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“Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia” (v.8).
Homens, mulheres e crianças, “todos os que eram capazes de entender o que ouviam” (v.2), se reuniram “como um só homem” (v.1), “e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (v.3). Ali estavam reunidas diferentes gerações. Uma parte já havia ouvido a Lei, mas também havia aqueles que provavelmente estavam tendo o primeiro contato com ela. Quando Esdras subiu ao púlpito e iniciou a leitura e com ele “os levitas que ensinavam o povo na Lei” (v.7), houve um momento de solene reverência e profundo reconhecimento do tempo de ignorância, de modo que “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei” (v.9).
Não foi um momento de simples discurso, mas de diligente estudo das Escrituras. A iniciativa em aprender a lei “diante da Porta das Águas” (v.1), moveu sobre eles o mesmo Espírito que, no princípio, “pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). Grande luz lhes foi concedida, e suas lágrimas foram enxugadas com a maravilhosa notícia: “a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). Todos foram tomados de muita alegria, uma alegria que deveria ser compartilhada, “porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas” (v.12).
“Como está escrito” (v.15), o povo celebrou a festa dos tabernáculos e “toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fez cabanas e nelas habitou” (v.17). Estavam todos reunidos num mesmo propósito “e houve mui grande alegria” (v.17). Em todos aqueles dias, “desde o primeiro dia até ao último”, “leu Esdras no Livro da Lei de Deus”, e, “no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o prescrito” (v.18). Foram dias de comunhão, de celebração e de renovação de suas vidas para com Deus.
Notem que a iniciativa de aprender a Lei de Deus partiu do próprio povo. Desde o juvenil até o mais idoso, cada judeu aplicou o coração para receber os sábios ensinamentos das palavras do Senhor. Homens iluminados pelo Espírito Santo foram capacitados para ensiná-los com firme convicção e santa alegria. Em cada palavra lida e em cada explicação proferida havia uma atmosfera tão sagrada que comoveu a todos. Tudo era tão claro que não havia como não reconhecer a ação divina. Muitos julgam ser a Lei do Senhor e Sua Palavra ultrapassados, ou simplesmente, por suas próprias convicções, anulam parte da Bíblia. O capítulo de hoje deixa bem claro a função da Lei do Senhor: levar-nos à exata compreensão de nossos pecados, promover genuíno arrependimento e encher-nos da alegria pelo perdão e pela graça do Senhor que nos são outorgados.
Amados, este capítulo me remeteu à minha experiência com Deus. Após quinze anos de igreja, eu finalmente aceitei o chamado do Espírito Santo. E enquanto lia as Escrituras, meus olhos foram sendo abertos para verdades que antes eu não conseguia ver. E nesse processo de descobertas e de ardente desejo em compreender a Bíblia, por muitos dias me derramava em lágrimas por meus pecados e pensando em quanto tempo havia perdido longe do Senhor e de Sua maravilhosa sabedoria. Até que a terna sentença do Salvador: “A Minha graça te basta”, me encheu o coração de alegria e do desejo de compartilhar as boas-novas do Evangelho com outros.
O estudo diário das Escrituras é útil para nos ensinar, corrigir, repreender e nos educar na justiça, como está escrito na segunda carta de Paulo a Timóteo, 3:16. Mas a finalidade é para que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados “para toda boa obra” (2Tm.3:17); é de que, assim como o Espírito Santo estava presente sobre as águas da criação e sobre as águas do Jordão no batismo de Cristo, que Ele esteja presente em nossa vida, “Dia após dia” (v.18), nos fortalecendo com a alegria que faz parte de Seu fruto (Gl.5:22), e nos capacitando a testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8).
Que o estudo da Palavra de Deus seja a nossa alegria diária, e que esta alegria incontida transborde do nosso coração para os que estão ao nosso redor. O conhecimento das Escrituras não é um fim em si mesmo, mas é um meio de nos levar ao verdadeiro conhecimento e à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Um genuíno e feliz relacionamento com Deus, é o que promove o sincero estudo da Bíblia; um presente e um privilégio que somente o Céu poderá superar. Sempre que examinando as Escrituras você se deparar com a tristeza por erros passados, lembre-se das palavras de Jesus: “nem Eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, reavivados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
#Neemias8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NEEMIAS 8 – A leitura atenta, a interpretação correta, a explicação e aplicação da Palavra de Deus são essenciais para que o leitor experimente o poder restaurador e transformador do Deus da Palavra.
A leitura pública das Escrituras deve ser a cultura de cada igreja verdadeira. O sacerdote Esdras, juntamente com o governador Neemias, promoveram a leitura da Bíblia a todo o povo, inclusive estiveram reunidas as mulheres e as crianças. O povo chorou e também se alegrou, “pois agora compreendiam as palavras que lhes foram explicadas” (Neemias 8:1-12).
O estudo da Bíblia com os líderes religiosos promovem restauração das práticas espirituais e desperta a espiritualidade na sociedade. Após o evento público supracitado, “os chefes de todas as famílias, os sacerdotes e os levitas reuniram-se com o escriba Esdras para estudarem as palavras da Lei”, a Torá. Nesse estudo sistemático, redescobriram a festa dos tabernáculos. O povo, então, foi convocado a celebrá-la. “Desde os dias de Josué, filho de Num, até aquele dia, os israelitas não tinham celebrado a festa dessa maneira. E grande foi a alegria deles”. Nos sete dias de celebração, Esdras leu as Escrituras para o povo (Neemias 8:13-18).
As pessoas precisam entender a Bíblia que sua mensagem seja aplicada à vida delas. Para isso, seu conteúdo precisa ser devidamente explicado. Inclusive o povo de Deus precisa ser ensinado com base na Palavra, a qual deve nortear toda prática religiosa.
Jesus é o maior exemplo de como fazer isso (Lucas 24:27), deixando-nos os seguintes tópicos:
• A interpretação bíblica correta deve passar pela análise cronológica: “Começando por Moisés”.
• A interpretação dos temas bíblicos aprovada por Deus deve ser holística: “Percorrendo todos os profetas”.
• A interpretação válida da Bíblia deve ser criteriosa fazendo ponte do passado para o presente: “Explicou-lhes”.
• A interpretação verdadeiramente bíblica deve ser canônica: “Interpretou-lhes em todas as Escrituras”.
• A interpretação dos escritos inspirados precisa ser cristológica: “O que constava a respeito dEle [Jesus]”.
A ciência da interpretação chama-se Hermenêutica, a qual leva-nos ao verdadeiro significado do texto sagrado, que conta com o auxílio da exegese. Se Esdras e Neemias precisaram destas ferramentas, se Jesus as utilizou para fazer “arder” o coração dos discípulos, é essencial que a utilizemos para conseguir o verdadeiro reavivamento espiritual oriundo da Palavra de Deus!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NEEMIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
NEEMIAS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
NEEMIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ne/7
A Neemias foi dada a capacidade única de liderar e incentivar o restante de Israel a reconstruir Jerusalém.
Mesmo depois que as muralhas foram construídas, a cidade ainda permaneceu vulnerável ao ataque. Neemias então desenvolveu uma estratégia para proteger os habitantes. Ele também incentivou a adoração a Deus e nomeou cantores para promover louvor e ação de graças.
Deus trabalhou através de Neemias para realizar Sua obra. E este não procurou poder para si mesmo. Em vez disso, promoveu outro homem fiel e piedoso para cuidar de Jerusalém. É assim que uma igreja pode prosperar e crescer. Se permitirmos que outras pessoas brilhem enquanto usam seus talentos para a glória de Deus, isso beneficia toda a congregação.
Dos judeus em cativeiro, apenas cerca de dois por cento retornaram a Jerusalém. Esses pioneiros fiéis tinham fé na promessa de Deus feita por meio de Jeremias. “Eis que os trarei da terra do Norte e os congregarei das extremidades da terra.” Jeremias 31:8. Os nomes desses judeus fiéis que retornaram foram listados duas vezes, primeiro em Esdras e novamente em Neemias. Deus se lembra dos fiéis e registra seus nomes. Ele ainda tem um Livro de Recordação (Mal 3:16). Oro para que todos os nossos nomes estejam nele registrados.
Cheri Holmes
Enfermeira de emergência
Lynden, Washington EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/7
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746 palavras
2 Integridade e temor a Deus eram os traços característicos de caráter que qualificaram estes homens [Hanani e Hananias] para governarem Jerusalém. Pessoas de integridade são confiáveis para desempenhar seu trabalho; pessoas tementes a Deus farão seu trabalho de acordo com as prioridades divinas. Estes homens tinham estas duas qualidades. Se você está em posição de selecionar líderes, busque por integridade e reverência como duas das mais importantes qualificações. Embora algumas outras qualidades possam impressionar mais, integridade e reverência passam pelo teste do tempo. Life Application Study Bible Kingsway.
Maioral do castelo. Possivelmente da fortaleza do templo (ver com. de Ne 2:8). CBASD, vol. 3, p. 465.
3 até que o sol aqueça (ARA; NVI: “enquanto o sol não estiver alto”). Normalmente, as portas seriam abertas ao raiar do dia, mas agora sua abertura devia ser adiada até que o sol estivesse bem acima do horizonte, para impedir que o inimigo fizesse um ataque surpresa antes que a maioria do povo se levantasse. Bíblia de Estudo NVI Vida.
enquanto os guardas ainda estão ali. As portas deveriam ser fechadas e trancadas antes de os guardas deixarem o serviço. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 465.
Ponham-se guardas. Durante a noite, quando as portas estavam fechadas, os moradores de Jerusalém deveriam estar alertas e disponíveis para defender contra ataques. CBASD, vol. 3, p. 465.
Cada um no seu posto. Esta frase indica um tipo militar regular de organização. Os guardas estavam divididos em vigílias, trabalhando determinado período por dia e durante a noite. CBASD, vol. 3, p. 465.
4 as casas não estavam edificadas ainda. Quer dizer que proporcionalmente ao tamanho da cidade, poucas casas foram reconstruídas e havia muito espaço desocupado para construir. CBASD, vol. 3, p. 465.
5 Deus me pôs no coração. Contemplando os vastos espaços vazios dentro dos muros da cidade, Neemias pensava no que fazer para remediar a situação. ele foi impressionado a fazer um censo do povo, que forneceria informação cobre as populações relativas à cidade e à região. A partir dali também poderia ser determinado que cidades e distritos teriam os melhores recursos para contribuir com o reassentamento de Jerusalém. O censo, segundo o costume habitual judaico, seria por famílias (ver Nm 1:17-47; 1Cr 21:5, 6). CBASD, vol. 3, p. 465, 466.
Achei o livro. Isto é, o registro dos exilados que voltaram da Babilônia liderados por Zorobabel e Jesua (Ed 2). Neemias incluiu uma cópia deste registro em seu memorial, preservando, assim, duas cópias: uma em Esdras 2:1-70 e outra em Neemias 7:6-73. CBASD, vol. 3, p. 466.
4-5 Estando Jerusalém segura, Neemias volta sua atenção para encher a cidade de habitantes. Andrews Study Bible.
5 Deus me pôs no coração. Ele [Neemias] considerou adequado fazer um registro do povo, para que pudesse encontrar quais famílias tinham se estabelecido em Jerusalém em tempos anteriores, a fim de levá-los de volta, e também para descobrir quais famílias poderiam ser influenciadas pela sua religião ou por seus negócios, para retornarem a Jerusalém, reconstruírem suas casas e lá habitarem. Bíblia de Estudo Mathew Henry.
para registrar as genealogias. O propósito desse registro era ajudar na repovoação de Jerusalém, o que se tornará claro quando esse tema for retomado em 11.1-2. Bíblia de Genebra.
6-69 Esta seção é similar a Esdras 2 e contém a lista dos que retornaram. Andrews Study Bible.
64 imundos. Aqui, a raiz hebraica é ga’al, que primariamente tem a ideia de ser aberto ou livre; liberto, pois, para o uso mundano, não vinculado ao culto divino. Este tipo de liberdade não é uma bênção; é a liberdade apóstata dos gnósticos, é a liberdade moral da juventude (cf Jr 34.17). … Aqui, significa que estes não preenchiam os requisitos técnicos para servir como sacerdotes. Bíblia Shedd.
64, 65 O Urim e o Tumim eram os meios de conhecer a vontade de Deus (Êx 28:30). Se o nome de alguém não estava na genealogia, ele ainda poderia ser admitido como sacerdote se o Urim e o Tumim comprovavam que ele era um judeu e um levita.Não está claro se o Urim e o Tumim eram os originais que sobreviveram à destruição de Jerusalém ou se eram novos. As coisas [comidas] sagradas eram carnes dedicadas a Deus como parte do sacrifício, Somente verdadeiros sacerdotes podiam comê-las. Life Application Study Bible Kingsway.
Pensa-se que [as pedras] Urim (luz, ou revelação) e Turim (perfeição, ou verdade) respondessem ao “sim”ou ao “não”, respectivamente (v. 1Sm 14:41). As consultas pelo Urim e Tumim cessaram nos dias de Davi, com o adventos dos profetas que declaravam diretamente a vontade de Deus. Bíblia Shedd, sobre 1Sm 14:18.
65 governador (ARA; ARC: “tirsata”). É Zorobabel, mencionado aqui com seu título persa (cf 5.14n).
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“Então, o meu Deus me pôs no coração que ajuntasse os nobres, os magistrados e o povo, para registrar as genealogias […]” (v.5).
Concluída a edificação dos muros e das portas de Jerusalém, Neemias tomou providências com relação à segurança da cidade. Estabelecendo dois homens de confiança como chefes em Jerusalém, dentre eles Hananias, “homem fiel e temente a Deus, mais do que muitos outros” (v.2), também organizou um esquema de segurança, de forma que havia “guardas dos moradores de Jerusalém, cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3).
Movido pelo Senhor, Neemias encabeçou a tarefa de “registrar as genealogias”, deparando-se com “o livro da genealogia dos que subiram primeiro” (v.5). Os judeus eram identificados através dos nomes dos chefes de família, de forma que na ausência desse registro, alguns “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.61). As genealogias, portanto, tinham um papel importante para fins de administração, de organização, para fins testamentários e até mesmo espirituais, visto que fazem parte das Escrituras.
Tudo se encaminhava para que Jerusalém fosse novamente a Cidade de Deus. Estava pronta para a próxima obra: a reconstrução do templo. “Alguns dos cabeças das famílias contribuíram para a obra” (v.70) e muitos recursos foram doados para esta finalidade. A força conjunta para proteger a cidade e seus moradores, e para reformá-la, foi seguida por um grande reavivamento. Enquanto guardavam suas casas ou se reuniam em adoração a Deus, sua fé era provada e fortalecida, ainda que sob constante ameaça inimiga.
Deus tem uma cidade preparada para os Seus filhos, cujos fundamentos dos muros são adornados de pedras preciosas, e cujas portas são de pérola, “cada uma dessas portas, de uma só pérola” (Ap.21:21). Ali não há necessidade de um sistema de segurança, pois o Guarda de Israel nela habita. Nela também não há santuário, “porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro” (Ap.21:22). Nela o homem não tem participação, pois “Deus é o arquiteto e edificador” (Hb.11:10). Foi pensando nela que Jesus nos fez a Sua mais preciosa e aguardada promessa:
“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).
Não é desejo do Senhor que a realidade da antiga Jerusalém pós-exílio se repita na futura Jerusalém: “A cidade era espaçosa e grande, mas havia pouca gente nela” (v.4). E nem que não se ache o nosso nome no registro celeste. O Céu é movido pela ardente expectativa de nosso resgate definitivo. Os anjos relatores vibram cada vez que um pecador é liberto do exílio do pecado e tem o seu nome escrito no Livro da Vida do Cordeiro. Há uma comovente espera de que Jesus venha colher “o fruto do penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Cada partícula da cidade santa contém o amor ilimitado de um Deus que sente saudades de todos nós! Que enquanto Cristo não vem, O aguardemos em constante vigilância, “cada um no seu posto diante de sua casa” (v.3). Que o nosso lar seja um pedacinho do Céu na Terra. Quando a relação dos salvos estiver finalmente concluída, que a nosso respeito esteja escrito: “filhos e filhas de Deus, salvos pela graça de Cristo Jesus”. Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Neemias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NEEMIAS 7 – Reavivamento e reformas espirituais iniciam com poucas pessoas; entretanto, impacta a muitas outras. Por isso, sinto o desejo de te convidar a fazer a diferença onde você está.
A perversidade reina na sociedade e muitas vezes até na igreja, o erro parece estar em vantagem sobre o certo, o pecado parece mais influente que a piedade e a santidade; contudo, olhe para os excelentes exemplos bíblicos. Inspire-se em grandes líderes que deixaram importantes legados, assim poderemos impactar um mundo materialista, secular e imoral com nossa determinada conduta espiritual.
Para viver acima da média deste mundo perverso, devemos morrer para o mundo a fim de viver para Deus. Leia a Bíblia para conhecer a vontade de Deus e ore fervorosamente para viver os planos de Deus para tua vida hoje, amanhã… todos os dias!
A oração fez de Neemias um homem de grande influência em uma sociedade em decadência. Sua consagração a Deus e disposição de fazer o que Deus precisava que fizesse, o tornou um grande político digno de imitação. Seu livro contêm aventura, suspense e drama. Ele é um talentoso homem de muita ação, por causa de sua vida de oração diante da situação desafiadora que tinha de enfrentar. Ele era corajoso, porque confiava no Deus todo-poderoso. Sua determinação que o levou a administrar a construção de 2600 metros de muro em Jerusalém, concluindo-o em 52 dias, certamente é devido à sua dependência inabalável na providência do Soberano do Universo.
• Neemias não agia sozinho; ele se cercava de pessoas fieis. Hananias, comandante da fortaleza, era íntegro e temente a Deus, mais do que a maioria dos homens (Neemias 7:1-3).
• Neemias agia não baseado em sua opinião; ele dependia do que o seu Deus lhe colocava no coração. Foi movido pela ação divina que ele reuniu os nobres, os oficiais e todo o povo para registrá-los por famílias dos que retornaram do exílio babilônico (Neemias 7:4-73).
Neemias organizou “a vida civil e religiosa da comunidade pós-exílica. As nomeações não foram feitas com base na genealogia mas na lealdade, confiança e reverência a Deus” (Bíblia Andrews).
Assim como Neemias colocou pessoas leais a Deus em Jerusalém, Deus vai levar apenas Seus fieis súditos à Nova Jerusalém (Apocalipse 21:1-8; I Coríntios 6:9-11). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NEEMIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
NEEMIAS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
NEEMIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ne/6
O capítulo seis de Neemias continua a falar sobre os esforços feitos para construir o muro de Jerusalém. Nesse processo, os inimigos tentaram deter os construtores várias vezes. O nobre exemplo de Neemias neste capítulo ensina lições valiosas que valem a pena observar e inculcar em nossa vida. Vamos examinar dois deles:
1. Conhecendo o chamado de Deus: O foco de Satanás é nos fazer perder de vista nosso chamado, enviando obstáculos e desvios de muitas maneiras diferentes. Neemias sabia exatamente para o que Deus o havia chamado e ninguém poderia impedi-lo de cumprir esse chamado. Da mesma forma, nossa vida deve demonstrar como testemunhar positivamente de Deus. Surpreendentemente, o versículo quinze diz que o muro foi construído em cinquenta e dois dias, o que significa que Neemias cumpriu plenamente o que foi chamado para fazer.
2. Medo que leva ao pecado: a vida de Neemias foi ameaçada para que ele ficasse com medo, e ele recebeu conselhos astutos para entrar no templo presunçosamente. Freqüentemente, os filhos de Deus se deparam com esse tipo de situação difícil porque o diabo está constantemente sugerindo maneiras de desonrar os princípios de Deus, direta ou indiretamente. Diante desses desafios, devemos tomar decisões edificantes com oração sincera baseada no estudo da Palavra de Deus.
Martin Raj
Coordenador do programa Hartland Wellness Center, Rapidan, Virginia EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/6
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662 palavras
1 não tinha posto. Cronologicamente, os caps. 4 a 6 são paralelos ao cap. 3 e relatam eventos ocorridos enquanto o muro era edificado. Colocar as portas, naturalmente, seria a última etapa (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 459).
3 não poderei descer. [NC: De Jerusalém, um lugar alto, na cadeia montanhosa de Judá, para as aldeias nos vales.]
5 uma carta aberta. Enviar uma carta aberta [sem o selo] acusando um funcionário da coroa persa não apenas violava as leis da cortesia, mas era extremamente ofensivo. Uma “carta aberta” é um convite a que todos leiam, e o objetivo de enviá-la sem selar deve ter sido criar alarde entre os judeus e incitá-los contra Neemias (CBASD, vol. 3, p. 459).
6 Os reis persas não toleravam as reivindicações de pretendentes ao trono, […] No período do NT, o imperador romano também procurava ficar atento a quaisquer reivindicações desautorizadas à realeza (Jo 19.12; cf Mt 2.1-13) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
9 Quando a oposição se agiganta contra você ou o trabalho de Deus, é tentador dizer: “Senhor, tire-me desta situação”. Mas Neemias orou: “fortaleça minhas mãos”. Ele mostrou tremenda determinação e caráter ao permanecer firme em sua responsabilidade. Quando oramos por força, Deus sempre responde (Life Application Study Bible).
10 Semaías. Como Semaías tinha acesso ao templo, é possível que fosse sacerdote. Era sem dúvida amigo de Tobias (cf v. 12) e, portanto, inimigo de Neemias (Bíblia de Estudo NVI Vida).
Semaías advertiu a Neemias que ele estava em perigo e o disse que ele se escondesse no templo. Neemias sabiamente testou a mensagem, expondo-a como mais um truque do inimigo. Pessoas podem fazer mal uso do nome de Deus ao dizer que sabem a vontade de Deus quando eles tem outros motivos. Examine se as mensagens dos autoproclamados mensageiros de Deus são consistentes com o que é revelado na Palavra de Deus (Life Application Study Bible).
Não pode haver inspiração divina numa profecia que nos convida a ser fracos na fé (Bíblia Shedd).
que estava encerrado. NKJV: “informante secreto” (Andrews Study Bible).
11 para que viva? Literalmente, “e viva” (ARC). Possivelmente Neemias tinha em mente a ordem de Números 18:7: “O estranho que se aproximar morrerá” (CBASD, vol. 3, p. 460).
15 Ele disseram que não poderia ser feito. O trabalho era muito grande e as dificuldades, enormes. Mas os homens e mulheres de Deus, reunidos para tarefas especiais podem resolver enormes problemas e realizar grande objetivos. Não deixe que o tamanho de uma tarefa ou a sua duração para completá-la o impeçam de fazê-la. Com a ajuda de Deus ela poderá ser feita (Life Application Study Bible).
16 Decaíram muito no seu próprio conceito. NVI: “com orgulho ferido”. Sentiram-se derrotados (Bíblia Shedd).
A finalização do muro num período tão curto foi tão incrível para os inimigos dos judeus que eles a consideraram um milagre (CBASD, vol. 3, p. 460).
Obra. O termo é o mesmo utilizado em Gn 2:2-3, aonde ele se refere a toda criação. É também usado em Êx 40:33, marcando a completa construção do santuário. Na mente do autor bíblico “esta obra” não era o resultado do esforço humano, mas – similar à criação – obra de Deus (Andrews Study Bible).
17,18 Tobias tinha parentesco com uma família influente de Judá, visto que seu filho Joaná era casado com a filha de Mesulão, que ajudava a reparar os muros de Jerusalém (3.4,30) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
17 muitas cartas. Neste verso é lançada mais luz sobre as desesperadas tentativas de Tobias em arruinar Neemias e fazer com que a obra parasse; e da deslealdade de certos homens da nobreza, já sugerida no cap. 3:5. Uma vigorosa comunicação foi desenvolvida entre Tobias e esses nobres, com o objetivo de atemorizar Neemias (v. 19). Esse tipo de correspondência não passou desapercebido a Neemias porque a maioria era leal a ele. Além disso, pode ser que não tenham feitas tentativas para manter isso em segredo (CBASD, vol. 3, p. 462).
18 Por meio de laços de casamento com duas famílias judaicas, Tobias fez amigos “ajuramentados” entre a nobreza, que utilizavam sua influência para implementar as políticas dele (CBASD, vol. 3, p. 462).