Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: SALMO 65
O Salmo 64 foca na tendência humana para ataques injustos de pessoas de língua afiada. O Salmo 65 começa com um silêncio que se torna uma experiência de louvor, oração, perdão e comunhão.
No Salmo 65, Davi descreve um Deus que demonstra Seu poder nas montanhas, mares, céu e campos ao criar, controlar, prover e produzir. Davi nos lembra que as respostas de Deus às nossas orações geralmente vêm em ações que falam mais alto do que qualquer palavra.
Às vezes sou tentado a pensar que Deus está em silêncio quando oro. A verdade é que Deus constantemente se comunica comigo por meio de Sua atividade no mundo natural ao meu redor antes, durante e depois de minhas orações. Se eu prestar atenção em Seu poder criativo e em Seu cuidado sustentador no mundo ao meu redor, como poderia ter qualquer incerteza sobre Sua capacidade de criar coisas novas em minha vida ou Sua disposição de cuidar de mim?
Senhor, ajude-me a reservar um tempo para parar meu trabalho, olhar para o mundo ao meu redor e ouvir o que a criação me diz sobre meu Criador.
Brent Hamstra
Professor e presidente do Departamento de Química da Southern Adventist University, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/65
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
269 palavras
Escrito com rara beleza e imagens poderosas, este salmo de louvor exalta as inúmeras virtudes, atos e bênçãos de Deus. Stephanie Sheehan, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/65/ (Acesso em 11 de outubro de 2013).
4 Para que assista nos Teus átrios. Era privilégio único dos israelitas adorar nos átrios sagrados do santuário. Três vezes ao ano, todo hebreu devia ir ao santuário para a celebração de ritos religiosos. Os que viviam próximo ao santuário tinham acesso constante aos seus átrios. CBASD, vol. 3, p. 880.
5 Tremendos feitos. Isto é, coisas que provocam temor ou espanto e fazem com que se compreendam o poder e a glória de Deus. CBASD, vol. 3, p. 880.
9 Tu que visitas a terra. Deus é adorado por ter concedido uma colheita abundante. Nos versículos desta parte do salmo (v. 9-13), o salmista adora a Deus por Sua generosa providência na colheita. Ele traça os vários passos no processo natural, até chegar na gloriosa culminação. Os versículos descrevem os montes e vales da Palestina, cobertos de oliveiras e vinhas e campos de trigo, cevada e painço. Principalmente por causa desta seção do poema, o Salmo 65 é chamado de o “Salmo do fazendeiro”. Não se celebra a natureza em si, mas o fato de ela apontar para Deus. CBASD, vol. 3, p. 881.
Cereal. Do heb. dagan, “grão”, um termo genérico que inclui qualquer grão usado para fazer pão. CBASD, vol. 3, p. 881.
10 Leivas. … “torrões”. O texto hebraico transmite a ideia de que a chuva cai sobre os torrões entre os sulcos e nivela o solo. CBASD, vol. 3, p. 881.
12 Deserto. Não necessariamente o deserto desolado, mas uma região não habitada que pode produzir em certa medida pasto selvagem, flores e arbustos. CBASD, vol. 3, p. 881. [NC: ermo]
Filed under: Sem categoria
“Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios; ficaremos satisfeitos com a bondade de Tua casa – o Teu santo templo” (v.4).
Davi ergueu um cântico de louvor a Deus em gratidão por Sua perfeita e suficiente provisão. O perdão, os livramentos, os milagres e a manutenção da vida através das necessidades básicas correspondem ao cuidado paterno de Deus para com a humanidade. Em tudo isso, Davi reconheceu a bondade e a misericórdia do Senhor, a “esperança de todos os confins da Terra” (v.5). Podemos contemplar neste Salmo uma linda revelação do ministério terrestre de Cristo, “Salvador nosso” (v.5).
Ungido pelo Espírito Santo nas águas do Jordão (Mt.3:16) e vitorioso no deserto (Mt.4:11), Jesus iniciou o Seu sagrado ministério atraindo “todos os homens” (v.2) para Si, a fim de aliviar-lhes o pesado fardo de suas transgressões. “Por causa de suas iniquidades” (v.3), as multidões O procuravam. Havia nEle uma santa atração que eles não viam em seus líderes religiosos. “Com tremendos feitos” (v.5) e “cingido de poder” (v.6), Jesus ensinou, pregou e curou muitos (Mt.9:35). Aplacando “o rugir dos mares” (v.7; Mt.8:27) e, fazendo calar “o tumulto das gentes” (v.7), fez aquela geração “exultar de júbilo” (v.8) no “ano da [Sua] bondade” (v.11), “o ano aceitável do Senhor” (Lc.4:19).
Suas pegadas destilaram fartura sobre a Terra (v.11). No tempo de Sua visitação, regou este mundo com a copiosa riqueza de Sua graça e amor, fazendo transbordar em muitas vidas a água da vida (v.9; Jo.4:14). Através da multiplicação de alimentos (Mt.14:20), revelou ao mundo a essência de Seu ministério e os depósitos do mantimento eterno, ao declarar: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48). Sua missão consistia em lançar as sementes da Palavra a todos “do Oriente e do Ocidente” (v.8), a fim de encontrar cada coração como “boa terra” (Mt.13:8), “regando-lhe os sulcos, aplanando-lhe as leivas”, enviando-lhe os “chuviscos” do Espírito Santo e abençoando-lhe “a produção” (v.10), “a cem, a sessenta e a trinta por um” (Mt.13:23).
A mesma obra Cristo Jesus deseja realizar no meu e no seu coração. Seus ensinos, Sua obra, Sua vida, descritos nas Escrituras, devem ser a fonte de nossos principais estudos. Olhando para a revelação de Deus em Cristo, o Espírito Santo nos aproxima do Eterno e coloca em nós a satisfação de pertencermos a Ele e a alegria de nos levar para Sua casa (v.4). O nosso voto (v.1) a Deus não se trata de promessas humanas e falíveis, mas da entrega que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26).
Vá agora a Jesus com “confiança e louvor” (v.1)! Ele aguarda a sua sincera oração em busca de perdão (v.2). Ele deseja levar você ao Seu “santo templo” (v.4). “Com tremendos feitos” (v.5) de misericórdia, Ele deseja ser o seu Salvador pessoal, enchendo de esperança a sua vida. Ele quer acalmar “o ruído das ondas” (v.7) que lhe causam medo. Ele anseia saciar-te com a água da vida e o pão do Céu (v.9). Ele deseja fazer do teu coração um solo fértil e rentável para a eternidade (v.10). Deus te escolheu para isso, mas a decisão é sua.
Estamos nos aproximando “da hora undécima”, amados (Mt.20:6). Necessitamos hoje e diariamente buscar o Senhor de todo o nosso coração, permitindo que a Palavra de Deus cumpra o seu propósito em nossa vida, que é santificar o nosso caráter. Então, cheios do Espírito, sairemos para dar ao mundo a última mensagem de advertência. Escolha, hoje, seguir as pegadas (v.11) de Cristo (1Pe.2:21), e Ele te fará exultar de alegria e cantar (v.13) aqui e “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5).
Oração: Nosso amado Pai Celestial, cremos em Jesus Cristo, na Sua obra redentora e no exemplo que nos deixou, e o nosso desejo é seguir os passos do nosso Salvador. Estávamos perdidos e o Senhor nos encontrou e nos aproximou de Ti. Ó, Senhor, ficaremos satisfeitos com a bondade de Tua casa, o Teu santo templo! Responde-nos em Tua justiça com tremendos feitos, ó Deus, Salvador nosso! Concede-nos um coração semelhante ao Teu! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, seguidores de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#SALMO65 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
SALMO 65 – É importante celebrar cada colheita; toda colheita é fruto da atuação divina. Entretanto, os festivais de colheita deveriam celebrar não apenas as bênçãos da colheita, mas especialmente reconhecer a soberania de Deus sobre a natureza, Sua criação! Sobre esta verdade trata o Salmo 65.
O Salmo 65 tem recebido alguns títulos interessantes, tais como “O cântico da colheita”, ou “O Salmo do agricultor”, ou também “O Salmo do fazendeiro”, devido ao seu teor agrícola. Contudo, no Salmo “o cenário é uma celebração no tabernáculo, talvez na Festa dos Pães Asmos, na primavera, ou na Festa dos Tabernáculos, no outono”, lembra John MacArthur.
São tantas as religiões no mundo quanto o número de deuses. As crenças variam mais do que as culturas. O cristianismo é tremendamente fragmentado com incontáveis denominações diferentes, opostas. Isso tudo apesar de existir apenas um Deus verdadeiro, com somente uma Bíblia verdadeira.
• Deus é criador de todos os povos, independente se são cristãos ou pagãos, crentes ou ateus. Esse Deus ouve a oração de todas as pessoas, sejam elas quem forem que clamar por arrependimento. Seu perdão é inclusive para ateus e pagãos, idolatras e perversos. Está disponível a todos. Graças à graça de Deus (vs. 1-4).
• O Espírito Santo trabalha no coração de todo tipo de pessoa, da prostituta ao executivo, da ladrão ao honesto, do antirreligioso ao religioso visando atraí-lo ao Salvador. É para isso que inclusive os alheios a Deus recebem sabedoria, amor, família, amigos, cultura, capacidade artística, habilidades científicas, proteção, etc. além de receberem alimentos, chuva, orvalhos e muitas outras bênçãos (vs. 5-13).
“Deus deu dons a todos as pessoas, crentes e descrentes, e devemos tirar proveito desses dons numa grande variedade de chamados e carreiras terrenas” analisa Michael Horton, depois destaca dois benefícios que Deus dá indiscriminadamente a todos os povos:
• Deus restringe o pecado: “Devido à depravação do coração humano bem como à corrupção de instituições onde hábitos de pecado estão profundamente incrustados, as coisas muitas vezes são ruins, mas raramente tão ruins quanto poderiam ser, graças à graça comum de Deus”.
• Deus restringe até mesmo Sua própria ira: Deus não está ansioso para punir nem pune imediatamente a cada pecador no ato de seu pecado. “A Escritura está repleta de exemplos da providencial bondade de Deus, especialmente nos salmos. ‘O Senhor é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras’ e ‘Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente’ (Sl 145.9, 16)”.
O Comentário Bíblico Adventista salienta que a última parte do Salmo 65 “é um dos exemplos mais notáveis nos salmos de poesia sobra a natureza”; e, extrai desta porção várias verdades, das quais transcrevo três:
• “Feliz aquele que se deleita na natureza e se aproxima do Deus que a criou”.
• “Não se celebra a natureza em si, mas o fato de ela apontar para Deus”.
• “Como clímax da personificação, os prados nos vales, ricos de cereais, exclamam de júbilo e cantam. Toda a natureza se alegra em Deus”.
Deus merece ser adorado pelas colheitas abundantes, devido a prover fertilidade na natureza.
Contemplada com equilíbrio, a natureza aponta para Deus; e, aqueles que se deleitam corretamente nela, se aproximam do Criador.
Davi entende muito bem a bondade de Deus, o cuidado e a proteção para com todos os povos, não apenas para Israel (vs. 5-8).
Deus abençoa a terra, a agricultura e os animais de crentes e descrentes, de ateus e pagãos. Davi confia nesse Deus e nos desafia a reverenciá-lo também. Deus merece indubitavelmente a adoração de cada habitante deste planeta.
Anuncie isto ao mundo! – Heber Toth Armí.