Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 8 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 8 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 8 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 8 by Luís Uehara
27 de fevereiro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/8

Depois de sete capítulos de argumentação, o autor deixa escapar: Este é meu ponto principal! E assim, todo este capítulo é sua declaração resumida de tudo o que você leu antes. E que resumo!

Nosso Sumo Sacerdote Celestial:

• Senta-se em honra ao lado de Deus Pai …
• Ministra a cada um de nós a partir de um verdadeiro Templo Celestial …
• Oferece-nos uma aliança muito superior e que realmente muda nossos corações …
• Lembra-nos que a “falha” da aliança no Sinai não foram os Dez Mandamentos, mas sim a resposta do povo cheia de justiça própria (o versículo 8 diz que Deus os achou em falta).

Os filhos de Israel erroneamente acreditaram que “podiam” obedecer porque assim o haviam “prometido”! (Pense: Pedro exibiu a mesma atitude pouco antes de negar seu Senhor.)

A beleza gloriosa do capítulo 8 é sua explicação elevada do que frequentemente nos referimos como a “Nova Aliança”. Curiosamente, a Nova Aliança é mais antiga do que a Antiga Aliança! Na verdade, a Antiga Aliança foi “criada” quando o povo prometeu solenemente obedecer – pela sua própria força e sem contar com a fé.

E a Nova Aliança é apenas uma reiteração da aliança eterna de Deus, conforme dada em Gênesis 3:15 e repetida muitas vezes nas Escrituras. Como Deus diz no v. 10: “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração” (NVI). Amém e amém!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2025, 0:50
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1089 palavras.

8:1-10:18 A instituição da nova aliança é apresentada como um benefício do sacerdócio de Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.

1-5 O ensino a respeito do santuário é encontrado em toda a Bíblia, desde o simbolismo do sacrifício em Gn 3-4 até os últimos capítulos do Apocalipse.  … Porém, é o livro de Hebreus que nos ajuda a entender o pleno significado do santuário terrestre (Hb 8:1-5), pois explica que o original no céu do que o terrestre em todos os aspectos. … embora ajude os seres humanos a compreender o formato geral do plano da salvação, o serviço terrestre não provia um entendimento completo de tudo que acontece no Céu. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Essencial. A palavra no original indica que aqui temos um resumo do argumento até este ponto. A superioridade do sacerdócio de Cristo já foi demonstrada. Prossegue agora demonstrando a superioridade do Seu serviço (6, 7) e da Aliança que inaugura (8-13). Bíblia Shedd.

Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.

Majestade nos céus. Expressão judaica que significa Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Verdadeiro. Do gr. alēthinos, “genuíno”, real”. O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.

O autor argumenta que o santuário celestial é a realidade da qual o tabernáculo terreno era uma mera “figura e sombra” (v. 5). Bíblia de Estudo Andrews.

Toda a realidade humana é limitada e maculada pelo pecado; é passageira como a sombra. Bíblia Shedd.

Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.

Pelo seu nascimento humano, Jesus pertencia à tribo de Judá, que não era a tribo sacerdotal (v. 7.12-14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

aqueles que apresentam as ofertas prescritas pela lei. Membros da tribo de Levi. O tempo presente do verbo “apresentar”, aqui e em outros textos, mostra que o templo de Jerusalém ainda estava de pé. Essa carta, portanto, deve ter sido escrita antes da destruição do templo, em 70 d.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como “Mediador de superior aliança”. O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.

Mediador. (mēsitēs, i. e., alguém que fica no meio, unindo duas pessoas). Cristo é o único mediador, sendo que Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus (cf Jo 9.33), capaz de realizar a Nova Aliança. Bíblia Shedd.

Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.

8-12 Esta passagem é uma citação de Jeremias 31:31-34, que compara a nova aliança com a antiga. Life Application Bible Kingsway.

8 O problema da primeira aliança é que Israel não se apropriou das promessas; em vez disso, entendeu que a aliança consistia de ritos e instituições. Eles se esqueceram de que era o próprio Senhor quem dava perdão e poder para cumprir o concerto. Não buscaram a justificação pela fé em Deus, mas pelas obras da lei (Rm 9:31, 32). Portanto, a primeira aliança teve “defeito” porque uma das partes (os israelitas) falhou em cumpri-la (Hb 8:7, 9; 9:15). Bíblia de Estudo Andrews.

9 não segundo a aliança que fiz com seus pais. Ela [a Antiga Aliança] foi ineficaz, não porque a aliança era falha, mas porque as pessoas falharam (v. 9). O problema era que as pessoas não foram capazes de ver além das cerimônias do santuário para o ministério de Jesus, que traria verdadeiro perdão. Eles abraçaram o símbolo e esqueceram-se da realidade, como o garoto que prefere a caixa em vez do brinquedo! Isto significa que mesmo a nova aliança pode ser ineficaz para nós. Na nova aliança há cerimônias e práticas (batismo, ceia do Senhor, etc.). Elas também serão ineficazes se perdermos de vista o seu propósito. A oração, por exemplo, é inútil se não entendermos (ou se esquecermos) que é simplesmente o incrível privilégio de entrar na casa de nosso Pai – o santuário celestial – para falarmos com Ele!  Felix H. Cortez, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/01/.

10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode “imprimir” a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.

sobre o seu coração. A experiência da nova aliança não existe separada da lei de Deus; encontra-se intimamente ligada a ela (comparar com Mt 22.36-40; Rm 13:8-10; 2Co 3:3, 6; sobre a nova ALIANÇA, ver Jr 31:31-34; 1Co 11:25; Hb 9:15, 20-22; 10:11-18; sobre a relação do cristão com a LEI de Deus, ver Mt 5:17-19; Jo 14:15; Ef 2:8-10; Tg 2:10; 1Jo 2:3-6). Bíblia de Estudo Andrews.

Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.

Se nossos corações não forem mudados, seguir as regras de Deus será desagradável e difícil. Nós nos rebelaremos contra sermos informados sobre como viver. O Espírito Santo, no entanto, nos dá novos desejos, ajudando-nos a querer obedecer a Deus (veja Filipenses 2:12, 13). Com novos corações, descobriremos que servir a Deus é nossa maior alegria. Life Application Bible Kingsway.

12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.

Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.

13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamente. CBASD, vol. 7, p. 482.



Hebreus 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de fevereiro de 2025, 0:45
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A essência da mensagem aos hebreus é elevar a Jesus Cristo e Seu ministério sacerdotal acima do ministério sacerdotal terrestre. No que este falhou, aquele cumpriu e continua cumprindo com perfeição a sua missão de salvar. Ao declarar por intermédio de Moisés: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx.25:8), era propósito de Deus ensinar o Seu povo, através do santuário terrestre, toda a beleza do plano da redenção: Jesus como Cordeiro, como Sacerdote e como Sumo Sacerdote. Jesus como a Água da vida, o Pão da vida, a Luz do mundo. Jesus como a Shekinah de Deus e o perfeito cumprimento da Lei. Cada compartimento do tabernáculo e cada objeto apontava para o Redentor de Israel e do mundo. E assim como tudo no tabernáculo mosaico era realizado conforme Deus prescrevera, Jesus o faria “como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (v.2).

Ao proferir o Seu sermão profético, Jesus volveu os olhos da humanidade para o tempo do fim. Tempo que iniciou no fim das duas mil e trezentas tardes e manhãs, conforme a profecia de Daniel 8:14, e se estenderá até o retorno de Cristo. Foi com um firme propósito, portanto, que Jesus destacou neste sermão o livro do profeta Daniel (Mt.24:15). Além dos demais sonhos e visões que recebeu, Daniel vislumbrou em visão o Ancião de Dias, o Senhor Deus, assentar-Se perante o tribunal e abrirem-se os livros. O Filho do Homem dirigiu-Se até o Ancião de Dias “e o fizeram chegar até Ele” (Dn.7:13). E em 1844 Jesus iniciou a Sua função como Sumo Sacerdote no Lugar Santíssimo do santuário celeste, o grande dia da expiação profético para a humanidade, acumulando as duas funções: de Sacerdote, intercedendo por nossos pecados, mas também de Sumo Sacerdote, purificando-nos de nossos pecados.

Se tão somente estudássemos com humildade e profundo interesse o Antigo Testamento, principalmente no que se refere ao santuário terrestre, compreenderíamos com muito mais clareza o Novo Testamento e o ministério sacerdotal de Cristo, como bem enfatizou Andreasen: “Há entre os cristãos professos os que não atribuem muita importância ou valor aos serviços do templo que foram ordenados por Deus; no entanto, verdade é que o plano evangélico da salvação, conforme revelado no Novo Testamento, se torna muito mais claro pela compreensão do Velho Testamento. Com efeito, pode-se dizer com certeza que aquele que compreende o sistema levítico do Velho Testamento, pode muito melhor compreender e apreciar o Novo Testamento. Um prefigura o outro, servindo-lhe de tipo” (O Ritual do Santuário, p.19-20).

Conforme o apóstolo Paulo, fazemos parte do “Israel de Deus” (Gl.6:16) e esta é a nova aliança que o Senhor estabeleceu para nós: “na sua mente imprimirei as Minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (v.10). Não um povo legalista, mas que teme a Deus e que O adora e obedece porque O ama. E Ele continua: “E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos Me conhecerão, desde o menor deles até ao maior” (v.11). Ou seja, é um povo onde cada um busca um relacionamento íntimo com o Senhor, mediante o Seu Espírito; onde a experiência pessoal é renovada diariamente. Um povo que compreende as palavras de Cristo: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3).

E o texto do profeta Jeremias encerra com a seguinte promessa divina: “Pois, para com as suas iniquidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais Me lembrarei” (v.12). Oh, sublime promessa! Precioso “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29)! Há somente duas reações a tão reveladora verdade: recusá-la ou aceitá-la. Não há uma terceira opção, amados. O grande conflito se afunila e nós precisamos decidir, hoje, de que lado estaremos quando o Noivo chegar. “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora o dia da salvação” (1Co.6:2).

Jesus não vem buscar um povo que guarda os Seus mandamentos com o fim de se salvar, mas um povo “que guarda os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12) porque “conhece ao Senhor” (v.11) e vive para adorá-Lo e servi-Lo. Portanto, “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). É tempo de buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração. É tempo de erguermos a nossa cabeça com alegria, pois a nossa redenção se aproxima.

Pai de misericórdia, nós bendizemos o Teu nome pela maravilhosa obra de salvação em Cristo Jesus! Obrigado, Senhor, pelo ministério sacerdotal de Cristo, que por Tua longanimidade, ainda opera salvação aos que creem! Ó, Pai, toda a Tua Palavra é luz e é verdade, e nós queremos estar alicerçados nela. Reaviva-nos, Senhor! Queremos Te conhecer e crescer neste conhecimento através de um relacionamento pessoal e diário Contigo. Guia-nos com Teu Santo e Bom Espírito e guarda-nos para as Tuas moradas eternas! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo que conhece a Deus!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de fevereiro de 2025, 0:40
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HEBREUS 8 – Cristo hoje ministra na Nova Aliança, no Santuário Celestial, com um sacerdócio perfeito!

• Temos o Melhor Sacerdote, atuando no lugar mais elevado (Hebreus 8:1-2). Jesus não está num templo feito por mãos humanas. Ele está na sala do trono do Universo, ministrando diretamente diante de Deus. Por que, então, não buscar com Ele soluções para nossos problemas?
• O Santuário Celestial é real (Hebreus 8:3-5). O Santuário Terrestre era meramente cópia pálida do verdadeiro. Não podemos tornar verdadeiro o que era cópia nem tornar a cópia em verdadeiro. Nossa fé deve estar firmada em algo celestial, não em rituais e religiões vazias ou em sombras humanas.
• Estamos sob uma Nova Aliança (Hebreus 8:6-8). A antiga aliança falhou, não porque Deus errou, mas porque o povo falhou! Cristo agora estabelece uma aliança superior.
• Podemos ter o coração transformado (Hebreus 8:8-10). Regras externas não transformam internamente. Deus não quer meramente seguidores obedientes, Ele quer filhos transformados. A Lei, na Nova Aliança, não deve estar em tábuas de pedra, mas escrita em nosso coração.
• É possível ter relacionamento direto com Deus (Hebreus 8:11). Não precisamos de mediadores humanos! O conhecimento de Deus não é privilégio apenas de líderes religiosos – qualquer indivíduo pode conhecê-lO pessoalmente!
• O perdão completo apaga totalmente nosso passado (Hebreus 8:12). Deus não só nos perdoa – Ele esquece! Todavia, muitos continuam carregando culpas que Ele já jogou no mar do esquecimento.
• Deus já decretou: O velho sistema religioso já era: “Chamando ‘nova’ essa aliança, Ele tornou antiquada a primeira; e o que se torna antiquado e envelhecido está a ponto de desaparecer” (Hebreus 8:13).

Imagine que você está num escritório antigo, cheio de arquivos de papel. Numa gaveta específica, há uma pasta com seu nome, contendo registros detalhados de erros e falhas que você cometeu. Entra um funcionário e diz:

– Esse sistema é antigo e ineficiente. Vamos substituir por algo melhor.

Ele retira sua pasta, a coloca em um triturador e, no lugar, insere um novo arquivo eletrônico. Esse novo sistema não apenas registra teu nome, mas também garante que seus erros sejam apagados imediatamente assim que você os confessa. Em vez de um arquivo contendo erros, agora há um registro limpo, constantemente atualizado por um Mediador que trabalha a seu favor!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



HEBREUS 7 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 7 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 7 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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HEBREUS 7 by Luís Uehara
26 de fevereiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/7

O ministério Sumo Sacerdotal de Jesus é extremamente diferente do ministério de qualquer sumo sacerdote terreno! Melquisedeque, o antigo rei de Salém, nos fornece uma ilustração impressionante a respeito dessa realidade. Em Cristo encontramos um paradoxo, Ele une um ministério distintivo de Sumo Sacerdote único e eterno com o ministério de sumos sacerdotes terrestres (levíticos) que são regularmente substituídos por causa da morte.

Na verdade, todo o capítulo 7 é uma exposição magistral da singularidade de nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus Cristo. Ele provê todos os benefícios fornecidos por um Sumo Sacerdote terreno – e muito mais!

Veja, tudo o que sabemos sobre o rei Melquisedeque, a quem Abraão pagou o dízimo, é que ele apareceu brevemente na narrativa bíblica … e depois desapareceu. Em outras palavras, sua história é apenas uma vaga ilustração humana da eternidade de nosso Sumo Sacerdote Jesus – Aquele que não tem começo nem fim.

Quais são algumas das implicações práticas desta Boa Nova?

Em primeiro lugar, embora “santo e irrepreensível”, Jesus é tão “tocado” por nossa natureza humana que Seu sacrifício, feito uma vez por todas no Calvário, pode nos resgatar de todo pecado por mais escravizante que seja!

E em segundo lugar, devolver o dízimo hoje é um ato de homenagem e reverência a Jesus como Aquele Sumo Sacerdote que é verdadeiramente superior!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2025, 0:50
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1360 palavras

1 Melquisedeque. Sobre os fatos históricos mencionados neste versículo, ver Gn 14:18-20. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 473.

De especial relevância e como Melquisedeque detinha os dois cargos [rei e sacerdote], sendo essa uma das maneiras de prefigurar a Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Salém. Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 Abraão separou o dízimo. Ver Gn 14:20. Abraão não teria dado a Melquisedeque o dízimo de tudo se não o tivesse reconhecido como sacerdote e, portanto, com o direito de receber o dízimo. Tem havido muita discussão a respeito de quem foi Melquisedeque. As informações sobre ele são escassas (Gn 14:18-20; SI 110:4). Alguns acreditam que era o próprio Cristo, o Espírito Santo ou Sem, outros ainda pensam tratar-se de um ser sobrenatural de outro mundo. Na ausência de evidências para qualquer dessas posições, este Comentário aceita que Melquisedeque devia ser contemporâneo de Abraão, rei de um dos pequenos principados da época (Gn 14:18). Ele é apresentado em Hebreus como um tipo de Cristo, com base na previsão messiânica do Salmo 110:4. CBASD, vol. 7, p. 473.

3 Sem pai, sem mãe. Estas palavras deram origem à especulação de que Melquisedeque era um ser sobrenatural, uma vez que era sem pais, sem princípio e sem fim. Essa afirmação só poderia ser literalmente verdadeira a respeito das pessoas da Divindade. No entanto, o autor pode simplesmente querer dizer que não havia registro acerca do pai e da mãe de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

Sem genealogia. Do gr. agenealogetos. Os judeus eram muito cuidadosos em registrar e preservar a genealogia, especialmente no caso dos sacerdotes (Ed 2:61-63). Ninguém podia servir como sacerdote a menos que pertencesse à família de Arão, da tribo de Levi; e isso devia ser comprovado sem qualquer dúvida. Se houvesse uma ruptura na linhagem em algum lugar, o indivíduo seria rejeitado e, assim, perderia os privilégios concedidos aos sacerdotes. Por essa razão, os judeus e, especialmente, os sacerdotes, preservavam cuidadosamente seus registros genealógicos. Por sua vez, não existe uma genealogia de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 474.

4 Considerem a grandeza desse homem. Quem recebe o dízimo é maior do que quem o dá e “o inferior é abençoado pelo superior” (v. 7). De ambas as maneiras, Melquisedeque era maior que Abrão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 Mandamento de recolher […] os dízimos. Os levitas tinham o direito de receber os dízimos em virtude de uma ordem divina (Nm 18:21). No entanto, eles não foram os primeiros a fazê-lo. Melquisedeque fez isso antes deles. Se eles foram divinamente ordenados, assim também foi com Melquisedeque. O fato de que “até o patriarca Abraão” entregou o dízimo a Melquisedeque mostra, portanto, que este era superior. Se os levitas estavam autorizados por Deus a receber os dízimos, Melquisedeque, ainda mais. CBASD, vol. 7, p. 474.

O “menor é abençoado pelo maior” significa que a pessoa que tem o poder de abençoar é sempre maior do que a pessoa  quem ele abençoa. Life Application Study Bible Kingsway.

8 Vive. Naturalmente, esta não é uma verdade literal a respeito de Melquisedeque, e a ausência de registro bíblico sobre sua morte não implica que ainda estivesse vivo. Estas palavras parecem ultrapassar Melquisedeque, alcançando Alguém maior do que ele mesmo. O autor afirma que Cristo “vive sempre” (v. 25). O sacerdócio de Melquisedeque permanece no sacerdócio de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 475.

11-17 Sob a nova aliança, o sacerdócio levítico foi cancelado em favor do papel de Cristo como sumo sacerdote. Porque Cristo é nosso sumo sacerdote, precisamos colocar nele nossas atenção. Nenhum ministro, líder ou amigo cristão pode substituir a obra de Cristo e seu papel em nossa salvação. Life Application Study Bible Kingsway.

11 Perfeição. O sacerdócio levítico e a lei cerimonial eram provisórios e representativos, apontando para a futura obra que Cristo executaria. A perfeição não veio por meio da lei, mas por meio de Cristo a quem esta apontava (Hb 9, 10). CBASD, vol. 7, p. 475.

Que necessidade haveria. O sistema levítico não se destinava a ser um fim em si mesmo. Existia para revelar Cristo à humanidade, o único em quem há salvação. Se o sistema pudesse prover salvação independentemente da obra de Cristo, Seu ministério não seria necessárioCBASD, vol. 7, p. 475.

12 mudança na lei. A lei mencionada nesta seção é a lei do sacerdócio (Nm 18), a qual definia que somente Arão e seus filhos poderiam atuar como sacerdotes. O autor argumenta que a chegada do sacerdócio de Jesus marca uma mudança nessa lei. A mudança na lei prepara o leitor para a transição para a aliança inaugurada por Cristo (ver Hb 8:7-13). Bíblia de Estudo Andrews.

16 mandamento carnal. O mandamento era “carnal” no sentido de se referir a seres humanos pecadores e mortais (v. 23-28). Aas Escrituras associam essas duas características ao conceito de “carne” (2Co 10:3; Gl 5:13-25). Bíblia de Estudo Andrews.

o poder da vida indissolúvel. O sacerdócio de Jesus se baseia no fato de que Deus o ressuscitou dos mortos (Hb 2:14-16; 13:20). Bíblia de Estudo Andrews.

17 Sacerdote para sempre. O autor volta a esta declaração do Salmo 110:4 vez após outra (Hb 5:6, 10; 6:20; 7:21), pois nesta afirmação repousa seu argumento. Ninguém poderia ser sacerdote para sempre. Os sacerdotes levíticos serviam por apenas alguns anos. Se, portanto, estava por vir alguém que serviria para sempre, ele deveria ser mais do que um ser humano, mais do que um levita. Por isso, é “muito mais evidente” (v. 15) que deveria haver uma mudança na lei sacerdotal para que esse sacerdote pudesse oficiar. CBASD, vol. 7, p. 475.

18, 19 A lei não tinha a intenção se salvar as pessoas, mas de apontar para o pecado (veja Romanos 3:20; 5:20) e apontar para Cristo (veja Gálatas 3:24, 25). A salvação vem por meio de Cristo, cujo sacrifício traz perdão para nossos pecados. Ser ético, trabalhar diligentemente para ajudar os outros e doar para causas de caridade são todos louváveis, mas todas as nossas boas ações não podem nos salvar ou nos tornar justos com Deus. Há uma “melhor esperança”. Life Application Study Bible Kingsway.

18 Fraqueza e inutilidade. Não era assim intrinsecamente, pois o próprio Deus a instituiu, mas assim estava por causa da atitude das pessoas para com ela. Os judeus fizeram da lei um fim em si mesma e acreditavam que a obediência lhes traria a salvação. Eles tinham o evangelho, mas isso não lhes era efetivo porque não mantiveram uma atitude de fé (Hb 4:2). CBASD, vol. 7, p. 476.

19 A lei nunca aperfeiçoou. Ou seja, a lei por si mesma. Não quer dizer que a salvação fosse impossível nos tempos do AT. A perfeição era possível, mas pelo mesmo meio empregado no NT: a fé em Jesus Cristo. “A lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo. […] Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio” (Gl 3:24, 25). CBASD, vol. 7, p. 476.

22 fiador de superior aliança. A nomeação de Jesus à função de sumo sacerdote garante o cumprimento das promessas de Deus. Elas incluem pelo menos duas coisas: a purificação do pecado em nossa consciência (9:14) e o livre acesso à presença de Deus (10:19-22). Bíblia de Estudo Andrews.

23 a morte os impede de continuar em seu ofício. A não-permanência era outra prova da imperfeição da ordem levítica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 Imutável. Do gr. aparabatos, “permanente”. Os sacerdotes levíticos não poderiam continuar pelo motivo da morte. Cristo, porém, “vive sempre para interceder” (Hb 7:25; Ap 1:18). CBASD, vol. 7, p. 476.

27 primeiro por seus próprios pecados. O sacrifício de Cristo é superior, porque este não tem pecados que precisasse expiar por meio de sacrifícios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a si mesmo se ofereceu. Os sacerdotes levíticos ofereciam somente animais; nosso sumo sacerdote ofereceu-se a si mesmo, substituto perfeito – o homem pelo homem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Posterior à lei. O sistema cerimonial expirou na cruz (Rm 6:14; Ef 2:15; Cl 2:14). Cristo assumiu Seu ofício sacerdotal após ter expirado a lei que regulamentava o sacerdócio levítico. CBASD, vol. 7, p. 477.

À medida que entendemos melhor o sistema sacrificial judaico, vemos que a morte de Jesus serviu como a expiação perfeita pelos nossos pecados. Sua morte nos traz vida eterna. Quão insensível, quão frio, quão teimoso seria recusar o maior presente de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Para sempre. Em contraste com o sacerdócio temporário dos levitas. CBASD, vol. 7, p. 478.

perfeito para sempre. Hebreus cita novamente o juramento do Sl 110.4 para afirmar a perfeição de Cristo em qualidade e tempo. Bíblia Shedd.



Hebreus 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de fevereiro de 2025, 0:45
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Além de sacerdote, Melquisedeque também era rei e Abraão o considerou superior a ele mesmo. Portanto, apesar de sua origem ser desconhecida, e que o sacerdócio levítico só surgiria muito tempo depois pela descendência de Abraão, Melquisedeque prefigurou o sacerdócio de Cristo, que não foi “segundo a ordem de Arão” (v.11), e sim “segundo a ordem de Melquisedeque” (v.17). Ou seja, um sacerdócio superior e, portanto, originador de uma nova aliança.

Jesus cumpriu com fidelidade cada etapa do plano da redenção. O nosso Sumo Sacerdote e Rei humilhou-Se à estatura de um cordeiro e ofereceu o sacrifício perfeito que sacerdócio humano algum poderia oferecer. O Seu sacrifício superior, e superior aliança, revogou “a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade” (v.18). Em Cristo, toda a lei cerimonial foi cumprida e finalizada, não havendo mais necessidade de holocaustos ou de mediador humano. Foi esta a lei cancelada na cruz, jamais a lei dos Dez Mandamentos. Sobre isto, declara M. L. Andreasen:

“Que Satanás tem estado muito ativo contra a lei, é evidente. Se a lei de Deus é o reflexo de Seu caráter, e se esse caráter é oposto do de Satanás, este é por ela condenado. Cristo e a lei são um. Ele é a lei vivida, a lei feita carne. Por esse motivo Sua vida constitui uma condenação. Quando Satanás fez guerra a Cristo, combateu também a lei. Ao odiar a lei, aborreceu a Cristo. Cristo e a lei são inseparáveis” (O Ritual do Santuário, p. 248).

Aquele que possui “sacerdócio imutável” (v.24) também possui Sua lei imutável e deixou bem claro que o Seu ministério terrestre em nada a revogaria: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:17-18). Assim como o céu e a terra não passaram, a lei de Deus continua vigente e deve estar escrita em nosso coração com a tinta permanente do amor.

O amor a Deus e ao próximo resume a “cláusula pétrea” da Palavra de Deus. Jesus não veio ao mundo apenas para morrer em nosso lugar, mas para nos ensinar a amar. O santuário terrestre deveria ser o melhor lugar para se entender o amor, mas o tornaram um lugar de assassínio e de roubo. Tudo ali prefigurava o amor de Deus pela humanidade, mas o Seu próprio povo e aqueles que o dirigiam transformaram a “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7) “em covil de salteadores” (Mt.21:13).

Jesus Se tem tornado fiador de superior aliança” (v.22). Ele vive e está sempre intercedendo por nós. “Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como Este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus” (v.26). Um Sumo Sacerdote que não precisa, como o era na antiga aliança, ficar oferecendo sacrifícios diários, “porque fez isto uma vez por todas, quando a Si mesmo Se ofereceu” (v.27). M. L. Andreasen também faz o seguinte comparativo:

“A lei diz: ‘O salário do pecado é a morte. Não tenho outra escolha senão exigir a vida’.

O sumo sacerdote replica: ‘Eu trouxe o sangue da vítima. Aceita-o’…

A morte do pecador satisfaz a lei. A morte do Imaculado provê resgate e liberta o pecador da morte” (O Ritual do Santuário, p. 156 e 157).

Cristo “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef.2:15), cumprindo “a palavra do juramento” (v.28). Através de Seu sacrifício expiatório somos purificados dos nossos pecados e recebemos a promessa da vitória final. “Filhinhos, agora, pois, permanecei nEle, para que, quando Ele Se manifestar, tenhamos confiança e dEle não nos afastemos envergonhados na Sua vinda” (1Jo.2:28).

Nosso Pai do Céu, nos ensina a olhar para a cruz a fim de sermos transformados pela contemplação de tão sublime amor! Ilumina a nossa mente com a luz que emana da Tua Palavra, para que o estudo do Teu santuário seja para nós como tesouro inestimável que quanto mais se busca mais se revela valioso. Fortalece nossa fé e nos salva por Tua graça e misericórdia! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2025, 0:40
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HEBREUS 7 – Aqui encontramos poderosos fundamentos para a doutrina do Santuário, do Sacerdócio de Cristo e da Lei. Este texto estabelece a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o levítico, fundamentando o papel central da intercessão do Santuário Celestial, um ponto crucial do plano da redenção.

A referência a Melquisedeque recebendo dízimo de Abraão antes da existência da lei levítica (Hebreus 7:1-10), demonstra que o dízimo é um princípio que transcende a dispensação mosaica. Portanto, a fidelidade do crente nos dízimos continua válida sob a Nova Aliança.

• Melquisedeque que não era levita, recebeu o dízimo.
• Jesus, como Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, é digno de receber a fidelidade de Seu povo.
• O princípio do dízimo é permanente e válido até o último dia do tempo do fim.

A mudança mencionada em Hebreus 7:11-22 não significa abolição da Lei moral. Jamais! Refere-se a uma transição do sistema levítico para o sacerdócio de Cristo. O contexto indica que a “mudança de lei” aponta para a lei cerimonial que regulava o sacerdócio levítico, pois o próprio Cristo não poderia ser sacerdote segundo a ordem de Arão – além de ter declarado que não viera “abolir a Lei” (Mateus 5:17).

Embora tenha havido mudança quanto às leis levíticas (cerimoniais), o Decálogo continua em vigor sem alteração (conferir Hebreus 8:10).

O ministério de Cristo não terminou na cruz; ele continua no Céu, onde intercede pelos crentes sinceros (Hebreus 7:23-28). Isso se harmoniza com Hebreus 8:1-2, que descreve Cristo como ministro do verdadeiro tabernáculo, construído por Deus no Céu.

• Cristo é capaz de salvar definitivamente àqueles que se aproximam de Deus através dEle. Assim, nossa esperança não está em nossos méritos, mas em Sua graciosa intercessão incessante.
• Pelo fato de Cristo estar vivo para sempre – diferentemente dos sacerdotes terrenos que morriam –, não estamos desamparados. Jesus está constantemente ativo, disponível e pronto para interceder por mim e por ti agora mesmo.
• Jesus é “santo, inculpável, puro, separado dos pecadores e exaltado acima dos céus”, por isso pode ir além de nos perdoar, nos capacitando a viver uma vida pura.
• Enquanto a lei constituía sacerdotes imperfeitos, Deus estabeleceu Seu Filho como Sumo Sacerdote perfeito. Isso implica que não precisamos de mediadores humanos, pois podemos ir diretamente a Cristo.

Diante destas revelações… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.