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Precisamos aprimorar cada vez mais nossa religião com foco na Bíblia, antes que caiamos na acomodação, relaxo e despencamos espiritualmente morro abaixo.
Outra coisa muito importante: Devemos cuidar para não praticar a religião incorretamente; pois, alguém já disse que “a prática leva a perfeição; e a prática ruim leva ao perfeitamente ruim”.
• Aperfeiçoar uma prática equivocada é tão ruim quanto deixar de praticar algo que é bom.
Salomão está em alta, sua fama espalhou-se para longe, sua riqueza é notória, seu reino tornou-se bem desenvolvido, tudo devido à sabedoria recebida de Deus.
Analisando o capítulo em questão, John J. Bimson observa que, o autor inspirado “retorna aos temas da sabedoria e as riquezas de Salomão fazendo-o chegar a seu auge antes de contar como ele se desmoronou por sua tolice. O capítulo mostra quão longe tinha chegado a fama da sabedoria de Salomão, a ênfase está no caráter superlativo dessa sabedoria ao mesmo tempo em que ilustra como as riquezas continuavam chegando a Salomão na forma de presentes e tributos de monarcas estrangeiros”.
Não era plano divino que Israel tivesse reis. Deus ofereceu o que Salomão quisesse a fim de ajudar a corrigir o erro de Seu povo de pedir rei como as outras nações. Salomão pediu sabedoria e Deus lhe concedeu. Além disso, Deus lhe deu outras bênçãos, inclusive riquezas. Entretanto, pelo que parece, Salomão, em vez de continuar valorizando a sabedoria mais que as riquezas, o capítulo mostra que ele deu mais ênfase às riquezas.
Cuidado:
• Ambição perverte a submissão à vontade de Deus.
• Focar nas riquezas nos tira do caminho do Céu.
• Acreditar que tempo, recursos e talentos investidos no templo/igreja torna-nos livres para priorizar outras coisas no lugar de Deus é um perigo para a fé.
• A glória neste mundo é ilusória, é vangloria; devemos sempre dar glórias a Deus que nos dá sabedoria para adquirir recursos.
• Parar de investir em Deus significa investir no pecado; considerando que o salário do pecado é a morte, investir nos prazeres pecaminosos é um tipo de suicídio.
• Tirar os olhos do Abençoador para fixas nas bênçãos é um risco de alta periculosidade.
Quem segue o caminho da Bíblia não pega atalho para o inferno! Invista na vida, leia a Bíblia! – Heber Toth Armí.
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“Tendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, com respeito ao nome do Senhor, veio prová-lo com perguntas difíceis” (v.1).
Em um tempo em que não existiam redes sociais e nem mesmo jornais impressos, as notícias se espalhavam através do famoso boca-a-boca. Ao que tudo indica, Sabá ficava na região do Mar Vermelho, e pode ter sido o primeiro povo a receber a notícia de que Israel havia atravessado aquele mar a seco. Desde então, a fama daquele povo de religião monoteísta só cresceu. As informações sobre Israel eram sempre consideradas importantes, e a partir do momento em que a nação tornou-se uma monarquia, os interesses comerciais e políticos aumentaram.
A ascensão de Salomão ao trono causou grande alvoroço entre as nações. O que deveriam esperar do filho do poderoso guerreiro Davi? Na expectativa de construir pontes e evitar futuros confrontos, os reis da Terra enviavam presentes e propunham casamentos que selavam acordos de paz. Tendo conhecimento dos milagres realizados em Israel no passado, a rainha de Sabá não poderia perder a oportunidade de ver um milagre com os seus próprios olhos. Finalmente poderia tirar a prova se tudo o que havia ouvido desde a infância era realmente verdadeiro.
Com perguntas difíceis e questionamentos que nem os maiores sábios de seu reino conseguiram responder, a rainha “compareceu perante Salomão e lhe expôs tudo quanto trazia em sua mente” (v.2). Diante de respostas concretas, sábias e inquestionáveis, de um reino cuja glória refletia até mesmo nas vestes “de seus criados” (v.5), de um templo majestoso que recebia holocaustos da verdadeira adoração, a monarca de Sabá “ficou como fora de si” (v.5). Ela literalmente ficou maravilhada! Tudo o que já tinha ouvido sobre aquele povo era verdade, e tudo quanto tinha ouvido sobre Salomão não chegava aos pés do que ela pôde ouvir e ver pessoalmente.
Sabem, amados, há muitos e muitos anos, a humanidade tem ouvido falar de pessoas, famílias e de um povo cujo Deus é o Senhor. Através da Bíblia temos acesso ao relato da criação, de como ela foi maculada pelo pecado, de como Deus elegeu um povo como Seu porta-voz na Terra, da promessa de um Salvador, de como Ele veio e deu a Sua vida para nos resgatar, e, por fim, da Sua derradeira promessa: “voltarei e vos levarei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Todavia, ao invés de fazer como fez a rainha de Sabá, muitos têm se contentado apenas com o ouvir falar.
O meu comentário diário, bem como os demais são apenas como as boas notícias que chegavam a Sabá através de mensageiros. Mas a forma mais poderosa e linda de receber as boas-novas é indo ter com o Rei dos reis em audiência particular todos os dias. Abra a Sua Palavra como quem está indo em busca de respostas, pois para Deus não há nada profundo demais que Ele não possa explicar. Às vezes não é bem o que queremos ouvir, mas sempre corresponde ao que necessitamos. Prepare-se para fazer uma “viagem” diária ao trono da graça em seus momentos de comunhão pessoal, levando sempre o presente que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração” (Pv.23:26).
Dentro em breve, teremos uma reação semelhante à da rainha de Sabá quando atravessarmos os portais de pérola, pois, “como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9). Mas enquanto aguardamos, que o mundo veja em nós não uma fama com respeito à coisas perecíveis, e sim, “com respeito ao nome do Senhor” (v.1). Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que amam a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Reis10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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695 palavras
Este capítulo continua o tema da sabedoria e riqueza de Salomão que trouxe a ele fama internacional. Esta foi a era de ouro de Israel e profetas bíblicos posteriores olharam para trás com prazer e orgulho a respeito deste período da história da nação. Andrews Study Bible.
1 a rainha de Sabá. Pesquisas arqueológicas no sul da Arábia tendem a identificar a rainha com esse território e sua capital com Marib, no Iêmen. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 856.
10 deu ela. O que a rainha de Sabá deu a Salomão em termos de bens materiais foi pouco se comparado ao que recebeu em termos espirituais. CBASD, vol. 2, p. 857.
cento e vinte talentos de ouro (ARA; NVI: “…quatro mil e duzentos quilos de ouro”.)
14 seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro (ARA; NVI: “…vinte e três mil e trezentos quilos.”)
paveses (ARA; NVI: “escudos grandes”). Escudos retangulares que ofereciam proteção máxima (em contraposição aos escudos redondos, menores). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 um grande trono de marfim. Salomão usou um grande influxo de tributos para sustentar um estilo de vida extravagante (vs. 18021, 23-25). Seu trono era feito, provavelmente, de madeira adornada com marfim e ouro. … O desejo de Salomão por móveis e edifícios da melhor qualidade consistia num fardo para os seus súditos (12.4). Bíblia de Genebra.
14-23 Jesus mais tarde se referiu a “Salomão em todo o seu esplendor” (Mt 6:29). Life Application Study Bible Kingsway.
23 excedeu… em riqueza e sabedoria. Por que a bíblia coloca tanta ênfase nas posses materiais de Salomão? No Velho Testamento as riquezas são consideradas evidências tangíveis de bênçãos de Deus. A prosperidade era vista como uma prova de vida correta. No livro de Eclesiastes e Jó este conceito é colocado em uma perspectiva mais ampla. Em condições ideais, as pessoas prosperam quando Deus faz parte de suas vidas, mas prosperidade não é algo garantido. A riqueza não prova que uma pessoa está vivendo corretamente diante de Deus e pobreza não indica pecado. De fato, uma evidência maior que uma pessoa está vivendo para Deus é a presença de sofrimento e perseguição (Mc 10:29-31; 13:13). O mais importante “tesouro” não é o deste mundo, mas do celestial (Mt 6:19-21; 19:21; 1Tm 6:17-19). A dádiva de maior valor não tem preço – é a dádiva da salvação gratuitamente oferecida por Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
24 sabedoria que Deus lhe pusera no coração. A mais elevada sabedoria do mundo é a de Deus, que é o fundamento de toda sabedoria; é o segredo para encontrar as maiores bênçãos e os maiores tesouros da Terra. O propósito de Deus estava sendo cumprido na exaltação de Israel. As nações que fossem até Salomão ouviriam sobre seu Deus e receberiam o convite para aceitar a religião de Yahweh. Pouco a pouco, por meio desses contatos e esforços missionários, o mundo seria evangelizado. CBASD, vol. 2, p. 859.
26 carros e cavaleiros. A reunião de carros e cavaleiros é sinal de conquista militar e extensão do império pela força. O acúmulo da cavalos era contrário ao propósito divino, que instruiu ao futuro rei de Israel “não multiplicará para si cavalos” (Dt 17:16). Ganhos obtidos por esses meios provariam ser grandes perdas. Salomão não percebeu isso e logo chegou a um ponto delicado no caminho. Diante dele estava a opção da obediência, que levaria à paz e à glória permanentes, e a da desobediência, que resultaria em dificuldades, opressão e vergonha. CBASD, vol. 2, p. 859.
27 prata como pedras e cedro em abundância. Prata e cedro eram comuns, mas a piedade era rara. Quem multiplica ouro, multiplica pesar e problemas. Quem multiplica amor verdadeiro tem riqueza de paz e contentamento que ouro algum pode comprar (Pv 16:8, 16). CBASD, vol. 2, p. 859.
28 Cilícia. A Cilícia fica onde hoje é a atual Turquia. Bíblia de Genebra.
comerciantes do rei. O comércio é uma profissão honrosa e traz muitos ganhos justos e que valem a pena. No entanto, também oferece muitas tentações e, com frequência, se torna um caminho rápido para a ruína. À medida que o povo de Israel se tornava mais interessado em lucros mundanos, mais se afastava de Deus. A ambição ocupou o lugar da misericórdia, e os interesses egoístas eram satisfeitos em vez de os interesses comuns. CBASD, vol. 2, p. 860.
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1rs/9
Deus apareceu uma segunda vez a Salomão. Que privilégio para um ser humano ter uma conversa aberta com o Todo-Poderoso! Esta foi a aprovação e apreciação do Senhor por aquilo que Salomão havia feito. Deus ouviu a linda oração de Salomão! Ele ficou se agradou com o templo e prometeu estar ali para sempre!
Hirão, rei de Tiro forneceu a maior parte dos materiais para a construção do templo e em gratidão Salomão lhe deu grandes quantidades de produtos da colheita de Israel e lhe ofereceu 20 pequenas cidades na fronteira de Israel. Salomão foi um excelente organizador e planejador e realizou o que deveria ter feito.
Este capítulo nos revela que, na primeira fase do seu reinado, apesar de todas as riquezas e bens materiais que Salomão acumulou, ele nunca se esqueceu de adorar ao Senhor. Ele se entregou a Deus, era agradecido, e continuou a orar por si mesmo e pelo povo. E Deus o ouviu!
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=546
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Parafraseando Mark Twain que disse que “O homem que não lê não tem nenhuma vantagem sobre o homem que não sabe ler”, digo, “O cristão que não lê a Bíblia não tem nenhuma vantagem sobre o ateu que não a lê”.
John Piper declarou que “Deus não quer e não aceitará de nós uma religião que consiste em desejos fracos, insípidos e sem vida, que mal conseguem nos afastar da indiferença. Em Sua Palavra, Ele insiste que devemos ser fervorosos de espírito e participar ativamente, de coração, na religião”.
O capítulo demonstra que…
• Da mesma forma graciosa que Deus agiu com Caim diante do que ele poderia fazer se não cuidasse, incentivou Salomão a permanecer firme e ativo espiritualmente para seu próprio bem (vs. 1-9);
• Transações comerciais nos versos 10-21 e 26-28 revelam a riqueza que Salomão conquistou conforme Deus havia-lhe prometido na primeira vez que manifestou-Se em sonho (I Reis 3:4-15). Além disso, “o enriquecimento de Salomão é uma demonstração complementar do cumprimento da promessa de Deus a Davi”, relembra Kenneth A. Mathews.
• As alianças com pagãos como Hirão e com o Egito, de onde obtivera sua mulher, foi o início do declínio do grande sábio, assim como um dia começou o declínio de Sansão, o homem mais forte do mundo (vs. 10-24).
• A predição do profeta Samuel quanto à exigência de um rei faria que este exigisse trabalho forçado e recursos deles (I Samuel 8:11-12, 16). Embora Salomão não escravizasse nenhum conterrâneo, o povo de Deus trabalhava para ele e pagava-lhe pesados impostos (vs. 15, 22-23, 27).
• Salomão ainda preservava suas práticas religiosas apesar de seus intensos compromissos político e econômico do reino, o qual desenvolvia como nunca (v. 25).
“Inteireza de coração” é essencial para combater a superficialidade espiritual; e, “sinceridade” é fundamental para combater a hipocrisia. Sem inteireza de coração e sinceridade perante Deus é impossível viver conforme Seu elevado, nobre e promissor plano para nossa vida.
Deus quer adoradores genuínos, íntegros e fieis mais do que quer uma estrutura para adoração (vs. 6-8). Deus quer compromisso sério e duradouro. Ele quer relacionamento íntimo e contínuo. Não adianta ir à Casa de Deus sem antes tê-lO habitando nosso coração.
Avancemos da mediocridade espiritual para a profundidade espiritual! – Heber Toth Armí.
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“E o Senhor lhe disse: Ouvi a tua oração e a tua súplica que fizeste perante Mim; santifiquei a casa que edificaste, a fim de pôr ali o Meu nome para sempre; os Meus olhos e o Meu coração estarão ali todos os dias” (v.3).
Em Gibeão, o Senhor falou com Salomão em sonho e o abençoou com sabedoria e inteligência. Provavelmente, Deus tenha aparecido segunda vez a Salomão também em sonho, desta vez para responder à sua oração, confirmar com ele a aliança estabelecida com seu pai Davi, e deixar-lhe uma advertência acerca das terríveis consequências em caso de desobediência e idolatria. A sucessão do trono e a segurança da nação dependiam de um governo estabelecido sobre o firme fundamento do “Assim diz O Senhor”.
Os demais negócios de Salomão consistiam em acordos comerciais e políticos a nível internacional, e na organização da nação e de seus subordinados. Três vezes por ano oferecia sacrifícios e queimava incenso “sobre o altar perante o Senhor” (v.25), e sempre buscava formas diversas de enriquecer cada vez mais o seu reino. Contudo, o seu modo de vida começava a dar os primeiros passos para que fosse perdendo o seu prestígio na parte Norte de Israel, quando pagou o rei de Tiro com vinte de suas cidades.
Há um perigo que pode se tornar fatal por trás da fama e da riqueza. Mesmo cheio de sabedoria e de inteligência, Salomão abriu brechas em seu coração que foram minando todo o conhecimento com baixas paixões. Com as alianças internacionais através de casamentos em jugo desigual, surgiu a idolatria, e com o acúmulo de riquezas e paz nacional, o comodismo. E esses dois vilões quase significaram a morte eterna do homem mais sábio da terra.
Às vezes não se precisa ter muito dinheiro ou uma vida devassa para cair nos mesmos pecados. Basta ter os olhos e o coração nestas coisas para tornar a vida em densas trevas. Deus espera que Seus filhos andem diante dEle “com integridade de coração e com sinceridade” (v.4). Assim como Ele santificou o templo e pôs ali o Seu nome, “esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Ts.4:3). Como templos do Espírito Santo, somos chamados a olhar para onde Jesus está hoje, como nosso Sumo Sacerdote, purificando o Santíssimo dos nossos pecados para que possamos viver a ordem divina: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe.1:16).
Jesus não vem buscar um povo perfeccionista. Mas ele vem sim buscar um povo santo. Homens e mulheres, jovens e crianças que têm buscado fazer tudo o que o Senhor nos mandou, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). Que reconhecendo a sua condição de pecador e carente da glória de Deus, permite que o Espírito Santo faça a Sua obra diária até que seja completada no Dia de Cristo Jesus.
Não tem a ver apenas com aparência, amados. Tem a ver com essência. Porque a aparência de santidade precisa gritar para aparecer, mas a essência exala naturalmente “o bom perfume de Cristo” (2Co.2:15). Jesus disse: “Todo aquele que vem a Mim, e ouve as Minhas palavras, e as pratica, Eu vos mostrarei a quem é semelhante” (Lc.6:47). Simples assim! E até que Cristo volte e nos livre deste corpo mortal e corrupto: Vigiemos e oremos!
Bom dia, bom perfume de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1Reis9 #RPSP
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729 palavras
Este capítulo relata o segundo aparecimento de Deus a Salomão e as extraordinárias bênçãos que o rei recebeu por causa das promessas feitas a seu pai Davi. Andrews Study Bible.
3 santifiquei. Só Deus santifica. Sua presença torna tudo santo. O templo era santo porque Deus estava ali…. O sagrado é perceptível apenas espiritualmente. Pessoas de coração duro podem não perceber a diferença entre o sagrado e o profano. O santo sábado, a Palavra de Deus e a casa de adoração podem não lhes parecer diferentes das coisas comuns. O Céu pode estar bem próximo, mas não o podem perceber. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 849.
7 esta casa… lançarei longe da Minha presença. O templo em si não era inviolável. Sua permanência dependia da fidelidade de Israel a Deus. Andrews Study Bible.
10 Ao fim de vinte anos… Este versículo nos leva para o fim da primeira metade do reino de Salomão. Seguem-se algumas passagens para mostrar a grandeza que ele galgara naquele abençoado período, relatando, a seguir, como vivera nos vinte anos restantes em que, abusando de sua própria sabedoria, do seu poder e das suas riquezas, transformou-se em um déspota oriental (capítulos 10 a 12). Bíblia Shedd.
11 este lhe deu. Segundo o código mosaico, Salomão não tinha direito de dar essas cidades (Lv 25:223). São assim, porém, as necessidades criadas pela política secular: não raro as disposições da lei [infelizmente] são postas de lado. CBASD, vol. 2, p. 849.
13 irmão. A palavra [em hebraico] designa um sócio igualitário em um acordo/tratado. Andrews Study Bible.
Cabul assemelha-se à palavra hebraica que significa inútil. Nota textual NVI.
11-14 Estaria Salomão sendo injusto com Hirão? Não está claro, nestes versos, se Salomão deu estas cidades para Hirão, ou se foram entregues temporariamente como garantia até que pudesse pagar a Hirão pelo ouro que emprestara. De acordo com 2Cr 8:1, 2, as cidades foram devolvidas a Salomão. Em qualquer caso, Hirão teria preferido um pedaço de terra na costa para negociação (o nome que ele deu a estas cidades, Cabul, soam parecido com a palavra hebraica para “bom-para-nada”). Ao final, Hirão foi recebeu de volta muito mais como pagamento por esta parceria de negócios com Salomão (2Cr 9:10, 21). Tendo em vista que a Fenícia tinha relações amigáveis com Israel e dele dependia para grãos e azeite, o relacionamento de Hirão com Salomão era mais importante do que a dominação feudal sobre algumas cidades. Life Application Study Bible Kingsway.
14 cento e vinte talentos de ouro (ARA; NVI: “quatro mil e duzentos quilos de ouro”).
15 Milo. Ou aterro; também no v. 24. Nota textual NVI.
Conforme a cidade de Jerusalém foi se expandindo para o norte, ao longo da cadeia de Ofel, tornou-se necessário fazer obras de terraplanagem para servir de fortificação para a cidade. “Milo” (lit. “enchimento”) aparentemente foi uma estrutura dessas, construída a leste do palácio para preencher uma depressão (cf. v. 24; 11.27; 2Rs 12.20; 2Cr 32.5). Bíblia de Genebra.
16 Casamentos entre famílias reais eram comuns, mas isto não era endossado [aprovado] por Deus (Dt 17:17). Life Application Study Bible Kingsway.
19 desejou enfim edificar. No orgulho de sua ambição e prosperidade, Salomão se envolveu em vários projetos de construção. Uma descrição de alguns de seus ambiciosos planos está em Eclesiastes 2:4 a 10, que incluíam casas, vinhas, jardins, açudes: “tudo quanto desejaram os meus olhos”. Ansioso para superar as realizações gloriosas de todas as nações que o rodeavam, o ambicioso Salomão ocupou-se em projetos contrários aos propósitos divinos e aos interesses do estado. Os pesados fardos postos sobre o povo logo se tornaram intoleráveis e causaram descontentamento, amargura e, finalmente, revolta. CBASD, vol. 2, p. 849.
27 marinheiros. Naquela época, os israelitas dependiam da civilização de Tiro para tudo aquilo que não era comércio ou agricultura. Depois de séculos de escravidão no Egito, quarenta anos no deserto e mais quatro séculos de vida insegura, na época dos juízes, a “civilização” os despertara, e, gradativamente, foram assimilando o paganismo dos vizinhos mais “adiantados”. Salomão se entregara, então, à idolatria (11.1-8), e, 60 anos após a morte de Salomão, a rainha Jezabel, vinda de Tiro, quase extirpou os adoradores de Deus (16.31; 19.14). Bíblia de Genebra.
28 Ofir. A localização de Ofir é debatida (Jó 28.16; Sl 45.9; Is 13.12). As sugestões incluem a parte ocidental da Arábia, o cone da África e a Índia. Bíblia de Genebra.
Mas as viagens de três anos dos navios mercantis de Salomão (10.22) levam a crer que se tratava de uma localidade mais distante que o litoral da Arábia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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