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Comentário devocional:
A promessa do Senhor a Abraão em Gênesis 12: 2 revela outra verdade eterna, de longo alcance: “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção” (NVI). As bênçãos que Deus nos dá não devem ser egoisticamente acumuladas. Somos abençoados para abençoar. Ao compartilhamos as bênçãos que Deus nos deu, trazemos glória ao Seu nome.
E “…por meio de você todos os povos da terra serão abençoados” (v. 3 NVI). Deus abençoou Abraão para que ele pudesse abençoar a outros. Ele nos abençoa para que nossas famílias possam ser abençoadas através de nós. Nós nos tornamos um canal de bênçãos celestes para aqueles que nos rodeiam.
O caminho do sucesso e o caminho do fracasso andam muito próximos um do outro. Abraão comprometeu sua integridade ao declarar que Sara, sua esposa, era sua irmã. Sua falta de fé quase resultou em tragédia. Como o faraó afirmou corretamente: “eu poderia tê-la levado como minha esposa” [v. 17 tradução do autor]. A incredulidade de Abraão poderia ter causado a perda de quem ele mais amava. Anos mais tarde, Deus conduziu Abraão a um teste semelhante de fé. Quando Deus disse que Sara iria conceber na velhice, será que Abraão agora acreditaria em Deus?
Quando falhamos em um ponto, Deus nos leva ao mesmo lugar novamente e novamente. As aulas na escola do Senhor não podem ser desprezadas. Graças a Deus Abraão passou no teste. Do igual maneira, nós também podemos passar no teste.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/12
Tradução: JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Gênesis 12
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Comentário devocional:
Gênesis 11 apresenta pelo menos três verdades vitais.
A primeira é esta: o orgulho humano descontrolado leva ao desastre espiritual. Os construtores da torre de Babel queriam construir um nome para si (v. 4). Ao invés de glorificar a Deus e somente Deus, eles desejaram glorificar a si mesmos.
Em segundo lugar, os construtores de Babel rejeitaram a palavra explícita de Deus. Ele prometeu que este mundo não seria destruído novamente por um dilúvio. Quando Deus confundiu as falas, a raça humana perdeu um de seus fatores unificadores – a linguagem. A desobediência traz divisão. A unidade vem de obedecer a Deus, não de desconsiderar Seus mandamentos.
Há mais uma verdade importante nesse capítulo, que pode ser encontrada na genealogia de Sem. Gênesis 11 traça a linhagem dos filhos de Noé e, ao final, se concentra em Sem. Abraão descende da linha de Sem. Israel surge a partir da descendência de Abraão e é através dessa linha que o Messias nasce. Com séculos de antecedência Deus tinha um plano para Abraão e seus descendentes.
Deus nunca é pego de surpresa. Ele está planejando um grande futuro para você.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/11
Tradução: JAQ/GASQ/JDS
Texto bíblico: Gênesis 11
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1 linguagem. A linguagem é um importante unificador. O cap 11 descreve a existência de uma linguagem universal (Andrews Study Bible).
2 do Oriente. Ou para o oriente (Bíblia NVI). A mesma expressão hebraica em 2:8 é traduzida por “na direção do Oriente”, que é como ela deve ser entendida aqui. Mover-se para leste sempre marca um movimento negativo (p. ex.: Ló separando-sede Abrão [13:10-12]; Os filhos de Quetura indo na direção do Oriente [25:6]). 11:2 é reminiscente da jornada de Caim para o leste e a fundação de cidades pelos seus descendentes (4:14-17) (Andrews Study Bible).
Sinar têm referência às planícies da Babilônia (Bíblia Shedd).
4 torre… aos céus. Esta descrição sugere um esforço monumental motivado pelo orgulho (cf. Is 2.15-17). Os seres humanos – desta vez numa tentativa titânica de auto-afirmação corporativa – desafiam abertamente a Deus (Bíblia de Genebra).
Cujo tope. Eles tinham conhecimento maior do que se revela, nesse esforço por construir uma torre que alcançasse o céu. A melhor tradução do texto seria: “Uma torre que alcançasse o céu no tope”. Nos sítios que foram edificadas muitas das antiquíssimas cidades da Mesopotâmia encontram-se os remanescentes das torres que teriam sido construídas e ficaram incompletas, atingindo apenas alguns andares. Nas plaquetas de barro, tais torres são referidas como “zigurates” e relacionam-se com a vida religiosa dos povos antigos que ocupavam aquelas regiões. Na parte mais alta dos “zigurates” encontravam-se, usualmente, locais de culto e sacrifício (Bíblia Shedd).
O desejo de alcançar o céu (e estar livre de outro dilúvio) sugere que os construtores não confiam na promessa de Deus em 9:8-17. Contudo, o seu principal propósito era tornar célebre o nome para eles. A atitude dos construtores está em conflito com os desejos de Deus de tornar célebre [fazer um nome] para Abraão (12:2). A independência de Deus e auto-suficiência são algumas das mais importantes motivações. Muito vêem similaridades entre esta torre e os zigurates (grandes torres-templos), comuns nas culturas circundantes (Andrews Study Bible).
Estes construtores estavam tentando obter relevância e imortalidade nos seus feitos, porém apenas Deus pode dar um nome eterno (12.2) àqueles que engrandecem o nome dEle (4.26; 12.8; Is 63. 12, 14) (Bíblia de Genebra).
Para que não sejamos espalhados. Assim como Caim, no seu afastamento de Deus, esses pecadores orgulhosos temiam deslocamento e talvez temessem também uns aos outros (4.14). Assim como Caim, eles encontraram solução para isso numa cidade que se rebelava contra Deus – estratégia que envolvia desobedecer a ordem de Deus de “encher a terra” (9.1) (Bíblia de Genebra).
5 Desceu o Senhor. Texto chave da história. A descida de Deus é sempre conectada com eventos significantes: a entrega dos Dez Mandamentos (Êx. 19:11, 18, 10; 34:5), o estabelecimento de um sistema administrativo inovador (Num. 11:25), etc. (Andrews Study Bible).
A investigação divina antes do julgamento é frequentemente mencionada descrita em Gênesis (3.11-13; 4.9-10; 18.21). Ao invés de conflitar com a doutrina da onisciência divina (cf 6.6), esta descrição antropomórfica da atividade de Deus serve para enfatizar que o julgamento divino é sempre de acordo com a verdade. As torres da Mesopotâmia foram construídas como escadas para a descida dos deuses. Deus, porém, desce em julgamento nesta torre de orgulho humano (Bíblia de Genebra).
6 Confundamos. (Hebraico balal). Um jogo de palavras com o termo babel, ou Babilônia. considerando que os babilônios entendiam o nome de sua cidade como sendo “porta dos deuses” (babili), o significado deste jogo de palavras deve ser apreciado (Andrews Study Bible).
Aqui vemos a atitude de Deus que reconhece o valor da unidade e na paz quando são caracterizadas na santidade. Fora disso, melhor a divisão do que a apostasia coletiva (cf Lc 12.51). Pentecostes é um novo começo. O evangelho é proclamado em muitas línguas apontando para o cumprimento final de Sf 3.9, “Então darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do SENHOR, e o sirvam de comum acordo”. (Bíblia Shedd).
7 Desçamos. O emprego do plural sugere a Trindade (cf. Gn 1.26) (Bíblia Shedd).
8 dispersou. Ironicamente, ao invés de ganhar relevância e imortalidade, eles alcançaram alienação e dispersão. A expulsão já fora a triste sorte de Adão e Eva (3.23) e de Caim (4.12). Esse castigo foi também um ato da graça; no isolamento, os povos estariam mais inclinados a se voltar a Deus (12.3; At 17.26-27) (Bíblia de Genebra).
9 Babel. Isto é, Babilônia (Bíblia NVI). (cf o hebraico bala, confundir). Tanto a história como a arqueologia dão testemunho a respeito da confusão de línguas, fato que é reconhecido pela filologia comparada (Bíblia Shedd).
Babel, Babilônia e a grande Babilônia – essa é a linhagem da apostasia que sempre fez oposição à Igreja de Deus, como uma sombra, a mover-se furtivamente ao longo do muro ao nosso lado. Babel contrapõe-se a Abraão; Babilônia, a Jerusalém; a grande Jerusalém, à Noiva, a esposa do Cordeiro. “Retirai-vos dela, povo meu”, é o grio que ressoa através dos tempos (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).
10 A descendência dos descendentes de Sem marca uma importante mudança em Gênesis: de uma história de uma perspectiva universal o texto agora muda para a história de um homem e sua família. A genealogia é o meio para conseguir esta mudança (Andrews Study Bible).
Da consideração da raça inteira, a atenção é solicitada a focalizar-se sobre apenas uma família genealógica, cujo cabeça torna-se o canal para a realização do plano divino da redenção (Bíblia Shedd).
Esta genealogia dos eleitos, como em 5.3-32, é inicialmente linear e, então, segmentada em três filhos […] Ela se sobrepõe a 10.21-3 e forma uma transição da história primeva para o relato de Abraão. Como é comum em antigas genealogias, esta genealogia aparentemente contém lacunas. Se fosse precisamente sequencial, os eventos dos caps. 9-11 cobririam menos de três séculos, todos os ancestrais de Abraão estariam vivos quando ele nasceu, e Sem sobreviveria ao período de Abraão em 14 anos. O propósito desta genealogia é relatar os avanços da linhagem messiânica (Bíblia de Genebra).
Gerar. Pode ter o sentido de ser ancestral ou predecessor, também nos versículos 11-25 (Bíblia NVI).
12 Arfaxade…Salá. A Septuaginta diz Aos 35 anos, Arfaxade gerou Cainã. Depois que gerou Cainã, Arfaxade viveu 430 anos e gerou outros filhos e filhas, e então morreu. Aos 130 anos, Cainã gerou Salá. Depois que gerou Salá, Cainã viveu 330 anos e gerou filhos e filhas. Veja Gen 10.24 e Lc 3.35.36 (Bíblia NVI).
15 Verifica-se claramente a redução da longevidade depois do dilúvio. Tanto o pecado, como as doenças por ele ocasionadas e até mesmo a misericórdia Divina, constribuíram para que assim acontecesse (Bíblia Shedd).
Na história sumeriana do dilúvio, a idade dos reis é também reduzida depois do dilúvio (Bíblia de Genebra).
27 Introduz a genealogia de Abrão (Andrews Study Bible).
28 Morreu Harã. A morte prematura de Harã explica o destino de seus filhos nesta família intimamente unida. Abraão adotou Ló, filho de Harã (v. 31; 12.4), e Naor casou-se com Milca, filha de Harã.
Ur dos caldeus. Provavelmente a importante cidade no Sul da Mesopotâmia, às margens do rio Eufrates (cerca de 3000-1900 a.C.), (Bíblia de Genebra).
Esta cidade tem sido desenterrada […] Era razoavelmente populosa e as ruínas revelam a existência de muita atividade comercial. Têm-se encontrado máquinas, instrumentos musicais, livros (de tabletes de argila) e até mesmo casas de diversão. Abraão deve ter tomado conhecimento da luxúria que ali proliferava (Bíblia Shedd).
29 . Os versos 29-30 interrompem o lento movimento de nomes e anos com a descrição das esposas dos filhos de Tera (Andrews Study Bible).
Sarai. Esta era filha de Tera, de uma mãe diferente da mãe de Abraão (20.2). A proibição de tais casamentos era desconhecida no período patriarcal (cf. Lv 18.9; 20.17; Dt 27.22). (Bíblia de Genebra).
a de Naor… filha de Harã. A lei mosaica posterior não proibe o casamento com uma sobrinha (Bíblia de Genebra).
30 Estéril. Sara e sua incapacidade de concepção é central para tudo que segue (Andrews Study Bible).
Essa menção à impossibilidade de ter filhos prenuncia a provisão miraculosa de uma descendência para continuar a linhagem da promessa da aliança (18.1-15; 21.1-12) (Bíblia de Genebra).
31 Tomou… saiu. Nenhuma razão é dada para a partida de Tera de Ur, mas Atos 7:2-5 pode sugerir que o chamado de Deus foi primeiramente dado a Abrão em Ur (Andrews Study Bible).
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Caríssimos,
Os comentários selecionados sobre os capítulos 1 a 9 de Gênesis, podem ser acessados nos endereços abaixo, relativos às postagens quando de nossa primeira leitura, em abril de 2012:
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Cronologicamente, a torre de Babel procede a lista de nações, pois a lista pressupõe a confusão das línguas (10.5, 17, 20, 31). Duas perspectivas diferentes, porém complementares, estão presentes neste relato: a lista das nações apresenta as nações como geradas de uma só linha sanguínea, se multiplicando debaixo da bênção de Deus (9.1), enquanto a narrativa da torre de Babel apresenta as nações como confundidas por causa do castigo divino (11.1-9) (Bíblia de Genebra).
4 Javã partiu em diração ao ocidente, para a Europa (Is 66.19) incluindo-se entre eles os jônios ou gregos. Quitim é Chipre e Dodanin
(NVI: Rodanim) é a ilha de Rodes (Bíblia Shedd).
ou Somália) e “Canaã” (Palestina) são filhos diretos de Canaã (Andrews Study Bible).
Ninrode, o filho de Cushe, está ligado à Mesopotâmia, e a ênfase de sua capacidade de caça “perante o Senhor” marca sua capacidade
superior mas não necessariamente a aprovação divina, apesar de que a frase é geralmente utilizada para indicar serviço perante o Senhor (Êx. 16:9; 27:21). A história de Esaú (Gên. 25:27) usar motivos similares e portanto liga Esaú a Ninrode (Andrews Study Bible).
Esta interrupção na genealogia [10.8-12, a história de Ninrode], é de fundamental importância para a história de Israel: explica a origem racial da Assíria e Babilônia, que mais tarde viriam a conquistar Israel (Bíblia de Genebra).
Valente. Este título pode ligá-lo aos tiranos em 6.4 (Bíblia de Genebra).
Ereque. Uma das cidades conhecidas mais antigas. Ereque (ou Uruque, Warka moderna) era uma importante cidade localizada no rio Eufrates. Habitantes desta região foram, posteriormente, deportados para Samaria pelos assírios (Ed 4.9-10). Acade. Embora fosse a cidade do famoso Sargão de Acade (c. 2350-2295 a.C.), nunca foi localizada) (Bíblia de Genebra).
Sinear (ou Sinar) Isto é, Babilônia (Bíblia NVI). A região da Babilônia (Bíblia de Genebra).
Calá. Localizada na moderna Ninrude, onde os rios Tigres e Eufrates se encontram (Bíblia de Genebra).
13 Mizraim. Egito, o infame lugar da escravidão de Israel. Ludim. Os ludins viveram, provavelmente, perto do Egito. Leabim. Geralmente tido como uma variante de “Lubim”, os líbios. Naftuim. Provavelmente habitantes da região do delta do Nilo ou baixo Egito (Bíblia de Genebra).
Casluim. É possível que os casluítas se mudaram de Creta para o Egito e mais tarde formaram parte da onda de Povos do Mar que incluía os filisteus estabelecidos na costa da Palestina e que buscaram invadir o Egito na Idade do Ferro (cerca de 1200 B.C). Alguns dos filisteus estabelecidos na costa da Palestina são mencionados no tempo dos juízes (Andrews Study Bible).
Filisteus. Não é uma das setenta nações, mas é mencionada parenteticamente como outro inimigo amargo de Israel. Os filisteus, um dos povos do mar, vieram ao Egito através de Creta (Caftor, Am 9.7), antes de habitarem na Palestina. A conexão com o Egito aqui é aparentemente geográfica ao invés de genealógica. Caftorim. Habitantes de Creta (Bíblia de Genebra).
…a relação entre os heteus mencionados no Antigo Testamento (23.3-20; 26.34; 27.46; 1Sm 26.6; 2Sm 11.3) – cujos nomes parecem ser semíticos ao invés de heteus – e o grande império heteu da Ásia Menor é debatida (Bíblia de Genebra).
16 Jebuseus. Uma das nações cananéias desapossadas por Israel. Sua cidade era Jerusalém [originalmente, Jebus], que foi definitivamente conquistada por Davi (2Sm 5.6-9) (Bíblia de Genebra).
Amorreus. O Antigo Testamento usa este termo de forma vaga, às vezes se referindo aos habitantes pagãos da Palestina em geral (15.16; Js 10.5) e, às vezes, ao povo palestino das regiões montanhosas (Nm 13.29) (Bíblia de Genebra).
17 heveus. Os heveus viviam no Líbano e na Síria (Js 11.3; Jz 3.3) e também na área de Siquém e Gibeão (Gn 34.2; Js 9.1,7). arqueus. Habitantes de Arquate, identificada como a moderna Tell Arqah, localizada 19,5 km a noroeste de Trípoli. sineus. Habitantes de uma cidade fenícia costeira perto de Arqa (Bíblia de Genebra).
18 arvadeus. Este grupo vivia numa ilha, hoje chamada Ruad, 80 km ao norte de Biblos (Gebal). hamateus. Habitantes da cidade de Hamate (hoje Hama), localizada no rio Orontes (Nm 34.8; Js 13.5; 2Sm 8.9-10) (Bíblia de Genebra).
19 Limite dos cananeus. A área de Canaã, o povo amaldiçoado (9.25), estende-se do sudoeste da moderna Síria até Gaza (Nm 34). Gerar. Hoje, a cidade de Tell Abu Hureira, 17 km a sudeste de Gaza. Ver caps. 20-21;26. Sodoma…Zeboim. Ver caps. 13-14; 18-19 (Bíblia de Genebra).
de deixar à parte, por assim dizer, as demais nações, para tratar especialmente de Israel, o povo escolhido, Deus nos deslumbra com uma visão amorável, com relação aos povos da terra inteira. Trata-se de uma separação temporária visando à Grande Comissão (Mt 28.18-20) que, finalmente, reafirma o extremo interesse pela salvação do mundo todo (Bíblia Shedd).
21 pai de todos. Ou ancestral de todos (cf 5.3-32). O termo hebraico para “pai” era usado para ancestrais mais remotos (28.13). Sem foi o tataravô de Héber (10.24; 11.10-14). e irmão mais velho de Jafé. Ou o irmão de Jafé, o velho. Por causa da dificuldade de tradução, é incerto saber se Sem ou Jafé é o mais velho. Cam era, provavelmente, o mais novo (9.24). Supondo que a presente tradução é correta, Moisés enfatiza aqui a posição de Sem como primogênito, apesar do fato de sua genealogia ser apresentada por último (Bíblia de Genebra).
Arfaxade e Héber são referidos especialmente pelo fato de que através deles proveio Abraão. Alguns estudiosos admitem que a
palavra “Hebreu” deriva de Héber (Bíblia Shedd).
Lude. Cf. v. 13. Talvez os lídios da Ásia Menor (Is 66.19; Ez 27.10). Arã. Os patriarcas tinham relações próximas com os arameus (ver 25.20; 31.20) (Bíblia de Genebra).
24 Arfaxade gerou a Salá. A Septuaginta (Antigo Testamento em grego) acrescenta Cainã entre Arfaxade e Salá; este nome adicional encontra-se na linhagem de Jesus (Lc 3.36) (Bíblia de Genebra).
Este nome, que provém do termo hebraico “separar” ou “dividir”, provavelmente profetizasse a dispersão das nações em Babel. Ver Sl 55.9, onde o mesmo termo hebraico é usado na expressão “confunde os seus conselhos” (Bíblia de Genebra).
29 Ofir. Uma região, talvez na Arábia, conhecida por seu ouro puro (1 Rs 9.28; Jó 22.24). Havilá. Também, provavelmente, na Arábia (Bíblia de Genebra).
30 desde Messa… para Sefar. Embora esses lugares não sejam identificados, os nomes dos filhos de Joctã indicam um lugar no sul da Arábia (Bíblia de Genebra).
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Comentário devocional:
Genealogias são muitas vezes difíceis de ler e mais difíceis ainda de entender. No entanto, elas desempenham um papel importante em nossa compreensão da história da Bíblia. Elas mostram a continuidade das famílias, revelam a migração dos povos, fornecem ligações entre eventos bíblicos significantes, e nos permitem discernir mais claramente o inter-relacionamento dos personagens bíblicos.
Em Gênesis 10, três filhos de Noé e suas famílias se estabelecem em três áreas distintas. Os filhos de Cão se mudam para o nordeste da África e a Palestina. Os descendentes de Sem migram para a Mesopotâmia e o sudoeste da Arábia e as famílias de Jafé viajam para a Ásia Menor (atual Turquia) e Europa Ocidental. Eles se separam de acordo com sua “língua, famílias e nações.”
Obviamente surgiram dificuldades entre os filhos de Noé. Essas dificuldades os levaram a se mudar para diferentes lugares. Há momentos na vida em que se mudar para um lugar diferente é muito melhor do que permanecer e fazer guerra.
Há uma outra lição espiritual vital aqui. A fidelidade de Noé com Deus e sua obediência fiel não garantiram a fidelidade de seus próprios filhos. Assim como Noé, seus filhos também tiveram que fazer uma escolha decisiva para servir a Deus.
Compartilhe as lições espirituais que você vê neste capítulo desafiador.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/10
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 10
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Comentário devocional:
Gênesis 9 apresenta a aliança que Deus fez com Noé e seus descendentes até o fim dos tempos. Note cuidadosamente que este pacto se refere ao que Deus iria fazer e não ao que Noé prometeu fazer. Trata-se da promessa imutável de Deus – não as débeis promessas do homem; tem tudo a ver com a palavra de Deus, não com a do homem. A aliança está baseada na graça e misericórdia de Deus, não do homem. O arco-íris é o sinal da aliança eterna de que Deus nunca iria destruir este mundo com um dilúvio novamente.
Mas há algo mais profundo aqui. Na Bíblia, o arco-íris está associado à sala do trono de Deus. (Ver Ez 1:28, Ap 4:3; 10:1). Ele representa a justiça e misericórdia de Deus, Sua graça e poder, Sua compaixão e força. É uma promessa de Sua proteção e libertação. O arco-íris é um reflexo do caráter de Deus e um sinal de Sua presença divina.
A próxima vez que você ver um arco-íris lembre-se que Deus está assentado no trono do Universo e dirige não só o destino deste mundo, mas orienta sua vida também.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/9
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 9
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Comentário devocional:
Pense no que deve ter sido estar na arca durante os tempestuosos quarenta dias e quarenta noites. Quando a tormenta se abateu, relâmpagos brilharam e ondas enormes esmurraram a arca. Noé e sua família devem ter sentido o coração bater forte e o estômago doer de medo. No entanto, apesar de sua ansiedade, descansaram pela fé na mão protetora de Deus. Com calma segurança, confiaram em meio à tempestade. Eles sabiam que Deus não se esquecera deles. Eles estavam confiantes de que o Seu olhar atento estava sobre eles, enquanto a arca era lançada acima das ondas de tempestade.
As quatro primeiras palavras do Gênesis 8 soam com segurança: “Então Deus lembrou-se de Noé…” (v. 1 NVI). Nas tempestades da vida, Deus não se esquece de nós. Nas provações da vida não somos deixados sozinhos. Nos maiores desafios da vida, não somos órfãos cósmicos. Nas dificuldades da vida, Ele está lá.
O mesmo Deus que levou Noé e sua família para a arca, os protegeu enquanto permaneceram lá e os levou para fora para um novo futuro brilhante. Quando aceitamos a Palavra de Deus pela fé, obedecemos aos Seus mandamentos e fazemos a Sua vontade, Ele também nos leva a um futuro cheio de esperança.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/8
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 8
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Comentário devocional:
Gênesis 7 começa com uma expressão bíblica familiar. O Senhor diz a Noé: “Venha para dentro da arca…” [v. 1 versão do autor]. Ao longo das escrituras o “Venha” é um convite divino. Jesus nos convida: “Vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11:28). O último capítulo do último livro da Bíblia, o Apocalipse, nos traz um convite gracioso: “E o Espírito e a noiva dizem ‘Vem!’ E todo aquele que ouve, diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha … ” (Apoc 22:17). Jesus acrescenta: “… aquele que vem a Mim de maneira nenhuma o lançarei fora. “(João 6:37).
O convite de Deus a Noé: “Vem para dentro da arca” era um convite para a salvação, segurança e libertação. Era uma promessa de Seu cuidado hoje, amanhã e para sempre. Ele deu a Noé esperança no meio do caos deste mundo. O convite divino de Jesus nos dá esperança também. Em Sua arca encontramos salvação, segurança e libertação.
Por que não compartilhar como você encontrou uma arca de segurança em Jesus?
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/7
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 7
Crede em Seus Profetas – leitura da semana
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Comentário devocional:
Gênesis 6 registra a história do dilúvio mundial. Suponha que você fosse Noé. Tente imaginar a confiança de Noé em Deus para começar a construir a arca contra todas as adversidades. Porém Noé não apenas começou, mas persistiu por 120 anos construindo a arca. Pense no ridículo que ele suportou. Nunca havia chovido antes. As pessoas devem ter pensado e questionado: “Este homem é louco?”
A dimensão do empreendimento era formidável. A arca tinha 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e treze metros e meio de altura (cf. v. 15 NVI). Temos aqui, então, um navio do tamanho de uma vez e meia de um campo de futebol americano. Imagine o trabalho de cortar a madeira e içá-la à sua posição final nesse enorme barco. No entanto, a escritura diz: “Noé fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado.” (v. 22 NVI). Que fé! Que coragem! Peço a Deus que nós também tenhamos a fé e a coragem para fazer o que Deus manda em todos os aspectos de nossas vidas.
Essa história possui outro aspecto extremamente significativo. Deus declara que Ele irá estabelecer a Sua aliança com o Seu povo (v. 18). A aliança de Deus é a Sua promessa de Sua fidelidade e salvação. No meio da tempestade, Deus preparou uma arca de segurança. Jesus é o nosso refúgio em tempos de tempestade, nossa arca da segurança, o nosso refúgio em tempos de angústia. Que incríveis boas novas! A aliança de Deus é a Sua garantia eterna da nossa segurança na arca de Sua graça.
Mark Finley
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/6
Tradução: JAQ/GASQ
Texto bíblico: Gênesis 6
Crede em Seus Profetas – leitura da semana
