Reavivados por Sua Palavra


2 REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de setembro de 2019, 0:05
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850 palavras

o rei, seu pai. Amazias restringiu a vingança àqueles que mataram seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Vale do Sal. O mesmo campo de batalha onde Davi anteriormente derrotara os edomitas (v. 2Sm. 8.13; 1 Cr 18.12; Sl 60, título), geralmente identificado como Arabá, diretamente ao sul do Mar Morto (Bíblia de Estudo Vida).
Sela. Este nome significa “rocha” e seu nome moderno é Petra. Na Bíblia este nome é sinônimo ao país de Edom (Andrews Study Bible).
8 Vem, meçamos armas (ARA; NVI: “Venha me enfrentar”). Desafio equivalente a uma declaração de guerra. Talvez fosse provocado pelas ações hostis das tropas mercenárias do Reino do Norte depois de terem sido demitidas do exército de Judá (c. 2Cr 25:10, 13) e pela recusa de Jeoás de fazer um pacto com Amazias por meio de um casamento (cf. v. 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Jeoás … respondeu. Em resposta, Jeoás lançou mão de uma fábula (v. Jz 9.8-15) na qual se representou como um cedro forte, e  Amazias como um espinheiro insignificante [cardo] que podia ser facilmente pisoteado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 Bete-Semes. Uma cidade 24 km a oeste de Jerusalém. Jeoás não esperou pelo ataque, mas enviou seus exércitos do sul, pretendendo se aproximar de Jerusalém pela antiga estrada que passava através do vale de Soreque. Essa é a rota seguida pela ferrovia de Jafa a Jerusalém, atualmente (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1028).
13. Jeoás capturou Amazias. É provável que Amazias fosse levado como prisioneiro para o Reino do Norte, onde permaneceu até ser solto para voltar a Judá depois da morte de Jeoás (cf. v. 15, 16) (Bíblia de Estudo Vida).
14 ouro … prata e todos os utensílio encontrados no templo … e nos depósitos do palácio real. O valor dos artigos despojados provavelmente não era grande, pois Joás, anterriormente, já tinha destituído o templo e o palácio a fim de pagar tributo a Hazael de Damasco. Bíblia de Estudo NVI Vida.
reféns. Estes prisioneiros foram selecionados dentre os proeminentes cidadãos do país. Dessa forma, os vencedores esperavam manter o bom comportamento dos derrotados (CBASD, vol. 2, p. 1028).
16 Jeroboão. É Jeroboão II, cujo reinado durou de 782 a.C até 753 a.C., trinta anos de prosperidade. É a época do profeta Amós, quando se fez realmente necessário ensinar o povo a não confiar demais nas riquezas de sua nação. Vinte anos depois, Israel tinha sido reduzido a quase nada (13.7). Doze anos depois, Jeroboão ainda estava reinando sobre os siros, 14.28. Aquela paz, vitória e prosperidade, entretanto, era o derradeiro descanso que precedia ao fim de Israel: é que o rei Tiglate-Pileser III, da Assíria (745-727 a.C.), haveria de capturar a Damasco, apenas vinte anos após a morte de Jeroboão, e, então, seu sucessor, Salmaneser III, já estaria aniquilando as pequenas potências ao noroeste de Israel, minando aquela falsa e efêmera paz de Israel (Bíblia Shedd).
21 Uzias. Outro nome do rei Azarias, que significa “o SENHOR é meu ajudador”. Bíblia de Estudo Andrews.
22 Elate. Uma cidade no golfo de Áqaba, próxima a Eziom-Geber (Dt 2:8), na terra de Edom (1Rs 9.26). […] Salomão utilizou essas instalações portuárias (1Rs 9:26; 2Cr 8.17,18).  (CBASD, vol. 2, p. 1029).
25 mar da Planície. O Mar Morto, ou Mar Salgado (CBASD, vol. 2, p. 1029).
Jonas. Esse foi o profeta enviado a Nínive [capital da Assíria] (Jn 1:1,2). Teve um ministério mais longo do que é apresentado no livro que leva seu nome. (CBASD, vol. 2, p. 1029).
Este profeta apoiou as expansões militares de Jeroboão. Bíblia de Estudo Andrews.
27 não dissera. O pecado dos israelitas ainda não atingira sua plena medida, e o Senhor, com sua misericórdia, estendeu à nação mais um período de graça, no qual ainda havia oportunidade de se arrepender. A persistência na apostasia, no entanto, traria o juízo certeiro (v. Am 4.2, 3; 6:14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
apagar o nome de Israel. Referência à imagem da lavagem de um rolo de papiro, deixando-o limpo para ser usado de novo. Bíblia de Estudo Andrews.
os livrou. Deus estava sendo gracioso com o reino pecador do norte, não porque o Seu povo se arrependera, mas por conta de Sua misericórdia (Andrews Study Bible).
Deus está dando a Israel a última oportunidade de se arrepender. Muitas vezes aplicara o teste da adversidade ao seu povo, para o fazer retornar a Ele, Jz 2.16-22. Agora veio o teste da prosperidade nacional: o livro de Amós nos mostra que falhara nesse teste, usando o poder econômico para oprimir os pobres, vivendo no luxo e transformando os cultos religiosos em festanças (Amós 6.1-7; 8.4-10). Muitas outras passagens daquele profeta mostram a carência de consciência social (Bíblia Shedd).
28 tudo quanto se fez. Jeroboão fez muito para fortalecer a nação, mas o registro de seu reinado é breve. O sucesso nacional foi seguido de orgulho nacional, condenado fortemente pelos profetas daquele tempo (Os 5:5; 7:10; Am 6:13) (CBASD, vol. 2, p. 1030).
Durante o reinado de Jeroboão, o Reino do Norte desfrutou de prosperidade material que em qualquer período desde o reinado de Davi e de Salomão. Infelizmente, também era um tempo de formalismo  religioso e de apostasia bem como de injustiça social (v. os livros de Amós e Oséias, que profetizaram durante o reinado de Jeroboão). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Iaudi. Ou Judá. Nota NVI.


2 REIS 13 by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/13

Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.

Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria! ” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. O rei obedece, mas para logo. O profeta, então, expressa frustração e raiva.

Como isto é pra você? Você é um cristão de três flechas? Você para em oração? Salvação? Fé? Testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?

Elias cavalgou para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte sendo levado por Deus! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem ganhe vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=572
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



2 REIS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
3 de setembro de 2019, 0:45
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Deus é bondoso, misericordioso e gracioso mais do que muitos crentes e teólogos imaginam…

O rei Jeoacaz em Israel vivia em meio à idolatria. A qual traz nefastas consequências. Sem proteção divina o povo sofre opressão. Por conseguinte, sem afastar-se dos pecados, apenas com desejo de obter vantagens, Jeocaz buscou a Deus por libertação. Resultado?

Deus atendeu Seu clamor mesmo sabendo que não haveria mudança de vida nele, nem nos apostatados israelitas (vs. 1-9).

• Os reis de Israel não são como os de Judá. Os reis de Israel vão de mal a pior. São piores que os reis de Judá.

Sem consultar a Deus, nossas escolhas e decisões não passam de besteiras que fazemos na vida. A vida de Jeoás foi manchada e marcada pelo pecado. Jeoás fez o mal perante os olhos do Senhor sem nunca afastar-se das funestas influências de Jeroboão (vs. 10-13).

• Como teria sido se cada rei de Israel tivesse a disposição de viver o ideal e a missão de Deus como Eliseu? E, o que seria de nós caso estivéssemos tão ávidos pelas coisas certas, espirituais e morais como esteve Eliseu?

Mesmo depois de morto, Eliseu impactou as pessoas (vs. 14-20). Contudo, ainda que a ressurreição de um defunto aconteceu ao apenas encostar nos ossos de Eliseu, o que mais me impressiona é que o profeta, que tinha porção dobrada do Espírito de Elias, morreu, não de morte natural, mas de uma doença (v. 14).

• Deus não cura todas as doenças nos Seus servos, por mais consagrados que sejam.
• Morrer doente não é falta de fé! Pelo contrário, fé é permanecer fiel a Deus ainda que Ele opte por não curar doenças.

Além disso, tem algo que me chama muito mais a atenção: Deus age promovendo o bem dos que andam chafurdando-se no pecado. Inacreditável!

1. Na época de Jeoacaz, Deus enviou um libertador para livrar Israel da opressão causada pela Síria, apesar da falta de reavivamento e reforma do rei e do povo (vs. 4-6).
2. Na época de Jeoás, Deus Lhe deu vitória três vezes contra Ben-Hadade e paz a Israel, mesmo não havendo conversão nem arrependimento dele (vs. 22-25).

Queridos amigos: Não ignore a Deus! Fale mais dEle! Testemunhe dEle profusamente! Anima-te! Compartilhe! – Heber Toth Armí.



2 REIS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de setembro de 2019, 0:45
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2REIS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de setembro de 2019, 0:30
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“Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v.23).

Por reiteradas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor, e todas as vezes em que as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais eu estudo o Antigo Testamento, mais eu consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus e a tragédia e infelicidade em andar longe dos Seus propósitos.

Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel não se emendava. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Deus respeitou o livre arbítrio do povo em confiar em seus deuses de paus e pedras. Mas uma súplica foi o bastante, uma oração, para Deus Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isto não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor, está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).

Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau diante dEle, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que mesmo em meio às dificuldades, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).

Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos. Pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão causada acerca do caráter de Deus Pai é que muitos aceitam e desejam a Jesus como seu Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como o seu Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro qual é a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai… o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).

Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, foi que foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18), não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). E logo após este verso diz que “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação. Vigiemos e oremos!

Bom dia, flechas da vitória do Senhor!

Desafio da semana: Como o foi com Jeoás, às vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus por nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. Convido o povo de Deus, onde quer que estiver, para nos ajuntarmos em uma assembleia solene, em jejum e oração, na quarta-feira, dia 04 de setembro. Clamemos pelo batismo do Espírito Santo, para que o Senhor nos use como Eliseu. Que mesmo depois da morte, nosso testemunho salve vidas.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Reis13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 REIS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
3 de setembro de 2019, 0:10
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2 REIS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de setembro de 2019, 0:05
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1240 palavras

Agora o fio da história abandona as narrativas sobre os profetas reformadores, para descrever a história de Israel até sua destruição. Bíblia Shedd.

pecados de Jeroboão. Ter colocado dois ídolos de ouro em Israel (1Rs 12.28-30) [idolatria]. Bíblia de Estudo Andrews.

a ira do SENHOR. A ira humana é irrazoável, cruel e vingativa. A ira de Deus é um sentimento diferente. Ao descrever Seu caráter aos eles humanos, Deus usa a linguagem humana e permite que os escritores bíblicos utilizem expressões que se aproximem do pensamento divino, mesmo que elas o transmitam de forma imperfeita. “Ira” é utilizada aqui para descrever a reação de Deus ao pecado. Incluir todos os elementos da resposta humana à provocação para compreender a palavra “ira”, quando aplicada a Deus, é violar a linguagem bíblica. … O ser humano tem uma concepção obscurecida de Deus. Em Cristo, Deus demonstrou Seu caráter ao mundo. Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai”(Jo 14:9). Para compreender de forma mais plena a natureza da “ira” de Deus é necessário estudar as reações de Jesus a situações que suscitaram Suas emoções. O comportamento dEle na purificação do templo (Jo 2:13-17) é uma demonstração de indignação, autoridade e poder. A repreensão aos fariseus (Mt 23) foi dada com lágrimas em Sua voz (DTN, 353). Há o choro angustiado sobre os judeus obstinados (Lc 19:41; DTN, 575, 587). Foi Ele quem dirigiu o destino de Israel nos dias de Jeoacaz. As aflições com a Síria foram permitidas por amor e na esperança de que a disciplina divina restauraria os instáveis israelitas à razão e a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1021, 1022.

Jeoacaz fez súplicas. Nenhum dos 19 reis foi genuinamente justo ou piedoso. Alguns buscaram ao Senhor, mas somente nas horas de calamidade nacional ou social, como se vê nos casos de Jeoacaz e Acabe (1 Rs 21.27-29). O car; ater místico do rei Jeú descreve-se em 2 Rs 10.29-31. O que Deus deseja é um verdadeiro arrependimento, seguido pela consagração total do coração (Rm 12.1-2; 2 Co 5.15). Bíblia Shedd.

Salvador. Aqui a palavra quer dizer um libertador político, e podia referir-se aos próprios assírios, que naquela época começaram a subjugar a Síria (Is 10.5-11). Bíblia Shedd. 

É possível que a referência seja a Adad-Nirari III, que, de acordo com o Cânon Epônimo assírio ou a lista limmu (ver p. 38, 139), gerou a Assíria de 810 a 782 a.C. No quinto ano de seu reinado, Adad-Nirari III escreveu sobre uma grande campanha no Mediterrâneo, durante a qual o rei da Síria se torno seu vassalo e foi forçado a pagar pesado tributo. Essa submissão da Síria à Assíria teria posto um fim às invasões da Síria contra Israel. CBASD, vol. 2, p. 1022.

poste-ídolo (ARA; NVI: “poste sagrado”). Objeto usado na adoração cananéia e edificado por Acabe. Bíblia de Estudo Andrews.

Samaria. Capital do reino do norte. Bíblia de Estudo Andrews.

dez carros de guerra. Só serviria para um pequeno contingente de polícia local. Segundo os anais de Salmaneser III, Acabe contribuíra com 2 mil carros de guerra à coligação de forças que se opunham aos assírios na batalha de Carcar em 853 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 havia de morrer.Segundo Reis não relata um ato sequer de Eliseu durante décadas. Bíblia de Estudo Andrews.

meu pai. Título de respeito e submissão. Bíblia de Estudo Andrews.

O idoso profeta era um tipo de pai sábio e compreensivo. Sempre que o rei se via em dificuldades, ia ao profeta em busca de orientação e apoio. Jeoás estava longe de ser justo, mas foi atraído a Eliseu e reconhecia nele um verdadeiro servo de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1023.

Carros de Israel seus cavaleiros! O mesmo título fora dado a Elias (2:12). Por ser o protetor de Israel Eliseu assumiu um papel ativo nas guerras. Bíblia de Estudo Andrews.

Jeoás usou a mesma expressão que brotara dos lábios de Eliseu quando viu Elias subir num redemoinho (2.11-12). Embora a história registra que Jeoás fora mau, ele não podia deixar de lamentar a perda do poder espiritual e moral que a nação sofreria com a morte do grande profeta. O sentido da exclamação equivalia dizer que as vitórias políticas e militares que Israel obtinha eram devidas às orações de Eliseu e aos seus conselhos (6.8-23). Bíblia Shedd.

15 Então lhe disse Elizeu. A resposta de Elizeu à lamentação do rei foi profetizar-lhe vitórias nos anos seguintes, em proporção a fé demonstrada naquela entrevista (17-19). Bíblia Shedd.

16 pôs suas mãos sobre as mãos do rei. Com esse ato simbólico, Eliseu indicou que Jeoás devia lutar – tendo sobre ele a bênção divina – contra os arameus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 Flecha da vitória. Uma declaração de guerra, naqueles tempos, muitas vezes, era feita atirando-se uma flecha dentro do território inimigo. Bíblia Shedd.

a janela que dá pro leste (NVI; ARA: “para o oriente”). Essa janela abria-se para o lado da região controlada pela Síria. Bíblia de Genebra.

Dava vista para a Transjordânia, que estava sob o controle dos arameus e Ben-Hadade II. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 atira contra a terra. Este foi outro ato simbólico para indicar que a vitória sobre a Síria não seria fácil. A libertação completa não viria senão como resultado de esforço longo e constante. O rei estava sendo constante. CBASD, vol. 2, p. 1023.

18 golpeou o chão três vezes e parou. De alguma maneira, Jeoás deixou de perceber o sentido interior que o profeta o estava exortando a fazer. Eliseu considerou que Jeoás era claramente culpado pela sua falta de entusiasmo. Bíblia de Genebra.

O entusiasmo moderado com que a ordem de Eliseu foi obedecida refletia zelo insuficiente para realizar a tarefa proclamada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jeoás parou cedo demais. Foi-lhe dito que atirasse no chão, mas ele decidiria quantas vezes atiraria. Isto determinaria o resultado final. Se ele fosse agressivo e determinado, perseverando até alcançar o objetivo, obteria completa vitória sobre seu inimigo e a Síria nunca mais seria uma ameaça a Israel. CBASD, vol. 2, p. 1023.

siros. Ou, sírios, nome grego para os habitantes da terra de Arã, localizada ao norte de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.

20 moabitas. Habitantes da terra localizada a leste do mar Morto. Os coabitas eram descendentes de Ló, sobrinho de Abraão. Bíblia de Estudo Andrews.

à entrada do ano. Ou, “na primavera do ano”, época em que os reis saíam para a guerra. Bíblia de Estudo Andrews.

21 sepultura de Eliseu. Ele foi enterrado em uma caverna. … por meio deste milagre, Deus chamou a atenção a atenção do povo para a Fonte do poder do falecido profeta. Bíblia de Estudo Andrews.

Reviveu. Este milagre teve um efeito profundo sobre os que o testemunharam e sobre os que se relacionariam com ele mais tarde. Era tempo de sofrimento e angústia. Os moabitas faziam expedições na terra e roubavam as novas colheitas. Era uma época em que as pessoas poderiam perguntar: Onde está o Deus de Eliseu? Onde estão os milagres do passado? A ressurreição do corpo evidenciou que o Deus de Israel não estava morto. Ele estava disposto a operar milagres. Se as pessoas dessem atenção às mensagens do profeta, Deus mais uma vez concederia vitória sobre o intruso e restauraria a segurança à região. CBASD, vol. 2, p. 1024.

23 Ele não se dispôs a destrui-los ou a eliminá-los. O Senhor, na sua misericórdia e graça, era longânime com o seu povo e refreou-se de implementar maldição conforme a aliança: o exílio para longe de Canaã. Esse adiamento do juízo forneceu a Israel a oportunidade de se arrepender e voltar à fidelidade segundo a aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

 



2 REIS 12 by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2rs/12

Joás estava ansioso para reparar o templo de Deus. Então pediu aos sacerdotes que recolhessem dinheiro e deu também a sua oferta.

Dinheiro mal utilizado pode causar dor e sofrimento para muitos (1Tm 6:10 NVI). A Bíblia registra os passos tomados pelo sacerdote Joiada para seu controle e uso correto:
1. Uma caixa especial para recolher a oferta.
2. Sacerdotes guardavam a entrada.
3. O dinheiro era contado, trazido para o templo e colocado em sacos.
4. O valor do salário do trabalhador era determinado.
5. O dinheiro era dado aos supervisores para pagar os salários e para todos os itens relacionados com a reforma.
6. O uso do dinheiro era determinado e não podia ser alterado.

Todas estas cuidadosas medidas visavam garantir que o dinheiro de Deus fosse bem gasto. No entanto, a parte mais interessante está no versículo 15: “Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade” (NVI). Os supervisores estavam numa posição que lhes permitiria enganar os seus trabalhadores, mas porque eles eram confiáveis, obviamente tratavam os trabalhadores com honestidade e integridade.

Que o Senhor nos permita desenvolver este tipo de atmosfera de confiança no nosso ambiente de trabalho. E que sejamos honestos conosco mesmos ao lidar com dinheiro.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=571
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



2 REIS 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
2 de setembro de 2019, 0:45
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2 REIS 12 – COMENTÁRIO P HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de setembro de 2019, 0:45
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II REIS 12 – Ao desviarmos de Deus deixamos de ser o que deveríamos ter sido. Deixando de confiar em Deus deixamos de viver o ideal do Céu para viver o ideal do inferno.

“O rei Joás deveria ter sido um líder forte e estável. Se é verdade que Joás exerceu autoridade, por trás dos bastidores, porém, ele era conduzido. Em vez de ter influência dominadora, ele era engolido pelas influências que o cercavam. A vida de Joás nos ensina que seguir fielmente a Deus não é uma questão passiva. Exige iniciativa coerente e corajosa” (Jim Zackrison).

1. Joás, com sete anos assumiu o trono, esteve em ascensão desde o início; além da reforma espiritual eliminando a adoração espúria, incentivou os sacerdotes a revitalizarem ao Templo (vs. 1-5).

2. Joás, ao observar que após ter passado alguns anos sem nenhuma reforma no templo, ele cria estratégias de arrecadar fundos para fazer as melhorias na casa do Senhor (vs. 6-16).

3. Joás, anos depois cedeu à pressão e pagou tributo com utensílios do templo ao rei Hazazel, desviando-se assim da proteção e direção de Deus; o que resultou em seu assassinato trágico (vs. 17-21).

“O povo de Deus, que fora redimido da escravidão egípcia, devia permanecer politicamente livre para ter liberdade de culto a Deus. Agitações políticas fizeram com que oficiais do governo assassinassem Joás” (Kenneth A. Mathews).

• Os desafios do mundo podem ser o trampolim para mais confiança em Deus ou para a decisão própria que resultará na própria destruição.

• É muito perigoso viver para Deus neste mundo cheio de inimigos de Deus, mas ignorar a Deus diante das pressões da vida é bem pior.

• Agir corretamente não significa agradar pessoas que exploram, mas viver para o Deus que ama, liberta, abençoe e protege.

• É bem melhor, mais vantajoso e honroso morrer por fazer a vontade de Deus do que fazendo a própria vontade; pior ainda, é morrer fazendo a vontade dos pecadores.

• Deixar de confiar em Deus significa concessão a decisões que parecem seguras, mas só parecem.

Joás começou bem, mas terminou mal: Triste fim… que poderia ser bom! A falta de confiança em Deus diante das pressões do mundo são caminhos que desviam-nos de um fim honroso. Portanto, coloque sempre tua confiança em Deus! – Heber Toth Armí.