Reavivados por Sua Palavra


Tiago 2 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
8 de junho de 2015, 0:30
Filed under: religião viva, Vida Cristã | Tags: , , ,

1 Meus irmãos. Essa expressão comum é bastante adequada, devido à ênfase dada neste caso ao princípio da igualdade. Se os membros de igreja se guardarem “incontaminados do mundo” (Tg 1:27), evitarão discriminação com base em riqueza ou pobreza. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 563.

9 Pecado. Ao mostrar deferência ao “rico” é provável que os cristãos pensassem que cumpriam a lei do amor. Mas essa mesma lei mostra que pecaram ao serem parciais ao tratar as pessoas. CBASD, vol. 7, p. 566.

Transgressores. Do gr. parabatai, literalmente, “aqueles que se desviam do caminho [verdadeiro]”. CBASD, vol. 7, p. 566.

10 Culpado de todos. Para transgredir a lei, seja civil ou religiosa, não é necessário violar todas as leis; um erro apenas é suficiente. A questão básica está na lealdade à autoridade. Uma violação apenas é o bastante para revelar a disposição do coração. “Um vidro, mesmo que atingido num só ponto, é considerado um vidro quebrado. A lei não é um conjunto de dez pinos, um dos quais pode ser derrubado enquanto os outros permanecem em pé. A lei é uma unidade: o amor. Violá-la em um ponto é violar o amor como tal, ou seja, toda a lei”. CBASD, vol. 7, p. 566.

12 Falai. Em suma, o apóstolo exorta seus irmãos na fé a se esforçarem na prática diária de falar e fazer o que está em harmonia com a lei de Deus. A afirmação de Tiago de que somos responsáveis por nossas palavras e nossos atos é característica dele, e é outra alusão aos ensinos de Cristo (Mt 12:36, 37). CBASD, vol. 7, p. 567.

16 Qual é o proveito disso? Essa fé vazia é inútil para os que precisam de ajuda material,

bem como para o membro de igreja que perde outra oportunidade de ajudar a Cristo, representado pelos “mais pequeninos” (Mt 25:41-45). CBASD, vol. 7, p. 568.

17 Se não tiver obras. Assim como a autenticidade das boas intenções para com os pobres e necessitados só pode ser demonstrada por meio de obras, a fé não pode se provar genuína sem obras. Fé sem o fruto das obras cristãs é apenas nominal, carente do princípio de vida que rege as ações do coração (Rm 2:13). CBASD, vol. 7, p. 569.

19 Tremem. Do gr. phrisso, “arrepiar-se”, “estar horrorizado”, “tremer”. Os demônios estão convencidos da existência de Deus, tanto que tremem ao pensar no castigo no dia do juízo (2Pe 2:4). CBASD, vol. 7, p. 569.

22 Operava juntamente. Do gr. sunergeõ“cooperar com”. Este versículo marca o clímax lógico da argumentação sobre a relação entre fé e obras. O objetivo principal de Tiago não é defender a importância das obras, mas a união completa da fé genuína e dos atos cristãos. Ninguém pode encarar por vontade própria problemas e perigos, a menos que tenha uma fé firme. A fé verdadeira produz grandes obras. CBASD, vol. 7, p. 570.

26 Fé. Ou suposta fé, pois, separada das obras não é fé genuína. Aceitação intelectual ou a convicção baseada num credo pode existir sem boas obras, mas não a fé operante, que coopera com os planos de Deus para a restauração do ser humano. CBASD, vol. 7, p. 571.

Morta. Não havia nada de morto na fé de Abraão ou de Raabe, nem na de nenhum dos outros heróis da fé honrados em Hebreus 11. Pela fé, eles obedeceram. Membros da igreja apenas nominais, sem testemunho pessoal que reflete o ministério de Cristo a seu favor, são como meros corpos sem vida. CBASD, vol. 7, p. 571.



Gálatas 5 by jquimelli
17 de abril de 2015, 1:00
Filed under: amor, graça, obediência | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O fato de nossa salvação estar enraizada em Cristo significa que podemos nos comportar de qualquer maneira? Certamente não! Nosso modo de vida como cristãos é tão importante que o apóstolo Paulo fala sobre isso em todas as suas epístolas. Essa discussão, no entanto, sempre se segue às considerações de Paulo sobre o que Deus fez por nós em Cristo. Este padrão em suas cartas demonstra que nossas ações devem ser uma resposta à salvação que já temos em Cristo, em vez de serem um meio de obter a salvação. Em sua epístola aos Gálatas, Paulo aborda o modo como a vida de fé deve ser vivida (ver 5:13 – 6:10).

No início, Paulo nos lembra de que, embora tenhamos sido libertados da condenação da lei, nossa liberdade não deve se tornar uma desculpa para cedermos aos nossos desejos egocêntricos (ver vv 19-21). A graça deve libertar-nos do poder dominante do pecado que procura manter-nos cativos. Então, ao invés de viver para agradar a nós mesmos, o evangelho nos liberta para servirmos uns aos outros por amor (cf. Gl 5:13; Lev 19:18).

Paulo afirma que o amor que deve caracterizar a vida cristã, na verdade, cumpre toda a lei (v. 14). Isto não significa que o amor pode substituir a obediência, como se elas fossem excludentes. Não! Ao dizer que o amor cumpre a lei, Paulo está se referindo a um nível mais profundo de obediência que vai muito além de meras ações externas, como a circuncisão. É uma obediência que faz muito mais do que apenas o mínimo exigido pela letra da lei. É a maneira através da qual a verdadeira intenção e significado da lei podem ser experimentados (cf. Mt 22:36-40; Rm 13:8-10; 1Jo 2:3-6).

Como você pode imaginar, este tipo de obediência está além do que somos capazes de alcançar. É uma obra da graça divina que só o Espírito pode produzir em nós. Minha oração é que cada um de nós permita que o Espírito produza esse fruto em nossas vidas hoje.

Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/5/ 
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Gálatas 5
Comentários em áudio 



Gálatas 3 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
15 de abril de 2015, 0:00
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , , , , ,

1 Ó gálatas insensatos! Os gálatas haviam demonstrado sua falta de entendimento ao ceder à influência dos falsos mestres. Não havia nenhuma razão válida para a decisão de renunciar à salvação pela fé. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1053.

Quem vos fascinou […]? Eles haviam sido enganados. Paulo lhes escreve na esperança de que eles vissem a incoerência e se afastem do erro evidente em que tinham caído. Eles deviam ter sido submetidos a alguma influência além da razão, pois a razão condenaria esse procedimento. Sua escolha, não pode ter resultado do julgamento sóbrio baseado em fatos. CBASD, vol. 6, p. 1053.

7 Filhos de Abraão. Ou seja, seus descendentes espirituais, e não necessariamente segundo a carne. Todos os que têm a mesma fé inabalável de Abraão são considerados seus herdeiros espirituais; são justificados como ele o foi e estão em condições de receber todas as bênçãos prometidas a ele. CBASD, vol. 6, p. 1055.

10 Maldição. A lei de Moisés continha bênçãos maravilhosas para os obedientes (Dt 28:1-14) e terríveis maldições para os desobedientes (Dt 27:15-26; 28:15-68). A mais leve violação das ordenanças da lei era suficiente para resultar em maldição. Mais tarde, o legalismo foi desvirtuado em um minucioso esforço para evitar incorrer na maldição da lei. Porém, mesmo evitando a maldição da lei, na melhor das hipóteses, o indivíduo só conseguiria obter uma justiça legal. Ele ainda não teria alcançado a justificação diante de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1056.

Livro da lei. “A lei” era o título comum aplicado pelos judeus dos tempos do NT aos escritos de Moisés. Esta referência provavelmente seja ao livro de Deuteronômio, em particular, que, às vezes, era chamado de Livro da lei. A citação é de Deuteronômio 27:26, na forma negativa: “aquele que não confirmar”. Paulo a torna positiva: “todos quantos são das obras da lei”. Aqueles que rejeitam o plano divino de salvação por meio da fé nunca poderão atender aos requisitos mínimos da lei. Seus esforços estão fadados ao fracasso. CBASD, vol. 6, p. 1056.

13 Fazendo-Se […] maldição. Nosso Senhor nasceu sob a lei (Gl 4:4) a fim de poder “resgatar os que estavam sob a lei”. Sua morte na cruz expiou as “transgressões que havia sob a primeira aliança” (Hb 9:15), bem como aquelas praticadas depois da cruz. Por isso, Ele tomou sobre Si “a maldição” em que incorreram aqueles que, embora vivendo “sob a lei”, confiavam na expiação que Ele um dia haveria de proporcionar. CBASD, vol. 6, p. 1057.

16 Ao teu descendente. O objetivo da aliança de Deus com Abraão foi a vinda do Messias e a salvação da humanidade. Todas as outras promessas eram acessórias. Havia grandes bênçãos para os israelitas, caso cooperassem com Deus, mas, infelizmente, não cumpriram com sua parte. Por essa razão, perderam o direito de desempenhar sua missão como instrumentos divinos para a salvação do mundo. Apesar de tudo, Deus superou a falha deles, de tal maneira que o Messias veio à Terra na plenitude dos tempos, como filho de Abraão. CBASD, vol. 6, p. 1058.

19 Adicionada. Do gr. prostithêmi, literalmente, “juntar”, “acrescentar”. E por que a lei foi “adicionada” se a aliança abraâmica era suficiente para a salvação? A resposta é: “por causa das transgressões”. A diferença entre os tempos de antes do Sinai e depois não era quanto à existência das grandes leis de Deus, mas quanto à revelação explícita delas. No Sinai, houve uma apresentação concreta da lei moral em duas tábuas de pedra e de outras leis no “Livro da lei”. Mas, nos séculos anteriores ao Sinai, os patriarcas de Deus possuíam, em grande medida, a lei moral escrita em seu coração, portanto, eram conscientes dos elevados padrões morais de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1060.

21 Contrária às promessas. A lei parece incompatível com a aliança. Pode até dar a impressão de ter substituído a promessa da salvação pela fé por um plano de salvação pelas obras. CBASD, vol. 6, p. 1062.

De modo nenhum! Ou seja, “pereça este pensamento!”, “uma coisa dessas nunca poderia acontecer!” Deus foi o autor tanto da lei como das promessas, e Ele não repudiaria Sua promessa incondicional de salvação pela fé em Cristo (Hb 6:17-20). Se assim fizesse, negaria Sua integridade como Deus e demonstraria ser incoerente e indigno de confiança. CBASD, vol. 6, p. 1062.

28 Um em Cristo Jesus. À medida que se põem em prática os preceitos divinos de amor a Deus e ao próximo, os corações humanos se unem em um vínculo íntimo de comunhão mútua, sob a guia de seu Pai, celestial. CBASD, vol. 6, p. 1065.

29 Herdeiros. Os cristãos, como filhos espirituais de Abraão, se tornam “coerdeiros com Cristo” (Rm 8:17). Como Filho de Deus, Cristo é também herdeiro da honra e glória do Céu, e aqueles que creem nEle se tornam herdeiros de uma posição de honra no universo que nunca teria sido possível aos seres criados desfrutar se o Verbo não Se tivesse feito carne (Jo 1:1, 14). CBASD, vol. 6, p. 1065.



Lucas 14 by jquimelli
29 de dezembro de 2014, 1:00
Filed under: adoração, cura, descanso, equilíbrio, graça, religião viva, sábado, testemunho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres para a saúde e integridade. Em Lucas 14, Jesus foi convidado para uma refeição no Sábado “na casa de um fariseu importante” (v 1 NVI). Os líderes judeus reunidos observavam o que Jesus faria quando entrasse na casa, pois um homem com uma doença que inchava todo o seu corpo havia sido colocado à Sua frente, como uma armadilha. Se não fosse assim, eles não teriam convidado um homem doente para uma refeição, pois acreditavam que os doentes e vítimas de outras tragédias estavam sendo castigados por Deus por seus pecados.

Jesus respondeu ao seu desafio silencioso com uma pergunta: “É permitido ou não [na Lei] curar no Sábado?” (v 3 NVI). Eles reconheceram imediatamente o seu dilema: se eles respondessem “Sim”, isto colocaria em dúvida as suas próprias tradições; se respondessem: “Não,” eles iriam expor sua falta de compaixão. Assim, “eles ficaram em silêncio” (v 4 NVI).

Depois de curar o homem, Jesus o despediu. Então Ele fez uma segunda pergunta que expôs completamente a hipocrisia dos fariseus: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de Sábado, não irá tirá-lo imediatamente?(v 5 NVI)? Jesus colocou o resgate de um filho de um poço e a cura de um homem doente no mesmo nível moral. Se eles resgatassem um boi de um poço mas não resgatassem um homem de sua doença, estavam valorizando um animal acima de uma pessoa. Então, do mesmo modo que eles “ficaram em silêncio” após a primeira pergunta de Jesus, agora “eles nada puderam responder” (v 6 NVI).

E nós? Como devemos responder as perguntas de Jesus? Como as nossas respostas moldam nossas atividades no Sábado? A proibição de trabalhar no Sábado nos libera de termos que ganhar o nosso pão de cada dia, e nos dá a oportunidade de ajudar os outros e, assim, celebrar o poder criativo e mantenedor de Deus. Somos livres para participar no ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Ele se torna a nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença. Se o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus?

A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações que dão vida. Podemos descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar o poder de cura de Jesus para outros.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University


Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/14/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Lucas 14 
Comentário em áudio 



Zacarias 5 by Jobson Santos
19 de outubro de 2014, 1:04
Filed under: Juízo | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:
 
Em seguida, Zacarias viu um grande rolo de pergaminho voando pelo ar. O anjo disse que era a maldição que avança sobre toda a terra. E o que é que traz essa maldição? É a desobediência à lei de Deus (ver Dt. 27:26; 28:15; Isa. 24:5, 6).
Depois de citar Zacarias 5:1-4, Ellen G. White escreveu: “Contra todo malfeitor a lei de Deus profere condenação. Pode ele deixar de atender àquela voz, pode procurar fazer silenciar o seu aviso, mas em vão. Ela o acompanha. Faz-se ouvir. Destrói-lhe a paz. Desatendida, persegue-o até à sepultura. Dá testemunho contra ele no juízo. Qual fogo, inextinguível, consumirá finalmente corpo e alma” (Educação p. 144.5).
 
O Espírito Santo está em ação “convencendo o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8) Ao mesmo tempo, Ele convoca todos a buscarem a Deus e Sua salvação. Deus terá na Terra um povo que guarda os Seus mandamentos. A promessa da Nova Aliança é de que Ele escreverá Sua lei no coração e na mente daqueles que recebem o Salvador divino. No Salmo 50:1-6, ficamos sabemos que o Poderoso, o Deus que proclamou a Sua lei no Monte Sinai, virá em Sua majestade para julgar.  “Os céus anunciam a Sua justiça, porque é o próprio Deus que julga” (Sal 50.6, ARA).
                      
Nesse capítulo de Zacarias, os versos 5-11 apresentam uma visão intrigante, uma grande cesta na qual uma mulher representando a “maldade” é colocada e mantida ali por uma tampa de chumbo. Duas mulheres com asas levantam o cesto e o levam para a terra de Sinear (Babilônia). O que tudo isso significa? Esta não é uma descrição da obra de Deus. As duas mulheres com asas não têm nenhuma glória. Elas representam anjos caídos. O Senhor estava chamando o Seu povo para sair das terras da Babilônia. Já esses anjos caídos, que carregam a cesta, estavam retornando para a Babilônia.
Deus havia limitado a obra de Satanás e seus anjos. Os planos perversos deles de impedir que Israel e o Templo fossem restabelecidos não tiveram êxito. Satanás teve que deixar Jerusalém e ir para outro lugar a fim de continuar a desenvolver a sua “Babilonia”, como a rival de Deus e Sua verdade. Os judeus que optaram por permanecer nas terras da Babilônia, que estavam então sob domínio persa, sentiriam a ira de Satanás. Cerca de 40 anos mais tarde, nos dias da Rainha Ester seriam ameaçados de extinção.
 
Como foi que Zorobabel, Josué, e as pessoas obtiveram a vitória e realizaram grandes feitos para Deus? Eles avançaram em obediência à palavra de Deus e confiando em Suas promessas. Este é o segredo da vitória da fé.
David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/5/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Zacarias 5
Comentário em áudio


Zacarias 4 by Jobson Santos
18 de outubro de 2014, 0:07
Filed under: Espírito Santo | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:

Zacarias vê um candelabro de ouro com sete lâmpadas, que são alimentadas pelo óleo de duas oliveiras. O anjo deu a Zacarias o significado, “‘Não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito’, diz o Senhor dos Exércitos” (v. 6, NVI). O Senhor estava dizendo que a reconstrução do templo não seria realizada pelo poder do homem, mas pelo poder de Deus.

Quando Zorobabel e Josué olharam para a sua situação comparando-a com o templo construído por Salomão, que contraste! A fundação que eles estabeleceram para a reconstrução era muito menor. Salomão tinha grandes recursos de trabalhadores e de ouro, prata e bronze. Eles tinham escassez de tudo. Eles jamais poderiam ficar a altura do mobiliário do templo de Salomão. Ele tinha paz e a ajuda de seus vizinhos, enquanto eles tinham constante oposição. Sob a perspectiva humana a reconstrução do templo era uma impossibilidade.

O mobiliário do templo de Salomão, cheio de simbolismo, tinha sido levado embora, mas as realidades simbolizadas pelo mobiliário não tinham ido embora. Deus não tinha ido embora. Ele estava com eles. “Não despreze o dia de pequenos começos”, é a mensagem para aquele que se dispõe a trabalhar para o reino. “A montanha de dificuldade será superada e você vai colocar a pedra angular, concluindo o que foi começado”. A obra de Deus tem sido realizada pelo esforço humano aliado ao poder do Espírito Santo. Isso aconteceu vez após vez na história da igreja.

As duas oliveiras vistas por Zacarias simbolizam os dois “ungidos”, literalmente, “filhos do óleo fresco”, que estão diante do Senhor de toda a terra, Josué e Zorobabel. Como as lâmpadas produzem luz? Elas dão luz pelo óleo que as alimenta. E comumente o óleo do Espírito é obtido através da leitura da Palavra de Deus.

“A palavra de Deus é uma lâmpada e uma luz” para o mundo todo. O Espírito Santo, simbolizado pelo óleo, inspirou homens a escreverem as mensagens que Deus lhes deu. Conforme as pessoas lêem ou ouvem a palavra, o Espírito Santo faz com que alcance sua mente e coração. Assim a palavra viva os desperta para a vida.

Ao dar atenção a mensagem profética de Deus, Zorobabel tornou-se “Reavivado pela Palavra” e assim foi capaz de completar a sua missão. Deus fará o mesmo por nós ao estudarmos diariamente a Bíblia e suplicarmos para sermos “Reavivados por Sua Palavra”.

David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/4/

Traduzido por JDS

Texto bíblico: Zacarias 4

Comentário em áudio

 




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