Reavivados por Sua Palavra


JÓ 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 27 – Há quem concorda com a teologia dos amigos de Jó; há quem acredita que dá para aproveitar alguma coisa e, também quem discorda veementemente das elucubrações teológicas do trio opositor.

Neste capítulo, fica claro que “era impossível para Jó concordar com a teologia de seus amigos”, afirma o comentário da Bíblia da mulher. Em Jó 27:5 Jó rejeita fortemente a visão de mundo e de Deus que seus amigos defendiam. Ele estava convicto da própria inocência, apesar das insistentes acusações dos amigos. Jó mantinha sua concepção de que seus sofrimentos não eram colheitas de plantações de pecados que ele havia cultivado.

Jó sabia que Elifaz, Bildade e Zofar estavam equivocados em sua interpretação da realidade, e de sua espiritualidade. Já sabia quão íntegro fora; quão fiel e consagrado a Deus foi em toda sua vida; estava ciente que seu sofrimento era injusto; e, apegou-se tenazmente a tudo isso. Ele só queria entender como Deus permitia tanto sofrimento!

Jó se recusava a acreditar que Deus o punia por algo que ele não havia feito. Sem entendê-lo, seus amigos o pressionavam, acusando até mesmo de pecados secretos, ocultos. Por mais fortes que fossem a junção de todos os argumentos deles, Jó estava firme e convicto de que estavam equivocados. Por isso, neste capítulo:
• Jó declara que não renunciaria à sua integridade, ainda que tal integridade lhe custasse a vida (Jó 27:1-6).
• Jó apresenta a ideia de que Deus é justo – que Ele não é injusto com os justos; a punição divina é contra os ímpios, os injustos é que serão destruídos como se uma tempestade os varresse repentinamente (Jó 27:7-23).
• Jó confirma sua dependência da justiça de Cristo; nesta justiça residia sua esperança. No final, os justos triunfarão, enquanto os ímpios perecerão; portanto, qualquer esperança dos ímpios é vã (Jó 27:13-23).

Tanto Jó quanto seus amigos (e nós também) precisavam ter consciência de que os habitantes deste mundo vivem numa frenética batalha entre o bem e o mal. Neste grande conflito, que é uma batalha cósmica, há injustiça, crueldade e destruição. Inocentes e indefesos se tornam vulneráveis pela investidas do agente do mal. Por isso, é importante considerar sempre os primeiros capítulos do livro de Jó!

Ampliemos nossa visão de mundo. Reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.



JÓ 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 26 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 26 – BLOG MUNDIAL

JÓ 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 26 by Luís Uehara
20 de abril de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/26

Jó responde a seus amigos com desânimo: “Como sabes aconselhar ao que não tem sabedoria e revelar plenitude de verdadeiro conhecimento! Com a ajuda de quem proferes tais palavras?” (v. 3, 4a).

Jó parece escarnecer da abordagem teológica egípcia expressa por seus interlocutores. Jó ironiza no v. 5: “A alma dos mortos treme debaixo das águas com seus habitantes. [ou: “Por que vocês continuam pensando sobre os deuses e a voz sagrada que leva os homens para longe sob as águas? Quando os homens ouvem isso, eles tremem”*].

Jó quer saber os detalhes da origem desta teologia egípcia do que acontece aos mortos após a morte. Não há monstros à espreita no Nilo celeste tentando roubar as almas dos falecidos da voz sagrada do [Deus Sol] Ra enquanto, à meia-noite, ele viaja e atravessa os doze portões que dão acesso à sala de julgamento de Osíris, o juiz dos mortos.

Querido Deus,
À semelhança de Moisés e Jó, nós também cremos que Deus criou os céus e a terra e, por fim, erradicará Satanás e seus anjos. Sabemos que os grandes eventos finais da história deste mundo estão perto de ocorrer. Ajude-nos a permanecer firmes ao Teu lado. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/26

* tradução livre do texto do autor



JÓ 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2023, 0:50
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689 palavras

Aqui começa o longo discurso de Jó, que termina no cap. 31. Neste discurso, após descartar rapidamente o último discurso de Bildade, Jó passa a explicar seus pontos de vista. Ele fala, em primeiro lugar, do poder e da majestade de Deus (Jó 26:5-14); depois, lida com as questões que dizem a respeito a sua própria integridade e à forma como Deus trata os seres humanos. Ele admite que, no final, a retribuição sobrevém aos ímpios (Jó 27). No cap. 28, depois de prestar um merecido tributo à inteligência e à engenhosidade do ser humano no que respeita às coisas terrenas, Jó diz que o mundo espiritual e os princípios do governo divino são para ele inescrutáveis […] Finalmente, após dar uma descrição de sua antiga vida próspera (cap. 29), em contraste com sua vida desditosa atual (cap. 30), ele conclui com uma declaração de sua integridade nos vários deveres e obrigações da vida (cap. 31) (CBASD, vol. 3, p. 636).

Jó responde ao discurso de Bildade, mas realmente considera sua contribuição sem utilidade e, mesmo, fora de propósito, pois o Jó nunca havia negado a grandeza e a majestade de Deus e, agora, passa a dar sua visão do poder insondável de Deus (Bíblia Shedd).

2-4 Como sabes ajudar […]! As palavras de Jó são sarcásticas, pois Bildade não contribuíra com nenhuma luz às considerações de Jó, feitas no cap. 4 (Bíblia Shedd).
[…] série de exclamações e perguntas objetivam revelar a fraca lógica do discurso de Bildade (CBASD, vol. 3, p. 636).

de quem é o espírito […]? Jó questiona: de onde procede a sua autoridade? Certamente, não havia evidências da inspiração divina (CBASD, vol. 3, p. 636).

A alma dos mortos. No original não há a palavra “alma”. A frase diz: “os mortos”. […] O contexto de Jó 26:5 sugere que a referência é aos mortos. Bildade enfatizou a soberania de Deus nos céus. Jó acrescenta que o poder de Deus se estende até aos habitantes do she’ol (ver v. 6) (CBASD, vol. 3, p. 637).

além. Do heb. she’ol, um lugar figurativo onde os mortos são descritos como se estivessem juntos (ver Is 14:9, 10) (CBASD, vol. 3, p. 637).
o abismo. Do heb. ‘abaddon. Um substantivo empregado paralelamente ashe’ol e que o retrata como um lugar de ruína e destruição. A palavra ocorre seis vezes no AT (Jó 26:6; 28:22; 31:12;Sl 88:11; Pv 15:11; 27:20; cf Ap 9:11) (CBASD, vol. 3, p. 637).

faz pairar a terra sobre o nada. As lindas fotos coloridas tiradas pela Apolo 10 dão realce empolgante a esta doutrina (Bíblia Shedd).
Em vez de visualizar a Terra como se repousasse sobre colunas, como criam os alguns antigos, sua concepção era a de ser ela sustentada pelo poder do Deus que ele adorava (CBASD, vol. 3, p. 637).

8-14 A grandeza do universo visível, a sabedoria e o poder de Deus revelados na sua criação, não se comparam com a glória de tudo o que o olhar humano nem sequer pode sondar (Bíblia Shedd).

Prende as águas. A metáfora é provavelmente extraída dos odres de água tão conhecidos no antigo Oriente, e especialmente na Arábia, para o armazenamentp deste líquido. Esses odres podiam se romper com o peso do conteúdo, mas as nuvens podiam conter grandes quantidades de água sem tais riscos (ver Jó 38:37; Pv 30:4) (CBASD, vol. 3, p. 637).

“Uma tempestade comum contém cerca de 100 mil toneladas de água. Imagine 100 mil toneladas de água flutuando no céu! Toda essa água está simplesmente ali, sem cair ou ‘rasgar’ a nuvem. (Richard Gunther, emBíblia Evangelismo em Ação NVI Vida).

Enconde a face do Seu trono. Isto é, ele cobra Seu trono de nuvens. O significado desta declaração pode ser de que Deus Se oculta aos sentimentos físicos do ser humano. Deus acha por bem manter Sua comunhão com as pessoas em nível espiritual, em vez de em nível sensorial. Embora as nuvens possam esconder Seu trono da visão humana (ver 1Rs 8:12; Sl 18:11; 97:2), este existe, e um dia os redimidos o verão (Ap 22:1-1) (CBASD, vol. 3, p. 637).

10 Traçou um círculo. A referência parece ser a forma do horizonte, que tem a aparência de um círculo e parece ser traçado com um compasso (CBASD, vol. 3, p. 638).

13 sopro. Do heb. ruach, que também pode ser traduzido como “espírito” ou “vento”, como em dezenas de casos no AT. O contexto precisa determinar a escolha do significado.



Jó 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de abril de 2023, 0:45
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“Eis que isto são apenas as orlas dos Seus caminhos! Que leve sussurro temos ouvido dEle! Mas o trovão do Seu poder, quem o entenderá?” (v.14).

Conforme o dicionário, a palavra “conselho” significa “aviso oferecido sobre o que alguém deve ou não fazer em alguma situação; recomendação”; geralmente associada a alguém prudente e sensato, que tem bom senso. No capítulo de hoje, Jó ironizou o conselho de Bildade e questionou a origem de suas palavras. Mencionando o conhecimento científico da época, Jó mostrou que também era um homem dedicado ao estudo da natureza e como esta é uma revelação do Criador. Através de símbolos naturais, Jó exaltou a soberania de Deus e a limitação humana em compreendê-la.

A profecia de Isaías quanto à primeira vinda do Senhor declara o nome de Deus em alguns de seus infinitos aspectos. Dentre eles, Jesus é chamado de “Conselheiro” (Is.9:6). E dentre os atributos do Espírito Santo, está o “conselho” (Is.11:2; Pv.8:14). Quando depositamos a nossa confiança em Deus e em Sua Palavra, estamos pisando em terreno sempre seguro e estável. Ainda que as coisas do alto sejam grandes demais para a nossa mente limitada, o Senhor nos deixou revelado tudo o que precisamos saber: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt.29:29).

Mesmo que a comparação feita por Jó seja uma realidade até mesmo para os mais fervorosos cristãos: “Que leve sussurro temos ouvido dEle!” (v.14), a garantia de Deus de que a revelação que nos foi dada é suficiente, deve encher o nosso coração de paz e da certeza de que temos um Criador cujo conselho é infalível. Assim como nos sentimos seguros em aprender um determinado assunto de quem seja um especialista, devemos confiar nAquele que é especialista em transformar e salvar vidas. Mas, semelhante aos degraus acadêmicos, o Senhor também deseja que subamos cada dia mais alto nos degraus de Seu conhecimento.

Que nenhum conselho humano seja colocado acima do perfeito conselho das Escrituras. Temos à nossa disposição a Palavra de Deus e o seu Intérprete, o Espírito Santo. Se nos apegarmos com confiança ao “assim diz o Senhor”, nenhuma palavra humana de origem duvidosa (ou maligna) poderá abalar a nossa fé. Como Jó, olhemos também para o segundo livro de Deus: a natureza. “Porque os atributos de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas” (Rm.1:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, estudantes do conhecimento que salva!

Rosana Garcia Barros

#Jó26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 26 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2023, 0:40
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JÓ 26 – A cosmovisão de um indivíduo se forma por uma série de fatores, como cultura, religião, filosofia, experiências, tradições familiares e educação. Dependendo da cosmovisão formada, será o modo que a realidade ao seu redor será interpretada – isso inclui o propósito da existência humana, a ideia de certo e errado, e, a existência divina.

Quando nossa cosmovisão está alinhada com a Bíblia, seremos capazes de compreender melhor a natureza da realidade, a existência de Deus, a moralidade e, o propósito da vida. Pois, a Bíblia é uma fonte confiável da revelação do Criador da vida, da natureza e do mundo em que vivemos. Sua Palavra é um manual que nos guia a um conhecimento mais elevado de nós mesmos, da realidade ao nosso redor e da realidade espiritual, além de fornecer um conjunto de valores morais e éticos que favorecem nas tomadas de decisões e na forma como vivemos o tempo de vida que Deus nos concede.

Bildade e Jó ilustram bem esses conceitos. Observe atentamente o contraste:
• A cosmovisão individual de Bildade (Jó 25) é marcada por sua ênfase na transcendência de Deus e na insignificância humana diante dEle. Para este indivíduo, a humanidade não passa de vermes insignificantes diante de Deus, e não há forma de alguém ser considerado justo diante dEle. Portanto, seu foco está na ideia de que a humanidade precisa humilhar-se perante Deus e buscar Sua misericórdia, reconhecendo a infinita grandeza e transcendência divina.
• Por outro lado, a cosmovisão de Jó (Jó 26) também reconhece a transcendência de Deus, porém enfatiza que Ele age em todos os lugares e está presente em Sua criação (imanência). Sua cosmovisão se baseia no conceito de que Deus é justo e que Sua sabedoria e poder são insondáveis, contudo, mesmo assim estão revelados na criação, o que leva Jó a confiar em Deus, apesar de sentir a própria insignificância diante da grandeza divina.

A diferença de cosmovisão afeta nossas ações:
• Enquanto Bildade enfatizava a humilhação diante de Deus, Jó enfatizava a confiança.
• Enquanto desespero, desamparo e desesperança resultariam da cosmovisão de Bildade, Jó prezava pela confiança e fé em Deus em meio às dificuldades.

Precisamos alinhar nossa cosmovisão com a Bíblia para lidarmos melhor com a vida! Reavivemo-nos no estudo da Palavra! – Heber Toth Armí



JÓ 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de abril de 2023, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 25 – Primeiro leia a Bíblia

JÓ 25 – BLOG MUNDIAL

JÓ 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JÓ 25 by Luís Uehara
19 de abril de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/25

Enquanto inclina-se para o dramático, Bildade nos traz algumas boas lições neste pequeno capítulo.

1 – Deus é onipotente, onisciente e amoroso.
2 – Nós não somos.

Não tenho certeza se Jó precisava ser instruído neste aspecto, mas acho que todos nós poderíamos ser lembrados disso ocasionalmente.

O fato de que o Criador do universo não apenas nos criou, mas também nos amou o suficiente para vir ao nosso pequeno mundo e ser sacrificado por nossa redenção é uma realidade além da compreensão. Aquele que põe as estrelas em movimento, estabelece a paz em Seus altos lugares e faz Sua luz brilhar sobre todos, nos ama o suficiente para cuidar do que nos acontece a cada momento.

Quantas vezes queremos dizer: “Vejam que grande coisa eu fiz!” quando na verdade deveríamos estar dizendo: “Obrigado, Deus, pelo que você fez através de mim.”

Vamos nos comprometer hoje a nos humilhar e dar glória devidamente.

A Deus seja a glória!

Lisa Ward
Escriturária na IASD Country Life , Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/25



JÓ 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de abril de 2023, 0:50
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475 palavras

A resposta fina de Zofar é inconsistente.. Ela ignora os exemplos de Jó da prosperidade do ímpio. Ao invés de de tentar refutar a Jó, Bildade acusa Jó de orgulho por estar reivindicando que seu sofrimento não era resultado de pecado.. Jó nunca reivindicou estar sem pecado mas somente que não foi seu pecado que lhe causou seus problemas atuais. (Life Application Study Bible Kingsway.)

Esta curta resposta de Bildade encerra o que os três amigos de Jó tinham a dizer, pois Zofar não tenta responder. O discurso parece ser o esforço elaborado de alguém que sentia a necessidade de dizer algo, mas não sabia como refutar a linha argumentativa de Jó. Longe de aceitar o desafio de Jó e de lidar com a dificuldade envolvida na prosperidade dos ímpios, Bildade evita completamente o assunto e se limita a tocar brevemente em dois velhos e surrados temas: o poder de Deus e a pecaminosidade universal do ser humano. Ele não lança nova luz sobre nenhum desses temas. Repete em grande parte o que Elifaz já havia dito em discursos anteriores (ver Jó 4:17; 15:14) (CBASD, vol. 3, p. 635).

Bildade aceita a revelação inicial de Elifaz. (Andrews Study Bible.)

o domínio. Jó reconhecera plenamente a sabedoria de Deus (Jó 23:13). Contudo, Bildade podia fazer estas declarações facilmente porque não estava passando por uma experiência de sofrimento. Jó estava passando por um teste pessoal de sua confiança em Deus (CBASD, vol. 3, p. 635).

4-6 As novas provas pedidas por Jó (24.25) não foram alistadas (Bíblia Shedd).

Como, pois, seria justo[…]? Nem Bildade, nem seus amigos, nem Jó podiam responder a esta pergunta. Somente no tempo do evangelho é que os seres humanos receberam plena elucidação do princípio da justificação pela fé (ver Rm 3:23-25; Cl 1:25-27) (CBASD, vol. 3, p. 635).

não tem brilho. Bildade acredita que tanto a lua quanto as estrelas são imperfeitas quando contrastadas com Deus, o criador delas. Se assim é, quão pequeno deve parecer o homem! O que Bildade não sabia é que o ser humano, a despeito de sua fragilidade, é infinitamente mais precioso aos olhos de Deus do que as obras inanimadas da criação (CBASD, vol. 3, p. 635).

que é verme. Ver Jó 7:5. Estas palavras têm o objetivo de humilhar a Jó e de impressioná-lo com sua pequenez. Jó precisava ser encorajado, não ser conscientizado de sua fraqueza. Dessa forma, os amigos terminam sua defesa da tradição: falando de vermes! Em seu zelo por defender uma ideia, falharam em compreender a Deus e em solidarizar-se com o amigo que sofria (CBASD, vol. 3, p. 635).

É importante entender que foi Bildade, não Deus, que chamou o homem de verme. Os seres humanos são criados à imagem de Deus (Gn 1:26, 27). Sl8:5 diz que o homem é “um pouco inferior aos seres celestiais”. … Para nos achegarmos a Deus, não precisamos rastejar como vermes. Podemos nos aproximar dEle confiantemente em fé (Hb 4:16). (Life Application Study Bible Kingsway.)



Jó 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de abril de 2023, 0:45
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“Como, pois, seria justo o homem perante Deus, e como seria puro aquele que nasce de mulher?” (v.4).

Como advogados de Deus, os amigos de Jó insistiam em buscar discursos que refutassem as suas palavras. Apelando à justiça divina, Jó foi acusado de erguer aos Céus uma defesa inválida. Como questionar o juízo dAquele a quem “pertence o domínio e o poder” (v.2)? Para eles, o sofrimento de Jó era resultado de seus muitos pecados, e sua condição deveria ser aceita com conformidade e como uma oportunidade de arrependimento e confissão.

A busca de Jó por justiça foi interpretada por Bildade como uma tentativa de justificar-se a si mesmo. Em poucas palavras, Bildade concluiu: a natureza humana e a natureza divina são de inconcebível amálgama. Comparado a um verme, o homem jamais poderia alcançar a pureza. Davi declarou: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl.51:5). Mas, no mesmo Salmo, ele pediu: “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” (Sl.51:7).

O homem por si mesmo não pode justificar-se ou purificar-se, mas Jesus, por Sua misteriosa amálgama, nos comprou o direito de pedirmos, e diante de um coração humilde e contrito, Ele diz: “Quero, fica limpo!” (Lc.5:13). NEle estava a natureza humana e a natureza divina em perfeita fusão. Paulo denominou esta junção de o grande “mistério da piedade” (1Tm.3:16). O que era impossível, tornou-se realidade pelo poder de um Deus que nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3). “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a Sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros” (1Pe.1:3-4).

É certo que “todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças, como trapo da imundícia” (Is.64:6). Mas o Justo, o Santo, o Puro, o nosso Redentor, deseja lançar sobre nós as imaculadas vestes de Sua justiça e nos fazer participantes da natureza divina. Não fomos chamados para advogar pela causa de Deus, mas para sermos testemunhas dAquele que é “poderoso para salvar” (Is.63:1). “Se sabeis que Ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dEle” (1Jo.2:29). Eis o nascimento que ninguém pode refutar. Vigiemos e oremos!

Bom dia, nascidos de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Jó25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100