Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 8 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HEBREUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



HEBREUS 8 by Jobson Santos
26 de novembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/8

Depois de sete capítulos de argumentação, o autor deixa escapar: Este é meu ponto principal! E assim, todo este capítulo é sua declaração resumida de tudo o que você leu antes. E que resumo!

Nosso Sumo Sacerdote Celestial:
* Senta-se em honra ao lado de Deus Pai …
* Ministra a cada um de nós a partir de um verdadeiro Templo Celestial …
* Oferece-nos uma aliança muito superior e que realmente muda nossos corações …
* Lembra-nos que a “falha” da aliança no Sinai não foram os Dez Mandamentos, mas sim a resposta do povo cheia de justiça própria (o versículo 8 diz que Deus os achou em falta).

Os filhos de Israel erroneamente acreditaram que “podiam” obedecer porque assim o haviam “prometido”! (Pense: Pedro exibiu a mesma atitude pouco antes de negar seu Senhor.)

A beleza gloriosa do capítulo 8 é sua explicação elevada do que frequentemente nos referimos como a “Nova Aliança”. Curiosamente, a Nova Aliança é mais antiga do que a Antiga Aliança! Na verdade, a Antiga Aliança foi “criada” quando o povo prometeu solenemente obedecer – pela sua própria força e sem contar com a fé.

E a Nova Aliança é apenas uma reiteração da aliança eterna de Deus, conforme dada em Gênesis 3:15 e repetida muitas vezes nas Escrituras. Como Deus diz no v. 10: “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração” (NVI). Amém e amém!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1387
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HEBREUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2021, 0:50
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566 palavras.

1 Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.

2 Verdadeiro. Do gr. alêihinos, “genuíno”, real”. O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.

Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.

6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como “Mediador de superior aliança”. O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.

Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.

9 não segundo a aliança que fiz com seus pais. Ela [a Antiga Aliança] foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo! Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai – o santuário celestial – para falarmos com Ele!  Felix H. Cortez, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/01/.

10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode “imprimir” a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.

Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.

12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.

Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.

13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamente. CBASD, vol. 7, p. 482.



Hebreus 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de novembro de 2021, 0:45
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“Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é Ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (v.6).

A essência da mensagem aos hebreus é elevar a Jesus Cristo e Seu ministério sacerdotal acima do ministério sacerdotal terrestre. No que este falhou, aquele cumpriu e continua cumprindo com perfeição a sua missão de salvar. Ao declarar por intermédio de Moisés: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx.25:8), era propósito de Deus ensinar o Seu povo, através do santuário terrestre, toda a beleza do plano da redenção: Jesus como Cordeiro, como Sacerdote e como Sumo Sacerdote. Jesus como a Água da vida, o Pão da vida, a Luz do mundo. Jesus como a Shekinah de Deus e o perfeito cumprimento da Lei. Cada compartimento do tabernáculo e cada objeto apontava para o Redentor de Israel e do mundo. E assim como tudo no tabernáculo mosaico era realizado conforme Deus prescrevera, Jesus o faria “como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (v.2).

Ao proferir o Seu sermão profético, Jesus volveu os olhos da humanidade para o tempo do fim. Tempo que iniciou no fim das duas mil e trezentas tardes e manhãs, conforme a profecia de Daniel 8:14, e se estenderá até o retorno de Cristo. Foi com um firme propósito, portanto, que Jesus destacou neste sermão o livro do profeta Daniel (Mt.24:15). Além dos demais sonhos e visões que recebeu, Daniel vislumbrou em visão o Ancião de Dias, o Senhor Deus, assentar-Se perante o tribunal e abrirem-se os livros. O Filho do Homem dirigiu-Se até o Ancião de Dias “e o fizeram chegar até Ele” (Dn.7:13). E em 1844 Jesus iniciou as Sua função como Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo do santuário celeste, cumprindo o grande dia da expiação para a humanidade, acumulando as duas funções, de Sacerdote, intercedendo por nossos pecados, mas também de Sumo Sacerdote, purificando-nos de nossos pecados.

Se tão somente estudássemos com humildade e profundo interesse o Antigo Testamento, principalmente no que se refere ao santuário terrestre, compreenderíamos com muito mais clareza o Novo Testamento e o ministério sacerdotal de Cristo, como bem enfatizou M. L. Andreasen: “Há entre os cristãos professos os que não atribuem muita importância ou valor aos serviços do templo que foram ordenados por Deus; no entanto, verdade é que o plano evangélico da salvação, conforme revelado no Novo Testamento, se torna muito mais claro pela compreensão do Velho Testamento. Com efeito, pode-se dizer com certeza que aquele que compreende o sistema levítico do Velho Testamento, pode muito melhor compreender e apreciar o Novo Testamento. Um prefigura o outro, servindo-lhe de tipo” (O Ritual do Santuário, p.19-20).

Conforme o apóstolo Paulo, fazemos parte do “Israel de Deus” (Gl.6:16) e esta é a nova aliança que o Senhor estabeleceu para nós: “na sua mente imprimirei as Minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (v.10). Não um povo legalista, mas que teme a Deus e que O adora e obedece porque O ama. E Ele continua: “E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos Me conhecerão, desde o menor deles até ao maior” (v.11). Ou seja, é um povo onde cada um busca um relacionamento íntimo com o Senhor, mediante o Seu Espírito; onde a experiência pessoal é renovada diariamente. Um povo que compreende as palavras de Cristo: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

E o texto do profeta Jeremias encerra com a seguinte promessa divina: “Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (v.12). Oh, sublime promessa! Precioso “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29)! Há somente duas reações a tão reveladora verdade: recusá-la ou aceitá-la. Não há uma terceira opção. O grande conflito se afunila e nós precisamos decidir, hoje, de que lado estaremos quando o Noivo chegar. “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora o dia da salvação” (1Co.6:2). Jesus não vem buscar um povo que guarda os Seus mandamentos com o fim de se salvar, mas um povo “que guarda os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12) porque “conhece ao Senhor” (v.11) e vive para adorá-Lo. Portanto, “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo que conhece a Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2021, 0:40
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HEBREUS 8 – O Santuário e o Sumo Sacerdote descritos neste capítulo são de abrangência global, não estão limitados a um território geográfico no mundo.

Embora o título deste livro seja “aos Hebreus”, todos os cristãos estão inseridos em sua mensagem. Aliás, os verdadeiros hebreus/israelitas são aqueles que estão ligados pela fé ao judeu Jesus Cristo (ver Romanos 9-11).

A ênfase deste capítulo está na “aliança superior”, citada no capítulo 7:22 (ver 8:6). “Agora, essa ideia é desenvolvida e são apresentados três motivos pelos quais a nova aliança é melhor no tocante ao sumo sacerdote, seu santuário, fundamento e promessa:” (Tesfaye Kassa).

• Um sumo sacerdote superior: Jesus assentou-Se no lugar de autoridade, poder e honra (v. 1);
• Um Santuário Celestial superior: Jesus não ministra num santuário na Terra feito por homens, mas no Céu, feito por Deus. Os rituais do santuário terrestre foram executados por Jesus de forma abrangente, pois as cerimônias terrestres eram apenas sombras das coisas celestes (vs. 2-5).
• Um fundamento e promessas superiores: O ministério sacerdotal de Cristo baseia-se em superiores promessas; a antiga aliança foi substituída por outra, profetizada por Jeremias (Jeremias 31:31-34). Esta aliança causa mudanças profundas a partir da mente e do coração, visando restaurar o relacionamento do pecador com Deus, e ajuda a conhecer Cristo através da misericórdia e graça divinas (vs. 6-13).

“O advento da nova aliança foi anunciado na Última Ceia, quando Jesus tomou o cálice e disse: ‘Isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança’ (Mt 26:28) e declarou: ‘Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós’ (Lc 22:20). O sangue de Jesus cumpriu a antiga aliança e instituiu a nova com seu ministério superior” (Kassa).

Sendo que tudo em Hebreus é superior, a nova aliança não abaixa o padrão de santidade exigido dos crentes (12:14). Cristo não cancela a Lei; Ele imprime e escreve-a não em tábuas de pedras como na aliança do Sinai, mas nas paredes do coração.

O que mudou foi a legislação do santuário (7:12), o qual não perdeu seu valor; pelo contrário, o plano da salvação não é mais regido por sombras ou pela cópia (8:5), mas por Cristo no Santuário Celestial, no original!

“Senhor, escreva Tua Lei em meu coração!” – Heber Toth Armí.



HEBREUS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO HEBREUS 7 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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HEBREUS 7 by Jobson Santos
25 de novembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/hb/7

O ministério Sumo Sacerdotal de Jesus é extremamente diferente do ministério de qualquer sumo sacerdote terreno! Melquisedeque, o antigo rei de Salém, nos fornece uma ilustração impressionante a respeito dessa realidade. Em Cristo encontramos um paradoxo, Ele une um ministério distintivo de Sumo Sacerdote único e eterno com o ministério de sumos sacerdotes terrestres (levíticos) que são regularmente substituídos por causa da morte .

Na verdade, todo o capítulo 7 é uma exposição magistral da singularidade de nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus Cristo. Ele provê todos os benefícios fornecidos por um Sumo Sacerdote terreno – e muito mais!

Veja, tudo o que sabemos sobre o rei Melquisedeque, a quem Abraão pagou o dízimo, é que ele apareceu brevemente na narrativa bíblica … e depois desapareceu. Em outras palavras, sua história é apenas uma vaga ilustração humana da eternidade de nosso Sumo Sacerdote Jesus – Aquele que não tem começo nem fim.

Quais são algumas das implicações práticas desta Boa Nova? Em primeiro lugar, embora “santo e irrepreensível”, Jesus é tão “tocado” por nossa natureza humana que Seu sacrifício, feito uma vez por todas no Calvário, pode nos resgatar de todo pecado por mais escravizante que seja! E em segundo lugar, devolver o dízimo hoje é um ato de homenagem e reverência a Jesus como Aquele Sumo Sacerdote que é verdadeiramente superior!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1386
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2021, 0:50
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806 palavras

1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.

2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.

3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.

8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.

11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.

Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessário. CBASD, vol. 7, p. 475.

17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.

18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.

19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.

24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.

28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.

Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.

 

by tatianawernenburg



Hebreus 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de novembro de 2021, 0:45
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“Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26).

O encontro de Abraão com Melquisedeque sugere duas hipóteses: (1) Este sacerdote e rei representa uma cristofania (uma aparição corpórea de Cristo), ou (2) foi realmente alguém cuja genealogia era desconhecida, mas que representa um tipo de Cristo. Além de sacerdote, Melquisedeque também era rei e Abraão o considerou superior a ele mesmo. Portanto, apesar de sua origem ser desconhecida, e que o sacerdócio levítico só surgiria muito tempo depois pela descendência de Abraão, Melquisedeque prefigurou o sacerdócio de Cristo, que não foi “segundo a ordem de Arão” (v.11), e sim “segundo a ordem de Melquisedeque” (v.17). Ou seja, um sacerdócio superior e, portanto, originador de uma nova aliança.

Jesus cumpriu com fidelidade cada etapa do plano da redenção. O nosso Sumo Sacerdote e Rei humilhou-Se à estatura de um cordeiro e ofereceu o sacrifício perfeito que sacerdócio humano algum poderia oferecer. O Seu sacrifício superior e superior aliança revogou “a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade” (v.18). Em Cristo, toda a lei cerimonial foi cumprida e finalizada, não havendo mais necessidade de holocaustos ou de mediador humano. Foi esta a lei cancelada na cruz, jamais a lei dos Dez Mandamentos. Sobre isto, declara M. L. Andreasen:

“Que Satanás tem estado muito ativo contra a lei, é evidente. Se a lei de Deus é o reflexo de Seu caráter, e se esse caráter é oposto do de Satanás, este é por ela condenado. Cristo e a lei são um. Ele é a lei vivida, a lei feita carne. Por esse motivo Sua vida constitui uma condenação. Quando Satanás fez guerra a Cristo, combateu também a lei. Ao odiar a lei, aborreceu a Cristo. Cristo e a lei são inseparáveis” (O Ritual do Santuário, p. 248).

Aquele que possui “sacerdócio imutável” (v.24) também possui Sua lei imutável e deixou bem claro que o Seu ministério terrestre em nada a revogaria: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:17-18). Assim como o céu e a terra não passaram, a lei de Deus continua vigente e deve estar escrita em nosso coração com a tinta permanente do amor. O amor a Deus e ao próximo resume a “cláusula pétrea” da Palavra de Deus. Jesus não veio ao mundo apenas para ser pendurado no madeiro, mas para nos ensinar a amar. O santuário terrestre deveria ser o melhor lugar para se entender o amor, mas o tornaram um lugar de assassínio e de roubo. Tudo ali prefigurava o amor de Deus pela humanidade, mas o Seu próprio povo e aqueles que o dirigiam transformaram a “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7) “em covil de salteadores” (Mt.21:13).

Jesus Se tem tornado fiador de superior aliança” (v.22). Ele vive e está sempre intercedendo por nós. “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26). Um Sumo Sacerdote que não precisa, como o era na antiga aliança, ficar oferecendo sacrifícios diários, “porque fez isto uma vez por todas, quando a Si mesmo Se ofereceu” (v.27). M. L. Andreasen também faz o seguinte comparativo:

“A lei diz: ‘O salário do pecado é a morte. Não tenho outra escolha senão exigir a vida’.
O sumo sacerdote replica: ‘Eu trouxe o sangue da vítima. Aceita-o’…
A morte do pecador satisfaz a lei. A morte do Imaculado provê resgate e liberta o pecador da morte” (O Ritual do Santuário, p. 156 e 157).

Cristo “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef.2:15), cumprindo “a palavra do juramento” (v.28). Através de Seu sacrifício expiatório somos purificados dos nossos pecados e recebemos a promessa da vitória final. “Filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele Se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda” (1Jo.2:28). Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Hebreus7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2021, 0:40
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HEBREUS 7 – A curiosidade de muitos, neste momento, provavelmente, esteja em Melquisedeque. Quem era ele?

A primeira informação é: temos pouca informação sobre Melquisedeque. Contudo, temos o suficiente para entender a revelação de Deus para nós.

Há duas referências no Antigo Testamento (Gênesis 14:17-20; Salmo 110:4). Ele existiu de fato; e, então destacamos estes pontos:
• Melquisedeque foi identificado como rei de “Salém” (Hebreus 7:1; Gênesis 14:18), cidade que, posteriormente, tornou-se Jerusalém (Salmo 76:2).
• Mequisedeque serviu alimentos a Abraão quando este voltava vitorioso de uma batalha; após isso, o pai da fé foi abençoado por ele, que era o sacerdote do Altíssimo.
• Melquisedeque foi identificado em Hebreus como alguém sem pais, não no sentido literal, mas para evidenciar ausência de genealogia. A profecia do Salmo 110:4 apontava que o Messias seria sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque: Não seria sucessor nem teria sucessor.
• Melquisedeque possuía um ministério sacerdotal anterior ao levítico, superior e especial. O ministério de Cristo é especial, não da comum linhagem de Levi; além disso, Jesus supera o ministério de Melquisedeque (Hebreus 7:10).
• Melquisedeque recebe simbolicamente a referência de que era “sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus” (Hebreus 7:3) indicando que Jesus lhe superava. Por conseguinte, Jesus sempre foi o “Suprassumo” Sacerdote dos sumos sacerdotes ordenados por Ele.
• Melquisedeque é o esboço do ministério exercido por Cristo em todos os tempos; noutras palavras, Melquisedeque era a profecia, sendo Jesus o cumprimento. Jesus é sacerdote não pela sentido comum da linhagem humana (Hebreus 7:16); por isso, Ele é sacerdote para sempre (Hebreus 7:17), contrastando com efêmeros sacerdotes levíticos (Hebreus 7:23-24).
• Melquisedeque nasceu rei e sacerdote, o que nunca aconteceu com descendentes de Arão. Não procedendo da tribo de Levi, Jesus também é rei e sacerdote. Ele reina e intercede por nós!
• Melquisedeque recebia dízimo de Abraão, revelando submissão deste para com aquele. Sendo Cristo maior que Melquisedeque, temos o mais poderoso Sumo Sacerdote do Universo, que é perfeito, santo e ministra no Santuário Celestial em nosso favor.

Jesus ofereceu-Se como sacrifício, Ele realmente pode salvar qualquer pecador. “Não temos necessidade de buscar algo além de Cristo – Ele é tudo o que precisamos” (Warren Wiersbe).

Agora leia todo o capítulo 7 de Hebreus para, juntos, buscarmos reavivamento! – Heber Toth Armí.




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