Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de março de 2018, 0:30
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“E ensinava nas sinagogas, sendo glorificado por todos” (v.28).


Jesus, logo após o Seu batismo, “cheio do Espírito Santo”, “foi guiado pelo mesmo Espírito” ao deserto (v.1). Durante quarenta dias, Ele permaneceu em jejum e oração, “sendo tentado pelo diabo” (v.2). De três formas Satanás tentou persuadir a Cristo: tentando-O através do apetite, das riquezas e poder, e da presunção. Derrotado, o inimigo se retirou até que tivesse novamente “momento oportuno” (v.13). Jesus, então, “no poder do Espírito Santo” (v.14), inicia o Seu ministério público e ensinava nas sinagogas.

Segundo o Seu costume” (v.16), isto é, conforme Lhe ensinara seus pais terrestres, a cada sábado Jesus ia à sinagoga (igreja) a fim de adorar e ensinar. Suas palavras tinham uma entonação diferente. Seu rosto, iluminado pela presença do Espírito Santo, transmitia paz e segurança. As pessoas tinham prazer em ouvir-Lhe a voz e em estar em Sua companhia, de forma que “todos na sinagoga tinham os olhos fitos nEle” (v.20). Como era maravilhoso ouvir as Escrituras sendo lidas por Ele! O povo se maravilhava “das palavras de graça que Lhe saíam dos lábios” (v.22). Mas uma pergunta inquietava o coração de todos: “Não é este o filho de José?” (v.22).

A afirmação de Jesus sobre a aplicação profética do texto de Isaías a Seu respeito começou a provocar-lhes a incredulidade, e o Seu discurso, de palavras de graça, tornaram-se em palavras de ofensa e de blasfêmia. E os mesmos que, antes, O glorificavam, “ouvindo estas coisas, se encheram de ira” (v.28), a ponto de quase matarem a Jesus com as próprias mãos. “Jesus, porém, passando por entre eles, retirou-Se” (v.30), indo para Cafarnaum.

A aplicação feita por Cristo sobre a viúva de Sarepta e sobre Naamã feriu o orgulho nacional de Israel como nação eleita de Deus. Era inconcebível colocar um estrangeiro em posição mais privilegiada do que os filhos de Abraão. Um sábado após o outro, o povo estava acostumado a ir à igreja para ouvir o que lhe era agradável. Os Salmos e as profecias que apontavam para Israel como a menina dos olhos de Deus (Sl 17:8), eram seus textos favoritos. Ao Jesus apresentar-lhes a tônica de que a salvação não é apenas para Israel, tornou-Se para eles uma espécie de inimigo do Estado, a ponto de rejeitarem Aquele que até os demônios reconheciam como “o Santo de Deus” (v.34).

O fato de existirem aproximadamente mais de quarenta mil denominações cristãs diferentes aponta para a realidade de que, como aqueles judeus, a maioria também não está disposta a ouvir a verdade, mas somente aquilo que lhe é agradável. Como num restaurante “self-service”, existem opções para todos os gostos, onde a Bíblia é “servida” conforme a vontade do público. Desprezando o testemunho de Jesus, esquecem que do batismo Ele foi levado ao deserto, e, na primeira dificuldade, dão as costas ao evangelho indo em busca de facilidades. Ora, é muito bom ouvir que Deus é amor, e, de fato, Ele é. Mas ouvir que Ele nos chama a uma vida de renúncia e que Ele trará juízo sobre os desobedientes, tem causado na maioria o mesmo sentimento que impulsionou o povo a ferir e matar muitos profetas e atentar contra a vida do próprio Jesus.

Entretanto, sabem o que é pior, amados? É que esta mesma disposição esteja ocorrendo em nosso meio. E muitos pregadores da justiça têm sido perseguidos e desprezados simplesmente por pregar uma mensagem dura demais de ser ouvida. Desde o tempo dos pioneiros, nunca houve na história da igreja um despertamento tão grande sobre a urgente necessidade de reavivamento e reforma. Fazer parte da igreja da profecia não é sinônimo de salvação, meus irmãos, só aumenta a nossa responsabilidade. Jesus simplesmente direcionou os olhos do povo para enxergar verdades negligenciadas. E não esqueçamos de um detalhe que faz toda a diferença: Ele fez isso “no poder do Espírito” (v.14). Não tenhamos medo, portanto, de falar a verdade, ainda que a maioria não a aceite. Lembremos de Noé, de como foi desprezado por seus conterrâneos, mas que, “pela fé”, perseverou em fazer a vontade de Deus “para a salvação de sua casa”, tornando-se “herdeiro da justiça que vem da fé” (Hb 11:7). Perseveremos, pois, pela fé, em nome de Jesus, “no poder do Espírito” (v.14) e alcançaremos o mesmo galardão.

Bom dia, “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3:15)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas4
#RPSP



LUCAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de março de 2018, 0:20
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[Nota: Devido à riqueza dos comentários, esta compilação ficou mais longa que o costume, com 2631 palavras. Aconselhamos aos que não não dispuserem do tempo necessário para uma leitura contemplativa, a consultarem somente os comentários dos versos de interesse, deixando os demais para data oportuna.]

1 guiado pelo Espírito Santo. O tempo verbal grego indica que a condução do Espírito Santo não se limitou à viagem ao deserto, mas continuou durante a Sua permanência ali. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 798.

O Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo e permaneceu com Ele, O enchendo e guiando. Andrews Study Bible.

2 quarenta dias. Mateus deixa claro que as três maiores tentações ocorreram no final dos 40 dias (ver com. de Mt 4:2, 3), um fato evidente também a partir de Lc 4:2. Quando Jesus entrou no deserto, estava rodeado pela glória do Pai e, quando a glória partiu, Ele foi deixado sozinho para lutar com a tentação (DTN, 118). As tentações de Satanás continuaram durante todos os 40 dias de jejum de Jesus. As três mencionadas nos v. 3 a 13 representaram o clímax das tentações, no final do período (ver SP2, 90). CBASD, vol. 5, p. 798.

sendo tentado. Os ataques do diabo são contra o Messias, o cabeça da Nova Humanidade (cf Cl 2.15) … Em contraste com Adão, o cabeça da velha humanidade, que caiu, ainda que vivendo em condições ideais, o Segundo Adão venceu o diabo em total fraqueza da carne (cf 40 dias de jejum). Bíblia de Genebra.

3-13 O diabo procura desviar Jesus de Sua missão divinamente estabelecida. … A narrativa de Lucas realça o paralelo entre a tentação de Jesus e as provações de Israel no deserto. Jesus foi tentado por 40 dias no deserto e Israel peregrinou por quarenta anos no deserto (Nm 14.34). Israel falhou no teste da obediência, enquanto Jesus foi plenamente obediente ao Pai. Bíblia de Genebra.

3 manda esta pedra transformar-se em pão. O diabo sempre faz com que suas tentações pareçam atraentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Não só de pão viverá o homem. O contexto de Deuteronômio [Dt 8:3] que Jesus cita, frisa a completa dependência do homem para com o Senhor. Sem Sua bênção, a fartura material de nada adianta. Bíblia de Genebra.

5-8 Esta tentação [a 2ª] vem em terceiro lugar em Mateus. A razão para esta diferença de ordem não é conhecida. A tentação é para Jesus estabelecer um poderoso império mundial, mas ao custo de cultuar Satanás. Outra vez Jesus repele a tentação, citando as Escrituras (Dt 6.13). Bíblia Shedd.

6 Compare 1Jo 5.19. A tentação era inaugurar o Reino sem a cruz. Bíblia de Genebra.

ela me foi entregue. Isto é, por Adão quando ele pecou. Depois da Queda, Satanás denominou a si mesmo o “príncipe” deste mundo (DTN, 114), esquecendo-se que Adão mantinha o título apenas em virtude da obediência ao Criador. Satanás insinuou que Adão o escolheu como soberano e como seu representante no Céu. CBASD, vol. 5, p. 798.

9 Se é o Filho de Deus. Deus acabara de declarar esse fato (3.22). O diabo ainda usa a artimanha de suscitar dúvidas a respeito da Palavra de Deus (Gn 3.1). Bíblia de Genebra.

o pináculo. Este pode ter sido o topo do muto do templo, de onde se podia ver o vale de Cedrom ou, talvez, pode ter sido o ponto mais alto do próprio templo. Jesus foi tentado a demonstrar publicamente o Seu poder miraculoso, mas reponde citando outra vez as Escrituras (v. 12). A passagem citada (Dt 6.16) novamente recorda a experiência de Israel no deserto. Bíblia Shedd.

10 Pois está escrito. Dessa vez, Satanás também citou as Escrituras, embora tenha aplicado erroneamente Sl 91.11, 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 até momento oportuno. Isto é, até o tempo conveniente, quando outra oportunidade se apresentasse. Desde os primeiros anos, Cristo foi atacado pelo tentador (DTN, 71, 116). CBASD, vol. 5, p. 798.

14 Então, Jesus, regressou para a Galileia. Aqui começa o ministério de Jesus na Galileia, e que termina em 9.50. Bíblia de Genebra.

Jesus realizou um intensivo ministério antes de retornar a Nazaré. Bíblia Shedd.

poder do Espírito (cf 5.17). A mesma palavra “poder”, gr dunamis, aparece na promessa do Espírito em At 1.8, mas é traduzida como “milagres” em Lc 10.13; 19.37, etc., indicando que o poder sobrenatural de Deus é oferecido ao crente, pelo Espírito. Bíblia de Genebra.

15 E ensinava. O ensino era o modo costumeiro com o qual Jesus transmitia a verdade . … O ensino tende a ser mais eficaz do que a pregação, pois os ouvintes são participantes, enquanto na pregação eles são passivos. … Feliz é o pregador que consegue dar à sua pregação a qualidade adicional de ensino. CBASD, vol. 5, p. 799.

glorificado. Ou “honrado”, “louvado”. A Galileia era um campo mais favorável à obra do Salvador do que a Judeia (DTN, 232). Para onde Jesus ia, “grande multidão O ouvia com prazer” (Mc 12:37). CBASD, vol. 5, p. 799.

16-20 Esta narrativa é o mais antigo registro conhecido a respeito da ordem do culto no serviço de uma sinagoga. O culto incluía uma leitura da Lei e uma dos Profetas. Jesus ou o dirigente da sinagoga pode ter escolhido Is 61.1-2 e 58.6. Era costume levantar-se para a leitura, numa demonstração de respeito para com a Palavra de Deus e, em seguida, sentar-se para o sermão. A leitura escolhida mostra uma forte preocupação para com o pobre (1.51-53; nota; Sl 9.18, nota). Bíblia Shedd.

16 Indo para Nazaré. Esta foi a primeira visita de Cristo a Nazaré, desde que Ele deixou a carpintaria no outono de 27 d.C. para se dedicar ao ministério público (DTN, 236). Este seria, possivelmente, o final da primavera de 29 d.C., e quase metade do período de Seu ministério público já havia se passado. Uma ano mais tarde, possivelmente no inicio da primavera de 30 d.C., Jesus fez Sua última (DTN, 241) visita a Nazaré. … Em Nazaré ainda moravam a mãe, os irmãos e irmãs de Jesus (DTN, 236), que, sem dúvida, estavam entre os adoradores na sinagoga, nesse sábado, em especial. CBASD, vol. 5, p. 799.

Provavelmente todos os acontecimentos de Jo 1.19-4.42 se deram entre Lc 4.13 e 4.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.

entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume. A simples declaração de Lucas de que Jesus frequentava as reuniões sagradas da sinagoga no dia de sábado, o qual Ele especifica como o sétimo dia da semana (Lc 23:56-24:1), deixa claro o dever do cristão que ama seu Mestre e quer seguir os Seus passos (ver Jo 14:15; 1Pe 2:21). O fato de Cristo pessoalmente ter observado o mesmo dia da semana que os demais judeus observavam é evidência de que a contagem do tempo não havia sido perdida desde o Sinai, ou mesmo desde a criação.  Cristo é “Senhor também do sábado” (Mc 2:28); isto é, Ele o fez (Gn 2:1-3; cf Mc 2:27) e o reivindica como Seu guia. Seu exemplo ao observá-lo é um modelo perfeito para o cristão, tanto com relação ao tempo como quanto à maneira de observá-lo. … observar o sétimo dia da semana é guardar o sábado como Cristo o fez. Desde aquela época, há milhões de judeus espalhados por todo o mundo civilizado, e seria impossível que todos eles, simultaneamente, cometessem o mesmo erro ao calcular o sétimo dia da semana. … Cristo tinha o hábito de frequentar as reuniões regulares da sinagoga aos sábados. A esta sinagoga em Nazaré, Ele havia sido regularmente convidado na juventude, para ler os Profetas, e Ele extraía lições de Seu profundo conhecimento das Escrituras, as quais comoviam o coração dos adoradores (DTN, 74; cf 70). CBASD, vol. 5, p. 799.

levantou-se. A reverência pela Palavra escrita exigia que aquele que a lesse publicamente permanecesse em pé. A Lei e os Profetas eram lidos dessa forma, mas não os Escritos [poéticos], que não desfrutavam de conhecimento semelhante. CBASD, vol. 5, p. 800.

17 Então, Lhe deram. Isto é, pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tirar os rolos sagrados e entregá-los ao leitor, e retorná-los à arca após a a leitura (ver p. 44). Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entregou, fechado, a Jesus. É evidente que Jesus não apenas falava a linguagem comum do povo [aramaico], como também lia bem em hebraico – naquela época, uma linguagem quase morta, exceto nas reuniões religiosas. A lição para o dia era sempre lida em hebraico. CBASD, vol. 5, p. 800.

Esta é a única referência à Sua capacidade de ler. teria lido o trecho em hebraico, traduzindo-o para o aramaico, antes de pregar. Bíblia Shedd.

18 ungiu. Referência ao Messias, que significa “ungido” (9.2n). A profecia foi cumprida no batismo (3.22). Bíblia Shedd.

No contexto messiânico, esta passagem pode ser traduzida desta forma: “Ele me fez o Cristo” ou “Ele me fez o Messias” (ver com. de Is 61:1). CBASD, vol. 5, p. 800, 801.

19 ano aceitável. Isto é, a era do evangelho…  lembra o ano do jubileu, quando os escravos eram libertados, os débitos eram cancelados e as terras herdadas eram devolvidas aos proprietários originais. … Neste ponto, Jesus concluiu a leitura de Isaías 61:1 e 2. a frase seguinte, que era o clímax da passagem para o judeu patriota – “o dia da vingança do nosso Deus” – Ele não leu. Os judeus ingenuamente criam que a salvação era para eles, e a retribuição, para os gentios (ver Sl 79:6). A ideia judaica de que a salvação era uma questão de nacionalidade em vez de uma submissão pessoal a Deus, cegou o povo para a verdadeira natureza da missão de Cristo e os levou a rejeitá-Lo. … Gostavam de pensar na ideia que o julgamento de Deus estava reservado para os outros e, possivelmente, surpreenderam-se quando Jesus não mencionou isso. Quando, em Seu sermão, Jesus exaltou a fé dos pagãos, indicando a falta de fé dos judeus, o público ficou fora de si, cheio de ressentimento e fúria. CBASD, vol. 5, p. 802.

20 Tendo fechado o livro. Isto é, enrolando o livro de Isaías em seu cilindro. CBASD, vol. 5, p. 802.

sentou-Se. …para o sermão, que se seguia a leitura, o orador se sentava num lugar especial, algumas vezes chamado “a cadeira de Moisés”. … Com frequência, Cristo Se assentava enquanto pregava e ensinava (Mc 4:1; Lc 5:3; Jo 8:2), um costume também seguido, pelo menos ocasionalmente, pelos Seus discípulos (ver At 16:13, ver p. 45). CBASD, vol. 5, p. 802.

21 passou Jesus a dizer-lhes. Jesus popularmente era considerado um rabino ou professor (ver Jo 1:38, 49; 3:2; 6:25). Era de se esperar que, como rabino visitante, fosse solicitado que Ele fizesse o sermão, principalmente em vista do fato de que Nazaré era Sua cidade natal … É evidente que Lucas fez um esboço dos comentários de Cristo nesta ocasião, selecionando os que produziram o efeito registrado no v. 22 e a violenta reação dos v. 28 e 29. CBASD, vol. 5, p. 802, 803.

Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Este comunicado conscientizou as pessoas de que Jesus as considerava pobres, quebrantadas de coração, cativas, cegas e oprimidas (DTN, 237). CBASD, vol. 5, p. 803.

22 Não é este o filho de José? Eles recusavam crer que Jesus, a quem conheciam tão bem, fosse o Prometido,. CBASD, vol. 5, p. 803.

23 Sem dúvida. Assim como Jesus lia os rostos e corações da audiência, Ele bem conhecia os pensamentos que os perturbavam. Sua tentativa de revelar aos ouvintes sua verdadeira atitude e condição (ver Lc 4:23-27), os enfureceu ainda mais e os levou a atentar contra Sua vida. Jesus, com frequência deixava claro que lia os pensamentos das pessoas e, desse modo, evidenciava Sua divindade. … Foi essa parte do discurso de Jesus (v. 23-27) que evidenciou que Ele lia os pensamentos secretos (DTN, 238). … Alguns tem sugerido que Ele interpretava os pensamentos deles como significando: “Você tem mostrado muitos sinais de cura e milagres relacionados a outros [significando o povo de Cafarnaum], agora mostre um sinal em favor de Si mesmo [isto é, ao povo de Nazaré]. Você afirma ser o Messias da profecia; deixe-nos ver alguns “milagres”. … Essa exigência silenciosa deixa claro que Jesus não realizou milagres durante Sua infância e juventude, como reivindicam os evangelhos apócrifos. CBASD, vol. 5, p. 803, 804.

26 e a nenhuma delas. Deus não pode fazer nada pelos que têm o coração endurecido e são incrédulos, que não sentem sua necessidade. … A falta de fé dos cidadãos de Nazaré impediu que Jesus realizasse milagres ali (Mc 6:5, 6). Não que Ele fosse incapaz de realizá-los, mas porque estavam despreparados para receber as bênçãos que Ele desejava lhes outorgar. CBASD, vol. 5, p. 804.

Jesus queria dizer que quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção enviado por Deus, este o enviou aos gentios – e assim acontecerá de novo caso se recusarem a aceitar Jesus (v. 10.13-15; Rm 9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas. A repreensão implícita do Senhor caiu pesadamente sobre seus corações relutantes. Conscientes, por um instante, de seu caráter falho e de sua necessidade do verdadeiro arrependimento e conversão, o coração deles se rebelou (ver Rm 8:7). CBASD, vol. 5, p. 804, 805.

se encheram de ira. Conscientes de que as palavras de Jesus os descrevia perfeitamente, eles não desejavam mais ouvi-Lo. Para aceitá-Lo, deveriam admitir que não eram melhores que os pagãos, a quem consideravam como cães. … Embora tivessem sido tocados, sua consciência culpada se ergueu rapidamente para silenciar as penetrantes palavras da verdade. O forte orgulho nacional se ressentiu do pensamento de que as bênçãos do evangelho deveriam estar disponíveis aos pagãos e, em seu preconceito irracional, estavam prontos a assassinar o Príncipe da vida (ver at 3:15). CBASD, vol. 5, p. 805.

29 levantando-se. O povo de Nazaré parou de ouvir antes que Jesus parasse de falar. Eles “não O receberam” (Jo 1:11). O assassinato estava no coração deles, mesmo no dia de sábado, e eles estavam prontos a destrui-Lo. CBASD, vol. 5, p. 805.

O levaram até o cima do monte … para, de lá, O precipitarem abaixo. CBASD, vol. 5, p. 805.

30 passando por entre eles. Os anjos O cobriram e O levaram a um local seguro, como fizeram noutra ocasião (cf Jo 8:59), como regularmente protegeram as testemunhas celestiais em todas as épocas (ver DTN, 240). CBASD, vol. 5, p. 805.

31 desceu a Cafarnaum. Do vilarejo de Nazaré, no alto das colinas, até Cafarnaum, … é literalmente uma “descida” de 349 m acima do nível do mar para 209 m abaixo dele. CBASD, vol. 5, p. 805.

os ensinava no sábado. Como era a prática do Senhor (ver com. do v. 16). CBASD, vol. 5, p. 806.

32 se maravilhavam. Em contraste com os fariseus e mestres da lei, que apelavam para a tradição e mestres anteriores, Jesus provocou um sentimento de admiração no povo, porque não citava autoridades. Bíblia Shedd.

33 Há poucos exemplos de possessão demoníaca no Antigo Testamento ou no Novo Testamento, fora dos Evangelhos. Nas Escrituras, tal possessão é, primariamente, parte da oposição do mal à vinda do Filho de Deus. Bíblia Shedd.

38-39 Mateus e Marcos, ambos, registram este milagre, porém, só Lucas menciona a febre alta, o que pode indicar o seu interesse médico. O fato de Jesus “repreender” a febre pode significar que Ele viu Satanás por trás disso, de algum modo. Bíblia Shedd.

40 Era ao pôr do sol que o sábado terminava, possibilitando assim o transporte dos doentes sem se contrariar a lei mosaica. Bíblia Shedd.

cada um. Cristo nunca perde de vista o indivíduo, mesmo quando as massas o envolvem (42; 5.1; cf 8.42-48). Cumpriu-se literalmente a profecia de Isaías, citada nos vv 18, 19. Bíblia Shedd.

41 os repreendia [aos demônios]. Ou “não os permitia”. Jesus passou imediatamente a silenciá-los, talvez porque o testemunho poderia ser entendido como significando que Ele estava em aliança com os demônios. CBASD, vol. 5, p. 806.

Jesus nega aos demônios o direito de anunciá-Lo, porque nada têm em comum com Ele. As testemunhas de Jesus devem ser puras. Bíblia Shedd.

o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.

42 Instavam. isto é, eles queriam impedir que Cristo os deixasse, aprentemente fazendo o que podiam para dificultar Sua partida.o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.

43 reino de Deus. Esta é a primeira menção de Lucas a respeito do reino de Deus, o mais frequente tema da pregação de Jesus. Bíblia Shedd.

também às outras cidades. Quando a oportunidade de ouvir de Jesus é limitada a um grupo, contrariamos tanto o mandamento como a prática de Jesus (Mt 28.19, 20; Jo 3.16). Bíblia Shedd.

Judeia. Alguns manuscritos bem como os relatos paralelos (Mt 4.23; Mc 1.39) trazem Galileia, e não Judeia [cf tb nota textual NVI]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

Também publicado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/19



Lucas 3 by Jobson Santos
13 de março de 2018, 1:00
Filed under: Lucas, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-3/  

Comentário devocional:

João e Jesus começaram seu trabalho aproximadamente aos 30 anos de vida (Lucas 3:23).  João talvez tenha começado um pouco antes. O que estavam fazendo até esta idade? João viveu no deserto (Lucas 1:80) e Jesus trabalhava como carpinteiro em Nazaré (ver Marcos 6:3). Mas o tempo de espera não foi tempo desperdiçado. João “crescia e se fortalecia em espírito;”(Lucas 1:80 NVI). Jesus também “crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre Ele”.(Lucas 2:40 NVI). Ele “ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens” (Lucas 2:52 NVI).

Que grande obra Deus estará preparando para você durante os tempos de espera de sua vida? Quando sua vida parece estar em estado de espera, peça a Deus para ajudá-lo a ser forte no Espírito e ser cheio de sabedoria. Ore para que você cresça em sabedoria e em graça diante de Deus e dos homens.

Somente Lucas registra que Jesus se juntou humildemente aos outros em resposta ao chamado de João. Se você ainda não foi batizado, siga o exemplo do seu Salvador e seja batizado.

Jesus, que teve Seu nascimento anunciado por anjos, teve Seu batismo reconhecido pelo Pai e pelo Espírito Santo: “e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba. Então veio do céu uma voz: ‘Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado’ “(Lucas 3:22 NVI). Como fizeram na Criação, a Trindade Se uniu para nos salvar.

O poder da Trindade está disponível para você hoje, em resposta à sua oração, exatamente do mesmo modo que esteve para Jesus naquele dia, às margens do rio Jordão.

Douglas Jacobs
Departamento de Religião
Universidade Adventista do Sul, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1222
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados13-03-2018.mp3


LUCAS 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 3 – Sendo sírio de nascimento e grego de fala e cultura, possuindo formação superior, Lucas converteu-se a Cristo e, então, passou a acompanhar a comitiva do convertido apóstolo Paulo, participando ativamente de algumas de suas viagens missionárias (Atos 16:10; 20:6; 27:1; 28:16).

Assim, o Dr. Lucas tornou-se ligado intimamente a Paulo, o qual o chamou de “médico amado” (Colossenses 4:14). O apego de Lucas foi tanto pelo apóstolo dos gentios, que, num dos momentos mais difíceis, o apóstolo escreveu: “Somente Lucas está comigo” (II Timóteo 4:11).

Paulo era um teólogo muito culto, e Lucas um doutor também culto. A conversão de ambos foi uma bênção para o cristianismo. Certamente Paulo influenciou muito a Lucas na compreensão de Cristo através das páginas do Antigo Testamento.

Visando fortalecer a fé cristã dos gentios convertidos e suscitar interesse nos descrentes, o evangelho escrito por Lucas revela um Salvador compassivo e terno, acessível a todos, principalmente aos desprezados da sociedade, como mulheres e crianças, pobres e estrangeiros, viúvas e ladrões, publicanos e pecadores de toda espécie.

Após esta introdução, leia o capítulo supracitado; depois considere estes pontos:

• Estando Israel politicamente oprimido por líderes políticos cruéis, pérfidos, traiçoeiros e sem escrúpulos, e eclesiasticamente em desordem, Deus utilizou como porta-voz um pobre homem do deserto após quatro séculos de jejum do dom profético. Sua mensagem era para arrependimento, visando preparar ao povo para a chegada do Messias (vs. 1-13).

• Após apresentado e batizado por Seu precursor João Batista, Jesus recebeu capacitação sobrenatural para iniciar o ministério pelo qual viera ao mundo (vs. 14-22). A Trindade manifestou-Se aos presentes naquela ocasião; Jesus no Jordão, o Espírito Santo veio sobre Ele, e, então ouviu-se a declaração do Pai cumprindo a profecia de Isaías 42:1.

• Após provar Quem era Jesus pela pregação de João Batista, e de atestar Sua credencial pela aprovação de Deus Pai e a capacitação do Espírito Santo, Lucas prova que Jesus é o Messias pela genealogia. Jesus é descendente de Davi, herdeiro do trono; e descendente de Abraão, por meio de quem toda família da terra seria abençoada; descendente de Adão, Jesus e Deus que Se tornou homem para salvar a humanidade (vs. 23-38).

Como filho de Adão, Jesus veio para salvar ao mundo inteiro. Aceitaremos Sua oferta? – Heber Toth Armí.



LUCAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2018, 0:30
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“e toda carne verá a salvação de Deus” (v.6).


Iniciando com uma lista de todas as autoridades locais da época e encerrando com a genealogia de Jesus, este capítulo apresenta a disparidade entre o governo da terra e o governo do Céu. Todos os nomes citados no início, por mais que seus cargos lhe conferissem privilégios, não poderiam se comparar com o nome acima de todos os nomes que encerra o capítulo de hoje. Ao vir a João “a palavra de Deus” (v.2), “pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.3), descortinou-se perante o mundo o que já estava previsto desde a sua criação (Ap 13:8). A autoridade maior da igreja de Deus, o sumo sacerdote, que deveria compadecer-se “dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas” (Hb 5:2), era o primeiro a erguer uma pedra na direção do pecador. Deus conferiu a um andarilho do deserto um poder que autoridade humana nenhuma poderia superar.

Movido pelo Espírito Santo, João Batista chamava o pecado pelo nome. Mas ele não apontava os pecados de seus conterrâneos com o fim de puni-los, e sim de corrigi-los e endireitar “as suas veredas” (v.4). Diante das multidões, sua voz clamava em favor dAquele que viria após ele, preparando os corações para recebê-Lo. Seu discurso era de fácil compreensão diante de todos. Difícil era colocá-lo em prática. Quando as multidões lhe perguntaram: “Que havemos, pois, de fazer?” (v.10), a sua resposta, em resumo, foi: Pratiquem o amor altruísta (v.11). Esta é a fonte de “frutos dignos de arrependimento” (v.8). Aos publicanos, João disse: Sejam honestos (v.13). Aos soldados: Cumpram sua função sem usar dela com injustiça (v.14). E a Herodes, replicava o mandamento, que diz: “Não adulterarás” (Êx 20:14).

A finalidade de João colocar o “dedo na ferida” daqueles que o ouviam não era para magoá-la ainda mais, mas para que os “feridos” sentissem a dor de quem necessita de cura. Eles estavam prestes a testemunhar o batismo dAquele que nem precisava passar por este símbolo, mas que o fez para dar-nos o exemplo. Do “Filho amado” (v.22), ao “filho de Deus” (v.38), a genealogia de Jesus Cristo revela que geração após geração o homem não pôde criar uma alternativa sequer que fosse capaz de salvar. Somente em Jesus o mundo pôde contemplar “a salvação de Deus” (v.6). Somente Ele venceu os grilhões da morte. Aquelas respostas dadas por João ao povo não representavam salvação por obras, mas os frutos da salvação, ou seja, a consequência de quem já foi salvo.

Os terríveis resultados da queda do primeiro Adão teriam finalmente a perfeita solução, “porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só Homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos” (Rm 5:15). Cabe a nós, portanto, aceitar este dom gratuito de Deus e, batizados “com o Espírito Santo e com fogo” (v.16), praticar a nossa fé em Cristo seguindo “os Seus passos” (1Pe 2:21). Para Deus, não importa qual a função ou o cargo que desempenhamos neste mundo, “porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm 2:11).

Que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo 16:13), fazendo de nós Seus atalaias dos últimos dias, que anunciam “o evangelho ao povo” (v.18).

Bom dia, atalaias de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas3
#RPSP



LUCAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de março de 2018, 0:20
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1 Tibério. refere-se ao ano 26 ou 27 d.C. Bíblia Shedd.

Pôncio Pilatos. No seu testamento, Herodes, o Grande, deixou a Judeia para seu filho Arquelau, e outros territórios para seus filhos Filipe e [Herodes] Antipas. Porém, Arquelau governou tão mal que os romanos o removeram no ano 6 d.C. e indicaram seu próprio governador. Pôncio Pilatos foi o quinto governador da Judeia, servindo ali de 26-36 d.C. Bíblia de Genebra.

…foi destituído por Tibério … por má conduta no cargo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 785.

Um tetrarca era o governador da quarta parte de uma região. Nota textual NVI.

2 Os judeus tinham só um sumo sacerdote por vez. Anás tinha sido deposto pelos romanos que, para o seu lugar, escolheram Caifás, seu genro. Os romanos cuidavam para que Caifás exercesse as funções oficiais, porém muitos judeus ainda consideravam Anás o verdadeiro sumo sacerdote. Bíblia de Genebra.

veio a Palavra de Deus. A mensagem de João Batista não era dele mesmo, mas era a palavra dinâmica do próprio Deus. Bíblia de Genebra.

3 batismo de arrependimento. O batismo é o sinal público de mudança interna. O arrependimento precede o batismo, que o sela e relembra futuras obrigações. Bíblia Shedd.

Os judeus batizavam os gentios, se eles desejassem fazer parte do povo de Deus. A veemência da prática de João era uma forma de chamar os judeus a se submeterem ao rito que consideravam convenientes só para os gentios. João buscava uma mudança no coração dos judeus. Bíblia de Genebra.

4 Preparem o caminho. Antes de um rei sair em viagem a um país distante, as estradas por onde ele passaria eram melhoradas. De modo semelhante, a preparação moral e espiritual para o Messias se fez por meio do ministério de João, que focalizava o arrependimento e o perdão do pecado, além da necessidade de um Salvador. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7-8 Uma forte advertência é dirigida àqueles que reivindicavam a Abraão como pai. O fato de ser judeu não livraria ninguém do juízo vindouro. Bíblia de Genebra.

víboras. Longe de serem filhos reais de Abraão (Rm 4.16), aos olhos de Deus, eram geração de serpentes venenosas (o diabo, cf Jo 8.44). Bíblia Shedd.

pedras. Um trocadilho hebraico com “filhos” (banim) e “pedras” (abanim), significando que Deus pode dar aos que carecem de dignidade humana a mais alta posição com o Seu filho. Bíblia Shedd.

9 está posto o machado à raiz. Esta frase aponta para um juízo certo e repentino. Bíblia de Genebra.

fogo. Um símbolo de juízo. Bíblia de Genebra.

11 duas túnicas. Uma túnica era semelhante a uma longa camiseta de baixo. Como não eram necessárias duas dessas peças, a segunda devia ser dada a alguém que dela precisasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 publicanos. Os impostos romanos eram cobrados por agentes que pagavam pelo direito de cobrar impostos numa cidade. Eles pagavam aos romanos aquilo que foi tratado e coletavam mais para o seu próprio salário. Eram fortemente tentados a se enriquecerem, coletando muito mais do que seria razoável. Os coletores judeus eram desprezados como colaboradores da força romana de ocupação. Eram excluídos da vida religiosa das sinagogas e do templo. Bíblia de Genebra.

14 As profissões de cobrador de impostos e de soldado não eram condenadas em si mesmas – só as práticas antiéticas a elas associadas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 não sou digno de desatar-lhe as correias. Nas escolas rabínicas, o aluno não pagava a seu professor. Exigia-se que ele prestasse serviços, mas não o de desatar as sandálias, que era considerado um trabalho muito servil. João coloca-se em uma posição humilde. Bíblia de Genebra.

batizarácom fogo. O contexto (17) parece exigir o sentido de prova, de julgamento (cf Lc 12.49-53; 1Co 3.13). Bíblia Shedd.

17 Inextinguível. Gr asbesto, um fogo que, pela sua fúria, não pode ser apagado. Bíblia Shedd.

19 Herodes. Antipas, filho de Herodes, o Grande, que matou as crianças de Belém. Bíblia Shedd.

19-20 Herodes Antipas divorciou-se de sua esposa e casou-se com sua sobrinha Herodias, que era também sua cunhada (Mc 6.17, nota). João denunciou este feito escandaloso e Herodes mandou prendê-lo na fortaleza de Maquero, a leste do mar Morto. Bíblia de Genebra.

21 Jesus identificou-se com os pecadores por submeter-se ao batismo deles. Bíblia de Genebra.

estando Ele a orar. Lucas destaca o ensino e a prática da oração por Jesus (5.16; 9.18, 28; 11.1; 22.41-46), o que não só provê um bom exemplo aos Seus discípulos, mas também confirma Sua humanidade (cf Hb 4.15; 5.7). Bíblia Shedd.

38 filho de Deus. No início, o ser humano foi criado à imagem de Deus. Por meio da fé em Jesus Cristo nosso privilégio é ser criados novamente à Sua semelhança. CBASD, vol. 5, p. 796.



LUCAS 2 by Jeferson Quimelli
12 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-2/

No final da Páscoa, os pais de Jesus se juntaram às multidões que saíam de Jerusalém, e absortos na conversa, perderam Jesus de vista. Por negligência de um dia, eles o perderam, mas isto custou três dias para encontrá-Lo. O mesmo ocorre conosco; por conversas ociosas, falas maliciosas ou negligência de oração, podemos perder um dia a presença do Salvador, e pode levar muitos dias de busca dolorosa para encontrá-Lo. Muitos atendem a serviços religiosos e são renovados e consolados pela palavra de Deus, mas, por negligência da meditação, vigilância e oração, perdem a benção e se encontram mais destituídos do que antes. É por isso que o desânimo existe frequentemente entre os professos seguidores de Cristo.

Seria bom para nós passar uma hora pensativa cada dia em contemplação da vida de Cristo. Devemos tomá-la ponto por ponto, e deixar a imaginação compreender cada cena, especialmente as últimas. Ao fazermos isso, nossa confiança nEle será mais constante, nosso amor será acelerado, e estaremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se pertencemos a Cristo, nossos pensamentos mais doces e significativos serão dele.

Jack Blanco, autor da The Clear Word
com pensamentos do DTN, pp. 68-83.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1221
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados12-03-2018.mp3



LUCAS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Jeferson Quimelli
12 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 2 – Precisamos dos escritos de Mateus, Marcos e Lucas a fim de possuir um leque maior de informações relevantes sobre nosso Salvador e substituto.

“O Espírito Santo apresenta, sem contradição, por intermédio de três autores humanos diferentes, um único Messias, servo-Salvador, homem-Deus. Cada qual o apresenta sob um aspecto diferente e com um objetivo diferente, mas a apresentação tríplice refere-se à única e mesma pessoa humana-divina” (Marril F. Unger).

Lucas é o único escritor neotestamentário que era gentio. Sua visão do Messias não era a de um judeu. Ele era gentio da Antioquia da Síria escrevendo a outro gentio, Teófilo. Assim, quem não é judeu pode mais facilmente assimilar sua mensagem.

Lucas também não foi um dos doze apóstolos que convivera pessoalmente com Jesus. Consequentemente, precisou pesquisar para escrever sobre Ele. Em suas acuradas pesquisas, ele foi além do que os outros evangelistas escreveram.

Assim, o evangelho de Lucas é acadêmico, útil aos universitários e pessoas de intelecto desenvolvido. O Doutor Lucas apresentou Jesus de forma lógica, racional e interessante ao mundo inteiro, inclusive para os brasileiros.

O capítulo em pauta revela-nos verdades importantíssimas:

• Maria e José estavam fora de casa e Jesus nasceu num estábulo primeiramente porque foram convocados para um censo em Belém; depois, porque a cidade estava lotada sem espaço para “retardatários” – devido à gravidez a viagem foi devagar, demorada (vs. 1-7).

• Apesar da simplicidade e da pobreza caracterizando o nascimento do Filho de Deus os anjos cantaram alegremente e anunciaram aos pobres e desprezados pastores que certamente aguardavam com sinceridade e grande expectativa ao Salvador do mundo (vs. 8-20).

• Com oito dias após Seu nascimento, Jesus foi circuncidado – marca do prepúcio do menino judeu. Então, foi levado ao templo para ser apresentado (a oferta de Maria e José revela sua minguada situação financeira); ali, o menino foi bem recebido pelo idoso e piedoso Simeão e a idosa profetiza viúva, Ana (vs. 21-38).

• Jesus cumpriu cada um dos requisitos ritualísticos da religião judaica, e aos doze anos surpreendeu aos doutores de teologia com sua infantil, porém, profunda sabedoria (vs. 39-52).

Lucas é quem mais revela os pormenores dos primeiros anos de Jesus; Ele foi uma criança normal, contudo, perfeita. Ele é exemplo para crianças e adultos.

Sigamos Seus passos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.