Reavivados por Sua Palavra


2 CRÔNICAS 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 36 – Primeiro leia a Bíblia

COM. BLOG MUNDIAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



2 CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/36

Este capítulo começa com um rei chamado Jeoacaz, que foi escolhido pelo povo e não por Deus. Mesmo tendo reinado apenas por três meses, ele foi um rei mau. O próximo rei não foi muito diferente. É irônico porque ambos tiveram um pai piedoso, mas não seguiram seus exemplos piedosos. Os dois reis seguintes também foram incapazes de manter o padrão de retidão. Eles também fizeram o mal aos olhos do Senhor.

Isso me leva a acreditar que não se trata de quão bons ou ruins são nossos ambientes. Às vezes acreditamos que não temos controle sobre quem e como nos tornamos. “Foi assim que cresci”, podemos dizer. No entanto, todos nós temos a capacidade de escolher o mal ou a justiça.

Deus, em Sua misericórdia, continuou a enviar-lhes advertência após advertência, mas que foram ignoradas até que Jerusalém selasse seu próprio destino e não pudesse se redimir perante o juízo de Deus.

Talvez o Senhor tenha nos mostrado muitas coisas que deveriam nos levar a mudar nossos caminhos e segui-Lo, mas nosso coração orgulhoso se recusa a fazê-lo. Ainda temos tempo neste momento. É nosso desejo continuar endurecendo nossos corações? Ou estamos dispostos a dar uma chance a Deus?

Alyssa Haijon
Aenon Health Center, Malásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/36
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



2 CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2026, 0:50
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669 palavras
Resumo do capítulo: Jeoacaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias reinam. Todos os líderes dos sacerdotes e o povo se tornam cada vez mais infiéis, seguindo todas as práticas detestáveis das outras nações. Então Nabucodonosor arrasa Judá e Jerusalém, queima o templo e leva Judá cativo por setenta anos.

Eliaquim … e lhe mudou o nome para Jeoaquim. Seu nome [Jeoaquim] significa “O Senhor estabelece”, e o antigo nome, Eliaquim, significa “Meu Deus estabelece”. A mudança de nome era insignificante, mas serviu para mostrar que o faraó tinha plenos poderes sobre ele (Bíblia Shedd).

e o levou para o Egito. Com respeito à referência de Jeremias ao fato de Joacaz ter sido levado para o Egito e à sua predição de que ele não voltaria do exílio, ver Jeremias 22:10 a 12 (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 338).

13 se revoltou. Zedequias sucumbiu à tentação de confiar na ajuda do Egito, e se rebelou contra Nabucodonosor. A reação babilônica foi rápida. Jerusalém foi sitiada (Jr 21.3-7) em 588 a.C. e resistiu durante mais de 2 anos antes de ser destruída no verão de 586 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 Aumentaram. Numa época em que era absolutamente necessário um total arrependimento nacional, os líderes de Judá foram levando o povo por veredas que provocaram, mais ainda, a desgraça total (Bíblia Shedd).

todas as abominações. Ver relato das visões em que são retratadas algumas dessas abominações que despertaram a ira do Senhor contra a nação (Ez 8:3, 10, 14, 16; cf. Jr 7:11, 17, 18, 30). Parece ter havido poucas das terríveis abominações dos pagãos que não fossem então praticadas pelo professo povo de Deus dentro dos pátios sagrados do templo. Em vista de tal situação, o dia da ruína não podia estar longe (CBASD, vol. 3, p. 338).

15 madrugada. Pode se referir ao horário predileto das orações dos profetas, ou ao fato que desde a aurora da existência nacional houve profetas fiéis. A resposta que Deus recebeu era uma verdadeira zombaria (16), uma ofensa à santidade e à justiça divinas, que exigia um castigo bem severo (Bíblia Shedd).

16 não houve remédio algum. Estas palavras tristes mostram que o grande Médico desenganara Sua nação, depois de oferecer-lhe todos os remédios: profetas, pragas, perseguições e reformas (Bíblia Shedd).

Deus advertiu Judá a respeito de seu pecado e continuamente restaurou o povo ao Seu favor, somente para fazê-lo voltar a Si. Infelizmente a situação chegou a tal ponto que não houve mais remédio. Tome cuidado com o pecado que encontra acolhida em seu coração, do qual você nunca se arrependeu e abandonou. Chegará o dia em que não haverá mais remédio para ele e a misericórdia de Deus será substituída pela Sua justiça. A pessoa que frequentemente repete um pecado e não se arrepende, convida a tragédia para se instalar na sua vida (Life Application Study Bible).

17-21 Neste trecho, que analisa a queda de Judá, as palavras tudotodos, aparecem sete vezes, enfatizando a maior calamidade para a nação (Bíblia Shedd).

17 por isso, o Senhor fez subir. Quando Israel pecou, o Senhor permitiu que os assírios executassem juízo contra eles (Is 10:5,6), e desta vez Ele permitiu que os caldeus executassem juízo sobre um povo que era “mais justo” do que eles (Hc 1:6-13) (CBASD, vol. 3, p. 338).

20,21 O cronista [ao contrário do escritor de Reis], cuja ótica era de depois do exílio, conseguia lembrar-se do exílio, não somente como um julgamento, mas como algo que continha esperança para o futuro. Para ele, o remanescente purificado voltara a uma terra purificada (v. 22, 23), e começava uma nova era. O exílio não era somente castigo, mas também bênção, pois deixou a terra colocar-se em dia com seus repousos sabáticos (Lv 26.40-45). E Deus tinha se lembrado da sua aliança (Lv 26.45) e restaurado Seu povo à terra (Bíblia de Estudo NVI Vida).

21 setenta anos. O povo tinha faltado com o cumprimento da lei do sábado da terra, que proibia a plantação no sétimo ano (Lv 25.2-7). Esses anos seriam contados por toda o período da história de Israel e de Judá, como nação organizada, em plena posse da terra, 490 anos desde o princípio da história, registrada em 1 Sm 1.1 (Bíblia Shedd).



2CRÔNICAS 36 — Rosana Barros by Ivan Barros
24 de maio de 2026, 0:45
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“O Senhor, Deus de seus pais, começando de madrugada, falou-lhes por intermédio dos Seus mensageiros, porque Se compadecera do Seu povo e da Sua própria morada” (v.15).

Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até as mais íntimas salas palacianas, pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.

A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.

Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passou às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de sua era. Mas o povo de Judá rejeitou “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).

Contudo, os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam o coração e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob o jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).

A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). De forma insistente, “começando de madrugada” (v.15), os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).

Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo ao nosso coração. Ele tem dado as últimas batidas à porta de cada ser humano (Ap.3:20). Não é um mero símbolo a Babilônia espiritual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?

Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos a caminho do lar, como os que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16). Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno lar.

Nosso amado Pai, graças Te damos pela palavra profética! Pois, sem profecia o povo se corrompe. Concede-nos o Espírito Santo, nos dando o discernimento necessário para que tudo o que façamos seja para a glória do Senhor. Que a nossa mente esteja concentrada no Senhor, na Sua Palavra e no Céu, para que a nossa vida cumpra o propósito para o qual o Senhor nos chamou. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 CRÔNICAS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de maio de 2026, 0:30
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2 CRÔNICAS 36 – O declínio da espiritualidade leva à ruína; porém, a ação clínica divina restaura o caído.

Por causa da idolatria e imoralidade, frouxidão espiritual e apatia para com a verdadeira religião, Judá, o remanescente do povo de Deus, sofreu no exílio. Deus coloca Seu povo no “cantinho da disciplina”; pois, Ele repreende e disciplina aos Seus filhos, que são alvos de Seu amor a cuidado (Apocalipse 3:19; Hebreus 12:1-12).

• O rei Joacaz foi exilado no Egito (2 Crônicas 36:2-4).
• Os reis Jeoaquim, Joaquim e Zedequias foram exilados na Babilônia (2 Crônicas 36:5-6, 9-11, 17-20).
• O povo sobrevivente às matanças na destruição do Templo e de Jerusalém, foi exilado em Babilônia (2 Crônicas 36:17-21).

Quanto sofrimento por não viver em constante reavivamento! Os períodos de apostasia foram intensos e longos; os poucos momentos de reavivamentos e reformas espirituais não foram suficientes para erradicar completamente as parafernalhas religiosas incorporadas às orientações divinas.

Sistematicamente, Deus fez de tudo para impedir o cumprimento do que havia sido predito por Jeremias (Jeremias 25:2-14; 29:10). Entretanto, o povo chegou numa situação de rejeição das Suas estratégias que não houve mais nenhum remédio, senão o cativeiro (2 Crônicas 36:15-16); o qual, pela misericórdia de Deus, não seria infindável… Desta forma, o capítulo em análise encerra o livro de Crônicas com uma nota positiva, falando de esperança (2 Crônicas 36:22-23).

“1 e 2 Crônicas” foram escritos após o retorno do exílio para explicar teologicamente os altos e baixos na história do povo de Deus. Quando a espiritualidade declinava, o povo despencava do alto da prosperidade para o caos e angustiante sofrimento.

Sintetizando os dois livros de Crônicas, este capítulo mostra que o segredo da vida está em dar atenção às advertências de Deus, responder positivamente à Sua compaixão por nós, respeitar aos Seus mensageiros, e deixar a teimosia para permitir moldar-se plenamente por Sua Palavra.

Além disso, fica evidente que mesmo sob a disciplina de Deus, Seu propósito não é destruir-nos, mas restaurar-nos das ruínas resultantes dos nossos pecados. Até mesmo um pagão como Ciro pode ser instrumento divino para levar-nos à restauração. Isso revela o quanto Deus nos ama e quer nosso melhor…

• Portanto, priorize Deus em tua vida, submeta-se a Seus mensageiros… e, viva feliz!

Enfim, prossigamos reavivando-nos! – Heber Toth Armí.