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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/15
Abrão era muito parecido conosco. Quando lemos as promessas da Bíblia, também nos perguntamos como podemos saber que se cumprirão. Ao examinar a resposta de Deus às perguntas de Abrão, vemos a paciência de Deus. Deus se humilhou e comunicou-se com Abrão no nível dele, de um modo que este pudesse compreender.
Quando Deus pediu os animais específicos, Abrão entendeu o que Deus estava fazendo. Deus estava seguindo as tradições culturais de um contrato entre duas pessoas, típico dos dias de Abrão. Ele estava fazendo um pacto de sangue. A chama de Deus passando entre os animais era a promessa de que Deus haveria de se empenhar ativamente a favor de Abrão. Quando Abrão estava dormindo, Deus revelou a ele o futuro de seus descendentes. Deus lhe disse que levaria séculos até que a promessa fosse realizada. Deus escolheu trazer Abrão para o Seu círculo de amigos íntimos.
O mesmo Deus de Abrão é o nosso Deus hoje. Temos nosso próprio pacto de sangue com Deus através da morte de Jesus na cruz. A ressurreição de Jesus é a nossa garantia de que Deus nos redimiu e está vivo, ativamente empenhado em nos abençoar. Através das escrituras, Deus revelou o futuro da raça humana. E prometeu que voltará para nos levar para o Céu. Que Deus maravilhoso nós temos!
Kathlyn Mayer
IASD Joy of Troy
Troy, Nova Iorque, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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730 palavras
1 veio a palavra do SENHOR. Esta frase tipicamente introduz uma revelação a um profeta (12.7, 20.7; Jr 18.1; Ez 6.1; Os 1.1) (Bíblia de Genebra).
A promessa divina é introduzida pela primeira declaração “não temas” encontrada na Escritura (26:24, 46:3; Num. 21:34; Deut. 1:21) (Andrews Study Bible).
2 mas Abrão disse. Embora o endereçamento seja respeitoso, o diálogo de Abrão com Deus sugere um relacionamento íntimo. Ele ainda está pronto a questionar Deus (Andrews Study Bible).
sem filhos. Esta expressão, no hebraico, pode significar “viver sem filhos” ou “morrer sem filhos”. Abraão estava perplexo, talvez em parte porque não ter filhos era visto como um sinal de castigo divino (Lv 20.20-21; 1Sm 1.11; Jr 22.30) (Bíblia de Genebra).
3 um servo… será o meu herdeiro. Esta prática de um casal sem filhos adotar um escravo como herdeiro é confirmada nos textos de Nuzi (cerca de 1.500 a.C.), uma coleção de mais de 4.000 tábuas de argila encontrados pertos de Kirkuk, no Iraque (Bíblia de Genebra).
6 creu… imputado para justiça. Definição clássica de fé. Mesmo apesar de Abrão não poder ver o cumprimento da promessa, ele “acreditou”. A fé é demonstrada em momentos de crise (Is. 7:9; Jon. 3:5; Sal. 78:22, 32). imputado para justiça. A terminologia sugere uma interação que vai além de um sentido relacional. Deus declarou Abrão justo não por causa de suas grandes ofertas ou sacrifícios, mas com base em sua fé (Andrews Study Bible).
Neste significativo versículo aparecem, pela primeira vez, as palavras: “creu”, “imputado” e “justiça”, que fazem parte do contexto da “fé salvadora”. Em todos os tempos, a salvação fora oferecida aos homens sob a base da fé. Os santos do AT olhavam para Cristo e eram salvos mediante Sua morte expiatória, exatamente como nós olhamos para aquela morte vicária em nosso lugar e recebemos os benefícios dela mediante a fé (cf. Rm 4.18-24) (Bíblia Shedd).
Este verso nos dá o mais antigo núcleo da doutrina da justificação pela fé e não pelas obras (Gl 3.6-14). Abraão creu na promessa do nascimento de um herdeiro dentre os mortos (Rm 4.17-21; Hb 11.11-12), e Deus imputou isto como justiça a Abraão, satisfazendo o mandato da sua aliança. A justificação de Abraão pela fé é um modelo para a nossa fé na ressurreição de Jesus Cristo, o sacrifício de Deus pelo pecado e o ato de Deus em nos imputar justiça pela fé (Rm 4.22-25) creu. Abraão é o pai de todos aqueles que creem (Rm 4.11) e todos os que creem são filhos de Abraão (Gl 3.7) (Bíblia de Genebra).
7 Eu sou o SENHOR que te tirei. Uma forma de autoidentificação de Deus depois do êxodo (Ex 20.2) (Bíblia de Genebra).
8 O nome “Senhor Deus” (em heb Adonai Jahweh) significa “dono”, indicando a submissão de Abraão como escravo de Deus. O mesmo nome (“Senhor”) é empregado pela mulher em relação ao marido, indicando a intimidade do amor e a dependência em submissão ao marido (cf 1 Pe 3.6) (Bíblia Shedd).
11 aves de rapina. Um simbolismo das nações impuras tentando destruir os descendentes de Abraão. enxotava. Abraão simbolicamente defende a sua herança prometida contra os agressores estrangeiros (Bíblia de Genebra).
12-14 Israel deverá herdar Canaã através do ato sobrenatural de Deus, redimindo-os da escravidão (Bíblia de Genebra).
13-16 quatrocentos anos…quarta geração. Descrição profética do tempo de escravidão no Egito. Aparentemente, uma geração significa 100 anos. Estes números devem ser entendidos como número arredondados (Ex. 12:40 refere-se a 430 anos). Os amorreus representavam todos os povos de Canaã (Andrews Study Bible).
15 ditosa velhice. Ver 25.8 (Bíblia de Genebra).
17 fogareiro fumegante e tocha de fogo. O ritual tem seu clímax em fumaça e fogo, que são frequentemente símbolos da presença de Deus (Ex. 12:21; 19:18; 20:18). Jer. 34:18 provê um texto paralelo ao ritual da aliança. Todo animal sacrifical possível está incluído neste significante ritual de aliança (Andrews Study Bible).
Símbolos da presença de Deus com Israel no seu caminho para a Terra Prometida (Ex 13.21, 19.18; 20.18). (Bíblia de Genebra).
passou entre os pedaços. Assim como indicado em outros textos do Oriente Próximo e em Jr 34.18, passar entre os pedaços de animais significava a punição daqueles que quebram a aliança… Deus jura por si mesmo que manteria os termos da aliança. Ver 22.16-17; Hb 6.13 (Bíblia de Genebra).
18 desde o rio o Egito ao grande rio Eufrates. Provavelmente a extensão da terra prometida a Abraão e a sua semente; compreendia desde a corrente que dividia a Filístia do Egito até o rio Eufrates. Estas foram, efetivamente, as fronteiras de Israel no tempo do rei Salomão (Bíblia Shedd).
19-21 Além das fronteiras geográficas, a terra é identificada por seus ocupantes. Ver 10.15-18 (Bíblia de Genebra).
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“Depois destes acontecimentos, veio a palavra do Senhor a Abrão, numa visão, e disse: Não temas, Abrão, Eu sou o teu escudo, e teu galardão será sobremodo grande” (v.1).
Os acontecimentos que antecederam esta fala do Senhor foram impactantes para Abrão. O peregrino cansado poderia, a partir de então, ser alvo da ira e da vingança daqueles quatro reis. É bem provável que Abrão tenha temido por sua vida e pela vida de sua casa. Mas outra aflição que sempre lhe sobrevinha era o fato de não ter um herdeiro, um descendente. O Senhor, que tudo vê, olhou para o íntimo do coração de Seu fiel servo e prometeu duas coisas: proteção e uma incontável posteridade. A Bíblia diz que Abrão creu, confiou na promessa divina e por isso foi justificado. O que prova que a justiça que vem da fé, amados, sempre existiu e, na cruz, foi consumada.
Semelhante à introdução dos mandamentos em Êxodo vinte, o Senhor falou a Abrão: “Eu sou o Senhor que te tirei de Ur dos caldeus, para te dar por herança esta terra” (v.7). Primeiro, o Senhor liberta os Seus filhos e, então, os chama a uma vida de obediência. O questionamento de Abrão no verso oito revela a liberdade que temos de pôr à prova as promessas divinas. O sacrifício orientado por Deus incluía todos os animais limpos que podiam ser sacrificados, como uma representação do sacrifício completo de Cristo. E a obediência de Abrão em fazer tudo como o Senhor lhe havia ordenado representa o resultado de uma vida de inteira submissão a Deus.
Exausto de enxotar as aves de rapina que “desciam sobre os cadáveres” (v.11), Abrão caiu em sono profundo, e a Bíblia diz que ele foi acometido por “grande pavor”, sentindo-se envolto em densas trevas. A ele foi revelado o futuro cativeiro de sua posteridade, seu livramento e seu retorno à terra prometida. Em seguida, o Senhor fez passar fogo entre as fileiras para consumir os sacrifícios e fez “aliança com Abrão” (v.18), prometendo toda a terra de Canaã à sua descendência. Sabem, amados, é certo que Abrão teve o privilégio de ter visões e sonhos e de ouvir muitas vezes a voz de Deus. Mas seu relacionamento com o Senhor não se resumia a essas experiências sobrenaturais; Abrão andava com o Senhor nas experiências ordinárias do dia a dia. Não é sem razão que, a respeito dele, o próprio Deus falou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8).
Quando somos acometidos por situações que nos causam medo e que nos roubam a paz, as palavras ditas a Abrão ecoam da Palavra de Deus até nós: “Não temas […] Eu sou o teu escudo” (v.1). A justiça de Cristo sobre nós está à distância de um “Sim, Senhor, eu creio”. E é justamente essa decisão, confirmada a cada dia, que nos capacita a manter um relacionamento íntimo com Cristo e a oferecer não mais sacrifícios de animais, mas o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:2). Então, o Espírito do Senhor vem sobre nós como fogo purificador, habilitando-nos para entrar nas moradas celestiais. Permita que essa obra seja realizada em sua vida.
Pai de amor e de bondade, temos enfrentado muitas dificuldades nestes últimos dias, e muitas vezes nosso coração fica ansioso e cheio de temores. Ó, Deus Santo, que a Tua Palavra continue sendo a nossa fonte de esperança e de fé a cada dia, e que o Teu Espírito nos purifique e capacite para logo estarmos com o Senhor para sempre. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela fé!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 15 – Nesse ponto da história, por três vezes Abrão recebera de Deus a promessa que até agora ainda não se cumprira. Por três vezes Deus havia instigado a esperança do velho Abrão, de um filho com sua esposa estéril (Gênesis 12:2, 7; 13:6); contudo, ainda era apenas promessa.
Muitas vezes quando parece que Deus brinca com sentimentos, na verdade Ele está trabalhando o desenvolvimento espiritual do pecador. Nesse diálogo íntimo entre Deus e Abrão, há indagações, propostas; e, Deus corrige as boas intenções do ansioso: “Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: ‘Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las’. E prosseguiu: ‘Assim será a sua descendência’. Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça” (Gênesis 15:5-6). Na sequência, ambos entraram em aliança através de rituais culturais da época (Gênesis 15:7-11).
Quando olhamos a imensa criação, entendendo que Deus é maior que o infinito Universo, depositaremos nossa confiança nEle e tranquilizaremos nosso coração. Existe uma ligação dessa confiança, com a justificação pela fé. Quanto mais o pecador conhece a grandeza de Deus, menos confia em si mesmo, passando a confiar mais nEle. “Deus declarou que Abrão era justo não por causa de atos de justiça ou grandes sacrifícios, mas com base em sua fé”, comenta a Bíblia Andrews.
O Deus que faz promessas conhece o futuro e interage na história. Ele revelou o que aconteceria à descendência de Abrão no Egito e indicou as terras dos povos que daria a sua posteridade (Gênesis 15:12-21).
A grande questão é, por que Deus tiraria nações das suas terras para entregá-las a Israel?
• Deus é Soberano do Universo, e está no controle da cada situação julgando o mal, a fim de fazer com que o bem prevaleça neste mundo tomado pelo maligno. O Egito seria o primeiro a ser julgado; antes, porém, teria portentosas provas para render-se a Deus.
• As nações teriam um tempo de graça, e só deveriam ser destruídas quando estivessem totalmente saturadas de pecado – assim como um saco de batatas podres.
Nossa sociedade já está saturada da imundície do pecado. Está podre! Se o retorno de Cristo é o próximo “basta!” divino frente à multiplicação da iniquidade, deve estar quase no tempo dEle voltar!
Compartilhe essa revelação! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 14 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/14
A escolha de Ló de se estabelecer perto das cidades de Sodoma e Gomorra o colocou em sério perigo. Quando Quedorlaomer, rei do Elão e seus aliados pagãos atacaram Sodoma, Ló foi levado cativo. Ao ouvir a trágica notícia, Abraão reuniu seus homens para libertar Ló. É notável que Abraão não culpou Ló por sua infeliz escolha de se estabelecer perto de Sodoma. Nem exibiu uma atitude de superioridade deixando Ló sofrer as consequências de suas más escolhas.
Há momentos em que o amor age de forma imprudente. O amor busca e recupera os que fazem escolhas erradas. Certamente há momentos em que as pessoas devem enfrentar o resultado de suas escolhas, mas também há momentos em que o amor deve agir, apesar das escolhas dos outros.
É digno de nota que quando Abraão retornou da peleja, ele deu um dízimo dos despojos a Melquisedeque, o “sacerdote do Deus Altíssimo” (v. 18 NVI). Ao devolver fielmente o dízimo, Abraão reconheceu as bênçãos de Deus sobre sua vida.
Há um outro notável ato de Abraão neste capítulo que não devemos perder: ele se recusou a tomar para si mesmo dos despojos, mesmo “uma correia de sandália” que fosse (v. 23). Ele deu tudo que foi capturado pelos seus homens ao rei de Sodoma.
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara
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731 palavras
1-24 Abraão demonstrou uma fé obediente, numa guerra arriscada, para libertar seu sobrinho Ló. Sua vitória é surpreendente, já que esta confederação de saqueadores, composta por cinco reis, havia acabado de conquistar muitos cananeus e uma confederação de cinco reis da região do mar Morto (Bíblia de Genebra).
1 Anrafel… Arioque… Quedorlaomer… Tidal. Os nomes dos quatro reis que aterrorizaram as cidades-estado do vale do Jordão sugere uma união etnicamente mista, incluindo grupos elamitas, amoritas, horeus e hititas (Andrews Study Bible).
Monumentos recentemente descobertos confirmam a narrativa acerca da confederação dos reis, (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
Nenhum desses reis foi identificado concretamente em fontes extrabíblicas. Um vem de Elão (parte do Irã moderno), um da Babilônia (parte do Iraque moderno) e dois, provavelmente, da região da Turquia moderna (Bíblia de Genebra).
3 Mar Salgado. Isto é, o mar Morto (Bíblia NVI).
O mar Morto cobre parte do que foi, no passado, o “vale de Sidim”, onde teria sido travada a batalha, próximo às cidades de Sodoma e Gomorra (Bíblia Shedd).
4 Serviram. Eles foram sujeitos como vassalos ao rei de Elão, com a obrigação de pagar tributo (Bíblia de Genebra).
5-11 Havia uma grande diferença entre o vale do Eufrates e Sodoma. Os pequenos reis confederados ousaram rebelar-se contra Quedorlaomer, que veio contra eles como um furacão e subiu o vale do Jordão carregado despojos e levando Ló. Não podemos gozar das doçuras do mundo sem provar também suas amarguras (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
5 refains… zuzins… emins. A menção destes gigantes derrotados enfatiza ainda mais quão impressionante foi a vitória de Abraão (Bíblia de Genebra).
12 morava em Sodoma. Note a progressiva identificação de Ló com Sodoma: acampava perto dela (13.12), morava nela e residia como um respeitado cidadão da mesma (19.1,6; cf. Sl 1.1) (Bíblia de Genebra).
13 irmãos. Ou parentes; ou, ainda aliados. Amorreu. Ás vezes, um rermo genérico para os antigod habitantes da Palestina (48.22; Dt 1.11; Js 2.10). Manre, o amorreu, um aliado de Abrão que o acompanhou em batalha, foi abençoado através de sua identificação com Abrão (v 24; 12.3) (Bíblia de Genebra).
14 seu sobrinho. No hebraico, “seu irmão”, explicando o caráter da ação de Abrão: os justos demonstram lealdade amorosa com seus irmãos (Bíblia de Genebra). Homens dos mais capazes. Homens treinados no uso de armas. Uma força de trezentos homens era um exército considerável nos tempos de Abrão (Bíblia de Genebra).
18 Salém. Isto é, Jerusalém (Bíblia NVI).
Melquisedeque. Lit. “rei de justiça”. A palavra hebraica melech significa “rei” e zedek significa “justiça” (Bíblia de Genebra).
rei de Salém… sacerdote de Deus. A apresentação de Melquisedeque não só enfatiza que ele era um rei, mas também um sacerdote.Desta forma, ele é um tipo de Cristo, que é nosso Profeta, Sacerdote e Rei (Bíblia Shedd).
19 Deus altíssimo. No hebraico, El Elyon (Bíblia de Genebra).
20 de tudo. Dos despojos. dízimo. A décima parte. A prática de se pagar o dízimo ao rei ou a um deus era comum no antigo Oriente Próximo e é anterior à lei mosaica (28.22; 27.30-33; Nm 18.21-32). O presente de Abrão a Melquisedeque… era… uma oferta que refletia o respeito de Abrão para com Melquisedeque como sacerdote do Deus verdadeiro (Bíblia de Genebra).
23 nada tomarei de tudo o que te pertence. Em contraste com seu procedimento com relação a Melquisedeque, de quem aceitou pão e vinho (v. 18) e a quem deu o dízimo (v.20) , Abraão não queria nenhuma relação com o ímprio rei de Sodoma (Bíblia de Genebra).
O momento de sucesso é sempre um momento de perigo. O rei de Sodoma traiçoeiramente propôs que repartissem os despojos! Mas como Abraão poderia depender exclusivamente dos cuidados de Deus se enchesse seus bolsos da maculada riqueza de Sodoma? Abrão tivera antes uma entrevista que o fortalecera. Melquisedeque era sacerdote e rei da tribo que habitava em Jeerusalém. (Ler Hebreus 7). Ele trouxe pão e vinho, e uma nova revelação do caráter do Deus no qual Abrão descansava sua alma. Que tinha ele a ver com Sodoma, ele que era filho de um Pai tão poderoso? (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
Verifique-se o contraste nas atitudes de Abraão diante dos dois reis: o de Sodoma e o de Salém: 1) Diante do primeiro, uma demonstração de independência, enquanto, para o segundo, sua atitude é de dependência (cf Hb 7.4-10); 2) Diante do rei de Sodoma, um comportamento de igual para igual, enquanto, diante de Melquisedeque, a admissão de inferioridade; 3) Para com o rei de Sodoma, dignidade; para como rei de Salém, humildade (Bíblia Shedd).
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“Apossaram-se também de Ló, filho do irmão de Abrão, que morava em Sodoma, e dos seus bens e partiram” (v.12).
Estamos diante do primeiro relato bíblico de uma guerra entre povos. Aqui também vemos a primeira confederação e união entre nações: quatro reis “fizeram guerra” (v.2) contra cinco reis. A tensão entre povos e nações é antiga e aponta para a realidade de que alianças políticas podem até existir, mas não duram para sempre. Satanás tem se aproveitado de cada revés político e social para promover o derramamento de sangue. Seu objetivo é “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10), e por meio de líderes perversos esse objetivo tem sido alcançado como pudemos ver no capítulo de hoje e como podemos ver até em nossos dias.
O desfecho desta guerra, porém, revela o poder de Deus de forma impressionante. Estamos falando de uma guerra em que o lado vencedor reuniu os exércitos de quatro nações. Mas ao ser avisado do que havia acontecido, e “que seu sobrinho estava preso”, Abrão reuniu um efêmero exército de “trezentos e dezoito homens dos mais capazes, nascidos em sua casa” (v.14). Ora, se haviam nascido na casa de Abrão, nunca haviam estado em uma guerra antes. E mesmo sem possuir nenhuma experiência bélica, Abrão saiu com eles na força do Senhor dos Exércitos e, após uma emboscada, venceram os exércitos inimigos e ainda retornaram com “todos os bens, e também” com “Ló, seu sobrinho, os bens dele, e ainda as mulheres, e o povo” (v.16).
Para quem havia mentido a respeito de Sarai com medo de perder a vida no Egito, vemos aqui uma extraordinária mudança: de medroso e covarde a guerreiro corajoso e vitorioso. A relação de Abrão com os povos ao seu redor sempre havia sido pacífica, e o fato daquele “que escapara” (v.13) ter ido contar a Abrão sobre o que havia acontecido, revela que seu testemunho era de alguém que sabia como agir em tempo de perigo. Estamos todos envolvidos em um grande conflito de dimensões cósmicas. Todos os dias há um inimigo lançando sobre a humanidade os seus “dardos inflamados” (Ef.6:16). E a pergunta é: Sabemos como agir nesse tempo de perigo? A nossa única segurança está em usar a mesma armadura que Abrão usou e que Paulo aconselhou: “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).
É certo que esta guerra não é física, e sim espiritual. Mas ela envolve algo muito mais importante do que 70 ou 80 anos aqui nesta terra; ela envolve vida ou morte eterna. A vitória de Abrão e seu pequeno exército e a visita de “Melquisedeque, rei de Salém” (v.18), nos ensinam preciosas lições. Melquisedeque significa “meu rei é justiça” e rei de Salém significa “rei da paz”. A aparição do misterioso “sacerdote do Deus Altíssimo” (v.18), ilustra com perfeição o caráter de Deus: a harmonia entre a justiça e a paz. Um rei justo do reino da paz. Isso te lembra algo? Os filhos de Corá bem compreenderam esta revelação. Quando Jesus, o Rei da justiça deixou o Seu reino da paz e veio a esta Terra, na cruz se cumpriu cabalmente o que os salmistas escreveram: “a justiça e a paz se beijaram” (Sl.85:10).
Ao levar “pão e vinho” (v.18), aquele sacerdote também apontou para o precioso sacrifício do Cordeiro de Deus. E a atitude de Abrão ao devolver o dízimo e rejeitar a oferta do rei de Sodoma aponta para o que o Senhor espera de todo aquele que aceita a Jesus como seu Salvador: submissão a Ele e rejeição às coisas deste mundo. Meus amados irmãos, o nosso cativeiro está prestes a terminar. Se perseverarmos, logo estaremos adorando o nosso Rei da justiça em Seu reino de paz. A ira do inimigo está para revelar o seu mais terrível golpe e só estará seguro aquele que permanecer vestido da armadura de Deus. Que como Abrão e seu pequeno exército, sejamos o remanescente vitorioso do Senhor!
Nosso Deus e Pai, nós cremos que da forma como o Senhor capacitou Abrão e seus homens para vencerem aquela batalha que humanamente seria impossível de ser vencida, o Senhor também deseja nos capacitar para sermos vencedores no grande conflito em que estamos envolvidos. Ó, Deus, faze da nossa casa um exército vitorioso, revestido da Tua armadura! E que sejamos testemunhas da Tua justiça e da Tua paz! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas do Rei do Universo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 14 – Nossa existência é marcada por resoluções de problemas; pois, desafios constantes surgem a qualquer momento na vida!
Como o coração humano se corrompeu com o pecado, as pessoas se tornaram mais agressivas do que passivas, mais briguentas do que pacíficas, mais vingadoras do que perdoadoras, mais desumanas que humanas, mais ambiciosas que generosas, mais egoístas que altruístas. Nisso reside o princípio de todas as guerras e responde o porquê das nações sempre estarem em tensões.
Escolhendo lugares próximos a Sodoma e Gomorra, Ló colocava em risco sua família. O pior aconteceu: Numa das guerras entre os povos da região, toda a família de Ló foi saqueada e levada cativa (Gênesis 14:1-12). Ló perdeu tudo! Nossas escolhas têm consequências; entretanto, muitas vezes a ambição cega nossos olhos a elas, até percebê-las durante a dor.
Ao saber, Abrão tomou providências; e, pela fé, confiando em Deus, conseguiu reverter as consequências. Sua atitude abençoou também aos pagãos, a tal ponto do rei sodomita procurá-lo oferecendo-lhe recompensas; todavia, ele se negou recebê-las. Sua rejeição foi a forma dele testemunhar de sua fé em seu Deus (Gênesis 14:13-17, 20-24).
Temos muito que aprender a crescer espiritualmente com Abrão. Além de lutar por seus familiares, resolver um problema para povos pagãos e testemunhar do Deus Altíssimo, seu encontro com Melquisedeque, rei de Salém, a quem ele entregou o dízimo de tudo, é bastante significativo (Gênesis 14:18-20).
O lugar de Melquisedeque é associado a Jerusalém (Salmo 72:2). Entretanto, “nada se sabe de sua família e origem. Sua aparição e seu desaparecimento súbitos como rei-sacerdote são retomados no NT e compreendidos como um tipo de Jesus, o verdadeiro Rei-Sacerdote (Hb 7:1-15… Abrão reconheceu as bênçãos de Deus e devolveu um décimo ao representante de Deus, a quem ele claramente reconhece como tal. A prática de dizimar com fidelidade não foi uma inovação posterior da lei (Lv 27:30-33; Dt 14:22-29), mas um princípio enraizado na natureza do Senhor. Por ser dono do universo e doador de bênçãos, Ele verdadeiramente merece a expressão de fé e gratidão do Seu povo” , comenta a Bíblia Andrews.
Cresçamos em fé como Abrão! Sejamos fieis a Deus! Confiemos nEle para testemunharmos dEle em todo tempo a todas as pessoas!
Amadurecimento é essencial ao reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 13 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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