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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 17 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/17
Mesmo depois que Deus transformou água amarga em água limpa, houve murmuração. Moisés tornou-se alvo da ira de uma nação que teve que experimentar a privação das necessidades básicas para entender a necessidade mais urgente – confiança em Deus.
A sede de Israel foi saciada e sua rebelião aplacada por uma rocha ferida. No entanto, Israel precisava passar por mais reveses para crescer e amadurecer como uma nação santa. Não foi o levantar das mãos de Moisés que deu a vitória ao povo escolhido, mas a fé que os moveu a se submeterem ao “Assim diz o Senhor”.
Cristo é a Rocha da salvação e a Água da Vida! Ele foi ferido para que possamos receber gratuitamente a água que nunca acaba (Apocalipse 22:17). Assim como Moisés feriu a rocha em obediência à palavra de Deus, também devemos construir nossa vida sobre a rocha que é Cristo (Mateus 5:24).
E não se esqueça: construir sobre a Rocha e beber da Água da Vida (Jesus) deve ser uma experiência pessoal.
Rosana Garcia Barros
Dona de casa, esposa e mãe
Maceió, Alagoas, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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514 palavras
2 Contendeu. Longe de o povo reconhecer que todos eram companheiros na mesma dificuldade, queriam culpar Moisés por todas as faltas de conforto do deserto. A liberdade menos lhes interessava do que receber água e pão dos seus antigos senhores (Bíblia Shedd).
Este termo também pode se referir a uma ação judicial civil (Gên. 26:20-22; Deut. 19:17). O povo está seriamente questionando o poder e a presença de Deus (Andrews Study Bible).
5 A crise destacará a autoridade de Moisés e dos anciãos sob a liderança de Deus. A principal função dos anciãos não era agir independentemente, mas agir como testemunhas. O bordão é o símbolo da comissão de Moisés (Andrews Study Bible).
Não é um cajado mágico. Moisés tinha… algo que lhe trazia lembranças vívidas daquilo que Deus tinha feito no passado, (Bíblia Shedd).
6 estarei ali, diante de ti. O hebraico afirma, literalmente: “olhe para Mim ali”, enfatizando a presença de Deus. Sem Sua presença, não há milagre (Andrews Study Bible).
Deus está presente em todo lugar, mas, mesmo assim, há momentos e lugares nos quais o homem está especialmente convidado a sentir a realidade do amor e do poder de Deus (Bíblia Shedd).
7 O povo tentou manipular Deus. Deus precisa dar a eles o que eles querem e quando querem. De outro modo, eles ameaçam mudar de deus. Estratégia similar é usada no cap. 32 e mais tarde por S. contra Jesus (Lucas 4:1-13) (Andrews Study Bible).
Massá. Quer dizer “tentação”. Meribá. Quer dizer “contenda”. Nota-se nestes versículos que o espírito de queixa perto está do espírito de assassínio (4). Que a mesma vara que condenou as águas dos desobedientes, tornando-as em sangue, também produz águas cristalinas de refrigério para os que estão seguindo, embora imperfeitamente (2), nos caminhos do Senhor (6). Que Horebe, sendo o próprio monte Sinai, já se revelava como fonte de alívio antes de ser o lugar da Lei (6 e 19:3-6). Assim, Jesus Cristo não impõe seus mandamentos sem ter se revelado como fonte eterna de amor, de graça e salvação. Paulo reconhece que, nesta viagem dos israelitas, foi a própria presença de Cristo que estava proporcionando as bênçãos ao povo (1 Co 10:1-4) (Bíblia Shedd).
9 A primeira menção de Josué, que mais tarde estaria entre os doze espias e seria o futuro sucessor de Moisés. O conflito com os amalequitas proveu treinamento e visibilidade a Josué (Andrews Study Bible).
10 Hur é filho de Calebe (1 Cr. 2:19) e um líder da tribo de Judá. Ele mais tarde auxiliará Aarão (Êx. 24:14) (Andrews Study Bible).
11 Levantava a mão. Gesto bíblico de oração de fé e confiança. Moisés sentia mais o cansaço físico quando estava atentando às dificuldades da batalha do que quando em comunhão com Deus (Mt 14:30) (Bíblia Shedd).
14 Primeira vez em que a escrita é utilizada para lembrança. Manter o evento vívido seria duplamente seguro, através do texto escrito e através da fala de Josué, que manterá a tradição oral (falada) à próxima geração (Andrews Study Bible).
15 Este é o primeiro altar construído por Moisés. A construção de altares reforça a relação da aliança entre os patriarcas e Deus (Gên. 12:7; 13:18; 26:25; 35:1) e serve também como testemunha para as nações circundantes (Andrews Study Bible).
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“E Moisés edificou um altar e lhe chamou: O Senhor é minha Bandeira” (v.15).
“Que farei a este povo?” (v.4), foi a pergunta de Moisés ao Senhor diante de mais um motim contra a sua liderança. A falta de água era apenas mais uma desculpa para apontar Moisés como o culpado de tê-los tirado do Egito. O idoso líder tornou-se alvo da ira de uma nação que precisava experimentar privações nas necessidades mais básicas para entender a sua necessidade mais urgente: confiar em Deus.
Prestes a erguer a mão contra seu líder, a sede de Israel foi saciada e sua rebelião aplacada por uma rocha ferida. Entretanto, Israel precisava passar por muitas dificuldades a fim de crescer e amadurecer como nação santa. Não foi o erguer das mãos de Moisés que deu a vitória ao povo eleito, mas a fé que os moveu a submeter-se ao “assim diz o Senhor”. E a escola do deserto certamente revelaria o ouro e a escória, habilitando uma geração que pudesse estar preparada para herdar a terra prometida.
Cristo é a Rocha da salvação e a Água da Vida! Ele foi ferido para que possamos receber de graça da água que jamais acaba (Ap.22:17). Assim como Moisés estava sentado sobre a rocha para descansar e permanecer firme, devemos construir a nossa vida sobre a rocha que é Cristo (Mt.7:24) e aceitar o auxílio de irmãos que nos apoiam e ajudam a perseverar na obra que o Senhor nos confiou.
Que o nosso caráter revele a mesma atitude de Arão e de Hur, servindo de apoio aos nossos semelhantes, principalmente, aos nossos líderes espirituais. E que nossa vida seja uma constante e confiante declaração: “O Senhor É Minha Bandeira” (v.15). Lembre-se: beber da Água da Vida e dar apoio aos nossos semelhantes são experiências valiosas e imprescindíveis em nossa jornada à Canaã celestial. Num mundo que se torna um deserto cada vez mais difícil de atravessar, Deus nos convida a olhar para as situações mais críticas e crer que Ele pode suscitar as soluções mais improváveis, no entanto, totalmente eficazes. Como bater em uma rocha para obter água ou erguer os braços para vencer uma guerra não fazia sentido, humanamente falando, muitas vezes não precisamos encontrar sentido nos planos de Deus, mas simplesmente podemos confiar em Seus propósitos. Portanto, vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 17 – O Deus da Bíblia é incrível: Ele revela Sua graciosa bondade até aos ingratos murmuradores. Ele já havia libertado Israel das mãos da nação mais poderosa de então; havia aberto o Mar Vermelho para livrar Israel e afogar inimigos opressores (Êxodo 14:31); havia dado carne e maná diário para fartar a Israel (Êxodo 16:8, 11-14). Contudo, a reclamação não foi eliminada do povo ingrato.
Então, Deus mostrará Seu poder extraindo água de rocha para saciá-los e concederá vitória numa guerra contra um poderoso exército. Depois, “o Senhor disse a Moisés: ‘Escreva isto num rolo, como memorial, e declare a Josué que farei que os amalequitas sejam esquecidos para sempre debaixo do céu’. Moisés construiu um altar e chamou-lhe ‘o Senhor é a minha bandeira’” (Êxodo 17:14-15).
Toda essa didática foi insuficiente para ensinar e educar espiritualmente o povo que acabara de libertar-se da escravidão. Porém, a realidade no Novo Testamento mostra quão difícil é ao pecador entregar-se inteiramente a Deus. Note que o apóstolo Paulo também lida com a negligência dos cristãos em 1 Coríntios 10:1-5 quando escreve:
“Porquanto não quero, irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto”.
Portanto, fica claro que “não existe o contraste que muitas vezes se afirma haver entre o Antigo e o Novo Testamento, entre a lei de Deus e o evangelho de Cristo, entre os requisitos da dispensação judaica e os da cristã. Toda alma salva da antiga dispensação era salva por Cristo tão verdadeiramente quanto somos salvos por Ele hoje em dia. Os patriarcas e profetas eram cristãos. A promessa do evangelho foi dada ao primeiro casal no Éden, quando havia se separado de Deus, pela transgressão. O evangelho foi pregado a Abraão. Os hebreus todos beberam da Rocha espiritual, que era Cristo” (Ellen White, CBASD, v. 6, p. 1179-1180).
Aprendamos a lição: Menos reclamação, mais gratidão! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 16 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ÊXODO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/16
Em Êxodo 16 vemos toda a congregação dos filhos de Israel murmurando contra Moisés e Arão porque sentiam falta do pão e da carne que comiam no Egito. Foi, de fato, contra o Senhor que eles murmuraram, entristecendo Seu coração com sua incredulidade. No entanto, Deus ouviu e respondeu ao povo, enviando-lhes o que eles pediram. Ele enviou codornizes e também maná, o pão do céu. Todos os dias o maná cobria o chão com uma mensagem de que a misericórdia de Deus se renova a cada manhã e se não fosse por isso, todos seriam consumidos.
Deus sempre esteve e ainda está atento às necessidades de Seus filhos, dando-lhes demonstrações de Seu cuidado. Esse cuidado é melhor demonstrado em Jesus, que é superior ao maná dado aos filhos de Israel no deserto. “Eu sou o pão da vida” (João 6:48). “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer desse pão, viverá para sempre.” (João 6:50, ARC)
Hoje, reconheçamos as bênçãos concedidas em vez de murmurar pelo que não nos agrada na jornada para a Canaã celestial. Sejamos gratos por Seu amor e cuidado!
Wilma Raquel B. Ribeiro Spagnolo
Professora de Psicologia na Faculdade Adventista da Bahia – FADBA
Brasil.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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572 palavras
1 Sim. O deserto que se estende até o sul da península (Bíblia Shedd).
2 congregação. A palavra é usada quase no sentido de “Igreja”. Realmente, o sentido é o da coletividade dos que foram chamados a sair da vida mundana ou do paganismo para se tornarem povo de Deus (Bíblia Shedd).
3 panelas de carne. A terceira grande murmuração era causada pela fome. A pessoa ingrata sempre sonha com outras condições longínquas, nunca quer enfrentar o presente (Rm 1.21) (Bíblia Shedd).
5 O texto aponta para a importância e santidade do sábado do sétimo dia, antes do Sinai (Ver Gen. 2:2-3) (Andrews Study Bible).
6 Israel precisa aprender que foi o Senhor que os tirou do Egito. Em boa parte da jornada a presença ou intenções de Deus são questionadas pelos israelitas (Andrews Study Bible).
7 quem somos nós. Uma tentativa para mostrar ao povo quem é a real autoridade e liderança. Novamente a liderança de Deus é colocada em questão (Andrews Study Bible).
13 O texto menciona apenas brevemente as codornizes e então foca predominante o maná, que marca a duradoura presença divina através da experiência no deserto. Este tema é retomado por Jesus no NT (Jo. 6:30-58) (Andrews Study Bible).
15 Que é isso? Em hebraico, a pergunta tem a forma semelhante à palavra Maná, que é o nome então dado a este “Pão do Céu” (16.4) (Bíblia Shedd).
16 um gômer. Em torno de 2,2 litros (Andrews Study Bible).
É uma tigela que equivale à medida de dois litros. Cad um encheu sua tigela e alguns acharam mais (18) (Bíblia Shedd).
18 Medindo-o. Paulo cita este fato como um exemplo de justiça e fraternidade que deve existir entre os crentes (2 Co 8.15). A hora do aperto não é hora de ambições, de competições e de gula (Bíblia Shedd).
20 Não deram ouvidos. Mesmo na hora milagrosa, não há muita obediência à Palavra de Deus (16.4) (Bíblia Shedd).
22 Em dobro. Se é Deus que ordenou um descanso religioso para todos no sétimo dia, é Ele mesmo que protege Seu povo contra as conseqüências de ficar sem a colheita de maná (16.5 e 22) (Bíblia Shedd).
22-30 O sábado é o ponto alto da história do maná. É uma experiência de aprendizagem prática para o povo. Eles estão aprendendo no dia de descanso a confiar em Deus para o cuidado diário. Deus requer confiança explícita. Para mais sobre o sábado como dia de descanso, ver Ex. 20.8-11 (Andrews Study Bible).
27 Saíram alguns. A dúvida, a desobediência e a curiosidade vãs são as forças que dirigem aqueles que ainda não aprenderam a ser dirigidos pela Palavra de Deus, 28-30 (Bíblia Shedd).
27-28 Aqui há evidência de que os israelitas tinham entendimento dos detalhes dos Dez Mandamentos, particularmente sobre o sábado, antes deles terem sido formalmente dados no Monte Sinai. Para mais sobre a Lei, ver Ex. 20:1-17 (Andrews Study Bible).
31 Casa de Israel. Um dos nomes usados para descrever Israel como sendo uma família única, de linhagem real; o profeta Ezequiel usa mais deste nome (Bíblia Shedd).
Veja Num. 11:6-8 e Sal. 78:24-25 para outras descrições do milagre do maná (Andrews Study Bible).
33 Diante do Senhor. Num lugar santificado, mudando-se logo depois para a arca da aliança (25.10-16). Logo que fizeram a Arca e o Testemunho (as duas tábuas da Lei), foi que Arão colocou a tigela selada que preservava o maná, v. 34 (Bíblia Shedd).
33-36 Note a importância da experiência do maná na formação do conceito israelita de Deus. O maná deveria ser mantido diante do SENHOR no tabernáculo como uma viva lembrança da liderança divina passada (Andrews Study Bible).
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“Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que Eu ponha à prova se anda na Minha lei ou não” (v.4).
Elim era um oásis no deserto. O frescor de suas fontes de águas e as tão disputadas sombras de suas palmeiras tornaram-se para o povo delícias que não desejavam trocar pelo calor e dificuldades do deserto. Mas ali ainda não era a terra que o Senhor havia prometido a seus pais. Precisavam continuar marchando. Acompanhados da coluna de nuvem durante o dia e da coluna de fogo durante à noite, não havia recado mais claro do constante cuidado de Deus. A próxima parada, porém, foi o palco de mais um motim, originado pela saudade dos alimentos do Egito.
Mais uma vez, Moisés e Arão foram acusados de liderar uma missão fracassada. Em cada dificuldade, os filhos de Israel murmuravam e lançavam sobre seus líderes a culpa por cada infortúnio. A paciência de Deus pode ser melhor compreendida quando estudamos esses relatos. Israel reclamava a seus líderes providências que só o Senhor era capaz de tomar. E diante de uma tumultuada sessão de murmurações, Moisés deixou isto bem claro: “As vossas murmurações não são contra nós, e sim contra o Senhor” (v.8). Cada voz que reclamava a sua necessidade, era uma declaração aberta de sua incredulidade. Enquanto não se desapegassem do Egito, jamais conseguiriam desfrutar da plena confiança no poder de Deus, nem tampouco poderiam entrar na terra que Ele lhes havia prometido.
Muito além de apenas alimentar o Seu povo, de prover-lhes o necessário para que suportassem a árdua jornada, o Senhor usou o maná para provar a fidelidade dos israelitas. Antes mesmo de declarar-lhes os dez mandamentos no monte Sinai, disse-lhes: “Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor” (v.23). Os quatro séculos no Egito e a dura vida de escravidão haviam deitado por terra a observância do dia que, originalmente, o Senhor reservou para o homem como uma lembrança eterna de Sua criação: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3). Assim como a cada dia o povo tinha que recolher a sua porção de maná, a cada semana, o Senhor lhe dava os Seus sábados.
O profeta Ezequiel escreveu sobre o resultado do apego do povo às coisas do Egito: “Mas a casa de Israel se rebelou contra Mim no deserto, não andando nos Meus estatutos e rejeitando os Meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles; e profanaram grandemente os Meus sábados. Então, Eu disse que derramaria sobre eles o Meu furor no deserto, para os consumir” (Ez.20:13). Semelhante a Israel, também estamos em jornada à Terra Prometida. Israel passou pelas águas e foi levado ao deserto. Jesus foi batizado nas águas e levado ao deserto (Mt.4). Diversas teorias e doutrinas religiosas têm pregado mundo a fora um evangelho “ornamentado” por falsos ensinos. E o discurso de prosperidade e de conforto continua arrebanhando multidões famintas que têm buscado a saciedade no lugar errado.
Há uma porção do pão do Céu sendo derramada sobre o povo de Deus a cada dia. São filhos do Reino que, à semelhança do eunuco etíope na estrada “de Jerusalém a Gaza” (At.8:26), esperam por alguém que lhes responda o questionamento: “Que é isto?” (v.15). Como “Moisés” atuais, fomos chamados pelo Senhor para uma obra que requer de nós uma íntima comunhão com Ele e com Sua Palavra. Deus não requer de ninguém algo além do que possa discernir. Nem todos são teólogos ou doutores da lei. Em Seu ministério, Cristo tinha em Sua companhia leigos, pescadores, coletores de impostos e mulheres. Cada qual desfrutava do Pão da Vida conforme a sua necessidade pessoal. Mas a verdade nunca pôde e nunca poderá ser desmerecida à simples estatura do ponto de vista humano.
O sábado foi instituído na criação (Gn.2:1-3); foi escrito pelo dedo de Deus em tábuas de pedra (Êx.31:18); foi observado por Cristo (Lc.4:16), pelos discípulos e as mulheres (Lc.23:56), como também pelo apóstolo Paulo (At.17:2). O profeta Isaías escreveu que, na eternidade, os salvos continuarão adorando ao Senhor “de um sábado a outro” (Is.66:23). O sábado é o clímax da gratidão; é o Elim de Deus para nos aliviar das tensões dos desertos deste mundo. Todo verdadeiro adorador deve compreender isto e desfrutar do dia que o Senhor fez “por causa do homem” (Mc.2:27). E em cada semana de dificuldades, Deus nos concede um dia de oásis.
Aceite este presente dado a você pelo Criador e o sábado não será um dia de sair para colher, mas de desfrutar da bênção dobrada da perfeita provisão divina. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, agraciados pelo santo e abençoado repouso de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Êxodo16 #RPSP
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ÊXODO 16 – Satanás está sempre intentando desvirtuar o caráter amoroso de Deus. Sem discernimento bíblico de quem é Deus, a adoração perde sua essência.
Através de poderosos atos, o caráter de Deus é devidamente revelado. Seu objetivo em tirar Israel do Egito era que pudessem adorá-Lo livremente no deserto (Êxodo 8:20, 25-29; 10:7-11, 24-25). A adoração deve ser como Ele ordena (Êxodo 8:27). As músicas em Êxodo 15 foram demonstrações de adoração a Deus por Seus maravilhosos feitos, porém a adoração envolve mais que louvores. Para isso, Deus relembrou Seu sagrado dia de sábado, cujo teor sagrado havia perdido nas exigências da escravidão (Gênesis 2:1-3).
O ato de Deus dar o maná, oferecia ao povo uma forma didática e pedagógica para ensinar dependência total dEle. Tal dependência também deve ser nosso foco de aprendizagem para não cairmos nas amargas reclamações que chateiam ao Deus que está disposto a tudo por Seu povo (Romanos 8:32; 1 Coríntios 10:31; 1 Tessalonicenses 5:16-19; 1 Timóteo 6:5-8; Hebreus 13:5).
Sábado não é dia de ganha pão. O milagre do maná era visto diariamente, cujo clímax estava no sábado. No dia de preparação para o sábado, o maná caia em dobro; podia-se guardá-lo para o sábado sem que deteriorasse. Esse ensinamento combate o descontentamento, a ambição materialista e gera gratidão; também promove o descanso que Deus quer dar aos que estão agitados numa sociedade impaciente e irrequieta pelo estresse causado pelo pecado.
Devemos entender que Deus sabe o que é melhor. Aprendamos com Paulo em Sua experiência em Filipenses 4:19, o qual declarou: “O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as gloriosas riquezas em Cristo Jesus”.
Ciente que reclamação interfere na adoração, Deus usa estratégias para transformar nossa reclamação em adoração. Ele deseja curar nosso ferido e atribulado coração.
Em João 6:48-50 Jesus revela ser o alimento espiritual, mais importante que Maná; contudo, em Apocalipse 2:17, Ele mesmo prometeu: “Aquele que tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas. Ao vencedor darei do maná escondido”.
Aqueles que trocam as iguarias mundanas pelas iguarias celestiais participarão de um banquete especial, preparado pelo Cristo que morreu para dar-nos vida mais significativa que a vida obtida pelo pão de cada dia (Mateus 4:4).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.