Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

ESDRAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ESDRAS 2 by Luís Uehara
22 de fevereiro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ed/2

Eu nasci em circunstâncias adversas e fui criada por minha mãe. Não conheci meu pai até quando me tornei adulta. Quando descobri o nome dele, imediatamente comecei a pesquisar tudo sobre ele. Fui motivada pela necessidade de pertencer – para me identificar com esse homem que eu não conhecia, mas estava conectado através do meu DNA.

Este capítulo revela algo semelhante. O decreto foi emitido permitindo que os judeus voltassem a Jerusalém. Imediatamente, muitos se levantaram para serem contados entre os que retornariam. Ansiosamente, eles se prepararam para uma jornada para este lugar a que pertenciam – sua tribo, sua família, seu DNA. Embora alguns nunca tivessem visto Jerusalém, estavam em casa.

Embora você possa estar – e assim espero – conectado à sua família terrena, lembre-se de que você também é contado entre a família de Deus. Você é filho dEle. Deus emitiu um chamado através da Sua Palavra para você retornar a Ele. Assim como os judeus se preparavam para uma jornada que os reconectaria ao lar ancestral, você também precisa seguir seu caminho – uma jornada liderada pelo Espírito que o levará de volta para casa, não apenas para o seu Pai celestial, mas para o seu lar eterno.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review e Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2023, 0:50
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573 palavras

Resumo: Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.

1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu povo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia (Bíblia de Genebra).

Zorobabel. O líder político dos exilados. […] Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356).

Jesua. ‘Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real [Zorobabel] foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro [Jesua/Josué], como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo (CBASD, vol. 3, p. 356 e 357).

59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus (CBASD, vol. 3, p. 357).

69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



Esdras 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de fevereiro de 2023, 0:45
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“Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio” (v.62).

Quando nos deparamos com a leitura de uma genealogia bíblica ou, como no capítulo de hoje, uma grande lista de nomes incomuns, temos a tendência de pular o capítulo e acabamos perdendo uma importante parcela da bênção para nós reservada. Confesso que sou tentada a fazer uma leitura superficial e rápida, mas, estando em oração, o Espírito Santo nunca permite que as Escrituras deixem de cumprir a sua fiel utilidade.

No capítulo anterior, vimos que nem todos os hebreus retornaram da terra do cativeiro. Se isso tivesse acontecido, provavelmente não teria uma lista destacando os que “voltaram para Jerusalém e para Judá” (v.1). Certamente, estaria escrito que todos regressaram “para Jerusalém e para Judá”. Os “exilados” (v.1), portanto, eram um remanescente, uma pequena porção dos filhos de Israel; aproximadamente cinquenta mil pessoas que reconheceram ser aquele o momento de voltar para casa.

Alguns, porém, “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.59). Seus nomes, ou o nome de seus pais, não constavam “nos livros genealógicos” (v.62), causando um grande desconforto. Mesmo que alguns defendessem uma linhagem sacerdotal, sem registro não poderiam assumir tão sagrada função. No processo de reconstrução do templo e de restabelecimento do verdadeiro culto a Deus, era necessário “que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim” (v.63), ou seja, o sumo sacerdote para ministrar diante do Senhor e revelar a Sua vontade.

Neste capítulo percebemos de uma forma mais clara a importância das genealogias. Era ali que os filhos de Israel encontravam a sua identidade. Sem esta prova, sua filiação era considerada ilegítima. Como Israel de Deus, há um registro no qual nosso nome deve estar escrito. Serão “tidos por imundos” (v.62), “aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.13:8). A nossa identidade celestial consiste em conservá-la nos anais da eternidade, vivendo aqui de modo a não restar dúvidas a Quem pertencemos e para onde estamos indo.

Fazemos parte das digitais do nosso Criador: “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is.49:16); um registro que não pode ser perdido ou esquecido, a menos que desejemos isso. Se permanecemos em Deus, nunca seremos considerados indigentes ou filhos ilegítimos, mas recebemos o privilégio de ser guiados por Ele, glorificando o Seu nome (Is.63:14). Agora, pois, mantenham “exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe.2:12). Vigiemos e oremos!

Bom dia, legítimos filhos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Esdras2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2023, 0:40
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ESDRAS 2 – Registros de nomes não são importantes apenas no Cartório. Na Bíblia também esses registros têm sua importância.

Teve seu valor no passado, e tem seu valor no presente; o que atesta seu valor no futuro, quando os que saírem do exílio terrestre para a liberdade celestial deverá ter seus nomes registrados no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 21:27).

Ler e analisar documentos nunca foram atividades prazerosas, contudo têm sua importância; ainda mais documentos inspirados pelo Espírito Santo, inseridos na Palavra de Deus. Após o exílio babilônico dos judeus, conforme a profecia de Jeremias, o retorno para casa aconteceu. Esdras deixou tudo documentado.

Esdras 2 fornece uma lista dos que retornaram; a qual foi organizada por…
1. Clã (Esdras 2:3-20).
2. Localidade (Esdras 2:21-35).
3. Funções:
• Sacerdotes (Esdras 2:36-39).
• Levitas (Esdras 2:40).
• Cantores (Esdras 2:41)
• Porteiros (Esdras 2:42).
• Servidores do templo (Esdras 2:43-54).
• Servos de Salomão (Esdras 2:55-58).
4. Pessoas de origem incerta (Esdras 2:59-63).

O comentário da Bíblia Andrews destaca que estas listas desempenharam papel importante na comunidade pós-exílica. Elas…
• Davam status a quem trabalhava no templo.
• Proporcionavam estabilidade e continuidade em uma época de mudanças.
• Construíam uma ponte para o passado com as informações genealógicas.

E, depois salienta que “a seção final da lista sugere que a pureza era uma grande preocupação da comunidade. Aqueles que não conseguissem provar sua ascendência não se qualificariam para exercer um papel na reconstrução do templo (Ed 2:59-63). A experiência da destruição de Jerusalém e o exílio na Babilônia estiveram intimamente ligados à falta de obediência aos mandamentos de Deus (Jr 6:6-15; 7:1-11; 10:1-16). Desta vez, os líderes do povo queriam certificar de que as ordens divinas seriam seguidas”.

Os recém-libertos doaram conforme suas possibilidades à tesouraria para reconstrução do templo…
• 500 quilos de ouro.
• 3.000 quilos de prata.
• 100 vestes sacerdotais.

A vida deve ter propósito. Sem objetivo, a existência perde a essência e o sentido. Assim como os judeus planejavam reconstruir o templo (Esdras 1:3-5), cada cristão deve construir o Reino de Deus (I Pedro 2:4-10).

Somente cristãos com propósito claro investe generosamente na propagação do Evangelho do Reino. Nossa libertação por Cristo é maior que a libertação dos judeus, nosso propósito também é maior. Portanto, reavivemo-nos… Nosso destino é o Céu! – Heber Toth Armí.