Reavivados por Sua Palavra


O LIVRO DOS SALMOS – UMA INTRODUÇÃO by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2026, 2:00
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O Livro dos Salmos é o livro mais lido da Bíblia. Salmos são poemas com música que eram cantados durante o culto no templo ou nas festividades religiosas de Israel.

Os Salmos lidam com as emoções humanas, por isso são tão apreciados. Os outros livros da Bíblia focalizam as ações, os Salmos focalizam com os sentimentos, algo que envolve a todos nós. Os seus 150 capítulos expressam praticamente todas as emoções humanas.

Emoções de amor, alegria, tristeza, desespero, angústia, depressão, raiva, vingança, desespero, humildade e vitória, só para citar algumas, são abordadas no Livro de Salmos. Os compositores das letras e das músicas fizeram no passado exatamente o que os compositores de hoje fazem, transmitir a emoção por meio da letra, dos instrumentos e do canto.

Expressões verbais de louvor e ação de graças a Deus são encontrados em quase todos os Salmos. O louvor é algo eminentemente emocional.

A escrita do livro de Salmos se estendeu por aproximadamente 1.000 anos. Davi escreveu a maioria dos Salmos, mas ele não foi o único autor. Outros compositores foram Asafe, Hemã, Salomão, Moisés e Etã. Doze Salmos foram escrito pelos filhos de Coré. Os filhos de Coré eram os cantores do templo. 61 dos Salmos são anônimos.

O Livro dos Salmos é dividido em cinco hinários, mantendo assim uma correlação com a Torá, os cinco primeiros livros da Bíblia. Veja a seguir a distribuição dos Salmos por estes hinários:

  • Livro I – Salmos 1-41     [Gênesis]
  • Livro II – Salmos 42-72    [Êxodo]
  • Livro III – Salmos 73-89    [Levítico]
  • Livro IV – Salmos 90-106    [Números]
  • Livro V – Salmos 107-150    [Deuteronômio]

A maioria dos Salmos possui um título ou cabeçalho, o qual indica aos leitores um pouco acerca da pessoa que compôs aquele Salmo em particular, em que ocasião deveria ser cantado e por quem.

Uma palavra que ocorre várias vezes ao longo do livro de Salmos é a palavra “Selah”. Esta palavra indica duas coisas: para os que estavam cantando o Salmo, indica que deveriam fazer uma pausa na música. E para o leitor indica a hora de parar e pensar com calma sobre as palavras e o que elas significam.

Como Cristãos somos encorajados a utilizar os Salmos:

“Deixem-se encher pelo Espírito, falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor” (Efésios 5:18-19, NVI).

Georgia Lund



SALMO 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 1 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 1 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 1

O homem que permanece em mim não andará segundo o conselho dos ímpios. Somos tão dependentes de Deus para viver uma vida santa quanto o ramo do caule para crescer e frutificar.

É permanecendo em Jesus que floresceremos como cristãos. Ao extrair vida dEle todos os dias, não morreremos espiritualmente ou nos tornaremos infrutíferos.

A busca pela felicidade é o objetivo de vida de muitos. Alguns de nós passamos a vida inteira em busca da felicidade, mas aqui o segredo é claramente mapeado por Davi. Ele afirma que a felicidade é encontrada por aqueles que se deleitam na lei de Deus e nela meditam dia e noite.

Outro objetivo de vida de muitos é a buscar sucesso / prosperidade. Mas outro segredo é encontrado no versículo 3. Aqueles que buscam a Deus e a Sua vontade serão prósperos como uma árvore plantada junto às águas, colhendo sempre uma boa colheita.

Essas duas buscas são encontradas apenas com os justos. O ímpio persegue, mas nunca encontra até que decida andar de acordo com os conselhos de Deus.

Que lições incríveis e poderosas da experiência de um rei que caiu e foi restaurado!

Tess Watson

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/1
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



SALMO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2026, 0:50
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915 palavras

Título. O título em hebraico dessa coleção de hinos e orações é t∂hillîm (“louvores”, o tema teológico central do livro. […] O título “Salmos” é derivado do grego psalmoi, usado na Septuaginta para traduzir a palavra hebraica mizmor (“salmo”; cf. Sl 3:1; 4:1; 5:1).  Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 142.

O Salmo 1 é um dos [salmos] didáticos, ou de sabedoria […] Constitui (junto com o Salmo 2) uma introdução a todo o livro dos Salmos, e sobretudo ao livro Um do Saltério. Como tal, tem sido chamado de “Salmo da Soleira”.  […] Pelo conteúdo, é apropriado que receba o título: “Os Dois Caminhos”. CBASD – Comentário Bíblico Devocional,  vol 3, p. 710.

Embora o Salmo 1 não seja uma oração típica ou um cântico de louvor, o poema introduz os Salmos com uma referência à importância da lei. A tôrāh (“lei”) não deve ser entendida como uma antítese da graça, o que é uma concepção errônea sem fundamento nas Escrituras. A tôrāh é a história das ações de Deus na esfera humana comunicada por meio da história e da instrução. Assim, o início dos Salmos aponta para o início do AT, a instrução de Moisés, e sua divisão em cinco partes ecoa a do Pentateuco. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 148.

1.1-3 A descrição do homem verdadeiramente feliz. Bíblia Shedd.

1.1 A descrição negativa daquilo que não faz. Nota-se o caminho do pecado, sempre piorando: anda, detém-se, assenta-se. Bíblia Shedd.

As três palavras retratam em ordem de intensidade crescente os passos sucessivos da vida do ímpio: (1) anda na direção dos que estão alheios a Deus, conformando-se com os costumes pagãos (ver T4, 597); (2) se detém para associar-se com os rebeldes sob a maldição do pecado e brinca com a tentação; (3) une-se em definitivo ao grupo de pecadores, desconsiderando a luz. CBASD,  vol 3, p. 710.

O primeiro salmo começa com uma descrição do caminho do justo em forte contraste com o caminho dos “ímpios” […]. A primeira palavra, ‘ašrê (“abençoado”, “feliz” ou “bem-aventurado”), é justaposta com a destruição dos ímpios expressa na última palavra do salmo, tō’bēd, (“será destruído” ou “perecerá”). Essas palavras começam com a primeira e a última letra do alfabeto hebraico, respectivamente. O contraste é acentuado por uma descrição tripla da vida que se opõe à lei de Deus e que se afasta cada vez mais do caminho divino: primeiro andar, depois ficar em pé [“deter-se”] e, finalmente, sentar-se. Isso sugere um envolvimento progressivo e a identificação com o pecado, a qual se intensifica de três maneiras. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 148.

A expressão “bem-aventurado”, usada nas bem-aventuranças do Sermão do Monte (Mt 5:3-11), é uma tradução da mesma palavra [gr. Makarios] usada na LXX para traduzir o “bem-aventurado” do Salmo 1. CBASD,  vol 3, p. 710.

Ímpios. Sugere violação premeditada e persistente dos mandamentos de Deus. CBASD,  vol 3, p. 710.

2 A descrição positiva daquilo que é. Seu deleite não está nos prazeres deste mundo, mas na Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

Instrução e deleite não costumam andar juntos, pelo menos não no pensamento moderno, mas na cosmovisão bíblica a instrução de Deus é tão agradável como o relacionamento entre homem e mulher. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 148.

O seu prazer. Seu estudo da palavra de Deus é habitual e regular; não é tedioso. CBASD,  vol 3, p. 710.

Lei. Do heb. Torah, significando basicamente “instrução” ou “preceito”; portanto, “mandamento” ou “lei”, no sentido comum da palavra. Em geral, torah se refere à revelação escrita da vontade de Deus. CBASD,  vol 3, p. 711.

Medita. Não há nada melhor para preencher as horas de uma noite sem sono do que meditar na Palavra de Deus (ver Sl 17:3; Sl 42:8; 119:55; etc.). CBASD,  vol 3, p. 711.

3 O resultado deste tipo de vida: a vitalidade, como a de uma árvore; a estabilidade, sendo  firmemente plantado; a produtividade, simbolizada pelo fruto da árvore; a prosperidade, em todos os seus atos. Bíblia Shedd.

plantado. Literalmente, “transplantado”. Descreve uma experiência presente, mas também um termo técnico para um translado/ressurreição à vida imortal do tempo do fim, como em outros lugares nos Salmos e em outras fontes antigas (e.g., Sl 92:13 e literatura ugarítica). Andrews Study Bible.

rios.  Literalmente, “canais de água artificiais”. Deus toma a iniciativa de prover o ambiente para o ótimo crescimento. Andrews Study Bible.

4-6 A descrição do homem ímpio, que está longe de Deus. Bíblia Shedd.

4 Contrasta-se fortemente com o homem feliz. Os ímpios são todos aqueles que estão fora de Cristo. São como a moinha [palha] que não tem vida nem conteúdo nem valor, e que facilmente é levada pelo vento. Bíblia Shedd.

Em contraste com a árvore, a palha não tem raiz, não tem lugar fixo. Morta, seca e inútil, está à mercê de outros. Os ímpios estão fixados no nada; falta-lhes estabilidade e não podem permanecer. CBASD,  vol 3, p. 711.

5 O resultado da vida do ímpio: a punição eterna (cf Ap 20.11-15). Bíblia Shedd.

6 Existem apenas dois caminhos, com dois destinos diferentes; é nossa atitude para com Cristo que determina nossa sorte eterna (cf 1 Jo 5.10-12; Jo 3.18). Bíblia Shedd.

Pois o Senhor conhece. Essa frase final ressalta que a eventual separação dos dois caminhos depende do julgamento de Deus com base em seu conhecimento do caminho dos justos. Esse […] conhecimento contínuo […] designa muito mais do que uma consciência mental. Ele se refere a um relacionamento vivo e íntimo e íntimo sustentado pelo amor – um conhecimento salvífico que leva à vida abundante e à prosperidade. […] Ambos os destinos estão ligados a seus respectivos caminhos, que representam o movimento da pessoa em direção a Deus ou para longe Dele. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 149.



SALMO 1 — Rosana Barros by Ivan Barros
8 de agosto de 2026, 0:45
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“Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (v.2).

É muito provável que você já tenha visto uma Bíblia em alguma casa ou estabelecimento comercial aberta no livro de Salmos. Creio que todos nós já vimos e já tivemos a curiosidade de saber o porquê da escolha deste livro. Na verdade, tal costume tornou-se uma espécie de amuleto. Apesar de ser o livro mais vendido no mundo, a Bíblia tem sido também o menos lido. A partir de hoje, vamos descobrir que o livro de Salmos tem muito mais a nos oferecer do que simplesmente sorte, como imaginam alguns.

Ao contrário do que muitos pensam, os Salmos não foram escritos apenas por Davi, mas há também outros autores, inclusive autores desconhecidos, como é o caso do Salmo de hoje. O salmista inicia falando de uma bem-aventurança. Parafraseando: “Verdadeiramente feliz é todo aquele que não dá ouvidos a maus conselhos, que, quando percebe que está diante do perverso, se afasta, e que não se demora no meio daqueles que escarnecem do que seja puro e santo” (v.1). Então, o salmista descreve o prazer deste bem-aventurado e sobre o que ele pensa e pondera durante todo o dia: a lei do Senhor é a alegria e a fonte de conselho dos justos. E, “no devido tempo”, surgem os frutos de justiça “e tudo quanto ele faz será bem-sucedido” (v.3).

Mas, então, no verso quatro, o salmista também descreve o lado contrário: “Os ímpios não são assim”. O meditar do nosso coração diz muito sobre quem somos e para onde estamos indo. E nós, amados, qual tem sido o meditar do nosso coração? O livro mais lido e admirado da Bíblia inicia deixando bem claro que há sim diferença entre o justo e o ímpio, entre o obediente e o desobediente, entre o “conselho dos ímpios” (v.1) e a “lei do Senhor” (v.2). Esta foi uma das primeiras passagens bíblicas que ensinei meus filhos a memorizar e a guardar no coração. Porque se eles entenderem a verdade ali contida, igualmente saberão qual é o caminho em que devem andar: “o caminho dos justos” (v.6). E o caminho dos justos é Cristo (Jo.14:6).

Amados, percebam que o Salmo chama de ímpio e de perverso todos os que não têm prazer na Palavra do Senhor. Não é preciso cometer atrocidades para ser considerado um perverso diante de Deus: basta ignorar a Sua Lei e fazer pouco caso da Sua Palavra. Forte, não é mesmo? Mas é a verdade. Como está escrito: “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E o Senhor ainda diz que tomará “vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8).

Ou seja, o justo procura andar na “cartilha” de Deus e o ímpio não se sujeita à vontade divina. Considere, por exemplo, as leis de um país. A desobediência a essas leis implica sanções previstas na própria legislação. Como aqueles que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16), que a nossa vida aqui testemunhe que somos cidadãos da pátria superior: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).

Mas temos que ter muito cuidado com as falácias em forma de piedade que têm se alastrado nas igrejas pelo mundo afora (Leia 2Tm.4:3-4)! A graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo não nos autoriza a viver de qualquer jeito. Muito pelo contrário. Ela nos confere poder para sermos transformados, até que o nosso caráter alcance a aprovação do Céu (Leia Tt.2:11-12). Não é sem razão que o livro de Salmos é inaugurado apontando para uma clara distinção entre justos e ímpios. O pecado por si só já fez um tremendo estrago nos separando do nosso Criador (Is.59:2). Não permita que esta separação seja eterna (v.5)! Mas que a nossa vida seja uma árvore frondosa que dê muito fruto (Leia Gl.5:22-23), sendo constantemente regada pela sabedoria e poder da Palavra de Cristo, e Ele mesmo nos justificará, nos santificará e, muito em breve, nos glorificará. Você crê?

Oração: Santo Deus, estamos em um tempo em que chamam o mal de bem e o bem de mal, o doce de amargo e o amargo de doce, as trevas de luz e a luz de trevas. O mundo prega que a verdade é relativa e que o pecado não existe. Ó, Senhor, preserva a nossa integridade, por Tua graça e misericórdia, porque está sendo difícil até mesmo no meio do professo povo do Senhor! Necessitamos do poder do Espírito Santo, mas ele não virá até que estejamos unidos num só pensamento e num só coração. Desperta-nos, ó Deus! Desperta-nos! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justos pela graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#SALMO1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de agosto de 2026, 0:30
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SALMO 1 – A música é uma forma poderosa de comunicar emoções, verdades e experiências espirituais. Os Salmos formavam o Hinário de Israel e podem ser usados hoje para ensinar e inspirar adoradores atuais.

Há um contraste no Salmo 1 que facilitava os cantores assimilarem a mensagem que Deus almeja transmitir. A melodia e a poesia desse Salmo têm um ritmo e uma cadência que auxiliam a enfatizar as verdades espirituais reveladas no texto inspirado.

O poema é composto por seis versículos, cada um deles contendo duas cláusulas; e, segue uma estrutura simétrica, onde as duas primeiras e as duas últimas cláusulas são paralelas e contrastantes; e, a cláusula central é o ponto focal do Salmo. O Salmo apresenta dois caminhos, em que cada um tem um destino, mostrando que aquilo que fazemos no presente terá recompensa ou consequência. Há nobreza em não aderir o estilo de vida dos ímpios a fim de optar pela sabedoria dos justos!

Esse Salmo introduz o Saltério; é um prefácio aos 150 Salmos. Ele merece nossa atenção e devoção. Seus ensinamentos são maravilhosos, de uma riqueza espiritual elevada! Considere estas lições de vida e princípios espirituais extraídos de seus singelos versos:

• O justo medita na Lei/Torá do Senhor e alinha sua vontade com a vontade de Deus, enquanto o ímpio ignora a Lei/Torá e considera apenas sua própria vontade acreditando que isso é vantagem, quando na verdade não é (Salmo 1:1-2).
• O justo é como árvore plantada junto a uma fonte de água pura, enquanto o ímpio é como palha inútil que o vento leva para lá e para cá ao léu (Salmo 1:3-4).
• O justo vive com Deus, por isso é abençoado; sua vida tem sentido e propósito, enquanto o ímpio busca o prazer do pecado que resulta em ruína e destruição (Salmo 1:5-6).

O ímpio tem prazer no pecado, o justo é feliz com Deus. O ímpio se satisfaz com coisas efêmeras, a satisfação dos justos está nas coisas eternas.

O ímpio é arrogante, confia em si mesmo; o justo é humilde, confia em Deus. São dois estilos de vida diferentes, contendo resultados contrastantes. Precisamos saber disso para tomar decisões sábias visando a eternidade.

Enfim, aquilo que fazemos no presente determina nosso futuro! Meditemos na Palavra! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 42 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 42 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 42 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 42

Este grande resumo de todo o livro está repleto de conselhos espirituais práticos! Este capítulo, estudado com oração, nos dará uma imagem verdadeira de nós mesmos, bem como um sentido convincente do contraste entre Deus e nós, mortais.

No versículo três, Jó cita Deus dizendo: “Quem é esse que, com tanta ignorância, questiona minha sabedoria?”. Então Jó confessa: “Sou eu; falei de coisas de que eu não entendia, coisas maravilhosas demais que eu não conhecia.” (NVT)

Oh! — que lição! Quantas vezes as pessoas pregam sobre tópicos espirituais como se sua compreensão pessoal de Deus fosse o árbitro final da “verdade”. Muitas vezes confundimos confiança com arrogância e transplantamos a opinião pessoal como a voz do próprio Deus. Mas Jó repreende sabiamente nosso orgulho espiritual entoando: “Antes, eu só te conhecia de ouvir falar; agora, eu te vi com meus próprios olhos. Retiro tudo que disse e me sento arrependido no pó e nas cinzas” (vs. 5, 6 NVT).

Extraordinário! Aqui está possivelmente o principal “adventista” daqueles dias, confessando que realmente só conhecia Jesus de longe, mas agora, em profundo arrependimento, ele vê o Cristo vivo! Queira Deus que todos nós que lemos este comentário tenhamos uma “Conversão de Jó” para que possamos anunciar as Três Mensagens Angélicas em sua plenitude!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/42
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



JÓ 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de agosto de 2026, 0:50
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1561 palavras

Ao longo do livro, os amigos de Jó pediram que ele admitisse seu pecado e pedisse perdão e Jó acabou, de fato, se arrependendo. Mas o arrependimento de Jó não foi do tipo pedido pelos seus amigos. Ele não  pediu perdão por cometer pecados secretos mas por questionar a soberania e a justiça de Deus. Jó se arrependeu de sua atitude e reconheceu o grande poder e a perfeita justiça de Deus. Nós pecamos quando perguntamos raivosamente: “Se Deus está no controle, como isto pôde acontecer?” Por que estamos presos no tempo, incapazes de ver além de amanhã, não sabemos as razões de tudo que acontece. Assim, muitas vezes temos que escolher entre a dúvida e a confiança. Você confiará em Deus, mesmo não tendo resposta às suas dúvidas? Life Application Study Bible Kingsway.

1-6 Jó aparece na presença de Deus com adoração, humildade, e a experiência do perdão divino. A revelação da natureza divina dá para Jó uma clara consciência da sua pecaminosidade e uma dependência total da providência de Deus. Já reconhece ele que as palavras e razão humanas não são suficientes para alcançar a Deus, o Qual não tem termo de comparação, e abre, então, mão do debate desejado. Regozija-se com uma experiência pessoal de Deus. Bíblia Shedd.

Respondeu Jó. Ele subiu gradualmente a longa escada do desespero para a fé. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 690.

2-4 Você está usando aquilo que você não consegue entender como desculpa para a sua perda de confiança? Admita a Deus que você não tem suficiente fé para confiar nEle. A verdadeira fé começa com tal humildade. Life Application Study Bible Kingsway.

2 Jó finalmente percebe que Deus e seus propósitos são supremos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

coisas que eu não conhecia. Quão inadequado parece ser o conhecimento parcial quando brilha a luz de uma verdade maior! Quando Jó fez suas queixas, seu raciocínio lhe parecia irrefutável. Ele achava que sua atitude era justificada. Mas, quando entendeu a Deus mais claramente, seu raciocínio anterior não mais pareceu convincente. A lógica humana muitas vezes se demonstra falha. Ideias que hoje parecem sábias podem se tornar absurdas amanhã. CBASD, vol. 3, p. 690.

mas agora os meus olhos Te veem. A lição mais importante no livro de Jó se encontra nesta passagem. Nesta declaração, ele revela a transição de uma experiência religiosa baseada na tradição para outra baseada na comunhão pessoal com Deus. CBASD, vol. 3, p. 690.

7-17 Os diálogos poéticos terminaram, e a narrativa com a qual o livro começou continua agora, a fim de apresentar uma resolução do enredo. Deus estava descontente com os amigos de Jó (42:7-8), e Jó intercedeu por eles (v. 9). Tudo o que restava era a restauração do patriarca (v. 10-17). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7-9 O epílogo confirma […] que Deus ainda estava satisfeito com Jó. A ira de Deus contra os amigos de Jó vem em seguida. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

A despeito dos erros cometidos por Jó, em palavras e atitudes enquanto sofria, agora é elogiado, e os conselheiros, repreendidos. Por quê? Porque, mesmo quando furioso, mesmo quando desafiava a Deus, estava decidido a falar com sinceridade diante dEle. Os conselheiros, por outro lado, proferiam, da boca para fora, muitas declarações corretas e não raro belas, na forma de credos citados, mas sem conhecimento vivo do Deus que alegavam honrar. Jó falava com Deus; eles só falavam a respeito de Deus. Pior que isso: a arrogância espiritual deles levava-os a reivindicar conhecimentos que nem sequer possuíam. Presumiam saber por que Jó sofria. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-8 Quatro vezes no espaço de dois versículos, Deus chamou Jó de Seu servo. Essa linguagem expõe, na mente de Deus, uma grande lacuna de separação entre Jó e seus companheiros. Somente a intercessão de Jó os salvaria dessa vez (v. 8). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

7 O fato de Deus ter Se dirigido a Elifaz mostra que ele era considerado o líder do grupo (v. 7). A primeira palavra de Deus para Elifaz foi que Ele estava furioso com ele e seus amigos. Deus declarou duas vezes a natureza da ofensa: Seu caráter havia sido deturpado e distorcido, sendo apresentado como insensível e arbitrário. […] Quando os seres humanos, em nome de Deus, justificam a crueldade satânica como integridade e justiça, então o Eterno fica muito irado. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

loucura. Deus assim caracteriza os discursos dos amigos. […] Os seres humanos precisam aprender que defendem melhor a Deus quando O representam como Ele é: um Deus de amor e misericórdiaCBASD, vol. 3, p. 691.

9 Deus podia confiar em Jó com a mesma certeza no fim desse longo e contorcido drama como no início. Yahweh confiava nele para orar por aqueles que o haviam difamado, e honrou essa intercessão em favor deles. foi necessária uma ordem divina para que eles se humilhassem diante de um homem que haviam insultado tanto e contra quem tinham inventado mentiras a fim de vencer sua discussão teológica. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139.

o Senhor aceitou a oração de Jó. A expressão hebraica para a aceitação da oração de Jó por Deus no final do versículo 9 é literalmente “Yahweh levantou o rosto de Jó”, o que significa que Ele o tratou com respeito. Nesse caso, tratar Jó com respeito significava atender à sua súplica para perdoar seus amigos. A oração de Jó em favor de seus amigos foi uma expressão de seu espírito cheio de graça. Ele não teria sido capaz de suplicar a misericórdia de Deus se ele próprio não estivesse preparado para ser misericordioso. Jesus prometeu que aqueles que são misericordiosos receberão misericórdia (Mt 5:7). As orações de Jó por seus amigos e a libertação deles são metáforas que lembram outra intercessão: a do único perfeitamente justo, por meio de cuja intervenção nós também somos preservados da penalidade da ira divina que merecemos (Rm 5:9; 1 Ts 1:10).  Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 139-140.

10-17 A restauração física e material de Jó não foi forçada, assim como não era artificial sua lealdade a Deus. Ele não permaneceu fiel ou orou por seus amigos em troca de alguma promessa. A alegação inicial do adversário de que Jó servia a Deus em troca de riquezas era tão infundada quanto era infundada sua crueldade com Jó, seus filhos, seus servos e seus animais. E, quando ele foi banido da cena de ação e tormento, Deus estava livre para lidar com Seu filho, Seu servo, como a própria natureza de Deus desejava. É de Sua natureza cuidar e doar. Ele abre Sua mão e satisfaz os desejos de Suas criaturas (Sl 105:28; 145:16). E é Sua vontade honrar a fidelidade (Ap 2:10). Jó havia sido fiel ao seu Deus. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

10-11 A mensagem do livro de Jó mudaria se Deus não houvesse restaurado Jó às suas bênçãos anteriores? Não. Deus é ainda soberano. … Nossa restauração pode ou não ser como a de Jó, que foi, ao mesmo tempo, espiritual e material. Nossa restauração completa pode não ocorrer nesta vida – mas ela certamente acontecerá. Deus nos ama, e Ele é justo. … Agarre-se à sua fé em meio às suas dificuldades, e você também será recompensado por Deus – se não agora, na vida por vir. Life Application Study Bible Kingsway.

10 A oração de Jó a favor dos que o tinham maltratado é um exemplo tocante no AT da grande virtude cristã que nosso Senhor ensinou em Mt 5.44. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O que esta experiência mostra é a aprovação de Deus à pessoa que ora por aqueles que o trataram mal. CBASD, vol. 3, p. 691.

11 Comer juntos, ação indicada pela expressão idiomática (comeram pão com ele”, é um dos sinais mais fortes da plena aceitação, confiança e reciprocidade. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

12-16 Deus não permite que soframos sem motivo, e, embora esse motivo possa estar oculto no mistério do Seu propósito divino (v. Is 55.8, 9) – o qual nunca nos pertence saber nesta vida – devemos confiar nele como o Deus que faz somente aquilo que é certo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O número dos animais domésticos é, em cada caso, o dobro (cf. v. 10) do número que Jó possuíra antes (v. 1.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13-15 A inclusão incomum dos nomes das três filhas de Jó (diferentemente dos filhos anônimos) e a referência específica à inclusão delas em seu testamento (v. 13-15) destacam o reconhecimento de Jó da igualdade humana perante Deus. Homem ou mulher, servo ou senhor, devemos reconhecer que, diante Dele, não temos nada a nos recomendar, exceto por Sua graça (cf. v. 2-6). Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 140.

15 herança entre seus irmãos. Uma prática não usual até o pedido das filhas de Zelofeade (Nm 27:1-11). Andrews Study Bible.

16 Depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos. O homem que estava certo de que a sepultura estava a um passo continuou a viver por quase mais um século e meio! CBASD, vol. 3, p. 692.

O fim do livro é uma mistura do bom e do ruim. Bom no sentido de que Jó teve uma vida longa, mas ruim porque ele morreu (42:17). O verdadeiro final é encontrado na esperança de Jó que ia além da sepultura, olhando para uma ressurreição que tornaria possível ver o Redentor (19:25-27). É nesse ponto que a esperança de Jó e a esperança cristã se fundem. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 141.



JÓ 42 — Rosana Barros by Ivan Barros
7 de agosto de 2026, 0:45
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“Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (v.5).

A resposta de Jó ao Senhor revela uma profundidade espiritual que deveria nos comover e despertar a cavar mais fundo nas Escrituras. Na verdade, não foi simplesmente uma resposta, foi uma confissão. Ciente de que havia falado “do que não entendia”, de “coisas maravilhosas” que “não conhecia” (v.3), seus olhos foram abertos para ver a beleza do caráter divino. Sentindo, então, a forte impressão de sua indignidade, concluiu: “Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (v.6).

Ao compreender que a sua defesa pertencia ao Senhor, Jó foi contemplado com o fim de sua ignomínia. Primeiro, Elifaz, Bildade e Zofar foram reprovados por Deus e por quatro vezes O ouviram falar, referindo-se a Jó: “o Meu servo Jó” (v.7,8). Depois, “quando este orava pelos seus amigos”, Deus mudou a sua sorte, dando-lhe “o dobro de tudo o que antes possuíra” (v.10). Jó teve “outros sete filhos e três filhas” (v.13) e “abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro” (v.12).

A reprovação de Deus e a intercessão de Jó não foram apenas instrumentos de humilhação, mas também instrumentos de misericórdia para Elifaz e seus companheiros. Mesmo que tenham agido e falado contrariamente à vontade de Deus, o Senhor revelou o Seu desejo em perdoá-los e redimi-los. Naquele momento, Jó foi eleito por Deus como uma espécie de sacerdote, a fim de receber as ofertas deles e por eles interceder. Um tipo que aponta para o ministério do Antítipo: “Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hb.9:24).

A menção à beleza incomparável das filhas de Jó é uma espécie de prelúdio de que o que o Senhor tem preparado para os que O amam excede tudo o que possamos pensar ou imaginar (1Co.2:9). Quando formos revestidos da glória de Deus em corpos perfeitos e sem pecado (1Co.15:53); quando Cristo declarar perante o Universo: “Também de nenhum modo Me lembrarei dos seus pecados e das suas iniquidades, para sempre” (Hb.10:17); quando Ele estender a Sua mão para enxugar as nossas últimas lágrimas e contemplarmos a Sua terna face, então, iremos considerar como insignificante qualquer sofrimento que tenhamos passado aqui nesta terra de pecado.

Amados, por mais que a nossa luta neste mundo muitas vezes pareça ultrapassar o limite de nossas forças, há um Deus no Céu que é vitorioso nas batalhas e que nos oferece o Seu galardão. A intercessão de Jó por seus amigos representa a intercessão de Cristo por nós. Ao nos aproximarmos de Jesus e experimentarmos a Sua graça, recebemos o poder do Espírito Santo para sermos Suas testemunhas e, como Jó foi para seus amigos, também seremos instrumentos de salvação na vida de muitos.

“Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” (Hb.4:14). Jó foi contemplado com a bênção do Senhor nesta terra, mas morreu “velho e farto de dias” (v.17) “sem ter obtido as promessas” (Hb.11:13). Jó aspirava “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Seu coração desfalecia de saudades de seu Redentor (Jó 19:27)!

Oh, meus irmãos, que a nossa vida seja uma constante declaração de que somos “estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (Hb.11:13)! Quando Jesus encerrar o Seu ministério de intercessão, seja dito a nosso respeito: “Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16). Perto está o dia em que a nossa sorte será mudada para sempre. Pois, “naquele tempo”, diz o Senhor, “Eu vos farei voltar e vos recolherei; certamente, farei de vós um nome e um louvor entre todos os povos da Terra, quando Eu vos mudar a sorte diante dos vossos olhos, diz o Senhor” (Sf.3:20). Fim do livro de Jó.

Oração: Ó Senhor, nosso Deus, que livro intenso e quantas lições espirituais profundas e poderosas aprendemos com Jó! Como ele, também podemos dizer: “Bendito seja o nome do Senhor”! Cremos que o Senhor breve virá, não em um redemoinho, mas virá com as nuvens com poder e grande glória. E nós queremos ser encontrados por Ti como o Teu servo Jó: íntegros, retos, tementes a Ti e nos desviando do mal. Que a nossa comunhão Contigo cresça até que possamos dizer: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem”! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ42 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100