Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de fevereiro de 2019, 0:45
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Para introduzir este comentário, cito um pensamento que Jaime Chilón publicou no Facebook:

“As coisas boas chegam aos que sabem esperar.
As melhores aos que não se rendem, e lutam;
E as grandes bênçãos aos que creem”.

Esperança ou batalhas sem Deus resultam em maldições (14:40-45). Após meditar nos estragos resultantes da incredulidade nos capítulos anteriores, Números 15 revela-nos graça, misericórdia e fidelidade infinitas de Deus.

“Não sabemos quanto tempo se passou entre os capítulos 14 e 15, mas observe o contraste entre as frases ‘nenhum deles verá a terra’ (14:23) e ‘quando entrares na terra’ (15:2). Embora odiados por causa do pecado, os propósitos de Deus nunca serão frustrados. O Senhor prometeu entregar Canaã aos descendentes de Abraão. Por isso, mesmo se uma geração fosse muito infiel para recebê-la, Deus favoreceria a próxima” (William MacDonald).

Durante 38 anos os filhos dos rebeldes poderiam aprender que Deus entrega o que prometeu aos que, primeiramente entregam-se a Ele integralmente. Tal tempo de permanência no deserto formaria o caráter da nova geração. Por isso, as LEIS…

1. …relacionadas às ofertas da terra (vs. 1-16);
2. …acerca dos primeiros frutos (vs. 17-21);
3. …acerca dos pecados voluntários e involuntários e violação do sagrado sábado (vs. 22-36);
4. …sobre bordas azuis nos cantos das roupas (vs. 37-41).

Do Egito à Canaã deve haver um processo chamado santificação. Não basta ser liberto do pecado, é preciso santificar-se para adentrar a Canaã Celestial. Muitos resgatados do pecado estão entre o povo de Deus, todavia, a maioria não entrará no reino dos Céus: “Sem santificação, ninguém verá ao Senhor” (Hebreus 12:14).

Crer, confiar e aceitar que Deus ocupe o coração para santificá-lo implica que…

• Todo nosso recurso pertence exclusivamente a Ele, portanto o dedicamos ao avanço do evangelho;
• Nossa entrega e submissão a Sua vontade devem ser evidentes em cada atitude;
• Em nossa agenda os dias de cultos e adoração são prioridades a qualquer programação;
• Jamais transgrediremos as horas sagradas com atividades seculares.

Deus não quer pessoas que meramente esperam pelas bênçãos ou mesmo lutam bravamente por elas; Ele quer pessoas que confiem totalmente nEle para agir em qualquer situação. Insubordinação não gera santificação. Entrega pela metade é uma mera religiosidade hipócrita.

Absolutamente, irreverência não produz bênção. Consagremo-nos urgentissimamente! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de fevereiro de 2019, 0:30
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“A mesma lei e o mesmo rito haverá para vós outros e para o estrangeiro que mora convosco” (v.16).


Em cada registro sobre as ofertas que deveriam ser dadas ao Senhor, há uma nova descoberta, uma nova percepção acerca dos propósitos divinos. Além de usar do método de repetição a fim de impactar a mente humana com as coisas sagradas, Deus também acrescenta novas informações que ampliam nossos horizontes para a compreensão de verdades e princípios eternos. Não era desejo do Senhor que Israel tomasse apenas para si o privilégio de tê-Lo como Deus, mas que fosse uma nação receptiva a todo o estrangeiro que quisesse conhecer e servir ao único Deus verdadeiro: “como vós, assim será o estrangeiro perante o Senhor” (v.15).

As mesmas leis, os mesmos ritos cerimoniais deveriam ser observados pelos naturais e estrangeiros. Todos eram iguais perante o Senhor. E se todos, por ignorância, errassem e não cumprissem “todos estes mandamentos” (v.22), tinham de assumir o erro levando uma oferta pelo pecado e “um novilho, para holocausto” (v.24). O sacerdote faria expiação por toda a congregação e seriam perdoados. O mesmo critério era usado de forma individual, tanto para o natural quanto para o estrangeiro. A pessoa, porém, que fizesse “alguma coisa atrevidamente”, (v.30), injuriando ao Senhor e desprezando a Sua Palavra, seria eliminada do meio do povo e levaria sobre si a sua iniquidade.

Antes mesmo de proferir os dez mandamentos no monte Sinai, o Senhor provou o Seu povo quanto à observância do sábado. O quarto mandamento já inicia declarando a sua pré-existência: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). Ao recolherem o maná em dobro na sexta-feira, estavam lançando um firme alicerce espiritual de confiança na provisão de Deus. A morte do homem que colhera lenha no sábado não fora um ato sanguinário e cruel, não tinha o objetivo de vingança. Também não fora um pecado por ignorância, mas, atrevidamente, o homem desprezara a santidade daquele dia, assumindo as consequências de seu pecado: “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).

As borlas eram franjas na parte inferior das vestes e serviam como um símbolo, uma lembrança dos mandamentos do Senhor. Foi na borla da veste de Cristo que a mulher com o fluxo de sangue tocou e foi curada (Lc.8:44). Até mesmo na vestimenta, Israel deveria reproduzir a vontade de Deus. Ao contrário do que o mundo tem pregado, o Senhor nos diz: “não seguireis os desejos do vosso coração, nem dos vossos olhos, após os quais andais adulterando” (v.39). O mundo está sendo tomado por um cristianismo emocional sustentado pelo fundamento arenoso e instável da vontade humana. O princípio estabelecido por Deus em Sua Palavra de que todos devem participar da verdadeira adoração não inclui, em parte alguma, o desejo do coração humano. Aquele que detalhadamente definiu como deveria ser adorado pelo antigo Israel é O mesmo que concedeu à Sua igreja militante o conhecimento profético para os últimos dias.

Segundo Ellen White, o mesmo princípio é aplicado na igreja de Deus, hoje:

“A igreja é o instrumento de Deus para a proclamação da verdade, por Ele dotada de poder para fazer uma obra especial; e se ela for leal ao Senhor, obediente a todos os Seus mandamentos, nela habitará a excelência da graça divina. Se for fiel a sua missão, se honrar ao Senhor Deus de Israel, não haverá poder capaz de a ela se opor” (Minha Consagração Hoje, p.249).

Para cada indivíduo há um chamado. Para cada embaixador de Deus na Terra há um ou mais dons a serem multiplicados. Mães, assumi vossa sagrada obra; vasculhai os Testemunhos como em busca de um tesouro perdido; praticai os ensinos ali contidos na certeza de que o Senhor lutará por vós e salvará os teus filhos (Is.49:25). Pais, há uma vasta coleção de conhecimento à vossa disposição; tendes uma grandiosa obra a executar como sacerdotes do lar; desviai-vos do exemplo de Eli (1Sm.2:29). Filhos, vosso dever constitui em honrar a Deus e a sua família; procurai dominar vossas paixões buscando ao Senhor como Daniel, que três vezes ao dia punha-se de joelhos em meio à ímpia Babilônia (Dn.6:10); procurai fugir das tentações à semelhança de José, que fugiu da oferta sensual da mulher de Potifar (Gn.39:12).

Depositemos, hoje, a nossa vida no altar do Senhor!

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).

Bom dia, santos do Altíssimo!

Dez dias de oração, 8° dia: Oremos em favor de pessoas que precisam voltar para Deus e para a igreja e por nossos amigos especiais de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números15 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de fevereiro de 2019, 0:05
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735 palavras

Números 15 – um capítulo escrito para os jovens!!!

1-41 A localização do conteúdo deste capítulo – entre a derrota desastrosa às mãos dos amalequitas e cananeus (14.39-45) e a rebelião de Corá (cap. 16) – é significativa. Ao dar este capítulo com leis acerca do comportamento apropriado dos israelitas na terra (v. 2), Deus assegurou a Israel que, apesar das falhas e rebeldias de Israel, Deus continuava planejando dar-lhes a terra de Canaã. Bíblia de Genebra.

Quando entrardes na terra. Estas palavras deixam claro que as leis aqui ordenadas não eram para o deserto e que Israel certamente entraria na terra prometida. Portanto, supomos que a referência não é a toda a congregação (Nm 14:31), mas aos jovens, que não estavam condenados a morrer no deserto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 946.

O período durante o qual os israelitas erravam pela segunda vez pelo deserto quase não se descreve aqui: há apenas algumas leis e a descrição da rebelião de Corá no capítulo 16. Estes anos não faziam parte do plano de Deus para com Seu povo, e temos que procurar muitos trechos da Bíblia para saber a história deste período: Dt 8.2-6; 29:5-6; Js 5.4-8; Êx 20.10-26; At 7.42-43. Aquela velha e impenitente geração pereceria no deserto, mas seus filhos possuiriam Canaã. Nota-se, nesta expressão, um otimismo de confiança, um encorajamento da fé e uma prova da misericórdia de Deus. Bíblia Shedd.

aroma agradável. Em relação à fragrância da vida do cristão, ver com. de 2 Coríntios 2:15. CBASD, vol. 1, p. 947.

15 Em Cristo vemos a vitória final desta lei: Dessarte não pode haver judeu, nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”, Gl 3.28. Bíblia Shedd.

20 Apresentem um bolo feito da primícias (NVI). Essa lei também antevê os dias em que os israelitas estariam na terra. A primeira porção do cereal debulhado seria apresentado ao Senhor na forma de um bolo. Esse conceito das primícias simboliza o fato de que toda a bênção provém do Senhor e que tudo que é produzido pertence a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por Moisés. A palavra “Moisés” foi acrescentada pelos tradutores. Não se encontra no texto hebraico. O sentido fica mais claro sem ela. CBASD, vol. 1, p. 948.

31 Este tipo de pecado inclui a obstinação, a injúria e a incredulidade; quem o pratica se insurge contra a Palavra de Deus, desacatando aos mandamentos divinos, injuriando o nome de Deus, e, pior ainda, desprezando o amor de Deus que se revela na Bíblia inteira. É como o pecado descrito em Mc 3.29. Bíblia Shedd.

32 Apedrejar um homem por juntar lenha no sábado parece uma punição severa demais, e realmente era. Este ato foi um pecado deliberado, desafiando as leis de Deus contra trabalhar no sábado. Provavelmente o homem estava intencionando ir à frente com outros atos, em adição a quebrar o sábado. Life Application Study Bible.

37-41 As borlas memoriais eram borlas ou fitas azuis usadas nas franjas das vestes para ser um memorial dos mandamentos do Senhor, para que jamais sejam esquecidos. Bíblia Shedd.

38 borlas [franjas]… presas por um cordão azul. Esta cor azulada era também utilizada nas vestes dos sacerdotes (Êx 28). Portanto, as borlas deveriam lembrar os israelitas que eles deveriam seguir Deus como “um reino de sacerdotes e uma nação santa” [NKJV] (Ex 19:6; comparar com 1Pe 2:9) ao invés de seguir seus próprios sentimentos e sentidos em deslealdade. Andrews Study Bible.

39 para que, vendo-as. As “borlas” deveriam ser um lembrete constante aos israelitas de que pertenciam a Deus e que, tanto no vestir como em outros hábitos, deveriam seguir os princípios transmitidos pelo Senhor. CBASD, vol. 1, p. 948.

As borlas deveriam lembrar o povo de não seguirem seus desejos sensuais, mas buscar ao Senhor. A adoração aos ídolos era auto centrada, focando o que uma pessoa poderia obter ao servir um ídolo. Boa sorte, prosperidade, vida longa e sucesso em batalha eram esperados dos deuses. Assim como poder e prestígio. A adoração de Deus era o oposto. Os crentes não deveriam ser altruístas, em vez de auto centrados/egoístas. Ao invés de esperar que Deus nos sirva, nós devemos servir a Deus, esperando nada em retorno. Nós servimos a Deus pelo que Ele é, não pelo que podemos conseguir dEle. Life Application Study Bible.

40 santos sereis a vosso Deus. A santidade não é alcançada por observâncias exteriores, como por meio do uso de borlas e tiras, mas somente pela obediência à vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 948.



NÚMEROS 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de fevereiro de 2019, 0:05
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DEZ DIAS DE ORAÇÃO – Dia 8 (Mundial) by Jeferson Quimelli
20 de fevereiro de 2019, 16:15
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Uma Experiência Mais Profunda

DIa 8—ATRAVÉS DO VALE

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“Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Sl 34:18).

Estávamos numa viagem missionária de duas semanas na cidade de Iloilo, nas Filipinas, quando fui chamado ao escritório administrativo da igreja. “Missy, você tem um telefonema dos Estados Unidos, venha depressa!” Meu coração disparou quando corri para o escritório e atendi o telefone. Sem fôlego, eu disse: “Alô?” Do outro lado, ouvi uma voz lacrimosa dizer: “Jodi, Danny está morto!” Apertei meu peito, recusando-me a aceitar a realidade. “Como? O que aconteceu? ”Eu perguntei.

Meu irmão mais novo, Frank, deu-me a notícia de que nosso irmão mais velho, Danny, um alcoólatra e viciado em drogas, havia sido encontrado com uma agulha no braço em um quarto de motel. Ele tivera uma overdose de um coquetel mortal de heroína misturado com álcool. Em choque, desliguei o telefone e caí chorando nos braços do meu marido. Eu estava muito longe de casa para correr para minha perto da minha família e tive que esperar uma semana até que a nossa viagem missionária acabasse.

Durante o longo vôo para casa, memórias de infância inundaram minha mente. Eu me lembrei de momentos especiais, brincando com meu irmão. Lembrei-me de como ele tinha sido meu protetor. Pensei na vida de Danny, nas escolhas que ele fez. Meu coração ansiava que ele tivesse uma vida melhor, conhecesse a Deus e encontrasse paz e contentamento.

Danny sempre achou fácil fazer amigos. Ele parecia ser o “popular”. Mas quando ele entrou no ensino médio, seus amigos eram os que festejavam, bebiam álcool e experimentavam drogas. Não demorou muito até que Danny se tornasse alcoólatra e viciado em drogas, o que o tornava um frequente visitante da cadeia do condado e dos centros de desintoxicação ordenados pelo tribunal. Finalmente, um advogado nomeado pelo tribunal avisou Danny que, se ele não saísse da cidade e se afastasse de seus amigos, ele poderia acabar na prisão. Então Danny veio morar com meu marido e eu por um tempo.

Enquanto ele estava em nossa casa, Danny mostrou interesse em coisas espirituais. Ele participava de nosso culto familiar e até se matriculou em um curso bíblico por correspondência. Ele sabia todas as respostas e completou suas lições em tempo recorde. Sua vida estava tomando um rumo diferente e, acreditando estar estável, voltou para casa. Mas logo ele estava de volta aos seus velhos amigos e às drogas – desta vez de forma mais profunda, usando drogas mais fortes, o que acabou tirando sua vida. Como deve ter partido o coração de Deus ver aquele por quem pagou o preço de resgate nessa condição, degradado a um escravo de hábitos! “O amor divino derrama lágrimas de angústia sobre os homens, formados à semelhança de seu Criador, que não aceitam Seu amor.” (The Spirit of Prophecy, vol. 3, p. 13).

Eu me senti muito triste por Danny. Assistir a sua luta contra o vício foi devastador para a nossa família. Muitas vezes ele se aproveitou de nossos pais, roubando deles para sustentar seu vício e mentindo para encobri-lo. Eles não puderam mais permitir que ele continuasse morando em sua casa, então ele se tornou sem-teto.  Partia o coração de minha mãe pensar em seu filho dormindo na rua no inverno, comendo em abrigos, se ele havia ou não comido, vagando pelas ruas em busca de mais drogas. Ela deu-lhe muitas “segundas chances”, mas ele nunca mudou. Ele morreu sozinho. 

Estou tão cansada deste mundo e da manipulação que Satanás faz daqueles que são fracos e sem Cristo. Nunca foi um plano de Deus que a humanidade passasse pela vida sofrendo dor e solidão, escravizada por Satanás.

Muitas vezes me pergunto se Danny acreditava que Deus o amava. Eu me pergunto o que passava por sua mente naqueles últimos momentos de sua vida. Ele clamou a Deus? Ele será salvo? Eu nunca saberei a resposta nesta vida, mas estou confiante de que nosso Pai Celestial estava com a mão dEle sobre Danny desde que ele nasceu. Eu sei que o amor de Deus foi seu companheiro constante, sempre o atraindo com bondade e oferecendo-lhe a salvação.  Jodi Genson.

FORMATO SUGERIDO PARA O MOMENTO DE ORAÇÃO

Louvor 

  • Senhor, nós te louvamos pelo dom de Jesus, que morreu para nos redimir e aos nossos entes queridos.
  • Senhor, nós te louvamos porque nos ouve quando falamos contigo e porque respondes segundo a tua vontade.
  • Nós te louvamos por seu poder transformador de vidas. 

Confissão e reivindicação da vitória sobre o pecado 

  • Pai, por favor mostre-nos quais pecados confessar ao orarmos em particular. Nós reivindicamos sua vitória sobre esses pecados.
  • Perdoa-nos por vezes porque não estamos dispostos a seguir a Sua vontade escrita em Sua Palavra.
  • Obrigado porque nos perdoas de acordo com 1 João 1:9.

Súplica e Intercessão

  • Pai, nós intercedemos pelas vítimas de circunstâncias ou controlados por vícios. Por favor, quebre as correntes que os prendem! Que possamos conquistá-los de volta para Ti através do nosso amor e cuidado.
  • Senhor, por favor, dê-nos corações compreensivos, compassivos para com os membros da família que se aproveitaram de nós. Ajude-os a ver Seu amor através de nossas ações.
  • Por favor, nos ensine a proclamar as crenças fundamentais de nossa igreja com clareza, criatividade e autenticidade bíblica. Que o amor de Jesus esteja no centro de tudo em que acreditamos.
  • Te pedimos que prepares jovens para plantar igrejas para os grupos de 789 pessoas nos 9 países da Divisão Norte-Americana.
  • Te pedimos que prepares voluntários para servir os 70 grupos de pessoas no Campo de Israel.
  • Pedimos que levantes médicos missionários para plantar igrejas entre os 830 grupos de pessoas nos 11 países da Divisão África Centro-Oriental.
  • Pedimos que levantes guerreiros de oração para interceder pelos 2.568 grupos de pessoas nos 4 países da Divisão do Sul da Ásia. Nós nos lembramos especialmente da Hope TV [TV Esperança] India e da Asian Aid School for the Blind [Escola Asiática de Apoio aos Cegos].
  • Oramos pelo trabalho das editoras da Divisão da Ásia-Pacífico Sul.
  • Oramos para que faças o que prometeu no Salmo 32:8, guiando-nos e orientando-nos ao mesmo tempo em que implementamos o Desafio de Expansão dos Dez Dias.
  • Obrigado, Pai, por enviar o Espírito Santo para converter as sete pessoas em nossas listas de oração.

Ação de Graças 

  • Senhor, obrigado porque Satanás não tem poder sobre nós.
  • Obrigado por forneceres uma maneira de escape para que a tentação não possa nos oprimir (1Co 10:13).
  • Obrigado porque se nos libertares, estamos livres de fato! (João 8:36).
  • Obrigado, antecipadamente, por responder às nossas orações.

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Canções Sugeridas

“Importará?” (HASD 383) [Sem versão para o português:  “Hiding in Thee” (SDA Hymnal #525); “Burdens Are Lifted at Calvary” (SDA Hymnal #476); “We Would See Jesus” (SDA Hymnal #494)]

Promessas a Reclamar em Oração 

  • “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Fil 4:19).
  • “[Ele] sara os de coração quebrantado e lhes cura as feridas” (Sl 147:3).
  • “Diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa” (Sl 91:2, 3).
  • “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Cor. 5:17).

 

Este texto em formato PDF: M 2019 Dia 8 – Através dos Vales

 

Fonte: https://www.tendaysofprayer.org, da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Trad J.A.Q.



NÚMEROS 14 by Jeferson Quimelli
20 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-14/

Os dez espiões, feridos por uma praga, morreram diante do povo, e neles todos viram sua condenação. Neste momento sua ira se transformou em tristeza, não por causa da sua ingratidão e desobediência, mas por causa das terríveis consequências.

Sua tristeza não era arrependimento e não podia reverter a sentença. Quando Deus ordenou que voltassem ao deserto, Ele testou sua aparente submissão, que provou não ser verdadeira. Eles se recusaram a voltar para trás. Moisés, Josué e Calebe também sentiram amarga decepção, porém aceitaram sem murmuração a decisão de Deus. Mas àqueles que tão facilmente se queixaram, agora Deus deu um real motivo para reclamar.

Então, aquilo que eles se recusaram a fazer quando Deus exigiu, agora eles se propuseram a fazer para merecer o favor de Deus: “Pecamos contra o Senhor. Nós subiremos e lutaremos, conforme … Deus, nos ordenou” (Dt 1:41, NVI). Deus nunca lhes havia ordenado a lutar. Não era Seu propósito que eles ganhassem a terra pela guerra, como evidenciado 40 anos depois na tomada de Jericó.

Eles subiram a Canaã sem Moisés, sem a arca e foram derrotados. Forçados à submissão, eles “choraram perante o Senhor” mas “Ele não deu ouvidos ao seu clamor” (Dt. 1:45, NVI). Os inimigos de Israel que aguardavam trêmulos por sua aproximação, agora se encheram de confiança para resisti-los. Todos os relatórios maravilhosos que tinham ouvido do que Deus tinha feito por Israel, agora consideraram como falsos. Nada restava para Israel a não ser voltar ao deserto, sabendo que este seria o túmulo de toda aquela geração.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

 

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/14

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 14 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de fevereiro de 2019, 0:45
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As lições deste capítulo merecem uma semana de oração! Resumidamente, temos quatro tópicos:

• Rebelião do povo faltando pouco para entrar na Terra Prometida (vs. 1-10);
• Oração de Moisés intercedendo a Deus devido à rebelião do povo (vs. 11-25);
• Reação divina à rebelião do povo mesmo influenciada pela intercessão de Moisés: Retardar entrada em Canaã (vs. 26-39);
• Presunção frente à punição pela rebelião sem razão gerou destruição (vs. 40-45).

A insatisfação gera murmuração e reclamação, resultando em rebelião contra Deus e a Seus representantes. Cuidado: Pecado gera pecados!

Incrível como a insegurança do medroso o leva rebelar-se contra o Todo-poderoso! Consequentemente, o povo prefere crer nos medrosos e rejeitar os sinceros piedosos.

Coitado de Moisés, Arão, Josué e Calebe! Este quarteto quase foi apedrejado, mesmo tendo desejando o bem do povo. A magnitude dessa confusão alcançou o ponto de ignorar o quarteto e buscar um representante dentre o povo para voltar à detestável escravidão no Egito.

Deus tinha tudo para revoltar-Se, mas era o povo que estava revoltado contra Deus. Os quatro homens de Deus tinham motivos de sobejo para condenar, criticar, acusar e amaldiçoar ao povo; entretanto, não fizeram nada disso. Que exemplo!

Dentre os quatro, o relato destaca Calebe. “Calebe estabelece um exemplo de coragem combinada com humildade, relevantes numa forma especial às exigências que o povo de Deus defronta nas horas finais da história deste mundo”, analisa Azenilto G. Brito; e, na sequência, apresenta o legado deixado por Calebe: CORAGEM…

1. …de ser diferente e permanecer firme pelo que cremos;
2. …para expor verdades impopulares;
3. …para agir conforme as nossas convicções.

Nos dias atuais, quando a maioria combate a verdade divina, precisa-se pessoas do Calibre de Calebe. “É quando o incrédulo lança desprezo sobre a Palavra de Deus que os fieis Calebes são chamados” (Ellen G. White).

Reflita nestas lições extraídas do texto: DEUS NÃO…

• …está com os revoltados;
• …recompensa os irreverentes;
• …tolera a arrogância;
• …premia a ousadia irracional;
• …aprecia o espírito crítico.

Pelo contrário, DEUS…

• …está com os consagrados;
• …recompensa os dependentes dEle;
• …ama a confiança depositada nEle;
• …premia a ousadia baseada na fé;
• …aprecia quem tem o Espírito Santo.

Embora minoria… os fieis sempre vencem! Você… posiciona-se com a maioria incrédula ou com a minoria fiel?

Reavivemo-nos!– Heber Toth Armí.



NÚMEROS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Disse o Senhor a Moisés: Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?” (v.11).


A incredulidade tomou conta de todo o acampamento. Decididos a retornar ao Egito sob as ordens de um novo capitão, os filhos de Israel lançaram mão de pedras com o objetivo de dar fim a Moisés, Arão e aos dois espias que ameaçavam os seus planos. O Senhor, no entanto, Se manifestou em defesa de Seus servos e para declarar o veredito contra a nação que O afrontou. De Moisés, Deus suscitaria um “povo maior e mais forte” (v.12), concedendo à sua descendência a herança que Israel rejeitara. A reação do provado líder, porém, manifestou a misericórdia e o amor do Oleiro de seu caráter. Intercedendo pelo povo, rogou ao Senhor que o perdoasse mais esta vez.

O perdão não erradica a justiça divina. A respeito daquele grande pecado, o Senhor disse: “Eu lhe perdoei” (v.20), mas não poderia permitir que fossem ocultas as consequências da iniquidade. Os que desprezaram o “Assim diz o Senhor” para seguir palavras humanas não entrariam na terra prometida. No entanto, Calebe e Josué entrariam na terra que espiaram e a sua descendência a possuiria, “visto que [neles] houve outro espírito, e [perseveraram] em” seguir ao Senhor (v.24). E ao povo foi dada a ordem de mudar de rumo e caminhar “para o deserto, pelo caminho do mar Vermelho” (v.25). Ou seja, ao invés de avançar, Israel deveria regressar. Iniciava ali a jornada de quarenta anos que deixaria para trás uma geração rebelde e suscitaria uma geração de maioria juvenil que tomaria posse da promessa: “Mas os vossos filhos… farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes” (v.31).

Uma grande confusão se instalou em Israel, ao contemplarem a morte dos dez espias “que infamaram a terra” (v.37). Percebendo a gravidade da situação e a seriedade das palavras divinas ditas por Moisés, “levantaram-se pela manhã de madrugada e subiram ao cimo do monte, dizendo: Ei-nos aqui e subiremos ao lugar que o Senhor tem prometido, porquanto havemos pecado” (v.40). A este despertamento atrasado, contudo, veio a perturbadora resposta: “Não subais, pois o Senhor não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos” (v.42). Mais uma vez Israel não deu ouvidos ao profeta de Deus. E com que angústia de alma padeceu Moisés ao ver a teimosia de um povo retornando ferido e derrotado! Com que agonia viveu o restante de sua peregrinação sabendo que todo aquele povo, fora Calebe e Josué, seria consumido no deserto e ali seria sepultado!

Amados, cada cena da jornada de Israel é um chamado de Deus para que o Seu povo desperte para o tempo de sua peregrinação. À semelhança de Israel, estamos às portas do cumprimento da derradeira promessa. Como Josué e Calebe, Deus tem um remanescente fiel sendo enviado ao mundo tendo nos lábios e no coração o último clamor. Homens e mulheres que têm sido desprezados e até mesmo ameaçados pelos impenitentes, mas acolhidos e levados a sério pelos pequeninos humildes de coração. Em tom de maior urgência, o Senhor declara, hoje: “Até quando Me provocará este povo e até quando não crerá em Mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele?” (v.11).

Prestes a cruzar a linha de chegada; às vésperas de encerrarmos a nossa carreira; em tempo de solene advertência, precisamos de olhos espirituais, para como Josué e Calebe, manter firme a nossa fé nAquele que jamais deixa de cumprir as Suas promessas. Milhares têm aderido à mesma ideia do antigo Israel: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (v.4), e sob a bandeira de um falível mortal, desprezam a bandeira vitoriosa do Príncipe Emanuel. Mas o tempo da graça, que se apressa para o seu limite, não postergará o tempo determinado para o seu fim e, amedrontados pela ruína daqueles que dantes seguiram como seus mentores em lugar do está escrito, passarão por um falso despertamento que resultará em frustração e completa derrota.

Se Israel houvesse aceitado a disciplina e a correção do Senhor como oportunidades de crescimento e aperfeiçoamento do caráter, jamais teria escolhido a banda pessimista dos espias. Como temos encarado as provas que enfrentamos? Não pense ninguém que o Senhor poupará alguma iniquidade em Seu juízo final. Ele está separando a escória do ouro e o joio do trigo. Despertemos para “o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Selados os “Josués” e os “Calebes” de Deus com suas famílias, como Israel subiu ao monte a fim de tentar reaver o tempo de oportunidade desperdiçado, se apressa o tempo em que os que rejeitaram a verdade “andarão de mar a mar e do Norte até ao Oriente; correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12).

“Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14).

Bom dia, “Josués” e “Calebes” dos últimos dias!

Dez dias de oração, 7° dia: Oremos em favor dos doentes e por nossos amigos especiais de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números14 #RPSP

Comentário em áudio:
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