Reavivados por Sua Palavra


Juízes 02 – Comentado por Rosana Barros
14 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Foi também congregada a seus pais toda aquela geração; e outra geração após eles se levantou, que não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel” (v.10).

Israel já habitava em Canaã, mas não havia cumprido por completo a ordem do Senhor de expulsar todos os cananeus. Insistiram em compartilhar da herança do Senhor com os “espoliadores” (v.14). E na reincidência dos filhos de Israel em não dar ouvidos à voz de Deus, “se tornavam piores do que seus pais” (v.19). Pela negligência quanto à religião do lar, surgiu uma geração de fundamento arenoso. A falha na instrução e edificação espiritual dos filhos, custou o alto preço de uma nação constantemente perseguida e oprimida pelos povos inimigos.

Em Sua grande misericórdia, Deus suscitou juízes a fim de livrar o povo das mãos de seus opressores. “Contudo, não obedeceram aos seus juízes” (v.17). Logo se desviaram do caminho “seguindo após outros deuses” (v.19). Eles “provocaram o Senhor à ira” (v.12), e “deixaram o Senhor” (v.13). O deserto e a guerra ensinaram a seus pais os percalços da vida e a dependerem de Deus; em contrapartida, a prosperidade e a tranquilidade de Canaã foram mal administradas por aqueles que deveriam ensinar por preceito e por exemplo que só há vida e felicidade em conhecer e servir a Deus.

Todavia, àquelas gerações foi concedida graça sobre graça, pois “o Senhor Se compadecia deles ante os seus gemidos” (v.18). E não havia desculpas para justificar a iniquidade, porque “fazia Israel o que era mau perante o Senhor” (v.11). Ainda que seus pais não lhes tenham ensinado o temor do Senhor, Deus estava disposto a ensiná-los. Desde a entrada do pecado no mundo, o homem tem revelado a natureza de acusação, sempre transferindo a culpa a terceiros. Cristo, porém, afirmou: “Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece o vosso coração” (Lc.16:15).

Sucedeu que, falando o Anjo do Senhor estas palavras a todos os filhos de Israel, levantou o povo a sua voz e chorou” (v.4). Sobreviria juízo sobre o povo por causa de sua desobediência. Por vezes, Deus permite que estejamos cercados por inimigos para colocar à prova a nossa fé e obediência. Não era plano do Senhor que Israel sofresse “grande aperto” (v.15). Ele bem sabia que o povo se desviaria de Sua vontade, mas também que surgiriam servos fiéis em meio à infidelidade. “Que é isso que fizestes?” (v.2), é uma pergunta que ecoa até nós hoje. Jesus geralmente respondia as perguntas que Lhe faziam com outra pergunta. Ele não nos dá simplesmente a resposta, mas a oportunidade de refletir.

Porque “o coração do justo medita o que há de responder” (Pv.15:28). A resposta de Israel foi levantar a voz e chorar. E esta geração, que se arrependeu, serviu ao Senhor “todos os dias de Josué e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram por muito tempo” (v.7). Aquela geração de Israel se foi, e surgiu outra “que não conhecia o Senhor” (v.10). Infelizmente, ela se foi sem deixar à próxima a influência de sua fidelidade. Que tremenda obra Deus confiou aos pais em instruir seus filhos! Quando esta obra é considerada em toda a sua importância e é operada por pais diligentes e tementes a Deus, anjos são comissionados para ajudá-los. Temos um desafio imenso em meio a uma geração que não conhece a Deus, mas Ele suscitou “o Anjo do Senhor” para estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20).

Se dermos ouvidos às palavras de Jesus e buscarmos cumpri-las, certamente as nossas últimas palavras nesta Terra, serão: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is.8:18). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, geração de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Juízes2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Juízes 01 – Comentado por Rosana Barros
13 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Depois da morte de Josué, os filhos de Israel consultaram o Senhor, dizendo: Quem dentre nós, primeiro, subirá aos cananeus para pelejar contra eles?” (v.1).

Após a morte de Josué, a atitude inicial do povo lhe rendeu a bênção do Senhor e a vitória sobre os seus inimigos. Como prometido, Calebe recebeu a sua parte por herança e cumpriu o seu juramento dando a mão de sua filha Acsa em casamento para Otniel, e atendendo ao pedido de Acsa, dando-lhe terras com “fontes de água” (v.15). O período dos juízes foi desafiador e durou cerca de 400 anos. Os primeiros passos desse período, contudo, ao desconsiderarem uma ordem expressa de Deus, resultou em decadência moral e espiritual, e muito sofrimento. Os filhos de Israel deveriam expulsar os moradores de Canaã por completo, mas foram permissivos, habitando com os inimigos. Sofreriam na pele as consequências de sua desobediência.

O zelo do Senhor em orientá-los a expulsar aquelas nações pagãs tinha o objetivo de mantê-los puros em Seus princípios, a fim de que não se contaminassem com a idolatria e a imoralidade dos habitantes de Canaã. Era desejo de Deus que Seu povo fizesse brilhar a Sua luz às demais nações da Terra; que fosse uma nação modelo, o atalaia divino, com um chamado mundial para adorar ao único Deus verdadeiro. Quando o povo de Deus permite que brechas sejam abertas, por mais insignificantes que sejam, Satanás as utiliza como vias de acesso a fim de introduzir seus enganos até que as brechas tornem-se em porta franca.

Precisamos, hoje, ter a prudência que os líderes de Israel não tiveram. Permitindo que seus filhos convivessem de perto com os filhos de Canaã, as gerações seguintes foram se enfraquecendo e logo se tornariam tão prostituídas quanto as nações pagãs. A infância é a fase de formação do caráter do homem. Uma criança bem instruída segundo a sabedoria dada por Deus em Sua Palavra, dificilmente dará as costas ao Senhor. O contrário, porém, é devastador. Creio que a pior desgraça do povo de Deus, hoje, seja a realidade de famílias que ocupam as fileiras da igreja enquanto o coração está longe do Senhor. Não há comunhão pessoal, nem tampouco culto familiar. Acostumaram-se com o mundo e perderam de vista o que é eterno.

A firme resolução de Daniel e seus três amigos exemplificam uma educação familiar com êxito (Dn.1:8). Mesmo longe de casa e infiltrados em uma nação idólatra, revelaram os firmes princípios adquiridos no lar. Eles são um exemplo de que Deus sempre tem um remanescente para chamar de Seu. E com o relógio deste mundo a marcar os seus instantes finais, quanto mais necessitamos guardar o nosso coração e a nossa casa como fiéis sentinelas do Senhor. Meus irmãos, o Espírito Santo intercede com Seus gemidos inexprimíveis neste dia, apelando para que nos humilhemos perante o trono da graça e clamemos por perdão e verdadeira conversão!

Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). Quando compreendermos que estas primeiras palavras de Cristo quando iniciou Seu ministério terrestre precisam operar em nossa vida a santificação, então, Jesus voltará, pois estaremos prontos para vê-Lo. Que cada marido e pai assuma o sacerdócio do lar no temor do Senhor. Que nós, esposas e mães, lembremos de nossa sagrada e santa missão de preservar o nosso lar como sendo um pedacinho do Céu. Debaixo da graça de Deus, seremos vitoriosas: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso” (1Tm.2:15). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, missionários do lar!

Rosana Garcia Barros

#Juízes1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 24 – Comentado por Rosana Barros
12 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates, ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (v.15).

A despedida de Josué marcou a renovação da aliança entre Israel e o Senhor e a sua firme resolução de servi-Lo com toda a sua família. Conforme a autoridade que por Deus lhe foi conferida, Josué provou que a sua liderança excedia a dos monarcas da Terra, introduzindo o seu último discurso com um claro e sonoro “Assim diz o Senhor” (v.2). Nenhum destaque pessoal ou conquistas particulares serviram como tema. Nenhuma homenagem que pudesse exaltar a criatura em lugar do Criador pôde ter lugar naquela assembleia solene.

Dirigindo-se ao povo com as cãs da experiência, Josué dispensou falar suas próprias palavras e, com temor e tremor, foi pela última vez usado por Deus como Seu porta-voz. Que grande e sublime responsabilidade repousava sobre ele! Sentiu maior peso do que quando liderou os exércitos de Israel em batalha. Estava diante de um conflito que arma nenhuma pode resolver; o conflito pela conquista dos corações. Através de seu testemunho de fidelidade, deixou o legado de uma família entregue à vontade de Deus. Mas sabia que isso não seria suficiente se o povo não erradicasse por completo a idolatria do meio de Israel.

Ao relatar um resumo da história de Israel desde o seu início através de Josué, o Senhor desejava promover no coração de cada filho Seu o reconhecimento e a gratidão imprescindíveis para o crescimento e aperfeiçoamento do caráter. Sendo a geração que desfrutava da herança prometida, que dava início a uma nova fase na história do povo de Deus, selar um compromisso de integridade e fidelidade em servir ao Senhor resultaria num forte impacto às futuras gerações.

Contudo, o compromisso assumido diante de Josué: “nós também serviremos ao Senhor” (v.18), revelaria a sua natureza perecível tão logo morressem todos os “que sabiam todas as obras feitas pelo Senhor a Israel” (v.31). Ou seja, houve uma terrível falha no cumprimento da ordem dada aos pais de Israel: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:5-7).

Aos pais cumpre a mais solene e sagrada obra, que é a de educar filhos para a eternidade. Em tempos de crise familiar, distorção de valores e ídolos modernos, como povo de Deus, somos chamados para fazer a diferença. Não há maior desafio, hoje, do que manter a chama do altar da família sempre acesa. E nesse grande conflito não há estratégia melhor e mais eficaz do que a dos joelhos dobrados e coração contrito. Precisamos orar por nossos filhos! E, acima de tudo, pelo poder do Espírito Santo, ser o exemplo que eles precisam ver.

As três vozes angélicas estão gritando o último chamado (Ap.14:6-12). E “como foi nos dias de Noé” (Mt.24:37), assim será na segunda vinda de Jesus. Semelhante a Noé, que teve toda a sua família salva do dilúvio, Deus deseja salvar “tu e a tua casa” (At.16:31). Tome, hoje, a firme decisão de Josué: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (v.15), e “para sempre herdarão a terra” (Is.60:21). Vigiemos e oremos!

Bom dia, famílias vitoriosas em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Josué24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 23 – Comentado por Rosana Barros
11 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Portanto, empenhai-vos em guardar a vossa alma, para amardes o Senhor, vosso Deus” (v.11).

Terminado o período de guerra, Israel desfrutava do repouso que o Senhor lhes deu de seus inimigos. Sendo já de idade avançada, Josué reuniu todo o Israel em uma santa convocação e lhes dirigiu palavras de ânimo e de advertência. Muitas foram as dificuldades encontradas no tempo de guerra, mas problemas diferentes, e até maiores, poderiam surgir no tempo de paz. Sabendo disso, o idoso líder deixou para Israel conselhos de inestimável valor, relembrando os grandes feitos do Senhor e Sua inegável fidelidade.

O fato de não mais precisarem estar em constante estado de alerta era recompensador. Por outro lado, a tranquilidade e o conforto reservam males que, se não reconhecidos e evitados, podem gerar consequências tão devastadoras quanto as de uma zona de conflito. As expressões usadas por Josué: “Esforçai-vos” e “empenhai-vos” (v.6 e 11), nos dizem que temos uma parte a desempenhar como povo eleito de Deus. Há uma resposta que precisa ser vista em nossa vida como testemunho de nosso amor e lealdade a Deus. Não se trata, porém, de salvação pelas obras, e sim de uma declaração de amor ao Deus que nos salvou.

Ao dar a João a mensagem à igreja de Laodiceia, Jesus atribuiu a esta última igreja o status de igreja morna. Cheia de si e orgulhosamente “santa”, Laodiceia ostenta uma imagem que não corresponde à realidade: “e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). Assim como Israel corria o risco de abandonar a sua torre de vigia, a mornidão espiritual nos torna passíveis de fazer o mesmo.

O apóstolo Paulo escreveu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). É importante estarmos atentos aos sinais que antecedem a segunda vinda de Cristo à Terra, contudo, ainda mais importante é fazermos parte dos que estarão prontos para este Dia: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).

As promessas de Deus são seguras e fiéis e “nem uma delas falhou” (v.14). Ele prometeu: “Venho sem demora” (Ap.3:11). “Esforçai-vos, pois, muito” (v.6), em jamais permitir que esta esperança esmoreça em vosso coração. “Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis sentinelas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Josué23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 22 – Comentado por Rosana Barros
10 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Os filhos de Rubén e os filhos de Gade chamaram o altar de Testemunho, porque disseram: É um testemunho entre nós de que o Senhor é Deus” (v.34).

No capítulo de hoje, Josué chamou os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés para abençoá-los e despedi-los para casa (v.6). Conforme haviam prometido, assim o fizeram. Estiveram lutando junto às demais tribos na conquista de Canaã. Não desampararam seus irmãos, mas tiveram “o cuidado de guardar o mandamento do Senhor” (v.3). A bênção do Senhor os acompanhou de volta para o lar e, ao atravessarem o Jordão, edificaram para si um altar, um “altar grande e vistoso” (v.10), a fim de servir de testemunho às futuras gerações.

Houve grande alvoroço entre as tribos do outro lado do Jordão que julgaram ser aquele monumento um altar estranho, uma afronta contra Deus. Entretanto, antes mesmo de declarar guerra, eles tiveram uma sábia atitude. Enviaram o sacerdote “e dez príncipes com ele” (v.14), para interrogar aquelas tribos acerca do duvidoso altar. Os “filhos de Rúben, os filhos de Gade e a meia tribo de Manassés” (v.11), na verdade, assim como serviram ao Senhor do outro lado do Jordão, desejavam servi-lO dalém do rio.

O Jordão fazia separação entre as duas tribos e meia e as demais tribos de Israel, e poderia ser motivo de divisão entre o povo de Deus. O “altar junto ao Jordão” (v.10) seria um memorial às futuras gerações de que, mesmo separados pelas águas e distantes de Siló, onde ficava a tenda da congregação, não deixariam de fazer parte da nação eleita de Deus. O resultado foi que, ao invés dos representantes de Israel voltarem para Canaã com ordem de batalha, retornaram com alegria e alívio (v.31).

Aquele altar representava o amor que aquelas tribos tinham pelo Senhor e pelos seus irmãos. Mesmo separados pelas águas do Jordão, não deixariam de ser um só povo que adorava ao único Deus. Hoje, Deus deseja que ergamos um altar em nosso coração. Um altar grande e vistoso! Ele deseja que sejamos Suas testemunhas e que nossa vida seja um altar que nem a distância consiga ocultar. Somos o “Israel de Deus” por meio de Cristo Jesus (Gl.6:16) e o testemunho que unirá a igreja de Deus dos quatro cantos da Terra nos últimos dias é “que ameis o Senhor, vosso Deus, andeis em todos os Seus caminhos, guardeis os Seus mandamentos, e vos achegueis a Ele, e O sirvais de todo o vosso coração e de toda a vossa alma” (v.5).

As duas tribos e meia amaram de verdade, e as demais tribos retribuíram esse amor ao consultá-los antes de cometer alguma injustiça. O amor é o que fará a diferença entre os salvos e os perdidos no Grande Dia do Senhor. O amor esfriará de quase todos, mas o que perseverar em guardar os mandamentos de Deus em amor, esse será salvo (Mt.24:12-13). Você deseja viver o amor bíblico? Guarda os mandamentos de Deus na essência (1Co.13), pois “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Então, amar ao próximo será uma consequência natural e inevitável e a inconfundível identidade dos genuínos discípulos de Cristo: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Ainda não estamos em casa, amados. E no campo de batalha deste mundo caído precisamos dar as mãos uns aos outros, porque no lugar que Deus preparou desde a fundação do mundo só entrarão aqueles que entenderam que cada semelhante custou o preço do sangue do Cordeiro e, ao amar uns aos outros, dão testemunho de que amam a Cristo. Clamemos pelo Espírito Santo para que possamos caminhar como Jesus, amar como Jesus e Ele nos conduzirá em paz para casa. Amemos, vigiemos e oremos!

Bom dia, testemunhas do amor de Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Josué22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 21 – Comentado por Rosana Barros
9 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel; tudo se cumpriu” (v.45).

Cada tribo havia recebido sua porção. Segundo suas famílias, receberam o cumprimento da promessa feita aos patriarcas. A tribo de Levi, porém, não teria herança, mas receberia cidades para que nelas habitasse e espaço nos arredores para seus animais. “E os filhos de Israel deram aos levitas, da sua herança, segundo o mandado do Senhor, estas cidades e os seus arredores” (v.3).

No final do capítulo, mais precisamente nos últimos três versos, encontramos a confirmação de tudo quanto o Senhor havia prometido a Abraão, Isaque e Jacó, e à sua descendência. A Bíblia é bem clara ao afirmar que nenhuma das promessas de Deus falhou. Nada aconteceu diferente do que Ele havia predito. As boas palavras do Senhor tiveram cumprimento exato na história de Seu povo e continuará tendo até o fim dos tempos.

Estudamos a história de Israel desde o chamado de seu primeiro patriarca, examinando, desde Gênesis, cada capítulo das Escrituras e extraindo deles lições espirituais de inestimável valor. Pudemos perceber que tudo o que Deus dizia que aconteceria, de fato aconteceu. Tanto a bênção pela obediência, quanto a maldição pela rebelião. Deus havia prometido a terra que manava leite e mel, ela era real e foi dada a Israel no devido tempo. Da mesma forma, Ele prometeu a vida eterna a “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Cristo veio a este mundo, morreu em nosso lugar e ressuscitou nos deixando a grande esperança de que vai voltar. Ele vai voltar! Ele prometeu (Jo.14:1-3)! E o Senhor não mente!

As promessas humanas são falíveis e deficientes, mas as promessas de Deus são infalíveis e perfeitas! Deus não muda (Ml.3:6). A aliança que o Senhor deseja fazer com Seus filhos não se resume a bênçãos terrenas, ela vai muito além: “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o Meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de Mim” (Jr.32:40). Lá na cruz, Cristo assinou a aliança eterna com o Seu sangue para nos conceder o direito de participar com Ele da herança eterna. Não julgue demorada a promessa de Sua segunda vinda, e sim a extensão da misericórdia de um Pai que não quer deixar para trás nenhum de Seus filhinhos: “Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).

O cenário mundial atual tem se revelado como a materialização das profecias bíblicas, apontando para o breve retorno de Jesus como nunca antes. É tempo de buscar “o Senhor enquanto se pode achar” e de invocá-Lo “enquanto está perto” (Is.55:6). Pois, como nos dias de Noé, o Espírito Santo “não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). Olhe para Cristo. Estude a Sua Palavra. Fuja das teorias e discursos humanos que sutilmente têm se alastrado em muitos púlpitos como lepra maligna. Apegue-se tão somente à pura e clara verdade revelada na Bíblia. Lembre-se: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva” (Is.8:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos do Deus infalível!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 20 – Comentado por Rosana Barros
8 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés” (v.2).

Quando estudamos o livro de Êxodo, vimos que Deus instituiu as cidades de refúgio. Quando o povo se estabelecesse na terra prometida, separaria nela cidades que serviriam de abrigo a todo aquele que matasse alguém por engano (v.3). A Lei Penal Brasileira classifica este crime como sendo homicídio culposo, isto é, onde não há dolo (não há a intenção de matar). Porém, no antigo Israel, caso o homicida permanecesse em sua cidade natal, corria o risco de ser morto pelo “vingador do sangue” (v.9), que buscaria cumprir a lei da “vida por vida, olho por olho, dente por dente” (Êx.21:23-24).

Contudo, o Senhor designou um lugar de refúgio para este tipo de homicida (Êx.21:13). Interessante que em Deuteronômio 19:9, vemos que Ele prometeu dobrar a quantidade das cidades de refúgio, que inicialmente seriam apenas três, se tão-somente o povo andasse conforme os Seus mandamentos todos os dias. Então, três cidades ficariam dalém do rio, atendendo as necessidades das duas tribos e meia, e as outras três do outro lado, em Canaã. O desejo do Senhor é o de sempre nos conceder o dobro das bênçãos. Aquelas cidades eram oásis em meio ao deserto do desespero. Ali, os fugitivos encontravam abrigo seguro, um julgamento justo e preservação da vida.

Assim como Deus estabeleceu locais de refúgio para Israel de um lado e do outro do Jordão, Ele deseja nos cercar “por trás e por diante” (Sl.139:5). Ele deseja ser o nosso “refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações” (Sl.46:1). Jó foi um servo de Deus que se manteve fiel e refugiado em Seus braços mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Mal compreendido pela esposa e acusado pelos amigos, ele não atribuiu a Deus o seu infortúnio, mas abrigando-se nEle até o fim, obteve a vitória sobre o mal: “Mudou o Senhor a sorte de Jó […] e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42:10). Jó escolheu ser fiel mesmo em meio a mais terrível provação. Ele confiou em Deus.

Deus tem bênçãos incontáveis para aqueles que Lhe são fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis. Nele encontramos lugar seguro (Sl.91:2), julgamento justo (Lm.1:18) e vida eterna (Jo.14:6).

Porque “o que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio […] sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:1-2 e 4). Vigiemos e oremos!

Bom dia, habitantes do Excelente Refúgio!

Rosana Garcia Barros

#Josué20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 19 – Comentado por Rosana Barros
7 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“A herança dos filhos de Simeão se tirou de entre a porção dos filhos de Judá, pois a herança era demasiadamente grande para eles, pelo que os filhos de Simeão tiveram a sua herança no meio deles” (v.9).

A participação ativa de todo o povo na divisão das terras ilustra o desejo de Deus de que todo o Israel desfrutasse de Canaã de forma justa e proporcional, de maneira que não houvesse em momento algum motivos para descontentamento. Sabendo que a tribo de Levi não recebeu porção, hoje vimos que a tribo de Simeão, apesar de ter participado da divisão, estabeleceu sua morada dentro da herança de Judá. Filhos de Lia com Jacó, Simeão e Levi revelaram seu caráter vingativo e sanguinário ao fazerem justiça com as próprias mãos, assassinando todos os homens de uma cidade por causa da desonra causada à sua irmã Diná (Gn.34:25). A atitude desses irmãos lhes privaria de ter lugar próprio em Canaã, como profetizou seu pai Jacó:

Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência. No seu conselho, não entre minha alma; com o seu agrupamento, minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua vontade perversa jarretaram touros. Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:5-7).

Na bênção proferida por Moisés a Israel, este nem sequer incluiu a tribo de Simeão em seu discurso. Há, porém, uma promessa dada por Cristo aos mansos da terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). A mansidão faz parte do fruto do Espírito Santo e é uma virtude que precisamos adquirir se quisermos ter parte na herança eterna. E Jesus nos revelou onde podemos adquiri-la: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29).

Encontrar alívio e descanso creio que seja o maior desejo da humanidade hoje. Muitos têm buscado preencher o vazio da alma com o que há no mundo, mas percebem que quanto mais avançam em suas ambições, mais infelizes e vazios se tornam. Este é um mal que tem afetado a todos, ricos e pobres. Insistem em procurar a solução em coisas finitas e corruptíveis, rejeitando o Único capaz de nos satisfazer. Ser manso não é algo que se adquire instantaneamente. Moisés precisou de quarenta anos para adquiri-la, e ainda assim teve o seu momento de fraqueza que o privou de entrar em Canaã.

O fato dos filhos de Simeão ainda assim terem encontrado lugar na tribo de onde viria o Salvador e os filhos de Levi habitassem com seus irmãos e cuidassem do santuário, é uma prova inequívoca da misericórdia de Deus. Sua herança foi limitada às condições e circunstâncias, mas a ilimitada graça divina os alcançou e lhes deu lugar de descanso. O mesmo Deus, hoje, está disposto a mudar o curso de nossa história, apagando as nossas transgressões com o sangue de Cordeiro e registrando o nosso nome no Céu com tinta que não se apaga. Pela fé, vá até Cristo e faça parte de Sua escola de mansidão e humildade, e herdarás a Terra. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, herdeiros da Canaã celeste!

Rosana Garcia Barros

#Josué19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 18 – Comentado por Rosana Barros
6 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Reuniu-se toda a congregação dos filhos de Israel em Siló, e ali armaram a tenda da congregação; e a terra estava sujeita diante deles” (v.1).

A conquista da terra prometida tornou-se uma realidade e, finalmente, o santuário seria novamente erigido. A escolha de Siló não foi ocasional, mas intencional. Aquela cidade estava no centro de Canaã. Assim como o tabernáculo era armado no centro do acampamento, Deus desejava habitar no meio de Israel. Foi dali que Josué provocou as tribos a saírem de onde estavam e partirem para a ação. Através de um mapeamento de Canaã, ele poderia lançar sortes entre as demais tribos e oficialmente declarar a porção de cada uma delas.

Aquela assembleia em Siló tornou-se o marco central da conquista da terra. A bandeira do Senhor foi hasteada, uma nação renascia das cinzas da escravidão no Egito e da árdua peregrinação no deserto. Era tempo de avançar e desfrutar do oásis que Deus lhes tinha dado. Cada tribo, “segundo as suas famílias” (v.11), recebeu o seu justo quinhão, a começar pela parte da tribo de Benjamim, cujo território incluía as famosas e importantes cidades de Jericó, Betel e Jerusalém.

O ato de erguer o santuário no centro daquele lugar indicava o senhorio de Deus sobre Israel e o símbolo de sua da vitória. Quando os amalequitas pelejaram “contra Israel em Refidim” (Êx.17:8), este episódio ficou registrado como memorial para Israel. E há semelhanças entre aquele relato e o de hoje. Vejamos:

  1. Em Refidim, Israel derrotou Amaleque; em Siló, foi declarada a vitória sobre os povos de Canaã;
  2. Em Refidim, Moisés ordenou que a vitória fosse registrada em um livro; em Siló, a vitória foi mapeada e registrada em um livro;
  3. Em Refidim, Moisés edificou um altar ao Senhor, e declarou: “O Senhor É Minha Bandeira” (Êx.17:15); em Siló, Israel armou a tenda da congregação, fincando ali a bandeira da vitória.

Amados, Deus deseja habitar no centro de nossa vida, e em nosso coração fincar a Bandeira da vitória. Não existem fronteiras que Ele não possa romper! Permita que o Espírito Santo faça morada em você! “Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna” (1Tm.6:12). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, exército militante do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Josué18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Josué 17 – Comentado por Rosana Barros
5 de agosto de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Falou Josué à casa de José, a Efraim e a Manassés dizendo: Tu és povo numeroso e forte; não terás uma sorte apenas” (v.17).

Estudando o livro de Números, vimos que as tribos de Gade, de Rúben e da meia tribo de Manassés pediram herança dalém do Jordão, ou seja, não habitariam do outro lado do rio junto às demais tribos. Por isso que o capítulo se refere à herança da outra metade dos filhos de Manassés. Dentre esta metade que habitaria em Canaã, estavam as filhas de Zelofeade. Zelofeade só teve filhas e estas pediram ao Senhor para ter parte na herança. Deus considerou o pedido como sendo justo e na divisão das terras elas foram recompensadas, como prometido (v.3-6).

A Bíblia diz que “os filhos de Manassés não puderam expulsar os habitantes daquelas cidades” (v.12). Então, foram até Josué e tentaram persuadi-lo a dar para eles uma herança maior, alegando ser “tão grande povo” (v.14). Mas Josué, dirigido pelo Senhor, respondeu deixando-os sem argumentos: “Se és grande povo, sobe ao bosque e abre ali clareira na terra” (v.15). Ou seja, se vocês realmente são um povo tão numeroso, porque não estão usufruindo de todo o espaço que Deus lhes deu? E no segundo argumento dos filhos de José encontramos a resposta para a sua insatisfação: “e todos os cananeus que habitam na terra do vale têm carros de ferro” (v.16).

A principal questão não estava no fato de serem um grande povo numa terra pequena, mas um grande povo de pequena fé. Eles temeram os carros de ferro dos cananeus e provavelmente concluíram: Se pedirmos a Josué mais terras não precisaremos ter o trabalho de abrir densas florestas e nem de expulsar os cananeus de nossas possessões. Possuíam uma região na qual não enxergavam a bênção, mas uma densa vegetação. Quantas vezes o Senhor coloca a bênção diante de nós e só conseguimos enxergar um bosque sombrio. Parece que tudo está fechado à nossa frente, que não há saída.

Josué creu no Senhor, e foi isso que ele buscou transmitir aos filhos de José. Deus foi bem claro quando disse que precisavam expulsar os moradores da região, ou estes lhes seriam motivo de constante insegurança. O que anda, hoje, nos deixando inseguros? O desejo de Deus de conduzir as tribos de José, é o mesmo que tem em nos conduzir, hoje. Basta confiarmos e pedirmos por Seu auxílio: “Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho” (Sl.80:1).

Não existe bosque denso demais que o Senhor não possa nos abrir caminho, e nem inimigos fortes demais que não possa derrotar. Mas temos uma parte ativa a desempenhar na conquista da herança: enxergar além do bosque e eliminar o mal de nossa vida. Existe um bosque fechado diante de você? “Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; Eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (Is.41:14). Existem “cananeus” que lhe causam medo? “Eu contenderei com os que contendem contigo e salvarei os teus filhos”, diz o Senhor (Is.49:25).

Oh! Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle Se refugia” (Sl.34:8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo forte do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Josué17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100