Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 23 – Comentado por Rosana Barros
10 de maio de 2019, 0:30
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Portanto, empenhai-vos em guardar a vossa alma, para amardes o Senhor, vosso Deus” (v.11).


Terminado o período de guerra, Israel desfrutava do repouso que o Senhor lhes deu de seus inimigos. Sendo já de idade avançada, Josué reuniu todo o Israel em uma santa convocação, e lhes dirigiu palavras de ânimo e de advertência. Muitas foram as dificuldades encontradas no tempo de guerra, mas problemas diferentes, e até maiores, poderiam surgir no tempo de paz. Sabendo disso, o idoso líder deixou para Israel conselhos de inestimável valor, relembrando os grandes feitos do Senhor e Sua inegável fidelidade.

O fato de não mais precisarem estar em constante estado de alerta era recompensador. Por outro lado, a tranquilidade e o conforto reservam males que, se não reconhecidos e evitados, podem gerar consequências tão devastadoras quanto as de uma zona de conflito. As expressões usadas por Josué: “Esforçai-vos” e “empenhai-vos” (v.6 e 11), nos dizem que temos uma parte a desempenhar como povo eleito de Deus. Há uma resposta que precisamos dar ao Senhor como prova de nosso amor e lealdade.

Não se trata, porém, de salvação pelas obras, e sim de uma declaração de amor ao Deus que nos salvou. Ao declarar a João a mensagem à igreja de Laodiceia, Jesus atribuiu a esta igreja dos últimos dias o status de igreja morna. Cheia de si e orgulhosamente “santa”, ostenta uma imagem que não corresponde à realidade: “e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). Assim como Israel corria o risco de abandonar a sua torre de vigia, a mornidão espiritual nos torna passíveis de fazer o mesmo.

Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). É importante estarmos atentos aos sinais que antecedem a segunda vinda de Cristo à Terra, contudo, ainda mais importante é fazermos parte dos restantes que estarão prontos para este Dia: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).

As promessas de Deus são seguras e fiéis e “nem uma delas falhou” (v.14). Ele prometeu: “Venho sem demora” (Ap.3:11). “Esforçai-vos, pois, muito” (v.6) em jamais permitir que esta esperança esmoreça em vosso coração! Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis sentinelas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué23 #RPSP

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JOSUÉ 22 – Comentado por Rosana Barros
9 de maio de 2019, 0:30
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“Os filhos de Rubén e os filhos de Gade chamaram o altar de Testemunho, porque disseram: É um testemunho entre nós de que o Senhor é Deus” (v.34).


No capítulo de hoje, Josué chamou os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés para abençoá-los e despedi-los para casa (v.6). Conforme haviam prometido, assim o fizeram. Estiveram lutando junto às demais tribos na conquista de Canaã. Não desampararam seus irmãos, mas tiveram “o cuidado de guardar o mandamento do Senhor” (v.3). A bênção do Senhor os acompanhou de volta para o lar e, ao atravessarem o Jordão, edificaram para si um altar, um “altar grande e vistoso” (v.10), a fim de servir de testemunho às futuras gerações.

Houve grande alvoroço entre as tribos do outro lado do Jordão que julgaram ser aquele monumento um altar estranho, uma afronta contra Deus. Entretanto, antes mesmo de declarar guerra, eles tiveram uma sábia atitude inicial. Enviaram representantes das tribos, junto com o sacerdote, para interrogar as duas tribos e meia acerca daquele duvidoso monumento. Aquelas tribos, na verdade, assim como serviram ao Senhor do outro lado do Jordão, desejavam servi-lO dalém do rio.

O Jordão fazia separação entre as duas tribos e meia e as demais tribos de Israel, e poderia ser motivo de divisão entre o povo de Deus. O “altar junto ao Jordão” (v.10) seria um memorial às futuras gerações de que, mesmo separados pelas águas e distantes de Siló, onde ficava a tenda da congregação, não deixariam de fazer parte da nação eleita de Deus. O resultado foi que, ao invés dos representantes de Israel voltarem para Canaã com ordem de batalha, retornaram com gozo e alívio (v.31).

Aquele altar representava o amor que aquelas tribos tinham pelo Senhor e pelos seus irmãos. Mesmo separados pelas águas do Jordão, não deixariam de ser um só povo que adorava ao único Deus. Hoje, Deus deseja que ergamos um altar em nosso coração. Um altar grande e vistoso! Ele deseja que sejamos Suas testemunhas e que nossa vida seja um altar que nem a distância consiga ocultar. Somos o “Israel de Deus” (Gl.6:16) por meio de Cristo Jesus e o testemunho que unirá a igreja invisível de Deus dos quatro cantos da Terra nos últimos dias é “que ameis o Senhor, vosso Deus, andeis em todos os Seus caminhos, guardeis os Seus mandamentos, e vos achegueis a Ele, e O sirvais de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (v.5).

As duas tribos e meia amaram de verdade e as demais tribos retribuíram esse amor ao consultá-los antes de cometer alguma injustiça. O amor é o que fará a diferença entre os salvos e os perdidos no Grande Dia do Senhor. O amor esfriará de quase todos, mas o que perseverar em amar, esse será salvo (Mt.24:12-13). Quer viver o amor bíblico? Guarda os mandamentos de Deus na essência (1Co.13) e amar ao próximo será uma consequência natural e inevitável.

Ainda não estamos em casa, amados. E no campo de batalha deste mundo caído precisamos dar as mãos uns aos outros, porque no lugar que Deus preparou desde a fundação do mundo só entrarão aqueles que entenderam que cada semelhante custa o preço do sangue do Cordeiro e, ao amá-lo, dão testemunho de que amam a Cristo. Caminhemos como Jesus, amemos como Jesus e Ele nos conduzirá em paz para casa. Amemos, vigiemos e oremos!

Bom dia, testemunhas do amor de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué22 #RPSP

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JOSUÉ 21 – Comentado por Rosana Barros
8 de maio de 2019, 0:30
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“Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel; tudo se cumpriu” (v.45).


Cada tribo havia recebido sua porção. Segundo suas famílias, receberam o cumprimento da promessa feita aos patriarcas. A tribo de Levi, porém, não teria herança, mas receberia cidades para que nelas habitasse e espaço nos arredores para seus animais. “E os filhos de Israel deram aos levitas, da sua herança, segundo o mandado do Senhor, estas cidades e os seus arredores” (v.3).

No final do capítulo, mais precisamente nos últimos três versos, encontramos a confirmação de tudo quanto o Senhor havia prometido a Abraão, Isaque e Jacó, e à sua descendência. A Bíblia é bem clara ao afirmar que nenhuma das promessas de Deus falhou. Nada aconteceu diferente do que Ele havia predito. As boas palavras do Senhor tiveram cumprimento exato na história de Seu povo e continuará tendo até o fim dos tempos.

Estudamos a história de Israel desde o chamado de seu primeiro patriarca, examinando, desde Gênesis, cada capítulo das Escrituras e extraindo deles lições espirituais de inestimável valor. Pudemos perceber que tudo o que Deus dizia que aconteceria, de fato aconteceu. Tanto a bênção pela obediência, quanto a maldição pela rebelião. Deus havia prometido a terra que manava leite e mel, ela era real e foi dada a Israel no devido tempo. Da mesma forma, Ele prometeu a vida eterna a “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Cristo veio a este mundo, morreu em nosso lugar e ressuscitou nos deixando a grande esperança de que vai voltar. Ele vai voltar! Ele prometeu (Jo.14:1-3)! E o Senhor não mente!

Nossas promessas são falíveis e deficientes, mas as promessas de Deus são infalíveis e perfeitas! Deus não muda (Ml.3:6). A aliança que o SENHOR deseja fazer com Seus filhos não se resume a bênçãos terrenas, ela vai muito além: “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim” (Jr.32:40). Lá na cruz, Cristo assinou a aliança eterna com o Seu sangue para nos conceder o direito de participar com Ele da herança eterna. Não julgue demorada a promessa de Sua segunda vinda, e sim a extensão da misericórdia de um Pai que não quer deixar para trás nenhum de Seus filhinhos.

“Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos do Deus infalível!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué21 #RPSP

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JOSUÉ 20 – Comentado por Rosana Barros
7 de maio de 2019, 0:30
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“Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés” (v.2).


Quando estudamos o livro de Êxodo, vimos que Deus instituiu as cidades de refúgio. Quando o povo se estabelecesse na terra prometida, separaria nela cidades que serviriam de abrigo a todo aquele que matasse alguém por engano (v.3). A Lei Penal Brasileira classifica este crime como sendo homicídio culposo, isto é, onde não há dolo (não há a intenção de matar). Porém, caso o homicida permanecesse em sua cidade natal, corria o risco de ser morto pelo “vingador do sangue” (v.9), que buscaria cumprir a lei da “vida por vida, olho por olho, dente por dente” (Êx.21:23-24).

Contudo, o Senhor designou um lugar de refúgio para este tipo de homicida (Êx.21:13). Interessante que em Deuteronômio 19:9, vemos que Ele prometeu dobrar a quantidade das cidades de refúgio, que inicialmente seriam apenas três, se tão-somente o povo andasse conforme os Seus mandamentos todos os dias. Então, três cidades ficariam dalém do rio, atendendo as necessidades das duas tribos e meia, e as outras três do outro lado, em Canaã. O desejo do Senhor é o de sempre nos conceder o dobro das bênçãos. Aquelas cidades eram oásis em meio ao deserto do desespero. Ali, os fugitivos encontravam abrigo seguro, um julgamento justo e preservação da vida.

Assim como Deus estabeleceu locais de refúgio para Israel de um lado e do outro do Jordão, Ele deseja nos cercar “por trás e por diante” (Sl.139:5). Ele deseja ser o nosso refúgio! Jó foi um servo de Deus que se manteve fiel e abrigado em Seus braços mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Mal compreendido pela esposa e julgado pelos amigos, ele não atribuiu a Deus o seu infortúnio, mas abrigando-se nEle até o fim, obteve a vitória sobre o mal: “Mudou o Senhor a sorte de Jó… e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42:10). Jó escolheu ser fiel mesmo em meio a mais terrível provação. Ele confiou em Deus.

Deus tem bênçãos incontáveis para aqueles que Lhe são fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis. Nele encontramos lugar seguro (Sl.91:2), julgamento justo (Lm.1:18) e vida eterna (Jo.14:6).

Porque “o que habita no esconderijo do Altíssimo… Diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio… Sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:1-2 e 4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, habitantes do Excelente Refúgio!

Rosana Garcia Barros

Desafio da semana: Além de continuar com o desafio de ser alguém que fale palavras agradáveis e de ânimo, demonstre amor pelos membros de sua família. Esta semana faça algo inusitado. Surpreenda-os com uma refeição especial ou um passeio surpresa, por exemplo. Peça orientação ao Espírito Santo e use a criatividade para fazer sua família feliz.

#PrimeiroDeus #Josué20 #RPSP

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JOSUÉ 19 – Comentado por Rosana Barros
6 de maio de 2019, 0:30
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“A herança dos filhos de Simeão se tirou de entre a porção dos filhos de Judá, pois a herança era demasiadamente grande para eles, pelo que os filhos de Simeão tiveram a sua herança no meio deles” (v.9).


A participação ativa de todo o povo na divisão das terras ilustra o desejo de Deus de que todo o Israel desfrutasse de Canaã de forma justa e proporcional, de maneira que não houvesse em momento algum motivos para descontentamento. Sabendo que a tribo de Levi não recebeu porção, hoje vimos que a tribo de Simeão, apesar de ter participado da divisão, estabeleceu sua morada dentro da herança de Judá. Filhos de Lia com Jacó, Simeão e Levi revelaram seu caráter vingativo e sanguinário ao fazerem justiça com as próprias mãos, assassinando todos os homens de uma cidade por causa da desonra causada à sua irmã Diná (Gn.34:25). A atitude desses irmãos lhes privaria de ter lugar próprio em Canaã, como profetizou seu pai Jacó:

“Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência. No seu conselho, não entre minha alma; com o seu agrupamento, minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua vontade perversa jarretaram touros. Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:5-7).

Na bênção proferida por Moisés a Israel, este nem sequer incluiu a tribo de Simeão em seu discurso. Há, porém, uma promessa dada por Cristo aos mansos da terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). A mansidão faz parte do fruto do Espírito Santo e é uma virtude que precisamos adquirir se quisermos ter parte na herança eterna. E Jesus nos revelou onde podemos adquiri-la: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29).

Encontrar alívio e descanso creio que seja o maior desejo da humanidade hoje. Muitos têm buscado preencher o vazio da alma com o que há no mundo, mas percebem que quanto mais avançam em suas ambições, mais infelizes e vazios se tornam. Este é um mal que tem afetado a todos, ricos e pobres. Insistem em procurar a solução em coisas finitas e corruptíveis, rejeitando o Único capaz de nos satisfazer. Ser manso não é algo que se adquire de um dia para o outro. Moisés precisou de quarenta anos para adquiri-la, e ainda assim teve o seu momento de fraqueza que o privou de entrar em Canaã.

O fato dos filhos de Simeão ainda assim terem encontrado lugar na tribo em que Jesus viria e os filhos de Levi habitassem com seus irmãos e cuidassem do santuário, é uma prova inequívoca da misericórdia de Deus. Sua herança foi limitada às condições e circunstâncias, mas a ilimitada graça divina os alcançou e lhes deu lugar de descanso. O mesmo Deus, hoje, está disposto a mudar o curso de nossa história, apagando as nossas transgressões com o sangue de Cristo e registrando o nosso nome no Céu com tinta que não se apaga. Pela fé, vá até Cristo e faça parte de Sua escola de mansidão e humildade, e herdarás a Terra. Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da Canaã celeste!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué19 #RPSP

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JOSUÉ 18 – Comentado por Rosana Barros
5 de maio de 2019, 0:30
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“Reuniu-se toda a congregação dos filhos de Israel em Siló, e ali armaram a tenda da congregação; e a terra estava sujeita diante deles” (v.1).


A conquista da terra prometida tornou-se uma realidade e, finalmente, o santuário seria novamente erigido. A escolha de Siló não foi ocasional, mas intencional. Aquela cidade estava no centro de Canaã. Assim como o tabernáculo era armado no centro do acampamento, Deus desejava habitar no meio de Israel. Foi dali que Josué provocou as tribos a saírem de onde estavam e partirem para a ação. Através de um mapeamento de Canaã, ele poderia lançar sortes entre as demais tribos e oficialmente declarar a porção de cada uma delas.

Aquela assembleia em Siló tornou-se o marco central da conquista da terra. A bandeira do Senhor foi hasteada, uma nação renascia das cinzas da escravidão e da árdua peregrinação. Era tempo de avançar e desfrutar do oásis que Deus lhes tinha dado. Cada tribo, “segundo as suas famílias” (v.11), recebeu o seu justo quinhão, a começar pela parte da tribo de Benjamim, cujo território incluía as famosas e importantes cidades de Jericó, Betel e Jerusalém, dentre outras.

O ato de erguer o santuário no centro daquele lugar indicava o senhorio de Deus sobre Israel e o símbolo da vitória. Quando os amalequitas pelejaram “contra Israel em Refidim” (Êx.17:8), este episódio ficou registrado como memorial para Israel. E há semelhanças entre aquele relato e o de hoje. Vejamos:

  1. Em Refidim, Israel derrotou Amaleque; em Siló, foi declarada a vitória sobre os povos de Canaã;
  2. Em Refidim, Moisés ordenou que a vitória fosse registrada em um livro; em Siló, a vitória foi mapeada e registrada em um livro;
  3. Em Refidim, Moisés edificou um altar ao Senhor, e declarou: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15); em Siló, Israel armou a tenda da congregação, fincando ali a bandeira da vitória.

Amados, Deus deseja habitar no centro de nossa vida e em nosso coração fincar a Bandeira da vitória. Não existem fronteiras que Ele não possa romper! Permita que o Espírito Santo faça morada em você, e como Paulo poderá dizer: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2Tm.4:7).

Feliz semana, exército militante do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué18 #RPSP

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JOSUÉ 17 – Comentado por Rosana Barros
4 de maio de 2019, 0:30
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“Falou Josué à casa de José, a Efraim e a Manassés dizendo: Tu és povo numeroso e forte; não terás uma sorte apenas” (v.17).


Estudando o livro de Números, vimos que as tribos de Gade, Rúben e meia tribo de Manassés, pediram herança dalém do Jordão, ou seja, não habitariam do outro lado do rio junto às demais tribos. Por isso que o capítulo se refere à herança da outra metade da tribo. Dentre esta metade que habitaria Canaã, estavam as filhas de Zelofeade. Zelofeade só havia tido filhas e estas pediram ao Senhor que tivessem parte na herança. Deus considerou o pedido justo e hoje vemos que elas também foram incluídas na divisão das terras (v.3-6).

A Bíblia diz que “os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades” (v.12). Então, foram até Josué e tentaram persuadi-lo a dar para eles uma herança maior, alegando ser “tão grande povo” (v.14). Mas Josué, dirigido pelo Senhor, respondeu deixando-os sem argumentos: “Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra” (v.15). Ou seja, se vocês realmente são um povo tão numeroso, porque não estão usufruindo de todo o espaço que Deus lhes deu?

No segundo argumento dos filhos de José está a resposta para a sua insatisfação: “e todos os cananeus que habitam na terra do vale têm carros de ferro” (v.16).

A principal questão não estava no fato de serem um grande povo numa terra pequena, mas um grande povo de pequena fé. Eles temeram os carros de ferro dos cananeus e provavelmente concluíram: Se pedirmos a Josué mais terras não precisaremos ter o trabalho de abrir densas florestas e nem de expulsar os cananeus. Possuíam uma região na qual não enxergavam a bênção, mas uma densa vegetação. Quantas vezes o Senhor coloca a bênção diante de nós e só conseguimos enxergar o “bosque”. Parece que tudo está fechado à nossa frente. Não há saída.

Josué creu, e foi isso que ele buscou transmitir aos filhos de José. Deus foi bem claro quando disse que precisavam expulsar os moradores da região, ou estes lhes seriam motivo de constante insegurança. O que anda nos deixando inseguros? O desejo do Pai de conduzir as tribos de José, é o mesmo que tem hoje em nos conduzir: “Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho” (Sl.80:1).

Não há bosque denso demais para que o Senhor não nos abra caminho e nem inimigos fortes demais que não possa derrotar. Mas temos uma parte ativa a desempenhar na conquista da herança: enxergar além do bosque e eliminar o mal de nossa vida. Existe um denso “bosque” diante de você? Deus lhe dará forças para derrubá-lo!

Tem “cananeus” que lhe amedrontam?
Deus lhe dará forças para derrotá-los!
Bem-aventurado o homem cuja força está em Deus (Sl.84:5). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, povo numeroso e forte!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué17 #RPSP

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JOSUÉ 16 – Comentado por Rosana Barros
3 de maio de 2019, 0:30
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“Assim, alcançaram a sua herança os filhos de José, Manassés e Efraim” (v.4).


De todos os filhos de Jacó, certamente José teve uma vida de destaque. Sendo o primogênito do amor entre Jacó e Raquel, era o filho amado de seu pai e isso não era segredo para ninguém. Tal predileção, no entanto, lhe custou caras provações e anos de afastamento do seio de sua família. Mas Deus provou ter propósitos grandiosos na vida de José, que seriam estendidos à sua descendência. As tribos de Manassés e Efraim eram herdeiras não apenas de terras, mas de um histórico familiar de admirável prestígio.

Antes de morrer, Jacó abençoou seus netos na presença de José. A Efraim, porém, ergueu a mão direita como sinal de uma bênção superior. Como o foi com ele e Esaú, seria com os filhos de José, o mais moço seria maior do que o mais velho (Gn.48:19). Mas esta era uma bênção condicional, caso dessem ouvidos ao Senhor. Um grave erro foi então cometido pelos filhos de Efraim, mantendo em seu território os “cananeus que habitavam em Gezer” (v.10). A respeito disto, o próprio Deus questionou: “Que é isso que fizestes?” (Jz.2:2).

O Senhor havia sido bem claro a Israel com relação às nações de Canaã: “totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações… pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses” (Dt.7:2-4). A desobediência a esta ordem divina causou muito sofrimento às gerações futuras. Sofrimento que poderia ter sido evitado se tão-somente tivessem confiado nas palavras de Deus.

Acostumados a julgar pelo que vemos, muitas vezes nos precipitamos pensando que estamos fazendo algo bom, quando, na verdade, estamos prejudicando não apenas a nós mesmos, mas também a nossa família. Ficar com os moradores de Gezer como escravos soava melhor do que o trabalho de livrar-se deles. Permitiram assim que os costumes pagãos daquele povo fossem infiltrados no meio do povo de Deus.

Hoje, corremos o mesmo risco, ou até pior. A tecnologia pode ser um instrumento a favor do evangelho pelo alcance que, de outra forma, não seria possível. Mas também pode ser uma arma letal quando utilizada visando fins egoístas. Estamos utilizando esta ferramenta para o avanço da obra de Deus, ou ela tem sido um mal incontido minando a cultura deste mundo dentro de nosso lar? Estamos tão perto de alcançar a herança prometida, amados! Seja esta a nossa oração: “A minha porção é o Senhor, diz a minha alma; portanto, esperarei nEle” (Lm.3:24). Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros do Senhor!

Não esqueça do nosso desafio da semana. Ore e não desanime, e Deus lhe dará a vitória.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué16 #RPSP

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JOSUÉ 15 – Comentado por Rosana Barros
2 de maio de 2019, 0:30
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“Esta, quando foi a Otniel, insistiu com ele para que pedisse um campo ao pai dela; e ela apeou do jumento; então, Calebe lhe perguntou: Que desejas?” (v.18).


Iniciou-se a distribuição de terras entre as tribos de Israel. A primeira a se apresentar foi a tribo de Judá, a qual Calebe pertencia. Tudo foi dividido “segundo as suas famílias” (v.12), de forma proporcional. A fim de avançar na conquista de sua porção, Calebe lançou um desafio que valia uma recompensa. O homem que fosse vitorioso, se casaria com sua filha Acsa. Otniel, sobrinho de Calebe, demonstrou muita coragem, mas também se casou com uma mulher corajosa.
 
Acsa devia ser uma filha muito querida e amada. Seria desposada por um homem movido pela força do Senhor. E, como um pai zeloso, Calebe sabia que se sua filha casasse com um homem temente a Deus, este também a amaria com a própria vida. Sabemos que naquela época a mulher não tinha muita vez e nem tampouco voz ativa. Mas Acsa teve uma atitude corajosa e que demonstra o grau de confiança que tinha na relação pai e filha. Isto está implícito na pergunta de Calebe: “Que desejas?” (v.18). Seu desejo era que seu pai lhe desse de presente fontes de água, e Calebe lhe deu “as fontes superiores e as fontes inferiores” (v.19).
 
Deus é nosso Pai. E como Pai, Ele espera ansioso por nosso pedido: “Dá-me um presente” (v.19). Calebe sabia exatamente o que dar à sua filha e deu muito mais do que ela esperava receber. Acsa aceitou o fato de casar-se com o escolhido não apenas pela vontade de seu pai terreno, mas de Seu Pai do Céu. Ela honrou a vontade de Calebe e consentiu com a vontade de Deus. O pedido de Acsa foi um pedido simples, mas grandioso. Ela pediu água e a recebeu em abundância.
 
Disse Jesus: “Aquele, porém, que beber da água que Eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que Eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo.4:14). Quando vamos a Cristo, vamos também em direção ao Pai (Jo.8:19). Mas a atitude inicial de Acsa deve ser a nossa. Foi a de pedir água? Não. Foi a de aceitar a vontade do Senhor para a sua vida. Quando a mulher samaritana teve um encontro com Cristo no poço, antes de receber da Água, ela creu e manifestou a sua fé fazendo o que Cristo lhe mandou (Jo.4). Semelhantemente, quando aceitamos a Cristo primeiro como Senhor e dEle nos tornamos servos, Ele nos atende na condição de filhos.
 
Eis o Seu convite para nós, hoje: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Aceite a oferta das fontes superiores do Céu! Vigiemos e oremos!
 
Bom dia, filhos do Pai do Céu!
 
Rosana Garcia Barros
 
#PrimeiroDeus #Josué15 #RPSP
 
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JOSUÉ 14 – Comentado por Rosana Barros
1 de maio de 2019, 0:30
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“Estou forte ainda hoje como no dia em que Moisés me enviou; qual era a minha força naquele dia, tal ainda agora para o combate, tanto para sair a ele como para voltar” (v.11).


Ao dar início à divisão das terras entre às nove tribos e meia de Israel, “Calebe, filho de Jefoné” (v.6), lembrou a Josué da promessa do Senhor dada a eles tendo em vista a fidelidade deles em Cades-Barneia, quando relataram com ânimo e coragem a experiência de espiar Canaã. Com oitenta e cinco anos de idade, Calebe assegurou possuir a mesma saúde e a vitalidade de quarenta e cinco anos atrás. A sua perseverança em seguir ao Senhor lhe rendeu não apenas uma herança, mas também longevidade para dela desfrutar.

Calebe era conhecedor que mesmo recebendo uma porção por herança, esta deveria ser conquistada pelo poder de Deus unido ao seu esforço pessoal: “o Senhor, porventura, será comigo, para os desapossar, como prometeu” (v.12). Com a bênção e aprovação de Josué, Calebe avançou para a conquista, e “Hebrom passou a ser de Calebe… visto que perseverara em seguir o Senhor, Deus de Israel” (v.14). Gigante na fé, Calebe conquistou um território de gigantes. “E a terra repousou da guerra” (v.15).

O testemunho de Calebe é para nós hoje como uma mola propulsora para grandes conquistas. Ele não simplesmente esperou receber o cumprimento da promessa, mas porque confiou, agiu. Os mesmos gigantes que os primeiros dez espias viram e temeram, não intimidaram aquele que tomou a firme resolução de seguir ao Senhor e nisso perseverar. Pelo pecado da maioria, Calebe teve de aguardar 45 anos até ver o cumprimento da promessa, mas em momento algum duvidou que ela chegaria e que Deus lhe concederia a alegria de desfrutá-la.

Talvez, como Calebe, você já esteja aguardando a derradeira promessa há 45 anos ou até mais do que isso, e provavelmente você não sinta mais a vitalidade da juventude. Contudo, a promessa do Senhor para os perseverantes permanece: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). “Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade” (1Co.15:53).

Cristo vem! Que sejamos encontrados na mesma condição de Calebe, perseverando em seguir ao Senhor, nosso Deus. E, muito em breve, a Terra repousará da guerra e nós estaremos a salvo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué14 #RPSP

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