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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 3 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
FILIPENSES 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/fp/3
Paulo começa a rechear sua carta com conselhos a fim de manter seus leitores seguros. Ele escreve “Cuidado com os cães” … Na época de Paulo, os cães não eram os queridinhos da casa, bem escovados e cuidados. Não, os cães a que ele se refere eram bestas sem donos, rosnando para estranhos, vagando pelas ruas e aproveitando tudo o que podiam.
O modo como Paulo constrói a frase é intencional: “Cuidado com os cães, aqueles que praticam o mal, os mutiladores que exigem a circuncisão” (v. 2 NVT). Estas três advertências descrevem um grupo. Os judaizantes. No entanto, esta advertência se refere a muito mais do que a circuncisão. Diz respeito a qualquer grupo ou pessoa que lhe influencia a confiar em suas próprias obras para a justiça ou nas suas próprias obras para a salvação, ao invés de colocar sua esperança em Cristo e Sua justiça.
Paulo afirma em essência: “Se eu quisesse confiar em minhas próprias obras, eu poderia mais do que os outros, mas considero todas elas como perda, para que possa ter a Cristo …” Paulo está empenhado em olhar para a frente, pois é aí que Jesus está. Cristo era sua esperança presente para a justiça, sua única esperança para a salvação e sua esperança futura para a ressurreição.
Não dê atenção aos latidos dos cães perigosos. Sintonize seus ouvidos nas palavras de Cristo!
Jeff Akenberger
Capelão, Academia Adventista dos Grandes Lagos, Cedar Lake, Michigan, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1352
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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414 palavras
1 Segurança. As admoestações paulinas eram para a segurança dos filipenses, que estavam expostos a perigos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 152.
8 Sublimidade. Literalmente, “excepcionalidade”. Paulo percebeu que o conhecimento pessoal de Cristo sobressaia em valor a todas as outras realizações. CBASD, vol. 7, p. 154.
10 Sofrimentos. Aquele que esta unido com Cristo e experimenta a operação do poder de Sua ressurreição inevitavelmente compartilha os sofrimentos de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 156.
15 Tenhamos esse sentimento. Literalmente, “pensar assim” ou “ter esta mente”. O apóstolo chama todos os crentes maduros a ter a mesma atitude que ele tem em relação ao crescimento cristão. Paulo admoesta a continuar progredindo com o propósito de ganhar o prêmio. CBASD, vol. 7, p. 158.
Esclarecerá. Do gr. apokalupto, “descobrir”, “liberar o que estava velado”. Se algum cristão maduro não visse a necessidade de desconsiderar o passado e acelerar rumo à perfeição, Paulo estava certo de que Deus lhe revelaria a necessidade. Quando avançamos sinceramente na corrida cristã, Deus revela os eventuais erros de doutrina ou prática. CBASD, vol. 7, p. 158.
16 Alcançamos. Paulo está dizendo: “Descubra o que contribuiu ao desenvolvimento cristão no passado e siga o mesmo plano no futuro”. O método de consecução do cristão não muda. Infelizmente, há muitos que, com rápidos progressos, iniciam a caminhada cristã, mas se cansam e não continuam com a mesma graça do início da jornada. eles se tornam dependentes da experiência passada, em vez de fazer novos avanços e apreciar novas vitórias. A satisfação com conquistas passadas leva ao descuido. As conquistas de ontem não bastam para hoje. O cristão deve avançar continuamente. CBASD, vol. 7, p. 158.
17 Sede imitadores. [Paulo] Não estava tentando tirar a atenção deles de Cristo e voltá-la para si mesmo, mas levá-los a Cristo por meio de sua experiência cristã (cf. 1Co 4:16; 1Ts 1:6). CBASD, vol. 7, p. 158.
18 Inimigos da cruz. Se estas pessoas fossem inimigas declaradas da cruz ou se negassem que Cristo morreu para fazer expiação pelo pecado, não seriam perigosas para a igreja. No entanto, eles professavam ser seguidoras do Salvador, enquanto sua vida demonstrava que eram estranhas ao poder do evangelho. A mente estava nas coisas terrenas e “a amizade do mundo é inimiga de Deus”. Uma vida imoral é inimizade para com a cruz, porque Cristo morreu para nos fazer santos. CBASD, vol. 7, p. 159.
21 Todas as coisas. A transformação dos corpos e caracteres humanos é apenas uma manifestação do poder soberano de Cristo. Sua obra total abrange a sujeição de todas as fases da criação ao governo divino. CBASD, vol. 7, p. 160.
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“Pois a nossa pátria está nos Céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (v.20).
Os conceitos que encontramos na Palavra de Deus nada têm a ver com os conceitos criados pelo homem. São visões totalmente diferentes a respeito de uma mesma coisa. Para a maioria das pessoas, por exemplo, alegria é a materialização da felicidade por meio de pessoas, coisas ou realizações; é poder fazer a própria vontade; é a manifestação corporal através de sorrisos, gestos e palavras que expressam nostalgia. Entretanto, essa alegria é circunstancial e passageira. Circunstancial porque depende de fatores externos para acontecer, e passageira porque quando o motivo da alegria se esvai, ela se dissipa junto com ele.
Já a alegria segundo as Escrituras possui um conceito totalmente contrário ao que acabamos de ver. Quando Paulo disse: “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor” (v.1), ele não exortou os filipenses a se alegrarem no Senhor a depender das circunstâncias, ou conforme as bênçãos recebidas. Mas expressou o mesmo sentimento quando escreveu aos coríntios: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10). Ou seja, a verdadeira alegria é um dom de Deus que não depende das circunstâncias e nem de elementos externos para ser experimentada. Ela faz parte do fruto do Espírito (Gl.5:22), é constante e não pode ser destruída pelas decepções deste mundo. Parece ilógico, no entanto, é sobrenatural.
Eu creio que a todos os dons de Deus aplica-se o princípio bíblico de que eles excedem todo o entendimento (Fp.4:7). É por isso que a alegria que provém do Céu (bem como tudo o que implica o fruto do Espírito Santo) não pode ser compreendida à luz de palavras humanas, mas deve ser provada na vida. É através da experiência pessoal com Cristo “que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne” (v.3). Porque a alegria segundo Deus não pode ser atribuída ao que fazemos ou ao que fazem por nós, mas ao que permitimos que o Espírito Santo realize em nós e através de nós.
Cuidado! Cuidado! Cuidado! Por três vezes Paulo usou essa advertência utilizando três expressões diferentes, mesmo que referindo-se às mesmas pessoas. Se o ministério dado por Cristo aos homens dependesse de títulos, Paulo poderia considerar-se o maioral dentre todos (v.6-7). Mas foi mediante o “conhecimento de Cristo Jesus” (v.8) que ele pôde compreender o significado da verdadeira justiça, “a justiça que procede de Deus, baseada na fé” em Cristo (v.9), e não em obras. Paulo aprendeu que as suas conquistas terrenas não tinham valor algum quando foi “conquistado por Cristo Jesus” (v.12). Ele descobriu que mesmo “nas aflições, nas privações, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos” (2Co.6:4 e 5), sentia uma alegria inexplicável que nada e ninguém poderia destruir. Esquecendo-se do velho Saulo de Tarso, Paulo escolheu avançar “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (v.14).
“Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento” (v.15) e “andemos de acordo com o que já alcançamos” (v.16). Lembrando que a perfeição aos olhos de Deus não é deixar de ser pecador, mas, ainda que pecador, permitir que o amor de Deus transborde do nosso coração por todos, até por nossos inimigos e por aqueles que nos perseguem (Leia Mt.5:43-48). Eis a verdadeira perfeição! Sigamos o conselho de Jesus, quando disse: “sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt.10:16). Precisamos ser cautelosos em nossos relacionamentos, mas também livres de malícia, simples como uma criancinha.
Aos que “só se preocupam com as coisas terrenas”, “o destino deles é a perdição” (v.19). Mas aqueles que vivem como que mui longe de sua verdadeira Pátria, aguardam o bendito Dia em que Jesus “transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da Sua glória” (v.21). Oh, precioso Salvador, que sublime promessa! Se almejamos o Céu e a eternidade ao lado do Senhor, precisamos trocar os conceitos do mundo pela sabedoria divina. Olhe para a cruz de Cristo, e ali encontrarás todos os verdadeiros conceitos em um único gesto. Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos da Pátria celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Filipenses3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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FILIPENSES 3 – Alguém disse que “o mais perigoso tipo de ateísmo não é o ateísmo teórico, mas o ateísmo prático. Este é o mais perigoso tipo. E o mundo, e mesmo a igreja, está repleta de pessoas que prestam culto com os lábios em lugar de um culto com a vida”.
“Os judeus colocavam a sua confiança no fato de serem circuncidados, em serem descendentes de Abraão e na realização de cerimônias exteriores e obrigações da lei mosaica – coisas que não poderiam salvá-los. O verdadeiro cristão vê sua carne como pecaminosa, sem qualquer capacidade de merecer salvação ou de agradar a Deus” (John MacArthur).
Laercio Mazaro declarou: “Quantidade não é garantia de qualidade”, e fez uma referência a Serranta Wiersbe que disse: “Algumas pessoas avaliam o ministério exclusivamente através de estatísticas”.
Ministério não deve estar focado em estatísticas assim como a salvação não é pelas obras. Ministério é pastoreio, ministrar espiritualmente (ações imensuráveis), assim como a salvação é pela fé em Jesus.
Moisés Silva sintetiza o capítulo em pauta da seguinte forma, o qual intitula-o de “Polêmicas doutrinárias”:
1. Judaizantes como contexto para a teologia:
• Paulo toma a ofensiva (vs. 1-3);
• Jactância sínica (vs. 4-6).
2. Essência da teologia paulina:
• Falência espiritual (vs. 7-8);
• Riqueza espiritual (vs. 9-11).
3. Teologia prática:
• Frustração e esperança (vs. 12-14);
• Maturidade através da obediência (vs. 15-16);
• Padrões de comportamento (vs. 17-19);
• Cidadania celestial (3:20-4:1).
Há muito falsos líderes religiosos assim como existem muitos falsos crentes na igreja. Eles são hipócritas, inimigos da cruz de Cristo, e tem como Deus ao próprio ventre, isto é, vivem, “não para a glória de Deus (1Co 10:31), mas para autoindulgência e gratificação pessoal” (Francis D. Nichol).
Paulo foi às lágrimas neste capítulo. Porque, em vez dos falsos líderes eclesiásticos “gloriar-se na cruz de Cristo, esses inimigos de Cristo gloriavam-se no seu vergonhoso estilo de vida. Em vez de exaltar a Cristo como a fonte de sua esperança, eles deificavam os seus apetites. Em vez de concentrar a atenção no alvo celestial, chafurdavam no lamaçal do que é terreno! Não é de admirar que Paulo chorasse!” complementa Hebert Douglas.
O cristão deve ter Cristo no coração para reger seu estilo de vida e, o Céu, como alvo primário em tudo na vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
#ebiblico #rpsp #palavraeficaz
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TEXTO BÍBLICO FILIPENSES 2 – Primeiro leia a Bíblia
FILIPENSES 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
FILIPENSES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/fp/2
A humildade está intrinsecamente ligada ao altruísmo e em colocar as necessidades dos outros acima de nossas próprias necessidades (v. 3). Esse modo de pensar é o oposto do pensamento do mundo que afirma que o “eu” deve vir em primeiro lugar. Entretanto, basta olhar para as terríveis consequências do egoísmo. A “ira ao volante” é um bom exemplo!
Em uma cultura que promove o egoísmo como modelo, somos instados por Paulo a seguir o exemplo de amor e humildade que Cristo demonstrou. A proliferação quase global de “selfies” – imagens de si mesmo – pode ser um indicativo da época em que vivemos. Para alguns de nós pode ser difícil colocar as necessidades dos outros acima das nossas. Mas esta era a atitude de Cristo a qual somos exortados a reproduzir (v. 5).
Paulo termina o capítulo (vs.19-30) com o exemplo de dois crentes que colocaram as necessidades dos outros em primeiro lugar: Timóteo e Epafrodito. Seus serviços abnegados foram exercidos num momento em que as pessoas estavam buscando seus próprios interesses (v. 21), muito semelhante ao que vemos hoje. Que possamos trazer alegria aos outros ao nos dedicarmos a atender às suas necessidades.
Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1351
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1285 palavras.
2 Mesmo amor. Amor mútuo produz reciprocidade de pensamento e ação unida (cf. Jo 13:35; Cl 1:4; 1Ts 3:12; 2Ts 1:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 138.
Mesmo sentimento. Paulo afirma a necessidade de os crentes demonstrarem que aqueles que estão em harmonia com Deus vivem em harmonia uns com os outros. Poucas coisas contradizem mais a fé do que a incapacidade dos cristãos de viver e trabalhar em harmonia uns com os outros. CBASD, vol. 7, p. 138.
Vanglória. Não se devem fazer planos nem estabelecer alvos que seja instigados por ambição egoísta ou pelo desejo de sobrepujar os outros. Nada, nem mesmo por um fim que seja bom em si mesmo, é agradável a Deus se instigado por esses motivos. CBASD, vol. 7, p. 138.
Superiores. A humildade se volta para a excelência do outro e o julga a partir desse ponto de vista. … A pessoa piedosa é humilde e deseja que outros sejam preferidos em posição e honra. Isso não a torna alheia aos defeitos alheios dos outros quando estes se manifestam, mas a faz modesta e discreta mesmo diante desse fato. Esse padrão cristão reprova o amor excessivo a cargos e desperta contentamento em qualquer lugar ou função em que a providência de Deus determine estar (cf. com de Fp 4:11, 12). CBASD, vol. 7, p. 138, 139.
4 O que é dos outros. Os cristãos têm responsabilidade particular em relação ao bem espiritual alheio. … Se a pessoa não está ciente do retorno do Senhor, não é interferência imprópria contar-lhe da brevidade desse evento. É do interesse da pessoa e é dever do amigo ensiná-la ou lembrá-la dessas coisas. O mundo depende da igreja para informá-lo acerca da vida por vir, e todo aquele que ama a Cristo ama o próximo a ponto de esclarecer-lhe sobre a necessidade de preparo para o breve retorno de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 139.
6 Não julgou como usurpação o ser igual a Deus. O apóstolo falou do estado de Cristo: igualdade com Deus. Então, ele se volta para os pensamentos de Cristo a fim de dar uma compreensão de Sua mente e, assim, capacitar os filipenses a imitá-Lo. O raciocício de Paulo é coeso. Em uma sentença, ele mostra que a mente de Cristo, consciente da igualdade com Deus, decidiu renunciar à glória associada àquele estado para realizar o propósito compassivo de salvar a humanidade perdida. CBASD, vol. 7, p. 140.
Ser igual. Isto é, continuar a existir em igualdade com Deus. … Paulo declara esta posição apenas para mostrar a disposição de Cristo em renunciá-la em favor da salvação dos seres humanos. CBASD, vol. 7, p. 140.
A Si mesmo se esvaziou. Este esvaziamento foi voluntário (ver com. de Jo 10:7, 18). Não era possível a Cristo manter todas as características da Divindade e ainda efetuar a encarnação. CBASD, vol. 7, p. 140.
Forma de servo. Uma característica externa do servo é prestar obediência inquestionável. Como ser humano, o Filho decidiu obedecer ao Pai (cf. com. de Hb 5:8). Não se apegou à soberania divina, mas ao serviço, que se tornou a atitude predominante de Sua vida (Mt 20:28). Toda a vida de Cisto foi subordinada à vontade do Pai, assim como a nossa vida deve ser (MDC, 14, 15; DTN, 208). … Quando compartilhamos o verdadeiro espírito de Cristo, quando Ele habita em nós e vivemos a vida do Filho de Deus, o objetivo de admoestação de Paulo se cumpre em nós. Seremos, então, como Cristo. CBASD, vol. 7, p. 140.
Semelhança. Ele era plenamente humano e também divino. CBASD, vol. 7, p. 140.
8 Tornando-Se. Isto indica que o ato supremo da humilhação pessoal consistia na submissão voluntária de Cristo à morte. CBASD, vol. 7, p. 141.
Obediente. Isto é, a Deus (ver com. de Rm 5:18, 19; Hb 5:8). CBASD, vol. 7, p. 141.
Até a morte. A obediência de Jesus foi prestada a ponto de entregar a vida. Na verdade, já era humilhação para Deus tornar-Se homem; e, então, sendo homem, sofrer a vergonhosa morte da cruz. CBASD, vol. 7, p. 141.
Morte de cruz. A ênfase não está apenas no fato de que Cristo morreu, mas no tipo de morte. Foi uma morte que envolveu vergonha e sofrimento intensos. A crucificação era reservada a escravos, a não romanos e aos criminosos mais vis. CBASD, vol. 7, p. 141.
12 Todo joelho. Neste versículo, Paulo utiliza a ideia de Isaías 45:23, aplicando-as à última adoração universal ao Salvador (cf. com. de Rm 14:11). Estas palavras ainda não se cumpriram, mas é uma segurança de que virá o tempo quando toda criatura reconhecerá a supremacia de Cristo (cf. Ap. 5:11-14). Isto ocorrerá apenas quando o grande conflito terminar e todos, incluindo Satanás e seus seguidores, se ajoelharem aos pés de Jesus e admitirem que os caminhos de Deus são justos (GC, 666-670). CBASD, vol. 7, p. 142.
Debaixo da terra. Os conjuntos “no céu”, “na terra” e “debaixo da terra” estão baseados num idiomatismo hebraico que denota toda a criação (ver com. de Êx 20:4). “Debaixo da terra” pode se referir ao reino figurado dos mortos (ver com. de Is 14:9, 10, 15, 16). CBASD, vol. 7, p. 143.
11 Para a glória de Deus Pai. Esta frase está ligada à expressão “toda língua confessará” (v. 11), isto é, a confissão universal que Jesus Cristo é Senhor traz glórias a Deus. … Este versículo [11] levam ao clímax da breve apresentação dos princípios relacionados à humildade e exaltação. Na primeira parte (v. 1-4), ele adverte que não deve haver exaltação própria ou briga entre os filipenses. Assim, (v. 5-8), Cristo é estabelecido como modelo de humildade. Na última parte (v. 9-11), demonstra que o humilde Jesus foi exaltado à maior glória que tinha deixado de lado na encarnação. O apóstolo espera que seus leitores aprendam que Deus pode exaltar apenas quem humildemente O têm servido aqui na terra. CBASD, vol. 7, p. 143.
12 Desenvolvei. …as Escrituras ensinam que cada pessoa deve cooperar com a vontade e o poder de Deus. Devemos nos esforçar para entrar (Lc 13:24), nos despir do velho homem (Cl 3:9), nos desembaraçar de todo peso, “correr com perseverança” (Hb 12:1), resistir ao diabo (Tg 4:7) e “perseverar até o fim” (Mt 24:13). A salvação não é pelas obras, mas deve ser desenvolvida. Ela decorre apenas da mediação de Cristo, mas é vivida por cooperação pessoal. CBASD, vol. 7, p. 144.
Temor e tremor. O cristão deve temer que sua vontade não esteja continuamente submetida a Cristo ou que os traços carnais de caráter controlem a vida. Ele deve temer confiar em sua própria força, soltar a mão de Cristo ou tentar trilhar o caminho sozinho (PJ, 161). Tal temor conduz à vigilância contra a tentação (1Pe 1:17, 5:8). à humildade (Rm 11:20) e ao cuidado para não cair (1Co 10:12). CBASD, vol. 7, p. 144.
13 Efetua. Neste versículo, o apóstolo enfatiza que o poder para a salvação vem de Deus, e que este poder opera em nós para alcançar o propósito divino. CBASD, vol. 7, p. 144.
Tanto o querer como o realizar. Deus provê tanto o estímulo para a determinação inicial na aceitação da salvação quanto o poder para efetivar a decisão. … Ele provê o estímulo que desperta em nós o desejo de ser salvos, nos capacita a tomar a decisão de alcançar a salvação e nos supre com a energia para efetivar a decisão para que a decisão seja realizada em nossa vida. Assim, a redenção é figurada como uma obra cooperativa entre Deus e o ser humano, em que Deus fornece todos os poderes necessários ao ser humano. CBASD, vol. 7, p. 144.
Sua boa vontade. A “boa vontade” de Deus é que as pessoas sejam salvas. Ninguém deseja mais a nossa redenção do que o Pai. CBASD, vol. 7, p. 144.
21 Buscam o que é seu próprio. Em vista do louvor aos filipenses…, a Timóteo… e a Epafrodito…, é surpreendente ver esta acusação da parte de Paulo. Muitos dos que estavam com ele (4:21) parece que não compartilhavam de seu espírito abnegado. Fica sugerido que esses recuaram da perigosa jornada a Filipos e que Paulo teve de chamar Timóteo, o qual ele gostaria que permanecesse a seu lado. CBASD, vol. 7, p. 144.
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“Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (v.5).
A exortação de Paulo ao amor entre irmãos e à humildade, reflete os maiores desafios enfrentados por aquela igreja, especialmente por seus líderes. Os efeitos da unidade cristã possuem a força que opera para o crescimento e amadurecimento da igreja. Sem essa união e cumplicidade, havia um sério risco de divisões e escândalos. Paulo foi um líder que sempre se preocupou em preparar outros líderes que fossem suficientemente corajosos para o ministério, mas também completamente humildes para o serviço. Epafrodito foi um destes pupilos de Paulo que experimentou por um lado os sofrimentos de Cristo, e por outro as alegrias de servi-Lo (v.30).
É notória a preocupação do apóstolo frente ao sentimento de superioridade que estava prevalecendo entre os líderes da igreja de Filipos. “Por partidarismo ou vanglória” (v.3), muitos estavam enganando a si mesmos estabelecendo uma liderança movida pelo reconhecimento humano. Foi diante desta realidade sutil e perigosa, que Paulo lhes apresentou o supremo exemplo de humildade: Jesus Cristo. Aquele vil sentimento precisava ser transformado no “mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (v.5), que “a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo” (v.7), que “a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até à morte” (v.8), visando o nosso bem eterno.
Assim como Cristo, “por humildade” (v.3), tornou-Se “em semelhança de homens” (v.7), e “Deus O exaltou sobremaneira” (v.9), o mesmo princípio será aplicado aos humildes quando Jesus voltar. Pois “quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt.23:12). O problema não está em ser reconhecido por outros, mas em engrandecer-se a si mesmo. Há progresso quando o cristão prefere a humilhação em detrimento da exaltação. Isto não quer dizer que Deus não Se agrade em reconhecer o serviço de Seus filhos aqui na Terra, nem tampouco que se alegre quando um filho Seu é humilhado, mas em que Ele conhece o nosso enganoso coração e os perigos que isto implica. Lembremos que foi o desejo por exaltação própria que fez um anjo de luz transformar-se em Satanás (Is.14:13).
Tendo em mente de que “Deus é quem efetua em [nós] tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (v.13), desenvolvamos “a [nossa] salvação com temor e tremor” (v.12), fazendo “tudo sem murmurações nem contendas” (v.14), a fim de que nos tornemos “irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual [possamos resplandecer] como luzeiros no mundo” (v.15). Preservemos “a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo” (v.16), não haja tristeza por nossa causa, mas grande alegria pelo nosso “caráter provado” (v.22) e aprovado. Olhemos para Cristo. Meditemos em Seu exemplo. Experimentemos o Seu amor. Que a Sua humildade nos inspire cada dia. Então, o Espírito Santo nos concederá um coração humilde e aprenderemos a reconhecer como dignos de honra os humildes em cuja vida conseguimos ler: “Santidade ao Senhor” (Êx.28:36). Vigiemos e oremos!
Bom dia, humildes servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Filipenses2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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FILIPENSES 2 – Igrejas que lutam pela unidade vencem, enquanto igrejas divididas perdem. As conhecidas panelinhas são formas sutis de divisões na igreja.
Gene Getz, em sua introdução ao estudo do segundo capítulo de Filipenses, oferece-nos as seguintes indagações: “Você já perguntou a si mesmo qual tem sido a estratégia mais importante de Satanás desde os dias do Novo Testamento? Onde ele tem concentrado seus esforços a fim de frustrar a obra de Cristo? O que ele tem feito? E por quê?”
O capítulo em pauta ajuda-nos a evitar o estrago que Satanás intenta fazer em nossas comunidades de crentes. Baseando-me no esboço do Comentário Bíblico Adventista, deixo o seguinte esboço do capítulo:
1. Paulo exorta os filipenses à humildade com base no exemplo de Cristo (vs. 1-11)
2. Paulo admoesta os crentes a serem luz do mundo (vs. 12-15);
3. Paulo diz estar pronto a ser oferecido a Deus (vs. 16-18);
4. Paulo espera enviar Timóteo, assim como Epafrodito aos filipenses (vs. 19-30).
A exortação sagrada à humildade tem sua base na atitude de Cristo. Sendo que a conversão coloca Cristo no coração do converso, a unidade se efetivará através do amor altruísta e da mansidão (vs. 1-4).
A mais alta posição dentro da igreja é a de servo. Qualquer ambição que ultrapasse o limite de servo é uma porta que o crente abre para aquele que desejou ser igual a Deus e causou guerra no Céu (Apocalipse 12:7-9). Em contraste com Satanás, Cristo Se humilhou.
O apóstolo Paulo nos desafia a seguir o exemplo de Cristo. Leia Filipenses 2:5-11 em diversas versões bíblicas várias vezes e tente assimilar a mensagem destes versículos a tua vida diária.
Perceba que o crescimento espiritual depende de nosso envolvimento com o projeto divino, assim como o crescimento biológico depende de comer, exercitar-se e dormir. Desenvolver a salvação no cotidiano depende de obedecer à Palavra de Deus e permitir que Deus opere Seu querer em nós. Isso resultará em…
a) Realização espiritual desprovida de reclamações e dissenções;
b) Uma vida limpa das manchas do pecado;
c) Testemunho poderoso do cristianismo;
d) Satisfação aos líderes espirituais consagrados.
Temos em Paulo, Timóteo e Epafrodito exemplos reais do poder do verdadeiro evangelho. O que estamos esperando para experimentá-lo também?
Levantemo-nos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.