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JEREMIAS 52 – Num mundo de confusão, aflição e incerteza, a comunhão com Deus, a busca pela verdade e o discernimento espiritual são nossas âncoras para a vida.
“No final do livro de Jeremias encontramos dois apêndices, um referente à queda de Jerusalém, destino dos utensílios do Templo, e número de deportados, e outro referente ao libertamento do rei Joaquim… Se se pergunta o porque destes apêndices… uma resposta é que para os homens que compuseram o canon do Velho Testamento não havia distinção entre história e profecia. Com efeito, os livros históricos são incluídos com os livros proféticos na mesma seção – Nebhi´im, ‘profetas’, e o livro de Isaías segue imediatamente ao de Segundo Reis na Bíblia Hebraica. O primeiro apêndice seria, pois, o selo posto sobre as predições de Jeremias concernentes ao futuro de Israel e de Babilônia. O segundo apêndice, relativo ao rei Joaquim, poderia ter contribuído para reacender a esperança no coração de um povo desapontado e desalentado. A exaltação inesperada de Joaquim, depois de anos de humilhação, era o penhor da restauração e exaltação do povo de Israel, segundo a promessa feita aos pais”, explica Siegfried Schwantes.
Levítico 26:44-45 enfatizam a fidelidade de Deus à aliança com Seu povo de Israel, mesmo quando eles estão na terra de seus inimigos como consequência de sua desobediência. Mesmo durante períodos de exílio e punição, Deus promete não rejeitar completamente Seu povo nem quebrar Sua aliança com eles. Em vez disso, Ele Se lembra da aliança feita com os antepassados de Israel e permanece comprometido em ser Seu Deus.
Jeremias 52:31-34 é mais que o cumprimento de Levítico 26:44-45; pois, estes versículos finais de Jeremias refletem a natureza misericordiosa e compassiva de Deus, mesmo diante da desobediência humana. Noutras palavras, independentemente da desobediência do povo de Deus e das circunstâncias em que ele se encontra, na fidelidade de Deus baseada em Seu amor reside a certeza do cumprimento de Suas promessas.
• No turbulento século 21, o amor misericordioso de Deus é a garantia do cumprimento de Suas promessas, apesar de nossa fraqueza e indiferença e das circunstâncias adversas.
• Esse amor de Deus continua disponível a nós; apegando-se a ele mantemo-nos firmes diante das tempestades da vida agitada e instável dos dias atuais.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Filed under: Bíblia, Israel, profecias | Tags: Jeremias, profeta
As últimas palavras registradas de Jeremias estão em Jer 44:30. Os capítulos 45 a 51 haviam sido escritos por Jeremias, muitos anos antes da invasão e destruição de Jerusalém. O cap. 52, de acordo com Jer 51:64, teve outro autor, provavelmente Baruque, e é um epílogo histórico com objetivo de mostrar o cumprimento das advertências proféticas de Jeremias.
A Bíblia não registra o que aconteceu depois das últimas palavras de Jeremias no Egito. Temos apenas informações extra bíblicas, entretanto inconclusivas:
“A tradição judaica diz que, devido ao fato de Jeremias condenar seu destino, os judeus no Egito apedrejaram o profeta até a morte, embora de acordo com outras tradições ele tenha sobrevivido até a invasão de Nabucodonosor ao Egito e sido levado para Babilônia ou de volta a Judá, onde teve morte natural.” Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 4, p. 547.
Ao completarmos a leitura de Jeremias, ficamos com um sentimento de profunda admiração pela coragem e determinação do profeta em proclamar uma mensagem impopular com risco da própria vida. E também uma tristeza muito grande porque toda a destruição e sofrimento do povo judeu podiam ser evitados se escutassem aos apelos do Senhor por um reavivamento e reforma.
Que o Senhor continue falando ao nosso coração, reavivando-nos pela Sua Palavra!
Jeferson Quimelli
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Texto bíblico: JEREMIAS 51 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/51
As pessoas estão inflamadas. É tentador tomar partido e identificar os outros como inimigos. Uma vez identificados, parece que não há limites que não sejam a destruição total do carácter, incluindo o menosprezo e o ridículo como ferramentas aceitáveis para demonstrar o ódio por aqueles a quem criticamos. O assassinato de caráter é praticado mesmo entre aqueles que afirmam seguir a Deus. Como isso aconteceu?
Deus diz para amarmos nossos inimigos. É comum pensar em um Jesus amoroso, mas num Pai cruel e vingativo. Isso não é verdade. Deus ama seus inimigos, até mesmo Babilônia. Jeremias 51:8 e 9 nos instrui a “tomar bálsamo para sua ferida [de Babilônia], porventura sarará. Queríamos curar Babilônia, ela, porém, não sarou.” Isso é um enigma?
O desejo de Deus é sempre de cura e restauração. Infelizmente, Deus nem sempre consegue o que quer. Tendo dado à humanidade livre arbítrio moral, Deus permite que os humanos façam suas escolhas e enfrentem as consequências delas.
É assim que devemos tratar os outros: empregar todos os esforços na cura e restauração, desejando que outros, até mesmo a Babilônia, retornem a Deus e sejam abençoados. Entregue-os a Deus e deixe os resultados com Ele.
Karen D. Lifshay
Coos Bay/Coquille/Bandon, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/51
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1 Leme-Camai. Do heb leb qamay, “o coração [ou meio] dos que se levantam contra Mim” (ARC), uma descrição muito apropriada dos babilônios em sua rebelião contra o Senhor. CBASC – Comentário Bíblia Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 579.
2 Padejadores. Ou, “quem joeira”. A imagem é o método oriental de separar o trigo do joio depois que os bois trilhavam o grão. A mistura de trigo e joio era lançada ao ar; o grão, sendo mais pesado, caía ao solo, enquanto o vento dispersava o joio. Assim os babilônios seriam espalhados pelo “vento destruidor” dos persas. CBASD, vol. 4. p. 579.
3 O flecheiro. A passagem pode ser entendida como indicando a facilidade com que os babilônios foram finalmente derrotados. Parece que os inimigos mal se armaram para a batalha. CBASD, vol. 4. p. 579.
5 O Santo de Israel. Ver com. de Is 1:4 [A expressão favorita de Isaías. Ele a emprega 25 vezes, ao passo que todos os outros escritores do AT a usam apenas seis vezes. Quando Isaías viu a Deus pela primeira vez em visão, sentado em Seu trono, também ouviu o coro angelical cantar “santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Is 6:3). O caráter santo de Deus impressionou o profeta de forma profunda… A expressão favorita de Isaías. Ele a emprega 25 vezes, ao passo que todos os outros escritores do AT a usam apenas seis vezes. Quando Isaías viu a deus pela primeira vez em visão, sentado em Seu trono, também ouviu o coro angelical cantar “santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos” (Is 6:3). O caráter santo de Deus impressionou o profeta de forma profunda. Ele reconheceu a Deus como, acima de tudo, um ser santo, e desejou ser semelhante a Ele. A partir de então, a grande tarefa da vida de Isaías era manter diante de Israel a figura da santidade de Deus e a importância de se abandonar o pecado e do esforço para se alcançar a santidade. CBASD, vol. 4. p. 83, 83]. CBASD, vol. 4. p. 580.
6 Fugi. No livro do Apocalipse, o grande poder do anticristo é descrito na imagem da antiga Babilônia (ver Ap 17; 18; ver com. de Is 13:4; Jr 50:1; ver especialmente Ap 18:4). CBASD, vol. 4. p. 580.
7 Copo. Em Jeremias 25:15 a 29, as várias nações são levadas a beber do vinho da ira de Deus, o que indica sua destruição pelo emergente poder do império babilônico. Esse poder, por sua vez, enfim deve beber do mesmo copo. Sob a imagem da antiga Babilônia, João, o revelador, descreve o intoxicante poder e a queda final da Babilônia espiritual (Ap 14:8, 10; 16:19-21; 17; 18). CBASD, vol. 4. p. 580.
11 Medos. … no tempo de Jeremias, os medos ainda eram os maiores na percepção dos povos vizinhos, e o termo medos foi usado para se referir aos povos unidos da Média e da Pérsia na época de Daniel (ver com. de Dn 6:8). CBASD, vol. 4. p. 580.
19 Porção. Os perversos herdam sua porção ou participam dela nesta vida (ver Sl 17:14), mas o próprio Senhor, que criou todas as coisas, é a herança de Seu povo (ver Sl 119:57; 142:5). CBASD, vol. 4. p. 580.
25 Monte que destróis. A referência é nitidamente a Babilônia, mas visto que a cidade estava situada em uma região plana, a expressão deve ser entendida figuradamente como indicando seu grande poder dominante. CBASD, vol. 4. p. 581.
26 Não se tirarão pedras. Este versículo não deve ser tomado literalmente no sentido de que os materiais de construção das ruínas da cidade de Babilônia nunca seriam usados novamente com a finalidade de edificação. Grande parte deles foi tomada para edificar Selêucia, e alguns foram utilizados nos tempos medievais e modernos pelos árabes na construção de várias vilas, que agora estão dentro das fronteiras externas da antiga Babilônia. Este versículo deve ser entendido como uma afirmação figurada de que o antigo império babilônico nuca seria restabelecido e que a cidade acabaria em ruínas e nunca seria restaurada a sua antiga glória e importância (ver com. de Jr 50:12). CBASD, vol. 4. p. 581
27 Ararate. Isto se refere ao reino conhecido nas inscrições assírias como Uruartu, localizado na Armênia Oriental a noroeste do lago Van. Em 2 Reis 19:37 e em Isaías 37:38, o hebraico é traduzido, literalmente, como “terra de Ararate”. … Ciáxares (c. 625-585 a.C.) anexou Uruartu ao império medo. CBASD, vol. 4. p. 581.
Chefes. Do heb. tifsar, possivelmente, do assírio tupsarru, “um escrito em tábuas”, “um escriba”. Em todo o antigo Oriente Médio, o “escriba” indicava muito mais que simplesmente alguém habilidoso na arte da escrita. Os escribas mantinham posições de importância relativamente grande, e o termo utilizado neste versículo significa um oficial militar de alto escalão. CBASD, vol. 4. p. 581, 582.
30 Cessaram de pelejar. Os dois registros cuneiformes da queda de Babilônia não fizeram decididos esforços para se opor à conquista medo-persa. CBASD, vol. 4. p. 582.
31 Um correio. Os v. 31 e 32 retratam a confusão entre os servos do rei quando eles perceberam que os invasores tiveram acesso à cidade supostamente invencível. CBASD, vol. 4. p. 582.
32 Os vaus estão ocupados. Heródoto e Xenofonte … afirmam que os invasores conseguiram acesso ao desviar a água do rio, que cortava a cidade, o suficiente para permitir que as tropas entrassem caminhando pelo leito do rio. CBASD, vol. 4. p. 582.
34 Monstro marinho. Do heb. tannin. Pode haver uma alusão aqui ao sirrush babilônico, uma criatura imaginária numa combinação parecida com um dragão, consagrada ao deus Marduque. Centenas de relevos deste animal em blocos de vidro adornavam a grande Porta de Ishtar, em Babilônia. CBASD, vol. 4. p. 582.
36 Mar. A referência de Jeremias, neste versículo, pode ser ao desvio das águas do Eufrates, meio pelo qual as tropas medo-persas conseguiram entrar em Babilônia (ver com. do v. 32). CBASD, vol. 4. p. 582.
39 Embriagá-los-ei. Heródoto (i.191) declara que “em vista de sua [da cidade] grande extensão, quando foram tomados os que estavam nas fronteiras, os babilônicos que moravam no centro não souberam de nada da captura (pois aconteceu que era uma festa); mas eles estavam dançando na época, e se alegrando, até que receberam alguma informação sobre a verdade. E assim, Babilônia foi tomada” (trad. Henry Cary). CBASD, vol. 4. p. 583.
Eterno. Do heb ‘olam, uma palavra que denota duração tanto para a eternidade quanto para períodos limitados de tempo (ver com. de Êx 21:6). Durante seu estupor alcoólico, os babilônios seriam assassinados e, assim, dormiriam o “sono eterno” da morte. A frase “não acordem” significa que eles não acordariam como fazem os bêbados depois que desaparece o efeito de sua intoxicação. Visto que todos os ímpios levantarão no fim do milênio (Ap 20:5), é necessário atribuir o significado de duração limitada ao ‘olam, neste versículo. CBASD, vol. 4. p. 583.
44 O que havia tragado. Isto é, as nações e despojos que foram reunidos em Babilônia. Quando os persas assumiram o governo, eles permitiram o retorno dos povos cativos e seus ídolos. CBASD, vol. 4. p. 583.
46 Dominador contra dominador. Há evidências de que, não muito depois do tempo de Jeremias, da morte de Nabucodonosor em diante, houve considerável instabilidade, tanto interna quanto externa, antes da queda do império babilônico. O v. 46 reflete o estado de temerosa expectativa que muitos dos babilônios devem ter sentido quando viam seu próprio governo dilacerado por conflitos numa época em que um novo poder vigoroso se erguia para a liderança e domínio internacional (ver vol. 3, p. 30-35). Ao longo da história, é o povo simples que tem sofrido mais severamente com as intrigas e guerras de governantes perversos. O povo de Deus é encorajado a não desfalecer nem temer diante dessas calamidades. CBASD, vol. 4. p. 583, 584.
49 Traspassados os de Israel. Ou, “os mortos de Israel” (NVI). O hebraico aqui permite diversas traduções, dependendo do entendimento de como as frases estejam inter-relacionadas. Além da tradução da NVI, a tradução da NTLH é possível: “Babilônia matou gente em todo o mundo e agora ela cairá porque matou tantos israelitas. CBASD, vol. 4. p. 584.
53 Subisse aos céus. A referência é, possivelmente, aos muros extremamente altos de Babilônia e ao grande templo-torre que ficava no centro da cidade. … O zigurate, ou torre templo de Babilônia, de acordo com uma inscrição cuneiforme contemporânea, se erguia a cerca de 90 metros [altura aprox. de um prédio de 30 andares]. CBASD, vol. 4. p. 584.
59 Indo com Zedequias. Em vista da agitação na parte ocidental que ameaçava romper em ativa revolta contra Babilônia, não seria insensato crer que Nabucodonosor houvesse chamado seu vassalo para a capital para renovar seu juramento de fidelidade (ver PR, 447). CBASD, vol. 4. p. 585.
60 Num livro. Literalmente, “em um livro”. Esta não foi a única cópia da mensagem contra Babilônia. Isto fica evidente pelo fato de o registro não ter sido perdido quando o livro foi atirado ao Eufrates (v. 63). O profeta ou seu secretário Baruque fez uma cópia em um rolo separado de parte das profecias pertinentes a Babilônia e a deu a Seraías quando surgiu a oportunidade de enviá-la a Babilônia. CBASD, vol. 4. p. 584.
63 E o lançarás. Jeremias frequentemente dramatizava suas profecias (ver Jer 13:1-11; 19:1-13; 27:2,3; 43:9, 10). CBASD, vol. 4. p. 584.
64 Até aqui. Com este versículo, termina a profecia de Jeremias. O capítulo final é um epílogo histórico (ver com. de Jer 52:1). CBASD, vol. 4. p. 584.
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Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados.
A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).
Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33).
Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos – que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.
Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).
Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa.
Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim? Yoshitaka Kobayashi, Japão. Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/21/
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“Ele fez a terra pelo Seu poder; estabeleceu o mundo por Sua sabedoria e com a Sua inteligência estendeu os céus” (v.15).
A maior loucura de Nabucodonosor e de seus sucessores foi a de ignorar a voz de Deus. Mal havia levado cativo o povo de Israel e a sua sentença já estava decidida. Da mesma forma com que destruíram Jerusalém, veriam seu reino também destruído. A diferença é que Babilônia nunca mais “haverá quem nela habite” (v.37), mas, Jerusalém, seria reerguida. O terror das nações, a cabeça de ouro (Dn.2:38) se tornaria “objeto de espanto entre as nações!” (v.41).
E a ordem que se seguiu ao povo exilado, quando vissem cumprir-se a profecia, foi: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (v.6). O Senhor não permitiria que Babilônia prosseguisse em seus desígnios de exaltar a criatura em lugar do Criador. A adoração ao Deus que “fez a terra pelo Seu poder” foi trocada pela estupidez humana em se curvar perante uma “obra ridícula” (v.18). “O Criador de todas as coisas” (v.19) procurou de várias formas revelar-se àquela nação pagã, que vez após vez desprezou o “assim diz o Senhor”.
Finalmente, após setenta anos de cativeiro babilônico, o povo de Israel veria cumprida a justiça de Deus (v.10), e voltaria para a sua terra. A promessa de livramento do jugo do pecado é tão semelhante, que a Bíblia também chama de Babilônia ou a “grande meretriz” (Ap.17:1) “que habita sobre muitas águas” (v.13), aquela que influenciará os reinos do mundo “com o vinho de sua devassidão” (Ap.17:2). Discursos falsos com aparência de verdade se alastrarão pelo meio cristão como praga. E, a não ser que estejamos muito bem alicerçados na verdade, seremos levados por toda sorte de doutrinas.
O engano fará com que muitos “povos, multidões, nações e línguas” (Ap.17:15) enlouqueçam (v.7), e, “repentinamente” (v.8), serão ceifados juntamente com “as imagens de escultura da Babilônia” (v.47). O sistema religioso representado por Babilônia “deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou” (Dn.8:12). E há algum tempo, seu líder mundial defendeu a tese de que o relato da criação não foi literal. Uma tremenda heresia que, infelizmente, tem sido aceita e aplaudida pela maioria, pois está escondida sob o manto da caridade e de palavras agradáveis.
O poder, a sabedoria e a inteligência do Senhor são trocados por fábulas humanas que supõem a evolução de um mundo que funciona com a precisão de um comando inteligente. Um mundo que comporta milhares de seres vivos onde nenhum é igual ao outro. Onde as nossas digitais são únicas. Onde de pequeninas sementes surgem árvores majestosas. Descarte a literalidade do Gênesis, e terá também que negar o sacrifício de Jesus prenunciado a Adão e Eva (Gn.3:15). Negue a criação e terá de negar que existe o pecado. Ora, e se não há pecado, que necessidade temos de um Salvador? Entendem a afirmação de que “todo homem se tornou estúpido e não tem saber” (v.17)? “Trabalharam os povos em vão, e para o fogo se afadigaram as nações” (v.58).
No entanto, “cada um” (v.45) que, dando ouvidos à voz do Senhor, sair do meio de Babilônia, não precisará ter medo dos juízos que sobrevirão (v.46). Sair de Babilônia pode significar para muitos carregar consigo as profundas marcas e cicatrizes do passado. Mas há um Salvador que os aguarda mesmo assim, pronto e desejoso de transformar essas marcas em testemunho de Sua graça redentora. “Ide-vos, não pareis” (v.50), é a ordem de Deus para Seus filhos hoje! Perseverem, e vocês serão salvos (Mt.24:13)! “Lembrai-vos do Senhor, e suba Jerusalém à vossa mente” (v.50). Que estas palavras sejam luz para sua vida, e que a busca pelas verdades do Senhor encha o seu coração da esperança de que, muito em breve, Jerusalém não estará só em sua mente, mas você mesmo estará lá!
Deus Bendito e Eterno, o Senhor nos deixou as devidas orientações, advertências e ordens acerca de nossa vida aqui e que envolvem o nosso destino eterno. A maravilhosa graça de Cristo se estende a todos nós a fim de, por seu poder, nos transformar. Pai, livra-nos de estarmos tão mesclados a este mundo, a ponto de sermos confundidos com os que são do mundo! Não podemos nos conformar a este século, Senhor! Batiza-nos com o Espírito Santo, nos concedendo uma mente renovada e uma santa disposição para fazer somente a Tua vontade. Que o Céu esteja sempre em nosso coração, pois temos saudades de Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos.
Bom dia, obra-prima do Criador!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias51 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 51 – Os eventos históricos têm propósitos maiores que as intenções humanas e estão sujeitos a um plano divino.
A história das potências políticas é vista como um palco onde as ações humanas têm consequências morais. A queda de Babilônia é um evento importante na teologia e escatologia bíblicas. Podemos ampliar nossa visão através da seguinte análise:
• Jeremias profetizou a queda iminente da Babilônia e convocou outras nações a unirem-se contra ela (Jeremias 51:1-4).
• Jeremias instrui o povo de Deus a sair da Babilônia antes que seja tarde demais, para que não compartilhem de sua punição (Jeremias 51:5-10, 45-46).
• Jeremias delineia as razões para a queda da Babilônia, que inclui orgulho, idolatria e violência. Além disso, o profeta trata do julgamento aos deuses babilônicos e a restauração do povo de Israel (Jeremias 51:11-19, 47-53).
• Jeremias expressa louvores e alegria pela queda de Babilônia, pois Deus é exaltado como o vingador de Seu povo (Jeremias 51:20-26, 33).
• Jeremias descreve os meios pelos quais Babilônia seria destruída, incluindo exércitos inimigos – onde os Medos são citados por nome – e a seca sobre as águas (Jeremias 51:11, 27-44, 54-58).
• Jeremias encerra suas profecias contra a Babilônia, pede que tudo seja escrito num rolo, lido e depois amarrado a uma pedra e então atirado no Eufrates – como uma encenação da fatalidade desta nação (Jeremias 51:59-64).
Literalmente, a profecia de Jeremias se cumpriu em Daniel 5:1-30. Porém, no Novo Testamento, especialmente em Apocalipse 17, 18 e 19, essa profecia é elevada a um nível espiritual – aguardamos seu cumprimento! João trata da Babilônia como poder político-religioso que exerce autoridade e influências mundiais.
• Da mesma forma que em Jeremias, em Apocalipse a Babilônia refere-se a uma grande potência sobre as nações e, condenada por sua imoralidade e idolatria.
• Assim como em Jeremias, a Babilônia apocalítica terá de enfrentar o julgamento divino por seus pecados contra Deus e contra Seu povo.
• Tanto em Jeremias quanto no Apocalipse, a queda de Babilônia resulta em liberdade e redenção ao povo de Deus; desta forma, a destruição da Babilônia é retratada como parte do plano de Deus para libertar Seu povo da opressão e então estabelecer Seu reino.
Aos fiéis, devemos permanecer firmes na fé: O julgamento de Deus é o alicerce da nossa esperança! Reavivemo-nos! – Heber Toth Arm
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Texto bíblico: JEREMIAS 50 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/50
De Gênesis a Apocalipse, Babilônia é um símbolo de rebelião contra Deus (Gn 10:10; 11:9; Ap 14:8; 17:5). No entanto, Deus é misericordioso e longânimo e insiste até mesmo com rebeldes endurecidos para que aceitem a cura que Ele oferece. Antes do julgamento sempre há um apelo ao arrependimento, um apelo para nos separarmos do pecado e da rebelião e para sermos fiéis e obedientes.
O primeiro apelo para sair de “Babilônia” foi dado a Abraão (Gn 12:1-4) e o apelo final é encontrado em Apocalipse 18:1-4.
Perguntas para reflexão:
Sou misericordioso e longânimo para com aqueles que cometem erros para com os outros ou para comigo?
Sou perseverante em convidar outros a abandonarem o pecado e a seguirem o caminho certo?
Misturo a adoração verdadeira com falsas crenças e ídolos de estimação que reluto em abandonar?
Este capítulo me convida a examinar o que se encontra nas profundezas do meu coração e a suplicar pela ajuda de Deus. Jeremias diz que “o coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” (Jeremias 17:9) Compreendendo isso sou levado a orar “cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável.” (Salmo 51:10). Felizmente Ele está inclinado e disposto a atender a nossa súplica. Aleluia!!
Val Smit
Dona de casa, Kadoma, Zimbábue
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/50
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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2105 palavras
Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico. Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde de mudaram para o sul, conquistaram a cidade de Babilônia e fizeram dela sua capital.Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de “Ibri”, “hebreus” (Eber, terminando com i). O Deus da Bíblia é “o Deus dos hebreus” (Gn 14:13; Êxodo 3:18).
A palavra “caldeus” veio do grego chaldaioi. Eles falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina.
Na época de Abraão, havia poucos crentes no Deus dos hebreus. Algumas gerações mais tarde, no tempo de Jó, os caldeus saquearam os bens de Jó (Jó 1:17). Eles conquistaram a terra da Mesopotâmia, e fizeram da antiga cidade de Babilônia a sua capital. Eles adotaram a religião da Babilônia e adoraram ao deus “Marduque” (Jeremias 50:2, NVI).
Há uma história interessante sobre o nome da cidade de Babilônia. Quando os sumérios construíram torres e cidades, eles deram a uma cidade que tinha uma torre feita de tijolos o nome de Ka-dingirra que significa “porta de Deus”. Mais tarde, os acádios que conquistaram esta cidade a chamaram de Bab-ili, que também significa “porta de deus”. Após a confusão da linguagem, esta cidade foi chamada de Babel “porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra” (Gênesis 11:9, NVI).
O retorno de Israel do exílio babilônico (v. 4) foi profetizado para acontecer após o Império Babilônico cair, conquistado pelos medos e persas.
Na Bíblia Jeremias usa o nome “Babilônia” mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: “Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada antes de percebê-lo; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor” (Jer. 50:24, NVI). “Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: “Caiu! A Babilônia caiu!” (Isaías 21:9 NVI). As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: “Caiu! Caiu a grande Babilônia!” (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.
Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém. Yoshitaka Kobayashi, Japão. Publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/20/
Muitas das expressões dos cap. 50 e 51, que descrevem a desolação da Babilônia literal, aparecem novamente em Apocalipse 16 a 19, na delineação que João faz da queda da Babilônia mística (ver com. [CBASD] de Is 47:1). Um estudo cuidadoso destas expressões em seu contexto histórico pode se provar um auxílio para clarificar o sentido das mesmas expressões no contexto do livro de Apocalipse. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, p. 571.
1 Palavra que falou o SENHOR. … declaração da autoridade de Yahweh com respeito a Seu proceder em relação às nações. CBASD, vol. 4, p. 550.
contra a Babilônia. Profecias de juízo. Bíblia de Estudo Andrews.
Babilônia. A profecia de Jeremias contra Babilônia é o mais longo de seus discursos contra as nações estrangeiras relacionadas a Israel (Jr 50:1-51:58). Na época, a Babilônia era o poder dominante no Oriente Médio e o principal adversário do povo de Judá. … esta profecia pode ser datada no 4º ano de Zedequias (ver Jr 51:59, 60), em 594/593 a.C., de outono a outono. Alguns se maravilham de que Jeremias, cuja política foi estimular a cooperação com a Babilônia (Jr 27:12-18), numa época crucial como essa, fizesse uma declaração tão forte contra aquele país. A resposta parece estar no fato de que esta profecia não foi dada para benefício dos judeus em Jerusalém, a quem Jeremias dirigiu suas mensagens urgentes de cooperação com babilônia. Ela foi dirigida aos exilados (ver Jr 50:4-8, 17-20; 51:60-64). Se a mensagem alcançasse os babilônios, seria um aviso a eles que Yahweh ainda lhes traria juízo e destruição, por falharem em cooperar completamente com o plano celestial. Para os judeus exilados, isto era uma segurança de que Deus não havia esquecido de sua triste situação e que haveria uma restauração para eles no futuro. CBASD, vol. 4, p. 572.
2 Bel. Do babilônico bêlu, “senhor”(relacionado ao heb. ba’al), um título aplicado ao principal Deus da Babilônia Marduque (O “Merodaque” deste versículo). Jeremias repetidamente representou os castigos infligidos sobre as nações vizinhas como juízos sobre seus falsos deuses. CBASD, vol. 4, p. 572, 573.
Tomada é a Babilônia. Profecia cumprida em 539 a.C. pelo medo-persas. Bíblia de Estudo Andrews.
3 Do Norte. Em 539 a.C., os persas e medos conquistaram o reino babilônico. A Média ficava ao norte de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 573.
4 Naqueles dias. Tempo de restauração. Bíblia de Estudo Andrews.
andando e chorando. O propósito do cativeiro era conduzir Judá ao arrependimento. Bíblia de Estudo Andrews.
5 Aliança eterna. Era propósito de Deus que a disciplina dos exilados os levasse ao arrependimento genuíno e que o remanescente de Israel, depois de seu retorno, cumprisse o destino que Deus tinha planejado para os descendentes de Abraão. CBASD, vol. 4, p. 573.
6 O meu povo. Termo da aliança (ver 30:3). Bíblia de Estudo Andrews.
ovelhas perdidas. O povo desencaminhado.Bíblia de Estudo Andrews.
Pastores. Referência tanto aos líderes religiosos como aos políticos, que levavam o povo de Israel a se desviar. Quando os líderes religiosos da nação perderam seu poder espiritual, logo os governantes se degradaram moralmente. CBASD, vol. 4, p. 573.
Do monte passaram ao outeiro. O profeta podia ter em mente o fato de que a adoração idólatra era praticada com frequência no alto dos montes. CBASD, vol. 4, p. 573.
7 Morada de Justiça. Deus é declarado ser não apenas o verdadeiro repouso do perdido Israel, mas também a fonte da justiça. CBASD, vol. 4, p. 573.
8 Fugi. Para a ilustração do povo de Deus escapando da Babilônia espiritual, ver com. [CBASD] de Ap 18:4. CBASD, vol. 4, p. 573.
9 Um conjunto de grandes nações. Uma aliança para atacar Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
Estas nações são enumeradas em Jeremias 51:27 e 28. CBASD, vol. 4, p. 573.
11 alegrais e exultais. Babilônia havia se aproveitado de Judá com alegria. Bíblia de Estudo Andrews.
minha herança. Judá continuava a ser o povo de Deus, mesmo depois de sofrer o juízo. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Última. Numa época quando a nação estava ascendendo ao auge do seu poder … , Jeremias, em ironia mordaz, chama-a profeticamente de “a última das nações”(ver a profecia de Balaão para Amaleque, em Nm 24:20). CBASD, vol. 4, p. 573.
Um deserto. Por meio de visão profética, Jeremias olha através dos séculos e contempla o resultado de uma sucessão de catástrofes que levaria Babilônia a se transformar em “um deserto, uma terra seca e uma solidão”. O solo de Babilônia era altamente fértil, a terra produzia colheitas abundantes, mas quando deixada sem água, rapidamente se tornava num vasto deserto. Desde tempos antigos, a prosperidade do sul e do centro da Mesopotâmia dependiam da existência de um governo forte que mantivesse a rede de canais de irrigação. Períodos de anarquia eram fases de desolação. Como o profeta predisse desastre político, ele também viu o país se tornando num deserto. A desolação predita ocorreu, mesmo não sendo imediatamente após a queda de Babilônia. Sob os persas, a terra de Babilônia continuou a ser altamente produtiva. … A Mesopotâmia continuou a florescer sob o governo muçulmano até 1258, quando os mongóis, sob ordem do neto de Gengis Kahn, varreram a Ásia Ocidental. Como parte da depredação, eles demoliram o sistema de irrigação. Desde aquela época, as planícies central e sul da Mesopotâmia têm estado, em grande parte, desertas. CBASD, vol. 4, p. 574.
13 Não será habitada. Enquanto o v. 12 parece se aplicar ao país como um todo, este versículo menciona a cidade, especificamente. Babilônia não foi destruída por Ciro. Seu declínio ocorreu em etapas lentas (ver com. [CBASD] de Is 13:19). CBASD, vol. 4, p. 574.
17 leões. Exércitos inimigos. A Assíria conquistou Israel, o reino do norte, em 822 a.C. Bíblia de Estudo Andrews.
Assíria. Uma referência à destruição do reino do norte de Israel por meio do rei assírio Salmaneser V, em 723/722 a.C. (2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 574.
18 Como castiguei. Nínive, a capital da Assíria, foi destruída pelos babilônios e medos em 612 a.C. Menos de dez anos depois que os remanescentes do império desapareceram, os assírios, como nação, se perderam na história. … o reino de Babilônia logo perderia sua independência nas mãos dos persas (539 a.C.). … A cidade de Babilônia foi amplamente destruída, embora continuasse a existir por algum tempo depois disso (ver com. [CBASD] de Is 13:19). CBASD, vol. 4, p. 574.
19 Farei tornar Israel. Judá recebeu permissão para retornar em 537 a.C. A unificação do reino do norte nunca aconteceu (ver 23.6). Bíblia de Estudo Andrews.
Carmelo … Gileade. Áreas férteis de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
As áreas mencionadas neste versículo sugerem que Deus planejava restaurar as fronteiras originais de Israel. … Estas promessas eram condicionais à obediência (ver PR, 704). CBASD, vol. 4, p. 574.
20 E já não haverá. Ao perdão dos pecados prometido neste versículo seguiria o arrependimento sincero e um genuíno reavivamento espiritual. Os pecados que caracterizavam a Israel antes do exílio não deveriam ser repetidos. Israel falhou em cumprir o propósito divino. CBASD, vol. 4, p. 574.
Que eu deixar. Literalmente, “a quem Eu farei permanecer”. Este texto é uma garantia de perdão ao povo remanescente de Deus. Aos judeus que foram deixados no final do cativeiro foi dada a promessa de que, se eles se arrependessem, Deus não teria contra eles as más obras de sua história passada. CBASD, vol. 4, p. 574.
21 Duplamente rebelde. Os babilônios tiveram ampla oportunidade para conhecer e servir ao verdadeiro Deus por meio do testemunho dos judeus cativos em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 575.
Terra de castigo. Ou, “Pecode”(ARC). Literalmente, “visitação”, no sentido de castigo. CBASD, vol. 4, p. 575.
23 Martelo. O poder que outrora destruiu outras nações é então quebrado (ver Is 14:4-6). CBASD, vol. 4, p. 575.
24 E não o soubestes. Babilônia foi pega de surpresa pelos persas (ver com. [CBASD] de Dn 5:30, 31). CBASD, vol. 4, p. 575.
25-27 Deus sai para a guerra contra babilônia. Seguem-se destruição e saque. Bíblia de Estudo Andrews.
27 Touros. Provavelmente, uma referência aos guerreiros ou príncipes de Babilônia (ver Sl 22:12; 68:30; Is 37:7). CBASD, vol. 4, p. 575.
28 Voz. Aqueles judeus que foram testemunhas oculares da invasão e queda de Babilônia dariam um impressionante testemunho em Jerusalém da magnitude do castigo da nação que tinha destruído o templo. CBASD, vol. 4, p. 575.
28 anunciarem em Sião. Jerusalém recebe [no futuro, mais de 70 anos depois] a notícia de Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
29-32 Os preparativos para a guerra continuam. Bíblia de Estudo Andrews.
34 Redentor. Do heb. go’el. Esta palavra ocorre mais de 40 vezes no AT. Embora Jeremias a utilize somente aqui. Ela é traduzida de forma variada como “redentor”, “resgatador”, “vingador”. Este termo é aplicado a parentes próximos cujo dever era vingar um assassinato (ver Nm 35:19) e comprar de volta a terra vendida por uma pessoa pobre (ver Lv 25:23-25; cf. Rt 3:9; ver com. [CBASD] de Rt 2:20). CBASD, vol. 4, p. 575.
o seu Redentor é forte. O próprio Deus libertaria Seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.
35-37 A espada virá. Ver 46:10. A batalha é anunciada. Bíblia de Estudo Andrews.
35 Sábios. Babilônia era famosa por seus sábios, de quem os reis dependiam para orientação (ver Dn 2:2, 12; Dn 5:15). CBASD, vol. 4, p. 575.
36 Gabarolas. Do heb. badim, “faladores vazios”. Provavelmente a referência seja aos assim chamados sábios de Babilônia (ver Is 44:25). CBASD, vol. 4, p. 575.
37 Misto de gente. Possivelmente uma referência às tropas estrangeiras no exército babilônico.CBASD, vol. 4, p. 575.
Tesouros. Os babilônios tinham roubado os tesouros de Judá (ver Jr 52:17-23; Dn 1:2). CBASD, vol. 4, p. 575.
38 Águas. A prosperidade de Babilônia dependia de seus dois grandes rios, Tigre e Eufrates.
41 Confins da terra. Ver Jr 51:27, 28. Quando os medos e os persas derrubaram Babilônia, em 539 a.C., seu império ao norte e leste se estendia para além dos limites de qualquer poder anterior na região do Oriente Médio. O império persa, como finalmente constituído, abrangeu da fronteira da Índia no leste, até a Trácia e o Egito no oeste, o sul da Arábia e o norte do moderno Turquistão e o Cáucaso. Este foi o maior império que a região tinha conhecido até então. CBASD, vol. 4, p. 576.
42, 43 O relato da invasão causa temor em Babilônia; até o rei fica desalentado. Bíblia de Estudo Andrews.
43 Desfaleceram as suas mãos. Ver Daniel 5:6, em que é descrita a conduta de Belsazar na época de Babilônia. Nabonido, com quem Belsazar compartilhava o governo, pareceu também não ter apresentado forte resistência aos invasores. O historiador babilônio Beroso afirma que Nabonido avançou contra os persas, mas foi derrotado em batalha, da qual fugiu e, mais tarde, se entregou sem tentar se defender (ver Josefo, Contra Ápion, i.20). CBASD, vol. 4, p. 576.