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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/2
Paulo tem enfrentado “falsos irmãos” por algum tempo. Esses falsos irmãos foram introduzidos para espionar as liberdades que os crentes do evangelho do Novo Testamento abraçaram; a da salvação pela graça por meio da fé, para levá-los de volta à dependência de obras para sua salvação. Imagine a dor e a frustração que Paulo encontra ao saber que os homens estão buscando desfazer a obra de Deus na vida daqueles a quem ele tem ministrado. Então, com o golpe repentino da traição, Pedro e Barnabé começam a se separar dos crentes gentios na presença de “crentes” judeus enviados por Tiago.
O que você faz quando a obra de Deus é ameaçada pela ignorância, negligência ou, infelizmente, malícia? Você enfrenta. Paulo diz no versículo onze que ele “se opôs a ele [Pedro] face a face”. Alguns leitores podem pensar “Uau! Paulo e Pedro brigaram?” Não, de forma alguma. Pedro viu o erro de seu caminho e imediatamente começou a consertar as coisas novamente. Nem todos os conflitos devem terminar com baixas. Paulo se importava com seu companheiro de trabalho o suficiente para confrontá-lo com amor e, assim, ganhou seu irmão, trazendo a restauração do evangelho de volta a Antioquia.
O mesmo ministério de reconciliação para o qual Paulo foi chamado é estendido a você pelo Espírito Santo hoje. Como você responderá?
Jeffery B. Akenberger
Capelão, Great Lakes Adventist Academy, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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840 palavras
3 constrangido a circuncidar-se. Ver 5.12 e At 15.1. Circuncisão era a marca distintiva do judeu e o último passo na conversão de um homem gentio à religião judaica. Alguns cristãos judeus acreditavam que os gentios também tinham de aceitar a circuncisão e, assim, fazerem-se judeus antes de se tornarem judeus antes de se tornarem cristãos e pertencerem ao povo escolhido de Deus. Paulo opunha-se veementemente a este ensino e afirma, do começo ao fim da carta aos Gálatas, que somos justificados pela fé em Cristo apenas. Bíblia de Genebra.
4 Falsos irmãos. São os judaizantes (cf. At 25.1), judeus que tinham aceitado o batismo cristão, mas no fundo permaneciam “legalistas militantes” e que só foram abafados no concílio de Jerusalém (At 15). Bíblia Shedd.
liberdade. A liberdade do crente não é liberdade para pecar, mas liberdade da maldição que a lei profere sobre o pecado (3.10-14; 5.1-13). Bíblia de Genebra.
5 a verdade do evangelho. Que a nossa salvação ocorre comente por meio de Cristo e se Suas obras. Bíblia de Estudo Andrews.
6 Nada me acrescentaram. O propósito d Paulo ao apresentar o seu trabalho às “colunas”da igreja não era porque tinha dúvidas quanto à aprovação divina, mas porque queria unira os dois ramos da igreja (8) com a bênção dos líderes de Jerusalém. Notemos que Paulo aceitaria rompimento com a igreja antes de submeter-se a doutrinas falsas (4, 5). Repare esta mesma atitude nos reformadores do século XVI. Bíblia Shedd.
9 colunas. “Colunas” é uma metáfora comum no grego para pessoas em importantes posições de liderança. Bíblia de Genebra. … dos que representam uma instituição e a sustentam fortemente. Bíblia Shedd.
11-14 Cefas (Pedro), que tinha experimentado a liberdade que há em Cristo depois da visão em At 10.10-35, começou a comer com os gentios em Antioquia. Quando vieram os judaizantes de Jerusalém, Pedro, hipocritamente deixou de seguir o princípio dado pelo próprio Deus. Será que devemos aceitar este apóstolo mais do que qualquer outro como infalível?! sendo, como afirmam alguns, o primeiro papa? Bíblia Shedd.
11 Antioquia. Cidade principal da Síria e terceira cidade mais importante do Império Romano (depois de Roma e de Alexandria). De lá, Paulo tinha sido enviado em suas viagens missionárias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 os que eram da circuncisão. Os judaizantes, que acreditavam que a circuncisão era necessária para a salvação (cf. At 10.45; 11.2; Rm 4.12). Bíblia Shedd.
13 o próprio Barnabé. O confiável companheiro de Paulo na obra aos gentios. Bíblia de Estudo Andrews.
14 vive como gentio. Não observa os costumes judaizantes, sobretudo nas restrições alimentares (cf. v. 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
15-16Esses versículos são centrais em Gálatas. A ideia de Paulo é que pessoa (tanto judeu circuncidado como gentio não circuncidado) entra em um relacionamento correto com Deus através da fé em Cristo somente. Bíblia de Genebra.
16 justificado. Absolvido e aceito por Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
obras da lei. O cumprimento da lei. Bíblia de Estudo Andrews.
pela fé em Cristo … por obras da lei. Dois princípios de salvação excludentes entre si (sobre a salvação, ver Rm 3.21-26; Ef 2:4-10). Bíblia de Estudo Andrews.
ninguém é justificado pela prática da lei. Paulo não está depreciando a própria lei, pois sustentava claramente que a lei de Deus é santa, justa e boa (Rm 7.12). Está argumentando, sim, contra o uso ilegítimo da lei do AT, que fazia dela o fundamento da aceitação diante de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Justificado … mediante a fé em Cristo. O tema desta epístola aparece aqui pela primeira vez. O resto da epístola é um comentário sobre o mesmo. Bíblia Shedd.
A justiça de Deus é revelada, não somente como uma exigência sua, mas também como um dom de Deus (Is 45.24-25; 54.14-17). … Fé não merece a aceitação de Deus; fé aceita o mérito de Cristo perante Deus (Fp 3.9). Bíblia de Genebra.
17 achados pecadores. Pecar de novo. Bíblia de Estudo Andrews.
Cristo ministro do pecado? Cristo nos fez pecar? Bíblia de Estudo Andrews.
18 Se torno a edificar aquilo que destruí. Significa deixar Cristo e voltar para a lei [como meio de justificação]. Isso seria muito pior que comer com um gentio e, consequentemente, ser visto com um “pecador”. Bíblia Shedd.
19 Mediante … a lei. Paulo conheceu a impotência total desse meio de ganhar a justificação. … O caminho da liberdade é ser capacitado para fazer aquilo que devo fazer. Isto é viver para Deus. Bíblia Shedd.
morri para a lei. A substituição de Cristo cumpriu a demanda da lei pela morte do pecador. Bíblia de Estudo Andrews.
viver para Deus. Em Cristo; referência ao batismo (v. 20). Todos os cristãos estão mortos para a lei como meio de salvação. Bíblia de Estudo Andrews.
20 União com Cristo significa que Ele representou-nos em Sua morte e ressurreição. Significa mais, porém, porque é uma união viva. Jesus está presente com o crente; pelo Espírito, o Senhor vive em comunhão com os Seus. … A união é um relacionamento espiritual da mais profunda intimidade. Bíblia de Genebra.
viver que, agora, tenho na carne. Nossa existência neste mundo perverso (ver 1:4)
21 Cristo morreu inutilmente. Misturar o legalismo com a graça distorce a graça e torna a cruz um sacrifício inútil. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim” (v.20).
De todas as palavras de Paulo, essas, certamente, são as mais significativas para mim. A experiência pessoal do apóstolo com Cristo não ficou limitada à estrada de Damasco, mas era vivenciada todos os dias. Ele não usava de subterfúgios para afirmar sua fé. Paulo falava com a alma. Todo o seu ser estava entregue aos cuidados de Quem confiou o depósito de sua existência. Buscando “viver para Deus” (v.19), sua fidelidade não dependia das circunstâncias, mas, independentemente das mesmas, dava glórias ao Senhor pela oportunidade de servi-Lo. Cristo verdadeiramente era o seu Salvador pessoal.
Conhecido como apóstolo dos gentios, seu chamado foi específico e notoriamente polêmico. Em momento algum Paulo desprezou ou declarou nula a lei de Deus, mas procurou colocá-la em seu devido lugar de mecanismo divino de proteção. A lei aponta para os nossos pecados e, consequentemente, para a nossa necessidade de um Salvador pessoal. Ela nos impressiona no sentido de que não devemos viver como bem desejamos, mas em que há um padrão de conduta estabelecido por Deus para a nossa própria felicidade e proteção. Portanto, se Jesus foi obediente até à cruz (Fp.2:8), e Ele vive em mim, a minha obediência será o resultado da salvação obtida “pela fé no Filho de Deus” (v.20). Todo aquele, pois, que nasce no Reino dos Céus como uma nova criatura, terá por privilégio o ser participante da obediência pela fé em Cristo.
A missão mundial dada por Jesus (Mt.28:19-20) logo foi melhor compreendida no Pentecostes, quando os apóstolos, cheios do Espírito Santo, falaram no idioma materno de irmãos judeus de várias partes do mundo (At.2:4). Grande dificuldade, porém, foi encontrada quando a missão passou a incluir os gentios. Enraizados no judaísmo, os judeus conversos ao cristianismo ainda não compreendiam a universalidade do amor de Deus, de forma que houve muita dissensão e discussão acerca desta inclusão. Paulo, no entanto, era pouco tolerante quanto à imaturidade neste sentido, e buscava de todas as formas persuadir as igrejas a acolherem aos gentios sem exigir-lhes nada além do que havia sido decidido em concílio (At.15:29).
Ao relatar uma de suas idas a Jerusalém, Paulo enfatizou que nem sempre as estratégias que consideramos ser as mais eficazes realmente o são. “Em obediência a uma revelação”, ele subiu a Jerusalém e procurou pregar sobre o seu ministério dentre os gentios, aos homens “que pareciam de maior influência” (v.2). Seu objetivo era simples: formar novos líderes engajados na missão de pregar o evangelho. Contudo, percebeu que sua estratégia não deu muito certo, tendo que lidar com “falsos irmãos” (v.4) e com uma trupe de influentes que nada lhe acrescentaram (v.6). Além do mais, teve de resistir “face a face” (v.11) com o próprio Pedro acerca de sua atitude incoerente. A divisão causada entre judeus e gentios era reprovada por Paulo, ao passo que Pedro e outros ainda tinham certo preconceito. E ao tornar esta atitude pública, Paulo precisou repreender a Pedro “na presença de todos” (v.14).
O que se seguiu se trata da exata compreensão sobre a justificação pela fé e o testemunho da verdadeira conversão. Gentio ou judeu, homem ou mulher, escravo ou livre, rico ou pobre, todos são convocados a comparecer perante o Senhor, e dEle aprender. Todos nós temos um papel a desempenhar na sagrada obra de evangelismo. Seja no lar, no trabalho, na faculdade ou nos lugares mais remotos, talvez na comunidade em que você vive ou em lugares distantes, onde quer que seja, a influência benéfica de uma vida escondida em Cristo é infinitamente mais eficaz do que a aparente influência de quem representa o que de fato não vive.
O mundo não precisa ver pessoas de grande influência, amados, mas ver a influência de Jesus em nossas palavras e ações. Sejam as palavras de Paulo não apenas o que foi a experiência dele mesmo, mas que, “pela fé no Filho de Deus”, seja esta a nossa experiência diária: “Estou crucificado com Cristo, logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (v.19 e 20).
Nosso Senhor e Deus amado, a promessa do derramamento do Teu Espírito como chuva serôdia é real e verdadeira. Logo, o Senhor cumprirá a Sua promessa e nós queremos estar preparados para recebê-la e iluminar o mundo com a Tua glória. Subjuga o nosso eu, Pai, para que Teu Filho amado viva em nós! Cria em nós um coração puro e nos dota de uma fé inabalável. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, crucificados com Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Gálatas2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÁLATAS 2 – Servir a Cristo requer compromisso com a verdade, mesmo quando isso significa ir contra expectativas particulares ou enfrentar a resistência. Por isso Paulo, desde Gálatas 1, identifica que seu chamado e serviço pertencem exclusivamente a Cristo, não ao público. Ele reconhece que seu ministério foi recebido diretamente de Deus (Gálatas 1:12), o que significa que sua responsabilidade está em ser fiel ao evangelho que lhe foi confiado.
• A igreja não é uma instituição democrática onde as pessoas definem a missão, mas uma comunidade espiritual sob a autoridade de Cristo.
• O pastor ou os líderes espirituais não são empregados da congregação, mas servos de Deus chamados a guiar os membros da Igreja segundo a Palavra de Deus.
O foco do líder espiritual não é agradar as multidões, mas convocar as pessoas a adorar fielmente a Deus; não é conquistar a aprovação humana, mas a divina. Assim com Gálatas 1, Gálatas 2 é um chamado para colocar Deus no centro de tudo. Tanto a congregação quanto a liderança eclesiástica devem fazer isso, mesmo que para isso tenham que enfrentar oposição e incompreensão.
Ao relatar sua viagem a Jerusalém, Paulo deixa claro que buscava confirmar que o evangelho por ele pregado era o mesmo confiado aos demais apóstolos. Contudo, sua submissão não era às autoridades humanas, mas a Cristo (Gálatas 2:1-10). Isso nos lembra que a missão da igreja e a administração eclesiástica não devem ser definidas por consenso humano, mas pela direção divina.
A postura de Paulo em relação a Pedro (Gálatas 2:11-14) é um exemplo de coragem e fidelidade à verdade. Mesmo sendo Pedro uma figura de grande respeito, Paulo o confronta publicamente quando percebe que sua atitude não estava alinhada com o evangelho. Isso ensina que a lealdade à Palavra de Deus deve ser maior que o desejo de manter harmonia superficial.
• No corpo de Cristo, corrigir equilibradamente faz parte de preservar a pureza da fé e a unidade verdadeira.
• Os pastores não são chamados a adaptar a mensagem para agradar ao público (cultura), mas a chamar as pessoas a adaptar a vida à mensagem do evangelho bíblico.
Gálatas 2:15-21 nos mostra que a igreja deve ser um lugar onde a graça de Deus é proclamada, vivida e protegida contra distorções.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÁLATAS 1– Primeiro leia a Bíblia
GÁLATAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/1
Embora Paulo certamente não se opusesse à obediência, ele percebeu que os indivíduos dentro da igreja que estavam insistindo na circuncisão estavam inadvertidamente tornando o comportamento humano um pré-requisito para a salvação, que é o legalismo. Gálatas é o apelo apaixonado de Paulo aos novos crentes gentios para permanecerem fiéis ao evangelho.
Como parte de sua saudação inicial, Paulo nos lembra que a salvação está enraizada no que Jesus já fez pela raça humana ao dar Sua vida como um sacrifício substitutivo pelos nossos pecados – um sacrifício que traz consigo não apenas o perdão dos pecados, mas também a libertação de seu poder escravizador (v. 4). Esta mensagem do evangelho não foi algo que o próprio Paulo inventou. Ele a havia recebido diretamente do Cristo Ressuscitado que apareceu ao apóstolo na estrada de Damasco, transformando-o de um perseguidor em um seguidor do próprio Cristo (vv. 11-24).
E quanto a nós? Por meio de nossas ações e palavras, estamos inadvertidamente substituindo a suficiência total de Cristo para a salvação por alguma forma de comportamento humano? Que o nosso tempo gasto na carta de Paulo nos lembre que o evangelho é para sempre e sempre a respeito do que Cristo fez, não a respeito do que devemos fazer.
Carl P. Cosaert
Universidade de Walla Walla, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1880 palavras
1 Paulo não demora em lançar o fundamento que indica o propósito da epístola. O evangelho que ele prega não é de origem humana, mas divina. Seu apostolado, posto em dúvida pelos judaizastes (v. 7), é importante para sustentar a veracidade de sua mensagem. Bíblia Shedd.
Apóstolo. Habitualmente, Paulo fala de si mesmo como apóstolo sem tentar justificar sua reivindicação ao título. Aqui, no entanto, a defesa prolongada de seu apostolado indica que as igrejas às quais ele se dirigia tinham dúvidas a esse respeito. Seu evangelho era de origem divina. Ele era genuinamente convertido e tinha sido recebido à comunhão das igrejas da Judeia. Sua posição sobre a circuncisão fora aprovada pelos líderes de Jerusalém. Seu chamado como apóstolo aos gentios fora reconhecido por eles. Sua autoridade como apóstolo era igual à dos doze. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1034.
Não da parte de homens. Seus oponentes negavam sua pretensão de autoridade apostólica, alegando que ele não havia sido, nomeado nem comissionado pelos doze. Isso ele admite, mas, ao mesmo tempo, reivindica uma ordenação ainda mais importante. CBASD, vol. 6, p. 1035.
Ele não tinha uma chamada normal de um ministro comum, mas uma chamada extraordinária do céu para esse ministério. … Os homens não devem, de forma alguma, orgulhar-se de qualquer autoridade que possuam, todavia, às vezes, pode ser necessário afirmá-la. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
O ressuscitou dos mortos. A ressurreição é a afirmação central da fé cristã (v. At 17.18; Rm 1.4; 1Co 15.20; 1Pe 1.3), e, como Paulo tinha visto o Cristo ressurreto, tinha a qualificação para ser apóstolo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Galácia. Paulo provavelmente emprega o nome em referência à província romana da Galácia (a moderna Turquia Central), incluindo uma área ao sul, que ele percorreu em sua primeira viagem missionária. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
irmãos meus. A mensagem de Paulo não é sua opinião particular; em vez disso, contava com o apoio da comunidade como um todo. Bíblia de Estudo Andrews.
2 igrejas. Que se reuniam nas casas. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa era uma carta circular, dirigida a várias congregações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 graça a vós outros e paz. Todas as cartas de Paulo começam mencionando essas duas bênçãos de Deus. “Graça”traduz o termo grego charis, que significa “um ato de bondade imerecido”. … Aplica-se a tudo o que Deus nos deu em Cristo, sem que tivéssemos obtido por merecimento ou que possamos devolver. “Paz” aplica-se ao relacionamento inaugurado pela morte e ressurreição de Cristo (1.4) entre Deus e os que crêem no evangelho. Bíblia de Genebra.
A graça inclui a boa vontade de Deus para conosco e a paz sugere todo conforto interior e a prosperidade exterior que nos são necessários; elas vêm de Deus, o Pai, por Jesus Cristo. Observa-se primeiro a graça, e depois a paz, pois não pode haver uma verdadeira paz sem a graça. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
Deus, nosso Pai e do [nosso] Senhor Jesus Cristo. Salienta a identidade e a harmonia entre o Deus do AT e o Cristo do NT. Bíblia de Estudo Andrews.
4 presente era perversa. Ao contrário da era do porvir (o contrário da era messiânica), essa era presente é caracterizada pela iniquidade (Ef 2.2; 6.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A verdade central do evangelho – a morte expiatória de Cristo no nosso lugar – também nos extrai deste mundo corrupto e nos coloca no reino de Deus (Cl 1.13). Bíblia Shedd.
6 Admira-me (RA; ARC: “Maravilha-me”). Expressão de profundo desagrado de Paulo. Bíblia de Estudo Andrews.
A deserção deles lhe encheu da maior tristeza e angústia. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
tão depressa. Tão pouco tempo após a sua conversão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo admirava a susceptibilidade dos gálatas aos argumentos dos seus oponentes. Bíblia Shedd.
vos chamou na graça. A graça de Deus vem até nós por iniciativa dele mesmo, através de seu chamado, e não por causa de coisa alguma que tenhamos feito por merecê-la (1.15; Rm 4.4-8; 8.30; 9.11-13). Bíblia de Genebra.
outro evangelho. Os oponentes de Paulo ensinaram que a circuncisão seria um rito que aperfeiçoaria a fé em Cristo. Bíblia de Estudo Andrews.
7 outro. (gr allos). Do mesmo tipo e valor. “Outro”, no v. 6, é heteros: de tipo diferente. Bíblia Shedd.
algumas pessoas. Os judaizantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os judaizantes estavam em ação na Galácia quando Paulo escreveu esta carta. Bíblia de Estudo Andrews.
Cristãos judeus que acreditavam, entre outras coisas, … que o gentio convertido ao cristianismo agisse de acordo com certos ritos do AT, especialmente a circuncisão.
Provavelmente cristãos de origem judaica provenientes de Jerusalém, os quais insistiam em exigir dos gentios não apenas que cressem em Jesus Cristo mas também que aceitassem a circuncisão e, desse modo, se tornassem judeus (2.3-5, 12; 6.12-13). Vário indícios dessa ideia estavam disseminados entre os cristãos de origem judaica na Igreja Primitiva (At 15.1; 21.20-21; Fp 3.2-3). Bíblia de Genebra.
Perturbam. Do gr. tarassõ, “agitar”, “perturbar”, “confundir” a mente com relação a alguma coisa. Neste caso, sugerindo dúvidas e escrúpulos acerca da validade do evangelho proclamado por Paulo. CBASD, vol. 6, p. 1037.
8 anátema. Condenado à danação eterna. Bíblia de Estudo Andrews.
Do gr. anathema, “uma coisa amaldiçoada”, isto é, dedicada ao castigo merecido. Neste caso, a sofrer a ira de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1037.
8-9 Aqueles que exigem mais do que a fé em Jesus Cristo para a salvação, ainda que suas credenciais sejam as melhores, distorcem completamente o evangelho. Os pregadores do falso evangelho estão debaixo da condenação de Deus. Bíblia de Genebra.
9 já dissemos. Não se refere ao v. anterior, mas à segunda visita aos gálatas (At 14.21 ss), quando os missionários os advertiram contra essa propaganda insidiosa. Bíblia Shedd.
evangelho … que recebestes. Em 2:16, Paulo faz uma síntese do evangelho que estabelece os parâmetros da proclamação cristã. Bíblia de Estudo Andrews.
10 favor. Tentar obter a aprovação. A pessoa preocupada demais com a opinião dos outros a seu respeito não pode servir a Deus (ver 6:14). Bíblia de Estudo Andrews.
Em sua doutrina, ele não se conformava às pessoas, nem para ganhar afeição, nem para evitar o ressentimento delas; mas o seu grande cuidado era ser aprovado diante de Deus. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
Agradar a homens e a Cristo ao mesmo tempo é impossível. … se Paulo é um escravo (gr doulos) de Cristo, não pode ambicionar o favor dos homens. Bíblia Shedd.
Servo de Cristo. Paulo anteriormente levava o “jugo da escravidão”(5.1), mas, tendo sido liberto do pecado pela redenção que há em Cristo, passou a ser escravo da justiça, escravo de Deus (v. Rm 6.18, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como servo de Cristo, Paulo devia fazer todo o possível para salvar as pessoas, não para agradá-las. Se ele tentasse “agradar as pessoas”, sem considerar sua obrigação como pregador do evangelho, ele não seria fiel à sua vocação como servo de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1037.
11 não é segundo o homem. Paulo argumenta que a sua autoridade vem tão somente de Deus, apenas confirmada pelos apóstolos de Jerusalém. Bíblia de Genebra.
12 mediante revelação. Ver At 9.3-5; 22.6-10; 26.13-18; 1Co 15.8. Bíblia de Genebra.
13 “Judaísmo” é o termo para a fé e o modo de vida judaicos desenvolvidos no período entre o AT e o NT [período intertestamentário] … O termo é derivado de Judá, o Reino do Sul, extinto no século VI a.C, com o exílio na Babilônia. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
Paulo foi criado na religião judaica. Além de ter rejeitado a religião cristã, ele foi um perseguidor da mesma e havia se aplicado com a maior ira e violência a destruir os cristãos. O apóstolo não foi levado ao cristianismo puramente por aprendizado, pois ele foi criado em inimizade e oposição ao mesmo. Eles poderiam razoavelmente supor que precisaria ter sido algo extraordinário que realizou uma mudança tão grande nele. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
14 tradições de meus pais. Referência ao farisaísmo, que seguia as tradições judaicas, além das Escrituras. Bíblia de Estudo Andrews.
extremamente zeloso. Paulo gostava de mostrar a oponentes como os da Galácia que ser um judeu, ainda que um judeu zeloso, não é suficiente para a salvação. Paulo via sua própria experiência como prova de que o zelo pela lei não podia salvar (Rm 9.30-10.4; 2Co 11.22; Fp 3.4-6). Bíblia de Genebra.
15 me separou antes de eu nascer. Alusão à consagração de Jeremias no útero materno (Jr 1:5). Bíblia de Estudo Andrews.
me chamou. O encontro de Paulo com Jesus na estrada de Damasco (At 9:3-6) não foi uma mera experiência de conversão, mas um chamado para ser “profeta às nações [os gentios]” como Jeremias (Jr 1:5). Bíblia de Estudo Andrews.
16 gentios. Lit. “nações”ou “povos”. O termo geralmente designava estrangeiros – daí pagãos, ou o mundo não-judaico. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não consultei. Outra evidência da origem divina de sua comissão era o fato de que ele não teve nenhum contato com os líderes em Jerusalém por três anos, após sua conversão, e que não recebeu nenhuma instrução deles a respeito de como pregar sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 1039.
carne e sangue. Seres humanos. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Arábia. O reino nabateu da Transjordânia que se estendia de Damasco ao Suez, no sudoeste [ que incluía Amã e Petra]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Decorridos três anos, então, subi a Jerusalém. A primeira viagem de Paulo a Jerusalém, mencionada em At 9:26, deve ter ocorrido após os três anos de sua permanência na Arábia, por volta de 37 d.C. Bíblia de Estudo Andrews.
avistar-me com. Tradução da palavra grega que significa visitar alguém com o propósito de obter informação. Bíblia de Genebra.
para avistar-me com Cefas. É possível que Barnabé tenha organizado esse encontro. Bíblia de Estudo Andrews.
Cefas. Nome aramaico de Pedro. Tanto “Cefas” como “Pedro”significam “pedra”. Bíblia de Genebra.
19 Tiago, o irmão do Senhor. Ver Mt 13.55 e Mc 6.3. Esse Tiago não é o discípulo Tiago que aparece frequentemente junto com Pedro e João nos Evangelhos. Herodes assassinou aquele Tiago nos primórdios da igreja (At 12.2). Bíblia de Genebra.
Mencionado em Mc 6:3. Tiago não cria em Jesus durante Seu ministério terrestre (Jo 7:3-5), mas teve um encontro com Ele após a ressurreição (1Co 15:7) e se tornou um dos apóstolos. Depois de um tempo, transformou-se numa figura central na igreja de Jerusalém (Gl 2:9, 12; At 15:13; 21:18). Bíblia de Estudo Andrews.
20 Afirmo perante Deus que não minto. O juramento é um apelo a Deus para testemunhar a veracidade de uma afirmação ou o caráter obrigatório de uma promessa … Na época de Cristo, a lei do AT a respeito dos juramentos (Êx 22.11) foi bastante pervertida pelos escribas, e nosso Senhor, portanto, condenou abertamente o ato do juramento. Ele afirmava que as pessoas deveriam ser honestas a ponto de os juramentos se tornarem desnecessários. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
21 Cilícia. Nesta ocasião estava ligada à Síria e sob a administração romana. A cidade principal da Cilícia era Tarso, onde Paulo tinha sido criado e agora anunciava o evangelho (23). Bíblia Shedd.
23 Aquele que […] nos perseguia. Paulo tinha sido sincero na perseguição à então odiada seita (At 26:9, 10). Não satisfeito com desarraigar o cristianismo de Jerusalém e das cidades da Judeia, continuou com o seu propósito nas regiões fora da Palestina. CBASD, vol. 6, p. 1041.
24 E glorificavam a Deus a meu respeito.O relato dessa poderosa mudança nele os enchia de alegria, e os motivava a dar glória a Deus por causa disso. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
Ou seja, eles encontravam em Paulo, em sua conversão e no seu ministério, um motivo para louvar a Deus. CBASD, vol. 6, p. 1041.
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“Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (v.8).
A Galácia ficava entre a Capadócia e a Macedônia, na região onde atualmente fica a Turquia. Já na introdução da epístola encontramos uma saudação em forma de oração. Paulo declara-se apóstolo de Cristo e O exalta como Aquele que, “segundo a vontade de nosso Deus e Pai” nos salvou de nossos pecados “para nos desarraigar deste mundo perverso” (v.4). Apesar de seus esforços em deixar ali uma igreja forte e vibrante, a realidade não correspondia às suas expectativas. Rapidamente, o puro evangelho estava sendo substituído por “outro evangelho” (v.6). Os cristãos judaizantes estavam criando um grupo separatista exigindo dos cristãos gentios a prática da circuncisão e de outros rituais que não mais condiziam com a nova aliança em Cristo Jesus.
Paulo conhecia os perigos de uma religião legalista. Seu passado o fazia identificar com segurança o grave problema que os gálatas estavam enfrentando. Se continuassem a proceder desta forma, não passariam de uma nova classe de cristãos fariseus, mais preocupados com o exterior do que com o que realmente importa. Pois um exterior verdadeiramente aperfeiçoado nada mais é do que o resultado de um interior santificado. Nem “um anjo vindo do céu” (v.8) tem a autorização dada por Deus, muito menos pelas Escrituras, de modificar, acrescentar ou retirar nada da Inspiração. O que o próprio Jesus disse a João em Apocalipse é perfeitamente aplicável a toda a Escritura: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap.22:18-19).
Na época da reinvenção, da distorção de valores e das “desculpas” pessoais como meios de transformar o evangelho em uma espécie de guarda-roupas eclético, onde cada um escolhe a religião que vai vestir, certamente Paulo ficaria perplexo. No tempo em que a igreja mais se preocupa em agradar antes as pessoas do que a Deus, como imaginar que logo nossas escolhas apontarão para o mesmo princípio dos apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29)? Há pessoas lá fora em busca de algo diferente; corações que clamam pelo conhecimento da verdade ainda que elas mesmas não se deem conta disso. Precisa-se urgentemente de homens e mulheres que entendam que existe um Manual seguro e verdadeiro que precisa ser estudado, compreendido e praticado. É disso que se trata o livro de Gálatas. Da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6).
Paulo não advogou pela revogação da lei, não a modificou e nem a desprezou. Paulo também não defendeu uma religião liberal, egocêntrica e, muito menos, desobediente. Aquele humilde “servo de Cristo” (v.10) simplesmente acendeu o alerta da temperança, que é tão-somente rejeitar “as obras da carne” (Gl.5:19) e permitir que “o fruto do Espírito” atue na vida (Gl.5:22-23). Meus amados irmãos, Deus não nos libertou de nossos pecados porque O obedecemos. Muito pelo contrário. Primeiro Ele nos liberta, então, nos chama à obediência. Foi assim com o antigo Israel. Primeiro Ele os libertou da escravidão do Egito e, depois, promulgou a Sua Lei. Primeiro Cristo nos perdoa e acolhe, e só então ordena: “vai e não peques mais” (Jo.8:11).
Em meio a tantos “outros evangelhos” dentro e fora da igreja, que você e eu sejamos guiados pelo mesmo Espírito que inspirou aqueles que escreveram a Palavra do Senhor. Que possamos dar ouvidos às palavras inspiradas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
Querido Pai do Céu, estamos cercados de igrejas e pessoas que se dizem cristãs, quando, na verdade, estão pregando outro evangelho, não o de Cristo. Não queremos viver uma religião que não Te agrada, Senhor. Clamamos pelo precioso dom do Espírito Santo, para que sejamos Teus verdadeiros adoradores. Não agradando a nós mesmos ou fazendo a vontade de homens, mas a Tua vontade, Pai. Que o testemunho da nossa vida, como foi a de Paulo, glorifique tão-somente a Ti. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Gálatas1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÁLATAS 1 – Enquanto alguns prezam pelo evangelho verdadeiro e alegram-se com a conversão de pessoas a ele, têm aqueles que após terem crido no verdadeiro evangelho, desviam-se para evangelhos falsos.
Paulo, como qualquer líder sério, expressa sua preocupação com os crentes da Galácia, pois, em vez de glorificar a Deus por sua conversão e ministério, eles estavam rapidamente se desviando do evangelho que ele havia pregado. Ele menciona que estavam sendo influenciados por falsos ensinamentos que distorciam o evangelho de Cristo.
Precisamos desta carta, pois…
• Como os Gálatas, podemos estar afastando-nos do evangelho verdadeiramente bíblico: Os crentes gálatas estavam substituindo o verdadeiro evangelho pelo falso, persuadidos por falsos mestres que pregavam algo contrário à graça de Cristo (Gálatas 1:6-9). E nós, não corremos esse risco no presente?
• Como os crentes da Galácia da época de Paulo, os crentes de hoje podem não reconhecer plenamente a autenticidade de um ministro chamado por Deus: Paulo reforça que seu chamado viera diretamente de Deus, não de homens (Gálatas 1:1-5, 11-24), destacando que sua autenticidade como líder espiritual e apóstolo era divina. Atualmente, membros da igreja que causam confusão, e vivem perturbando, devem reconhecer a autoridade dos líderes chamados por Deus.
Gálatas 1:10 reflete um princípio crucial no ministério cristão. A fidelidade a Deus deve ser superior ao desejo de agradar as pessoas. Diferente do mundo dos negócios, onde o cliente é frequentemente colocado no centro para garantir o sucesso financeiro, a igreja e o ministério têm como objetivo central a fidelidade a Cristo e ao evangelho.
Por isso, ao defender a autenticidade de seu chamado e do evangelho por ele pregado, Paulo confronta os gálatas por terem se desviados do evangelho verdadeiro. A tentação de agradar aos homens, adaptando a mensagem para ganhar aceitação, era real, mas Paulo rejeita essa abordagem – e todo líder religioso deveria fazer como Paulo – o qual deixa claro que seu compromisso não é com a opinião popular, mas com a verdade de Deus.
• A fidelidade a Deus é incompatível com uma postura de servidão ao favor humano.
• O líder chamado por Deus não cede à pressão de comprometer a verdade para ser popular.
Os membros da igreja não devem seguir pregadores que estão dispostos a desagradar a Deus para agradar as pessoas! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: 2CORÍNTIOS13– Primeiro leia a Bíblia
2CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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