Filed under: Sem categoria
“Porém, à tribo de Levi Moisés não deu herança; o Senhor, Deus de Israel, é a sua herança, como já lhes tinha dito” (v.33).
Avançado em dias, Josué recebeu do Senhor a mesma ordem dada a Moisés, de dividir as terras entre as tribos de Israel. De todas as tribos, porém, a tribo de Levi seria a única a não receber herança. Mesmo não possuindo terras, os levitas deveriam ser amparados pelas tribos a fim de que o povo tivesse sempre onde buscar a instrução da lei de Deus: “Dá ordem aos filhos de Israel que, da herança da sua possessão, deem cidades aos levitas, em que habitem” (Nm.35:2).
Quando lemos o relato da divisão de terras feita por Moisés às duas tribos e meia, percebemos que não se tratava de uma pequena porção de terra para cada tribo. Mas cada uma estava recebendo o equivalente a um território nacional. Se observarem o verso 30, verão que em apenas uma parte da herança de Gade havia 60 cidades. Eram terras a perder de vista! Mas, de toda essa herança, de tudo o que Deus já havia concedido ao Seu povo, a porção dos levitas era o principal tesouro, a principal bênção. O Senhor Deus era a sua herança!
As últimas palavras de Moisés foram uma bênção proferida a cada tribo de Israel. Mas, ao final, ele disse: “O Deus eterno é a tua habitação” (Dt.33:27). Israel receberia o que Deus havia prometido, mas a tribo de Levi seria sempre uma lembrança de que se o Senhor não fosse a Sua morada, Israel não habitaria seguro (Dt.33:28). Jesus mesmo declarou: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mc.8:36). Deus anseia derramar bênçãos sem medida na vida de Seus filhos, mas não podemos jamais colocar as bênçãos acima do Senhor das bênçãos.
Por mais que recebamos bênçãos neste mundo, nunca devemos perder o foco de que o nosso lugar não é aqui, e sim ao lado dAquele que nos criou para termos um real e verdadeiro felizes para sempre. O sábio Salomão escreveu: “Quanto ao homem a quem Deus conferiu riquezas e bens e lhe deu poder para deles comer, e receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus” (Ec.5:19). Quem não reconhece a mão de Deus em tudo o que tem, não tem Deus por habitação, e quem não tem Deus por habitação, “nunca se satisfaz o seu apetite” (Ec.6:7).
Amados, no “testamento” de Deus para Seus filhos não está este mundo e as coisas que nele têm, mas está Cristo Jesus e a eternidade que nos tem a oferecer. Esconda-se em Deus e Ele cuidará de você. Não há herança maior e melhor do que esta!
Bom dia, herdeiros da vida eterna!
Desafio da semana: A cada terça-feira estarei lançando um desafio semanal, com o objetivo de nos unir em oração e em ação. Essa semana, reserve um momento de oração particular, a cada dia, para pedir ao Senhor que você só tenha palavras de bênção e de apreço para falar, principalmente aos de sua família. Pv.15:1.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué13 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“São estes os reis da terra, aos quais os filhos de Israel feriram…” (v.1).
Este capítulo apresenta o relato das conquistas de guerra tanto de Moisés quanto de Josué. “Moisés, servo do Senhor” (v.6) e os filhos de Israel feriram dois reis: Seom, rei dos amorreus e Ogue, rei de Basã. Já sob a liderança de Josué, Israel feriu trinta e um reis. Mas para que deixar listadas as vitórias alcançadas? Porque Deus faz questão de mostrar as vitórias de Seus filhos quando estes O servem. Como poderia um povo não acostumado com a guerra, despreparado, com armamento muito aquém dos povos que habitavam Canaã, inferior em número comparado aos exércitos daqueles povos, obter vitória após vitória? Somente pelo poder de Deus! “O Senhor os entregou nas mãos de Israel” (Js.11:8). E as cidades mais suntuosas e poderosas da época foram reduzidas a montões de ruínas.
Todo filho de Deus possui batalhas para enfrentar. Todo aquele que busca servir ao Senhor de coração encontra resistência, conforme advertiu o apóstolo Paulo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Israel teve provada a sua fé em cada conflito enfrentado. O Senhor permite que sejamos lançados na fornalha, mas Ele nos promete três coisas se nEle confiarmos: estar conosco (Mt.28:20), nos livrar do fogo (Is.43:2) e que a fornalha tem prazo de validade limitado resultando em uma recompensa eterna : “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co.4:17).
Não sei quais são os “reis” ou “fornalhas” que você está enfrentando neste momento, mas conheço o Deus que transforma grandes reinos em cinzas e fornalhas em lugares de encontro com Cristo. Creia no Deus que não dormita! “Ele não permitirá que os teus pés vacilem; não dormitará Aquele que te guarda. É certo que não dormita, nem dorme o Guarda de Israel” (Sl.121:3-4). Confie em Deus. Deposite nEle a sua força. Como Moisés e Josué, seja um bem-aventurado: “Bem-aventurado o homem cuja força está em Ti” (Sl.84:5).
Estamos vivendo em momentos decisivos. Como nos dias de Noé, o “Espírito [de Deus] não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). Acima de guerras entre nações, os conflitos de Israel tinham o objetivo de erradicar o pecado de Canaã. Não era desejo do Senhor que aquelas multidões perecessem, mas apegando-se ao mal, foram destruídas com ele. Que nas horas finais deste grande conflito, façamos parte do exército do Deus vivo, um exército que tem “tudo em comum” (At.2:44). “Estejam preparados. Vocês lutam contra algo muito maior que vocês. Aceitem toda a ajuda que puderem, toda arma que Deus providenciou, para que no fim da batalha vocês ainda estejam de pé” (Ef.6:13, Bíblia A Mensagem). Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué12 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Como ordenara o Senhor a Moisés, Seu servo, assim Moisés ordenou a Josué; e assim Josué o fez; nem uma só palavra deixou de cumprir de tudo o que o Senhor ordenara a Moisés” (v.15).
Desde Jericó, o Senhor provou a Israel a Sua fidelidade, concedendo-lhe uma vitória após outra. De forma espantosa, o jovem exército de Israel avançava com a poderosa e inabalável guia do Senhor dos Exércitos. O incidente em Ai não foi capaz de abalar a fé e a força de um povo que contemplara a queda sobrenatural dos muros de Jericó, e, sob a ameaça das ímpias nações, unidas no intuito de destruir o povo que julgavam ser um intruso, continuou avançando na certeza da vitória em o nome do Senhor, seu Deus, para conquistar a terra de seus antepassados.
Outra união entre nações aconteceu. Desta vez, porém, a Bíblia contabiliza “muito povo, em multidão como a areia que está na praia do mar, e muitíssimos cavalos e carros” (v.4). Eram milhares a mais do que o exército de Israel, com forças bélicas melhor equipadas e capacitadas. Josué tinha tudo para temer. Tudo contribuía para que os exércitos de Israel recuassem. Até que novamente, a voz que transmite vida lhe falou: “Não temas diante deles” (v.6). No outro dia o “Senhor os entregou nas mãos de Israel” (v.8), pois, assim como Faraó, aquelas nações rejeitaram os apelos divinos, tendo seus corações endurecidos para qualquer tipo de arrependimento.
A natureza humana grita a corrupção. O pecado nos tornou maus e irreconciliáveis. Não há nada em nós que possamos aproveitar como meio de salvação. O nosso coração é enganoso, “e desesperadamente corrupto” (Jr.17:9). E a menos que reconheçamos a nossa condição e completa necessidade da graça de Jesus, prosseguimos nos enganando a nós mesmos fingindo estar tudo bem quando sabemos que não está.
A dureza de coração não sobrevém de um dia para o outro, ela é acariciada pelo ego que não admite ser dependente de Deus. A obediência de Josué contrastava com a impiedade dos povos cananeus, que, rejeitando anos de misericórdia, colheram a própria ruína. Não fora a força de Israel que derrotara seus inimigos, mas o Senhor os entregara em suas mãos. Diante desta verdade, gosto muito desta tradução do Salmo 46:10 na Nova Versão Internacional, que diz: “Parem de lutar! Saibam que Eu sou Deus”.
O mesmo Deus luta por nós hoje, e a única coisa que Ele nos pede é o nosso coração (Pv.23:26), para purificá-lo, transformá-lo e torná-lo habitação do Espírito Santo. Eis a perfeita obra que Ele deseja realizar em nossa vida: “Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei; Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (Jr.31:33). Vigiemos e oremos!
Feliz semana, corações segundo o coração de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué11 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Não houve dia semelhante a este, nem antes nem depois dele, tendo o SENHOR, assim, atendido à voz de um homem; porque o SENHOR pelejava por Israel” (v. 14).
O rei de Jerusalém, sabendo que Gibeão fizera paz com Israel, “temeu muito; porque Gibeão era cidade grande… e todos os seus homens eram valentes” (v.2). Então, criou uma espécie de “organização das nações unidas” com mais quatro reis para irem pelejar contra os gibeonitas. Eu diria que, muito mais do que valentes, os gibeonitas foram espertos, pois provaram que o uso da inteligência vale mais do que a valentia. Ao fazerem um acordo de paz com Israel, teriam o exército do Senhor a favor deles. E cercados pelas forças bélicas daquelas nações, pediram a ajuda a Josué que, prontamente, convocou todos os homens de guerra em favor dos gibeonitas.
Percebendo que o conflito se estenderia, Josué clamou pela intervenção divina. Resultado: “O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro” (v.13). A Bíblia relata que jamais houve dia semelhante a este (v.14). O Rei do Universo atendeu a um pedido inusitado de um simples homem servo. O sol não deixou de dar a sua claridade quando em horas de escuridão. Deus é o Sol da Justiça! Ele deseja fazer em nossa vida exatamente o que fez na vida do Seu povo. Como fez Josué, o Senhor só aguarda o nosso pedido. Quantas vezes nos encontramos em situações em que tudo escurece e o que mais desejamos é encontrar uma luz no fim do túnel. Amados, Deus não deseja ser apenas uma luz no fim do túnel em nossa existência. Ele deseja brilhar em nós como o sol, dissipando todas as trevas. Pois onde Deus prevalece, a escuridão desvanece!
O Senhor não atendeu ao pedido de Josué porque ele era mais especial do que os outros. Mas porque, antes de ser líder de Israel, Josué era servo de Deus, fazendo tudo “como ordenara o Senhor, Deus de Israel” (v. 40). Isto não significa que tudo quanto pedirmos, Deus nos atenderá conforme à nossa vontade. E sim que aquele que deposita a sua confiança em Deus e busca servi-Lo terá sempre a firme segurança de que Ele está no controle de todas as coisas. O apóstolo Paulo sofria com “um espinho na carne” (2Co.12:7) e, por três vezes, pediu a Deus que o livrasse daquele infortúnio. Mas, apesar de ter sido negado o seu pedido, a resposta de Jesus lhe foi suficiente: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).
Até as lutas e tribulações desta vida são usadas em nosso favor, para nos fortalecer a fé, aumentar a nossa perseverança e nos levar a reconhecer a nossa total dependência de Deus. Como escreveu Tiago: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Josué, em sua fraqueza, foi perseverante. Paulo, em sua fraqueza, perseverou. O chamado de Deus para nós, hoje, não é diferente: “A Minha graça vos basta”, nos diz Jesus. “Sede, pois, perseverantes e Eu brilharei em vocês ainda que nas mais densas trevas”.
Acredite: a nossa fraqueza nas mãos do Senhor é transformada na mais clara luz. ”Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti” (Is.60:1).
Feliz sábado, perseverantes de Deus e luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué10 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Então, os israelitas tomaram da provisão e não pediram conselho ao Senhor” (v.14).
Após as conquistas contra Jericó e contra Ai, Israel tornara-se prova inequívoca de que os boatos acerca dele eram verdadeiros e que era só uma questão de tempo conquistar toda Canaã. Sabendo disso, os reis das nações daquele lugar se uniram para pelejar contra os israelitas (v.2). Porém, houve um povo que usou “de estratagema” (v.4) para enganar a Israel e livrar-se da destruição. A estratégia dos gibeonitas era fazer com Israel uma aliança, fingindo ser um povo “de uma terra mui distante” (v.9). E esta aliança uma vez firmada não poderia ser revogada. E assim foi feito. Josué e os príncipes de Israel não consultaram a Deus para firmar o juramento e, quando descobriram a verdade, já era tarde demais. Não pelo fato de envolver um acordo entre homens, mas um juramento que envolvia o nome do Senhor.
Quando lemos este capítulo, dá a entender que o povo de Canaã não era apenas conhecedor dos milagres de Deus, mas de Suas leis também. Podemos notar que os gibeonitas sabiam muito bem o que estavam fazendo e que, ainda que fossem desmascarados, estariam debaixo de um juramento solene e imutável. Foi assim que suas vidas foram preservadas e passaram a assumir a condição de servos em Israel (v.27). O pouco conhecimento que tinham acerca de Israel e de suas leis lhes preservou a vida. “Pois o povo que não tem entendimento corre para a sua perdição” (Os.4:14). Assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6).
O conhecimento segundo a Bíblia é chamado de verdade. Cristo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (Jo.14:6). Também está escrito: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Ou seja, através do conhecimento das Escrituras conhecemos a Jesus e este conhecimento (que é a verdade) nos liberta do pecado. É uma sequência lógica e salvífica. Lutar com as nossas próprias forças só nos levará ao mesmo fim que teve Jericó e Ai: perdição. O desejo do Senhor para com Israel é o mesmo que Ele tem para conosco hoje. Que não busquemos a nossa própria vontade, e sim “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Então, Ele nos dirá: “Porque esta é a aliança que firmarei com você… diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as Minhas leis, também no coração lhas inscreverei, Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo… porque todos Me conhecerão” (Jr.31:33,34).
Na maioria das vezes, Jesus introduzia Seus ensinamentos com a expressão: “Em verdade, em verdade te digo”; demonstrando por Suas palavras a essência de Seu caráter. Cristo é a própria verdade e Ele deseja revelar-Se a nós. Por isso nos deixou a Sua Palavra. Vimos que é por falta de conhecimento que muitos perecem. E “não é da vontade de vosso Pai celeste que pereça um só destes pequeninos” (Mt.18:14). Portanto, prossigamos em estudar a Palavra de Deus, pedindo que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, aqueles que conhecem a Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué9 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Depois, leu todas as palavras da Lei, a bênção e a maldição, segundo tudo o que está escrito no Livro da Lei” (v.34).
O mesmo povo que há pouco havia perseguido os homens de Israel e os derrotado por causa do pecado de Acã, agora teria a sua cidade tomada e destruída sob a liderança do Senhor dos Exércitos. Desta vez, Deus concedera a Israel os despojos da guerra. Josué então elaborou uma estratégia de combate que fez com que os inimigos caíssem em suas mãos. No versículo quatro, ele disse aos homens: “todos estareis alertas”. Ao lermos este relato, percebemos que seguir esta ordem foi fundamental para a conquista da vitória. Estar alerta, ficar atento, fez toda a diferença para o povo. Uma orientação tão útil e necessária, hoje, quanto o foi no passado.
Quando a Bíblia diz que devemos temer a Deus e guardar os Seus mandamentos, está implícita a ordem: “todos estareis alertas”! Mas alertas para quê? Para não nos encontrarmos na situação dos moradores de Ai, que “não puderam fugir nem para um lado nem para outro” (v.20). Foram facilmente enganados pelos israelitas, porque, confiantes na conquista anterior, ficaram autoconfiantes. O engano só acontece quando não conhecemos a verdade. Uma nota de trinta reais não engana ninguém simplesmente porque não existe, mas, a menos que conheçamos muito bem uma nota de cinquenta reais, a sua falsificação pode passar despercebida. Cristo mesmo nos advertiu: “porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Vede que vo-lo tenho predito!… Portanto, vigiai… ficai também apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá (Mt.24:24, 25, 42 e 44).
Estes alertas de Cristo são especialmente para os tempos que antecedem a Sua segunda vinda, ou seja, para os nossos dias. A mesma renovação da aliança do Senhor feita pelo povo (v. 31), Cristo espera que façamos com Ele diariamente. Cada dia é uma nova oportunidade que recebemos para renovarmos a nossa vida com Quem selou a Sua aliança com o próprio sangue. O Seu amor que salva e a Sua verdade que liberta está à disposição de todo aquele que crê. Precisamos estar atentos à Sua Palavra. Não abandonemos a nossa torre de vigia! Diante de nós está “a bênção e a maldição” (v.34). “Palavra nenhuma houve” (v.35), relevante para a nossa salvação, que o Senhor nos ocultasse.
Somente por meio das Escrituras e de uma vida de oração e testemunho, podemos nos manter alertas contra os enganos do inimigo. Assim como “toda a congregação” parou para ouvir a Palavra do Senhor (v.35), o chamado de Deus é o mesmo para nós, hoje: Pare, ouça, obedeça e esteja atento! Precisamos ser “sóbrios e vigilantes”, pois, “o diabo, [nosso] adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Portanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, vigias do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué8 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Dispõe-te, santifica o povo e dize: Santificai-vos para amanhã, porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: Há coisas condenadas no vosso meio, ó Israel; aos vossos inimigos não podereis resistir, enquanto não eliminardes do vosso meio as coisas condenadas” (v.13).
Antes do Senhor entregar Jericó nas mãos dos israelitas, Josué foi muito claro ao dizer: “Tão somente guardai-vos das coisas condenadas… e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais” (Js.6:18). Ou seja, o povo não poderia levar para si os despojos daquela cidade, além do que o Senhor ordenara para o Seu tesouro, provavelmente pela idolatria e licenciosidade que ali existia. Porém, Acã, da tribo de Judá, “tomou das coisas condenadas… [e] a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel” (v.1).
Confesso que ao ler o capítulo de hoje, fiquei muito triste pela situação. É difícil de aceitar que por causa do pecado de uma pessoa todo o povo fosse prejudicado e toda uma família perecesse. São chocantes os versos que descrevem a condenação de Acã e de sua família (v.24-25). Mas não foi assim que o pecado entrou no mundo? “Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores” (Rm.5:19)? Isto me leva a uma conclusão muito séria: as minhas escolhas têm consequências que não se restringem apenas a mim.
Israel foi à luta e voltou derrotado, por causa do pecado de Acã. Não pense que o que você faz de errado só tem consequências pessoais. Alguém que vende o seu corpo, por exemplo, pode pensar: “Faço do meu corpo o que eu quiser, e isso é problema meu!” Não é, filho(a)! O problema é seu e da pessoa que engana o seu cônjuge; é seu e da pessoa que adquiriu de você uma doença venérea; é seu e do indivíduo que lhe pagou e deixou a família a passar necessidade. Um pai ou uma mãe também podem pensar: “o filho é meu e educo como quiser. Ninguém tem nada a ver com isso!” Tem sim, papai e mamãe! Não vivemos dentro de uma redoma, vivemos em sociedade. E nossas palavras e nossas ações influenciam e muito nossa família e todo o meio em que vivemos.
Querer se eximir da responsabilidade foi o que fez Acã, a ponto de permitir que Deus mandasse convocar tribo por tribo, família por família e homem por homem, até, finalmente, chegar ao culpado. Se o Senhor simplesmente o tivesse castigado sem que Acã confessasse, ou sem as provas de sua desobediência, colocaria em dúvida o Seu julgamento justo. O mais triste de tudo é que Acã envolveu sua família naquela trama, trazendo ruína à toda a sua casa. Meus amados, precisamos atender à advertência do apóstolo Paulo: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos” (2Co.13:5). Deus ordenou mais uma vez que Seus filhos se santificassem: “Santificai-vos para amanhã” (v.13). Deus dera a Acã um dia de prazo para se arrepender e confessar o seu pecado, mas ele não o fez. Permitiu que a desconfiança tomasse conta de todo o povo e não temeu o Deus que tudo vê.
Deus é misericórdia! Ele nos oferece oportunidades de arrependimento e confissão. E Ele nos apela, hoje: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). O Senhor nos diz como disse a Josué: “Levanta-te! Porque estás prostrado assim sobre o rosto?” (v.10). Israel havia pecado e violado a aliança do Senhor (v.11). Não adianta chorar e se lamentar, quando você sabe o que é preciso fazer e não o faz.
Tome, agora, a firme decisão que tomou Josué: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Porque, por um só homem entrou o pecado no mundo, mas graças a Deus por nosso Senhor, Jesus Cristo, porque por causa da Sua obediência, “muitos se tornarão justos” (Rm.5:19). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1Co.10:12). Pois a sua queda pode significar a queda da sua família. Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos da misericórdia de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué7 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“Então, entraram os jovens, os espias, e tiraram Raabe, e seu pai, e sua mãe, e seus irmãos, e tudo quanto tinha; tiraram também toda a sua parentela e os acamparam fora do arraial de Israel” (v.23).
Cercado pelos exércitos de Israel, o povo de Jericó buscou fortalecer sua segurança e cerrar as portas da cidade a fim de que ninguém entrasse ou saísse de lá. Terrível sensação de incapacidade tomou conta dos corações que desmaiavam de ansiedade e de medo. Do lado de fora de seus muros podiam avistar a jovem e robusta comitiva de Israel que deixava bem clara a sua intenção de tomar a cidade.
Contudo, algo inesperado aconteceu. Ao perceberem os inimigos a aproximação dos homens armados de Israel, tremeram e temeram, mas tudo o que viram fora um desfile com direito a “fanfarra” de trombetas. De alguma forma, porém, aquela primeira ação de Israel causara grande desconfiança e perturbação ao povo de Jericó. No dia seguinte, imagino que os muros, outrora evitados, ganharam novos espectadores para assistir ao desfile marcial de Israel. E assim, se deu durante sete dias.
No sétimo dia, porém, ao notarem que o desfile que dantes era limitado a apenas uma volta ao redor da cidade, se estendeu por uma volta a mais, e outra, e de novo… até que, no final da sétima volta, o toque das trombetas soou diferente e, pela primeira vez, Jericó ouviu a voz dos filhos de Israel que gritando a plenos pulmões, testemunharam o poder de Deus derrubando os imponentes muros de Jericó como se fossem feitos de pez.
Ninguém daquela cidade seria poupado, a não ser por Raabe e sua família. “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu em paz aos espias” (Hb.11:31). E mediante a sua confiança em Deus e disposição em servi-Lo, além de ter salvado toda a sua casa e de ter sido incluída na ilustre galeria dos heróis da fé, Raabe faz parte da mais privilegiada genealogia de todos os tempos: a genealogia de Jesus Cristo (Mt.1:5).
Mas além de Raabe, gostaria de destacar também a atitude daqueles dois espias, que mesmo sendo anônimos, a Bíblia relata que se tratavam de dois jovens (v.23). Aqueles jovens certamente haviam compreendido o real significado da misericórdia divina. O ultimato de Deus de destruir as ímpias nações de Canaã poderia tê-los feito negar o pedido de Raabe, mas o relacionamento que mantinham com o Senhor não os permitira deixar de reconhecer naquela mulher uma verdadeira adoradora do Deus a Quem serviam.
Todos, adultos, jovens, velhos e crianças, podem ter participação ativa na obra do Senhor. Nossa influência pode estar a colaborar ou prejudicar no bom andamento desta obra. Quantas “Raabes” estão ao nosso redor apenas aguardando que entremos em suas casas e lhes apresentemos o cordão escarlata da salvação em Cristo Jesus. Raabe não apenas recebeu dois espias em sua casa, ela recebeu uma dupla missionária que soube identificar a necessidade daquela mulher e ajudá-la a encontrar o verdadeiro Deus.
Você ainda não possui uma dupla missionária? Ore ao Senhor e peça que lhe mostre alguém de espírito voluntário. Lembrando aos casados, que vocês já são uma dupla missionária; e aos solteiros que procurem, preferencialmente, alguém do mesmo sexo para este fim. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos, oremos e apressemos o grande Dia do Senhor!
Bom dia, missionários de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué6 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“No dia imediato, depois que comeram do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel; mas, naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã” (v.12).
Após a morte da geração “que tinha saído do Egito, os homens, todos os homens de guerra” (v.4), uma nova geração estava diante de Canaã. A aliança do Senhor feita com Abraão, fora relembrada na ordem divina de circuncidar aqueles que, nascidos no deserto, não haviam sido circuncidados. Mais do que um símbolo, a circuncisão era uma consagração, o meio dado por Deus de estreitar os laços especiais com o Seu povo a fim de que fosse uma nação peculiar entre as demais nações.
A celebração da Páscoa também era um símbolo. Representava a libertação de Israel e como o Senhor poupara a vida dos primogênitos do Seu povo. Além de apontar para Cristo, o Cordeiro Pascal. Naquela ocasião, celebrada a Páscoa em Gilgal, no dia seguinte, podendo fartar-se “do produto da terra, cessou o maná” (v.12).
Deus cuidara da dieta de Seu povo enquanto no deserto, e deixara leis de saúde que promoveriam o seu bem-estar e qualidade de vida. Habituados às panelas de carne no Egito, certamente sem restrições quanto à gordura e ao sangue, chegaram ao ponto de chamar o maná de “pão vil” (Nm.21:5). Daí a necessidade de um tipo de “detox” do Céu para desintoxicar não somente o corpo, mas preparar a mente e o coração para estarem mais receptivos à voz de Deus.
Sem dúvida alguma, Josué foi grandemente beneficiado neste processo de mudança. Sob a forte pressão de liderar Israel no lugar de Moisés, o novato mostrou um caráter construído sobre base sólida e inabalável, de modo que teve o privilégio de, como Moisés, conversar face a face com Jesus. Ali, prostrado “com o rosto em terra” (v.14), Josué fez uma pergunta que deveria fazer parte integrante de nossos encontros diários com Deus: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?” (v.14).
Para os que creem na luz que temos da verdade presente, sabem que as nossas escolhas referentes à alimentação e cuidados de nosso corpo, tem sim impacto em nossa saúde e influência direta no funcionamento da nossa mente e construção de nosso caráter. Deus nos ama tanto, que Se preocupa em que desfrutemos de saúde em todos os aspectos da vida. Aceitar e buscar viver o estilo de vida que Ele mesmo estabeleceu, também é um ato de adoração. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).
Hoje, o Senhor deseja circuncidar o nosso coração e nos preparar para um dia comermos “das novidades da terra de Canaã” (v.12). Já se encontrou com Ele hoje? Não vá a fontes humanas falíveis, antes de ir à Fonte da vida. Estude a Bíblia e fale com o teu Criador antes de qualquer coisa. Em oração, tome emprestado as palavras de Josué: “Que diz meu Senhor ao Seu servo?”. Que estejamos dispostos a descalçar “as sandálias dos pés” (v.15) e viveremos experiências reais e incríveis com o nosso Deus.
Bom dia, servos do Senhor Jesus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Josué5 #RPSP
Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
“E disse aos filhos de Israel: Quando, no futuro, vossos filhos perguntarem a seus pais, dizendo: Que significam estas pedras?, fareis saber a vossos filhos, dizendo: Israel passou em seco este Jordão” (v.21).