Reavivados por Sua Palavra


GÁLATAS 6 by Luís Uehara
14 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/6

Em Gálatas 6:7, Paulo nos lembra da lei natural de semear e colher quando escreve: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear isso também colherá.” Paulo está dizendo: “Não se engane, Deus sabe o que está acontecendo. Até a natureza revela que você só pode colher o que foi semeado.”

Quando você examina o fruto da sua vida hoje, você gosta do que vê? O “fruto” nunca mudará até que haja uma mudança na “raiz”. Para Paulo, essa “raiz” era Cristo. Ele escreve: “Eu me glorio somente na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.” Ele descobriu que somente por meio de Cristo ele poderia ter uma nova natureza. Somente por meio da “raiz” de Cristo sua vida poderia dar o “fruto” de paz e misericórdia que ele ansiava e que este mundo precisa desesperadamente.

Você não se voltará para este Cristo hoje? Ele ainda estende paz e compaixão àqueles que permanecem nele.

Jeffery B. Akenberger
Capelão, Great Lakes Adventist Academy, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

653 palavras

1 Se alguém for surpreendido. Isto é, se cai é porque a tentação é muito forte. A linha de pensamento do cap. 5 continua sem interrupção. Paulo se refere ao fato de que um cristão pode, em um momento de debilidade ou de descuido espiritual, baixar a guarda. Não é um hipócrita obstinado. Seu propósito era “andar no Espírito”, porém caiu, vencido pela tentação. Havia se empenhado para que o “fruto do Espírito” fosse evidente na sua vida, porém, para sua tristeza, descobriu que retornara a algumas das antigas “obras da carne”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1090.

Brandura. Jesus foi um exemplo de mansidão (Mt 11:29), e aqueles que seguem Seu exemplo serão amáveis e tolerantes ao lidar com seus irmãos. Não criticarão, nem censurarão, nem se apressarão a aplicar sem piedade a disciplina da igreja sobre os que erram, seu zelo pela justiça será temperado com misericórdia. CBASD, vol. 6, p. 1091.

Guarda-te. Não podemos restaurar os outros a menos que sejamos corretos, e não podemos saber se somos corretos, a menos que verifiquemos constantemente nossa vida pelo padrão divino e participemos diariamente da vida de Jesus. Quando procuramos corrigir os defeitos alheios, devemos fazer uma autoanálise. Os que desejam resgatar a seu próximo da correnteza do pecado devem ter seus próprios pés bem plantados em terra firme. A preocupação com nossa posição espiritual diante de Deus é um requisito indispensável antes que nos dediquemos aos quem necessitam de ajuda. CBASD, vol. 6, p. 1091.

5 Fardo. Do gr. phortion, “carga”, “fardo”, algum objeto que se deve transportar. Os “fardos” do v. 2 podem ser deixados de lado com certa facilidade, se for necessário, ao passo que o “fardo” do v. 5 é de tal natureza que, não importa quais sejam as circunstâncias, deve continuar a ser suportado. Cada soldado deverá levar seu próprio equipamento; esta é sua responsabilidade. As vezes, talvez ajude a outros a levar seus fardos. Ele será chamado a dar contas de seu próprio fardo, mas não necessariamente dos fardos dos outros. E digno de louvor aquele que leva os fardos dos outros, mas é indesculpável negligenciar os próprios. CBASD, vol. 6, p. 1092.

7 Zomba. Do gr. muktêrizõ, “zombar”, “levantar o nariz para”. Os que zombam de Deus, considerando levianamente o conselho que Ele envia, terão que sofrer as consequências de sua conduta. CBASD, vol. 6, p. 1092.

9 Se não desfalecermos. Só quem perseverar até o fim pode esperar receber a recompensa por haver praticado o bem. Com frequência, muitos que pareciam ser soldados da cruz têm renunciado à luta cristã e desistido. Vencidos pela tentação ou desanimados no caminho, eles se cansaram de seguir o Mestre. CBASD, vol. 6, p. 1093.

11 Com que letras grandes. O fato de que Paulo escrevera com “letras grandes” sugere que, pelo menos no momento em que ele escreveu aos Gálatas, sua caligrafia estava imperfeita. A grande erudição de Paulo exclui a possibilidade de que o apóstolo não soubesse escrever de modo aceitável. Alguns têm sugerido que sua má caligrafia era o resultado da visão deficiente (2Co 12:7-9; Gl 4:15); outros, que suas mãos tinham sofrido lesões mais ou menos permanentes devido aos maus tratos infligidos pelos seus perseguidores (2Co 11:24-27). CBASD, vol. 6, p. 1094.

14 Longe esteja de mim. Literalmente, “que não seja”, uma afirmação muito vigorosa. CBASD, vol. 6, p. 1095.

O mundo está crucificado. O “mundo” aqui é equivalente a “carne” (Gl 5:16-21). Estes não tinham mais influência sobre o pensamento e a conduta de Paulo. Era como se já não existissem. CBASD, vol. 6, p. 1095.

17 Marcas. Do gr. stigmata, “marca”, assinalando escravos ou outra propriedade com o nome do proprietário ou símbolo de identificação. Por “marcas de Jesus”, Paulo se refere às cicatrizes deixadas em seu corpo pela perseguição e pelo sofrimento (2Co 4:10). Seus opositores insistiam em obrigar seus conversos gentios a aceitar a marca da circuncisão como sinal de sua submissão ao judaísmo. Contudo, Paulo tinha marcas que indicavam de quem ele havia se tornado escravo, e para ele não havia outra lealdade a não ser a Cristo (Gl 6:14). CBASD, vol. 6, p. 1096.

18 Graça. Ao longo da epístola, Paulo destacou o fato de que somente se alcança a salvação por meio da graça, e que ela nunca pode ser conquistada pelas obras. Não há outra maneira de estar em paz com Deus. A graça é mais do que um atributo passivo de Deus; é o amor divino e a bondade divina em ação. Paulo conclui assim seu apelo às igrejas da Galácia, cujos membros ele amava e pelos quais sentia uma solícita preocupação. CBASD, vol. 6, p. 1096.



Gálatas 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de janeiro de 2025, 0:45
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Com ardente expectativa, o Céu aguarda a plenitude dos últimos dias. O Criador, o Redentor e o Consolador, que compõem um único Deus verdadeiro, estão trabalhando para que a última advertência seja dada ao mundo. Um povo que reflete o Seu caráter está sendo preparado para encontrar-se com Ele e colher a vida eterna do que semearam aqui nesta Terra. As palavras finais de Paulo aos gálatas revelam as atitudes que Cristo espera encontrar naqueles que está vindo buscar. Isso nos diz, amados, que as virtudes do Espírito Santo precisam ser visíveis e tangíveis em nossa relação com Deus e uns com os outros.

Essas virtudes, no entanto, não fazem parte de uma espécie de autopromoção de santidade. Como bem expressou o apóstolo: “Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana” (v.3). O fruto do Espírito é notoriamente percebido pela atuação do próprio Espírito Santo na vida. É verdadeiramente chorar com os que choram e celebrar com os que se alegram. Se Paulo pudesse resumir as suas cartas em um único conselho, creio que ele diria: estudem a Bíblia com humildade. Pois o estudo das Escrituras é o instrumento deixado por Deus para que possamos conhecê-Lo e entreter um relacionamento pessoal com Ele.

Por isso, “aquele que está sendo instruído na Palavra” (v.6) apegue-se a ela cada dia mais. O nosso amor por Deus e por nossos semelhantes cresce e se fortalece à medida que o nosso amor pela Bíblia é elevado. Como bem expressou Warren Wiersbie: “Quanto mais recebemos da Palavra de Deus, mais desejamos ter comunhão com o Deus da Palavra” (Comentário Bíblico Expositivo, vol.5, p.361). Com “que letras grandes” (v.11) o Espírito Santo deseja gravar as palavras do Senhor em nossa mente e em nosso coração! Vocês já pararam para pensar que podemos ser o último “Israel de Deus” (v.16)? Que podemos fazer parte da geração que proclamará o alto clamor e que testemunhará o glorioso retorno de Jesus? O meu coração desfalece de emoção só em pensar em ver o meu Redentor!

Portanto, “não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos” (v.9). O evangelho da humildade e mansidão de Cristo é o que nos impulsiona a “ser nova criatura” (v.15), seguir nos passos do nosso Mestre e semear a boa semente no coração de muitos. Todo aquele que se esconde em Cristo torna-se inevitavelmente um receptor e refletor de Seu caráter. Quer você saber qual é o seu papel como servo de Cristo nesses últimos dias? Busque a Deus “de todo o vosso coração” (Jr.29:13) e Ele Se revelará através de Sua Palavra e fará de você uma poderosa testemunha de Jesus que apressa a Sua volta. Vamos terminar o estudo deste livro com uma bênção, amados:

“A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja, irmãos, com o vosso espírito. Amém!” (v.18).

Vigiemos e oremos!

Bom dia, semeadores da Palavra!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÁLATAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 6 – Os destinatários de Gálatas eram gentios convertidos ao cristianismo, mas também havia judeus-cristãos entre eles.

Muitos desses gentios convertidos haviam anteriormente adorado deuses que por natureza não são deuses (Gálatas 4:8-9). Alguns cristãos de origem judaica pressionavam os gentios-cristãos a adotarem práticas da lei, como a circuncisão e a observância de dias e festas judaicas (Gálatas 2:3-5; 4:10).

Havia divisões e contendas na igreja (Gálatas 5:15), indicando que as diferenças culturais e espirituais estavam gerando atritos. Paulo aponta que os gálatas estavam rapidamente abandonando o evangelho da graça para seguirem “outro evangelho” (Gálatas 1:6). Por estarem sendo persuadidos por judaizantes que ensinavam ser necessário cumprir a Lei para ser aceito por Deus (Gálatas 5:1-4). Consequentemente, muitos estavam confusos entre a graça e as obras da Lei, não compreendendo completamente a liberdade que Cristo oferece (Gálatas 3:1-5).

• Essa carta é uma resposta pastoral para corrigir esses problemas e reafirmar o evangelho da graça, centralizando a justificação pela fé e a liberdade em Cristo.

Gálatas 6, o último capítulo desta carta é uma poderosa conclusão do apelo de Paulo aos crentes, com lições profundas sobre a vida no Espírito (vs. 1-5), a responsabilidade individual na comunidade cristã – igreja (vs. 6-10), e a centralidade da cruz (vs. 11-14); concluindo com uma bênção e destacando a paz da nova criação (vs. 15-18).

Gálatas 6 revela-nos que nossa fé não é estática; ela se expressa em ações, num relacionamento profundo com Cristo e num compromisso prático com o próximo. Paulo combate as raízes dos conflitos internos: Diferenças doutrinárias e teológicas (Gálatas 2:4-5), competitividade espiritual – presunção, inveja e provocação (Gálatas 5:26) e a falta de mansidão e amor cristão na abordagem eclesiástica (Gálatas 6:1), desafiando a comunidade a abandonar o julgamento severo e adotar uma atitude redentora (Gálatas 6:1-5).

A restauração com mansidão requer:

• Empatia: Entender a luta do outro sem orgulho ou superioridade.
• Humildade: Reconhecer que todos são vulneráveis à tentação.
• Maturidade espiritual: Apenas os que andam no Espírito (Gálatas 5:16-25) são capazes de liderar esse processo com sabedoria.

Conflitos internos são muitas vezes alimentados pelo orgulho e comparação (Gálatas 6:3). O evangelho elimina o terreno para a competitividade, pois a ênfase deixa de estar no “eu” e se volta para o “nós”.

Reavivemo-nos no evangelho bíblico! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 5– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 5 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÁLATAS 5 by Luís Uehara
13 de janeiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gl/5

Os membros da igreja da Galácia estavam sofrendo com a insistência dos cristãos judeus de que todos os membros da igreja, independentemente da origem, precisavam ser circuncidados. Em resposta ao problema, Paulo indica que aqueles que foram libertos por estarem em Cristo precisam evitar dois extremos: o retorno à escravidão por meio de uma salvação obtida por obras e o uso da liberdade para desculpar um comportamento pecaminoso.

Paulo afirmou que os gálatas voltaram a ser escravos quando decidiram ser circuncidados. Ao dar esse passo, eles demonstraram que pensavam que seriam julgados por suas próprias obras, em vez de confiarem totalmente em Cristo para a salvação. Não importa quão tentador possa parecer, uma compreensão da salvação que envolva Cristo mais as obras torna o sacrifício de Cristo sem efeito. A salvação é apenas através de Cristo.

No entanto, a liberdade que recebemos através da graça de Deus não nos dá o direito de nos entregarmos a qualquer comportamento que desejamos. Nossa nova vida em Cristo não é marcada pela satisfação de nossos anseios pecaminosos, nem é egocêntrica. Em vez disso, nossa nova vida é caracterizada por amar e servir aos outros. Sim, isto é contrário às nossas inclinações naturais. Mas uma transformação ocorre quando permitimos que o Espírito Santo trabalhe em e através de nossas vidas a cada dia.

Wendy Jackson
Diretor do Seminário de Avondale
Universidade de Avondale Cooranbong, NSW, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gal/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 0:50
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536 palavras

1 Não vos submetais. Ou, “não sejais seduzidos”. Os gálatas tinham saído da escravidão aos ídolos quando receberam o evangelho de Paulo. Porém, aceitar os princípios do judaísmo seria retornar a um estado semelhante de escravidão. Isso significava praticamente renunciar por completo a Cristo. Negar ou abandonar a verdade deixa a pessoa vulnerável ao erro e ao pecado. É pecado não fazer o que sabemos ser correto (Tg 4:17). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1079.

2 Nada vos aproveitará. As promessas de Deus pertencem somente aos que as aceitam pela fé, e não aos que se propõem a conquistá-las pelos próprios méritos. As boas obras humanas são sem valor no banco do Céu (Is 64:6). CBASD, vol. 6, p. 1080.

6 A fé que atua. Fé tem obras, mas estas não são as “obras da lei” (Gl 2:16). Assim, excluem-se todas as “obras” realizadas com o propósito de obter justiça. As “obras” que acompanham a fé genuína são inspiradas pelo espírito de gratidão pelo dom da graça divina, pelo amor a Deus e ao próximo (Mt 22:34-40). Tiago fala de obras como essas quando declara que “a fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Neste ponto, concordam os ensinamentos de Paulo e de Tiago. Os dois não estão em conflito, como alguns apressadamente concluem. A fé que não produz o “fruto do Espírito” na vida é falsa. A suposta fé que leva a pessoa a se considerar eximida de obedecer à vontade de Deus tal como se expressa no decálogo, que é simplesmente uma breve descrição de como se deve demonstrar o amor a Deus e ao ser humano, é uma falsificação. CBASD, vol. 6, p. 1082.

9 Fermento. A influência dos judaizantes havia começado de forma aparentemente restrita, porém, alcançou proporções surpreendentes. Quando Paulo cita esse provérbio em sua epístola aos Coríntios (ICo 5:6), refere-se ao exemplo contagioso de alguns membros cuja conduta Paulo se sentia compelido a repreender. Se o movimento na Galácia continuasse, com o tempo, toda a igreja cristã teria voltado à prática dos ritos e cerimônias do judaísmo. CBASD, vol. 6, p. 1083.

17 Contra o Espírito. A guerra aparentemente interminável continua, ou seja, a luta entre a inclinação para fazer o bem e a inclinação para fazer o mal. Quando Paulo analisou esse conflito em sua experiência passada, ele viu que a vitória só é possível por intermédio de Jesus Cristo. CBASD, vol. 6, p. 1086.

18 Não estais sob a lei. Paulo adverte aos gálatas que o Espírito Santo nunca leva as pessoas a buscar a salvação mediante a conformidade com os requisitos do sistema ritual judaico, ou por qualquer sistema de justiça legal. Por outro lado, os que se submetem a uma religião legalista estão em guerra com o Espírito Santo (ver com. de GI 2:16). CBASD, vol. 6, p. 1086.

24 Crucificaram a carne. Ou seja, renunciaram completa e irrevogavelmente a cada tendência natural que não estava em harmonia com a vontade de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1088.

26 Possuir de vanglória. Ou, “vaidade”, “egoísmo”. Os cristãos não devem se orgulhar nem mesmo em seu coração de suas realizações espirituais, mas humildemente considerar os outros superiores a si mesmos (Fp 2:3). CBASD, vol. 6, p. 1088.

Provocando uns aos outros. Nada pode ser mais ofensivo aos outros do que a presunção de que somos mais virtuosos ou superiores do que eles. CBASD, vol. 6, p. 1088.

by tatianawernenburg



Gálatas 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de janeiro de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

Lendo o livro “Ainda que caiam os céus” (www.cpb.com.br), o autor conta a história de sua vida, de sua família e de irmãos em Cristo que sofreram os terríveis resultados do regime soviético. Em meio à fome, violência, repressão e descaso, os filhos de Deus eram contados com os criminosos. Mas ainda que em face de tantas tribulações, seus testemunhos deixaram um legado de elevada importância e que nos relembram um fato incontestável: o nosso lar não é aqui. Presos como animais, separados de suas famílias e constantemente à mercê de homens opressores e frios, as palavras que deixaram registradas na história revelam a fé, o amor e a alegria dos que são “guiados pelo Espírito” (v.18).

A tônica deste capítulo parece apresentar um novo discurso, quando, na verdade, Paulo apresenta um segundo problema. Primeiro, os gálatas foram severamente advertidos quanto ao legalismo. Então, mediante o espírito crítico que contaminava as igrejas, surgiu outro problema: o liberalismo. “Ora, se a lei não salva, então posso ser de Jesus enquanto faço o que quero”, julgavam alguns. Foi este tipo de pensamento que Paulo procurou corrigir a partir do versículo treze, quando disse: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor”.

Nos campos de concentração, nas prisões e nos lugares de trabalhos forçados, muitos de nossos irmãos encontraram a oportunidade de ser a última esperança àqueles que pereciam. Proibidos de ter consigo uma Bíblia, percebiam a atuação do Espírito Santo lembrando-lhes de textos que com dedicação e oração haviam estudado. Sua fé era fortalecida cada vez que eram levados a contemplar as cenas da crucifixão. O “escândalo da cruz” (v.11) era-lhes melhor compreendido e de suas faces irradiava a alegria de quem foi salvo por tão grande amor. Eles poderiam simplesmente ter negado a sua fé, colaborando com o regime socialista ou concordando em transgredir os mandamentos de Deus, mas a liberdade que tinham em Cristo não poderia jamais ser privada pelas circunstâncias. E diante de inquiridores agressivos, blasfemos e lascivos, davam graças a Deus por estarem do lado perseguido, e não do perseguidor.

A fé que atua pelo amor” (v.6) promove transformação. Geralmente, são mudanças imperceptíveis àqueles que as experimentam, mas, diante de outros, notoriamente vistas. Paulatinamente o Espírito Santo vai atuando naqueles que por Ele são guiados, de forma que “as obras da carne” (v.19) desaparecem para dar lugar ao “fruto do Espírito” (v.22). Notem que as obras da carne estão no plural, enquanto o fruto do Espírito, no singular. Há uma razão para isso. Tiago escreveu o seguinte: “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10). Ou seja, da lista de quinze pecados destacados por Paulo, se eu cometo apenas um, é como se praticasse todos, e “não herdarão o reino dos céus os que tais coisas praticam” (v.21). Já a atuação do Espírito Santo na vida do cristão converso, produz um único fruto cujas virtudes andam juntas, sendo pouco a pouco aperfeiçoadas, como está escrito: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).

Diante de Deus, não existem argumentos para a desobediência, pois a obediência é a fé operante, “a fé que atua pelo amor” (v.6): Amor a Deus e ao próximo (v.14), assim como nossos irmãos que escolheram não fazer a sua própria vontade (v.17), mas, por amor a Deus e à Sua Palavra, e por amor àqueles que pereciam no engano, colocaram em risco a própria vida e de suas famílias para pregar o evangelho. Todas as vezes que “vos mordeis e devorais uns aos outros” (v.15), “provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros” (v.26), estão assumindo o posto de agentes de Satanás. Não seja assim conosco, amados! Estamos tão perto do glorioso retorno de Cristo! E o Espírito Santo deseja encher nossas vasilhas de azeite e nos levar às bodas do Cordeiro.

Não poderemos jamais nos assemelhar àqueles mártires e nem alcançar perante Deus os mesmos privilégios que os aguarda na eternidade, se formos legalistas ou liberais. Deus não está em nenhum desses extremos. Mas “se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (v.25). Se o Espírito Santo habita em nós, que nossas palavras e ações sejam uma manifestação deste milagre. Então, quando formos severamente provados e diante de nós estiver o “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), nossa fé será confirmada, nossos ombros fortalecidos e nosso coração animado, na certeza de que estamos chegando na casa do nosso Pai.

Nosso Pai Celestial, o Senhor nos enviou o Seu Filho unigênito para iluminar a Terra com a glória do Teu caráter. Em Jesus temos o perfeito exemplo de quem viveu a harmonia entre a justiça e o amor. A lei cerimonial foi cravada na cruz, mas a lei dos Teus mandamentos é perfeita e restaura a alma. Por isso queremos obedecê-la pela fé, a fé que atua pelo amor. Ó, Pai, retira de nossa vida qualquer gosto ou vontade pelas obras da carne e realiza o milagre do fruto do Espírito em nós. Porque para as obras da carne há lei, que diz ao pecador que ele ficará fora do reino de Deus se as continuar praticando. Para o fruto do Espírito, contudo, não há lei, pois os que são de Cristo crucificaram a carne com suas obras. Faz-nos andar no Espírito até que Cristo volte, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, “guiados pelo Espírito” (v.18)!

Rosana Garcia Barros

#Gálatas5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÁLATAS 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
13 de janeiro de 2025, 0:40
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GÁLATAS 5 – Precisamos permanecer na obra do Espírito, rejeitando as distrações do legalismo, perfeccionismo, do orgulho humano ou das doutrinas que afastam da cruz de Cristo, para não perdermos a salvação!

Além de Paulo ensinar tais verdades, o teor de Gálatas 5 também combate a imoralidade, a iniquidade e, a libertinagem que a distorção de líderes espirituais desequilibrados apresentam.

Gálatas 5 complementa aquilo que os primeiros capítulos de Gálatas vem desenvolvendo. Ele é fundamental para entender o conceito de Reavivamento e Reforma espirituais, pois aborda a transformação que ocorre na vida do cristão ao viver sob a direção do Espírito após experimentar a conversão genuína.

Em Cristo há liberdade – que não é uma licença para pecar em paz, mas uma liberdade para servir a Deus e ao próximo em amor (Gálatas 5:1, 13-15). O Reavivamento é uma redescoberta dessa verdade, enquanto a Reforma implica num compromisso renovado de agir segundo a vontade de Deus.

Gálatas 5 apresenta o equilíbrio na doutrina da salvação. Para isso, Paulo destaca o conflito entre a natureza carnal e a espiritual implantada pelo Espírito (Gálatas 5:2-17). O reavivamento espiritual ocorre quando o pecador arrependido se entrega a Cristo, permitindo que Ele conduza seus pensamentos e ações. A reforma, por sua vez, envolve a rejeição das obras da carne (vs. 19-21) e a adoção de um estilo de vida que reflita a santidade – não a hipocrisia (v. 26).

Reavivamento e reforma genuínos se manifestam em uma vida transformada, evidenciada pelo fruto do Espírito Santo, como amor, alegria, paz, domínio próprio, etc. (Gálatas 5:19-24). Esses atributos indicam a ação contínua do Espírito no coração reformado.

• Reavivamento envolve buscar mais profundamente a comunhão com Deus por meio da oração, estudo da Palavra diariamente e rendição completa ao Espírito Santo.

• Reforma é a mudança visível na vida que demonstra o reavivamento interno, como abandono de vícios, brigas, fofocas, provocações, críticas, e adquiri um compromisso maior com a igreja e investimento nos relacionamentos.

A conversão genuína leva-nos a andar no Espírito (Gálatas 5:25). Desta forma, reavivamento é essencialmente viver uma vida cheia do Espírito Santo, onde cada decisão e passo é guiado por Ele.

Essa caminhada exige disciplina e mudança contínua, ou seja, uma reforma no estilo de vida para refletir os valores espirituais! – Heber Toth Armí.



GÁLATAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
12 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÁLATAS 4– Primeiro leia a Bíblia

GÁLATAS 4 – BLOG MUNDIAL

GÁLATAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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