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“Nestas pedras, escreverás, mui distintamente, as palavras todas desta lei” (v.8).
“Guarda silêncio e ouve, ó Israel!” (v.9). Talvez esta seja a principal frase de impacto deste capítulo. Ou seja, quando Deus fala, o homem se cala. Quantas maldições, tristezas e desastres poderiam ser evitados se tão somente aceitássemos nos calar e ouvir. Há grande bênção no silêncio. O profeta Elias foi levado ao deserto e passou um período inicial de solidão para melhor ouvir a voz de Deus. João Batista vivia no deserto, e era ali que fortalecia a sua comunhão com Deus para anunciar as boas-novas de salvação em Cristo. O próprio Jesus Se retirava para a solidão das montanhas a fim de orar e ser fortalecido pelo Pai.
Se a nossa rotina diária não tem nos permitido desfrutar destes momentos tão necessários de silêncio, precisamos rever as nossas prioridades. É por não ouvir que muitos estão a viver a religião como um trabalho secular que merece reconhecimento; enquanto uns poucos que passam despercebidos (geralmente porque não seguem o mesmo ritmo) são ignorados ou julgados como não-convertidos.
A salvação não está em fazer, mas em ouvir e olhar. “Se quiserdes e Me ouvirdes, comereis o melhor desta terra” (Is.1:19). “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). Se nossos ouvidos estiverem atentos às palavras do Senhor e nossos olhos fixos em Cristo Jesus, as obras de nossas mãos serão o resultado de uma vida de intimidade com Deus, a manifestação do fruto do Espírito. Nossa vida será uma declaração de amor, e não de imposição. Nosso serviço será de cooperação e não de competição.
O terceiro discurso mosaico foi inaugurado com uma solene promulgação da lei e com o pronunciamento das maldições referentes à desobediência da mesma. O Senhor dera instruções acerca da confecção de pedras caiadas para nelas escrever a Sua lei, além da construção de um altar de pedras toscas para holocaustos e sacrifícios, onde os filhos de Israel comeriam e se alegrariam perante o Senhor. Tudo isso deveria ser um marco da eleição de Israel como “povo do Senhor” (v.9).
“Hoje, vieste a ser povo do Senhor, seu Deus” (v.9). “Portanto, [deveis obedecer] à voz do Senhor, teu Deus”, e cumprir “os mandamentos e estatutos que hoje te [ordena]” (v.10), para que nenhuma das maldições alcancem a sua vida e a sua casa. Precisamos permitir que o Espírito Santo molde o nosso coração como pedra caiada a fim de nele escrever a lei do Senhor. Mas, quando entregamos o nosso coração a Deus, ele não necessita de uma modelação anterior, do jeito que está, como uma matéria-prima bruta, nas mãos do Oleiro torna-se um altar de verdadeira adoração e alegria.
Se dermos ouvidos ao Senhor e olharmos para o Seu perfeito Exemplo, Ele mesmo nos livrará das maldições e nos cobrirá com Suas bênçãos. Vigiemos e oremos!
Bom dia, abençoados do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio27 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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883 palavras
1 Moisés e os anciãos deram ordem ao povo. Moisés e os anciãos especificaram uma cerimônia de dedicação a ser realizada depois que os israelitas entrassem na Terra Prometida. Bíblia de Genebra.
Pela primeira vez em Deuteronômio, os anciãos se uniram a Moisés para exortar o povo. A razão disso não é mencionada (ver Dt 31:9), mas pode ter sido porque a morte de Moisés colocaria sobre eles uma responsabilidade maior como líderes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1151.
3 desta lei. Refere-se ao pacto do Deuteronômio. Bíblia Shedd.
A palavra traduzida como lei é torah, termo geral para toda instrução sagrada e que não se limita ao decálogo apenas. Nesse caso, refere-se em específico à vontade divina conforme revelada a Moisés. Ela deveria ser escrita de forma legível e em lugar visível, como lembrete perpétuo da aliança entre Deus e Israel (ver Js 8:30-35). Os cristão têm a Bíblia, a vontade revelada de Deus, mas Israel não tinha esse privilégio. Por isso, as pedras do campo deviam proclamá-la para que todos pudessem lê-la e não se esquecer dela. CBASD, vol. 1, p. 1151.
5 sobre as quais não manejarás instrumento de ferro. As pedras deviam ser pedras “não cortadas” ou pedras inteiras (Js 8.31; cf Êx 20.25). Bíblia de Genebra.
7 sacrificarás ofertas pacíficas; ali, comerás e te alegrarás. A alma arrependida via a oferta pacífica como um banquete de alegria e felicidade. A comunhão com Deus tinha sido restaurada, e nessa festa sagrada Deus e o crente se aproximavam um do outro. União e paz prevaleciam entre Yahweh e Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1153.
9 Hoje, vieste a ser povo do SENHOR. Essa renovação da aliança parece ter sido quase tão impressionante quanto a confirmação da aliança no Sinai. Naquela ocasião, a maioria dos adultos que agora participava da cerimônia de rededicação eram crianças ou ainda não tinham nascido. CBASD, vol. 1, p. 1153.
12 – 13 Gerizim…Ebal. O monte Gerizim eo monte Ebal eram dois maciços de rocha calcárea, atingindo, respectivamente, 890 e 660 metros acima do nível do mar. entre os dois estende-se um lindo vale com cerca de 275 metros de largura. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. Ed Betânia. F. B. Meyer.
A quem viaja das planícies de Moabe (34.1) é fácil avistar ao longe aquelas duas montanhas, para além do vale do Jordão, onde, ao entardecer, o sol se esconde (11:30). Ali estão a atestar a necessidade de uma escolha entre o bem e o mal (Bíblia Shedd).
Comparar com 11:29; Js 8:33-35. Uma cerimônia de aliança nas montanhas de cada lado de Siquém para proclamar as bênçãos da obediência e as maldições da desobediência enfatizariam a necessidade de satisfazer aos mandamentos da aliança de Deus. Andrews Study Bible.
Monte Gerizim. Do lado sul do vale fértil onde fica Siquém. O monte Ebal está ao norte do mesmo vale. O monte Gerizim é fertil e o Ebal, não. Alguns comentaristas consideram que essa distinção dá motivo, ao menos em parte, a que um seja o monte da “bênção” e o outro, o da “maldição”. … Há um estreito vale entre eles. Os dois montes formavam um grande anfiteatro natural, de tamanho suficiente para acomodar a grande multidão. Os oradores deviam estar ao centro, no vale; as tribos devem ter se reunido nas ladeiras dos dois montes. As seis tribos descendentes de Lia e Raquel deviam responder às bênçãos. As tribos que deviam responder às maldições pronunciadas por causa da desobediência eram os descendentes de Zilpa e Bila, juntamente com as tribos de Zebulom, filho mais novo de Lia, e a de Rúben, que perdeu a primogenitura por causa do pecado cometido contra seu pai (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
14 sobre o monte Gerizim, para abençoarem. Comparar com 11:29; Jos. 8:33-35. Uma cerimônia de aliança em cada lado de Siquém para proclamar bênçãos pela obediência e maldições pela desobediência enfatizaria a necessidade de cumprir os mandamentos da aliança de Deus (Andrews Study Bible).
15-26 Esta lista de maldições poderia nos dar a ideia de que Deus tem um mau gênio e está pronto a esmagar quem pisar fora da linha. Mas precisamos ver estas restrições não como ameaças, mas como advertências amorosas a respeito de consequências da vida. Assim como advertimos as crianças para ficarem longe de fornos quentes e ruas movimentadas, Deus nos aconselha a ficarmos longe de ações perigosas. AS leis naturais de Seu universo deixam claro que más ações contra outros ou contra Deus terão trágicas consequências. Life Application Study Bible Kingsway.
Esta lista de delitos sujeitos a maldições não é exaustiva. Estes delitos podem ter sido escolhidos como exemplificações dos tipos de pecados que poderiam escapar à detecção e, assim sendo, permaneceriam secretos (cf vs. 15.24). Até mesmo pecados secretos afetariam o relacionamento pactual de Israel com Deus (cf. Js 7.10-27). Bíblia de Genebra.
Uma maldição significa que o próprio Deus os puniria, mesmo que escapassem da detecção humana. Andrews Study Bible.
15 que fizer imagem de escultura. A primeira maldição diz respeito à idolatria (5.7-9). Bíblia de Genebra.
Amém. Essa palavra hebraica, transliterada para o português e outras línguas modernas (cf Nm 5.22), significa “assim seja”. Bíblia de Genebra.
26 Citado em Gl 3.10 para comprovar que a raça humana está sujeita a uma maldição porque ninguém obedece totalmente á lei de Deus.
não confirmar as palavras (ARA; NVI: “não puser em prática”). Não basta asseverar lealdade à lei; as pessoas devem viver em conformidade com as suas estipulações. Bíblia deEstudo NVI Vida.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-26/
Em Deuteronômio 26 encontramos dois temas gerais com os quais Deus quis impressionar os Israelitas, após eles entrarem na terra de Canaã. O primeiro tem a ver com o que Deus fez pelo povo de Israel; o verdadeiro Deus é o Deus que cumpre as promessas a Seus filhos, Ele é o Deus que provê (v.1-3). O segundo tem a ver com a importância de atender às necessidades dos mais desfavorecidos.
A lição é a mesma para nós que vivemos no século XXI. Deus continuamente nos fornece muitas coisas e de maneiras diferentes, não para o propósito de as acumularmos para nós egoisticamente, mas para mostrarmos a mesma misericórdia para com aqueles que tem menos. Essa preocupação pelos outros é tão importante para Deus que é o que fará a diferença entre “as ovelhas” e “os bodes” no último dia (Mt 25: 31-46).
Contudo, a maior bênção que recebemos para compartilhar é o conhecimento do evangelho de Jesus Cristo (1 Coríntios 9:16)!
Cristhian Jonh Álvarez
Professor de Teologia Sistemática
Universidade Adventista da Bolívia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=425
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Existem cristãos de diversos tipos. Se usássemos uma classificação tipo A, B e C… que tipo de cristão seria você?
• Cristão tipo A, seria aquele que aceita a Bíblia inteira como soberana regra de fé e prática, valoriza toda a revelação de Deus e busca poder para viver a altura do padrão por Ele estabelecido.
• Cristão tipo B, nunca leu a Bíblia inteira e não crê que seja relevante no presente toda a revelação de Deus, congrega na igreja esporadicamente e ora de vez em quando.
• Cristão tipo C, passa uma semana sem orar, sem ler a Bíblia e alega estar cansado para ir à igreja, mas continua crendo que é cristão – GRANDE ilusão!
Moisés, exemplo de excelente líder espiritual, desejava implantar no coração de seu povo o mais alto nível de padrão moral. Ele queria que Deus estivesse em primeiro lugar, estivesse sempre acima das…
1. …bênçãos, da prosperidade e da produção das plantações (vs. 1-11);
2. …finanças, dos recursos e dos bens materiais – dinheiro (vs. 12-15);
3. …filosofias que regem a vida humana neste mundo (vs. 16-19).
Neste capítulo, Moisés apresenta ao povo uma ideia do que dizer a Deus ao oferecer-Lhe as primícias das colheitas; além disso, mostra também a declaração e a oração a ser proferida após a entrega do dízimo trienal (O dízimo prescrito neste capítulo refere-se ao dizimo do terceiro ano. Existiam três dízimos no período Teocrático de governo israelita. Não confunda um com outro); e, conclui apelando ao povo a ser íntegro no compromisso com Deus; por duas razões:
• Primeira, porque Deus é Deus, poderoso libertador, gracioso salvador;
• Segunda, pelo compromisso entre o povo e Deus.
A questão financeira é a que mais compromete nosso relacionamento com Deus; precisamos prestar atenção para que nossa religião não seja mera hipocrisia.
Amigo(a)… se Deus não for o primeiro em nosso coração, não restará nenhum espaço para Ele em nossa vida. Se Ele não for o primeiro em tudo, qualquer coisa ocupará o lugar do Autor da vida tornando-se ídolo que nos levará à morte.
Se não somos exclusivamente do Senhor, não somos nada dEle. Assim como ninguém quer um cônjuge que se entrega pela metade – um compromisso superficial –, Deus também anseia por relacionamento especial.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí
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“Hoje, o Senhor, teu Deus, te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e cumpre-os de todo o teu coração e de toda a tua alma” (v.16).
O tema dos dízimos e ofertas conforme a Palavra de Deus, traz consigo uma abordagem muito diferente das inúmeras que têm surgido no meio evangélico. Apesar da promessa do Senhor em levar o Seu povo para uma terra próspera, Seu real objetivo visava protegê-lo da apostasia e torná-lo uma nação santa. A devolução dos dízimos e das ofertas deveria ser um ato de adoração e de gratidão, reconhecendo que fora o Senhor que os levara para aquela terra.
Desde a construção do santuário, Deus fora enfático em declarar que deveria ofertar “cada um, de coração disposto, voluntariamente” (Êx.35:5). Este é o princípio que deve mover o coração do adorador: “Alegrar-te-ás por todo o bem que o Senhor, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa” (v.11). Assim como Israel levara a Moisés e Arão muito mais do que o necessário para construir o tabernáculo, quando levamos ao Senhor parte de nossa renda, ela deve corresponder à oferta de um coração grato e feliz em fazer parte da família de Deus.
Quantas vezes não ignoramos ou negligenciamos este tema pelo preconceito formado a partir das impressões erradas que líderes religiosos têm causado. Mas quando o compreendemos conforme a ótica divina, percebemos que as bênçãos prometidas para todo aquele que é fiel nem sempre redundará em riqueza, mas sempre em contentamento: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv.30:8-9).
As últimas palavras do segundo discurso de Moisés exortaram os filhos de Israel a serem obedientes em tudo o que o Senhor os havia instruído, e isso, de todo o coração e de toda a alma (v.16). Quando a base da obediência é o amor, o cristão revela o inconfundível caráter de Cristo; aquele que nos foi revelado por Sua vida e entrega, como a insuperável oferta de amor. Que o meu e o seu coração sejam entregues à vontade do Espírito Santo mais este dia, e, certamente, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6). Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis servos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio26 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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468 palavras
1 Ao entrares. Isto é, se estabelecer na terra santa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1148.
ao lugar. Uma porção das primícias dos frutos devia ser colocada num cesto, levada ao santuário e dada ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 1148.
5 arameu prestes a perecer foi meu pai (ARA; NKJV: “Meu pai era sírio”). A referência é a Jacó, cuja mãe e parentela vinham de Arã. Bíblia Shedd.
Literalmente, “um arameu errante” (NVI). Esta é uma referência à origem humilde da nação, a Rebeca [, Raquel] e Lia, que eram de Padã-Arã (Gn 25:20), e a Jacó, que passou vários anos ali (Gn 29 a 31). Labão, tio de Jacó, foi designado como “o sírio”, literalmente, “o arameu” (Gn 25:20; 28:5, 6; 31:20, 24). A expressão traduzida por “prestes a perecer” era usada para se referir a animais que se extraviavam e se perdiam (Dt 22:3; 1Sm 9:3, 20) e também a pessoas perdidas (Sl 119:76), correndo o risco de morrer (Jó 6:18). CBASD, vol. 1, p. 1148.
11 Alegrar-te-ás. A época de se devolver os primeiros frutos devia ser de alegria e regozijo. CBASD, vol. 1, p. 1148.
Nada recomenda melhor nossa religião do que a satisfação que o mundo não pode dar nem tirar. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer (Ed. Betânia).
12 no ano terceiro. Durante os dois primeiros anos, o dízimo anual deveria ser levado ao santuário central (14.22-27). No terceiro ano, entretanto, o dízimo seria armazenado para distribuição entre os pobre. Bíblia Shedd.
13 Tirei de minha casa o que é consagrado. Esta confissão de dever cumprido devia ser um privilégio anual … O ofertante afirmava que havia cumprido por completo os requisitos feitos por Deus, que o “dízimo” tinha sido devolvido conforme designado por Ele, para ser aplicado em harmonia com Suas instruções. CBASD, vol. 1, p. 1149.
14 não comi no meu luto … imundo … nem dei para a casa de algum morto. O adorador devia confessar que sua oferta não fora exposta a contaminação cerimonial, especialmente aquela associada com a lamentação pelos mortos. Bíblia Shedd.
15 como juraste. Um reconhecimento agradecido à sólida lealdade de Deus à Sua aliança e fidelidade a todas as Suas promessas. Yahweh não apenas é capaz de cumprir Suas promessas como é impossível que alguma vez deixe de cumpri-las. CBASD, vol. 1, p. 1149.
17 A terminologia é a de um documento de aliança, que implica a renovação do voto de Israel de que o Senhor era seu Deus e que obedeceriam a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 guardarás todos os Seus mandamentos. Moisés disse que porque os israelitas eram agora povo de Deus, eles precisavam começar a obedecer Seus mandamentos. Life Application Study Bible.
19 glória. A palavra assim traduzida provém do verbo “embelezar”, “glorificar”. … O significado mais profundo dela é expresso por Cristo (Jo 17:10); é também aplicado à igreja, segundo o apóstolo Pedro (1Pe 2:9, 10). Assim termina o chamado livro da Aliança, e com ele o segundo discurso de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 1150.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-25/
Deuteronômio 25 continua a abordar questões que lidam com as leis de Deus para a boa convivência entre os israelitas. Os versículos 13 a 16 falam sobre ser justo em nossos relacionamentos comerciais com os outros, tanto comprando quanto vendendo. Devemos ser honestos, responsáveis e agir sempre com integridade.
Há duas maneiras de responder a esse conselho divino: uma é ser desleal, desonesto,
injusto. Essa escolha tem conseqüências imediatas e de longo prazo. Primeiro, teremos conflitos em nossos relacionamentos interpessoais; em segundo lugar, e a conseqüência mais séria, é ser rejeitado por Deus e perder a vida eterna.
A outra opção é ser justo, honesto, responsável e consistente em nossas práticas de negócios. Essa escolha também tem consequências imediatas e de longo prazo. Primeiro, vamos desfrutar de respeito na sociedade; segundo, e acima de tudo, teremos o favor de Deus. O Senhor nos aconselha a sermos justos “para que se prolonguem os vossos dias na terra que o Senhor vosso Deus vos dá” (v. 15). Lembre-se de que “o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Víctor Augusto Choroco
Diretor da Faculdade de Teologia
Universidade Adventista da Bolívia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=424
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli