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Comentário devocional:
Este capítulo poderia ser chamado de “O fim de Gogue e Magogue” ou “A destruição das forças do mal”. O enorme exército que marcha contra Israel é destruído pela ação de Deus.
Poucos anos antes de Ezequiel receber esta visão, os inimigos – assírios e babilônios – chegaram à Palestina pelo Norte e Deus lhes permitiu que conquistassem Israel por causa de seu pecado. Gogue e Magogue, um inimigo maior ainda, também vem do norte. E Israel busca a Deus por salvação. Ezequiel mostra o poder das forças inimigas. Porém o exército de Deus demonstra um poder ainda maior. As armas capturadas de Gogue fornecem dois anos de lenha para o povo de Deus. Há tantos cadáveres dos soldados inimigos que são necessários sete meses para enterrá-los.
O resultado final de tudo isso retorna ao tema de Ezequiel: Israel entenderá que foi o próprio Deus que os enviou ao cativeiro e agora os levará de volta e os protegerá. Então as nações saberão que o Senhor é Deus (verso 20).
Além disso, o espírito de Deus será derramado sobre Israel (verso 29).
Não há inimigo tão grande, nenhum mal tão grande que Deus não possa derrotá-lo. Se, como Israel, você está cativo por causa de seu pecado, Deus é suficientemente grande e gracioso para salvá-lo e você vai ter a certeza de que Ele é Deus.
Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/39/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 39
Comentário em áudio
Filed under: confiança em Deus, Egito, poder de Deus, profecias | Tags: Reino de Deus
Comentário Devocional:
A mensagem de aviso de Deus, através de Ezequiel, para o Egito é: Não acredite que a mesma desgraça não possa acontecer com você! Pense na Assíria, uma grande árvore, mais maravilhosa do que qualquer outra no jardim de Deus. No entanto, ela caiu e isso afetou toda a floresta!
Que bênção uma árvore pode ser! Frutas, sombra, moradia para os pássaros e madeira. As Escrituras não se opõem aos governos humanos. Deus simplesmente pede para que eles ocupem o seu verdadeiro lugar na floresta e evitem o orgulho.
Esta história é familiar para outros reinos. Nabucodonosor também foi cortado como uma árvore. Ferro e bronze foram amarrados ao redor do toco restante para preservar a sua vida. Após sete anos de insanidade, ele foi restaurado ao trono (Dan 4).
Não aconteceu diferente com a casa de Davi. Os reis de Israel e Judá foram depostos e mortos. Contudo, a partir do tronco de Jessé brotará nova vida (Is 11:1). Isto se aplica ao verdadeiro filho de Davi, Jesus de Nazaré, o Messias. Seu reino jamais terá fim.
Jesus também falou de reinos e plantas. Lembre-se que Ele comparou Seu reino à mostarda: “O Reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor dentre todas as sementes, quando cresce torna-se uma das maiores plantas, e atinge a altura de uma árvore, de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos.” (Mat 13:31,32 NVI).
O quê? Uma frágil semente de mostarda pode se tornar a mais importante vegetação da floresta, mais ainda que os poderosos cedros? Na verdade, pode. Segundo as palavras de Jesus em Mateus 13, o reino de Deus vem sem demonstração de força humana ou exibição de qualquer tipo. No entanto, traz bênçãos sem medida.
Quando os cedros nos atrairem, que a nossa fé permaneça em Jesus Cristo, o verdadeiro filho de Jessé.
Ross Cole
Avondale College, Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/31/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 31
Comentário em áudio
Comentário devocional:
A expressão “Dia do Senhor” é algo que nós, como cristãos, aplicamos especialmente para a segunda vinda de Jesus (2 Tess 2:2). No entanto, o final definitivo tem seu precedente histórico. Para o Egito, o “dia do Senhor” havia chegado.
Amós é o primeiro escritor da Bíblia a usar esta linguagem, aplicando-a a Jerusalém. E ele garante aos seus leitores que não será um dia agradável.
“O que pensam vocês do dia do Senhor?
Será dia de trevas, não de luz.
Será como se um homem fugisse de um leão e encontrasse um urso;
como alguém que entrasse em sua casa e,
encostando a mão na parede, fosse picado por uma serpente.
O dia do Senhor será de trevas e não de luz.
Uma escuridão total, sem um raio de claridade”
(Amós 5:18-20 NVI).
Na época de Ezequiel, o “dia do Senhor” traria nuvens e desgraça a Jerusalém e ao Egito. Não haveria meio de escapar da força da Babilônia.
Bíceps bem desenvolvidos são geralmente vistos como uma característica atraente em um homem hoje. Para um governante no mundo antigo eram um sinal de grande capacidade militar. Deste modo, Faraó “perdera o uso de um braço” – foi enfraquecido-, e o Senhor em breve tornaria o outro braço inútil. Por outro lado, Ele iria fortalecer os dois braços da Babilônia como Seu instrumento.
O destino das nações está nas mãos do Senhor. Seus líderes apenas acham que tem a palavra final.
É preciso muita sabedoria para entender o funcionamento da história e saber de antemão quem serão os vencedores e os derrotados em um determinado cenário e assim decidir quando resistir e quando ficar quieto. Mesmo assim, o desfecho de um conflito é totalmente imprevisível aos olhos humanos. Apesar disso, para os homens é muito mais fácil se apoiar no poder humano visível do que no braço do Deus invisível. Que hoje e sempre possamos confiar na sabedoria e no braço poderoso do nosso Deus e não na força e visão limitados do homem.
Ross Cole
Avondale College, Australia
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/30/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Ezequiel 30
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Babilônia não foi o único poder com quem a Jerusalém da época de Ezequiel havia se prostituído. O Egito foi outro. Quando você sofre debaixo de duas nações, às vezes você tem que escolher um opressor para que este o defenda do outro. No entanto, quando os judeus buscaram a proteção dos egípcios, estes trairam Judá. Para Jerusalém, o Egito tornou-se como um dos juncos ao longo das margens do Nilo. Quando Judá se inclinou para ele, o Egito se quebrou.
O Egito vai pagar o preço. Ele é como um dos crocodilos gigantes pelos quais ele se tornou famoso. Ele é terrível, mas será levado cativo pelos maxilares e seu corpo será deixado como carne para os animais selvagens.
Ele atribuiu a si mesmo os poderes do Criador. No entanto todo mundo saberá que Yawheh é o criador do Nilo, não o Egito, quando suas cidades sofrerem por quarenta anos, assim como as cidades de Judá, por setenta anos.
Contudo, Deus restaurou o Egito, assim como Ele restaurou Judá. Quão gracioso Ele é! Mas nunca Seu povo confiaria neste junco. Os egípcios serão curados de seus caminhos idólatras.
Este capítulo é composto por dois oráculos com um intervalo entre eles de quase 17 anos. Os versos 1 a 17 pintam um quadro geral; os versos 17 a 21 são mais específicos. O cerco de Tiro por Nabucodonosor estendeu-se por um período longo demais, deixando um despojo muito pequeno para ele e para o seu exército. No entanto, o Egito constituiria uma recompensa compensatória mais do que adequada. Mas Israel recuperaria o poder e saberia quem o Senhor realmente é! (v. 20).
Na ascensão e queda de nações, vemos a mão divina. Seus caminhos são misteriosos, mas eles não são arbitrários ou impulsivos. No final, todos saberão quem é verdadeiramente o Senhor.
E nós, o que faremos em nossas vidas, onde cada aliado falso é como um junco quebrado? Aprendamos a nos apoiar no braço forte invisível de Deus e não deixemos que a visibilidade dos seres humanos fortes nos esmague.
Ross Cole
Avondale College, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/29/
Traduzido por JDS/GASQ/JDS
Texto bíblico: Ezequiel 29
Comentário em áudio
Comentário devocional:
Comentários selecionados:
1 No princípio, criou Deus os céus e a terra. “Este verso é o fundamento teológico de Gênesis e – por extensão – da Escritura. Deus (em contraste ao ateísmo) criou sozinho (em contraste ao politeísmo) e domina sobre a criação (em contraste ao panteísmo). Os leitores são lembrados que a matéria teve um início (em oposição ao materialismo) e que a realidade definitiva é Deus (não a humanidade).” (Andrews Study Bible).
4 boa. Julgamento divino da criação. aparece com um resumo de todos os dias, exceto para o segundo (v. 10, 12, 18, 21, 25, 31). “Bom” indica que a criação funcionava do modo como Deus a projetara, que tinha qualidades estéticas e força moral (Andrews Study Bible).
26 A criação da humanidade segue um padrão diferente. Um pessoal “Façamos” é incluído, diferentemente dos comandos anteriores. A pluralidade do comando apóia a pluralidade da divindade, mesmo que não se refira especificamente à Trindade. Sobre o papel de Cristo na criação, veja Jo. 1:3; Ef. 3:9; Col. 1:16; Heb. 1.2. Sobre a presença do Espírito Santo na criação, veja Gên. 1:2. Para mais sobre a Trindade, veja Mat. 28:19 (Andrews Study Bible).
31 muito bom. Esta avaliação não se reflete somente sobre o sexto dia, mas sobre “toda” a criação, incluindo a matéria. Portanto, a sugestão de que a matéria é boa enquanto o espírito é bom cria uma falsa dicotomia (Andrews Study Bible).