendia das coisas desta terra e quanto mais se interessava pela salvação de seus semelhantes, mais seu coração ardia por correr e alcançar os braços do Pai e mais percebia a sua necessidade pessoal de constante vigilância e santificação.

O apostolado de Paulo não consistia em métodos humanos nem em quebra de princípios a fim de agradar a todos. Seu trabalho era sempre realizado tendo em vista a direção do Espírito Santo. Não eram os planos de Paulo, mas de Deus. Seguindo os passos de Seu Salvador, o apóstolo mantinha constante comunhão com o Senhor tendo sua vida regida pela agenda do Céu. Isso por si só deveria ser para nós suficiente lição de que a obra missionária não consiste em fazer ou não fazer, mas em confiar no plano divino e obedecê-lo, ainda que não faça sentido na ótica humana. Construir uma arca em terra seca não fazia sentido na época de Noé. Marchar uma semana ao redor de Jericó e no último dia marchar sete vezes e gritar, não fazia sentido. Ir para a guerra com apenas 300 homens desarmados também não fazia sentido algum. Mas em todas essas situações e em muitas outras, Deus revelou o Seu poder e a bênção que há em obedecê-Lo pela fé.

Amados, fomos chamados por Deus para uma obra que custou o precioso sangue de Cristo. Cada pessoa é considerada por Ele como objeto de Seu mais terno amor e é desta forma que devemos enxergar os nossos semelhantes. Não compete a nós julgar quem são os que ouvirão a voz do Bom Pastor e aceitarão o Seu convite, mas cumpre-nos fazer o que estiver ao nosso alcance para que as boas-novas atinjam até os mais improváveis corações. Que o mesmo espírito de desprendimento que movia Paulo a amar mais aos outros do que a própria vida seja derramado em nós pelo Espírito Santo, a fim de que apressemos o Dia em que receberemos todos “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14).

Pai de amor, louvado seja o Teu nome pela salvação que há em Cristo Jesus! Que tudo em nossa vida, inclusive os nossos bens, que o Senhor por Sua bondade tem nos dado, que sejam para o avanço da pregação do Teu evangelho eterno e para abreviar a Tua volta. Dá-nos um coração generoso e sensível às necessidades dos nossos irmãos, principalmente daqueles que vivem da pregação do evangelho. Dá-nos a sabedoria do alto para que a nossa vida cumpra a agenda do Céu na obra de salvar pessoas para o Teu reino. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, atletas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

I CORÍNTIOS 9 – A mensagem central aqui é o exemplo de Paulo como um servo dedicado, disposto a renunciar a seus direitos e se disciplinar para o progresso do evangelho.

I Coríntios 9 aborda temas relacionados à liberdade cristã, ao serviço no ministério e ao autocontrole necessário para cumprir a missão de evangelizar:

1. Paulo defende os direitos dos líderes religiosos (vs. 1-14): Os líderes eclesiásticos têm o direito de receber sustento material pelo trabalho evangelístico – como qualquer outro trabalhador. Paulo usa exemplos do mundo cotidiano, da lei mosaica e do serviço no templo para fundamentar que aqueles que pregam o evangelho têm o direito de viver do evangelho.

2. Paulo renuncia voluntariamente a seus direitos (vs. 15-23): Apesar de ter direito ao sustento, o apóstolo renuncia tal privilégio para não colocar nenhum obstáculo ao evangelho – neste caso específico. Ele se apresenta como um servo de todos, adaptando-se às circunstâncias e culturas para alcançar o maior número possível de pessoas, sempre almejando mais almas para Cristo.

3. Paulo aborda a autodisciplina no serviço cristão (vs. 24-27): A vida cristã é comparada a uma corrida atlética, para isso é necessário autocontrole e dedicação. Assim como um atleta se priva de muitas coisas para obter uma coroa perecível, os cristãos devem agir com disciplina para alcançar a coroa incorruptível da vida eterna. Paulo conclui que, mesmo pregando a outros, precisa cuidar para não ser desqualificado espiritualmente.

Esse texto inspirado tem muito a nos ensinar nos dias atuais. Reflita:

• Servir a Cristo é se adaptar ao próximo sem comprometer os princípios eternos.
• Adaptar-se às pessoas não significa relativizar a verdade, mas apresentar o evangelho de maneira compreensível a cada realidade.
• Abrir mão dos privilégios é a linguagem do amor em ação.
• A verdadeira liberdade cristã é servir a todos visando ganhar almas para Cristo.
• O cristão deve viver como um atleta espiritual: Disciplinando-se para vencer a corrida da vida eterna.
• O segredo da espiritualidade autêntica não é só correr, é preciso correr com propósito e dedicação.
• Quem prega aos outros deve cuidar para não se perder no caminho.
• Permitir-se entrar no mundo dos outros deve sempre ter como objetivo guiá-los ao mundo de Deus!

Paulo ensina que devemos ser flexíveis em nossa abordagem, mas firmes em nossos princípios! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: I CORÍNTIOS 8 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 8 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 8 by Luís Uehara
18 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/8

Os coríntios enfrentavam um dilema. A maior parte da carne vendida nos mercados havia sido oferecida aos ídolos. O cristão deveria comprá-la e comê-la ou evitá-la?

De acordo com Paulo, a resposta não deve ser baseada apenas no conhecimento intelectual. Ele concorda que os ídolos não são reais e, portanto, o sacrifício não muda a carne de forma alguma. No entanto, havia membros na igreja para os quais comer carne oferecida a ídolos fazia parte da adoração pagã antes de se tornarem cristãos. Para este grupo, a prática era vista como uma negação de Cristo, uma vez que implicava em participar na adoração de um ídolo. Consequentemente, Paulo estava preocupado que aqueles que escolheram comer a carne pudessem dar a impressão de que não havia problema em adorar ao mesmo tempo à Deus e aos ídolos e, ao fazê-lo, poderiam ser responsáveis por fazer com que outros pecassem.

Embora possamos não enfrentar o mesmo dilema, as decisões que tomamos devem representar um equilíbrio entre o nosso conhecimento e nosso amor e preocupação pelos outros. Você toma tempo para refletir a respeito de como suas escolhas podem ser entendidas pelos que lhe observam? Suas escolhas fortalecerão a fé dos demais ou farão com que eles tropecem?

Wendy Jackson
Diretora do Seminário de Avondale, Universidade de Avondale
Cooranbong, NSW, Austrália.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1742 palavras

1 No que se refere. Este versículo introduz outro tema sobre o qual a igreja de Corinto havia buscado o conselho de Paulo, a saber, se era lícito comer alimentos oferecidos a ídolos por seus adoradores pagãos. Quando se sacrificavam animais aos deuses nos templos pagãos, parte do animal era dada aos sacerdotes oficiantes, que vendiam a carne. Parte dela era encontrada nos mercados públicos. Por isso, surgiram dois questionamentos: se era apropriado comprar tais alimentos nos mercados públicos e comê-los, e se era correto comer tal alimento ao visitar um amigo pagão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 792.

todos somos senhores do saber. Talvez os coríntios tenham se vangloriado disso na carta que enviaram a Paulo (ver com. de 1Co 7:1). Os crentes de Corinto estavam cientes da real natureza dos ídolos, sabiam que não tinham importância alguma (1Co 8:4). CBASD, vol. 6, p. 792.

ensoberbece. Isto é, conduz ao orgulho e a superestimar a opinião de um ser humano, bem como a falta de amor para com outros. CBASD, vol. 6, p. 792.

amor. Do gr. ágape, “amor” na forma mais elevada. Não se trata de uma atração sensual ou biológica, mas amor baseado em princípio; interesse real no bem-estar do próximo por causa de seu valor para Deus como pessoa pela qual Cristo morreu (ver com. de Mt 5:43). Tal amor “não se ensoberbece” (1Co 13:4). Edifica em vez de destruir; portanto, busca sempre ajudar o próximo (ver 1Co 13). Paulo relembrou-lhes que não é seguro confiar num guia tão defeituoso como a sabedoria humana. Se o coração não está ligado a Deus, o conhecimento e a ciência acaba enchendo a pessoa de orgulho, vaidade e confiança na própria capacidade. Com frequência, esse saber afasta a pessoa da religião genuína e lhe confunde a mente (ver 1Co 1:20, 21). A resposta à pergunta sobre alimentos oferecidos a ídolos não devia se basear apenas no conhecimento abstrato, mas no amor verdadeiro pelo próximo. A preocupação principal deve ser por aquilo que melhor contribui para a paz, pureza, felicidade e salvação do próximo. O amor é a resposta para todo problema doutrinário, moral e social. CBASD, vol. 6, p. 792.

2 saber alguma coisa. Paulo condena o orgulho pelo conhecimento intelectual que leva ao desprezo e à negligência pelos menos instruídos. A pessoa orgulhosa por seu conhecimento, a ponto de desprezar os outros e ignorar suas necessidades, demonstra que ainda não aprendeu o princípio do verdadeiro conhecimento. Aquele que é verdadeiramente instruído é humilde, modesto e se preocupa com os demais. Não é orgulhoso e não desconsidera a felicidade dos outros. Quem não usa o conhecimento para contribuir para a felicidade e o bem-estar de outros prova que desconhece um dos propósitos fundamentais do conhecimento, que é o bem geral da humanidade. Assim como um avarento acumula riquezas e não faz o uso delas para abençoar e ajudar outros, quem não reconhece a responsabilidade que a aquisição de conhecimento traz pisa nos interesses dos outros ao redor. Seu conhecimento será usado em benefício próprio, a despeito da necessidade das pessoas em geral. Isso tem sido visto repetidamente na história do mundo. O saber, como a luz do sol, não tem valor a menos que ilumine a Terra. Os seres humanos devem sempre se lembrar de que é Deus quem lhes dá a capacidade de adquirir conhecimento, e é seu dever como mordomos do Senhor usar esse dom em benefício do próximo (ver Pv 2:1-6 ; Tg 1:5). Somente os que conhecem o amor e o colocam em prática é que possuem conhecimento verdadeiramente útil (ver ICo 13:2). Este versículo ensina que conhecimento sem amor é nada, pois não considera o que é mais necessário, a saber, a aplicação correta do conhecimento em favor do próximo. CBASD, vol. 6, p. 792, 793.

3 ama a Deus. A obediência ao primeiro grande mandamento, “amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração”, promove a verdadeira sabedoria (M t 22:37; cf. Pv 1:7). CBASD, vol. 6, p. 793.

é conhecido por Ele. Deus conhece a todos, mas tem estreita comunhão apenas com os que O amam, considerando-os como amigos (ver Jo 10:14; Gl 4:9 ; 2Tm 2:19). CBASD, vol. 6, p. 793.

4 No tocante. Este versículo resume a análise da atitude do cristão quanto aos alimentos oferecidos aos ídolos. CBASD, vol. 6, p. 793.

nada. No texto grego, esta palavra é enfática, destacando que o ídolo é absolutamente nada. O ídolo é apenas madeira, pedra ou metal sem vida, e não tem existência de fato no céu nem na Terra. Deve-se considerar que a palavra “ídolo” não se refere apenas à imagem, mas ao deus que supostamente representa. A declaração de Paulo nega a existência desse deus. A crença de que divindades habitam nos ídolos fabricados é apenas uma fantasia da mente dos adoradores. CBASD, vol. 6, p. 793.

5 Deuses senhores. Os pagãos criam que o céu e a Terra eram habitados por deuses e senhores de níveis e poderes diferentes. Mas eram apenas divindades imaginárias. CBASD, vol. 6, p. 793.

6 pelo qual. Por meio do Filho, tudo no universo veio a existir (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:16, 17; Hb 1:2). Os pagãos diziam haver muitos governantes e senhores do universo, mas os cristãos sabem que há apenas um. Paulo apresenta a grande verdade de que Deus, e apenas Deus, trouxe “todas as coisas” à existência, e que fez isso por meio do Filho Jesus Cristo, que é a segunda pessoa da divindade. CBASD, vol. 6, p. 794.

7 por efeito da familiaridade. Ou, “segundo o uso habitual” ou “pela força do hábito”. Havia alguns na igreja de Corinto que não consideravam o alimento oferecido a ídolos como alimento comum, embora não mais cressem na existência de ídolos. Como resultado do hábito de anos, eles não conseguiam se dissociar por completo do passado. Compartilhar desse alimento os colocava de forma vívida no seu antigo contexto, uma situação além do que podiam suportar. CBASD, vol. 6, p.794.

8 recomendará. O favor de Deus não depende do uso ou abstenção de alimento oferecido a ídolos. Deus vê o coração e leva em conta os pensamentos e motivações que impulsionam as ações. A adoração a Deus é espiritual e não se baseia em questões dessa natureza . CBASD, vol. 6, p.794.

nada perderemos. Literalmente, “nos falta”. Não é recusando-se a comer esse tipo de alimento que os crentes aumentam seu valor moral ou sua excelência. Paulo trata aqui do alimento oferecido a ídolos, e sua declaração não deve ser generalizada para além do tema em consideração, como se nenhum alimento ou bebida pudesse afetar o relacionamento com Deus. O princípio não se aplica aos casos em que o alimento ou a bebida seja prejudicial ao corpo, ou no caso de alimentos estritamente proibidos por Deus. CBASD, vol. 6, p. 794.

9 Vede. Conhecer a verdade sobre os ídolos não constitui em si uma desculpa ilimitada para se satisfazer o apetite sem considerar a influência desses atos sobre os outros. CBASD, vol. 6, p. 794.

liberdade. Do gr. exousia, “direito” ou “autoridade”, isto é, de comer a carne oferecida a ídolos. Em muitas circunstâncias, o cristão tem o direito ou autoridade de fazer algo, mas não é sábio nem cortês para com os demais exercer esse direito de forma indiscriminada (ver com. de 1Co 6:12; cf. 10:23). CBASD, vol. 6, p. 794, 795.

tropeço. Isto é, qualquer coisa que faça com que o outro se desvie do caminho da verdade e cometa pecado. CBASD, vol. 6, p. 795.

fracos. O cristão deve sempre se lembrar de que é guardião de seu irmão. Seu dever é viver de modo tal que nenhum ato ou palavra desvie alguém da harmonia com a vontade de Deus. Conveniência e inclinação pessoal não deve ser a principal preocupação, mas sim o efeito de seus atos sobre os demais. CBASD, vol. 6, p. 795.

10 à mesa. Isto é, em uma refeição. Talvez a ocasião fosse de uma função oficial, associada a uma refeição no templo dedicado ao ídolo. CBASD, vol. 6, p. 795.

em templo de ídolo. Neste versículo, apresenta-se o que pode ser considerado um caso extremo, embora se aceite que os que não consideram a influência de suas ações sobre outros possam se comportar da forma descrita. CBASD, vol. 6, p. 795.

11 irmão fraco. O irmão fraco é aquele a quem mais se deve tratar com paciência e tolerância. É um irmão na fé, alguém unido ao Senhor pelo mesmo laço familiar que une aqueles cuja fé é mais amadurecida . Ele tem direito ao amor e à ajuda dos demais na igreja. Deve-se fazer todo o possível para evitar pôr em risco os interesses espirituais de tal pessoa. CBASD, vol. 6, p. 795.

Cristo morreu. Este é o argumento mais forte contra o mau uso da liberdade, quando esse mau uso põe em risco a salvação dos outros. Não se deve fazer nada que torne infrutífero o sacrifício de Cristo por uma pessoa. Essa possibilidade deve ser o suficiente para impedir alguém de tomar qualquer atitude que resulte nisso. Certamente o cristão consciente do que o Salvador fez por ele não insiste em ser indiferente ao bem estar de seus irmãos, fazendo algo que os levaria a violar sua consciência. CBASD, vol. 6, p. 795.

12 pecando. Aquele que tem o amor de Jesus no coração não deseja usar a liberdade de forma que seus irmãos se desviem. Pelo contrário, fica feliz em se abster de privilégios e prazeres, se com isso puder evitar que alguém se desanime. Existe uma ideia enganosa de que toda pessoa tem o direito de fazer o que desejar sem considerar o efeito disso sobre outros, desde que não faça nada contrário à lei (cf. Rm 14:13, 16, 21; 1Pe 2:15, 16). Cristãos amadurecidos devem cuidar para não fazer nada que possa escandalizar os crentes mais fracos ou ser pedra de tropeço no caminho deles. Influenciar outros de forma errada é uma violação da lei que instrui os cristãos a amar seus irmãos e a buscar o bem-estar deles (ver Mt 22:39; Jo 15:12, 17; Rm 13:10; Gl 5:14; Tg 2:8). CBASD, vol. 6, p. 795, 796.

contra Cristo é que pecais. O Salvador Se identifica com Seu povo, incluindo Seus irmãos mais fracos. Na estrada para Damasco, Ele disse a Saulo que a perseguição contra os santos era, na verdade, contra Ele próprio (At 9:5; cf. Mt 25:40). CBASD, vol. 6, p. 796

nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo. A liberdade é valiosa. Mas, se o exercício dela resulta em fraqueza para um irmão, o correto é renunciar essa liberdade em favor daquele. O amor ao próximo deve ser o princípio orientador em tais questões. … Negar o eu em favor dos demais é uma característica importante da experiência de um genuíno seguidor de Jesus (ver Mt 16:24; Jo 3:30; Rm 12:10; 14:7, 13, 15-17; Fp 2:3, 4). Esse princípio é a essência do espírito de Jesus, em cuja vida terrena se manifestava constantemente. CBASD, vol. 6, p.796.