Reavivados por Sua Palavra


Números 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de junho de 2022, 0:45
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“Assim, dos milhares de Israel foram dados mil de cada tribo: doze mil ao todo, armados para a guerra” (v.5).

Orientados “por conselho de Balaão” (v.16), os midianitas conseguiram enfraquecer muitos de Israel através dos encantos de suas mulheres. Fatal e irreversível foi a consequência para os que se deixaram contaminar pela idolatria e imoralidade disseminadas por elas. Grande clamor ascendeu no arraial de Deus até que chegou o tempo da “vingança do Senhor” (v.3). Foram convocados mil homens de cada uma das tribos de Israel, totalizando doze mil homens “armados para a guerra” (v.5). Este exército matou “todo homem feito”, além dos “reis dos midianitas”, e “Balaão, filho de Beor, mataram à espada” (v.8).

Vitoriosos, os filhos de Israel regressaram da batalha com as recompensas da guerra: “as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e todos os seus bens” (v.9). Contudo, ao Moisés deparar-se com aquelas que foram os instrumentos de maldição, ordenou que fossem mortas todas as que “fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor” (v.16), mas que deixassem vivas as mulheres virgens. Também mandou exterminar as crianças do sexo masculino a fim de que não suscitassem descendência no futuro. Um período de purificação foi observado antes que o exército e os cativos pudessem entrar no arraial, as presas divididas e ofertas estabelecidas para serem dedicadas ao Senhor.

Em número de doze mil, ao todo, aquele pequeno exército, comparado às forças bélicas dos povos pagãos, retornou ao acampamento incólume. “Teus servos fizeram a conta dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens, e nenhum falta dentre eles e nós” (v.49) – declararam os capitães dos milhares do exército. Visto o Senhor ter-lhes concedido tão grande bênção e livramento, apresentaram uma oferta voluntária, “cada um o que achou” (v.50); tesouros que foram levados “à tenda da congregação, como memorial para os filhos de Israel perante o Senhor” (v.54).

Temos um vislumbre muito aquém do que realmente acontecia nestas guerras sangrentas. Para alguns povos, porém, esta destruição era inevitável dado o grau de corrupção de seus habitantes. E a ira de Deus é muitas vezes questionada frente aos relatos do Antigo Testamento. Fica evidente que o Senhor não admitia a união do puro com o imundo e nem da justiça com a injustiça. A fim de evitar tal mistura, tanto os pagãos quanto os filhos de Israel que se rebelassem contra o Senhor deveriam ser punidos, e servirem de exemplo para as futuras gerações, como pontuou o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Como último exército do Deus vivo somos convocados a nos apresentar “armados para a guerra” (v.5). A nossa luta, no entanto, não consiste mais no uso de lanças e espadas, e nem de uns contra os outros, mas em estarmos revestidos da armadura de Deus. Cingidos “com a verdade”, vestidos “da couraça da justiça”, calçados “com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé”, tomando “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:14-18), estaremos aptos para a batalha e permaneceremos inabaláveis até a vinda de nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus.

Não esqueçamos que a nossa luta é contra Satanás e as potestades que estão a seu serviço. E até em nossas vitórias ele tenta incluir recompensas que não fazem parte do plano divino para nossas vidas. As mulheres midianitas podem representar tudo aquilo que julgamos ser uma bênção, mas que não passam de estratégias malignas para nos destruir. Apegue-se ao Senhor e à sabedoria de Sua Palavra e Testemunhos, e, certamente, o Espírito Santo lhe mostrará a diferença entre o puro e o imundo, entre a justiça e a injustiça. Precioso foi o sangue derramado para que sejamos purificados. Que o nosso coração seja sempre uma oferta voluntária dedicada ao Senhor e que isto reflita em nossa vida. Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 31 – O cuidado com influências malignas deve ser tão grande hoje quanto foi aos israelitas à véspera da Terra Prometida. Curiosamente, a promiscuidade sexual e a idolatria atual têm sido bem mais abrangentes e ainda mais camufladas armas de Satanás para perverter o povo remanescente do que foi no passado.

Os midianitas, que tinham vínculos sanguíneos com israelitas por parte de Quetura (Gênesis 25:1-2), se uniram aos moabitas (descendentes de Ló, sobrinho de Abraão) para se tornarem péssimas influências ao povo de Deus. A reação divina foi promover guerra onde não haveria necessidade, revelando que nossa ação contra o mal deve ser, no mínimo, radical. A imoralidade sexual além de enfraquecer o povo, atrai o juízo de Deus. Balaão sabia disso, Satanás também!

Vivemos dias em que os demônios têm tido grandiosas vitórias sobre adolescentes, jovens e adultos. A depravação sexual vem ganhando espaço até mesmo em diversos lares de líderes religiosos. A imoralidade sexual atualmente não está sendo encarada com veemência atualmente por muitos crentes como Deus confrontou conforme visto no relato bíblico.

O resultado deplorável e decadente da imoralidade sempre é o que ninguém quer; porém, a maioria não está disposta a acatar ao alerta divino, muito menos de arrepender-se dos prazeres diabólicos para viver os princípios bíblicos.

A vitória sobre os influenciadores do pecado não deve ser parcial, deve ser total. Embora Deus tenha permitido que os israelitas tomassem espólios dos derrotados midianitas, não permitiu a permanência das mulheres que não fossem virgens – como pretendiam alguns.

Deus mandou erradicar o mal. Devido à vitória, e pelo milagre de Israel não ter perdido nenhum soldado contra os midianitas, líderes israelitas entregaram generosamente ofertas a Deus. Gratidão e generosidade são frutos de corações que reconhecem a bondade e a misericórdia de Deus em suas conquistas.

Números 32 volta a falar de Eleazar; o qual, diferente de seus irmãos biológicos espiritualmente relapsos, perseverou como líder zeloso e fiel (não apenas na causa de Deus, mas também em sua própria casa; pois, seu filho Finéias é exemplo de lealdade ao Senhor frente à imoralidade do povo em Números 25).

Carecemos de Eleazares e Fineias nos dias atuais! Nossa sociedade precisa urgentemente de líderes de fibras que enfrente ousadamente a forte influência da imoralidade!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 30 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 30 by Luís Uehara
9 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/30

A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.

Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.

Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.

Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/30
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2022, 0:50
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405 palavras

Costumeiramente, o povo era obrigado a cumprir qualquer voto ou obrigação que tivesse assumido, incluindo até uma promessa precipitada (v. 6). Entretanto, o voto de um membro subordinado de uma família podia ser cancelado pelo cabeça da casa (vs. 5, 8, 12-13, 15). Moisés exortou o povo a não fazer votos precipitados, mas declarou que se fossem feitos, teriam que ser cumpridos (D7 23.21-23; cf Pv 20.25). Bíblia de Genebra.

2 Cumprir o voto é uma impreterível exigência de Deus. Israel não cumpriu seus votos ao Senhor, Êx 19.8. (Bíblia Shedd).

Mas, se o pai … o desaprovar Votos criavam solenes obrigações, que não podiam ser quebradas (comparar com Jz 11:30-31, 34-40, Sal 15:4). Mas na sociedade patriarcal israelita, os homens controlavam a propriedade da família que uma pessoa poderia dar através de voto ao Senhor, como um animal para um sacrifício. Portanto, uma mulher precisaria da autorização de seu pai ou de seu marido para fazer um voto que afetasse tal propriedade. Sem esta permissão, ele poderia se ver envolvida na situação terrível de não poder conseguir cumprir sua promessa a Deus. É notável que, neste capítulo, o Senhor desistia de receber uma oferta em prol da preservação da harmonia familiar. Observe que Deus não ordenou o modo patriarcal de fazer as coisas, mas preferiu aperfeiçoar aquela cultura ao invés de anulá-la (comparar com o cap.27). Andrews Study Bible.

O Senhor lhe perdoará Este é um exemplo da como Deus introduziu o perdão nos sistemas legais e religiosos israelitas (Andrews Study Bible).

Muitas vezes uma pessoa de pouca responsabilidade pode jurar algo contra a vontade divina, e então ainda haveria a possibilidade de alguém mais sábio tomar a responsabilidade de anular o voto. O pai da família deve exercer a autoridade pastoral no lar. Ex 12.26-27; 13.14-15; Dt 6.7 (Bíblia Shedd).

o dito irrefletido Infelizmente este aspecto quase sempre entra no voto, e é por isso mesmo que Deus quer que tenhamos consciências limpas e livres, abertas à influência do Espírito Santo (Bíblia Shedd).

13 para afligir a sua alma Refere-se a votos feitos contra a natureza, votos que ameaçariam a saúde e o bem estar, ou que ameaçariam a harmonia da vida conjugal (Bíblia Shedd).

Auto negação física (ver nota em Lv 16:29) poderia envolver a interrupção temporária das relações conjugais, fato que envolveria o marido. Num 30 não cobre a possibilidade de um esposo fazer voto de abstinência sexual, o que seria improvável. Paulo aconselhava que casais somente se abstivessem temporariamente de relações sexuais se houvesse concordância mútua (Andrews Study Bible).



Números 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de junho de 2022, 0:45
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“São estes os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai” (v.16).

O voto ou juramento era realizado para fins de adoração, gratidão, reavivamento espiritual ou até para alcançar alguma bênção. Tanto o homem como a mulher podiam fazer um voto, desde que respeitassem os estatutos estabelecidos por Deus para este propósito. A mulher, no entanto, deveria levar em conta a aprovação de seu pai ou de seu marido quanto ao voto realizado. Por vezes, pelo “dito irrefletido dos seus lábios” (v.6), uma mulher poderia fazer juramentos que fossem prejudiciais tanto a si mesma quanto à sua família. Para tanto, o pai ou o marido, responsáveis por sua proteção e segurança, foram autorizados pelo Senhor a “anular o voto que estava sobre ela” (v.8).

Um voto muito conhecido na Bíblia, feito por uma mulher, foi o voto de Ana. Sendo incapaz de gerar filhos, Ana prostrou-se em humilhação diante do Senhor e prometeu que se Ele lhe desse um filho ela o dedicaria a serviço dEle. Ciente da grande tristeza de sua amada esposa devido à sua esterilidade, seu marido, Elcana, não reprovou o voto de Ana, mas acordou em cumpri-lo logo após o desmame do pequeno Samuel (1Sm.1:24). Deus nunca Se agradou de votos precipitados ou realizados por motivos egoístas. A mulher exerce um papel fundamental no seio do lar e é muito importante que ela promova uma atmosfera de harmonia e de mútua cooperação na família.

Na cruz do Calvário, Jesus cumpriu o supremo voto dando a Sua vida para resgate de muitos. Quando encarnado entre nós, ao observar a incoerência dos votos e juramentos realizados, nos deixou a seguinte ordem: “de modo algum jureis” (Mt.5:34). Muitos dos juramentos daquela época eram feitos de forma pública e audível a fim de revelar uma aparência de piedade, enquanto o coração era guiado pelo orgulho. Da mesma sorte, o jejum era praticado como um mostruário de “santos”. Mas, ao contrário disso, Jesus jejuou no deserto, deixando-nos exemplo de que o jejum é uma prática espiritual entre o homem e Deus e não uma propaganda de santidade.

O Senhor não espera de nós hoje que nos obriguemos com votos e juramentos, mas com uma vida consagrada a Ele e intimamente ligada a dEle. Como mulher, mãe e esposa, devo conhecer e buscar praticar os meus deveres diante de Deus e de minha família. Não posso viver em função apenas de mim mesma, mas zelar pelo bem-estar de minha casa, pois está escrito: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv.14:1). Olhemos para Cristo, Sua vida abnegada e altruísta, e, certamente, encontraremos lições suficientes que nos ensinarão a sermos servos e servas de Deus não somente de palavra, mas de fato e de verdade, para a glória do Pai. Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos e servas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 30 – Uma pessoa não é um punhado de substâncias químicas dinâmicas aglomeradas no formato de um corpo humano, nem as palavras são meramente ondas sonoras que se espalham aleatoriamente pelo ar. Somos criados por Deus dotados de raciocínio, inteligência, senso de responsabilidade e moralidade. Nossas palavras causam impactos impressionantes, positivos ou negativos.

Devemos ser homens e mulheres “de palavra” (comprometidos com o que dizemos).

“Em Levítico 27, Moisés havia tocado no assunto dos votos em termos de consagração de pessoas e de bens ao Senhor, mas aqui ele trata de votos pessoais e de como são afetados pelos relacionamentos. Este capítulo deixa claro que o lar é fundamental para a nação, que deve haver autoridade e subordinação dentro dele e que a verdade é que mantém a sociedade unida… Quando as pessoas se esquecem de que Deus ouve o que dizem, então são tentadas a enganar, e as mentiras levam a sociedade a se desintegrar… Quer as pessoas tenham consciência ou não, fazer uma promessa é comprometer-se com o Senhor. Os alicerces da sociedade estão corroídos por causa de promessas quebradas, sejam contratos oficiais, votos matrimoniais, compromissos políticos ou palavras ditas no banco de testemunhas do tribunal. Esperamos que o Senhor cumpra Suas promessas, e Ele espera que cumpramos as nossas. A verdade é a argamassa que mantém a sociedade unida” (Warren Wiersbe).

Além disso, Números 30 trata do cuidado pelas mulheres que os homens deveriam (primeiramente pai, depois o marido), que muitos interpretam como filosofia machista. As mulheres não deveriam ser contadas para a guerra (Números 1:3; 26:2). Elas não serviriam o exército; devem ser preservadas. O mesmo se dá em relação ao voto delas, se fossem prejudicá-las, poderia ser cancelado pelo pai (quando estivesse em casa) ou pelo marido (após ter sido casada).

As mulheres não eram desprezadas ou desvalorizadas, mas respeitadas na cultura bíblica (Números 27:1-11), ainda que a cultura judaica pudesse ter dificuldades para aceitar as orientações divinas. O mesmo cuidado é visto no Novo Testamento (1 Timóteo 5:1-16; Tiago 1:27). Marido que trata asperamente sua esposa, tem as orações interceptadas (1 Pedro 3:7).

As pessoas precisam aprender a ler a Bíblia para não falarem absurdos que as levarão à juízo pelo Seu Autor (Mateus 12:36-37; Romanos 2:1-8).

Reavivemo-nos! Heber Toth Armí.



NÚMEROS 29 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 29 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 29 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 29 by Luís Uehara
8 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/29

O capítulo de hoje e o anterior fornecem informações adicionais sobre as várias ofertas apresentadas ao longo do ano. Aqui a ênfase recai sobre os dias festivos religiosos. Vários tipos de ofertas são apresentados, incluindo holocaustos, ofertas de cereais, ofertas pelo pecado, ofertas de expiação, ofertas de bebida e ofertas pacíficas – e um lembrete para não esquecer as ofertas diárias regulares, mesmo nesses dias especiais.

Jesus é Aquele a quem todas essas ofertas apontam. Ele é definitivamente nossa oferta pelo pecado, mas Ele também é cada uma dessas outras ofertas. Em relação ao festival de ação de graças da colheita, Ellen White escreveu: “Pois até mesmo os produtos da terra, as graças fornecidas pelo sustento do homem, devemos à oferta de Cristo na cruz do Calvário. Deus nos ensina que tudo que recebemos Dele é o dom do amor redentor “. (Review and Herald, 10 de novembro de 1896)

Reserve um tempo hoje para pensar sobre as maneiras pelas quais o sacrifício de Jesus no Calvário afeta nossa vida. Ele nos traz esperança e paz, Ele restaura nosso relacionamento rompido com Deus e com outras pessoas, e Ele quer fazer parte de nossas vidas diárias como o pão que comemos todos os dias. Ele é nosso sacrifício perfeito.

Michael White
Professor de Religião e Tradutor
Universidade da União Peruana
Lima, Peru

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/29
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2022, 0:50
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829 palavras

Deus estabeleceu muitos feriados [festas, festivais] no calendários de Israel. A Festa das Trombetas era um dos três grandes feriados estabelecidos no sétimo mês (a Festa dos Tabernáculos e o Dia da Expiação eram os outros dois). Estes feriados proviam um tempo para revigorar a mente e o corpo e para renovar o  comprometimento com Deus.Se você se sente cansado ou distante de Deus, experimente tirar um “feriado espiritual”. Afaste-se da rotina diária e concentre-se em renovar seu comprometimento com Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

1-6 A Festa das Trombetas era celebrada no início do sétimo mês, um mês muito ativo na adoração ao Senhor nas festas sagradas… Posteriormente na tradição judaica, esta festa comemorava o Ano Novo, Rosh Hashanah. A trombeta tocada tocada era o shofar, o chifre de carneiro [e não as trombetas de prata]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-2 A Festa das Trombetas demonstrava três importantes princípios que devemos seguir em nossa adoração hoje: 1) Todo o povo se reunia para celebrar e adorar. Consegue-se um benefício extra pela adoração com outros adoradores. 2) A rotina diária normal era suspensa e nenhum trabalho duro era realizado. A adoração toma tempo e separar o tempo nos permite ajustar nossas atitudes antes e se reflete posteriormente. 3) O povo sacrificava animais como oferta queimada [holocausto] a Deus. Nós mostramos nosso comprometimento com Deus quando damos algo de valor para Ele. A melhor dádiva, é claro, somos nós mesmos. Life Application Study Bible Kingsway.

santa convocação. Isto é, uma convocação solene à qual todo o povo deveria comparecer. Bíblia Shedd.

O sétimo mês, o primeiro do ano civil, fora separado especialmente para propósitos religiosos (Lv 23:23-44), e contava com mais dias dedicados a ritos religiosos do que qualquer outro mês do ano. [ver tb Lv 23:24, 25]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1011.

três décimas de um efa. Cerca de 6,6 litros, a porção costumeira para sacrifícios dessa natureza. CBASD, vol. 1, p. 1011.

7-12 A Festa da Trombetas introduz [anuncia] o Dia da Expiação, um tempo de confissão, de arrependimento e de celebração (v. Lv 16; 23.26-32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os sacrifícios da Festa da Expiação, realizada no décimo dia do sétimo mês, com feriado nacional e jejum. Aliás, é o único dia de jejum oficial ordenado pela Lei. Este era o dia da humilhação e da expiação dos pecados da nação, quando o sumo sacerdote ofereceria sacrifícios como expiação pelo santuário, pelos sacerdotes, e por todo o povo, Lv 16. Bíblia Shedd.

afligireis a vossa alma. Este ato incluía o jejum, que foi e é  grande jejum anual observado rigorosamente pelos judeus ortodoxos (cf. Lv 16:29; 23:27-29, 32; Sl 35:13; Is 58:3, 5; At 27:9). CBASD, vol. 1, p. 1012.

12-39 A Festa dos Tabernáculos, a última e a maior das três grandes festas anuais do povo judaico. Recebeu este nome para lembrar o tempo em que o povo habitava em tendas durante sua peregrinação no deserto, Lv 23. Na Terra Prometida esta festa se realizava ao redor do templo em Jerusalém, onde o povo armava suas tendas nos terraços e lugares abertos da cidade e da sua vizinhança, produzindo assim um aspecto festivo e original. Naqueles dias havia cerimônias esplêndidas. Bíblia Shedd.

13 treze novilhos. O mesmo tipo de sacrifício ordenado para outras festas. Mas, ao passo que dois novilhos eram suficientes em outras festividades, neste caso são prescritos 13 (Nm 28:11, 19, 27). A cada dia, durante sete dias consecutivos, um novilho a menos era ofertado (v. 17, 20, 23, 26, 29, 32). Assim, sete novilhos eram oferecidos no sétimo dia, totalizando 70 novilhos para os sete dias. CBASD, vol. 1, p. 1012.

17 No segundo dia, oferecereis doze novilhos. O total de novilhos oferecidos fica em setenta. Setenta era o número redondo no qual os israelitas calculavam os povos da terra, e a interpretação dadas a estes sacrifícios pelos próprios judeus é que foram feitos no sentido de interceder a Deus em favor de toda a raça humana. … o sacrifício único de Jesus Cristo haveria de abranger pessoas de todas as nações que se convertessem a Ele, o qual custou aos próprios discípulos entenderem (Gl 2.14-21; At 10.1-48). Bíblia Shedd.

doze novilhos. Um novilho a menos do que no dia anterior.  O número de carneiros e cordeiros não mudava. Todo o sistema de ritos repousava sobre o sacrifício diário; a despeito do número de sacrifícios acrescentados, a oferta diária nunca era deixada de lado. Da mesma maneira, o Cordeiro de Deus jamais pode ser substituído. Nenhuma função, nenhum rito e nenhuma regra pode tomar o lugar do Filho de Deus, o único por meio de quem há salvação do pecado. CBASD, vol. 1, p. 1012.

35 nenhuma obra servil fareis. Esta expressão ocorre muitas vezes quando se trata de festas religiosas, especialmente o dia do sábado, e nos ajuda a compreender que a religião não consiste no merecimento da obra humana, mas sim no descansar na graça divina, aceitando a salvação que Deus nos dá. Bíblia Shedd.

38 um bode, para oferta de pecado. Qualquer que fosse a festividade, requeria-se uma oferta pelo pecado (Nm 28:15, 22, 30; 29:5; etc.). O povo sempre precisava de perdão. Era importante não se perder de vista esse fato. CBASD, vol. 1, p. 1012.