Reavivados por Sua Palavra


I Samuel 18 – quarta, 26.12.2012 by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2012, 23:02
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Texto bíblico à I Samuel 18
Texto de hoje do blog da Bíblia:
Imagino que quando Davi contava a história de sua vitória sobre Golias ao rei Saul, que Jônatas, em pé por perto, deve ter sentido uma profunda agitação em sua alma ao se lembrar da sua própria batalha de fé contra os filisteus (I Sam. 14:6). Esses jovens guerreiros tinham muito em comum.
Tanto Jônatas quanto Davi possuíam uma fé ousada, rara nos seus dias e para as suas idades. Eles tinham uma fé que dizia: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31); uma fé que dizia que: “Não por força ou por violência”, mas pelo Espírito de Deus a vitória seria conseguida (Zc 4:6); uma fé que dizia: “Ainda que Ele me mate, ainda assim esperarei nele” (Jó 13:15 NVI). Davi e Jônatas haviam trazido, praticamente sozinhos, a vitória para Israel quando eles avançaram na dependência da força de Deus. Ambos foram acima e além do dever a que foram chamados. Ambos eram humildes, mas corajosamente dispostos a defender a verdade a qualquer custo.

 Eles também tinham mais uma coisa muito importante em comum: ambos estavam na linha de sucessão ao trono, um por nascimento e o outro pelo plano de Deus. Se havia alguém que teria razões de não gostar de Davi, seria Jônatas. Mas, ao invés de lutar por seus direitos ou tornar-se amargo ou invejoso da força de Davi, como se tornou seu pai Saul, Jônatas se rendeu ao plano divino de Deus. Ele não apenas aceitou plano, mas alegremente deu até mesmo as suas vestes de príncipe e sua armadura, e as colocou em Davi reconhecendo assim que ele era o rei legitimamente escolhido. Jônatas e Davi também estabeleceram aliança mútua e perpétua de amizade e proteção leal entre suas famílias. Que linda representação do amor altruísta de Cristo!

Além do início da bela amizade entre Jônatas e de Davi, destaca-se quatro vezes ao longo deste capítulo que Davi era bem sucedido em tudo o que fez por Saul. Mesmo que ele soubesse que deveria ser o próximo rei e que se tornasse cada vez mais evidente que Saul era seu inimigo, Davi não se aproveitou da liderança concedida por Deus em seu próprio proveito, nem buscou o reinado pela força, mas serviu fielmente a Saul e continuou a esperar no Senhor.
Se sentimos que Deus nos chamou para uma grande tarefa, poderíamos ser tentados a forçar as circunstâncias para fazer acontecer o que acreditamos seja a vontade de Deus, em vez de esperar em Deus e andar pela fé. Mas em Tiago 4:10 lemos: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Como Jônatas e Davi, procuremos nos humilhar diante de Deus e permitir que Ele seja aquEle que nos exaltará!

Melodious Echo Mason
ARME Bible Camp Ministries
Trad JAQ – Rev GASQ


I Samuel 16 – Comentários bíblicos selecionados by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2012, 18:54
Filed under: Sem categoria

Três temas em I Samuel 16 merecem uma maior atenção, em especial, o do v. 14.
Que o Espírito do Senhor nunca se aparta de nós.
Um abraço.

2 Saul […] me matará. A estrada entre Ramá (onde Samuel estava, 15.34) e Belém passava por Gibeá de Saul. Saul já sabia que o Senhor escolhera alguém para substituí-lo como rei (15.28). Samuel teme que os ciúmes incitem Saul à violência. Incidentes posteriores (18.10,11; 19.10; 20.33) demonstram que os temores de Samuel eram bem fundamentados (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 O Espírito do Senhor se retirou de Saul. Ver Jz 16.20. Quando o Espírito se retirou de Saul e se apoderou de Davi (v.13), as respectivas careiras contrastantes dos dois foram determinadas (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Saul rejeitou o Espírito de Deus – cometeu o pecado imperdoável – e não havia nada mais que Deus pudesse fazer por ele. O Espírito do Senhor não se retirou de Saul de maneira arbitrária. Em vez disso, Saul se rebelou contra a orientação divina e, por vontade própria, se afastou da influência do Espírito. É preciso compreender isso em harmonia com o Salmo 139:7 e com o princípio fundamental do livre arbítrio. Se Deus, por meio do Espírito Santo, forçasse Sua presença na vida de Saul, a despeito dos desejos do monarca, estaria transformando-o numa mera máquina (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, Vol. 2, p. 569).

um espírito maligno, vindo da parte do Senhor. Essa declaração, e outras semelhantes nas Escrituras, indicam que os maus espíritos estão sujeitos ao controle de Deus e que operam somente dentro de limites divinamente determinados (Jz 9.23; 1 Rs 22.19-23; Jó 1.12; 2:6; cp. 2 Sm 24.1 com 1Cr 21.1) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Enquanto o Espírito de Deus estava com Davi, Saul começava a experimentar sérias desordens mentais. Espíritos malignos estão sujeitos ao controle de Deus (1Rs 22:19-23) (Andrews Study Bible).
Às vezes, as Escrituras representam Deus fazendo algo que, na verdade, Ele não impediu. Ao dar a Satanás oportunidade de demonstrar seus princípios, na verdade, o Senhor estaria restringindo Seu próprio poder. É claro que há limites que o inimigo não pode ultrapassar (ver Jó 1:12) (CBASD, Vol. 2, p. 569).

o atormentava. As crescentes tendências de Saul à depressão, aos ciúmes e à violência eram ocasionadas, por certo, pelo conhecimento que tinha da sua rejeição como rei (13.13,14; 15.22-26; 18.9; 20.30-33; 22.16-18) e por sua consciência da crescente popularidade de Davi, mas um espírito maligno também estava em jogo nessas aberrações psicológicas (ver 18.10-12; 19.9,10) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Josefo descreve o mal da seguinte maneira: “E quanto a Saul, algumas desordens estranhas e demoníacas lhe sobrevieram, provocando-lhe a sensação de sufocamento, como se estivesse pronto a estrangulá-lo” (Antiguidades, vi8.2). Com certeza, uma grave melancolia se desenvolveu à medida que ele se preocupava com o anúncio do profeta de que a coroa fora dada a um homem “melhor” do que ele (1Sm 15:28). A possessão intermitente por um espírito maligno levou Saul a se sentir e agir como uma pessoa demente (CBASD, Vol. 2, p. 569).

16 tu te sentirás melhor. Reconhece-se geralmente o efeito calmante de certos tipos de música sobre o espírito perturbado (ver 2 Rs 3.15). Além desse efeito natural da música, no entanto, parece no presente caso que o Espírito do Senhor estava ativo na música de Davi para suprimir temporariamente o espírito maligno (cf v. 23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
A musicoterapia tinha um efeito calmante sobre Saul. Mais tarde na Bíblia, Davi é descrito como um doce cantor em Israel que compunha salmos (2Sm 23:1) (Andrews Study Bible).
harpa. Ou melhor, “lira”. Saul foi aconselhado a procurar alívio na musicoterapia. O som da lira de Davi e o canto de hinos consagrados proporcionavam a Saul libertação temporária do espírito mau que o atormentava […] Por rejeitar continuamente a orientação divina, ele se tornou como o homem da parábola que Jesus contou sobre a possessão demoníaca (Lc 11:24-26) na qual o “último estado” da alma acabou sendo muito “pior do que o primeiro” (CBASD, Vol. 2, p. 569).

21 Esteve perante ele. Esta declaração não se refere à postura de Davi na presença de Saul, mas que ele entrou no serviço do rei (ver Gn 41:46; Dn 1:19) (CBASD, Vol. 2, p. 570).

23 Saul sentia alívio. Literalmente, “”Saul respirava”. O termo ruach significa “respirar”, “soprar”. O uso do verbo sugere um exalar forte e pronunciado do fôlego, como o que costuma acompanhar o relaxamento após um período de tensão, seguido de respiração normal. Os ataques de possessão demoníaca eram, ao que parece, acompanhados de tensão física e nervosa (CBASD, Vol. 2, p. 570).



I Samuel 17 by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2012, 1:00
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Texto bíblico à I
Samuel 17

Texto de hoje do blog da Bíblia:
1 Samuel 17 narra uma das histórias mais conhecidas da
Bíblia: Davi e Golias. Golias era um campeão dos filisteus, o que significa que
ele havia vencido todas as suas batalhas.
De acordo com algumas estimativas ele tinha mais de 2,5 metros de altura
e usava uma armadura que pesava cerca de 90 quilos. É surpreendente que o jovem
Davi tenha tido a coragem de enfrentar esse gigante!
Mas olhemos para esta história com um pouco mais de
profundidade. Golias desafiou os exércitos de Israel, ou seja, ele desafiou o
Deus vivo de Israel. E ele fez isso, todas as manhãs e tardes, durante 40 dias
antes de Deus enviar um libertador. O libertador que Deus trouxe era um jovem
que com uma única pedra trouxe o gigante Golias ao chão.
Em Lucas 4:2 lemos que nosso Salvador foi tentado pelo diabo
durante quarenta dias. É interessante notar que no final dos quarenta dias
Cristo venceu e foi vitorioso sobre as três tentações, e todas elas tinham a
ver com pedras. (Relembre: 1) transformar pedras em pão x confiar; 2) uma alta
montanha de pedra representando a glória do mundo x adoração; e 3) a proteção
ao tropeçar o pé contra uma pedra x orgulho).
Cada tentação teve como base a presunção em relação a
bondade de Deus. Ainda assim, Cristo, a Pedra Viva, a pedra angular (Ef 2:20),
não abusou da bondade de Deus e derrotou a Satanás e todo o seu exército.
Cristo abriu assim um caminho para cada um de nós obtermos a vitória sobre todo
e qualquer “Golias”.
Davi não se abalou com a inveja dos seus irmãos, a
hipocrisia de Israel, ou os palavrões e insultos de Golias. Seu interesse era
apenas um: Provar a toda a terra que ainda havia um Deus em Israel que não poderia
ser desafiado daquela maneira! Ele não confiava na pedra que estava em sua mão,
mas na Pedra Viva, a Palavra de Deus.
Pois assim é dito na Escritura: “Eis que ponho em Sião
uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será
envergonhado” (1 Pedro 2:6 NVI).
nde temos colocado a nossa confiança hoje? Nos gigantes do
mundo ou na Pedra Viva?
Melodious Echo Mason
ARME Bible
Camp Ministries
Trad JDS – Rev JAQ 


I Samuel 17 – terça, 25.12.2012 by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2012, 0:00
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Texto bíblico à I Samuel 17

Texto de hoje do blog da Bíblia:
1 Samuel 17 narra uma das histórias mais conhecidas da Bíblia: Davi e Golias. Golias era um campeão dos filisteus, o que significa que ele havia vencido todas as suas batalhas.  De acordo com algumas estimativas ele tinha mais de 2,5 metros de altura e usava uma armadura que pesava cerca de 90 quilos. É surpreendente que o jovem Davi tenha tido a coragem de enfrentar esse gigante!
Mas olhemos para esta história com um pouco mais de profundidade. Golias desafiou os exércitos de Israel, ou seja, ele desafiou o Deus vivo de Israel. E ele fez isso, todas as manhãs e tardes, durante 40 dias antes de Deus enviar um libertador. O libertador que Deus trouxe era um jovem que com uma única pedra trouxe o gigante Golias ao chão.
Em Lucas 4:2 lemos que nosso Salvador foi tentado pelo diabo durante quarenta dias. É interessante notar que no final dos quarenta dias Cristo venceu e foi vitorioso sobre as três tentações, e todas elas tinham a ver com pedras. (Relembre: 1) transformar pedras em pão x confiar; 2) uma alta montanha de pedra representando a glória do mundo x adoração; e 3) a proteção ao tropeçar o pé contra uma pedra x orgulho).
Cada tentação teve como base a presunção em relação a bondade de Deus. Ainda assim, Cristo, a Pedra Viva, a pedra angular (Ef 2:20), não abusou da bondade de Deus e derrotou a Satanás e todo o seu exército. Cristo abriu assim um caminho para cada um de nós obtermos a vitória sobre todo e qualquer “Golias”.
Davi não se abalou com a inveja dos seus irmãos, a hipocrisia de Israel, ou os palavrões e insultos de Golias. Seu interesse era apenas um: Provar a toda a terra que ainda havia um Deus em Israel que não poderia ser desafiado daquela maneira! Ele não confiava na pedra que estava em sua mão, mas na Pedra Viva, a Palavra de Deus.
Pois assim é dito na Escritura: “Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado” (1 Pedro 2:6 NVI).
nde temos colocado a nossa confiança hoje? Nos gigantes do mundo ou na Pedra Viva?

Melodious Echo Mason
ARME Bible Camp Ministries
Trad JDS – Rev JAQ