Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 25 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 25 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
8 de abril de 2019, 0:45
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Cada revelação divina é importante para cada ser humano em todos os tempos, se bem compreendida em seu devido contexto.

Tópicos do capítulo em apreço:

1. Orientações para o tribunal lidar com encrenqueiros (vs. 1-3);

2. Orientações para lidar com o boi (v. 4);

3. Orientações quanto ao parente de um falecido que deixou a esposa (vs. 5-10);

4. Orientações à mulher que ao brigar aperta no homem seus testículos (vs. 11-12);

5. Orientações quanto aos pesos e medidas justos (vs. 13-16);

6. Orientações em relação ao que fazer com os Amalequitas por terem afligido e destruído aos israelitas pelas costas, atacando aos mais fracos (vs. 17-19).

Deus preza pela justiça (vs. 1-4), pela família (vs. 5-12), pela honestidade (vs. 13-16) e pelo Seu povo, inclusive os frágeis (vs. 17-19). Deus ama, cuida e orienta; deseja o bem, prosperidade e felicidade de Sua igreja mesmo sabendo que dentro dela possa existir brigas, injustiças e debilidades.

Por isso, o plano divino visa a santificação do povo amado. “Os versículos de 1 a 12, as leis finais sobre a santidade do reino (23:1–25:12), resguardavam a santidade do homem como portador da imagem de Deus. Os versículos 13-19 concluem as leis do respeito pelas ordens da natureza, da família e da teocracia (vs. 22-25), tal como foram começadas (conf. 22:1-4), com o princípio da regra de ouro” (D. L. Moody).

O versículo 4 parece deslocado neste capítulo: “Não atarás a boca do boi, quando trilhar”. Ainda que pareça insignificante ele foi citado duas vezes pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 9:9 e 1 Timóteo 5:17-18. Aplicação: Se devemos respeitar animais que nos servem, quando mais os seres humanos criados à imagem de Deus!

DEUS…

· …quer levar-nos a um lugar melhor, mas devemos permitir que Ele melhore nosso comportamento.

· …não quer que percamos as iguarias da Nova Terra com as baixarias da Velha Terra.

Deus é justo e espera justiça de Seu povo e até daqueles que não O servem. Principalmente aos que afirmam servir ao justo Deus, a justiça deve caracterizar suas atitudes rotineiras. A vida secular deve ser regida por Deus em cada detalhe. As atividades fora da igreja devem seguir as orientações divinas tanto quanto as cerimônias eclesiásticas.

“Senhor, guia-me em santidade!” – Heber Toth Armí



DEUTERONÔMIO 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de abril de 2019, 0:30
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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).

As sanções penais instituídas em Israel correspondiam à correções respectivas à sua rebeldia. Chicotadas, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas, ou ignorado, resultando em libertinagem.

A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família, além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina.

Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o prisma da justiça e da transparência.

A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra Israel.

Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à grande situação vexatória, foi açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos para que fôssemos nEle justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida, deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o Senhor com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do culpado, assumindo uma culpa que não era Sua.

Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a Sua recompensa eterna. Aceite, agora, a graça que ainda está à sua disposição! Vigiemos e oremos!

Bom dia, justificados em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio25 #RPSP



DEUTERONÔMIO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2019, 0:05
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1339 palavras

1-3 À primeira vista estes versos parecem irrelevantes nos dias de hoje. Mas um olhar mais atento revela alguns importantes princípios sobre disciplina. É você responsável pela disciplina de um filho, um estudante ou um empregado? Três importantes pontos ajudarão você a desempenhar esta responsabilidade: 1) que a punição seja aplicada logo após a ofensa; 2) que o grau da punição reflita a seriedade da ofensa; e 3) não exagere na disciplina. A disciplina que é imediata, justa e contida atinge o objetivo de preservar a dignidade do ofensor. Life Application Study Bible.

condenando ao culpado. Literalmente, a expressão seria “ajustar os anormais [os não ajustados]”. … Devia haver esforço para reabilitar e ajustar, em vez de punir no sentido de vingança. Biblia de Estudo NVI Vida.

não fique aviltado. O castigo indevidamente severo faria com que a pessoa castigada se ressentisse e pensasse ter sido tratada com injustiça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1144.

quarenta açoites. Esse é o pano de fundo para a prática judaica de dar “Uma quarentena de açoites menos um” (2Co 11.24). O intuito dessa prática era resguardar-se contra algum possível erro na contagem dos açoites, e tinha um caráter de misericórdia. Biblia de Genebra.

Não atarás a boca ao boi. Qual o objetivo deste regulamento do AT? Bois eram usados para trilhar [pisar] grãos em uma eira [lugar de debulhar grãos]. O animal era preso por uma viga de madeira a uma pedra de moer. à medida que ele andava ao redor desta pedra de moinho, seus cascos pisavam os grãos, separando os grão da palha. Ao mesmo tempo, a mó transformava o grão em farinha. Atar a boca ao boi impediria que ele comesse enquanto a trabalhar. Paulo utilizou este argumento no NT para argumentar que não fossem negadas a obreiros no trabalho de Deus recebessem os benefícios do seu trabalho – eles deveriam receber apoio financeiro (2Co 9:10; 1Tm 5:17, 18). O fato de que uma pessoa está no ministério de Cristo não significa que ele ou ela seja pago injustamente. Existe ainda uma aplicação mais ampla: Não seja mesquinho para com aqueles que trabalham para você. Life Application Study Bible.

O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais merece reconhecimento. CBASD, vol. 1, p. 1144.

Um trabalhador (um animal, nesse caso) tem o direito de alguns dos resultados de seu trabalho (comparar com 1Co 9:9-10; 1Tm 5:18). Andrews Study Bible.

5-10 O costume do casamento sob levirato era antigo e não se limitava aos hebreus. Quando um homem morria sem filhos, seu irmão devia tomar a esposa dele. Os filhos desse casamento eram reputados filhos do primeiro marido. Onã recusou-se a cumprir com sua responsabilidade porque seus filhos não receberiam herança primária (Gn 38.8-10). O livro de Rute mostra que o costume do cassamento sob levirato incluía mais gente além do irmão falecido. E uma nova extensão do costume é vista no fato que Boaz se casou com Rute, e não com Noemi. … Esta lei levantou a pergunta que os saduceus apresentaram a Jesus acerca da ressurreição (Mt 22.23, ss). Bíblia Shedd.

a mulher do que morreu. Uma exceção à proibição do incesto em Lv 18:126, com o propósito de produzir um herdeiro para o irmão morto para que seu nome/identidade se mantivesse através de uma linha de descendentes que herdariam sua porção da propriedade (comparar com Gn 38; Rt 4). Este casamento também proveria suporte à viúva. Andrews Study Bible.

seu cunhado. Temos aqui a única menção, na Bíblia, à lei do casamento levirato (que vem da palavra latina levir, que quer dizer “irmão do marido”). Biblia de Genebra.

O irmão que se recusasse a cumprir este dever era considerado infame. CBASD, vol. 1, p. 1145.

nome do seu irmão. Ver Nm 27:4; Rt 4:5. Os homens em todas as épocas valorizaram a perpetuação do nome da família. Isso ainda é verdade nos países orientais, onde não pode sobrevir maior calamidade a um homem do que morrer sem um herdeiro do sexo masculino. CBASD, vol. 1, p. 1145.

se o homem não quiser tomar sua cunhada. Apesar do casamento entre cunhados (“levirato”) era fortemente encorajado, o irmão sobrevivente não era forçado a ele. Pode ser que o homem, já casado, não quisesse tomar nova esposa, mesmo em uma sociedade que tolerava a poligamia. Andrews Study Bible.

subirá esta à porta. Tal como no caso de Tamar (Gn 38), a esposa tinha a responsabilidade de zelar para que a obrigação do cunhado fosse cumprida. Bíblia Shedd.

descalçará a sandália. A ação de colocar o pé calçado sobre uma propriedade simbolizava … que se exercia o patrimônio legal sobre a mesma (Sl 60:8; 108:9). em consequência, o ato de tirar o calçado de um homem proclamava a indignidade do mesmo. Ele recusara fazer o que se esperava dele. [Ver tb Ct 7:1; 2Sm 15:30; Is 20:2, 4; Êx 3:5; Js 5:15). CBASD, vol. 1, p. 1145.

e lhe cuspirá no rosto. Comentaristas judeus normalmente interpretam que se cuspia no solo “diante de seu rosto”. Isso parece razoável, porque a preposição não é “sobre”, mas “ao lado” ou “diante de ” (Dt 11:25; Js 10:8). Cuspir diante do rosto de alguém era tido como humilhação (Nm 12:14). CBASD, vol. 1, p. 1145.

assim se fará ao homem. As únicas exceções eram o sumo sacerdote, que não estava sujeito à lei do levirato (Lv 21:13, 14), irmãos que viviam distantes um do outro e os idosos. CBASD, vol. 1, p. 1145.

11, 12 O órgão masculino não devia ser maltratado (cf 23.1). Era a fonte da fertilidade e também trazia o sinal do pacto de Deus com Seu povo (Gn 17.11). Bíblia Shedd.

cortar-lhe-ás as mãos. A penalidade por esta intervenção na luta de seu esposo (não para sua auto defesa) é severa, muito provavelmente porque a mulher se arriscaria a causar dano ao outro homem à sua habilidade de ter filhos e removê-lo da participação da assembleia de Israel (comparar nota em 23:1). A lei da retaliação por dano resultante na defesa de um assalto (Lv 24.10-20) não poderia ser aplicada porque a mulher era parte envolvida neste caso. Andrews Study Bible.

Esta lei deriva do princípio declarado em Êxodo 21:24. Alguns comentaristas judeus rejeitam a ideia de que isso devesse ser considerado literalmente. Os rabis, mais tarde, mudaram a sentença, aplicando uma multa pesada em vez de cortar a mão. CBASD, vol. 1, p. 1146.

13 pesos diversos. “Dois padrões para o mesmo peso” (NVI), um peso mais leve para vender e um maior para comprar. … Amós 8:5 indica que esse tipo particular de desonestidade não era incomum entre os judeus. … O desejo de Deus é que entre Seu povo prevaleçam os princípios da justiça e da equidade. Aqueles que servem a Deus não enganarão seus semelhantes (ver 1Jo 4:20). CBASD, vol. 1, p. 1146.

Utilizados para trapacear na pesagem de coisas para comprar ou vender (comparar com Lv 19:35-36). Andrews Study Bible.

Não podiam ser feitos negócios com dois tipos de pesos, um maior para recebimentos, e outro menor para os pagamentos, cf Am 8.5. Bíblia Shedd.

O desprazer de Deus diante de negócios desonestos é salientado (Lv 19.35-36; Pv 11.1; 16.21; 20.10, 23; Mq 6.11). Biblia de Genebra.

14 duas sortes de efa. (ARA; NVI: “dois padrões para a mesma medida”).

15 peso integral e justo. Ver Lv 19:35. Nos negócios é difícil resistir à tentação de ter lucro fácil. Diz-se que a honestidade é a melhor política. Mas a conduta seguida por alguns comerciantes é tão cruel quanto as leis da selva. Seve-se admitir que tais negociações com frequência geram grandes riquezas para alguns, e até boa reputação na sociedade. Porém, sem honestidade nunca poderá haver paz de espírito e consciência limpa perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 1146.

17-19 Lembra-te do que te fez Amaleque … apagarás a memória de Amaleque. A referência aqui é contra à hostilidade dos amalequitas para com Israel na jornada desde o Egito (Êx 17:8-16). É verdade que na época em que foi escrito o livro de Deuteronômio os amalequitas já não eram uma ameaça a Israel. Todavia, Deus não tinha se esquecido do dano que haviam feito a Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1146.

18 atacou na retaguarda. Demonstração de covardia e crueldade (ver Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 1146.

não temeu a Deus. Esta era a razão para sua má conduta. A indiferença aos princípios corretos dificilmente pode proporcionar um sólido fundamento para se construir a bondade e o amor para com o próximo. CBASD, vol. 1, p. 1146.



DEUTERONÔMIO 25 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de abril de 2019, 0:02
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DEUTERONÔMIO 24 by Jobson Santos
7 de abril de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-24/

Há pouco tempo conheci uma mãe que junto com seu filho decidiu compartilhar sua comida com uma velha viúva que chegara à igreja com muitas necessidades. Depois de um tempo, eles não a viram mais na igreja, mas sempre havia alguém necessitado a quem eles davam pacotes de solidariedade. A velha viúva serviu para despertar e motivar uma generosidade sistemática para com os menos afortunados.

Nos tempos bíblicos, viúvas, órfãos e estrangeiros eram considerados vulneráveis e eles precisavam da generosidade do povo. Viúvas e órfãos eram considerado vulneráveis, porque a sociedade em que viviam era principalmente agrícola, a qual exigia força física. Os estrangeiros eram residentes não-nativos, que por alguma razão poderiam ter sido forçados a deixar sua aldeia para viverem em outras terras, portanto, também eram vulneráveis, maltratados e explorados.

Deuteronômio 24:19-22 é uma lei que fornece um equilíbrio muito saudável entre a
generosidade e dignidade das pessoas, já que os proprietários de terras tinham que deixar parte plantação sem colher e os pobres tinham que ir e fazer a colheita eles próprios.

Sigamos também o exemplo de Cristo, pois Ele alimentou os famintos e cuidou dos doentes.

Freddy Efraín Tancara
Professor de Teologia Pastoral
Universidade Adventista da Bolívia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=423
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



DEUTERONÔMIO 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:55
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DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:45
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Precisamos aprender a viver. Deus está mais do que disposto a ensinar. Ele quer o nosso bem e a nossa felicidade mais do que ninguém. Ele tem o melhor para nós, cabe a nós desejar o bem que Ele quer para nós a fim de que vivamos melhor a cada dia.

Observe estes pontos:

1. Divórcio e novo casamento (vs. 1-4). O divórcio está em alta. Para muitos, ele é tão normal que o casamento começa com a possibilidade de divorciar-se. Contudo, o divórcio é uma aberração do casamento. É uma interrupção do maravilhoso plano de Deus para o mais íntimo dos relacionamentos.

2. Antídoto para combater o divórcio: Durante o primeiro ano de casado, o marido deve viver prioritariamente para promover a felicidade de sua esposa (v. 5);

3. Sobre o penhor (v. 6);

4. O castigo pelo sequestro: A morte (v. 7);

5. Cuidados em relação à doença da lepra (vs. 8-9);

6. Regulamentação quanto a empréstimos (vs. 10-13);

7. Ser justo e pronto no pagamento de salários a funcionários do povo de Deus ou não (vs. 14-15);

8. A responsabilidade em relação a crimes é individual, pais não pagam pelos filhos nem filhos pelos pais (v. 16);

9. Orientações em relação aos necessitados: Estrangeiros, órfãos e viúvas:

· Não perverter o direito, aproveitar de suas fraquezas, nem tomar roupas como penhor (v. 17);

· Deixar para trás restos de grãos na hora da colheita objetivando beneficiá-los (v. 19);

· Não tirar todas as azeitonas das oliveiras para deixar para os necessitados (v. 20);

· Deixar restos de uvas sem colher a fim de suprir as necessidades dos necessitados (v. 21)

Deus ensina, orienta e prescreve preciosos ensinamentos vitais. Ele usa diversos recursos didáticos: Adverte quanto ao pecado (v. 14), explica a importância da vida (v. 6), a importância de limitar a maldade na sociedade (v. 7); apresenta o caminho da justiça (v. 13) e a forma de evitar orações negativas (v. 15).

Contudo, o essencial é que Deus libertou Seu povo; por isso, Seu povo deve viver a altura do padrão por Ele apresentado (vs. 18, 22). Hoje devemos lembrar que Cristo morreu para nos libertar do pecado; portanto, nossa vida deve ser regida pelos princípios da Bíblia.

“Senhor, eleva nosso padrão comportamental!” – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de abril de 2019, 0:30
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“Homem casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou” (v.5).


A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim perfeito. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.

Com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família.

A lei acerca do divórcio fora estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher gozem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.

Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.

Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nossa casa, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda a nossa família. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), os seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.

O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade. Entenda o comando “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para os Seus filhos. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, famílias ordenadas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio24 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de abril de 2019, 0:08
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https://youtu.be/FGp5SyV4EzM