Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

CONVITE A LER ZACARIAS – Vídeo

ZACARIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

<COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ZACARIAS 1 by Jobson Santos
11 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/1

Em 520 a.C. o Senhor chamou Zacarias para se juntar a Ageu a fim de despertar os judeus que haviam retornado a Jerusalém do cativeiro na Babilônia. Dezesseis anos haviam se passado desde que Zorobabel os conduzira de volta à sua terra natal prometida. Eles observaram a festa dos Tabernáculos. E em seguida, lançaram os alicerces do Templo.

Então, os povos ao redor trouxeram problemas. O trabalho foi interrompido. O profeta Ageu os levou a renovarem seus esforços para completar a missão que Deus tinha para eles – a reconstrução do Templo.

Esta lição é para nós. Nossa segurança está em Deus. Devemos acreditar em Suas palavras. A mensagem do homem no cavalo vermelho, “a terra está em repouso”, refere-se ao fato de que o conflito a respeito do reinado persa havia terminado. Dario, o novo rei, era mais favorável aos judeus. O Senhor disse: “Estou me voltando para Jerusalém com misericórdia, e ali o meu Templo será reconstruído”. Seu povo deveria cumprir a missão para a qual Ele os havia trazido de volta. Os quatro chifres são explicados como aqueles que trabalharam contra o povo de Deus. Os quatro carpinteiros-artesãos referem-se a Zorobabel, Neemias, Ageu e Zacarias.

Deus também tem uma missão para nós hoje: proclamar as três mensagens angélicas. Coloquemo-nos nas mãos do Senhor a fim de sermos usados para a salvação de muitas pessoas.

David Manzano
Pastor aposentado, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1158
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HOJE COMEÇAMOS A LER ZACARIAS! by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2021, 0:53
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ZACARIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – inclui comentários gerais sobre o livro by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2021, 0:50
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998 palavras

1. Título. O livro é intitulado segundo o nome de seu autor, Zacarias, do heb. Zekaryah, que significa “Yahweh lembra” ou “Yahweh tem lembrado”. Era um nome comum entre os judeus.

2. Autor. Zacarias foi, possivelmente, um levita ou mesmo um sacerdote (ver Ne 12:16; cf. Zc 1:1).

3. Contexto histórico. Zacarias foi contemporâneo de Ageu (Zc 1:1; ag 1:1).

4. Tema. Zacarias, assim como Ageu, foi designado por Deus para levar os judeus à ação, pois, devido à oposição inimiga sancionada pelo falso Esmérdis (522 a.C.), os judeus haviam interrompido a edificação do templo (ver vol. 3, p. 57, 58). As profecias de Zacarias “vieram num tempo de grande incerteza e ansiedade”, quando “parecia aos líderes como se a permissão dada aos judeus para reconstruir estivesse prestes a sofrer impedimento”(PR, 580). Suas mensagens, lidando com a obra de Deus e os planos divinos para a restauração, foram designadas para levar encorajamento ao debilitado zelo dos judeus. Como resultado das inspiradas mensagens e a liderança de Ageu e Zacarias, logo o templo foi concluído (Ed 6:14, 15).

As mensagens de Zacarias, expondo um glorioso futuro, eram condicionais (Zc 6:15). Devido à falha dos judeus em atender às condições espirituais sobre as quais sua prosperidade estava baseada, as profecias não foram cumpridas de acordo com o propósito original. No entanto, certas características serão cumpridas na igreja cristã (ver p. 17-23).

 

1 Segundo ano do rei Dario. Ou seja, 520 a.C.

3 Tornai-vos. Deus apela ao povo que se arrependa e receba o favor divino que lhes permitiria realizar, com segurança e certeza, a obra de reconstrução do templo (ver p. 1193). A necessidade de arrependimento e reforma é, com frequência, salientada por Zacarias (ver Zv 3:7; 6:15; 7:7-10; 8:16, 17).

Diz o SENHOR. A tríplice repetição desta frase é, sem dúvida, para se dar ênfase.

5. Vossos pais. Deus conclamou Seu povo a refletir sobre a conduta e o destino de seus antepassados, como uma lição para o presente.

Vivem para sempre? Os profetas eram mortais como aqueles a quem pregavam. Todavia, suas palavras eram de Deus.

7 Mês undécimo. A data apresentada neste versículo é, aproximadamente, 15 de fevereiro de 519 a.C., pelo cálculo Juliano (ver vol. 3, p. 89). Cerca de três meses antes, Zacarias começara seu ministério profético (Zc 1:1). As oito visões registradas em Zacarias 1:8 a 6:8 foram dadas no intervalo.

8 Uma visão. A primeira visão foi designada para inspirar confiança no bondoso propósito de Deus para restaurar Seu povo. Ela assegurou que as nações gentílicas seriam derrubadas e que, a despeito do atual estado de Israel, o misericordioso propósito de Deus seria realizado desde que o povo fizesse a parte que lhe cabia (ver Zc 6:15). … A série de oito visões registrada em Zacarias 1:7 a 6:8 apresenta uma narrativa profética conectada, que expõe o propósito de Deus para os judeus sobre o retorno deles do cativeiro babilônico e culmina na vinda do Messias e o estabelecimento de Seu reino (ver p. 13-18). Zacarias recebeu esta série de visões numa época de grande desânimo, quando parecia que os inimigos do povo de Deus estavam prestes a fazer a restauração parar completamente (ver PR, 582). Essas mensagens foram designadas a encorajar os exilados que retornaram e inspirá-los a prosseguir com fé em sua obra.

A primeira visão (Zc 1:7-17) revela o plano de Deus para o Israel paralisado. As nações pagãs da terra estavam “tranquilas”, mas Deus anunciou Seu propósito de restaurar o templo como Sua “casa”e “escolher Jerusalém” como o agente por meio do qual Seu propósito para a salvação dos seres humanos seria realizado.

18-21 A segunda visão (Zc 1:18-21) ilustra a danificada nação de Israel como tendo sofrido em resultado do cativeiro, mas a visão também apresenta a intenção de Deus de reparar todo o estrago causado a ela.

Cavalo vermelho. O profeta não explica o significado da cor, e a especulação é inútil.

Murteiras. Uma árvore sempre-verde que ostenta flores brancas e um fruto aromático do qual são feitos os perfumes. A árvore é comum na Palestina.

10 Percorrerem a terra. Estes mensageiros são representados como prestando um relatório ao grande Governante do universo a respeito dos assuntos terrestres, especialmente com relação a Israel, o povo escolhido de Deus, por estar passando pelo cativeiro por meio da opressão de nações pagãs vizinhas. Eles já haviam realizado sua missão e estavam prontos a prestar o relatório.

11 Repousada. O programa de Deus parece estar paralisado. As nações não estão fazendo nada para proporcionar alívio e auxílio ao povo de Deus. Na verdade, parece que a permissão para a reconstrução estava cancelada (ver p. 1181, 1182; PR, 579, 580).

12. Não terás compaixão. O povo de Deus estava em situação de insegurança e desalento. O templo permanecia em desolação, e Jerusalém, em ruínas.

13 Palavras consoladoras. A visão foi designada para levar encorajamento e conforto ao povo.

14 Sião. Neste versículo, a palavra é usada como sinônimo para toda a cidade de Jerusalém (ver com. de Sl 48:2).

15 Vivem confiantes. Ver com. do v. 11. Embora Deus tenha castigado os israelitas por causa de seus pecados, Ele estava apenas “um pouco indignado e planejou restringir os juízos. Por outro lado, os “gentios”, indo além do que Deus pretendia, intentavam colocar os israelitas em sujeição permanente (ver Is 10:5-19).

16 Será edificada. Os v. 16 e 17 revelam os bons desígnios de Deus para o remanescente. As predições foram cumpridas parcialmente. O templo foi reconstruído, e Jerusalém, restaurada. Mas a prosperidade indicada neste versículo nunca ocorreu completamente. O povo falhou em cumprir as condições espirituais sobre as quais estava baseada sua prosperidade temporal. Ainda assim, a oportunidade era deles. A visão foi designada a encorajá-los e apresentar um forte incentivo para usufruir seus privilégios negligenciados (ver p. 17-20). O plano de Deus para Israel, temporariamente interrompido pelo cativeiro, seria retomado novamente. A Israel seriam restaurados os privilégios e as responsabilidades da relação de aliança (ver p. 18).

18 Quatro chifres. Os chifres são claramente definidos como os poderes que “dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém”(v. 19; ver PR, 581). O número “quatro” pode denotar universalidade, como sugerido pelos quatro pontos cardeais (ver Dn 8:8; 11:4) para onde Israel fora espalhado (Zc 1:212; cf. 2:6; ver com. de Zc 1:8).

20 Ferreiros. Do heb. charasim, “artesãos”. A palavra denota os que trabalham com pedra (Êx 28:11), madeira (2Sm 5:11), metal (1Sm 13:19), etc. … Os artesãos representavam “os agentes usados pelo Senhor na restauração de Seu povo e da casa do Seu culto”(PR, 581).

 

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1193 – 1198.



ZACARIAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de abril de 2021, 0:45
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“Respondeu o Senhor com palavras boas, palavras consoladoras, ao anjo que falava comigo” (v.13).

Contemporâneo de Ageu, o profeta Zacarias recebeu do Senhor uma série de visões em sucessão. Era um tempo sobremodo difícil e solene. O povo havia acabado de retornar do exílio e ainda enfrentava muita retaliação por parte dos pagãos que ali viviam. Daqueles que voltaram, uma grande parte havia nascido e crescido em Babilônia, trazendo consigo os costumes de seu antigo lar. Ao trazer-lhes à memória a desobediência de seus pais e as consequências de tal atitude, era desígnio de Deus chamá-los para assumir uma postura diferente, a fim de que pudessem gozar das bênçãos advindas da obediência. “Tornai-vos para Mim” (v.3) e “Convertei-vos” (v.4) eram declarações de amor do Pai, que desejava reatar com Israel o elo do relacionamento que se havia rompido.

Acompanhado de um anjo, Zacarias teve visões em sequência, a começar pelos cavalos. Em uma visão da noite, ele viu num vale “um homem montado num cavalo vermelho” e vários cavalos atrás dele (v.8). Após cumprirem o seu propósito de “percorrerem a Terra” (v.10), eles apresentaram a seguinte conclusão: “Nós já percorremos a Terra, e eis que toda a Terra está, agora, repousada e tranquila” (v.11). Considerando a expectativa humana, esta seria uma conclusão positiva acerca da condição da Terra. Mas sob o ponto de vista divino, pior não poderia estar. Ainda que, de muitas formas, as nações tivessem testemunhado as manifestações de Deus, escolheram adormecer no sono letal da indiferença e andar por sobre o solo instável da autoconfiança: “E, com grande indignação, estou irado contra as nações que vivem confiantes […], e elas agravaram o mal” (v.15).

Na segunda visão, o profeta viu quatro chifres e quatro ferreiros como símbolos da soberania de Deus sobre os poderes terrestres. Chifre em profecia simboliza poder ou reino. Os quatro chifres, portanto, são uma referência aos reinos que dispersaram o povo de Deus e os oprimiu em períodos diferentes da história de Israel. Mas apesar das tentativas de destruir os filhos de Israel e de frustrar os propósitos de Deus, essas visões revelam que, mesmo na letargia ou nas circunstâncias mais adversas, ninguém pode malograr a perfeita agenda dAquele que planejou a nossa salvação antes da fundação do mundo.

Há um relatório sendo apresentado ao Senhor sobre a situação da Terra hoje. Há um clamor sendo erguido com grande urgência: “Tornai-vos para Mim, diz o Senhor dos Exércitos, e Eu Me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos” (v.3). “Convertei-vos, agora, dos vossos maus caminhos e das vossas más obras” (v.4). Em um clima de contagem regressiva, a Terra convulsiona como prestes a revelar os efeitos do mal em sua totalidade. As doenças malignas, os desastres naturais, a falta de amor são sintomas cada vez mais graves de um mundo em ebulição. Contudo, não há pior condição do que aquela que afeta a nossa razão e nos condiciona ao estado de repouso fatal; aquele em que o homem se torna cuidador de si mesmo, deixando de depender de Deus.

Como o mundo antediluviano sucumbiu pela água, os ímpios sucumbirão no juízo final pelo fogo. Noé teve de enfrentar uma geração “repousada e tranquila” (v.11) certa de que as palavras do velho pregador não se cumpririam. Ao perceber, porém, que logo entraria na arca, sua voz ergueu um alto clamor com palavras de apreço e consideração mesmo por aqueles que constantemente o escarneciam. A fim de nos livrar da condenação do pecado, Jesus Cristo nos falou “com palavras boas, palavras consoladoras” (v.13): “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). “Com grande empenho” (v.14), o Espírito Santo está zelando por todos os mansos da Terra e congregando-os para a arca da salvação, para o seguro Refúgio durante a última grande batalha. Que neste tempo de decisiva sacudidura, o Senhor nos encontre “seguindo a verdade em amor” (Ef.4:15), “na esperança da vida eterna que o Deus que não pode mentir prometeu antes dos tempos eternos” (Tt.1:2). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, despertos para a última grande batalha!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Zacarias1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 1 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2021, 0:40
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ZACARIAS 1 – Qual é a nota tônica do livro de Zacarias? Merril F. Unger analisa:
“Esse livro é único entre os profetas menores pela ênfase messiânica e pela revelação de eventos ligados ao primeiro e segundo adventos de Cristo. É tido como o escrito mais messiânico e verdadeiramente apocalíptico e escatológico de todo o AT”.

Diante disso, creio que não valorizamos suficientemente seu estudo; por outro lado, por mais apelativos que sejamos em prol do estudo desse livro, nunca seremos exagerados.

Sobre os seis primeiros versículos, o teólogo Paul R. House afirma: “Dificilmente seria possível escrever um resumo mais claro de todas as Escrituras desde Deuteronômio 27 até Zacarias 3”.
• Por que não empenharmos no estudo desse importantíssimo livro durante esses próximos 14 dias e aceitar de todo coração viver à altura do ideal de Deus traçado por Zacarias?

Se afirmativo, comecemos agora mesmo: A primeira coisa que temos a fazer é nos arrepender; um arrependimento total que resulte num reavivamento sobrenatural e numa reforma geral da vida (vs. 1-6).
• Você aceita dar esse passo com determinação?

Arrependimento é a desistência da velha vida, isto é, morte. O Dr. Wilson Paroschi diz que, “embora a salvação seja um ‘dom de Deus’ (Efés. 2:8), ela o é somente para aqueles que morrem para si mesmos, que se entregam sem reservas a Cristo, e que estejam dispostos a viver por Ele”.
• Você aceita mesmo dar o primeiro passo: Arrependimento verdadeiro?

O capítulo 1 continua apresentando a primeira das oito visões do livro (vs. 7-17): Um homem cavalgando um cavalo vermelho. O que isso significa? William MacDoanald responde: “Deus está descontente com os gentios que vivem confortavelmente enquanto seu povo enfrenta dificuldades. O Senhor punirá as nações e restaurará seu povo”.

O mesmo capítulo apresenta a segunda visão do profeta (vs. 18-21): Os quatro chifres e os quatro ferreiros. O que isso significa? O Comentário Bíblico Adventista responde:
1. Os chifres são claramente definidos como os poderes que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém.
2. Os artesões representavam os agentes usados pelo Senhor na restauração de Seu povo e da casa do Seu culto.

Deus sempre agiu visando o melhor para Seu povo; tudo o que Ele fez foi para restaurá-lo. Hoje não é diferente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Dia 20 de Abril – Jesus nos Evangelhos by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2021, 12:32
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Prepare-se já para conhecer a partir de 20 de abril todos os detalhes da vida de Jesus, como narrada por Mateus, Marcos, Lucas e João.

Aproveite esta oportunidade única de estudar no projeto Reavivados a apaixonante e transformadora personalidade amorosa de nosso Mestre e Salvador.

Convide já alguém para estudar este tema com você. Os efeitos serão eternos!



AGEU 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO AGEU 2 – Primeiro leia a Bíblia

AGEU 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

AGEU 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

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COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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AGEU 2 by Jobson Santos
10 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ag/2

É o “im” de impuro que se destaca. Sempre foi assim. Essa é a parte da palavra que enfatiza o que está errado e o que deixou de alcançar o padrão. É a parte da palavra que separa aqueles que pertencem daqueles que não pertencem. E, o mais doloroso, é a parte da palavra que nos lembra qual tende a ser nossa contribuição para o mundo ao nosso redor. Deixados por nossa própria conta, tornamos as coisas piores – até mesmo e, talvez, especialmente quando estamos tentando melhorar as coisas.

Isso é exatamente o que deveria ter confirmado para todos que Jesus não era como o restante da humanidade. Em um mundo onde tudo o que um leproso tocava se tornava impuro, todo leproso que Jesus tocava se tornava limpo. Essa foi uma diferença transformadora. É exatamente o tipo de diferença que você e eu precisamos hoje. Precisamos da presença gritantemente diferente de Jesus Cristo para darmos uma contribuição diferente para o mundo ao nosso redor hoje – uma contribuição que atraia o mundo para Deus em vez de afastar o mundo de Deus. Precisamos de uma contribuição que manifeste a glória de Deus em vez de obscurecê-la. Quando experimentamos a presença de Deus, receberemos o maior tesouro – a paz com Ele.

Brent Hamstra
Professor e catedrático, Departamento de Química, Southern Adventist University, Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1157
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



AGEU 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2021, 0:50
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1195 palavras

3 Que tenha sobrevivido. Como 70 anos ainda não haviam se passado (ver com. de Ag 1:2) desde a destruição do templo, é bem provável que os mais antigos ali presentes tivessem contemplado o primeiro templo na sua infância. Alguns comentaristas creem que mesmo Ageu já fosse idoso o bastante para tê-lo visto. A notável diferença entre a magnífica “glória” do templo de Salomão e a aparência decepcionante do novo edifício deve ter trazido tristeza profunda para o povo, já sentida no lançamento da pedra fundamental 15 anos antes (Ed 3:11-13).

Nada. Flávio Josefo afirmou que o segundo templo teve apenas metade da altura do templo de Salomão e em muitos aspectos era inferior a ele (Antiguidades, viii.3.2; xv.11.1). No entanto, a principal diferença não foi de tamanho, mas a de esplendor em aparência e em ricos adornos de ouro e pedras preciosas.

4 Sê forte. Estas palavras de encorajamento foram proferidas três vezes para se dar ênfase … .

5 Aliança. O Senhor havia prometido que seria com Seu povo (Êx 29:45).

Saístes do Egito. Os filhos de Israel [descendentes de Jacó/Israel] sempre consideraram a libertação do Egito um evento excepcional (ver com. de Am 2:10).

Meu Espírito. Deus deu ao seu povo a garantia de que o Espírito Santo habitaria com eles (ver PR, 576).

6 Ainda uma vez. Ou, “ainda uma vez”. Para que as pessoas aprendessem a aceitar e a valorizar grandemente o segundo templo, Ageu previu que, no futuro, a sua glória superaria em muito a do templo de Salomão. Pelo uso da palavra “ainda”, o profeta remete a manifestações anteriores de poder do poder de Deus, incluindo, provavelmente, o tremor de terra que acompanhou a promulgação da lei no monte Sinai (ver com. de Sl 68:7, 8).

7 Farei abalar todas as nações. Uma vez que o profeta contemplava o primeiro advento do Senhor, esta é, provavelmente, uma referência à queda das nações e dos impérios que tiveram lugar após o período de Ageu (ver v. 21, 22).

… farei abalar todas as nações e as coisas preciosas de todas as nações virão (ARA). ARC: “… e farei tremer todas as nações, e virá o Desejado de todas as nações, …”.

Desejado (ARC). Do heb. chemdhah, de chamad, “desejar”. O “desejado de todas as nações”foi ao segundo templo – construído por Zorobabel e, mais tarde, reconstruído por Herodes, o Grande – quando Cristo ensinou e curou em seus recintos.

Virão. Este verbo está no plural em hebraico, embora o sujeito, chemdhah, “desejado” (ver acima), esteja no singular. Alguns tradutores mudaram chemdhah, “desejado”para chamudhoth, “coisas desejáveis”ou “preciosas”, para que o seujeito pudesse concordar com o verbo no plural. Contudo, isso destrói a significação messiânica consagrada pelo tempo, contida nesta passagem. Se for necessário fazer uma alteração no hebraico, a fim de garantir a concordância entre o sujeito e o predicado, o contexto sugere que o verbo fique no singular para concordar com sujeito, chemdhah. [Explicação de porque são tão diferentes as versões da ARA e da ARC para este verso e qual a melhor tradução.]

Encherei … esta casa. Isto se cumpriu quando Cristo foi ao templo (ver Ml 3:1; Jo 2:13-16). O local para o qual Cristo veio é, frequentemente, chamado de templo de Herodes (ver com. de Lc 3:1; Jo 2:20; GC, 23, 24). Em tempos antigos, e ainda hoje, os judeus comumentemente têm se referido ao templo de Salomão como o primeiro templo; e como segundo templo o que foi reconstruído sob Zorobabel até sua destruição, em 70 d.C.

8 Prata. Deus não pede aos homens que Lhe deem ofertas porque necessitam de dinheiro, mas para que recebam a bênção de ofertar e desenvolvam um caráter semelhante ao Seu (ve DTN, 20, 21). “O dar continuamente faz com que a avareza morra de inanição”(T3, 548). Dos judeus dos dias de Ageu, pode-se aprender a lição de que Deus não pode abençoar os que não conseguem render-Lhe aquilo que é necessário para Seu serviço (ver Ag 1:5-11).

9 Glória. Por causa da presença de Cristo, a “glória”do segundo templo (ver com. do v. 7) foi maior que a do primeiro. O segundo templo foi honrado com a presença viva dAquele em quem “habita … toda a plenitude da Divindade”(Cl 2:9). Deus tinha planos especiais para os judeus após o retorno do cativeiro (ver p. 14-17).

Paz. A presença do Príncipe da paz traria à humanidade todas as bênçãos que acompanham a paz (ver com. de Jr 6:14). O anúncio do nascimento de Jesus, feitos pelas hostes angélicas aos pastores de Belém, foi uma mensagem de paz: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lc 2:14).

12 Carne santa. Isto é, a carne de certos sacrifícios de animais (ver Lv. 6:25).

Não. O que tocava a “carne santa”tornava-se santo (ver Lv 6:27), mas o vestuário de alguém que estivesse carregando a carne santa não comunicava sua santidade a outras coisas.

13 Impuro. Grave impureza cerimonial vinha do contato com um corpo morto (ver Nm 19:11). Tudo o que a pessoas contaminada tocava se tornava impuro.

14 Assim é este povo. Aqui o profeta dá a interpretação dos v. 11 a 13. Não só os exilados em si, mas também tudo o que suas mãos tocavam trazia-lhes maldição divina em vez de bênção. A desobediência deles, em não construir a casa do Senhor, era sua contaminação. Esta mensagem é, com certeza, uma reprovação à ação anterior do povo.

Oferecem. Evidentemente, esta é uma referência ao altar que os exilados construíram quando os primeiros ali chegaram (ver Ed 3:2). Seguindo a analogia de Ageu 2:12, fica claro que o altar sagrado não podia nem pode santificar as ações profanas dos adoradores.

16 Medidas. Os “montões” eram de grãos, que quando debulhados, rendiam apenas metade do que se esperava. Esta escassez na colheita representava o castigo de Deus sobre o povo por causa da negligência.

Lagar. Do heb. yeqev, uma prensa para vinho ou óleo. Geralmente, consistia de dois reservatórios em forma de cavidade, escavados na pedra ou no chão. O primeiro ficava numa parte superior, na qual as uvas ou azeitonas eram esmagadas. Por meio de um canal, o reservatório superior era ligado ao inferior, do qual o vinho ou o óleo eram retirados.

19 Não têm dado os seus frutos. Parece evidente que a seca (ver Ag 1:9, 10) ainda prevalecia no momento em que a mensagem foi dada. Normalmente, a estação chuvosa começaria um ou dois meses antes (ver vol. 2, p. 94). Embora não houvesse sinal algum de crescimento ou germinação pelo qual se pudesse prever o rendimento, Ageu profetizou abundância (ver Dt 28:2, 3).

Este dia. Isto é, o dia de sua obediência [do povo].

20 Segunda vez. O livro se encerra com a promessa de restauração para a casa de Davi, sob a liderança de Zorobabel (v. 21-23).

22 Derribarei. O Senhor se apresenta aqui como Aquele que exerce autoridade sobre todas as nações da Terra que se aplicaram a opor aos Seus propósitos.

23 Te farei como um anel de selar. Do heb. chotcham, um “selo”, considerado um objeto de grande importância, autoridade e valor (ver Jr 22:24). Essas maravilhosas palavras da promessa a Zorobabel deveriam prover encorajamento para todos os filhos de Deus. “Deus não permite” que um de Seus leais obreiros seja deixado sozinho na luta contra grandes desvantagens nem que seja vencido. Ele preserva como joia preciosa todo aquele cuja vida está escondida com Cristo em Deus.

SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. Estas palavras de promessa são ditas pelo Comandante dos exércitos do universo; são, portanto, uma garantia de que Suas promessas serão cumpridas.




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