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1 Para onde. As filhas de Jerusalém conversam com a noiva para ver o que mais ela tem a dizer. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1268.
2 Desceu ao seu jardim. A ansiedade devido à perda do amado se foi. Ela sabe que ele está ocupado em outro lugar. Nada aconteceu para perturbar a felicidade deles. CBASD, vol. 3, p. 1268.
4 Como Tirza. Nos v. 4 a 10, Salomāo faz generosos elogios à sua noiva. Tirza … Sem dúvida era notável por sua beleza. CBASD, vol. 3, p. 1268.
Aprazível como Jerusalém. Salomão estabelece uma comparação entre a capital de seu reino no sul da Palestina e sua noiva, para destacar a notável graça desta. Jerusalém era admirada por sua beleza (ver Sl 48:2; 50:2; Lm 2:15). CBASD, vol. 3, p. 1268.
8 Alguns argumentam que a referência a “sessenta rainhas e oitenta concubinas” (v. 8 NVI) indica que o Cântico dos Cânticos foi escrito depois de Salomão aderiu à poligamia. Mas não há evidências de que nos primeiros vinte anos do reinado de Salomão tenha tido mais de uma esposa (ver 1 Reis 3:1; 6:38; 7:1, 8; 9:10, 24), e Cantares pressupõe uma relação exclusiva entre Salomão e a Sulamita (por exemplo, 2:2, 3, 16; 5:10; 6:3; 7:10; 8:6-7). Richard M. Davidson, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/6/ acesso em 17/05/2017.
10 Formidável como um exército. Força e beleza estão combinadas neste verso numa descrição bem aplicável à igreja (ver PR, 725; AA, 91). Alguns crêem que a pergunta deste verso é feito pelas damas da corte quando vislumbraram a Sulamita pela primeira vez. CBASD, vol. 3, p. 1268.
12 Meu nobre povo. A tradução literal seria “meu povo, meu nobre”. A noiva se imagina sendo erguida e colocada em uma carruagem ao lado de Salomāo. CBASD, vol. 3, p. 1268.
13 Volta, ó Sulamita. Talvez esta declaração tenha sido feita pelos membros do cortejo, que expressaram um desejo de ver melhor aquela que reconheciam como rainha. CBASD, vol. 3, p. 1268, 1269.
Por que quereis contemplar …? Uma encantadora expressão de modéstia. CBASD, vol. 3, p. 1269.
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Comentário devocional:
O primeiro sonho da Sulamita, em Cantares 3:1-6, apresenta primeiro a ausência do amado e, logo após, a sua presença. No sonho correspondente, no capítulo 5 (versos 2-8), o amado primeiro está presente e, em seguida, ausente.
Este sonho talvez aponte para os problemas que surgiram no começo do casamento (Salomão chegando tarde da noite e a falta de interesse da esposa). Os versos de 5:9 a 6:13 podem significar uma tentativa de resolver esses problemas através de uma mudança de atitude e ação.
Em nosso casamento iremos enfrentar desafios relacionais, mas pela graça de Deus, podemos encontrar soluções que resultarão em casamentos ainda mais fortes e mais felizes.
A Sulamita descreve com eloquência as qualidades de seu marido (versos 10-16). Ela retrata Salomão, filho de Davi, como “o mais distinguido entre dez mil” e “totalmente desejável” (versos 10 e 16 ARA). Estas frases são também particularmente aplicáveis a Jesus, o Messias, o prometido Filho de Davi (AA 275; PJ 339, etc.). Veja quão similar é a fraseologia que descreve o Messias no Salmo 45:2.
Neste capítulo vamos encontrar marido e mulher se referindo a seu cônjuge com nomes carinhosos. Ele a chama de “minha querida, minha pomba, minha mulher ideal” (v. 2 NVI). Ela o chama de “meu amado, …meu querido”(v. 16 NVI). Ao longo de Cantares os amantes empregam pelo menos catorze diferentes termos carinhosos para se referirem um ao outro!
Senhor, obrigado por minha querida esposa. E muito obrigado por Jesus, Aquele que é “o mais distinguido entre dez mil” e “totalmente desejável”. Que todos nós olhemos mais constantemente para Seus incomparáveis atrativos e assim sejamos transformados mais e mais à Sua semelhança ! Amém.
Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/5, https://www.revivalandreformation.org/?id=922 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/5/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/21
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 5 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1 Entrei no meu jardim. Este verso deveria estar no capítulo anterior, pois é a resposta de Salomāo ao consentimento da donzela em se casar com ele. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1267.
Comei e bebei, amigos. Palavras sem dúvida dirigidas aos convidados, na festa do casamento. CBASD, vol. 3, p. 1267.
2 Eu dormia. Aqui começa uma nova seção. A noiva relata um sonho agitado. Ela sonha que seu amado foi até ela à noite e, num momento de demora, ela o perdeu. Algo similar a sonho já narrado no cap. 3:1 a 5, mas aqui a ênfase é colocada na angústia e, no outro sonho, no feliz desenlace. CBASD, vol. 3, p. 1267.
3 Já despi a minha túnica. Ela parece dizer: “Já me aprontei para dormir, nāo me incomode.” CBASD, vol. 3, p. 1267.
4 O meu amado colocou a mão por uma fresta da porta (ARC). Estas palavras [da porta] foram acrescentadas e, talvez, corretamente [nesta versão, a ARC]. Alguns supõem que ele estendeu sua māo através da janela gradeada da casa dela. CBASD, vol. 3, p. 1267.
5 Levantei-me. Possivelmente ainda no sonho. CBASD, vol. 3, p. 1267.
Quando, antes, ele me falou. Pode-se imaginar uma expressão de desapontamento ao ver que o amado partiu. CBASD, vol. 3, p. 1267.
Busquei-o. Possivelmente ainda no agitado sonho. CBASD, vol. 3, p. 1267.
7 Tiraram-me o manto. Evidentemente para ver quem ela era. CBASD, vol. 3, p. 1267.
8 Filhas de Jerusalém. No sonho ela se vê abordando as filhas de Jerusalém para que a ajudem a encontrar seu amado. CBASD, vol. 3, p. 1267.
10 O mais distinguido entre dez mil. Um título adequado para Cristo (ver DTN, 827; MDC, 43, 49, 64; PJ, 339). CBASD, vol. 3, p. 1267.
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Comentário devocional:
O capítulo 4 (e o primeiro verso do capítulo 5) retrata a cerimônia de casamento entre Salomão e sua noiva.
Tanto a noiva quanto o noivo descrevem a beleza da pessoa amada com louvor exuberante, aqui e mais adiante no livro (4:1-7, 8-15; 5:10-16; 6:4-10; 7:1-9 ), de modo similar às canções de louvor (chamadas wasfs), dos atuais casamentos rurais na Síria. As mútuas descrições de beleza da pessoa amada nem sempre se referem à beleza física, mas muitas vezes retratam as qualidades morais admiráveis dos amantes.
A descrição de Salomão de sua noiva: “Você é toda linda, minha querida; em você não há defeito algum” (v. 7, NVI) encontra eco na descrição que Paulo faz da noiva de Cristo, a igreja (Efésios 5:27).
A expressão “jardim fechado”, utilizada por Salomão para referir-se à sua noiva no verso 12, denota virgindade. No Cântico dos Cânticos a relação sexual entre os amantes ocorre apenas no contexto do compromisso do casamento. Este verso é um forte incentivo para a abstinência sexual até o casamento.
A noiva convida seu noivo (Salomão) a vir e participar dos frutos do jardim dela (agora dele!) (verso 16), e o noivo alegremente aceita o convite (5:1). Isso equivale à cerimônia pública atual da troca de alianças e dos votos de casamento em que a noiva convida e o noivo aceita, de bom grado, completar a aliança de casamento através da união sexual. Na parte final do verso (5:1) é a autoridade da voz do próprio Deus que pronuncia uma bênção sobre o casamento recém concluído, assim como Ele pessoalmente oficiou e abençoou o primeiro casamento no Jardim do Éden (Gênesis 2:22-24).
Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/4, https://www.revivalandreformation.org/?id=921 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/4/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/20
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1 És formosa. Até aqui, a principal interlocutora dos Cânticos tem sido a donzela sulamita. A partir deste verso, inicia-se o discurso mais extenso do noivo. As lembranças visam exaltar a beleza da noiva e culminam com uma proposta de casamento [8-15], que ela aceita [v. 16]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1265.
Como o rebanho de cabras. Os cabelos dela são negros e macios, como os pelos das cabras da Palestina que, em sua maioria, possuíam pelagem negra ou marrom escura. CBASD, vol. 3, p. 1265.
2 Rebanho de dentes … nenhuma delas há sem crias. É bela a brancura de dentes, bem formados e simétricos, dos quais não há falta de nenhum. CBASD, vol. 3, p. 1265.
7 Tu és formosa. Você é encantadora, não tem nenhum defeito. Apresenta-se a Jesus como dizendo estas palavras à Sua noiva, a igreja (ver CBV, 356; MDC, 64). CBASD, vol. 3, p. 1265.
8 Amana. Cordilheira do Antilíbano [região do Líbano]. CBASD, vol. 3, p. 1265.
Vem comigo do Líbano, … olha de cima do Amana… Senir… Hermon [Senir e Hermon, montes do norte de Israel]. Salomão quer que a donzela sulamita deixe todas as lindas montanhas de seu país ao norte. CBASD, vol. 3, p. 1266.
10 Teu amor. Literalmente, “teus amores”, isto é, as muitas atenções e manifestações de amor (ver Ct 1:2). CBASD, vol. 3, p. 1266.
15 Poço de águas vivas. A linguagem deste verso tem sido usada para ilustrar as correntes perenes e refrescantes que se podem obter da Palavra de Deus (ver PR, 4112; PR, 234). CBASD, vol. 3, p. 1266.
16 Venha … para o seu jardim. Esta é a resposta da sulamita. ela convida o noivo a entrar em seu jardim e comer de seus frutos. CBASD, vol. 3, p. 1266.
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Comentário devocional:
Este capítulo contém o primeiro dos dois sonhos da Sulamita, dos quais este (versos 1-6) ocorre antes de seu casamento e o outro (5:2-8) depois. Aqui ela sonha que está ansiosamente procurando por seu amado, e finalmente o encontra. O tema “ausência – presença” é, portanto, destacado na canção. Tal como acontece com o primeiro casal no Jardim do Éden, os amantes precisam um do outro para serem completos e inteiros!
Aqui e em outros lugares de Cantares encontramos evidências de uma relação de igualdade em que a mulher é tão ativa quanto o homem em tomar a iniciativa na construção do relacionamento.
Em sua aplicação espiritual, estes versos retratam o amor ardente que Deus deseja que tenhamos por Ele, um amor que O busca e não O deixa ir!
O Cântico dos Cânticos realmente fornece um “Guia Bíblico para o Amor Conjugal”, com princípios práticos ligados a cada fase do relacionamento amoroso.
Ênfase especial é dada aos vários tipos de intimidade que Deus deseja que experimentemos em nosso casamento. Algumas áreas em que a intimidade pode ser desenvolvida são: física, emocional, intelectual, valorização da beleza, criatividade, lazer, trabalho, a crise e o conflito que levam ao ajuste e crescimento, o compromisso espiritual e a comunicação.
Senhor, guia-me a um relacionamento íntimo com minha esposa que envolva todos os aspectos do nosso ser, e a uma caminhada mais constante e íntima conTigo! Amém.
Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/3, https://www.revivalandreformation.org/?id=920 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/3/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/19
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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1 De noite. Os v. 1 a 5 podem ser melhor explicados como o relato de um sonho em que a donzela, momentaneamente, perdeu seu amado. Contudo, a separação foi breve e o reencontro, feliz. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1263.
4 Casa de minha mãe. A noiva sonha que o casamento se realiza, não na câmara nupcial do palácio de Salomão, mas em seu próprio lar. CBASD, vol. 3, p. 1263.
6 Quem é isso que sobe? Começa uma nova seção que descreve o cortejo real. … a noiva pode ser aquela que observa a aproximação do cortejo e, como testemunha ocular, descreve a impressionante demonstração. CBASD, vol. 3, p. 1264.
Deserto. Do heb. midbar, que pode significar simplesmente uma pastagem ou um espaço aberto. CBASD, vol. 3, p. 1264.
Como colunas de fumaça. Isso possivelmente se refere ao costume de ir adiante da comitiva, perfumando o caminho com incenso. Este era um costume oriental. CBASD, vol. 3, p. 1264.
7. Liteira. Do heb mittah, um sofá para sentar, reclinar ou repousar. O contexto sugere que, neste verso, o termo se refere à liteira na qual Salomão era carregado. CBASD, vol. 3, p. 1264.
Sessenta valentes. Estes eram os guardas que cercavam o pavilhão do noivo. A segurança do principal governante requeria a constante vigilância de uma guarda. CBASD, vol. 3, p. 1264.
10 Colunas. Provavelmente os pés da cama ou cantoneiras feitas de prata maciça ou revestidas de prata. As carruagens reais eram ricamente adornadas. CBASD, vol. 3, p. 1264.
Tudo interiormente ornado com amor pelas filhas de Jerusalém. Uma tradução livre seria: “o interior foi decorado com uma marca de amor pelas filhas de Jerusalém”. Ornar com amor pode se referir aos versos bordados pelas filhas de Jerusalém na colchas, cortinas ou tapete como expressão de seu amor pelo rei Salomão e sua noiva. CBASD, vol. 3, p. 1264.
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 3 – Estamos no terceiro capítulo deste livro romântico; no qual, conforme Tremper Longman, constam nele mais dois poemas:
• Poema nove: Procurar e (não) encontrar (vs. 1-5);
• Poema dez: Procissão de boda real (vs. 6-11).
O amor romântico é extasiante (Provérbios 5:15-19). As habilidades de dar e sentir amor foram inseridas em nosso coração pelo Criador. E, num mundo onde tudo ficou depravado devido ao pecado, Deus desperta amor verdadeiro, sincero, puro e nobre em nosso coração.
No livro em apreço, temos o seguinte esboço, conforme Warren W. Wiersbe:
1. Expectativa: O namoro (1:1-3:5);
2. Consumação: As núpcias (3:6-5:1);
3. Celebração: O matrimônio (5:2-8:14).
No capítulo em questão, avança-se da fase do namoro para as núpcias. No namoro bíblico não há intimidade sexual; na cama só dorme um, porém, sonha-se com casamento. Contudo, Deus precisa conduzir tudo (vs. 1-5).
“A palavra ‘amor’ é usada no plural em 1:2 e 4; 4:10 e 7:12, e pode ser traduzida por ‘amar’ ou ‘fazer amor’, referindo-se às ações do rei e não apenas aos seus sentimentos para com a amada. Porém, a Sulamita e o rei só consumaram seu amor depois do casamento (4:12-5:1). O sexo antes do casamento não era considerado aceitável em Israel. Se a noiva era acusada de pecado pré-conjugal, ela e seus pais deviam apresentar provas públicas da sua virgindade (Dt 22:13-21)” – explica Wiersbe.
A banalização do amor levou à banalização da sexualidade; consequentemente, ser virgem já não é valorizado como Deus planejou. A partir daí, as núpcias não têm tanto valor, a mesma ênfase e o mesmo êxtase, muito menos o mesmo significado nobre, espiritual e divino que deveria ter (vs. 6-11).
Segundo Richard S. Hess, estamos lidando com amor e matrimônio no centro do livro de Cântico dos cânticos. Esse centro inicia em 3:6 e conclui em 5:1.
Reflita: NAMORO…
• …período que antecede ao casamento.
• …é importante, não deve ser banalizado pelo “ficar”; deve ter intencionalidade de formar um lar.
• …não é casamento, nem “test drive” sexual; seu objetivo é o conhecimento do sexo oposto a fim de avaliar a possibilidade de casar.
• …com sexo é o caminho que Deus não traçou. Como querer que o casamento dê certo se o começo foi errado?
Concordas com estas revelações? Compartilhe! – Heber Toth Armí.
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Comentário devocional:
O segundo capítulo retrata poderosamente a relação de amor entre Salomão e sua amada durante o namoro. Usando exemplos da natureza, a Sulamita descreve sua comunhão íntima com Salomão (v. 3). Este retrato da intimidade humana revela a nossa necessidade de termos semelhante intimidade com Cristo:
“Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, sentando-nos em Sua companhia – tal é a nossa necessidade. Felizes serão os filhos de nossos lares e estudantes de nossas escolas quando pais e professores aprenderem em sua própria vida a preciosa experiência descrita nestas palavras dos Cantares de Salomão:
‘Qual a macieira entre as árvores do bosque,
Tal é o meu Amado entre os filhos;
Desejo muito a Sua sombra e debaixo dela me assento;
E o Seu fruto é doce ao meu paladar.
Levou-me à sala do banquete,
E o Seu estandarte em mim era o amor.’ Cantares 2:3 e 4”
(Ellen White, Educação, p. 261. Ver tb 7T, p. 69).
Pai, ajuda-me a desfrutar diariamente de íntima comunhão com meu amado cônjuge e a passar tempo em íntimo companheirismo com meu Amado Salvador Jesus. Amém.
Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/2, https://www.revivalandreformation.org/?id=919 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/2/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
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1 Eu sou a rosa de Sarom. Segundo a gramática e o contexto, é mais natural considerar este verso como uma declaração da noiva. … a noiva está confessando sua modéstia, declarando que se sente descolada no palácio. Ela é apenas uma flor do campo. … “Sarom” significa literalmente “um campo”, “uma planície”. O nome próprio se refere à planície marítima entre Jope e o Monte Carmelo. CBASD, vol. 3, p.1261.
2 Lírio entre os espinhos. Não os espinhos de plantas e árvores, mas plantas espinhosas. Salomão garante à sua noiva que as demais mulheres, comparadas a ela, são como plantas espinhosas e ela uma linda flor campestre. CBASD, vol. 3, p.1261.
3 A macieira. A noiva devolve o elogio. Seu noivo, comparado a outros homens, é como uma árvore frutífera, e eles são árvores estéreis. CBASD, vol. 3, p.1261.
Debaixo dela [de sua sombra]. A noiva desfruta a sombra e come os frutos com satisfação. Estas palavras têm sido utilizadas para ilustrar o descanso da alma à sombra do amor de Cristo, desfrutando um abençoado companheirismo com o Senhor. Os benefícios dessa comunhão não podem ser apreciados por aqueles que se detêm apenas por alguns instantes na presença de Jesus. Com muita frequência a agitação das atividades da vida tira os preciosos momentos de comunhão, tão essenciais ao crescimento saudável na graça (ver T7, 69; Ed, 261). CBASD, vol. 3, p.1261.
5 Sustentai-me com passas. Melhor seria “sustentai-me com bolos de uvas secas”. Esses bolos eram considerados estimulantes e também benéficos em casos de esgotamento. CBASD, vol. 3, p.1262.
Desfaleço de amor. No português moderno poderíamos dizer que ela estava apaixonada. A noiva estava completamente dominada pelas emoções dessa nova experiência e não conseguia encontrar palavras adequadas para expressar seus sentimentos. CBASD, vol. 3, p.1262.
7 Não acordeis… o amor. “Amor” vem de ‘ahabah, uma forma feminina que considera o amor como abstrato e não como o ser amado. São exaltadas as afeições puras e naturais. CBASD, vol. 3, p.1262.
8 Ei-lo aí. a intuição amorosa da noiva pressente a aproximação de seu amado a longa distância, enquanto ela se dirige para o lar dela nas montanhas. CBASD, vol. 3, p.1262.
9 Olhando pelas janelas. A imagem mostra Salomão brincando ao procurar sua amada através da janela. CBASD, vol. 3, p.1262.
11 Passou o inverno. Os vs. 11 a 13 constituem uma das mais belas descrições poéticas da primavera (ver Ed, 160). CBASD, vol. 3, p.1262.
Cessou a chuva. As últimas chuvas terminavam no início da primavera. CBASD, vol. 3, p.1262.
14 Pomba minha. A pomba das rochas escolhe os rochedos mais altos e os mais profundos desfiladeiros como locais de descanso (ver Jr 48:28), a fim de evitar a convivência com as pessoas. É desta forma que Salomão indica a modéstia e timidez de sua amada. CBASD, vol. 3, p.1262.
15 Apanhai as raposas. O sentido desta declaração e quem a pronuncia são questões de conjectura [1. alerta dos irmãos da noiva quanto às raposas; 2. deveres domésticos da noiva que a impedem de responder ao noivo; 3. prazer dos apaixonados ao brincar, perseguindo as raposas entre as vinhas]. CBASD, vol. 3, p.1262.
16 O meu amado é meu. … refrão frequente … [ver Ct 6:3). A expressão ilustra a afetuosa relação entre Cristo e Seu povo (ver MDC, 64). CBASD, vol. 3, p.1262.