Reavivados por Sua Palavra


Números 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de maio de 2022, 0:45
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“Segundo o mandado do Senhor, se acampavam e, segundo o mandado do Senhor, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o Senhor, segundo a ordem do Senhor por intermédio de Moisés” (v.23).

As festas cerimoniais que compunham o calendário de Israel eram celebradas em datas fixas, instituídas pelo próprio Deus. E a festa inaugural era a Páscoa. No tempo determinado, os filhos de Israel deveriam rememorar a noite em que o Senhor livrou os primogênitos do Seu povo e o libertou do cativeiro egípcio. A Páscoa era um símbolo de remissão e libertação; uma data para ser observada em família e um privilégio concedido a naturais e estrangeiros. Todos eram convidados a “celebrar a Páscoa ao Senhor” (v.14). Mas todo aquele que negligenciasse tal privilégio, deveria ser eliminado do povo, levando “sobre si o seu pecado” (v.13).

A Páscoa simboliza a entrega do Cordeiro de Deus, que “tomou sobre Si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre Si” (Is.53:4). O sangue de Cristo foi derramado para que fôssemos salvos do salário do pecado. Seu sacrifício abriu para nós uma janela de liberdade rumo à manhã gloriosa de Sua segunda vinda. Em cada memória de Israel acerca daquela noite definitiva, havia um cântico especial ao Senhor que os livrou e os salvou. O sangue nos umbrais das portas os selou para a vida, enquanto aguardavam apercebidos a ordem para partir. Muitos não têm a mesma disposição e prontidão, como o foi com os filhos de Israel. Mas, então, a porta da graça será fechada, e como nos dias de Noé, só perceberão quando o povo do advento já estiver selado em segurança na arca da salvação.

Jesus percorreu o caminho da cruz, nos ensinando, à cada passo, que confiar em Deus é a nossa única segurança. Precisamos atender ao conselho de Moisés: “Esperai, e ouvirei o que o Senhor vos ordenará” (v.8). Em um mundo altamente acelerado e imediatista, esperar parece perda de tempo. É desanimador o status mundial de quanto mais rápido melhor, e acabamos perdendo de ouvir o que o Espírito de Deus tem a nos falar. Aqueles que estavam imundos aguardaram a resposta divina e o Senhor lhes indicou uma Páscoa especial para que eles tivessem tempo de se purificar. Deus não quer “que ninguém se perca, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Esperar em Deus pode ser sinônimo de segunda chance.

A nuvem da presença de Deus que ficava acima do santuário era a bússola de Israel. “Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam” (v.17). A única alternativa era esperar, “segundo o mandado do Senhor” (v.20). Nem sempre os caminhos que o Senhor traça para nós são tranquilos e livres de perigos. Por vezes, precisamos lidar com inimigos. Outras vezes, com o calor de nossos desertos. Ainda outras, com a nossa própria teimosia. Uma coisa é certa: quer acampados, quer em marcha, a constante presença de Deus é uma garantia segura e eterna a todos os que O amam.

Vejamos a descrição do cenário pascal, nas palavras de Ellen G. White:

A Páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representa o ‘Cordeiro de Deus’, em Quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: ‘Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós’ (1Co.5:7). Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à alma. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós individualmente. Devemos tomar para o nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.192).

Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:7-8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, pacientes e perseverantes peregrinos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2022, 0:40
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NÚMEROS 9 – Deus é santo e gosta de festa! Isso implica que nem toda festa é cheia de imoralidade e promiscuidade.

Ao instituir a celebração comemorativa da Páscoa, Deus almejava que os participantes estivessem purificados. Quem estivesse imundo por alguma situação, deveria reconhecer sua condição. E, então celebrar a Páscoa com atraso (Números 9:1-12). Ninguém deveria negligenciar ou evitar de participar, sem incorrer em sérias consequências (Números 9:13). Inclusive o estrangeiro que quisesse participar dessa instituição divina, poderia celebrar com o povo de Deus (Números 9:14).

Quando a Páscoa foi substituída pela celebração da Ceia do Senhor, o princípio de pureza continuou em pauta. Antes de participar da Santa Ceia, o cristão deve examinar-se para não comê-la indignamente; do contrário, promoveria sua própria condenação ou enfraquecimento espiritual – não se deve brincar com coisas sérias (1 Coríntios 11:27-30). Contudo, tal exigência jamais deveria levar ninguém a fugir de celebrar a ceia; na verdade, é um momento para acertar o que está errado. Assim, os emblemas da Páscoa, substituídos pelos da Santa Ceia, devem produzir reavivamento e reformas espirituais.

Devemos preferir fugir do pecado, não da celebração instituída pelo Deus que deseja purificar-nos do pecado. Embora cada participante deva confrontar-se com sua deplorável situação, os símbolos indicados por Cristo servem para relembrar-nos da graça divinamente provida para perdoar-nos, purificar-nos e restaurar-nos. O Filho de Deus Se entregou na cruz por nós para conduzir-nos ao arrependimento (completa mudança de vida); e, consequentemente, à restauração de nosso relacionamento com Deus.

Assim como a Páscoa foi a preparação dos peregrinos israelitas para receberem à presença divina entre eles (Números 9:15-23), a Santa Ceia é a preparação da igreja para receber a presença do Espírito Santo, trazendo preciosos dons, que colocam em atividade cada membro do corpo de Cristo – conforme o dom sobrenatural que cada um recebeu (1 Coríntios 12:1-31).

Na experiência de Israel, a nuvem diurna e a coluna de fogo noturna que protegia e guiava diariamente a igreja de Deus no Antigo Testamento, reflete a promessa de Cristo, o Cordeiro Pascal, que foi sacrificado por nós (1 Coríntios 5:7), de que estaria conosco todos os dias, até o fim dos tempos (Mateus 28:20). Isso é possível porque Ele ressuscitou – eis o maior motivo para celebrarmos!

Então, vamos celebrar? – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 8 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 8 by Jobson Santos
18 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/8

A organização que Deus planejou para Israel, como ilustrada no livro de Números, diz muito sobre a atitude de Deus a respeito da adoração e do trabalho. Pensamos em Deus como Redentor e Senhor e, é claro, Ele é. Mas através da experiência no deserto, também O vemos como Artista, Diretor-Presidente e Diretor de Recursos Humanos.

Estes aspectos de Deus fazem com que O admiremos ainda mais. Deus sabe como guiar os homens na confecção de uma lâmpada de ouro batido com todas as especificações de um projeto complexo e como preparar sacerdotes para o serviço em Seu tabernáculo. Ele sabe como proteger Seus filhos de Sua presença flamejante e como colocar as pessoas a trabalhar sem fazer com que eles trabalhem em excesso. Não há dúvida de que Deus é amor.

É fascinante que o Senhor tenha escolhido tantos levitas para um trabalho essencialmente simples de manutenção e transporte de uma pequena tenda. Eles nunca poderiam reclamar de excesso de serviço. Deus decidiu não colocar uma carga pesada de trabalho sobre qualquer homem com idade acima de 50, mas após essa idade eles ajudariam apenas como pudessem.

Verdadeiramente, Deus quer que Seu jugo seja suave e Seu fardo leve.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/8
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2022, 0:50
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757 palavras

1-4 As lâmpadas proviam luz para os sacerdotes oficiarem. A luz também era uma expressão da presença de Deus. Jesus disse: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8:12). O candelabro de ouro [menorah] ainda é um dos principais símbolos da fé judaica. Life Study Application Bible.

iluminar a área da frente do candelabro (NVI). Juntas, as sete lâmpadas do candelabro iluminavam o santuário. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 925.

Ouro batido. Significa que o candelabro foi formado com um único pedaço de ouro, lavrado a marteladas. Traz à nossa memória o valor e pureza de Jesus Cristo, martelado  na terra pela dor, pelo sofrimento, pela angústia sofrida em prol da raça humana. Só o ouro fica mais macio e belo ao ser martelado, os metais baixos não servem para isto. Biblia Shedd.

5-26 Refere-se á purificação dos levitas e pode ser comparado ao relato da ordenação de Arão e seus filhos para o sacerdócio (Lv 8). Os levitas são ajudantes dos sacerdotes, e a linguagem que designa a sua consagração é um pouco diferente da empregada no caso dos sacerdotes.
Os sacerdotes eram santificados, os levitas purificados;
os sacerdotes eram ungidos e lavados, os levitas, aspergidos;
os sacerdotes recebiam roupas novas, os levitas lavavam as deles;
aos sacerdotes, o sangue era aplicado, ao passo que só era ritualmente movido no caso dos levitas.  Biblia de Estudo NVI Vida.

a água da expiação. Esta água se descreve em 19.1-10, cujas notas esclarecem a maneira pela qual aquela cerimônia simboliza a obra expiatória de Cristo, a Água da Vida. Biblia Shedd.

Para purificá-los da contaminação por terem tocado em cadáveres (comparar com 19:9, 13, 20-21; 31:23) no passado. Andrews Study Bible. [Esta prática, também extensivamente utilizada pelos essênios, é a ligação no AT do batismo de João, a purificar as pessoas de suas contaminações anteriores e o nascimento para uma nova vida, e estabelecida por Jesus como sinal da morte para a vida antiga – pela fé em Seu sacrifício – e de uma nova vida- pela fé em Sua ressurreição].

10 os filhos de Israel porão as mãos sobre eles. Sinal da aprovação do povo, para a separação e consagração dos levitas no lugar dos primogênitos, identificando-se assim com os filhos de Israel. Biblia Shedd.

Este era um ato simbólico. Alguns comentaristas pensam que fosse realizado pelos príncipes, para transferir aos levitas as obrigações da congregação relacionadas com os serviços do tabernáculo. Os levitas foram entregues a Deus em lugar dos primogênitos; e, como toda a família era santificada mediante o primogênito, assim também toda a congregação se beneficiava. CBASD, vol. 1, p. 925.

11 Arão apresentará os levitas como oferta movida. Ou “como oferta levantada/alçada”. Levantar era um gesto de dedicação (comparar Lv 7:30; 8:27, etc.). Obviamente, arão não podia levantar literalmente os levitas, portanto a expressão é figurativa. Andrews Study Bible.

15 por oferta movida. A palavra heb Tenunfah representa uma oferta que se abana perante o altar em sinal de dedicação voluntária: descreve bem a dedicação de uma vida, Rm 12.2. Biblia Shedd.

19 dediquei os levitas como dádivas a Arão e aos seus filhos (NVI). Os levitas foram dados ao Senhor para seu uso exclusivo (cf. v. 14). Agora o Senhor dá seus levitas aos sacerdotes para serem ajudantes destes na obra do ministério da adoração no tabernáculo (v. nota em 1.53). Biblia de Estudo NVI Vida.

19 para que não haja praga entre o povo de Israel. Os levitas, especialmente autorizados, afastariam os outros israelitas do perigo a quem estariam expostos se tivessem que desempenhar este trabalho. Andrews Study Bible.

20 como o Senhor tinha ordenado a Moisés (NVI). A obediência irrestrita de Moisés e dos israelitas aos mandamentos de Deus nas áreas do ritual e do sistema de governa formam um nítido contraste com as queixas do povo em oposição ao caráter amoroso do Senhor e com as violações da lealdade a Ele, que começaram a partir do cap. 9. Biblia de Estudo NVI Vida.

24 vinte e cinco anos. O censo para os serviços pesados era de trinta anos até cinquenta; pode-se, portanto, considerar este período adicional de serviços leves iguais àqueles reservados para a aposentadoria, v 26. Biblia Shedd.

Em 4.3, os limites do serviço são tidos entre os 30 e os 50 anos de idade. As fontes rabínicas sugerem que havia um aprendizado de cinco anos antes do serviço pleno. Biblia de Genebra.

26 poderão ajudar (NVI). Depois de um levita ter alcançado a idade da aposentadoria obrigatória aos 50 anos (cf. v. 25), ainda tinha liberdade para ajudar seus colegas mais jovens (talvez nas ocasiões de festas religiosa), mas já não devia fazer o trabalho difícil que realizara no vigor da mocidade. Biblia de Estudo NVI Vida.



Números 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de maio de 2022, 0:45
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“E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel; os levitas serão Meus” (v.14).

O candelabro ou menorah era um dos três móveis que ficavam no lugar Santo do santuário. Sua função era manter o ambiente sempre iluminado. A sua significação, porém, é bem mais ampla e abrangente. Ele representa a Cristo como a Luz do mundo e se expande como um símbolo do Espírito Santo, da Igreja e das Escrituras, conforme está escrito (Jo.8:12; Mt.25:1-13; Mt.5:14; Sl.119:105). A luz que emana de Deus através de Cristo Jesus é a fonte de todo poder na vida do cristão. Seu Espírito nos ilumina por meio de Sua Palavra e nos habilita a viver como igreja que irradia o fulgor do Sol da Justiça. E diante de um mundo que se apressa para o fim, precisamos manter acesa a chama que nos conduzirá às bodas da eternidade (Mt.25:4).

Como já estudamos, a tribo de Levi foi separada por Deus para o Seu santo ofício na tenda da congregação. Mediante tamanha responsabilidade, o Senhor instituiu uma cerimônia de purificação para os filhos de Levi, através de água e sangue. Além de se lavar e lavar as suas vestes, também deveriam oferecer sacrifícios e holocaustos perante o Senhor. A sua eleição deveria causar-lhes um forte senso de missão e de consagração. O Senhor os habilitaria a lidar com as coisas santíssimas conforme as instruções dadas aos gersonitas, aos coatitas e aos filhos de Merari. Não deveriam jamais mover um objeto sequer do santuário fora daquilo que o Senhor mesmo havia ordenado através de Moisés.

Por analogia, podemos dizer que nós somos os filhos de Israel e nossos pastores e obreiros, os levitas “para o serviço do Senhor” (v.11). Semelhante à ordem dada a Israel, o Senhor nos chama para erguermos as nossas mãos sobre Seus ministros; para nos unirmos a eles em cooperação e, assim, sermos todos úteis em Sua obra. Bem como cada homem a serviço do santo ministério deve buscar viver de acordo com as prescrições divinas, em plena harmonia com a Palavra de Deus e zelando pelas ovelhas de Seu rebanho. Toda igreja que entende que a seara do Senhor só funciona por meio do mutualismo, irmão cooperando com irmão, é uma igreja que cresce e que dá frutos. A ação do Espírito Santo é notoriamente vista em todos os que praticam este ideal, tornando-os uma luz singular em meio às trevas de um mundo exclusivista e materialista.

Há uma mensagem final a ser dada, um sonido certo de trombeta a ser anunciado, um tempo de purificação e consagração a ser obedecido. Aos observadores do santo sábado do Senhor, aos que temem e dão glórias “Àquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7), há uma luz disponível para fins eternos. Ainda que opositores se levantem, ainda que o nosso próprio “eu” nos seja a nossa pior prova ou não consideremos ser aptos para o serviço do Senhor, o mesmo Deus que chamou de Seu primogênito uma das menores tribos de Israel, nos chama hoje para fazermos parte das primícias que dentro em breve Ele virá buscar. Ligados a Cristo Jesus, todos nós, pastores e ovelhas, marcharemos confiantes de que o retorno do nosso Senhor “ainda está para cumprir-se no tempo determinado, mas se apressa para o fim e não falhará; se tardar, espera-o, porque, certamente, virá, não tardará” (Hq.2:3). Vigiemos e oremos!

Bom dia, luz do mundo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2022, 0:40
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NÚMEROS 8 – Em Números 3:5-10 orienta que os levitas foram escolhidos pelo próprio Deus para ministrarem e liderarem o serviço religioso no santuário. Agora, em Números 8, os levitas assumem verdadeiramente suas funções.

Em Números 7 houve uma longa cerimônia para consagrar o altar de sacrifícios. Após 12 dias de consagração, os líderes espirituais assumiriam suas funções; e, assim como a luz do candelabro que Arão ascendeu, os ministros de Deus devem ser luzes na jornada dos fieis rumo ao Céu durante este mundo árido (Números 8:1-22).

A teologia de Números 8 mostra que, mais importante que doar ofertas para Deus é doar-se como oferta a Deus (Números 8:11, 15, 21). Sem primeiramente doar-se a Deus, qualquer outra doação ou oferta perde o sentido espiritual almejado por Deus.

Jesus é dono da prata e do ouro do mundo inteiro; Ele não está interessado em nossos recursos financeiros. Seu interesse primário é nosso coração: Tudo o que somos com tudo o que temos. É esse tipo de consagração que Deus espera de todos nós.

Somente quem assim age se torna apto para dedicar-se “ao trabalho do Senhor” (Números 8:11). Os crentes de Macedônia foram prodigamente generosos em suas ofertas para “assistência aos santos” porque “entregaram-se primeiramente a si mesmos ao Senhor” (2 Coríntios 8:1-5).

Os levitas ministrariam “na Tenda do Encontro em nome dos israelitas e farão propiciação por eles” dos 25 aos 50 anos de idade; depois disso, “poderão ajudar seus companheiros de ofício… mas eles mesmos não deverão fazer o trabalho” (Números 8:23-26). Eles ocupavam lugar dos primogênitos (Números 8:17-18), e intercediam pelos israelitas (Números 8:19).

Jesus assumiu nosso lugar na cruz para pagar o preço de nosso pecado e subiu ao Céu para ministrar no verdadeiro santuário em nosso favor, intercedendo ininterruptamente por nós (2 Coríntios 5:21; 1 Timóteo 2:5; Hebreus 8:1-2).

Somente após Moisés ter feito propiciação pelos levitas e purificá-los, que “passaram a ministrar na Tenda do Encontro sob a supervisão de Arão e seus filhos” (Números 8:22). Diferentemente, Jesus não precisou santificar-Se nem que alguém ministrasse ritual para purificá-Lo; pois, Ele não teve nenhuma mancha de pecado (Hebreus 7:26-28). É de sumo sacerdote como Ele que precisamos.

E… graças a Deus nós temos: É Jesus, nosso Salvador! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 7 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 7 by Jobson Santos
17 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/7

Nos primeiros tempos dos Estados Unidos, os protestantes construíam casas de culto simples. Eles chamavam suas igrejas nas aldeias de “Celeiro do Senhor”, isso era uma reação ao enorme custo da construção de impressionantes catedrais. O objetivo disto era enfatizar que a Palavra de Deus era o coração da verdadeira adoração.

No sistema de adoração dado por Deus ao antigo Israel havia um equilíbrio entre a simplicidade excessiva e a ostentação. As dádivas solicitadas para o erguimento do tabernáculo foram concebidas de forma a não exceder a capacidade de dar da pessoa comum.

Em Números 7 há a descrição de dois conjuntos de presentes. O primeiro deles foi dado aos levitas encarregados de transportar o tabernáculo. O povo presenciou os líderes de Israel darem seis carros e doze bois para o serviço do Senhor.

O segundo conjunto de presentes deveria ser dado pelos líderes ao longo de um período de doze dias, o mesmo número de itens a cada dia: um prato, uma bacia, uma travessa, um carneiro, um cordeiro, e assim por diante.

As pessoas, incluindo as crianças, devem ter se sentido profundamente impressionadas ao assistirem isto. Dar tornou-se algo agradável, e ninguém se sentiu constrangido perante Deus a dar.

Mark Sheffield
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/7
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2022, 0:50
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964 palavras

Após o tabernáculo ter sido erguido, ungido e consagrado, os líderes das 12 tribos trouxeram presentes e ofertas para seu uso e manutenção. Todo o povo participou – era o tabernáculo de todos. Life Application Study Bible.

Ver Êx 40, que registra o levantamento do tabernáculo e no fim registra a cobertura da nuvem e a presença do Senhor enchendo o tabernáculo. Com muita repetição de linguagem, esse capítulo (o mais longo do Pentateuco) registra os presentes magníficos (e idênticos) que os líderes das 12 tribos ofereceram ao Senhor para o serviço do tabernáculo. Parece adequado que o registro desses presentes siga o texto da bênção arônica (6.24-26); Em gratidão pela promessa de Deus, de que Ele abençoará o Seu povo, eles trazem presentes ao Senhor em 12 dias sequenciais de celebrações suntuosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As ofertas dos príncipes. Cada príncipe em Israel ofereceu ao Senhor a dádiva de cada um, que é relatada separadamente, numa demonstração que cada um deve prestar culto individualmente, e não depender só de adoração coletiva de Deus. Observa-se também a ordem e o cuidado em cumprir os mandamentos do Senhor, neste capítulo dos mais longos da Bíblia. … O sétimo capítulo nos ensina que: 1) Deus ama a quem dá com alegria, 2 Co 9.7; 2) Deus reconhece cada dádiva, mesmo que sejam idênticas. Veja Mc 12.41-11. Os pormenores exatos nos ensinam que Deus não despreza sacrifício algum, se vem do coração, Sl 51.17; 3) Deus tem prazer em cada dádiva útil para o progresso de Sua igreja; estas eram mormente para facilitar o transporte do Tabernáculo; 4) Deus coroa nossa vida com a comunhão com a Sua própria pessoa, feita através da Sua revelação e da nossa oração, v. 89. Bíblia Shedd.

1-9 Os carros e os bois foram apresentados. os líderes das tribos uniram-se para trazer os carros, bem como os bois para os puxar, para uso de dois dos clãs levíticos, que transportariam as partes do tabernáculo que lhes tinham sido designadas (3.21-26, 33-37; 4.21-33). Nenhum carro foi entregue aos coatitas; esses estavam encarregados de carregar sobre os ombros as coisas sagradas (v. 9). Bíblia de Genebra.

No dia. De acordo com Êxodo 40:17 e 18, esse teria sido o primeiro dia do primeiro mês do segundo ano de peregrinação. Trata-se do dia da conclusão do tabernáculo e da unção do altar (v. 1, 10, 84, 88). A narrativa retorna para o primeiro dia do segundo ano, o mês anterior à contagem dos exércitos. CBASD –  Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 923.

carros cobertos. Necessários para as partes pesadas do tabernáculo e cobertos a fim de fornecer proteção adequada em relação a intempéries. CBASD, vol. 1, p. 923.

quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu serviço. Os meios de transporte dados aos filhos de Merari consistiam em duas vezes mais do que aqueles dados para os gersonitas, já que seu fardo, de tábuas, colunas e bases (4.31-32), era muito mais pesado. Bíblia Shedd.

Mas aos filhos de Coate nada deu. Os coatitas não receberam carros, pois não eram responsáveis pelo exterior do tabernáculo. Sob seu encargo estavam a arca, a mesa dos pães da proposição, etc. Essas coisas eram carregas em varas, sobre os ombros (Nm 4:15). CBASD, vol. 1, p. 923.

10 Ofereceram os príncipes para a dedicação do altar. Lv 8:11, 15 registram a consagração do altar externo. Os líderes providenciaram um valioso conjunto de recipientes para os rituais sacrificais no altar, assim como materiais e animais para serem oferecidos nele. Andrews Study Bible.

11 Cada príncipe apresentará, no seu dia. A ordem não era de idade, de dignidade ou de descendência dos filhos mais velhos de Israel, mas sim, a ordem da marcha estabelecida pelo próprio Deus, 2.1-21. Bíblia Shedd.

13, 14 um prato de prata de cento e trinta siclos (ARA; NVI: “um quilo e quintos e sessenta gramas”). dez siclos (ARA; NVI: “cento e vinte gramas”).

72, 78 No v. 72, Pagiel quer dizer “Intervenção de Deus”, e Ocrã significa “Importuno”. A tribo de Aser tem o nome de “Bem-aventurado”; … No v. 78, Aira quer dizer: “meu irmão é mau”… Todos estes nomes [dos príncipes] têm sentido religioso que pode ser relacionado com Cristo. Isto se vê até nos nomes mais obscuros como: “meu irmão é mau”, o que mostra o amor de Cristo em se tornar irmão dos pecadores (Hb 2.11, 12), e “Importuno”, que mostra a perseverança na oração que Cristo ensinou pela parábola do amigo importuno, Lc 11.5-8. Bíblia Shedd.

84-88 Os totais dos 12 conjuntos de presentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

84 foi ungido. A consagração das ofertas dos príncipes foi realizada por um período de 12 dias. CBASD, vol. 1, p. 924.

89 O ponto culminante. É estabelecida a comunhão entre o Senhor e o seu profeta. O povo tem um intercessor com Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

propiciatório. Essa designação da tampa ornamentada da arca representa uma palavra hebraica (lit.”cobertura do propiciatório” ou “lugar da expiação”). O propiciatório é mencionado 25 vezes no Pentateuco, mas somente uma vez em livros posteriores (1Cr 28:11). Ver notas em Êx 25.17 e Lv 16.2. Bíblia de Genebra.

a voz que falava … entre os dois querubins. Comparar com Êx 25:22. O Senhor era o Governante e os presentes dos líderes eram uma espécie de “tributo” que reconhecia sua soberania. Andrews Study Bible.

Imagine ouvir a voz de Deus! Moisés deve ter tremido com o som. Entretanto, temos a voz de Deus registrada para nós na Bíblia e não deveremos ter menos reverência e admiração por estas palavras. Deus por vezes fala diretamente a Seu povo para lhes dizer a maneira correta de viver. A Bíblia registra estas conversas para nos dar percepções [insights] do caráter de Deus. Quão trágico é quando tomamos estas palavras de Deus sem a devida importância. Como Moisés, nós temos o privilégio de conversar com Deus, mas Deus nos responde de maneira diferente – através de Sua palavra escrita e pela guia de Seu Espírito Santo. Para receber este direcionamento, precisamos buscar conhecer Deus como Moisés o fez. Life Application Study Bible.