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“Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-O, todos os povos” (v.1).
Com apenas dois versículos, este é o menor Salmo e o menor capítulo da Bíblia. Contudo, sua mensagem é uma das mais abrangentes das Escrituras. De uma forma muito clara, o salmista conclama que “todos os gentios […] todos os povos” (v.1) louvem ao Senhor. Todos são convocados a louvar Aquele que os criou e que os salvou: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
Grande é a misericórdia do Senhor “para conosco” e a Sua fidelidade é eterna (v.2). Estes atributos de Deus são oferecidos à humanidade como presentes de Sua maravilhosa graça. Não há uma explicação melhor, diante de um Deus santo que aceita a adoração de seres corruptíveis. Ele deseja celebrar a vitória da redenção com todas as Suas preciosas criaturas, e com elas manter um relacionamento pessoal e eterno.
Há estudiosos que afirmam que este Salmo tenha sido o que Jesus cantou com Seus discípulos logo após a ceia: “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras” (Mt.26:30). Sobre isto, escreveu o teólogo adventista Jael Eneas: “Todos olham para Jesus. Ele se levanta e canta. Mesmo diante da expectativa de morte, Sua voz não era de lamento, mas, de júbilo. Timidamente, os discípulos foram se unindo a Cristo, e, todos passam a entoar o Salmo 117”.
Creio que faz todo o sentido Jesus ter cantado este Salmo. No fim da celebração da Páscoa, os judeus cantavam os Salmos 113 a 118, conhecidos como “Hallel”, que no hebraico significa “louvor”. O Cordeiro de Deus estava prestes a entregar a Sua vida em favor de “todos os gentios” (v.1), de todas as nações. O Seu louvor declarou diante do Universo a oferta de amor que estava prestes a dar. Por Sua morte e ressurreição, Cristo Jesus garantiu a “todo aquele que nEle crê” participar do coral da eternidade.
Precisamos aceitar diariamente o convite de louvar ao Senhor aqui, para que então, muito em breve, tenhamos o inigualável privilégio de entoar um “novo cântico diante do trono” (Ap.14:3); um cântico que ninguém mais poderá aprender, a não ser “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá […] os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4). Para onde quer que você for e onde você estiver, que a sua vida seja um louvor ao “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29)!
Pai de amor, nós Te louvamos pelo dom precioso da salvação em Cristo! E que, por Tua graça e misericórdia, estejamos prontos para a nossa eterna redenção! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, coral de verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
#Salmos117 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 117 – É a riqueza da bondade, tolerância, paciência e misericórdia de Deus que leva-nos ao arrependimento, diz Paulo em Romanos 2:4. Este princípio está claro também neste minúsculo Salmo.
Este “é o mais curto dos Salmos, um hino em honra ao cuidado de Deus. Todos devem louvar ao Senhor por dois motivos: Seu amor constante e Sua fidelidade. Deus ama com altruísmo, é fiel à aliança e cumpre Suas promessas. Os seres humanos O louvam por reconhecerem Seus feitos extraordinários e Sua bondade”, destaca a Bíblia Andrews.
Este tão pequenino Salmo revela uma teologia da adoração e da salvação que é tanto universal quanto exclusivista. O Salmo convoca todas as nações e povos a adorarem ao Deus verdadeiro, reconhecendo Sua imensurável misericórdia e fidelidade. Ao mesmo tempo, o salmo enfatiza que somente em Deus há salvação, e que essa salvação é exclusiva para aqueles que creem nEle. Isso revela uma teologia que celebra a diversidade das nações e povos, mas também reconhece a singularidade e superioridade de Deus como o único caminho de salvação.
• Jesus, que declarou ser o único caminho, verdade e vida, “antes de deixar o cenáculo… dirigiu os discípulos num hino de louvor. Sua voz se fez ouvir, não nos acentos de uma dolorosa lamentação, mas nas jubilosas notas da aleluia pascoal… o Salmo 117”, informa Ellen White.
• Além de Jesus, o grande teólogo e apóstolo “Paulo cita as palavras deste verso [Salmo 117:1], mostrando que em Cristo a misericórdia de Deus foi ampliada aos gentios e aos judeus (Rm 15:11” (CBASD).
Em Apocalipse 14, as três mensagens angélicas convocam todas as pessoas a se arrependerem e a voltarem para Deus. Elas são mensagens para o tempo do fim e exortam as pessoas a temerem a Deus, dando-Lhe glória e adorando-O como o Criador do Céu, da Terra, do mar e de tudo o que neles há. Essas três mensagens apocalípticas destacam a universalidade do propósito de Deus, e revelam-nos que Deus é o Deus de todas as nações e povos; e que, a adoração e o louvor a Ele devem ser oferecidos por todos. Evidenciando assim que, a mensagem do evangelho é para todos, independentemente de sua origem étnica ou cultural.
Então, reavivemo-nos vivendo a mensagem do Salmo 117 – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 116 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 116 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/116
Este é um poema de agradecimento a Deus em resposta às experiências de orações respondidas e libertação pessoal (versos 1-2). As provações pelas quais o salmista havia passado quase o levaram a morte (v. 3). Ele entendeu que a sua vida fora preservada apenas pela misericórdia e graça de Deus e que o descanso genuíno é encontrado somente em confiar plenamente em Deus (v. 7). Esta confiança é do tipo que faz desaparecer a ansiedade e a inquietação (Mateus 11:29).
Em 2010, enquanto dirigia uma das reuniões preliminares numa série de reuniões evangelísticas em uma das ilhas das Filipinas, senti um forte impulso do Espírito Santo para fazer à plateia um apelo de entrega total. Neste momento, um homem chamado Jaime caminhou com agonia em direção ao altar. Jaime fora o único sobrevivente de uma explosão num navio mercante. Ele estava procurando respostas para saber por que ele sobrevivera e sua busca o levou à Palavra de Deus. Através de canções de ação de graças e da mensagem de libertação na palavra de Deus, Jaime encontrou as respostas que ele estava procurando! Jaime foi batizado e seguiu seu novo propósito encontrado na vida. Agora ele felizmente oferece seu sacrifício de ação de graças e diariamente cumpre seus votos (versos 16-19) em ganhar almas.
E você? Quando foi a última vez que tocou a vida de outras pessoas, através dos seus votos e sacrifícios de ação de graças? Por que não fazer isto hoje?
Jan Harry Cabungcal
Neurocientista
Europe for Jesus, Suíça
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/116
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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479 palavras
Introdução. Este é um salmo de ação de graças que celebra uma experiência de livramento pessoal. Ele exalta o poder salvífico de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 995.
1 Ele ouve. O tempo do verbo hebraico permite a tradução “está ouvindo”. O sentido sugerido é que o salmista louva a Deus por repetidas respostas à oração. CBASD, vol. 3, p. 995.
2 Enquanto. O salmista se compromete a manter consistência em seus hábitos de oração. CBASD, vol. 3, p. 995.
3 Inferno. Do heb she’ol, não um inferno de tormento, mas a figurada habitação da morte, tanto dos justos quanto dos ímpios (ver com. de Pv 15:11; cf. tradução deste verso na NVI e na AA). Este texto não oferece qualquer apoio à doutrina de um inferno ardendo eternamente. O salmista emprega as expressões “laços de morte” e “angústias do inferno” a si mesmo, como descrição das experiências que ele passou e das quais foi liberto. Assim, a expressão “angústias do inferno” não pode estar ligada a uma experiência pós-morte. A provação pela qual o salmista passou evidentemente o levou próximo à morte. CBASD, vol. 3, p. 995, 996.
6 Pelos simples. Do heb pethi, “jovem inexperiente”ou “jovem ingênuo”… Como um pai amoroso guarda e orienta os passos de seu bebê, assim o Senhor, em sua misericórdia, guia Seus filhos ao longo do caminho da vida. CBASD, vol. 3, p. 996.
7 Sossego. Verdadeiro repouso é encontrado somente na completa confiança em Deus. Tal descanso elimina a ansiedade e a inquietação (ver Mt 11:29). CBASD, vol. 3, p. 996.
9 Andarei. Andar perante, literalmente, “na presença”de Deus significa estar em harmonia com Ele. Duas pessoas não podem estar juntas a não quer que estejam de acordo (ver Am 3:3). CBASD, vol. 3, p. 996.
11 Na minha perturbação. Quando as pessoas estão sob intensa aflição é comum formarem julgamentos precipitados a respeito dos outros. No entanto, o falar apressado geralmente é seguido de amargo remorso. Embora as pessoas pareçam falsas e geralmente não sejam confiáveis, raramente a situação é tão desesperadora quanto pareça a princípio. CBASD, vol. 3, p. 996.
12 Seus benefícios. Quando somos aparentemente esquecidos pelas pessoas de quem mais esperamos auxílio, aprendemos a valorizar a ajuda que vem do Céu. O salmista deseja saber como ele pode melhor expressar sua gratidão a Deus por toda a ajuda a ele concedida. CBASD, vol. 3, p. 996.
14 Cumprirei os meus votos. É algo muito grave não cumprir os votos feitos ao Senhor (ver At 5:1-10). CBASD, vol. 3, p. 996.
15 Morte dos Seus santos. O Senhor não é indiferente à morte de Seus santos (ver Mt 10:29-39). … Diz-se que muitos dos cristãos que foram perseguidos chegaram ao martírio repetindo este verso,que os encorajou ao passar pelo escuro vale. CBASD, vol. 3, p. 996.
19 Nos átrios. O louvor a Deus não deve ser confinado ao aposento particular. Vozes humanas que testemunhem da bondade de Deus deveriam ser ouvidas na assembleia dos santos. A adoração pública tanto quanto a devoção particular é recomendada pela Palavra de Deus. CBASD, vol. 3, p. 996.
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“Compassivo e justo é o Senhor; o nosso Deus é misericordioso” (v.5).
Em tempos de crise, quando um vírus tornou-se a principal notícia e preocupação em todo o mundo, desencadearam-se, ou melhor, tornaram-se aparentes, problemas que estavam apenas sob o manto da negligência. A frieza entre casais e dificuldade de relacionamento entre pais e filhos revelou que o afastamento social já existia dentro da própria casa. E, mediante as extremas medidas de confinamento, dois resultados foram colhidos: famílias que, reconhecendo o problema, buscaram ajuda e fortaleceram os laços; e, por outro lado, aquelas que jogaram a toalha e entraram na triste estatística de famílias desfeitas e sacudidas pelos ventos da indiferença.
Dizem que a guerra contra o vírus ainda não acabou. Mas uma guerra bem mais antiga, com dimensões e resultados ainda mais devastadores, se apressa para o fim. Reconhecendo os riscos desse conflito cósmico em que estava envolvido e prestes a sucumbir, o salmista caiu “em tribulação e tristeza” (v.3) e esteve “sobremodo aflito” (v.10). Consciente de sua terrível condição, não obstante, confiante no auxílio divino, ergueu a sua voz em súplica: “ó Senhor, livra-me a alma” (v.4). O resultado foi o encontro com o Senhor, nosso Deus, que é justo e compassivo, que é misericordioso e que “vela pelos simples” (v.6), que salva e é generoso, que quebra as cadeias do mal e ouve as orações dos que O invocam, “de todos os que O invocam em verdade” (Sl.145:18).
Estávamos todos perdidos e condenados à morte eterna. Fomos sequestrados pelo inimigo e lançados no cativeiro do pecado. Mas o Senhor, que é justo e compassivo, nos proveu libertação. Na cruz do Calvário, a guerra foi decidida e pago o alto preço de nosso resgate. Por isso que “preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos” (v.15). É apenas uma questão de tempo para que, concluída a Sua obra de intercessão, Jesus rasgue os céus com a Sua glória e, com potente voz, dê a ordem de Sua vitória sobre a morte: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Encare estes últimos dias como o tempo da oportunidade às famílias para viverem o cumprimento da profecia em seus lares, “antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor”: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:5 e 6). Como o último Elias, Deus chama o Seu povo para em uníssono proclamar: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor” (v.13). No juízo, Deus não pedirá contas de nossas conquistas laborais ou acadêmicas, mas perguntará: “Onde estão os filhos que Eu vos dei para educar para Mim? Porque não estão à Minha mão direita?” (Ellen G. White, Orientação da Criança, CPB, p.561).
Como povo do advento e Elias atual, que possamos declarar com inteireza de coração: “Amo o Senhor […] Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o Seu povo” (v.1 e 14).
Nosso Pai do Céu, enche-nos do Teu Espírito e capacita-nos a cumprir a missão que o Senhor nos confiou, a começar pelos de casa. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do advento!
Rosana Garcia Barros
#Salmos116 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 116 – A vida pautada na gratidão cheia de satisfação será a resposta apropriada à infinita misericórdia divina demonstrada em situações críticas em que nos envolvemos.
O salmista reage desta forma na escrita do Salmo 116. As palavras inspiradas ali descritas são mais que expressões de fé. Refletem a lealdade e amor de alguém que obteve uma correta compreensão de Deus e desfrutou de Sua soberana intervenção.
• Deus resgata-nos dos maiores problemas e perturbações que geralmente enfrentamos. Isso nos enche a alma de alegria (Salmo 116:1-11).
• Deus merece nosso compromisso fiel resultante da gratidão por Sua graciosa intervenção, especialmente pelo precioso e maravilhoso plano da salvação (Salmo 116:12-17). Nesse contexto, o pavor da morte é substituído pela por outra visão: A morte do santo é preciosa. “Santos não são pessoas que não pecam, muito embora odeiem o pecado. São totalmente consagradas ao Senhor e, por isso, espirituais ou piedosas. Aos olhos de Deus, a morte de uma pessoa assim é preciosa, porque os fieis morrem acreditando nEle (ver Ap 14:13). O Senhor nunca se esquecerá deles” (Bíblia Andrews).
• Deus ouve nossas orações quando estamos em aflição; Ele age e nos restaura trazendo alívio ao nosso coração. Por conseguinte, merece nosso louvor e compromisso, e nossa adoração e devoção constantemente (Salmo 116:18-19).
Salmo 116:12 contém uma pergunta retórica que deve levar-nos incansavelmente à reflexão. “Não existe maneira de retribuir Sua bondade; podemos somente aceitá-la, ser gratos por ela e viver em agradecimento e respeito, segundo a vontade divina, tendo em mente a grande misericórdia que recebemos”, argumenta a Bíblia Andrews.
Sobre esse mesmo versículo, Ellen White comenta:
“Se grandes resultados podem ser alcançados por grandes esforços e grandes sofrimentos, quem dentre nós, que seja súdito da divina graça, pode recusar o sacrifício [de servir a Cristo]? O evangelho de Cristo inclui em seus reclamos toda alma que tenha ouvido a mensagem das novas de grande alegria. Que daremos a Deus por todos os Seus benefícios para conosco? Sua incomparável misericórdia jamais pode ser retribuída. Somente pela voluntária obediência e servido de gratidão podemos testificar de nossa lealdade e coroar com honra nosso Redentor” (Conselhos sobre Educação, p. 97.2, Testemunhos para a Igreja 5, p. 87.2).
Diante disso, reavivemo-nos no evangelismo! Sacrifício em servir a Deus e obediência ao Seu chamado são respostas naturais pelas imensuráveis graças recebidas! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 115 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 115 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/115
Os homens são moldados à imagem de seus ídolos. Notoriamente, os jovens que idolatram ídolos tendem a se vestir como eles. Mas este é apenas um exemplo superficial de uma verdade profunda. Nossos ideais se assemelham mais com um céu de latão do que com um teto de vidro. O que estou dizendo é que não vamos além dos nossos ideais morais.
Há uma religião oriental, na qual a divindade “misericordiosa” queima sadicamente os pecadores, provocando as suas agonias. Não é de se espantar que a violência doméstica nessa religião seja proverbial. Quando esse é o seu ideal moral, seu caráter fica distorcido.
Davi escreveu sobre essa ideia. “[Seus ídolos] têm mãos, mas não podem apalpar. Têm pés, mas não andam. Nem falam. . . Tornem-se como eles aqueles que os fazem e todos os que neles confiam.” O salmista não quis dizer que os idólatras estão em estado catatônico. Em vez disso, ele explicou que os nossos ideais nos limitam. Eles nos silenciam. Eles nos aterram. Como ídolo, é isso que o dinheiro pode fazer. É isso que o esporte pode fazer. É isso que o poder pode fazer. Isso é o que um parceiro sexual pode fazer.
Mas quando Jesus é o nosso ideal, os limites evaporam-se. “Confie no Senhor, ó Israel! Ele é o seu socorro e o seu escudo.”
Eugene Prewitt
Diretor do Centro de Treinamento BE WELL em Sitakunda, Bangladesh.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/115
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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314 palavras
Introdução. O Salmo 115 apresenta a insensatez da adoração aos ídolos, que são obras das mãos humanas. O salmista exorta a todos os fiéis que exortem e louvem ao Deus vivo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 993.
1 Não a nós. O salmista deseja que Deus deixe de ser insultado e ridicularizado pelos pagãos. As pessoas estão sempre dispostas a louvar a si mesmas ou a serem louvadas por outros lábios. … Devido à tendência do coração humano ao orgulho, somos aconselhados a nos acautelarmos de “fazer ou receber lisonjas ou louvores”. CBASD, vol. 3, p. 993, 994.
8 Semelhantes a eles. Uma pessoa não se elevará mais do que o objeto de sua adoração (ver PP, 19). CBASD, vol. 3, p. 994.
10 A casa de Arão. Isto é, os sacerdotes. Como líderes espirituais e professores, os sacerdotes deveriam dar um exemplo de firme confiança no Senhor. CBASD, vol. 3, p. 994.
16 Deu-a Ele. Deus criou a Terra para ser o local de habitação do ser humano (ver Gn 1:28; Is 45:18). “Deus fez o mundo para ampliar o Céu. Ele desejava uma família maior” (EGW, RH, 25/06/1908). Este mesmo planeta será o último lar dos redimidos. Ele prometeu que os mansos “herdarão a terra” (Mt 5:5). CBASD, vol. 3, p. 994.
17 Não louvam. Os mortos estão num estado inconsciente e permanecem alheios a tudo o que acontece na terra ou no Céu. “Os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5; cf. Sl 146:4; 1Ts 4:13-17). A afirmação do salmista nega o conceito popular de que, na morte, a alma do ser humano sai do corpo e existe num estado de felicidade consciente nas esferas do alto. Seria natural que as almas dos redimidos estivessem ávidas para render louvores a Deus, que lhes elaborou tão maravilhosa redenção. No entanto, os mortos “dormem” inconscientemente nos túmulos e não podem louvar. CBASD, vol. 3, p. 994.
18 Para sempre. Isto é, enquanto haja vida, porque os mortos não bendizem ao Senhor (ver v. 17). CBASD, vol. 3, p. 995.