Reavivados por Sua Palavra


II SAMUEL 4 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de outubro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

II SAMUEL 4 – Buscar pelo poder é perigoso. Ambiciosos fazem política almejando promoção. Inclusive estratégias assassinas são praticadas visando a vantagens pessoais. E, pode-se ir fundo ao ponto de usar Deus para justificar atitudes imorais e perversas.

A deserção de Abner e depois seu assassinato enfraqueceu o rei descendente de Saul, favorecendo ao reino de Davi, que até então só regia sobre Judá. Baanã e Recabe assassinaram e decapitaram Isbosete enquanto tirava uma sesta ao meio-dia. Desta forma, o único rival de Davi era Mefibosete, o filho sobrevivente de Jônatas, o qual era aleijado e não representava ameaça ao reino dravídico (II Samuel 4:1-7).

Após transpassarem seu abdômen, deceparam a cabeça de Isbosete e a levaram a Davi; alegando, assim, terem cumprido a vingança divina sobre a casa de Saul (I Samuel 15:17-18), na expectativa de obter favor de Davi (II Samuel 4:8-12). “Os dois homens perversos tentaram sugerir que seu ato havia sido inspirado pelo Senhor. Davi, porém, sabia que não era verdade! Deus não os levaria a transgredir a lei a fim de entronizar seu rei escolhido. O Senhor era plenamente capaz de cumprir Suas promessas a Davi sem a ajuda de assassinos. Ele os acusou de serem mais culpados do que o homem que havia assumido o crédito da morte de Saul e ordenou a execução imediata. O corpo dos dois foi exposto de modo vergonhoso, enquanto a cabeça de Isbosete foi enterrada com honras na sepultura de Abner”, comenta William MacDonald.

Como Baanã e Recabe, muitas pessoas se orgulham de atitudes das quais deveriam ter vergonha.

Traição, ambição, politicagem e exploração foram pecados que Davi cortou pela raiz para não proliferarem em seu reino. Sua atitude foi radical, pois tais males surgiram com Lúcifer contra o governo de Deus a tal ponto de suscitar guerra no ambiente perfeito do Céu (Apocalipse 12:7-9).

Na cosmovisão divina, a interpretação dos fatos contrasta com a cosmovisão dos reinos pagãos. Não há vantagem real na politicagem. Interpretar atos impróprios como bênção de Deus certamente atrai a condenação de justos, não premiação.

A arte de rejeitar o favor de bajuladores que conspiram contra seus superiores a fim de obter nossa atenção e simpatia significa aprender a viver com sabedoria. Portanto, renovemos nossa mente e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


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