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“Desde os céus fizeste ouvir o Teu juízo; tremeu a Terra e se aquietou” (v.8).
Asafe apresentou a majestade e o poder de Deus na perspectiva do juízo divino. Parece que este era o assunto de maior interesse do salmista; o tema de estudo que mais lhe fascinava. Em reconhecer a grandeza de Deus, seu coração ardia na expectativa de que Ele Se levantasse “para julgar e salvar todos os humildes da Terra” (v.9). Asafe não enxergava o juízo como algo a ser temido, mas como a ação divina que culminará na salvação dos justos.
“O Senhor odeia o pecado, mas ama o pecador”. Você certamente já ouviu essa frase. Ela é verdadeira e nos ajuda a entender melhor a ira de Deus. Foi exatamente o pecado que fez separação entre nós e o Senhor (Is.59:2). Como de costume, o Senhor andava pelo Éden no pôr do sol, e mesmo sabendo o que havia acontecido e como Adão e Eva se esconderam de Sua face, em um misto de ternura e tristeza, perguntou ao homem: “Onde estás?” (Gn.3:9). Desde então, pela mácula da iniquidade, perdemos o privilégio de um relacionamento face a face com o nosso Criador.
O pecado criou uma barreira que, não fosse a intervenção de Deus ao longo da história, todo o mundo teria perecido nas águas do dilúvio. Mas a vitória de Cristo na cruz do Calvário quebrou o jugo do pecado e nos leva para cada vez mais perto do encontro com o nosso Deus e Redentor (Jo.14:1-3). O Senhor não lança fora nenhum pecador arrependido, por mais longe que tenha ido. A Sua ira é contra o pecado e seu originador. A cada filhinho que tem se escondido pelo medo da rejeição, Ele pergunta: “Onde estás?”. E assim como Ele vestiu Adão e Eva com “vestimenta de peles” (Gn.3:21), Ele deseja nos vestir com as “vestiduras brancas” da justiça de Cristo (Ap.7:9).
O Senhor virá para destruir o pecado com “o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas todos os que se agarram ao pecado, “os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo eles segam. Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da Sua ira se consomem” (Jó 4:8-9). E até estes terão de um dia reconhecer: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos” (Ap.5:13).
Como Asafe, não devemos temer o juízo e a ira de Deus, pois o nosso ilustre e glorioso Senhor trabalha incansavelmente para nos levar de volta para Sua casa, de volta para um relacionamento face a face e eterno. Porque Ele mesmo prometeu: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20).
“Tu és ilustre”, ó Deus, “e mais glorioso do que os montes eternos”! Tu és o Juiz justo e salvas “todos os humildes da Terra”! Por isso, Senhor, nos ensina a aprender de Cristo, para que tenhamos um coração manso e humilde como o dEle! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “humildes da Terra” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#Salmos76 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 76 – O conteúdo deste Salmo instiga nossa mente a refletir na grandiosidade e no poder de Deus. Nele, extraímos verdades maravilhosas sobre Seu caráter e contemplamos a majestade dAquele que é conhecido em Sua fortaleza.
A compreensão da sua mensagem deve despertar em nós um temor reverente, uma confiança inabalável e um desejo ardente de obedecê-lO em cada área da vida.
Hernandes Dias Lopes sintetiza a teologia do Salmo 76 da seguinte maneira:
1. Deus é conhecido em Sua fortaleza (Salmo 76:1-3).
a) Quanto mais conhecemos a Deus, maior é Seu nome para nós.
b) Onde Deus habita, aí reina a paz.
c) Onde Deus está a vitória sobre o inimigo é certa.
2. Deus é vitorioso contra seus inimigos (Salmo 76:4-6).
a) Deus é mais glorioso que os mais altos e estáveis reinos da Terra.
b) Deus reduz os mais valentes inimigos à paralisia total.
c) Diante de Deus os exércitos mais poderosos ficam paralisados.
3. Deus é temido por causa de Seu juízo (Salmo 76:7-10).
a) A ira de Deus é irresistível.
b) O juízo de Deus é universal.
c) O juízo de Deus alcança os ímpios para condená-los e os humildes para salvá-los.
d) A ira dos homens não pode frustrar os desígnios de Deus.
4. Deus é digno de ser obedecido (Salmo 76:11-12).
a) O povo de Deus, ao fazer votos, deve cumpri-los.
b) Os povos devem trazer ofertas a Deus porque Ele é digno.
c) Diante de Deus nenhuma soberba prevalecerá.
d) Deus é o Rei acima de todos os reis da Terra.
O conhecimento de Deus que impacta a vida é aquele que advêm das Sagradas Escrituras. Apenas o Deus revelado nas páginas bíblicas merece que nos rendamos diante de Sua grandiosidade e submetamos à Sua soberania. No entanto, nosso amor por Ele deve manifestar-se em nossa obediência, compromisso e adoração constante.
Anseio que o Soberano Deus vitorioso nos guie e nos fortaleça em nossa jornada de fé. Que Sua maravilhosa presença esteja conosco em todos os momentos, trazendo alívio, paz, vitória e alegria ao nosso coração todos os dias.
No Salmo 76, a fortaleza de Deus é conhecida, Sua vitória sobre os inimigos é incontestável, Seu juízo é temido… e Sua dignidade é indescritível. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 75 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 75 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/75
Enquanto esperava numa fila, comecei a conversar com um desconhecido. Trocamos algumas palavras e então ele começou a se gabar de sua incrível inteligência – em linguagem, ciência, teologia, filosofia e quase todos os assuntos concebíveis. Ele tinha uma resposta para a maioria das perguntas que confundem os especialistas e ele ficou magoado com a falta de respeito que recebeu, dadas suas propensões geniais. Logo ficou claro que ele se sentia melhor do que eu em quase todos os aspectos que se possa imaginar. Como você deve ter adivinhado, não me senti triste quando a fila terminou e de despedi da conversa.
Poucos de nós gostam de ouvir um esnobe. Então, por que fazemos isso nós mesmos? Mais importante, por que fazemos isso com Deus? Por que achamos tão fácil confundir erroneamente as coisas que Deus faz por nosso intermédio como coisas pelas quais merecemos crédito? Por que expressamos a altivez por toda parte sem uma palavra sobre o Deus que nos deu todos os dons? Ainda assim, dar honra a Deus é um de nossos chamados na vida.
Vamos fazer um plano para dar crédito onde o crédito é devido.
Damos graças a Ti, ó Deus, damos graças!
Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/75
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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396 palavras
O Salmo 75 é um hino que celebra a libertação das mãos do inimigo. … Como os Salmos 46 e 47, aos quais de certa forma este se assemelha, o poema é vividamente dramático, em especial, na apresentação de Deus como o justo juiz. O salmo afirma que Deus faz tudo no tempo devido e reprova a impaciência humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 908.
1 Graças Te rendemos. O emprego da primeira pessoa do plural sugere que o salmo foi escrito para adoração pública. A repetição da frase confere ênfase litúrgica. CBASD, vol. 3, p. 908.
2 Tempo determinado. Do heb. mo’ed, “determinar o tempo”, “assembleia”, “lugar de reunião”. Deus é apresentado como o orador. Ele escolhe o tempo oportuno, o momento exato, mais apropriado para seus propósitos. A impaciência humana pretende ir adiante de Deus (vr Hc 2:3). CBASD, vol. 3, p. 908.
Retamente. Quando Deus julga, a justiça é feita a todos (ver 2Sm 23:3; Sl 58:1). CBASD, vol. 3, p. 908.
3 Vacilem. Quando o país parece estar prestes a se dissolver diante do invasor, Deus intervém para sustentar-lo. Sem Deus, tudo se arruinaria. CBASD, vol. 3, p. 908.
Colunas. A terra é comparada a um forte edifício sustentado por colunas. CBASD, vol. 3, p. 908.
6 Auxílio. Literalmente, “levantar”. O êxito não advém de vantagens geográficas naturais ou de nações que habitam as regiões das quatro direções, mas da conformidade do ser humano com o plano eterno de Deus (ver CBV, 476, 477). A resposta final vem de Deus (ver v. 7). CBASD, vol. 3, p. 908.
7 Abate. Isto acontece tanto com pessoas quanto com nações (ver 1Sm 2:7, 8; Sl 147:6; Dn 2:21; 4:17). CBASD, vol. 3, p. 909.
8 Cálice. Representa-se a Deus segurando um cálice para que a humanidade o beba (ver com. de Sl 60:3; cf. Is 51:17, 22; Ap 14:9, 10). CBASD, vol. 3, p. 909.
Cheio de mistura. O vinho é misturado com especiarias, para torná-lo anda mais forte e aumentar o seu poder intoxicante (ver Pv 9:2; 23:30; Is 5:22). CBASD, vol. 3, p. 909.
Escórias. Os ímpios devem esvaziar o cálice, bebendo todo o seu conteúdo. ate quadro impressionante do juízo justo d Deus tem o propósito de provocar temor ao pecado. CBASD, vol. 3, p. 909.
9 Abaterei. O sujeito deste verso pode ser Deus. A linguagem hebraica utiliza bastante o recurso de trocar de forma repentina o pronome pessoal. O salmista talvez fale por Deus, ou pelo povo, mas com a certeza de que Deus os ajudará a derrotar o ímpio. O salmo termina com uma declaração universal do governo just ode Deus. CBASD, vol. 3, p. 909.
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“Pois disseste: Hei de aproveitar o tempo determinado; hei de julgar retamente” (v.2).
Já ouviram essa frase: “Deus é amor, mas também é justiça”? Na verdade, ela não faz jus ao que a Bíblia nos ensina. O correto, seria dizer: “Deus é amor e também é justiça”. Esses dois atributos divinos não podem separar-se, mas ligados um ao outro revelam a natureza do caráter de Deus. Foi na força deste dueto indivisível que Jesus viveu nesta Terra e deu à humanidade prova suficiente de Seu amor leal e justiça salvífica.
O amor de Deus tem sido banalizado por ensinamentos com fundamento arenoso. Baseados em suas próprias convicções e visando seus próprios interesses, muitos ministros do engano têm arrebanhado multidões ao apresentar ao mundo um Deus que é somente amor, omitindo o fato de que “Deus é o juiz” (v.7). Desconsiderando a exortação e a repreensão, suas mensagens visam dizer o que as pessoas querem ouvir, e não o que elas precisam ouvir. Há, porém, nesses lugares, muitos fiéis que hão de obedecer ao último chamado de Deus.
Quando estudamos o amor de Deus revelado em Jesus Cristo é como se em nossa cegueira fôssemos recuperando a visão aos poucos, à medida que prosseguimos em conhecê-Lo. O mistério da piedade, até então oculto, foi revelado na cruz, onde o amor prevaleceu, e no túmulo vazio, onde a justiça teve o seu triunfo. “Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele” (Jo.3:17). E porque o Seu amor foi o perfeito cumprimento da Lei, que Ele voltará para “julgar vivos e mortos” (2Tm.4:1).
O mesmo Deus que ama o pecador e deseja justificá-lo, é Aquele que lhe diz: “vai e não peques mais” (Jo.8:11). Jesus veio como o nosso modelo de fidelidade e obediência. Sua vida estava em completa harmonia com as Escrituras. As acusações dos escribas e fariseus não passavam de uma reação ao conflito que tinham de enfrentar consigo mesmos todas as vezes que se deparavam com o “Maravilhoso Conselheiro” (Is.9:6). Pois “foi do agrado do Senhor, por amor da Sua própria justiça, engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is.42:21), a “lei da liberdade”, pela qual haveremos de ser julgados (Tg.2:12).
Também é por amor da Sua própria justiça, que Jesus virá segunda vez. Não mais para beber do cálice que, com rogos, clamou para não beber (Mt.26:39), mas para buscar aqueles pelos quais suportou tamanho mal. Contudo, aos que rejeitaram os apelos divinos e a validade de Sua Lei, beberão “do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10).
Este mundo de pecado está quase chegando ao seu “tempo determinado” (v.2), e os ímpios terão de sofrer os resultados de suas más escolhas, “mas a força do justo será exaltada” (v.10). Que, pela graça de Deus, possamos declarar a cada dia até aquele Grande Dia: “Quanto a mim, exultarei para sempre; salmodiarei louvores ao Deus de Jacó” (v.9).
“Graças Te rendemos, ó Deus, graças Te rendemos, e invocamos o Teu nome, e declaramos as Tuas maravilhas”. Pleiteia a nossa causa, Senhor, e imprime em nós o caráter justo e amoroso de Jesus! Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados pela amorosa graça de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos75 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 75 – A teologia expressa neste Salmo é simples, porém profunda e impactante.
Reflita a seguir nos seguintes pontos:
• Deus tem o poder de julgar: Como Juiz do Supremo Tribunal Celestial Deus possui capacidade e autoridade para exaltar e humilhar a quem quer que seja, conforme Sua Soberana vontade (Salmo 75:7). No momento adequado conforme Sua presciência, o julgamento ocorrerá perfeitamente (Salmo 75:2).
• Deus controla o tempo e os eventos históricos: Ele detém um cálice do juízo para cada situação injusta e ímpia que os indivíduos promoverem. Deus tem o controle completo sobre o curso da história e sabe quem deverá beber do cálice amargo da Sua justiça até a última gota (Salmo 75:8). Mesmo que pareça que tudo esteja desmoronando, Deus está mantendo as coisas firmes e estáveis (Salmo 75:3).
• Deus julga os ímpios e os justos: O Deus que um dia julgará no futuro, intervém no presente na história humana para quebrar as forças cruéis dos ímpios e para exaltar aos justos (Salmo 75:9-10). Nestes versículos, vemos um reconhecimento da grandeza de Deus e o compromisso de proclamar Sua soberania e justiça de geração em geração (Salmo 75:1).
Devido a estas sublimes e elevadas verdades reveladas, os arrogantes e os ímpios são advertidos nos versículos 4 e 5; neles, o salmista repreende a atitude orgulhosa e a postura insolente; chamando aos prepotentes à humildade diante da autoridade do Deus verdadeiro. Note o texto sapiencial de Provérbios 6:16-19:
“Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que Ele detesta: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que espalha mentiras e aquele que provoca discórdia entre irmãos”.
Deus é intolerante aos arrogantes e aos soberbos, mas quer salvá-los. Eles são instruídos a não se exaltarem nem a desafiar a Deus com insolência. O Salmo exige respeito e reverência diante da majestade e soberania do Juiz Celestial.
No Apocalipse 16, descreve-se sete taças da ira de Deus as quais contêm julgamentos divinos a serem derramados sobre a Terra como juízo final. Tanto o cálice mencionado em Salmo 75:8 quanto as taças do Apocalipse representam o poder e o controle de Deus sobre a história. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 74 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 74 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/74
Talvez nada desperte mais a ira de um povo quanto a depreciação de seu deus e a profanação de seu lugar de culto. Cerca de 150 anos antes de Cristo, Antíoco Epifânio invadiu Jerusalém e provocou a ira dos judeus, sacrificando um porco no Lugar Santíssimo. Ainda hoje hindus, muçulmanos e cristãos brigam por templos, mesquitas e igrejas destruídas ou profanadas.
A oração do Salmo de hoje foi proferida por alguém que lamentava profundamente a profanação do Templo. Inimigos de Deus haviam invadido os lugares santos e destruíram os painéis esculpidos em busca do ouro dos entalhes. Símbolos e estandartes pagãos se levantaram no templo e o santuário foi queimado até ao chão (versos 4-8), profanando assim o lugar onde o nome de Deus habitava.
Mas o ‘inimigo’ nem sempre está fora da igreja. Cada um de nós tem visões um pouco diferentes sobre como tratar o santuário de Deus. Devemos remover nossos sapatos? Devemos cobrir nossas cabeças? Esta não é uma questão fácil de resolver, porque o que ajuda uma pessoa na adoração pode atrapalhar outra.
O local de culto é um solo sagrado e deve ser mantido o mais limpo e arrumado possível. Qualquer negligência em manter a igreja no melhor estado de conservação é irreverência. Nenhuma cultura pode desculpar isso. No entanto, o uso de sapatos e cobertura para a cabeça é cultural. Em algumas culturas, a remoção ou uso seria irreverente. O objetivo é criar um ambiente de adoração o mais reverente possível.
Gordon Christo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/74
Tradução: Jobson Santos, Jefferson e Gisele Quimelli, Luís Uehara
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320 palavras
O Salmo 74 foi escrito possivelmente depois da conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Ele descreve de forma vívida a desgraça dos judeus, com ênfase particular na destruição do templo. Este salmo deve ser comparado com o 79, que enfatiza a matança dos habitantes de Jerusalém. Este poema elegíaco [que expressa tristeza] consiste de sete estrofes irregulares… Diz-se que o Salmo 74 foi um dos hinos de batalha dos calvinistas escoceses e dos huguenotes franceses de Cevennes. Os exilados valentes, depois de uma jornada pavorosa pelos Alpes, cantaram o Salmo 74 ao chegarem a Genebra, sua “cidade de refúgio”, e as multidões que os receberam cantaram com eles este hino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 905, 906.
1 Por que nos rejeitas … ? Parecia que Deus tinha deserdado Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 906.
Por que se acende … ? A ira é com frequência comparada ao fogo (ver Dt 32:22; Sl 18:7, 8; cf. Lm 2:3). CBASD, vol. 3, p. 906
3 Dirige teus passos. O salmista implora a Deus que venha depressa ver as ruínas do monte Sião e intervenha. CBASD, vol. 3, p. 906
Perpétuas ruínas. Ruínas tão extensas que pareciam permanentes, como se jamais pudessem ser reconstruídas. CBASD, vol. 3, p. 906
Tem feito. Os babilônios levaram tudo que era valioso (ver 2Rs 25:13-17), e atearam fogo ao templo (ver Sl 74:7). Os v. 4 a 8 descrevem a profanação do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.
4 Símbolos. O lugar santo caiu sob o domínio estrangeiro (ver Nm 2:2). Estandartes pagãos se levantaram no templo, para vergonha dos judeus. CBASD, vol. 3, p. 906
5 Brandem machado. Os soldados inimigos são descritos destruindo as madeiras do templo. CBASD, vol. 3, p. 906.
6 Lavores de entalhe. Ver 1Rs 6:29. Os ornamentos foram destruídos a fim de se retirar o ouro que os cobria (ver 1Rs 6:22, 32, 35). CBASD, vol. 3, p. 906.
9 Nao há profeta. Comparar com Lm 2:9; Ez 7:26. CBASD, vol. 3, p. 906.
Até quando. A taça da calamidade de Israel estava cheia. É o versículo mais triste do salmo. CBASD, vol. 3, p. 906.
11 No Teu seio. Por que Deus não estende Sua mão para livrar Israel? Ele parece er a mão dentro das dobras de Seu manto. O salmista pressa impaciência porque crê que Deus devia demonstrar Seu poder, destruindo os invasores. CBASD, vol. 3, p. 907.
12 Ora. O salmista ao contemplar o que Deus fez no passado em favor de Seu povo. Relembrar as bênçãos do passado dá conforto no presente e esperança para o futuro. CBASD, vol. 3, p. 907.
Meu Rei. O poeta tem a certeza de que a despeito das aparências, Deus está no comando (Ver Sl 44:4). CBASD, vol. 3, p. 907.
14 As cabeças do crocodilo. Evidentemente outra alusão ao poderio egípcio. CBASD, vol. 3, p. 907.
15 Tu abriste fontes e ribeiros. A referência pode ser da ocasião em que Deus fez brotar água da rocha ao comando de Moisés (ver Êx 17:6; Nm 20:8; cf. Sl 78:15, 16). CBASD, vol. 3, p. 907.
Secaste rios caudalosos. Alusâo óbvia à travessia do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 907.
13 Monstros marinhos. Do heb. tanninim. Presume-se que esta expressão simbolize o poderio egípcio (ver Ez 29:3). A referência parece ser à destruição dos exércitos de faraó no Mar Vermelho (ver Êx 14:27-30; 15:4). CBASD, vol. 3, p. 907.
19 Rola. Os filhos de Deus são comparados a uma terna e mansa rolinha, amada por Deus. CBASD, vol. 3, p. 907.
22 Pleiteia. O salmista percebe que a causa é de Deus e que a honra dEle está em jogo. Tudo que se faz contra os filhos de Deus é como se fosse contra Ele. Os débeis deveriam reconhecer os propósitos finais de Deus e se tornarem um instrumento em Suas mãos para realizar a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 907.
23 Não Te esqueças. O poeta finaliza sua oração pedindo que os inimigos recebam uma justa retribuição (cf. 2Rs 19:28). CBASD, vol. 3, p. 907.
Gritaria. É evidente que a referência é aos inimigos que invadem Jerusalém com gritos de guerra. CBASD, vol. 3, p. 907.
Dos Teus inimigos. Aqueles que se opõem aos propósitos de Deus … se enganam ao crerem que Deus não leva em conta suas atitudes (ver Êx 16:8; 1Sm 8:7). CBASD, vol. 3, p. 907.