Reavivados por Sua Palavra


Números 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de junho de 2022, 0:45
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“Escreveu Moisés as suas saídas, caminhada após caminhada, conforme o mandado do Senhor[…]” (v.2).

Os anos passados no deserto foram registrados por Moisés a mando do Senhor. Cada caminhada ganhou um diário que guardaria lembrança para as futuras gerações. A história de Israel não cairia no esquecimento, mas passaria a compor os primeiros livros do Cânon Sagrado e deixaria à humanidade um legado de tirar o fôlego. Os relatos dos altos e baixos da nação eleita, ainda hoje, despertam o olhar crítico de quem não consegue conceber que o Deus do Novo Testamento é O mesmo dos antigos registros. Este pensamento, no entanto, lançaria por terra o evangelho contido dentro do mais famoso verso bíblico: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Enquanto Israel prosseguia “caminhada após caminhada” (v.2), à cada experiência vivida, Deus preparava o Seu povo para o futuro. Tanto a morte de Arão quanto a notícia de que Israel se aproximava de Canaã, fez o coração dos filhos de Israel pulsar no desejo de logo encontrar descanso no lugar prometido. Contudo, não seria tão fácil a sua conquista. Precisavam desapossar os habitantes de Canaã a fim de desfrutar de suas moradas. Aqueles povos, à semelhança do Egito, receberam um prolongado tempo de graça que escolheram ignorar a fim de permanecer na prática da idolatria e da imoralidade. A promessa de paz seria condicional à obediência de Israel em livrar-se daquelas nações idólatras e de tudo o que envolvia sua falsa adoração.

Na fronteira da derradeira promessa, nossos olhos quase podem contemplar o Rei que Se aproxima. Aleluia! Não podemos nos prender nas derrotas e vitórias do passado, mas, sem dúvida, elas nos ajudam a olhar com esperança para o futuro. Os relatos de Israel, os arquivos da reforma protestante, os escritos dos pioneiros adventistas fazem parte de uma memorável coleção da atuação divina no meio do Seu povo. Em cada fase da história desta Terra, Deus tem agido pontualmente conforme a necessidade humana. Sua atuação no Antigo Testamento relata um período difícil de santificação e purificação de Israel, mas também o desejo de estender as bênçãos da salvação a todos os que se arrependessem e O buscassem de todo o coração, como foi com os habitantes de Nínive (Jn.3:10).

A ordem divina de não permitir a união do santo com o profano não ficou no passado, mas também será um dos sinais que fará a diferença “entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Creio que a história de Israel deixa isso bem claro. Paulo reforçou este princípio, ao escrever: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14). Sigamos os passos de Cristo Jesus, que Se misturava com todos para curar e salvar, e não para comungar com seus pecados.

Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus” (2Co.7:1). Que cheios do poder do Espírito Santo, sejamos a mensagem que o mundo precisa receber: de que Jesus está voltando e precisamos estar prontos para este grande Dia. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santificados para a vida eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 33 – Refrescar a memória dos capítulos vividos reforça, no presente, o aprendizado pretendido por Deus que Seu povo pratique no futuro.

História é matéria sumamente importante para obter vitórias propostas por Deus. Se Deus é o Professor, o deserto é a prova para tornar Seus alunos aptos para desfrutar da recompensa preparada por Ele.

A recapitulação desde o Êxodo até o portal da Terra Prometida, realizada por Moisés através da inspiração divina, mostra Deus – como grande pedagogo – fazendo uso dos detalhes históricos de forma didática, visando instruir aos que desfrutariam do cumprimento da promessa divina proferida a Abraão (Gênesis 12:1-3; 15:13-16).

O relato de Números 33 pode parecer insignificante ao leitor superficial e desatendo. Conquanto, Eugene Merrill apresenta-nos a importância da antiga trajetória israelita ao cristão moderno:

“A história da peregrinação de Israel, partindo do Sinai, o lugar de seu compromisso inicial com Deus, até as planícies de Moabe, onde Israel manifestou-se disposto a concretizar todas as promessas de Deus, lança luz sobre a experiência cristã. É evidente que Israel, como os fiéis de hoje, experimentou tempos de fracasso abismal. As frequentes murmurações de Israel contra Moisés (e contra Deus) ilustram como o povo de Deus não se satisfazia e não se satisfaz com o que devia ser o máximo prazer – experimentar o cuidado e a direção de Deus em nossa vida. Israel, com saudades dos bons tempos no Egito, ilustra que os prazeres do pecado continuam atraentes mesmo aos que foram redimidos por Deus. Então e agora, a rebelião contra Deus traz consequências medonhas. O julgamento, porém, não é a palavra final de Deus: Aqueles que se apegam tenazmente às promessas são recompensados”.

A graça de Deus triunfa sobre a desgraça provocada pelo pecado. Por mais que a preferência pelo pecado fosse maior que o gosto pela vontade divina, a Terra Prometida continuava garantida aos israelitas devido à benevolência de Deus.

A graça não nos quer na desgraça. Não é saudável espiritualmente acomodar-se com algumas conquistas (Números 33:51-53). Deus deseja que avancemos sempre. Devemos compreender que a conversão nos tira da lama da escravidão, o processo de santificação acontece durante os desertos da vida; e, deve continuar até que Jesus venha buscar-nos!

Avancemos apegando-nos às promessas de Deus, certamente seremos recompensados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 32 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 33 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 32 by Luís Uehara
11 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/32

Este capítulo apresenta significativas lições acerca da importância de se manter a unidade e a habilidade de resolver conflitos por meio da comunicação direta e franca. As tribos de Rúben e Gade tinham uma imensa quantidade de gado e, assim, fizeram um pedido que gerou um momento de tensão junto ao seu líder Moisés. “Se podemos contar com o favor de vocês”, disseram eles,” (V. 5 NVI). Moisés interpretou este pedido como um ato de deslealdade e covardia (vs. 6-14).

Felizmente, os líderes das tribos de Gade e Manassés reconheceram que precisavam esclarecer seus motivos para responder às objeções e medos de Moisés. Este esclarecimento cumpriu seu objetivo. Moisés aceitou a proposta e enfatizou a importância de cumprir o compromisso assumido de ajudar militarmente as demais tribos a conquistarem o território delas. Desta forma, uma situação que parecia colocar em risco a unidade do povo foi resolvida pela atitude amigável das tribos de Gade e Manassés. Moisés teve a sabedoria de ouvir as explicações e depois avaliar a situação de uma perspectiva mais ampla. Hoje também podemos resolver muitas situações estressantes seguindo o bom exemplo de Moisés.

Walter Alaña
Reitor do Seminário Teológico Adventista
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/32
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2022, 0:50
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710 palavras

1-42 A distribuição da Transjordânia às tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés. Bíblia Shedd.

As tribos de Rúben e Gade, possuidores de muito gado, pediram permissão para estabelecerem-se no território da Transjordânia (a região a leste do rio Jordão e do mar Morto), já conquistado (vs 1-5; cf 21.24-26, 31-35). Visto que todo o Israel devia participar da conquista e visto que a ausência deles desencorajaria as outras tribos, Moisés advertiu-os severamente contra o pecado da geração que saiu do Egito (vs. 6-15). Sua admoestação inclui um clássico reconhecimento do domínio soberano de Deus como juiz: “sabei que o vosso pecado vos há de achar” (v. 23). Bíblia de Genebra.

a terra de Gileade. Esta expressão, às vezes, é usada para descrever a totalidade do território de Israel além do rio Jordão, Gn 37.25. Morar ao leste do Jordão causaria uma separação do resto dos israelitas e, não havendo uma barreira natural entre Gileade e o oriente(de onde provinham as invasões durante a história de Israel), o perigo era grande. … Apesar das terras serem férteis, ficavam isoladas das demais tribos de Israel, e por isso, as tribos que eram as primeiras a possuírem a terra, foram também as primeiras a serem despojadas dela. … Rúben nunca mais aparece como uma tribo importante, e os que ficaram em Gileade nunca chegaram a se destacar na história de Israel. Bíblia Shedd.

lugar de gado. Neste território, ficava Basã, região conhecida por seu fino gado (ver Sl 22:12). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1024.

15 Se não quiserdes segui-Lo, também ele deixará todo o povo. Como seus pais haviam feito e perecido no deserto. … O povo poderia então se recusar a atravessar o Jordão para consolidar a posse de Canaã. CBASD, vol. 1, p. 1025.

16-19 A terra a leste do Jordão havia sido conquistada. O trabalho pesado havia sido feito por todas as tribos juntas. Mas as tribos de Rúben e Gade e a meia tribo de Manassés não pararam após suas terras estarem desocupadas. Eles se comprometeram a continuar trabalhando com os outros até que a terra de todos fosse conquistada. Após outros ajudarem você, você apresenta desculpas para ajudá-los? Finalize o trabalho todo, mesmo aquelas partes que não beneficiem você diretamente. Life Application Study Bible Kingsway.

18 Não voltaremos para nossa casa até que. Tendo em vista a relativa facilidade da conquista da região a leste do Jordão, Gade e Rúben sem dúvida pensavam que a área a oeste do rio seria rapidamente ocupada. CBASD, vol. 1, p. 1024.

20 perante o SENHOR. Yahweh é conhecido como o Deus das batalhas, que ia à frente da nação em marcha para confundir os inimigos (ver Nm 21:14; Js 4:5, 11-13; 6:8, 9; Lz 5:23). CBASD, vol. 1, p. 1026.

23 se não fizerdes assim… sabei que o vosso pecado vos há de achar. Literalmente, “e conheçais o vosso pecado, que vos há de achar”. Deus expressou a mesma ideia ao se dirigir a Caim: “o pecado jaz á porta” (Gn 4:7). CBASD, vol. 1, p. 1026.

25 Como ordena meu senhor. Um toque tipicamente oriental, uma vez que aquilo que Moisés declarara era exatamente o que eles mesmos haviam sugerido. CBASD, vol. 1, p. 1026.

28 Moisés deu ordem a respeito deles a Eleazar, o  sacerdote, e a Josué. Moisés sabia que não atravessaria o Jordão. Por isso, colocou sobre Eleazar e Josué a responsabilidade de garantir que Rúben e Gade cumprissem suas promessas (ver Js 1:13, 14; 22:1-6). CBASD, vol. 1, p. 1026.

33 meia tribo de Manassés. Parece que, depois de estabelecidas com as tribos de Rúben e de Gade as condições para povoar a Transjordânia, metade da tribo de Manassés também entrou no acordo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao que parece, muitos elementos dessa tribo tinham-se unido a Rúben e a Gade no desejo de viver a leste do rio Jordão. Durante o tempo no deserto, a tribo de Manassés tinha aumentado de 32.200 homens para 52.700 (cf. 1.35; 26.34). Rúben e Gade estabeleceram-se em território já conquistado (vs 33-38), mas a meia tribo de Manassés seguiu mais para o norte e fez novas conquistas (vs. 39-42). Bíblia de Genebra.

38 Nebo. Próximo ao Monte Nebo, onde Moisés faleceu (ver Dt 32:49), a leste da extremidade norte do Mar Morto. CBASD, vol. 1, p. 1027.

deram outros nomes. Literalmente, “mudaram de nome”. Os nomes de Nebo [cf. Dn 1:7] e Baal-Meom foram mudados porque representavam deuses cuja adoração era centralizada nestes locais. Contudo, os nomes antigos persistiram (Js 13:17; Ez 25:9). CBASD, vol. 1, p. 1027.



Números 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de junho de 2022, 0:45
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“Por que, pois, desanimais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o Senhor lhes deu?” (v.7).

Prestes a entrar em Canaã, duas tribos e meia de Israel fizeram um pedido inusitado: o de permanecer nas terras aquém do Jordão a fim de ter pastos suficientes para os seus gados. A segunda fala dos representantes daquelas tribos, no entanto, esclareceu o seu pedido e tranquilizou o coração do idoso líder, que, prontamente, lhes atribuiu herança daquém do Jordão desde que cumprissem a sua palavra e avançassem com as demais tribos contra os inimigos da nação. Cientes da maldição que lhes sobreviria caso não cumprissem o que lhes fora determinado, acordaram: “O que o Senhor disse a teus servos, isso faremos” (v.31). Assim, aquelas tribos estabeleceram suas moradas na Transjordânia, cada qual com suas cidades segundo a divisão estabelecida por Moisés.

Havia motivos suficientes para que Moisés ficasse alarmado com a escolha daquelas duas tribos e meia. Perto de sua morte, não poderia deixar encargo tão pesado sobre os ombros de seu sucessor. Procurou, então, resolver com celeridade a questão que poderia provocar nova contenda entre os filhos de Israel. A incredulidade tornaria a consumir o coração do povo e ameaçaria deixá-lo novamente em quarentena. Moisés tinha que ser rápido e enérgico, a fim de não permitir tamanho infortúnio. O esclarecimento daquelas tribos quanto às suas intenções de permanecer lutando ao lado de seus irmãos até que chegassem ao seu lugar, deu alívio ao coração de Moisés e garantiu o cumprimento de seu pedido.

A promessa do Senhor a Israel consistia nas terras dalém do Jordão, mas aquelas tribos vislumbraram terras férteis e abundantes na fronteira. Mesmo tendo sido atendido o seu pedido, não temos mais detalhes sobre os resultados positivos ou negativos desta surpreendente escolha. O plano original de Deus era que toda a nação habitasse em Canaã. Agora parecia que estava havendo uma separação. O Senhor opera no meio do Seu povo pela manifestação do Espírito Santo a fim de promover a comunhão. Ninguém atravessará os portais eternos, contudo, sem que haja concordado com isso. O contentamento com as terras da fronteira levarão muitos a lutar junto com o povo de Deus a caminho do Lar, mas, fincados os seus pés ali, não tomarão parte da herança eterna.

Decisões semelhantes têm sido tomadas a cada dia, e muitos que hoje tomam posição nas fileiras de Deus alegam vantagem em suas equivocadas escolhas. É como se cada um declarasse: “O plano de Deus é bom, mas o meu é melhor”. Em tempos de sacudidura, nossas escolhas devem refletir para onde estamos indo. Estamos simplesmente marchando com a intenção de voltar, ou avançando “para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14)? É tempo de nos consagrar inteiramente ao Senhor, de modo que estejamos com os pés nesta terra, mas com os olhos sempre no Céu.

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, herdeiros da Canaã celeste!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 32 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2022, 0:40
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NÚMEROS 32 – Aqueles que prezam pela unidade do povo de Deus valorizam a liderança espiritual, lutam a favor do corpo de Cristo, acatam exortações dos líderes espirituais, e são cuidadosos para não serem estorvos aos remanescentes de Deus.

Apesar de tudo o que Deus fizera para que Sua promessa de uma terra que mana leite e mel se tornasse realidade, parece haver indisposição por parte de alguns israelitas. As tribos de Rúben, Gade e meia tribo de Manassés solicitaram a Moisés para não receberem a herança em Canaã, mas na Transjordânia, onde haviam chegado (Números 32:1-19). Contentaram-se em chegar próximo à Terra Prometida, e Moisés meio apreensivo, anuiu ao pedido deles; porém, sob condição de que lutassem pelas outras tribos até que tivessem seus territórios em Canaã; além dessa condição, outra exigência de Moisés foi pela constante fidelidade ao Senhor (Números 32:20-42).

Números 32 ensina-nos preciosas lições práticas:

  • A lealdade entre membros do povo de Deus é essencial para o sucesso do o remanescente fiel; a independência e o individualismo são mecanismos do diabo para impedir o cumprimento da promessa divina.
  • O líder deve sempre pensar no corpo de Cristo como um todo, sem menosprezar ou ser inflexível diante dos pedidos dos liderados que, caso seja diferente do pretendido, deve ser remanejado para que possa satisfazer a todos.
  • A unidade nos projetos da congregação do povo de Deus é essencial para que haja prosperidade, sem a qual, o avanço e desenvolvimento dos projetos de Deus podem ser comprometidos.
  • Destaca-se que é pecado deixar de cumprir um acordo e ser negligente no auxílio dos outros membros do corpo de Cristo no cumprimento da missão concedida por Deus. Aprendamos tal verdade! (Números 32:23).

O povo de Israel começava a experimentar o cumprimento da profecia de Gênesis 15:16, proferida por Deus cerca de 400 anos antes. Assim, Números 32 mostra que Deus conduz história apesar de nós; embora demorasse 38 anos para adentrar a Terra Prometida após o êxodo egípcio, o atraso aconteceu como Deus havia declarado diante da rebeldia do povo em Números 13 e 14.

Se a liderança espiritual fosse mais consultada frente a decisões que afetam o coletivo, haveria mais sucesso no desenvolvimento eclesiástico onde há conflitos e fracassos.

Enfim, confiemos em Deus, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 31 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 31 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 31 by Luís Uehara
10 de junho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/31

Deus é amor (1 João 4:8). Esta é a premissa principal, a lente através da qual toda a Bíblia deve ser lida. Números 31 nos lembra que a justiça também é outra premissa importante para entender os textos bíblicos. O SENHOR é um Deus de justiça (Is 30:18). A premissa de que Deus é justiça tem sido frequentemente esquecida ou ignorada, especialmente nestes últimos tempos da história da terra.

Números 31 nos lembra que Deus é capaz de usar pessoas, anjos, ou até mesmo a natureza para levar a cabo a justiça. Às vezes até governadores, policiais e cadeias cumprem o propósito de Deus! No entanto, enquanto estamos neste mundo pecaminoso, o inimigo de Deus muitas vezes provoca a injustiça. A maioria das calamidades e desastres que ocorrem na terra não são ações de Deus, mas ações do diabo, que produzem confusão e deturpam o caráter de Deus. Não obstante, Números 31 nos lembra que Deus não permitirá o pecado e o mal para sempre. Ele intervirá e porá fim ao mal e aos malfeitores, porque Deus é Amor e Justiça.

Benjamín Rojas Yauri
Professor de Novo Testamento e Hermenêutica/Supervisor de Estágio
Pesquisador/Research Fellow – Novo Testamento / Universidade de Stellenbosch
Seminário Teológico da Universidade União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/31
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2022, 0:50
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942 palavras

A vitória dos israelitas sobre os midianitas, cuja destruição se fez necessária por serem fonte de prevaricação, moléstia e infecção para o povo de Deus, v. 16. Além do mais, os midianitas tinham se unido aos moabitas para amaldiçoar Israel, proferindo, deste modo, injúria ao Deus de Israel. Bíblia Shedd.

Os midianitas eram um povo nômade que descendia de Abraão e sua segunda mulher, Quetura. A terra de Midiã se estendia ao sul de Canaã, mas grandes grupos de midianitas se deslocavam a muitos quilômetros de sua terra natal, buscando por terras de pasto para seus rebanhos. Um grupo destes estava próximo da terra prometida quando os israelitas chegaram. Quando Moisés fugiu do Egito (Êx 2), ele buscou refúgio na terra de Midiã. Sua mulher e sogro era midianitas. A despeito dessa aliança, israelitas e midianitas foram sempre amargos inimigos. Life Application Study Bible.

8 Balaão morre, não como um justo, o que era seu desejo hipócrita (Nm 23.10), mas sim a morte de um infiel, mercenário e inimigo de Deus. A sua sorte será com os incrédulos, Ap. 21.8. Bíblia Shedd.

O cap. 25 não define o nome do instigador principal da sedução dos homens israelitas à adoração depravada de Baal. Aqui, porém, ele aparece entre os mortos. O que Balaão não conseguira levar a efeito mediante os atos de magia ou de feitiçaria (caps. 22-24) quase conseguiu realizar mediante os seus conselhos aos midianitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-18 Embora as tropas matassem os homens de Midiã, pouparam as mulheres e crianças como despojo. Moisés ordenou que somente as mulheres virgens (que, portanto, eram inocentes das indecências em Peor) fossem poupadas; as mulheres culpadas e os meninos (que seriam uma ameaça contra os direitos de herança dos homens israelitas) deviam ser executados (v. 15-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A ordem de Moisés para que todas as mulheres que não fossem virgens fossem executadas deveu-se à imoralidade em Peor. Todos os varões foram mortos, inclusive os meninos, provavelmente para impedir o ressurgimento dos clãs midianitas (cf. v. 7) Bíblia de Genebra.

Homens e mulheres não virgens midianitas foram mortos por causa do dano que causaram a Israel ou porque se colocavam como potencial ameaça no futuro, mas as virgens podiam ser assimiladas em Israel, inclusive através de casamento (comparar com Dt 21:10-13). Andrews Study Bible.

Quando descobrimos pecados em nossas vidas, devemos tratar com eles de maneira séria e definitiva. Quando os israelitas entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente com o pecado que os levou à ruína. Moisés lidou com o pecado de maneira pronta e definitiva. Quando Deus apontar o pecado, aja rapidamente para removê-lo de sua vida. Life Application Study Bible.

16 estas, por conselho de Balaão. Quando Balaão não conseguiu ganhar um salário por amaldiçoar a Israel, 24.10-14, já que o próprio Deus pôs profecias verídicas em sua boca, colaborou na desmoralização de Israel pela idolatria, descrita em 25.1-3, o que levou a esta guerra contra os midianitas que Israel declarou a fim de afastar a causa da prevaricação. Talvez sua presença entre os midianitas na hora da sua morte (v 8) foi para efetuar a cobrança pela destruição de 24.000 israelitas (25.9), que era o motivo de os midianitas terem convocado este profeta falso, 22.4-5. Sua maldição não funcionou, mas seus conselhos malignos causaram esta tragedia. Bíblia Shedd.

A história de Balaão (22:1-24:25), tomada isoladamente, nos levaria a acreditar que Balaão era um homem honesto e temente a Deus. Mas aqui está a primeira das evidências bíblicas de que Balaão não era o bom homem que aparentava ser. Life Application Study Bible.

18 Os regulamentos para o casamento de um soldado com uma mulher que levou cativa da guerra são definidos em Dt 21.10-14. Bíblia Shedd.

19-24 Como essa era uma guerra santa, tanto as pessoas (v. 19, 20) quanto os objetos (v. 21-24) deviam ser purificados (cf. 19.11-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Visto que os despojos de guerra tinham que ser manuseados de uma maneira que ficasse preservada a santidade de Deus e do povo, os princípios aqui aplicados ajudaram a preparar os israelitas para a conquista vindoura da terra. Bíblia de Genebra.

23 Na obra de purificar o metal, o fundidor sabe que a obra está terminada quando pode ver sua própria face no metal. Assim também o crente está se purificando quando a face de Cristo se reflete nas suas obras e atitudes. Bíblia Shedd.

27 duas partes iguais. A vitória pertencia a todos os israelitas. Bíblia Shedd.

49 nenhum fez falta dentre eles e nós. Sem dúvida, seria considerado uma tragédia que alguns homens perdessem a vida já no limiar da entrada na herança prometida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1022.

50 para fazer expiação por nós mesmos. Quando da realização de um censo, deveria se entregar uma taxa de meio ciclo (shekel) por pessoa contada, como resgate por suas vidas (Êx. 30:11-16). Mas nessa ocasião, os oficiais israelitas estavam especialmente gratos a Deus pelo resultado de sua contagem, que mostrou que nenhum deles havia sido morto. Então, fizeram uma rica doação, cujo total superou em muito a taxa requerida. Andrews Study Bible.

Após a contagem cuidadosa de todos os seus homens, os oficiais descobriram que nenhum soldado havia sido morto na batalha. Imediatamente eles agradeceram a Deus. Após atravessar por tempos difíceis, devemos ser rápidos em agradecer a Deus por nos livrar e proteger de perdas severas. Life Application Study Bible.

arrecadas. Ou “brincos” (NVI). Foram bastante comuns entre os povos orientais, tanto antigos quanto posteriores. CBASD, vol.1, p. 1022.

52 dezesseis mil setecentos e cinquenta ciclos. Cerca de 190 kg [de ouro, e outros materiais preciosos e semi preciosos, cf. v. 50]. Andrews Study Bible.

54 como memorial. Sem dúvida, boa parte da grande quantidade de ouro foi derretida e transformada em utensílios usados no santuário. CBASD, vol.1, p. 1022.