Reavivados por Sua Palavra


1Coríntios 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2021, 0:45
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“Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado” (v.24).

No capítulo de hoje, Paulo deu início a uma sequência de perguntas e respostas, começando pelo casamento. Para uma igreja que estava sofrendo os efeitos da imoralidade, os conselhos do apóstolo, se obedecidos, teriam um papel fundamental na restauração de sua moral e avanço da obra. Apesar de ter optado pelo celibato por entender a vontade de Deus para sua vida, Paulo não impôs tal condição como uma regra a ser seguida, mas a igualou ao casamento no sentido de que ambos são aprovados por Deus quando discernidos espiritualmente.

Ao colocar a mulher em pé de igualdade com relação ao marido nos direitos e deveres conjugais, Paulo deixou bem claro que, diante de Deus, ambos são responsáveis pela felicidade ou pela infelicidade no lar. Ele ainda destacou a prática sexual como fundamental para um casamento estável e próspero. “Não vos priveis um ao outro” (v.5), é uma das mais importantes frases de impacto nesse sentido. O sexo dentro do casamento entre um homem e uma mulher tem a plena aprovação de Deus (observados os devidos limites) e deve ser uma entrega de ambos os cônjuges pelo prazer de fazer o outro feliz (v.4). Se o meu corpo pertence ao meu marido e o corpo do meu marido me pertence, deve haver um “mútuo consentimento” (v.5) e consciência de que a abstinência prolongada pela indiferença de uma das partes abre uma grande brecha para Satanás.

Jesus também nos deixou orientações com relação ao casamento, ao condenar o adultério e ao esclarecer que as únicas exceções que permitem um segundo casamento são em caso de adultério ou morte. Portanto, quando Paulo diz que é ele quem fala “e não o Senhor” (v.12), não está afirmando que aqueles conselhos não são inspirados, mas que abordará questões das quais Jesus não tratou. Ao dirigir-se a uma igreja que avançava na pregação do evangelho, era natural que tivesse em seu meio muitos cristãos que aceitaram a mensagem quando já casados, cujos companheiros não abraçaram a mesma fé. Acontecia que muitos pensavam na possibilidade do divórcio neste caso como uma aprovação de Deus. Paulo esclareceu que o divórcio nunca deveria partir de uma iniciativa do cristão, mas em que este deveria ser um modelo de conduta cristã, a fim de ganhar seus filhos e cônjuge para Cristo (v.14).

Em tempos em que a igreja de Deus sofria severas perseguições e a obra de pregação encontrava sérios obstáculos, Paulo viu a necessidade de mais obreiros dedicados à missão de forma desimpedida, ou seja, “livres de preocupações” (v.32). Mais uma vez ele não condenou o casamento, mas advertiu o povo a sempre colocar o Reino de Deus em primeiro lugar. Um casamento apressado e sem a plena certeza da aprovação divina, ao invés de ser uma benção, pode tornar-se um fardo para toda a vida. E um casal que possui a plena consciência de seus deveres matrimoniais, precisará dividir as “coisas do Senhor” (v.34) com as “coisas do mundo” (v.33), de como agradar um ao outro. Pessoas desimpedidas certamente têm uma liberdade bem maior para estar a serviço da obra missionária.

Devemos observar e levar em consideração, no entanto, as palavras de Paulo à luz do que toda a Escritura diz sobre o assunto. O casamento foi instituído por Deus como uma bênção ainda no Éden. Sob um teto e sobre um solo destituídos de pecado, Adão e Eva gozaram das delícias de uma união pura e aprovada pelo Criador. Apesar de estarmos debaixo de um céu enegrecido e com os pés sobre uma terra maculada pelo pecado, ainda assim o casamento hétero e monogâmico continua sendo uma bênção. A despeito do celibato, o importante na vida de cada filho de Deus deve ser sempre a certeza da presença do Espírito Santo (v.40). Podemos fazer tanto do celibato quanto do casamento um instrumento nas mãos de Deus, pois “o tempo se abrevia” (v.29).

Solteiros e viúvos, sem dúvida, terão um papel fundamental no término da obra alcançando muitos lugares e pessoas. Mas em um tempo onde as famílias têm sido abatidas pelos ‘golpes’ de um inimigo que sabe que pouco tempo lhe resta (Ap.12:12), as famílias fundamentadas na Rocha, que é Cristo, terão uma influência e missão tão nobres quanto foi com Noé e sua família. Que independente de seu estado civil atual ou qualquer outro aspecto, lembre-se que “o que vale é guardar as ordenanças de Deus” (v.19) e permanecer fiel a Ele “naquilo em que foi chamado” (v.24), pois “o tempo se abrevia” (v.29). Vigiemos e oremos!

Bom dia, chamados à paz de Cristo!

* Eu peço que me ajudem em oração por um irmão nosso chamado Adriano, que está entubado, acometido de Covid. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2021, 0:40
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I CORÍNTIOS 7 – O egoísmo e o orgulho ferem a base de todo relacionamento, principalmente o casamento, que é o relacionamento mais íntimo entre um homem e uma mulher. Deus idealizou o casamento para ser uma bênção, mas o diabo idealizou o divórcio para transformar essa bênção em maldição (Malaquias 2:16).

“Problemas matrimoniais não são exclusivos dos tempos modernos. Ocorreram ao longo de toda a história e eram incontroláveis no Império Romano nos tempos do Novo Testamento. Como com seus muitos outros problemas, muitas das dificuldades matrimoniais, que permeavam a igreja de Corinto, eram reflexo da sociedade pagã e moralmente corrupta na qual viviam e da qual não tinham se separado completamente” (John MacArthur).

Anthony C. Thiselton intitula assim ao capítulo em análise: “Temas domésticos: Casamento, status, celibato e viuvez”. E, nos brinda com este esboço:
· Casamento e intimidade marital (vs. 1-7);
· Casamento para solteiros? (vs. 8-9);
· Caso de separação? Consequências (vs. 10-11);
· Cristãos casados com descrentes (vs. 12-16).
· Chamado divino ou status melhorado? (vs. 17-24);
· Problemas para os solteiros, especialmente as mulheres (vs. 25-38);
· Viúvas e novo casamento (vs. 39-40).

“Esse capítulo dá diretrizes – conselhos sábios e conforto – para cristãos casados com cristãos, assim como para crentes casados com não crentes. Apela por relacionamentos matrimoniais que durem toda a vida. Esse texto, estudado e bem observado, é o perfeito antídoto para o estado deplorável em que se encontra o casamento nos nossos dias” (MacArthur).

No capítulo anterior, Paulo declarara que até quem une sexualmente à prostituta, torna-se uma só carne com ela (6:16). Estas orientações visam conscientizar-nos a não relacionar-se sexualmente com qualquer pessoa, pois o casamento é uma instituição séria. Por isso, o matrimônio não deve ser banalizado, desvalorizado e desrespeitado – é pecado agir irresponsavelmente em relação a ele.

Reflita:
· A sociedade não é padrão de moralidade!
· Embora o casamento seja importante, ser solteiro ou viúvo não é empecilho à prática do cristianismo, nem para o cumprimento da missão.
· Ser casado é o plano original para um homem e uma mulher; no plano de Deus para a igreja, solteiros e viúvos estão inclusos.
· O que Deus não quer é perversão do sexo fora ou dentro do casamento, isso sim se torna obstáculo para a influência da igreja na sociedade.

Portanto, reavivemo-nos, santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 6 by Jobson Santos
14 de setembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/6

Quando, através das lentes do amor de Jesus, observamos um irmão de fé planejando fazer uma escolha prejudicial, é nosso dever como santos amorosamente oferecer orientação. Deus declarou que as pessoas não justificadas não têm o mesmo calibre de discernimento que recebemos e, portanto, o fardo do julgamento (ou seja, guiar cuidadosamente alguém à verdade) recai sobre nós.

As instruções são claras:
1. Desentendimentos entre irmãos de fé não devem ser levados a um tribunal de incrédulos.
2. Devemos cuidar de nossos corpos de tal forma que eles não sejam poluídos.

Todos nós devemos almejar possuir o caráter aperfeiçoado de Deus. Por isso mesmo, a promessa feita para essa batalha contra o eu é tão grande! Deus prometeu que o que desejamos e pedimos fervorosamente em Seu nome, Ele concederá (Mateus 7:7)! Portanto, não tenha medo de pedir os frutos do Espírito Santo. Então coloque todas as tentações aos pés de Jesus e Ele o libertará a fim de conduzir outros à mesma luz.

Mas lembre-se: com a mesma intensidade que repreendemos o cisco no olho de outra pessoa, precisamos repreender a trave existente em nosso próprio olho (Mateus 7:5).

Jeannie Thomas
Professora da pré-escola, Escola Adventista de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1314
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2021, 0:50
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I CORÍNTIOS 6 – Após lamentar a negligência do pecado na igreja, orientar quanto ao julgar o pecado na igreja e advertir quanto ao expurgar o pecado da igreja no capítulo anterior, o ousado mas amoroso apóstolo Paulo tratará no capítulo supracitado de “forma mais profunda sobre os dois problemas básicos que vem tratando até agora: As tensões dos relacionamentos interpessoais e as paixões interpessoais”, observa Hernandes Dias Lopes.

William MacDonald, em seu comentário deste capítulo, o intitula de “Devassidão entre os cristãos”. Álvaro César Pestana o divide em dois tópicos:
1. O problema de brigas judiciais entre irmãos (vs. 1-11);
2. O problema de práticas imorais (vs. 12-20).

Leia com atenção e ore para aplicar cada ensinamento ao teu coração:
• Brigas judiciais e práticas imorais resultam da vida daqueles que não prezam pelos valores espirituais.
• A forma dos cristãos resolverem contendas entre irmãos difere da forma dos incrédulos. O mundo promove contendas, a igreja deve promover a reconciliação tendo por base o perdão divino.
• Os problemas dos cristãos devem ser resolvidos, não negligenciados. O mundo ensina a promover os problemas influenciando cada um a lutar por seus direitos; a Bíblia ensina resolver os problemas, ainda que tenha de perder, abrindo mão de seus direitos. Diga não à vingança!
• No âmbito eclesiástico o eu deve dar lugar a Deus para resolver qualquer questão; já a sociedade, com seus próprios preceitos carnais, estimula as pessoas a um confronto infernal.
• A imoralidade permeia a sociedade desprovida dos princípios de vida providos por Deus à humanidade decadente, mas essa imoralidade sexual deve estar longe de todo aquele que se rendeu a Deus.
• Enquanto o mundo foge da vida estressante nos prazeres da impureza, o crente foge das impurezas do pecado para Jesus.

“A igreja de Corinto estava sendo influenciada pelo meio em que vivia em vez de influenciá-lo. A igreja foi colocada no mundo para influenciá-lo e não para ser influenciada por ele. Porém, na igreja de Corinto o mundo estava ditando as normas e os rumos do comportamento da igreja” (Lopes).

Como cristãos atuais do corpo de Cristo, devemos atuar conforme rege a Palavra de Deus, não a palavra humana ou os desejos carnais; portanto, reavivemo-nos na Palavra a fim de revelarmos na vida os ensinamentos divinos! – Heber Toth Armí.



1Coríntios 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de setembro de 2021, 0:45
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“Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (v.19).

Os litígios entre os irmãos de Corinto saíram da esfera eclesiástica para a esfera jurídica. O bom e velho diálogo deu lugar a longas e destrutivas demandas. As dissensões tornaram-se tão graves que alguns ousavam levar suas causas diante dos tribunais seculares. Esta situação, além de enfraquecer a igreja, estava causando problemas ainda maiores, como práticas imorais e sensuais. Não estavam dispostos a crucificar o próprio eu e colocavam “perante incrédulos” (v.6) litígios que deveriam ser julgados “no meio da irmandade” (v.5). Certamente aquela igreja precisava dar ouvidos às palavras de Paulo, ou continuaria sendo uma vergonha em sua comunidade.

Só o fato de existirem demandas no meio do povo de Deus é denominado por Paulo de “completa derrota” (v.7). O orgulho não permitia que sofressem as injustiças, e sim que buscassem de todas as formas possíveis a satisfação da justiça própria. Provavelmente, alguns casos foram levados diante de magistrados e outros ameaçavam fazer o mesmo. Na questão da imoralidade, havia promiscuidade tal que Paulo mesmo afirmou que “nem mesmo entre os gentios” se via tanta imoralidade (Rm.5:1). Em Seu ministério terrestre, Jesus nunca excluiu ninguém e sempre procurou Se misturar com os pecadores, mas Sua palavra de ordem não era “Permaneçam como estão!”, e sim, “Vai e não peques mais” (Jo.8:11).

Não recebemos de Deus a autoridade e o direito de julgar o que não nos compete, mas, como corpo de Cristo, precisamos usar de honestidade uns para com os outros. Como bem pontua Warren Wiersbe: “Apesar de os cristãos não deverem julgar as motivações uns dos outros (Mt.7:1-5), nem seus ministérios (1Co.4:5), certamente é esperado que sejamos honestos sobre a conduta uns dos outros […] O pecado não deveria ser ‘varrido para debaixo do tapete’, pois, afinal, era de conhecimento geral até mesmo dos incrédulos de fora da igreja” (Comentário Bíblico Expositivo, NT1, p. 766).

Todos nós estamos na mesma condição: pecadores. O próprio Paulo confessou: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm.7:24). Mas o que fará a diferença entre pecadores e pecadores naquele grande Dia, será a nossa conduta e reação com relação ao pecado. Estamos vigiando, orando e nos esforçando por não cair em tentação? Ou simplesmente aprovamos ou somos indiferentes ao pecado, que acabamos perdendo a consciência espiritual que o reprova?

A lascívia praticada naquela igreja, comenta Warren Wiersbe, era cometida tendo por base “dois argumentos. Em primeiro lugar: ‘Todas as coisas me são lícitas’ (1Co.6:12). Essa era uma expressão em voga em Corinto e tomava como base um conceito falso da liberdade cristã […] O segundo argumento deles era: ‘Os alimentos são para o estômago, e o estômago, para os alimentos’ (1Co.6:13). Consideravam o sexo um apetite a ser saciado, não uma dádiva a ser guardada e usada com cuidado” (Comentário Bíblico Expositivo, NT1, p. 769). Portanto, amados, “Fugi da impureza” (v.18).

Disciplinar não é tarefa fácil. Os pais que o digam. Um pai ou uma mãe temente a Deus nunca tratará os erros dos filhos com negligência ou indiferença, mas fará o que estiver ao seu alcance para corrigi-los e mostrar-lhes, por preceito e por exemplo, como andar no caminho eterno. Quanto mais o Pai Celestial não procurará atuar no meio do Seu povo a fim de que Seus filhos sejam lavados, santificados e “justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (v.11).

Não encare a repreensão e a disciplina como ofensas que devem ser ignoradas. Peça a Deus sabedoria para aceitar a repreensão e também, quando preciso for, para repreender seu irmão “com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado” (Gl.6:1). E ainda que, por vezes, alguns não tenham sabedoria para disciplinar, consideremos a possibilidade de ser um recado direto de Deus para a nossa salvação. Somos “santuário do Espírito Santo” (v.19), e fomos comprados por alto preço. “Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (v.20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santuário do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2021, 0:40
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536 palavras

1 Tendo questão. Neste mundo, as divergências e diferenças de opinião entre as pessoas são comuns, mesmo dentro da igreja. Mas deve-se ter cautela ao escolher o caminho para solucioná-las, bem como em manifestar o espírito adequado na busca de solução. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 766.

2 Julgar o mundo. Esta é uma referência ao período após o segundo advento de Cristo. Os santos ascendem aos céus com Cristo por ocasião do segundo advento (Jo 14:1-3; lTs 4:16, 17) ali se assentam em tronos para compartilhar com Jesus a autoridade e o poder de julgar e executar juízo (Ap 20:4; Dn 7:22). Os santos julgarão os anjos caídos ( ICo 6:3) e seres humanos impenitentes que não buscaram paz com Deus por meio de Cristo. Isso se dará durante o milênio, isto é, os mil anos que transcorrerão antes de Cristo e os santos voltarem para esta Terra (Ap 20:4, 6). CBASD, vol. 6, p. 767.

9 Herdarão. O reino celestial é mencionado em vários textos como uma herança. Os injustos, tão ávidos por bens materiais a ponto de prejudicar a igreja com processos em tribunais civis, são advertidos de se privarem da herança eterna de valor incomparável a qualquer bem terreno. CBASD, vol. 6, p. 770. 

11 Lavastes. Isto é, lavados dos pecados. 0 batismo é o sinal exterior, o reconhecimento e confirmação da experiência interior de renúncia do pecado por parte do pecador arrependido. O ato de lavar, mencionado neste versículo, é o milagre da regeneração experimentado pelo indivíduo cujos pecados foram perdoados e lavados pelo sangue de Cristo, em cujo sacrifício expiatório o pecador depositou sua fé. CBASD, vol. 6, p. 771. 

13 Alimentos. Deus proveu alimento para o ser humano, e fez o estômago para digeri-lo. Todos têm o direito de satisfazer o apetite por comida. Porém, embora Deus tenha dado ao ser humano o apetite por comida e feito provisão para que este o satisfaça, o cristão não é livre para comer tudo o que desejar, sem considerar a quantidade e a qualidade. Ele deve se lembrar que foi comprado pelo sangue de Cristo, e é seu dever manter seu corpo em boa condição (ICo 6:20). CBASD, vol. 6, p. 772.

17 Que se une a o Senhor. Quem ama e confia no Senhor busca se unir a Ele em todas as coisas. Rejeita tudo o que desagrada a Deus e aceita apenas o que está em harmonia com Sua vontade. Essa união com Cristo é uma atividade constante e se torna seu principal interesse. CBASD, vol. 6, p. 774.

19 Não sois de vós mesmos. O ser humano não pertence a si mesmo, ele não tem direito de usar suas faculdades de acordo com os desejos e motivações de seu coração não convertido. Ele é propriedade de Deus pela criação e pela redenção. O ser humano deve viver mental, física e espiritualmente como Deus orienta, para a glória de Seu nome, e não para a satisfação dos desejos carnais. CBASD, vol. 6, p. 775. 

20 Preço. Deus atribui à raça humana um valor elevado. Isso fica claro diante do infinito preço de resgate que Jesus pagou na cruz. Jesus teria vindo ao mundo e daria Sua vida por um único pecador. Visto que foi comprado por Deus, o pecador redimido deve moralmente viver somente para Deus; obedecer os Seus mandamentos e “fugir” de toda imoralidade. CBASD, vol. 6, p. 775.



I CORÍNTIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO I CORÍNTIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

I CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (Rosana Barros, pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 5 by Jobson Santos
13 de setembro de 2021, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1co/5

O apóstolo Paulo está preocupado com os relatos sobre a igreja: “há imoralidade entre vocês”, ele escreveu. A imoralidade não repreendida traz profundas implicações para a igreja, que é o corpo de Cristo.

Nos primórdios da história adventista um pastor chamado W. C. Gales, ministrou durante um tempo e, em seguida, ele e sua esposa deixaram a igreja e se divorciaram. Ele se arrependeu, casou-se novamente, e decidiu retornar à igreja. Ellen White aconselhou os líderes da igreja que o aceitassem, e que ele não deveria se divorciar de novo para voltar a sua primeira esposa, o que poderia causar mais mal do que bem. Ela ainda apoiou a decisão de que ele voltasse ao ministério. Infelizmente, não demorou muito para que ele se envolvesse em outros casos amorosos. Desta vez, foi demitido do ministério pastoral. Ele era um transgressor sexual contumaz. A graça deve ser estendida a um pecador arrependido, mas ali estava um homem que tinha um padrão de imoralidade [Para mais detalhes, leia: EGW, Testemunhos sobre o Comportamento Sexual, Adultério e Divórcio, pp. 225-235].

Paulo afirma que os líderes da igreja devem lidar com firmeza com pessoas envolvidas em aberta transgressão da lei de Deus. Hoje também devemos zelosamente cuidar para que a igreja de Deus tenha um padrão moral que a recomende perante a sociedade em geral.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1313
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CORÍNTIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2021, 0:50
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1060 palavras

1 Geralmente, se ouve. Paulo introduz de forma abrupta o novo tema, que trata do escândalo de incesto na igreja. … Era uma questão de conhecimento geral entre os crentes, o que tornava a atitude da igreja para com o ofensor ainda mais repreensível. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 759.

Imoralidade. Do gr porneia. Esta palavra ocorre duas vezes nesse versículo e é um termo geral para descrever relações sexuais ilícitas, seja entre pessoas casadas ou não (ver Mt 5:32; At 15:20). CBASD, vol. 6, p. 759.

5 entregue. Paulo faz sua recomendação acerca da sentença que a igreja deveria pronunciar sobre o membro desviado. Em geral, entende-se que esta é uma sentença que significa a remoção da pessoa da igreja. CBASD, vol. 6, p. 761.

a Satanás. Existem apenas dois reinos espirituais neste mundo: o reino de Deus e o de Satanás. Se alguém deixa o reino de Deus, entra no de Satanás (ver Jo 12:31; 16:11; 2Co 4:4). Esse pecador obstinado, com sua própria conduta pecaminosa, tinha se retirado do reino de Deus, e isso devia ser reconhecido com sua expulsão oficial da igreja (comparar com 1Tm 1:20). CBASD, vol. 6, p. 761.

destruição da carne. As Escrituras chamam a prática imoral de “obras da carne” (Gl 5:19; cf Cl 3:5). Os cristãos são advertidos a não viverem “segundo a carne” (Rm 8:13). … O ímpio é deixado a sofrer as consequências de sua má conduta. CBASD, vol. 6, p. 761.

Seja salvo. A disciplina da igreja tem o propósito de despertar o pecador a fim de atentar para sua perigosa situação e mostrar a ele a necessidade de arrependimento e contrição. Uma vez corrigido e humilhado por sua disciplina, o pecador pode ser convidado novamente à virtude e à fé. O objetivo da correção da igreja jamais deve ser a vingança, mas salvação da ruína. O membro separado da igreja deve ser objeto de interesse, e devem ser esforços para sua recuperação espiritual (ver Mt 18:17; Rm 15:1; Gl 6:1, 2; Hb 12:13). CBASD, vol. 6, p. 761.

7 lançai fora. Do gr ekkathairo, “limpar por completo”. Paulo convida os crentes a remover por completo o que é prejudicial à igreja. Não é apenas uma questão de eliminar da igreja a pessoa licenciosa; é uma exortação para despertar a todos quanto ao risco de serem complacentes e acomodados com a própria situação. CBASD, vol. 6, p. 761.

o velho fermento. O “fermento” é usado para representar o pecado (cf Mt 16:6; DTN, 407, 408; PP, 278). Os judeus eram instruídos a remover de seus lares todo fermento, de modo que não restasse sequer uma partícula de pão levedado antes de comerem a Páscoa (ver Êx 12:19; 13:7). Do mesmo modo, a igreja cristã em Corinto foi instruída a se assegurar de que o pecado tinha sido lançado fora, em especial, a imoralidade. CBASD, vol. 6, p. 766.

nova massa. A igreja se tornaria pura e livre de toda influência corruptora resultante da condescendência com o mal quando expulsasse os culpados e se apartasse de todo pecado. Seria como uma porção de farinha ou massa antes de se adicionar o fermento. Eles participariam do poder regenerador do Espírito Santo. CBASD, vol. 6, p. 762.

Como sois, de fato, sem fermento. Isto é, o estado ideal. Os cristãos coríntios tinham sido limpados do pecado. Deviam se lembrar disso e se esforçar sempre para manter a pureza. CBASD, vol. 6, p. 762.

Cristo, nosso Cordeiro pascal. “A morte do cordeiro pascal era combra da morte de Cristo” (GC, 399; cf. PP, 274, 277). A Páscoa também era um memorial do livramento do Egito. Na noite do livramento, o anjo destruidor passou acima das casas onde se via o sangue nos umbrais (ver Êx 11:7; 12:29; PP, 279(. Mais uma vez, o anjo destruidor cumprirá sua terrível missão, e apenas os que tiverem eliminado o fermento do pecado e estiverem sob o sangue do Cordeiro pascal, Jesus Cristo, serão poupados (ver com. De Ez 9:1-6; ver Ap 7:1-3, 14:1-5; TM, 445; T3, 266, 267; T5, 210, 212, 216, 505). CBASD, vol. 6, p. 762.

8 celebremos. O cristão deve se manter livre da corrupção do pecado. Isto é, o “velho fermento” deve ser lançado fora. CBASD, vol. 6, p. 762.

Não com o velho fermento. Um convite para abandonar o antigo modo de vida, com paixões e sentimentos corruptos motivados pelos desejos de um coração não renovado. CBASD, vol. 6, p. 763.

maldade. É provável que o uso da palavra neste caso se refira ao sentimento que causava facções e partidos na igreja de Corinto (1Co 1:11-13). As divisões em grupos separados entre si e disputando a supremacia aumentam a inveja e os maus sentimentos. CBASD, vol. 6, p. 763.

9 associásseis. Deus não quer que Seu povo se exponha à influência corruptora de pecadores rebeldes, e adverte os crentes a não se associar com eles. A proibição não é de se ter contato para pregação e testemunho, mas de associação habitual e amizade. CBASD, vol. 6, p. 763.

Impuros. Este termo se refere a pessoas pervertidas que praticam relações sexuais ilícitas em troca de dinheiro, ou simplesmente para satisfazer os próprios desejos lascivos. Tais práticas são abomináveis ao Senhor (1Co 6:9, 10; Gl 5:19-21; Ef 5:5; 1Tm 1:9, 10; Ap 21:8; 22:15). CBASD, vol. 6, p. 763.

11 maldizente. Ou “ultrajador”, ou seja, quem maltrata e vitupera o próximo. Cristãos que tê o hábito da maledicência devem ser corrigidos. CBASD, vol. 6, p. 764.

Nem ainda comais. A proibição inclui refeições de caráter social (cf Gl 2:12) bem como a Ceia do Senhor (DTN, 656). Os cristãos não devem fazer nada que dê motivos para os observadores pensarem que transgressores da lei de Deus são considerados como de boa reputação pela igreja (ver 2Jo 10, 11). Deve-se manter elevada a norma de verdade e pureza. Nos dias de Paulo, isso era muito importante. Os inimigos acusavam os cristãos de várias formas e vício. Caso ficasse conhecido que cristãos toleravam pessoas ímpias e imorais em seu meio, ou que mantinham relacionamento com elas, essas acusações teriam fundamento e seriam considerado fidedignas. Portanto, era preciso distanciamento por completo dos apóstatas e ímpios e divulgar que a igreja não tinha ligação com eles. Somente assim a igreja poderia se manter pura e livre de influência contaminadora de pecadores que se recusavam a se arrepender e abandonar a impiedade. CBASD, vol. 6, p. 765.

13 Deus os julgará. Deus julga os pensamentos, palavras e atos de todos. Quer a pessoa reconheça ou não a soberania divina, é Deus quem julga todos os aspectos da vida. Ele aprova ou condena segundo Sua sábia justiça (ver Gn 18:25; Sl 50:6; 75:7; 94:1-10; At 10:42). Ter a certeza de que a justiça divina é segura ajuda o crente a permanecer calmo frente aos problemas. Ele sabe que Deus observa e que, ao final, o vingará (ver Mt 5:10-12; Lc 6:22, 23). CBASD, vol. 6, p. 765.