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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 33 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 33 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/33
O ato final de Moisés, registrado na Bíblia antes de subir ao Monte Nebo para morrer, foi pronunciar a bênção de Deus sobre os filhos de Israel. Bênçãos eram muito estimadas nesse período, como evidenciado pela conhecida história de Jacó e Esaú em Gênesis 27. As bênçãos, inspiradas pelo próprio Deus, eram tanto instrucionais quanto proféticas. Quando Moisés estava abençoando os filhos de Israel, ele também estava predizendo como e onde seus descendentes viveriam e se multiplicariam.
As bênçãos também foram baseadas no caráter ou comportamento passado do receptor. Em Gênesis 34, Simeão e Levi violentamente vingam a sua irmã, o que enfurece seu pai, que os deixa de fora do testamento, juntamente com os seus descendentes. Na bênção de Moisés, é interessante notar que a tribo de Simeão foi omitida e, subsequentemente, sua linhagem dispersou-se por Israel. Já à tribo de Levi, por causa de sua fidelidade, Deus estendeu a graça e a bênção deles foi restaurada.
Embora nossos pecados tenham consequências, Deus deseja estender Suas bênçãos e graça àqueles que são fiéis, assim como fez com os antigos israelitas!
Karina Sherwin-Bloom
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Cedar Lake
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/33
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1186 palavras
[Dt 33] Registra a bênção final de Moisés. Consiste em uma introdução (1-2), um pronunciamento de bênçãos (6-25) e uma conclusão (26-29). A bênção é um discurso profético de oração e louvor, em forma poética, na qual Moisés declara o favor divino concedido individualmente às tribos. Bíblia Shedd.
1 O tema de abertura aqui é a gloriosa natureza de Deus. A referência é à entrega da lei quando, no meio do fogo e com a mediação dos anjos, Deus desceu ao Sinai (Sl 18.7-9; Hc 3.3, 4). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
2 Sinai… Seir… Parã. Montanhas associadas à outorga da lei (v. Gn 21.21 e nota; Jz 5.4, 5; Hc 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Das miríades de santos. Isto é, desde Sua habitação no céu onde há incontáveis seres santos, onde ele está entronizado em glória (ver 1Rs 22:19; Jó 1:6; Sl 89:7; Dn 7:10). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1181.
de Seir (ARA; NVI: “desde o Seir”).
3 todos os Teus santos. Isto é, o povo de Israel, a nação santa (ver Êx 19:6; Dt 7:6; 14:2, 21; 26:19). CBASD, vol. 1, p. 1181.
e aprendem das Tuas palavras (ARA; NVI: “de Ti recebem instrução”).
5 rei. O Senhor, e não um monarca terrestre, devia ser rei em Israel (v. Jz 8.23 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Seu povo amado (ARA; NVI: “Jesurum”. Tb v.26).
6-25 Note a diferença das bênçãos que Deus deu a cada tribo. A uma Ele deu as melhores terras, força para outra, e segurança para outra. Muitas vezes vemos alguém com uma bênção particular e pensamos que Deus deve amar mais aquela pessoa do que os demais. Em vez disso, pense que Deus desenvolve em todas as pessoas seus talentos únicos. Todos esses dons são necessários para completar Seu plano. Não tenha inveja dos dons que outros têm. Em vez disso, olhe para os dons que Deus deu para você, e decida realizar a tarefa que somente você está qualificado a fazer. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Viva Rúben e não morra; e não sejam poucos os seus homens! O segundo “não” neste versículo não está no hebraico. Esta é uma referência implícita ao pecado com Bila (Gn 35:22). Rúben era o primogênito (Gn 49:3), mas nunca chegou a ter relevância nacional. … contudo, Moisés assegurou aos rubenitas que não despareceriam por completo de Israel. CBASD, vol. 1, p. 1181.
7 Ouve, ó SENHOR, a voz de Judá e introduze-o no seu povo.Esta bênção subentende o papel guerreiro dos reis davídicos, descendentes de Judá, ao conduzirem Israel à batalha. Bíblia de Genebra.
Sendo a tribo real (Gn 49.8-10), Judá teria de defender a Israel de seus inimigos. Ao fazê-lo, precisava da ajuda divina. Bíblia Shedd.
8-11 Levi. Jacó também profetizara a dispersão de Levi (Gn 49.5-7). Mas Levi foi abençoada por haver mostrado devoção ao Senhor (8, 9) e foi escolhida pelo Senhor para importantíssimo ministério, especialmente o do sacerdócio (que pertencia aos descendentes de Arão). Bíblia Shedd.
8, 9 A bênção sobre Levi reflete a fidelidade deles ao tempo do bezerro de ouro, quando Levi pôs-se ao lado de Moisés e atuou no julgamento contra os descendentes de seus irmãos pecaminosos (Êx 32.27-29). Bíblia de Genebra.
A tribo de Levi teria a alta honra da liderança espiritual dos israelitas. CBASD, vol. 1, p. 1181.
9 pois guardou a Tua palavra e observou a Tua aliança. Levi comprova sua devoção ao Senhor no teste pelo qual passou, no Sinai (Êx 32.26-29). A lealdade a Deus tivera precedência sobre as relações de família. Bíblia Shedd.
13-17 José. Moisés ora para que essa tribo seja abençoada com abundância material da natureza (13-16) e com poder militar (17). Bíblia Shedd.
Com a bênção do Senhor, a terra de José na parte central de Canaã seria excepcionalmente fértil e produtiva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 as suas pontas (ARA; NVI: “seus chifres”).
miríades de Efraim… milhares de Manassés (ARA; NVI: “dezenas de milhares de Efraim … milhares de Manassés”). O irmão mais novo [Efraim] teria preeminência sobre o mais velho [Manassés], que tem apenas “milhares”, cf Gn 48.14ss. Bíblia Shedd.
18, 19 Zebulom teria sucesso no comércio, e Issacar teria prosperidade na agricultura pátria. Bíblia Shedd.
19 chuparão a abundância dos mares (ARA; NVI: “farão um banquete com a riqueza dos mares”).
20, 21 O povo da tribo de Gade recebeu o melhor da nova terra porque obedeceram a Deus ao punir os ímpios inimigos de Israel. Punir é desagradável tanto para quem aplica quanto para quem recebe, mas é parte necessária do crescimento. Se você está em posição que exige que por vezes você corrija outros, não se omita de cumprir sua tarefa. Entenda que disciplina realista é importante para o desenvolvimento do caráter. Sempre se esforce para ser sempre justo e misericordioso, mantendo em mente o melhor interesse da pessoa que deve receber a punição. Life Application Study Bible Kingsway.
20 Bendito aquele que faz dilatar Gade (ARA; NVI: “Bendito é aquele que amplia os domínios de Gade”).
21 E se proveu da melhor parte… marchou adiante do povo. Pastagens para seus animais (v 3.12-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Essa tribo [Gade] preferiu habitar o lado oriental do Jordão, mas, ao mesmo tempo, ajudou as outras tribos a conquistarem sua herança, cf 3.18. Bíblia Shedd.
22 Dã… saltará de Basã (ARA; NVI: “vem saltando desde Basã”). Como um leão ou serpente (Gn 49.17), Dã seria perigoso para os adversários. Muitos danitas, depois, migraram para o extremo norte de Israel. Bíblia Shedd.
23 Naftali… possuirá o lago e o sul. Essa tribo foi favorecida por possuir uma bela e fértil região, especialmente na sua parte sul, junto às praias do mar da Galileia. Bíblia Shedd.
24 Aser… banhe em azeite o pé. Território famoso por suas oliveiras. Bíblia Shedd.
Banhar os pés com óleo era um sinal de prosperidade. Life Application Study Bible Kingsway.
25 Sejam de ferro e bronze os teus ferrolhos (ARA; NVI: “as trancas das suas portas”). A referência é à proteção de Aser contra os inimigos vindos do norte. Bíblia Shedd.
26 ó amado (ARA; NVI: “Jesurum”).
27 Deus… por baixo de ti estende os braços eternos (ARA; NVI: “e para segurá-lo estão os braços eternos”).
A canção de Moisés declara que somente Deus é nosso refúgio, nossa única segurança verdadeira. Quão frequentemente colocamos a confiança de nossas vidas a outras coisas – talvez dinheiro, carreira, uma causa nobre ou o desejo de uma vida longa. Mas nosso único refúgio verdadeiro é o Deus eterno, que sempre estende Seus braços para nos amparar quando os suportes instáveis em que confiamos falham e caem. Nenhuma tormenta pode nos destruir quando nos refugiamos nEle. .. Viver por Deus neste mundo pode parecer um negócio arriscado. Mas são os ateus que estão em solo instável. Porque Deus é nosso refúgio, podemos ousar ser ousados. Life Application Study Bible Kingsway.
26-29 Esta estrofe final tem abençoado os corações do povo de Deus através dos séculos. O Senhor é o Deus majestoso (v. 26), o Deus eterno (v. 27), o Deus protetor e providencial (v. 28). A grande bênção de Israel era que Ele era o Deus deles. Bíblia de Genebra.
Os últimos versículos deste capítulo são um encorajamento a ter fé em Deus. Ele é supremo. Ele abençoa grandemente Seus filhos fiéis, dando-lhes segurança, paz e abundância de coisas boas. Finalmente, Ele lhes dará uma herança eterna. Por isso, os filhos de Deus devem sempre ter bom ânimo. CBASD, vol. 1, p. 1183
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“Esta é a bênção que Moisés, homem de Deus, deu aos filhos de Israel, antes da sua morte” (v.1).
Convocado pelo Senhor para subir ao monte Nebo, Moisés precisava despedir-se do povo que por tantos anos havia guiado e aprendido a amar como filhos. Não deve ter sido fácil para o idoso líder deixar para trás aquelas milhares de pessoas que tanto amava e pelas quais tantas vezes intercedeu. Um misto de sentimentos e recordações devem ter ocupado seus últimos instantes de vida nesta terra. Suas últimas palavras foram uma bênção especial à cada tribo de Israel. Como Jacó abençoou seus doze filhos (Gn.49), assim foi aflorada a paternidade de Moisés ao despedir-se dos filhos de Israel.
A bênção de cada tribo representava um pouco de sua história e de como cada uma assumiria uma função diferente em benefício de toda a nação. De Rúben a Aser, cumpria-lhes executar o que Deus havia estabelecido e viver em paz uns com os outros. As habilidades deveriam ser esquecidas ou as motivações egoístas abandonadas a fim de dar lugar à vontade de Deus, mas nem essas coisas poderiam afetar o propósito divino final. O papel central de cada tribo era o de exaltar o nome do Senhor e torná-lo grandioso entre as demais nações. Sobre este último discurso, Ellen White escreveu: “Pela última vez, Moisés achou-se na assembleia de seu povo. Novamente o Espírito de Deus repousou sobre ele, e na linguagem mais sublime e tocante pronunciou uma bênção sobre cada uma das tribos, finalizando com uma bênção sobre todas elas” (Patriarcas e Profetas, CPB, p. 344).
Semelhante à bênção dada às tribos de Israel, Deus possui uma bênção para cada filho Seu. Como membros do corpo de Cristo, somos chamados a elevar este corpo à estatura de um povo “cheio da bênção do Senhor” (v.23); que guarda a Sua Palavra e observa a Sua aliança (v.9). Contudo, como Laodiceia, corremos o risco de viver suas características como se fossem uma obrigação histórica a ser cumprida, quando, na verdade, é uma realidade que deve ser trocada por um coração no qual Cristo habita, através da constante e maravilhosa obra do Espírito Santo.
Tão perto como estamos do Grande Dia do Senhor, importa que o povo de Deus se coloque aos pés de Jesus e aprenda de Suas palavras (v.3). “Não há outro, ó amado, semelhante a Deus” (v.26), que, em Sua infinita misericórdia, nos concede a maior de todas as bênçãos: a salvação em Cristo Jesus. Portanto, “[povo] salvo pelo Senhor” (v.29), mesmo que ainda seja difícil dizer adeus para aqueles que amamos, lembremos que há uma bênção eterna reservada para nós ao lado dAquele que nos amou até à morte e morte de cruz (Fp.2:8).
Há uma promessa fiel e verdadeira para os filhos do Reino, apenas aguardando o tempo de seu cumprimento: “Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Is.35:10). Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Reino Celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 33 – Cheio de amor divino pelo povo, Moisés foi um exemplo de líder espiritual que proferiu bênçãos ao despedir-se das doze tribos do povo de Deus.
Note que, apesar de tantos erros cometidos por Israel, Moisés não mencionou qualquer pecado das tribos. Isso evidencia que “não podemos melhorar qualquer caráter defeituoso, criticando-o; podemos, sim, melhorá-lo prestando-lhe amoroso serviço. Nunca poderemos levar alguém para o Céu por meio da crítica; mas podemos, sim, fazê-lo pelo amor. É pelo amor, e não pela crítica, que Jesus conquista almas. O mesmo meio tem de ser empregado pelos Seus discípulos para conquistar e erguer outros” (Arthur Spalding).
Deus é revelado como justo, porém misericordioso; santo e ao mesmo tempo gracioso. “Ele é o Deus da aliança, da história, do tempo e do espaço. Esse retrato de Deus é particularmente verdadeiro nesses dois poemas [o cântico e a bênção], visto que a teologia de Deuteronômio 32 e 33 explica o caráter de Deus, Seus ensinamentos e Sua lei. Essa extraordinária concepção aponta para o gênio literário que está por trás dessa inspirada obra magna, demonstrando que Deuteronômio é uma obra de arte sacra – uma verdadeira obra prima que reflete um conhecimento íntimo de Deus. Seu pensamento teocêntrico é consistente, revelando um desejo constante pela prosperidade e felicidade do povo de Deus. O pensamento do livro é totalmente relacional e ancorado no amor de Deus pelas pessoas. Quando o afetuoso líder de Israel conclui suas obras irrompendo em poesia, ele não apenas contribui para exaltar a beleza de Deus, como também ajuda as pessoas a se lembrarem melhor de suas palavras” (Jirí Moskala).
“O último poema de Deuteronômio… captura a esperança messiânica. No contexto imediato dessas bênçãos, é explicado que, por causa da desobediência das pessoas, o desastre acontecerá ‘nos últimos dias’ (Dt 31:29)… uma alusão ao futuro e ao fim dos dias. Moisés prediz que o chasid [Fiel/Leal]… a quem o Tumim e o Urim pertencem, virá – Aquele que foi provado em Massá e contendeu ‘nas águas de Meribá’ (Dt 33:8). O verso 16 faz uma alusão messiânica semelhante que fala do nazir [Separado/Príncipe] como Aquele que é separado ou consagrado dentre os irmãos. Esses textos apontam para o Messias vindo das linhas sacerdotais e reais” (Moskala). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 32 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 32 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/32
O cântico de Moisés; que mensagem poderosa! Os filhos de Israel estão finalmente prontos para entrar na Terra Prometida. Estes são os filhos de Moisés – ele os viu crescer, suportou suas lamentações, implorou a Deus em favor deles, e obedientemente os guiou conforme as instruções de Deus. Como um pai amoroso, sabendo que não irá mais estar com eles para os guiar e encorajar, ele oferece suas últimas palavras de conselho, na forma de uma canção, para que possam facilmente guardar as palavras na memória.
Moisés deseja desesperadamente que o povo escolhido seja bem sucedido, e não abandone o seu Deus que os havia conduzido até ali, mas ele também conhece bem aquelas pessoas! Quantas vezes ele testemunhou suas falhas! Quantas vezes ele se alegrou em sua fiel obediência a Deus! Ele os lembra de sua história e os instrui a contar as histórias do deserto a seus filhos, de geração em geração, para que eles tenham absoluta certeza de que, se permanecerem fiéis, serão abençoados.
Pode ser fácil deixarmos de reconhecer o poder de Deus trabalhando em nossas vidas hoje se não recordarmos as evidências passadas de Sua atuação. Que todos possamos decidir compartilhar nossas histórias pessoais sobre como Deus nos tem conduzido a fim de reforçar a fé das gerações futuras!
Karina Sherwin-Bloom
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Cedar Lake
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/32
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1427 palavras
O Cântico do Testemunho aqui apresentado pode ser esboçado como segue: Uma invocação introdutória (1-3), um contraste entre o caminho de Deus e o de Seu povo (4-6), uma pesquisa histórica das relações de Deus com Israel (7-14), o registro da apostasia de Israel (15-18), a justa indignação do Senhor (19-27), os inimigos de Israel como instrumentos do propósito de Deus (28-33), e o juízo dos ímpios e a vindicação do povo de Deus (34-43). O capítulo termina com um apelo de Moisés baseado no Cântico (44-47) e a advertência do Senhor a Moisés sobre sua morte (48-52). Bíblia Shedd.
1 A invocação aos céus e à terra é uma convocação para que sejam testemunhas da aliança(31.28). Bíblia Shedd.
Moisés inicia seu cântico chamando homens e anjos a ouvirem o que o Espírito Santo colocou em sua boca. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Setimo Dia, vol. 1, p. 1173.
2 como a chuva. Símbolo de refrigério (ver Jó 29:23; Sl 72:6). CBASD, vol. 1, p. 1173.
como o orvalho. O orvalho é símbolo de palavras suaves. CBASD, vol. 1, p. 1173.
4 a Rocha. Uma grande rocha ou montanha rochosa, simbolizando Deus como proteção (comparar vs. 15, 37). Andrews Study Bible.
A rocha sólida, a montanha elevada e a cadeia de montes sugerem muitos dos atributos divinos…. Yahweh é a única rocha verdadeira. As montanhas são símbolos de Sua fidelidade inabalável, Seu caráter imutável e Sua lealdade á igreja e a seus membros. a palavra “rocha” nunca se aplica ao ser humano. CBASD, vol. 1, p. 1174.
6 louco. O pecado é considerado uma loucura. Contrariamente, “O temor do Senhor é o princípio do saber” (Pv 1.7). Bíblia Shedd.
7 pergunta aos teus anciãos. Homens de idade e experiência que preservaram o conhecimento das providências divinas. Tais homens eram fonte de informação histórica. Numa época em que os livros eram escassos, a informação era transmitida oralmente de geração a geração. CBASD, vol. 1, p. 1175.
8 Altíssimo. A única ocorrência em Deuteronômio deste nome de Deus … Ressalta a soberania do Senhor sobre toda a criação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 porção. Literalmente, “possessão”. CBASD, vol. 1, p. 1175.
10 Achou-o numa terra deserta. Como se Israel tivesse sido um menino a quem ninguém quisesse e que tivesse sido abandonado para morrer, e Deus o tivesse encontrado (ver Jr 2:2; Ez 16:5, 6; Os 9:11). CBASD, vol. 1, p. 1175.
rodeou-o. Literalmente, “o cercou”. Deus cercou Israel de proteção e de misericórdias infinitas (ver Sl 32:10). Ele sempre protege Seu povo assim (ver Sl 34:7). CBASD, vol. 1, p. 1175.
cuidou dele. Ou melhor, “instruiu-o” (ACF) como um pai o faz ao filho (ver Êx 20:1, 2,; 34:1, 10). CBASD, vol. 1, p. 1175.
a menina dos olhos. Literalmente, “a pupila de seu olho”. … O olho talvez seja o órgão mais sensível do corpo, e o que o ser humano inconscientemente protege mais. Deus tem por Seu povo igual cuidado (ver Is 49:15). CBASD, vol. 1, p. 1175.
11 Como a águia. Esse versículo descreve a chamada, a educação e a proteção de Israel. Bíblia Shedd.
… em especial, durante sua conduta inconstante no deserto (ver At 13:18). CBASD, vol. 1, p. 1175.
12 só o SENHOR o guiou. A ajuda de outros deuses era pura imaginação. Em contrapartida, o poder de Yahweh era tudo o que necessitavam (ver Sl 81:10; Os 13:4). CBASD, vol. 1, p. 1175.
13 chupar mel da rocha. …colmeias nas fendas das rochas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nesta passagem, a figura se refere basicamente às riquezas naturais de Canaã. CBASD, vol. 1, p. 1176.
azeite da dura pederneira (ARA; NVI: ” óleo extraído do penhasco pedregoso”). As oliveiras muitas vezes cresciam nas enconstas rochosas das montanhas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não lhes faltaria nada de bom. O azeite é símbolo de prosperidade e luxo (ver Ez 16:13, 19). CBASD, vol. 1, p. 1176.
14 leite de ovelhas. Melhor, “leite de rebanhos”, referindo-se em especial ao leite de cabras. CBASD, vol. 1, p. 1176.15 o meu amado. Aqui e em 33.5, 26, a transliteração é Jesurum. É um nome poético de Israel, que significa “o reto”. Mas aqui é usado em tom de sarcasmo. Bíblia Shedd.
15 engordando-se… deu coices. Israel é descrito aqui com a figura sugestiva de um boi cevado. Bíblia de Genebra.
Quando Israel se tornou próspero, rebelou-se contra Aquele que lhe havia dado a prosperidade (ver Jr 5:28; Os 2:8; 4:16). CBASD, vol. 1, p. 1176.
ficou nédio. [1. que reluz; brilhante, luzidio. 2. de aspecto lustroso, devido à gordura.] Literalmente, “tratou como tolo” ou “escarneceu”. CBASD, vol. 1, p. 1176
16 O provocaram. Como uma esposa infiel, Israel provocou o zelo do Senhor com abominações idólatras (Êx 34:14; Is 54:5). CBASD, vol. 1, p. 1176.
17 demônios. Heb shedhim, uma palavra derivada do assírio, que empregavam no sentido de “espírito protetor”, que significa, para os hebreus, “um demônio dos pagãos”. Tudo aquilo que não é de Deus, mesmo sendo sobrenatural, ou usado como objeto de devoção, pertence ao maligno; cf v 21 com 1 Co 10.14-22. Confiar num “espírito protetor” dos pagãos é abandonar a adoração a Deus, e cair em idolatria, em uma adoração falsa, inspirada por poderes do inferno. Bíblia Shedd.
20 Esconderei deles o rosto. Deus deixaria os israelitas à sua própria sorte (ver Dt 31:17, 18). CBASD, vol. 1, p. 1176.
21 zelos. Cf 4.24, n (O amor de Deus é muitas vezes comparado ao do marido que se dá sem reservas e que espera em troca um amor incondicional). Bíblia Shedd.
Citado parcialmente em Rm 10.9 como ilustração da falha de Israel em entender as boas novas a respeito de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Me provocaram com aquilo que não é Deus. Ou, “um não deus”. CBASD, vol. 1, p. 1176.
com aquele que não é povo … louca nação. A nação inimiga não é povo porque não depende de Deus para sua existência e desenvolvimento, e é louca porque é ímpia (6n). Bíblia Shedd.
que não é povo. Literalmente, “um não povo”. CBASD, vol. 1, p. 1176.
Tal como Israel provocou a Deus ao adorar aquilo que “não era Deus”, assim também Deus o provocou por meio daquele “que não é povo” (povo fora da aliança mosaica). Bíblia de Genebra.
22 até o mais profundo do inferno (ARA; NVI: “até as profundezas do Sheol”). Literalmente, “às profundezas do Sheol”, isto é, da sepultura. Uma expressão figurada que indica total extinção. CBASD, vol. 1, p. 1177.
27 para que não digam: A nossa mão tem prevalecido. Algumas vezes, o homem realiza o propósito divino sem se dar conta de que Deus age por seu intermédio. Bíblia Shedd.
29 Eu sou, Eu somente. Os hebreus enfatizavam mediante a repetição. Esta estroge inteira é uma impressionante expressão da singularidade de Deus em Seu poder, providência e justiça. Bíblia de Genebra.
32 Porque a sua vinha é da vinha de Sodoma… Gomorra. As nações pagãs são consideradas aqui como restolhos da planta nociva que haviam sido Sodoma e Gomorra. A raiz era má, portanto, o fruto era venenoso (ver Jr 2:21). CBASD, vol. 1, p. 1178.
35, 36 Citado parcialmente em Hb 10.30 como advertência contra rejeitar ao Filho de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 A Mim Me pertence a vingança e a retribuição. Citado em Rm 12.19 para afirmar que vingar-se é prerrogativa exclusiva de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 o Senhor… se compadecerá dos seus servos, quando vir que o seu poder se foi. O reconhecimento de nossa incapacidade própria é o requisito necessário para receber o dom divino da salvação (Rm 5.6). Bíblia Shedd.
40 Levanto a mão. Sinal de um voto solene [ver tb Gn 14:22; Êx 6:8; Ne 9:15; Ap 10:5]. CBASD, vol. 1, p. 1178.
42 cabeças cabeludas. Aqui “cabeças”, heb ro’sh, quer dizer “líderes”, “chefes”, “liderança”. … “Cabeludas”, heb par’oth, vem de uma raiz que significa excelente… Fala-se, pois, de “generais”, “supremos líderes”. Bíblia Shedd.
43 O cântico termina com o prospecto da alegria por causa do juízo de Deus contra o inimigo e o perdão a Seu povo. Os gentios também são chamados para partilhar da alegria da salvação de Deus. Bíblia Shedd.
46, 47 Moisés insistiu que o povo meditasse na Palavra de Deus e a ensinasse aos seus filhos. A Bíblia pode permanecer em sua estante e ficar coberta de pó ou você pode fazer dela uma parte vital de sua vida dedicando regularmente um tempo para estudá-la. Quando você descobrir a sabedoria da mensagem de Deus, você desejará aplicá-la a sua vida e comunicá-la a seus familiares. A Bíblia não é meramente uma boa leitura – é auxílio real para a vida real. Life Application Study Bible.
46 Aplicai o coração. Esse foi o apelo final de Moisés ao povo de Israel. Bíblia Shedd.
47 é a vossa vida. Moisés enfatizou, uma vez mais, que a obediência sincera aos mandamentos de Deus é uma questão de vida – vida eterna – ou de morte (30.19-20). Bíblia de Genebra.
48 setas. Figura de grande matança (ver Is 34:5, 6; 66:16). CBASD, vol. 1, p. 1178.
49 Abarim. Entende-se que Abarim se refira a uma cadeia de montanhas, das quais Nebo é uma delas. CBASD, vol. 1, p. 1179.
52 porém não entrarás nela. Moisés desejou ardentemente o privilégio de entrar na terra santa, mas isso não lhe foi dado (ver Dt 1:37; 3:25, 27; cf Hb 11:13). CBASD, vol. 1, p. 1179.
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“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça; é justo e reto” (v.4).
Aproximando-se o dia de sua morte, Moisés recebeu do Senhor a incumbência de ensinar um cântico ao povo. Assim como lhe foi transmitida a canção, “Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel” (v.1). O amor, o zelo e a fidelidade de Deus pelos filhos de Israel são exaltados e contrastados com o desprezo, a apostasia e a rebeldia do povo, que, consequentemente, redundariam em afastamento do Senhor.
Enquanto Deus os rodeava, cuidava e guardava como uma águia de seus filhotes; enquanto os cercava com Sua sebe e lhes dava o melhor da Terra; fartos e abastados, abandonaram o Seu Criador e desprezaram “a Rocha da sua salvação” (v.15). A letargia os conduziu à apostasia. Dominados por seus corações obstinados, de “porção do Senhor” (v.9) tornaram-se “raça de perversidade” (v.20); de filhos de Deus tornaram-se em “Suas manchas” (v.5). Um povo que ostentava a eleição divina, mas que rejeitava a Sua doutrina e a Sua Palavra (v.2).
Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo exaltou a importância dos exemplos da história de Israel como uma forma de advertência a “nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11). Paulo escreveu que Israel havia bebido da mesma fonte espiritual que os coríntios, “porque beberam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1Co.10:4). Cristo, a Rocha, o “Eu Sou” (v.39), guardava Israel “como a menina dos olhos” (v.10), mas o povo O desprezou e dEle se esqueceu (v.18).
Aquele cântico tinha por finalidade despertá-los para o perigo das consequências de uma vida afastada de Deus e de Sua Palavra, e o quanto isso afeta a todos, principalmente às famílias (v.25). Estar em pé hoje não nos assegura que estaremos da mesma forma amanhã. Cada dia deve ser encarado como uma nova oportunidade de engrandecer “o nosso Deus” (v.3) e nEle andar. Confiar na própria espiritualidade é lutar com as armas erradas. Necessitamos, diariamente, nos revestir da armadura de Deus, e termos a nossa vida alicerçada em Cristo Jesus, a Rocha da nossa salvação.
Diante de uma “geração perversa e deformada” (v.5), o Senhor nos chama para proclamar as Suas palavras, aplicando-as ao coração e ordenando-as a nossos filhos (v.46). O Senhor não deseja um coral “louco e ignorante” (v.6), e sim um povo cuja vida manifeste o Espírito de Cristo. Ele não aceita a oferta externa de lábios de louvor, se estes não forem regidos por corações que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Eis o que é bom e o que o Senhor pede de Seu povo: “que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Esta é a oferta de louvor que Deus espera que O prestemos. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, firmados sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio32 #RPSP
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