Reavivados por Sua Palavra


Números 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de junho de 2022, 0:45
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“No dia dez deste sétimo mês, tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; nenhuma obra fareis” (v.7).

A continuação da descrição das ofertas nas festas solenes menciona a Festa das Trombetas, o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos. Já estudamos sobre estas cerimônias no livro de Levítico, e vimos que havia uma sequência lógica em cada uma delas, apontando tanto para o ministério terrestre de Cristo, quanto para os acontecimentos que antecedem a Sua segunda vinda. A Festa das Trombetas preparava o povo para a solenidade do Dia da Expiação. Por conseguinte, o Dia da Expiação preparava Israel para a celebração da Festa dos Tabernáculos.

Como o “sonido de trombetas” (v.1), os eventos que antecederam o início do tempo do fim anunciaram ao mundo a necessidade de urgente reavivamento e reforma. Lutero, Jerônimo, Calvino, dentre outros, descobriram nas Escrituras a fonte da verdadeira felicidade, que nem mesmo as constantes ameaças de morte poderiam lhes roubar. Após grande clamor que atingiu muitas das civilizações, provocando a curiosidade de conhecer o Livro Sagrado que até então só era acessível ao clero, a custo de sangue, suor e lágrimas, a Bíblia começou a ser traduzida e distribuída em outros idiomas.

Como uma espécie de sábado histórico, o tempo do juízo investigativo, em que Cristo entrou no Santíssimo do santuário celeste, aponta para um momento de resgatar a mensagem de João Batista e do próprio Cristo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.3:2; 4:17). O prenúncio e o início do tempo do fim foram marcados, qual som de trombetas, por eventos anunciados pelo próprio Jesus (Mt.24:29). Lisboa foi praticamente destruída quando, em 1755, foi atingida por terrível terremoto. Em 1780, a Nova Inglaterra e partes do Canadá ficaram em densas trevas em pleno dia. Conhecido como “o dia escuro”, naquele dia o sol não deu a sua claridade e a lua ficou como tingida de vermelho. Em 1833, a costa Leste dos Estados Unidos foi atingida pela maior chuva de meteoros já registrada na história.

Desde então, esses sonidos permanecem a ecoar a todos os que, com inteireza de coração, buscam conhecer ao Senhor através de Sua Palavra. Desde 1844, vivemos, simbolicamente, o Dia da Expiação. É tempo de santa convocação e aflição de alma. É tempo de empregarmos todos os nossos esforços na derradeira obra de salvação e usarmos com intensidade do mais poderoso instrumento dado por Deus ao homem: a oração. Uma vida de oração é o que sustenta a armadura do cristão. É através desta ligação direta do homem com Deus que seremos conduzidos à grande Festa dos Tabernáculos, quando estaremos para sempre nas moradas do Pai (Jo.14:1-3).

E assim como “falou Moisés aos filhos de Israel, conforme tudo o que o Senhor lhe ordenara” (v.40), o povo de Deus recebeu neste tempo solene a palavra profética através de Ellen G. White. Uma jovem de saúde debilitada, pouca escolaridade, mas que foi escolhida por Deus como Sua mensageira, por meio de quem falou através de mais de dois mil sonhos e visões. Como João Batista foi escolhido para preparar Israel para o primeiro advento de Cristo, a irmã White recebeu do Senhor a missão de preparar o derradeiro povo para a segunda vinda de Cristo Jesus. Se você ainda não conhece os seus escritos, eu lhe desafio a ler algo que ela escreveu. Você verá que não se trata de uma segunda Bíblia, mas de instruções inspiradas que lhe conduzirão às Escrituras e ao preparo necessário para sermos encontrados apercebidos no Dia do Senhor.

Que o Senhor continue nos conduzindo e reavivando nesta jornada rumo à grande festa que não terá fim! Vigiemos e oremos!

Bom dia, Israel do tempo do fim!

* Oremos pela Assembleia da Conferência Geral. Que o Espírito Santo seja derramado sobre a Igreja de Deus e sua liderança. Oremos pela chuva serôdia e uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números29 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 29 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 29 – Sem contar os sacrifícios individuais e os inúmeros cordeiros oferecidos na Páscoa, durante o ano no Santuário eram sacrificados 113 novilhos, 32 carneiros e 1086 cordeiros. “Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais deve ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado”, destaca o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia.

Pecado = sangue e morte! Deus reverte a situação!

Assim a ênfase estava sempre no pecado e perdão. “Qualquer que fosse a festividade, requeria-se oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5, [38] etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato”. Era exigência divina que nada fosse alterado (Números 29:39). “O Senhor havia designado festas para época específicas. Elas deveriam ser realizadas exatamente da forma prescrita” (Idem).

Evangelho é cristologia vinculado à escatologia. Sem a morte de Cristo não haveria esperança profética. Profecia messiânica e profecia dos últimos dias estão presentes nas atividades eclesiásticas e sociais do Santuário. O calendário instituído por Deus apresentava o desenrolar da história seguindo a trajetória divina.

As festas da páscoa, pães asmos, primícias e pentecostes apontavam para o fim do ministério terrestre de Jesus e o começo de Seu ministério Sacerdotal no Santuário Celestial. As festas das trombetas, expiação e tabernáculos apontavam para o tempo do fim, a eventos ligados à Segunda Vinda de Jesus Cristo:
• A festa das trombetas simboliza anúncios do juízo divino.
• O dia da Expiação aponta para o início do juízo divino, o qual está em andamento desde que Jesus assumiu o Lugar Santíssimo no Santuário Celestial em 1844.
• A festa dos tabernáculos aponta para os salvos celebrando a vitória sobre o pecado, depois que Jesus os levar deste mundo para a Pátria Celestial.

Precisamos estudar a Bíblia com afinco a fim de que pratiquemos aquilo que Deus designou, para não perdermos o que Ele preparou para nós.

Os sacrifícios não são mais necessários, pois Cristo substituiu a sombra pela realidade. Que Ele seja central em nossa existência! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 28 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 28 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 28 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 28 by Luís Uehara
7 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/28

O Senhor deu instruções detalhadas a respeito de Suas ofertas. O propósito das oferendas de animais, ofertas de cereais e ofertas de bebida era direcionar a mente dos adoradores para Deus como seu Redentor e Provedor.

Deus detalhou não apenas o que e como das oferendas, mas também deu instruções específicas sobre o quando. Ele instruiu: “. . . terás o cuidado de oferecer-Me no tempo determinado.” (Números 28:2) Esses “tempos determinados” incluíam todas as manhãs e tardes, o sábado, o início de cada mês e em cada uma das festas anuais.

Diariamente, semanalmente, mensalmente e a cada estação, eles deveriam ser lembrados da graça de Deus e de sua necessidade desesperada da provisão de Deus e de sua dependência dEle. Deus planejou esses lembretes para que ocorressem com regularidade e frequência, “no tempo determinado”.

E quanto a nós hoje? O que posso fazer regularmente para dirigir meus olhos, meus pensamentos, minhas ações para meu precioso Senhor? Eu quero repetidamente dar a Ele ofertas que me lembrem da minha total dependência Dele para minha existência espiritual e física.

Senhor, escolho hoje dar a Ti o melhor do meu tempo, energia, influência e posses.

Sharon Szynkowski
Esposa e ajudadora do pastor das igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Alpena e Onaway
Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/28
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2022, 0:50
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664 palavras

28.1 – 29.40 Como preparação para a entrada na terra Prometida, as leis dos sacrifícios regulares e das celebrações, que já tinham sido  detalhadas anteriormente são resumidas. Começando pelos sacrifícios diários (28.1-8), do dia do sábado (28.16-29.40), o sumário mostra-nos claramente como a vida dos israelitas na Terra Prometida deveria girar em torno da adoração e do serviço ao Senhor. Bíblia de Genebra.

Esses capítulos dão testemunho da abrangência total do sacrifício na vida do povo e da enormidade da tarefa dos sacerdotes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-31 A manutenção das Ofertas Contínuas ao Senhor visava preservar, diante do povo, a realidade da constante presença de Deus entre o Seu povo, cujo dever era manter-se santo como Deus é santo. Vemos, em tudo isso, o desejo divino de preservar a ideia da expiação final que seria feita por Jesus, 1 Jo 2.2. Bíblia Shedd.

1, 2 As ofertas deveriam ser trazidas regularmente e apresentadas de acordo com rituais prescritos sob a supervisão dos sacerdotes. Acompanhar estes rituais tomava tempo e isto dava ao povo a oportunidade de preparar seus corações para a adoração. A não ser que nosso coração esteja pronto, nossa adoração não terá sentido. Por contraste, Deus se agrada e aproveitamos mais disto quando nossos corações estão preparados a comparecer perante Ele com espírito de gratidão. Life Application Study Bible Kingsway.

Minha oferta. Hebraico qorban, da raiz “aproximar”, “chegar perto”, com um propósito específico. É usada para abordar um juiz com um caso, para dedicar algo ou apresentar uma oferta. Qorban, portanto, se tornou um termo genérico para qualquer oferta (ver Mc 7:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1007.

a seu tempo determinado. Dentro dos planos de Deus, há um tempo e um lugar para tudo, Ec 3.1-8. Jesus veio na plenitude do tempo, Gl 4.4, e sabia sempre qual era a hora certa que Seu Pai lhe tinha preparado, Jo 7.30; 12.23. Bíblia Shedd.

em contínuo holocausto. Em Daniel 8:11-13, 11:31 e 12:11, encontra-se a forma equivalente “sacrifício diário”. O aspecto contínuo desta oferta proporcionava notável paralelo com o Cordeiro de Deus, cujo sacrifício único é continuamente eficaz; Ele morreu uma só vez e de uma vez por todas (Hb 7:3; 10:12, 14). CBASD, vol. 1, p. 1008.

9, 10 Porque eram apresentadas ofertas extras no dia de Sábado? O Sábado era um dia especial de descanso e adoração que comemorava a criação (Êx 20:8-11) e a libertação do Egito (Dt 5:12-15). Por causa da significância deste dia especial, era natural oferecer sacrifícios extras este dia. Life Application Study Bible Kingsway.

9 A oferta sabática era um acréscimo aos sacrifícios diários, contínuos, feitos todos os dias da semana. Isso significava que, no sábado, os sacerdotes precisavam cumprir deveres duplos. Talvez esse fato estava na mente de Cristo quando disse que “os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa” (Mt 12:5). Posteriormente, cantava-se um hino especialmente dedicado ao sábado para acompanhar o derramamento da libação (Sl 92). CBASD, vol. 1, p. 1008.

11-15 Os sacrifícios no início do mês [lua nova, v. 14] tinham grande relevância. Eram ocasiões de celebração e de tocar as cornetas em adoração (v. 10.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros. CBASD, vol. 1, p. 1008.

16 a Páscoa do Senhor. A primeira das festas judaicas, instituída para conservar a memória do acontecimento culminante da redenção de Israel das mãos dos egípcios. Era o dia nacional da independência dos israelitas. Bíblia Shedd.

18 No primeiro dia. Não do mês, mas da festa, dia 14 de Nisã. Bíblia Shedd.

nenhuma obra servil fareis. Literalmente, “nenhuma obra agrícola”. Qualquer atividade que exigisse trabalho pesado era proibida (Êx 12:16; Lv 23:7, 8). CBASD, vol. 1, p. 1009.

21 oferecereis uma décima. Isto é, a décima parte de um efa de farinha, v 12. Bíblia Shedd.

26 dia das primícias. É a festa de Pentecostes, descrita em Êx 23.16; 34.22; Lv 23.15. Na Igreja, é o dia das primícias do Espírito Santo (At 2.1-4) enviado à mesma [igreja]. Bíblia Shedd.

26-31 A Festa das Semanas [7 x 7 dias] era celebrada 50 dias depois da Festa dos Pães sem fermento (v. Lv 23.9-22); com base nesse número, passou a existir o termo “Pentecostes” (que significa “cinquenta”) no NT (At 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.



Números 28 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de junho de 2022, 0:45
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“É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao Senhor” (v.6).

Como quem instrui uma criança, Deus precisava inculcar na mente de Seu povo todas as cerimônias já estabelecidas no Sinai. A repetição das leis concernentes aos rituais do santuário tinham o objetivo didático de preparar Israel para transmitir, de geração em geração, os símbolos que apontavam para a missão do Messias. As ofertas contínuas, mais conhecidas como os sacrifícios da manhã e da tarde, representavam a Cristo, mas também a necessidade humana em permitir que o Senhor seja o primeiro e o último na vida. E a ênfase dada pelo Senhor, ao dizer: “Da Minha oferta, do Meu manjar para as Minhas ofertas” (v.2), comunica ao homem o plano exclusivamente divino de seu resgate.

Até o tempo de tais ofertas foi estabelecido por Deus, “a seu tempo determinado” (v.2), “dia após dia” (v.3), “um[…] pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde” (v.4). No sábado, “além do holocausto contínuo e sua libação” (v.10), havia uma oferta especial sabática. O início de cada mês também era dedicado ao Senhor com ofertas específicas, e o primeiro mês do ano, celebrado com a festa da Páscoa, sete dias de celebração, inaugurada e encerrada com “santa convocação” (v.18). O Senhor ensinou aos Seus filhos a melhor forma de administrar o tempo, de forma que jamais esquecessem a Quem pertenciam, de onde tinham vindo e para onde estavam indo.

Cada detalhe das instruções dadas pelo Senhor a Moisés na construção de Seu santuário e na adoração que ali seria oferecida revela o cuidado de um Deus que conhece a nossa natureza carnal e totalmente dependente de Sua constante presença e cuidado. Daquela nova geração, poucos haviam presenciado os prodígios do Senhor no Egito e a Sua gloriosa manifestação no Sinai. A fim de livrar a nação da apostasia, Deus usaria Seu servo Moisés antes de sua morte, a fim de proclamar as leis que a protegeriam. Não poderia ser diferente com a última geração dos filhos de Deus. De forma pontual, conforme os limites temporais previamente indicados nas Escrituras, o Senhor ergueu uma voz profética para os nossos dias.

Desviados dos princípios eternos da Palavra de Deus, aqueles que haviam se unido à reforma protestante, precisavam resgatar as verdades outrora esquecidas. Iluminados por um reavivamento pessoal e coletivo, um grupo de crentes, cheio do Espírito Santo, tornou à Bíblia como em busca de um tesouro perdido. Examinando as Escrituras ponto a ponto, especialmente o livro do profeta Daniel, seus olhos foram abertos para o solene tempo em que estavam vivendo, julgando fazer parte da geração que contemplaria o retorno de Cristo à Terra sem passar pela morte.

Qual não foi a sua decepção, o dia do advento tornou-se em dia de terrível desapontamento. Acertaram na data, mas erraram no evento. Em 22 de outubro de 1844, milhares de cristãos choraram amargamente a triste realidade de que o tempo determinado ainda não havia chegado. Contudo, homens de Deus que experimentaram o poder que os conduziu a tal experiência, buscaram em oração o consolo e a resposta do Senhor. Era necessário que ainda profetizassem “a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). E enquanto Jesus entrava no lugar Santíssimo do santuário celeste, a fim de iniciar o Seu juízo investigativo, Deus levantou um povo para proclamar ao mundo o Seu “evangelho eterno” (Ap.14:6) e terminar a missão que culminará na volta de Jesus: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Não sabemos o dia e nem a hora em que o Filho do Homem virá. E não compete a nós marcar novas datas, mas confiar no tempo determinado por Deus, enquanto dia a dia fortalecemos a nossa fé oferecendo a nossa vida no altar do Senhor como sacrifício contínuo, vivo, santo e agradável a Ele, que é o nosso culto racional (Rm.12:1). Por isso que o tempo que o Eterno nos dá de presente é este: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). “Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Aproveitemos este tempo com Deus até que Ele o torne eterno. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do advento!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números28 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 28 – Cada um de nós pode escolher aceitar a oferta de amor do Deus que Se sacrificou por nós (profetizado nos símbolos de cada oferta e festa instituídas no Antigo Testamento) ou desprezar a promessa divina. Os filhos de Abraão que foram miraculosamente tirados do império egípcio rejeitaram o presente de Deus e morreram durante a peregrinação do deserto. No deserto deste mundo, atualmente muitos estão rejeitando a gloriosa oferta de salvação outorgada pelo Céu.

Almejando o bem da nova geração, Deus estabeleceu novamente os requisitos da religião prática através dos rituais diários, semanais e anuais. Não se pode desprezar ou relaxar as práticas espirituais: “Tenham cuidado de apresentar-me na época designada a comida para as minhas ofertas preparadas no fogo, como um aroma que me seja agradável”. Toda oferta deveria ser “de um ano, sem defeito” (Números 28:1-3, 9, 11, 19, 31), e “sem fermento” (Números 28:17). Os frutos deveriam ser os primeiros produzidos e colhidos (Números 28:26); e, a farinha deveria ser, obviamente, a melhor (Números 28:5, 9, 12-13, 20, 28).

Por outro lado, diariamente, “a oferta derramada que acompanha [a oferta de aroma agradável dedicada ao Senhor] será um litro de bebida fermentada para cada cordeiro. Derramem a oferta de bebida para o Senhor no Lugar Santo” (Números 28:7). E mais, quanto às ofertas mensais, “para cada novilho deverá haver uma oferta derramada de meio galão de vinho; para o carneiro, um livro; e para o cordeiro, um livro” (Números 28:14).

Isso revela profeticamente que Jesus, sem mancha de pecado, assumiria a nossa culpa e pagaria o preço de nossas transgressões (Números 18:22, 30). Jesus é a oferta perfeita de Deus cujo objetivo é libertar-nos da culpa dos nossos pecados (Isaías 52:13-53:12; João 1:29, 36). Se há opção de salvação, é graças à oferta divina. Precisamos depender dela continuamente!

Da mesma forma que Deus planejara outorgar uma maravilhosa terra-lar aos israelitas, deseja o mesmo para nós. Infelizmente, os ingratos rebeldes murmuradores não puderam usufruir da bênção da promessa divina. A mensagem para nós é clara: “Bem-aventurados os humildes [mansos], pois eles receberão a terra por herança… Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:5, 8-9).

Por conseguinte, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 27 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 27 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 27 by Luís Uehara
6 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/27

Maalá, Noá, Hogla, Milca e Tirza, as cinco filhas de Zelofeade, são lembradas como heroínas defendendo a causa da justiça. No entanto, se pararmos por aí, perderemos muito da história. Quando essas mulheres sem pai apresentaram seu pedido diante dos líderes da congregação, elas não foram ignoradas e dispensadas. Moisés, independente de qual fosse sua opinião pessoal, levou o caso ao Senhor, o verdadeiro herói nesta narrativa.

Deus viu os invisíveis daquela sociedade. Ele conhecia suas circunstâncias – a tristeza, a perda e a dificuldade que haviam enfrentado. Ele ouviu os pedidos daqueles que não tinham voz. Esse Deus atento não apenas entendeu, mas também agiu em favor delas, e em nome daqueles que, nas gerações futuras, se encontrariam em circunstâncias semelhantes.

Hoje, para a minha geração, para a sua geração, Ele é o mesmo Deus fiel. Ele vê quando ninguém mais percebe. Ele conhece as profundezas inexploradas do coração. Ele ouve até mesmo os gritos silenciosos. Ele percebe a injustiça. E ele age. Ele é o campeão indiscutível da justiça e da misericórdia em nossas atuais circunstâncias.

Obrigada, Senhor, por ser o herói desta filha também sem pai.

Sharon Szynkowski
Esposa e ajudadora do pastor das igrejas Adventistas do Sétimo Dia de Alpena e Onaway
Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/27
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2022, 0:50
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1529 palavras

1 Esta narrativa está dentro do assunto da divisão da terra, cuja legislação segue o segundo censo, no capítulo anterior. […] O 27º capítulo nos ensina: 1) Como solucionar as dificuldades, levando-as a Deus; 2) A beleza do caráter: Moisés não se queixou, preocupando-se comente com o progresso do povo de Israel, vs 12-16; 3) O segredo do poder: o Espírito de Deus, v 18; 4) O líder de Israel tinha de ser um tipo de Cristo, na obra de reger, guiar e cuidar, 17  (Bíblia Shedd).

à porta da tenda da congregação. Sem dúvida, era costume de Moisés, Eleazar e dos príncipes se reunirem à porta do tabernáculo para congregar como um tribunal (Êx 18:25,26). Isso significava que, se fosse necessário, Moisés teria facilidade de se achegar a Deus e consultá-lo (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

No seu próprio pecado. Isto é, em pecados pessoais dos quais todos eram culpados, não um pecado de franco desafio ou negligência voluntária. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Tivera uma morte natural dentro daquela geração rebelde que não tivera licença de entrar na Terra Prometida, 14.2-4, 21-23. Não foi executado, 16.26-35  (Bíblia Shedd).

Por que se tiraria o nome de nosso pai…? As moças quiseram preservar a herança e o nome de seu pai,  (Bíblia Shedd).

Na sociedade patriarcal israelita, a herança ocorria através dos homens. Contudo, o falecido Zelofeade havia tido apenas filhas mulheres, que não poderiam, pelo costume vigente, receber nenhuma herança. Assim, seu nome não estaria ligado a nenhuma porção da terra prometida de modo que se mantivesse sua memória viva (comparar Rute 4). Isto significava puni-lo injustamente após a morte. A solução seria que suas filhas pudessem receber sua herança, neste caso (ver tb cap. 36) (Andrews Study Bible).

Essas proteções, bem como a proibição de transferências permanentes de terras de uma família para outra, estavam arraigadas no fato de que Deus era o proprietário supremo da Terra Prometida (Lv 25.23) e que Ele tinha confiado essas terras a todo o seu povo, como uma boa dádiva e uma possessão permanente a ser desfrutada (Lv 25.34; Dt 6:10-12; 8.10-13). As terras não eram simples propriedades privadas a serem transferidas com base nas convenções e acordos humanos. Pelo contrário, simbolizavam a vida com Deus. Bíblia de Genebra.

Moisés levou a causa delas. A decisão do tribunal convocado foi considerada inadequada para resolver o assunto. Como Moisés não queria tomar a decisão sozinho, levou o assunto a Deus, conforme recebera a ordem de fazer em várias ocasiões (Êx 25:22; Nm 7:89) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
[Vemos aqui Deus restaurando o direito das mulheres, corrigindo a noção machista corrente.]

6 Disse o Senhor a Moisés. O contato imediato e direto de Moisés com o próprio Deus é a base da formação de toda a lei dos israelitas; Deus falou claramente ao Seu servo Moisés, boca a boca, 12.8  (Bíblia Shedd).

Falam o que é justo. O Senhor aprovou a causa das filhas de Zelofeade. O caso veio à tona novamente após a entrada em Canaã (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Certamente, lhes darás. No hebraico, a palavra “lhes” é masculina, referindo-se à descendência em potencial das moças. As filhas eram consideradas representantes dos filhos que esperavam ter (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Quando alguém morrer. O caso das filhas de Zelofeade abriu um precedente e um estatuto formal foi constituído para solucionar casos semelhantes posteriores (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Deus disse a Moisés que se um homem morresse sem filhos, sua herança iria para suas filhas (27:8). Mas as filhas somente poderiam conservá-la se se casassem dentro de sua própria tribo, provavelmente para que as linhas territoriais permanecessem intactas (36:5-2). Life Application Study Bible Kingsway.

Se não tiver filha. As disputas entre irmãos, com respeito a questões de propriedades, podem ser causa de grande amargura (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

11 Ao parente mais chegado. Estes deveres e direitos do parente mais próximo são iguais, na lei de vários países. Hoje, porém, a esposa tem a primazia  (Bíblia Shedd).

12 Sobe a este monte Abarim. Como Zelofeade, Moisés não entraria em Canaã. A sua hora de morrer – devido à sua desobediência em Cades (cap. 20) – estava próxima (ver em Deut. 34 o registro de sua morte) (Andrews Study Bible).

Abarim. A palavra ‘Abarim está no plural, e talvez se refira à uma cadeia de montanhas que forma a margem ocidental do planalto moabita. Pisga é outro nome de Abarim ou se refere à seção norte da cordilheira (Dt 32:49; 34:1). O monte Nebo é um cume da seção norte (Dt 32:49; 34:1). Proveniente do verbo “atravessar”, o substantivo significa “vau”, um lugar adequado para atravessar o rio. Por isso, as montanhas eram chamadas de ‘Abarim, literalmente “vaus”, por estarem situadas perto dos vaus do outro lado do rio Jordão, em frente a Jericó (cf. Nm 21:11) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

13 serás recolhido ao teu povo. Ver com. [CBASD] de Gn 15:15; 25:8. A região do Nebo seria o local temporário de seu sepultamento. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 1005).

14 Na contenda. No lugar chamado Meribá, “Contenda”, por causa da murmuração do povo, 20.3, e de Moisés, 20.10  (Bíblia Shedd).

fostes rebeldes. Ver Nm 20:1, 12 e 24. O pecado de Moisés e Arão (Nm 20:8-13) é chamado, nesta passagem, de rebelião. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

15 Disse Moisés. A grandeza de Moisés no exercício da liderança é vista no fato de ele ter se colocado em segundo plano e começado a planejar o futuro do povo de Deus (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Muitas pessoas querem ser reconhecidas como líderes. Algumas são muito capazes de atingir seus objetivos enquanto que outras cuidam intensamente das pessoas a seus cuidados. Os melhores líderes são tanto orientados a objetivos como orientados a pessoas. Life Application Study Bible Kingsway.

16 autor e conservador de toda vida. Moisés gostava de dar este título a Deus, que pela Sua Graça poupava a um povo que, pelos seus pecados, estava constantemente atraindo sua própria destruição e morte, 16.21-22  (Bíblia Shedd).

17 Saia. As expressões “saia” e “entre” são usadas para denotar as experiências comuns da vida (Dt 28:6; 31:2) Fazer sair e fazer entrar sugerem a relação de um pastor com seu rebanho (Jo 10:3-9) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Como ovelhas. A Bíblia, muitas vezes, usa esta palavra para descrever o povo de Deus; no Antigo Testamento, Moisés, Davi e depois o próprio Deus são sucessivamente chamados “Pastor de Israel”. No Novo Testamento, a soma destes ensinamentos se resume na pessoa de Jesus Cristo, o Bom Pastor que dá a Sua vida para que as ovelhas pudessem ter a vida em abundância, tanto na terra como nos Céus, Jo 10.1-18  (Bíblia Shedd).

18 homem em quem há o Espírito. Literalmente, “em que é espírito”. A referência aqui é à riqueza de espírito necessária, sob o temor de Deus e o controle do Espírito Santo, o único que pode habilitar o ser humano para as responsabilidades na obra do Senhor. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 1005).

Josué possuía valiosa experiência como assistente por longo tempo de Moisés(11:28; Êx 24:13; 33:11)  e como comandante militar (Êx 17:8-13). Mas ter o Espírito era sua mais importante qualificação para liderar o povo de Deus (comparar Núm. 11:16-17, 24-29) porque estava em contato com o divino Rei de Israel e seguiria Sua liderança. Andrews Study Bible.

O substituto de Moisés é indicado por Deus: Josué, por intermédio de quem Deus continuaria a Sua obra, […] Note-se a humildade de Moisés em aceitar a indicação divina, sem pensar em um dos seus próprios filhos  (Bíblia Shedd).

impõe-lhe as mãos. Uma cerimônia de bênção (Gn 48:14) e consagração (Nm 8:10), acompanhada e executada pela orientação e pela sabedoria do Espírito Santo (Dt 34:9). Na igreja cristã, a imposição das mãos no rito da ordenação combina os seguintes três aspectos: bênção, sucessão no cargo e autoridade para ensinar (At 6:6; 13:3; 2Tm 1:6) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

19 Perante a congregação. A cerimônia devia ter o caráter mais público possível, para que não houvesse questionamento ou dúvida quanto à autoridade de Josué (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

20 Põe sobre ele da tua autoridade. O fato de Moisés haver comissionado a Josué e repartido poder com ele enquanto Moisés ainda estava vivo [a transmissão poderia ter ocorrido após a morte e ressurreição de Moisés] garantiria uma transição tranquila (Andrews Study Bible).

A palavra traduzida por “autoridade” é usada com frequência para a majestade e o poder reais. Moisés devia começar imediatamente a transmitir um pouco de sua responsabilidade e autoridade para Josué, a fim de que ele começasse a exercê-las junto com o experiente líder.

Para minimizar vácuos de liderança, qualquer um em posição de liderança deveria treinar outros a carregar as responsabilidades que ele ou ela provavelmente deixarão. Quando você tiver a oportunidade, siga o padrão de Moisés: ore, selecione, capacite e comissione. Life Application Study Bible Kingsway.

21 Perante Eleazar. Ao que parece, a autoridade de Josué era, em certos aspectos, menos que a de Moisés. Este recebia conselhos diretamente de Deus, mas Josué devia recorrer ao sumo sacerdote, que seria um mediador entre ele e o Senhor (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

Apesar de não ter a interação face a face, como Moisés tinha (12:8; Deut. 34:10), ele receberia orientação específica através do oráculo sacerdotal do Urim e Tumim (Núm 27:21; comparar com Êx. 28:30) (Andrews Study Bible).

23 lhe deu as suas ordens. Lit. “comandou/encarregou”, isto é, o comissionou (Andrews Study Bible).