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Texto bíblico: SALMO 67 – Primeiro leia a Bíblia
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COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: SALMO 67
“Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós.”
Este salmo começa com alegria e em seguida se encaminha para um tema interessante frequentemente repetido nos salmos, um clamor de esperança por julgamento – “Pois governas os povos com justiça e guias as nações na terra.” Os salmos frequentemente falam sobre deleitar-se na lei de Deus e em Seu julgamento, o que me intrigou por anos, já que a maioria de nós sabe intuitivamente que não está à altura da lei de Deus, e quem quer ser julgado?
Mas então eu percebi – quem aguarda com esperança ir ao tribunal? Alguém que foi injustiçado e espera que as coisas sejam corrigidas.
Os salmos clamam a Deus por julgamento, da posição de apelador, não de réu. Sabemos em nossos corações que as coisas na terra estão profundamente erradas, e somente Um pode consertar as coisas novamente. Ele é a resposta para a dor mais profunda de nossos corações. Ele nos abençoará e nos fará uma bênção. O salmo termina com uma jubilosa promessa: “Que a terra dê a sua colheita, e Deus, o nosso Deus, nos abençoe!”
Anne Carlson-Sipes
Fisioterapeuta de tratamentos agudos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/67
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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604 palavras
O Salmo 67 exorta a todos os povos da terra a se alegrar no Deus e Rei do mundo, a confiar nEle e reconhecer Seu domínio universal. Alguns sugerem que o salmo é uma resposta formal da congregação à bênção araônica* (Nm 6:24-26), especialmente apropriada para a época da colheita. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 885.
1 Seja Deus gracioso para conosco (ARA; NVI: “Que Deus tenha misericórdia de nós”). O pensamento e a linguagem deste versículo são um eco à bênção do sumo sacerdote (ver Nm 6:24-26). Outras frases similares à bênção araônica estão nos Salmos 4:6; 31:16; e 80:3, 7 e 19. CBASD, vol. 3, p. 885.
Para conosco. Literalmente “conosco”. A frase sugere estreita comunhão com Deus. CBASD, vol. 3, p. 885.
2 O Teu caminho. Os métodos e os princípios do governo de Deus, com relação a todo o mundo e não apenas a Israel. O propósito de Deus era que Israel fosse a luz do mundo. A história de Israel poderia ter sido bem diferente se tivesse cumprido sua missão (ver DTN, 577). Na experiência de Israel há uma lição preciosa para a igreja remanescente. CBASD, vol. 3, p. 885.
Em todas as nações. Um chamado à obra missionária. Deus colocou sobre a igreja a responsabilidade de levar o conhecimento da salvação a todas as nações. CBASD, vol. 3, p. 885.
Que os favores de Deus ao seu povo sejam tão óbvios que o mundo inteiro preste atenção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Poderia ter o salmista ter olhado através dos anos para ver o evangelho percorrer a terra? Esse salmo certamente fala do cumprimento da Grande Comissão (Mateus 28: 18-20), quando Jesus ordenou que o evangelho fosse levado a todas as nações. Conte-se entre a grande multidão de fiéis em todo o mundo que conhece o Salvador; louve-o por suas boas novas; e compartilhe esse evangelho para que a colheita seja abundante. Life Application Study Bible Kingsway.
Salvação. Do heb. yeshu’ah, traduzido em geral por “salvação”, mas também como “felicidade” (Jó 30:15), “auxílio” (Sl 42:5) e “vitória” (Sl 18:50; 44:4). CBASD, vol. 3, p. 885.
3-5 O desejo dos fiéis é duplo: 1) que as bênçãos de Deus sejam tão abundantes que o povo seja inspirado ao louvor, e 2) que as nações realmente acrescentem os seus louvores aos de Israel – uma expressão apropriada neste apogeu da liturgia da adoração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 Louvem-Te os povos. Este versículo é o refrão do poema, e se repete no v. 5. CBASD, vol. 3, p. 885.
Guias. Do heb. nachah, “conduzir” ou “guiar”. Deus é o grande pastor de todos os povos (ver Sl 23:3). Emprega-se nachah para descrever o modo como Deus guiou Israel pelo deserto (ver Sl 78:14). Assim como Deus guiou Israel, Ele guiará todos os povos que O aceitarem como pastor. CBASD, vol. 3, p. 885.
6 A terra deu o seu fruto. Ou, ” a terra produziu”. Pode-se interpretar que esta linguagem se refira a uma abundante colheita. A partir disso, alguns concluem que o salmo é um agradecimento pela colheita. CBASD, vol. 3, p. 885.
7 Abençoe-nos Deus. O salmo termina com a mesma expressão de anseio pela bênção divina do início. Por meio de Israel, o mundo todo seria abençoado. Ao reconhecer o Deus de Israel como o Deus de todas as nações, o mundo compartilharia as bênçãos divinas sobre Israel. Uma análise completa deste salmo só é possível mediante estudo do propósito eterno de Deus ao ter a Israel como Seu povo escolhido. É um salmo essencialmente missionário e deve ser considerado precioso para a igreja no seu panorama mundial. CBASD, vol. 3, p. 885.
* Nm 6:24-26 (NVI): “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”.
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“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (v.1).
Iniciando com uma parte da bênção sacerdotal (Nm.6:24-26), o salmista dá sequência ao seu louvor com uma antífona de ações de graças. Ao globalizar a adoração a Deus, incluindo “todas as nações” (v.2), a sua perspectiva era de missão, de proclamar a “todos os confins da Terra” (v.7) a bondade de Deus e a Sua justiça. Este Salmo apresenta, de forma muito clara, a obra que o Senhor confiou ao Seu povo; não de um evangelho fechado e exclusivista, mas aberto e mundial.
Com insistência, o salmista convida “os povos todos” (v.3) a louvar a Deus e alegrarem-se por Sua justiça e provisão. E encerra com um pedido cujo objetivo final também possui essência missionária: “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Dentro do contexto atual em que estamos vivendo, com que insistência e ousadia não deveríamos aplicar os dons a nós confiados na obra da salvação! É o momento de atendermos à súplica do incansável pregador: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).
Firmes e apegados à Palavra, apresentemos ao mundo a antífona da salvação em Cristo Jesus; que somente pela Sua maravilhosa graça somos salvos, e aperfeiçoados por Sua justiça. A bênção requerida pelo poeta não se refere apenas às bênçãos materiais e nem deve ser confundida com ausência de problemas. Pois foi aos Seus amados discípulos que Cristo mesmo advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). A maior e mais poderosa bênção a favor do evangelho é uma vida que irradie a felicidade do Céu, ainda que lhe sobrevenham aflições; que tem a lei do Senhor em seu coração, pois “o que guarda a lei, esse é feliz” (Pv.29:18).
Já nos dias de Noé, o “pregador da justiça” (2Pe.2:5), sua voz pôde ser ouvida por toda a Terra antes do dilúvio. O chamado do Senhor a Abraão incluía a bênção para “todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Israel foi eleita a nação que brilharia a luz de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt.4:6). Àqueles que iriam liderar a igreja primitiva foi ordenado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Em alertas claros e perfeitamente compreensíveis, os reformadores da Idade Média revelaram ao mundo verdades encobertas por um sistema religioso opressor e manipulador.
Mas foi em 1844 que Deus começou a levantar o último movimento profético que revelaria ao mundo do tempo do fim um povo cuja expectativa não seja outra senão que todos sejam alcançados pela bendita esperança do segundo advento de Cristo, soando o alarme da primeira voz angélica “aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). E conhecidos, desde 1863, como adventistas do sétimo dia, mas, acima de tudo, servos de Deus, a nossa missão tem sido a de advertir o mundo quanto ao breve retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e a necessidade de estarmos preparados para este glorioso encontro, através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Como João Batista preparou o caminho para a primeira vinda do Messias (Lc.1:17), fomos chamados por Deus para preparar a última seara da Terra para a segunda vinda de Jesus.
A Terra logo dará o seu fruto (v.6), “pois chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15). “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Você aceita fazer parte deste último exército de oração do Deus vivo? O Senhor está com a mão estendida, pronto para lhe conceder a bênção prometida: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Temos uma mensagem de salvação para ser dada ao mundo e precisamos proclamá-la enquanto há oportunidade, dando o sonido certo da trombeta. Está chegando o tempo, amados, em que a fornalha de Babilônia será reacesa e a nossa fé será provada tal qual a dos três jovens hebreus (Dn.3). Que o conhecimento da verdade, que um dia nos libertou, ilumine a nossa vida com sua luz ininterrupta, e isto seja para testemunho “em todas as nações” (v.2).
Ó, Deus amado, perdoa os nossos pecados, transforma o nosso caráter e enche-nos do Teu Espírito, até que não reste mais nada de nós mesmos! Mas somente a luz inconfundível de Teu rosto resplandecendo sobre nós, “para que se conheça na Terra o Teu caminho e, em todas as nações, a Tua salvação” (v.2)! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#SALMO67 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 67 – Este é um Salmo de ações de graças que ecoa um anseio profundo de que todas as nações conheçam a Deus e O adorem. Nele, o salmista expressa o desejo de que a bondade e a misericórdia divinas sejam estendidas a todos os habitantes (povos) da Terra.
O autor do Salmo 67 clama por bênçãos e misericórdias celestiais, reconhecendo a necessidade da graça e o favor de Deus. Ele anseia que o rosto de Deus resplandeça sobre o povo, simbolizando a presença e a atenção dEle – ecoando a bênção que os sacerdotes proclamavam sobre os adoradores em Números 6:24-27.
Isso mostra que, além das próprias necessidades e anseios pessoais, todo servo de Deus deve desejar que o conhecimento do verdadeiro Deus e Sua graciosa salvação alcance todas as nações. Por isso, deve estender o convite a cada pessoa de todas as culturas, que reconheçam e adorem ao Deus verdadeiro.
Desde o início, quando Deus fez aliança com Abraão, prometeu que todas as famílias da Terra seriam abençoadas através dele (Gênesis 12:1-4). Profetas como Isaías também proclamaram a vinda do Messias, que traria salvação para todas as nações (Isaías 2:2-4).
Além disso, o ensinamento de Cristo enfatizou a adoração universal a Deus, comissionando Seus discípulos a fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19-20). No Apocalipse, o povo remanescente fiel a Deus, após uma tremenda frustração, deveria erguer-se das cinzas, para então, proclamar/profetizar “de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis”; apelando a todos que “adorem Aquele que fez os Céus, a Terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 10:11; 14:6-7).
Reavivemos nosso fervor missionário! Para isso:
• Ore pela misericórdia divina (Salmo 67:1-2)
• Suplique pela adoração universal (Salmo 67:3-5).
• Anseie pela benção divina sobre todos (Salmo 67:6-7).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.