Reavivados por Sua Palavra


LAMENTAÇÕES 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de março de 2024, 0:45
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Em forma poética, este livro inicia com o choro de quem sofre os resultados das próprias escolhas, e termina com o clamor de quem reconhece que precisa de ajuda. A princípio, Jeremias relata todo o sofrimento do povo de Judá. Os exilados padeciam de um processo de luto. Jerusalém é comparada a uma viúva que, desamparada e solitária, é forçada a viver “sujeita a trabalhos forçados” (v.1) para sobreviver. Além disso, precisava suportar a afronta e o escárnio das demais nações, até aquelas que um dia foram suas aliadas.

O povo estava colhendo exatamente o que plantou. “Jerusalém pecou gravemente” (v.8) ao rejeitar as palavras do Senhor. Não pensou nas consequências de suas ações, “por isso, caiu de modo espantoso” (v.9). “Todo o esplendor” “da filha de Sião” (v.6) foi trocado por aflição e vergonha. Enredou-se no jugo de suas transgressões (v.14) e buscou caminho que o Senhor não havia planejado. Dando as costas aos planos estabelecidos por Deus, não lhe restava mais nada a não ser chorar, e chorar muito (v.16).

Mas o discurso sofre uma mudança drástica a partir do versículo 18. Em reconhecimento de sua rebelião e de suas prevaricações contra Deus, uma verdade foi declarada com convicção: “Justo é o Senhor”. A angústia de Judá não foi causada pela ira de um Deus tirano com sede de vingança, mas permitida pela justiça de um Deus pleno de misericórdia e pronto a perdoar. A dor nos faz lembrar que Ele continua sendo “o Senhor que [nos] sara” (Êx.15:26). E através da dor, temos a oportunidade de buscar ao Senhor em espírito de arrependimento, pois Ele é “bom e pronto a perdoar” (Sl.86:5).

A dor e a angústia são dois algozes, mas ao mesmo tempo agentes corretivos, que nos deixam bem claro de que o nosso lugar não é aqui. Que estamos longe de casa. Então, nossas lágrimas tornam-se em bálsamo curativo para nosso coração que têm saudades do lar, regando a nossa jornada e tornando-a frutífera. Pois “quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6).

A dor lhe alcançou? As lágrimas insistem em cair ou inundam o teu coração? Como Judá, derrame toda a sua dor e esgote todas as suas lágrimas diante de Deus, em oração:

“Vê, Senhor, a minha aflição” (v.9).

Não sejamos rebeldes à Palavra do Senhor, mas continuemos sendo por ela reavivados e santificados, aguardando a bendita promessa: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4).

Santo Deus, a maioria de nós mora em lugares onde ainda podemos desfrutar de liberdade de crença e isso é uma bênção. Mas também existem lugares onde os Teus filhos têm sofrido perseguição e muitos são obrigados a fugir de seus lares e até mesmo de seu país de origem. Senhor, oramos em favor dos que ainda gozam de liberdade, para que esta liberdade não lhes dê ocasião de viverem como quem pertence a este mundo, mas como peregrinos e forasteiros que estão forjando a sua fé para a batalha. Oramos também a favor de nossos irmãos que sofrem os revezes da guerra e da perseguição, para que sua fé não esmoreça, e eles percebam o Teu cuidado com eles ainda que no vale da sombra da morte. Quer em uma situação ou em outra, une o Teu povo num só pensamento e propósito, em perseverante súplica no Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, herdeiros da promessa!

Rosana Garcia Barros

#Lamentações1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LAMENTAÇÕES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de março de 2024, 0:40
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LAMENTAÇÕES 1 – Este livro, muitas vezes ignorado nos púlpitos e em estudos particulares, é uma expressão profunda do sofrimento do povo de Deus após a destruição de Jerusalém e do Templo pelos babilônios.

Curiosamente, “textos de lamentação são comuns na literatura do Antigo Oriente Médio. Eles geralmente evocam a dor individual ou coletiva causada pela destruição de uma cidade, pela morte de um ente querido ou pelo castigo infligido por uma divindade. No contexto bíblico não é diferente. Há salmos de lamentações e seções em diversos profetas. Neste caso, o livro inteiro é um grande lamento profético pela destruição do templo e da cidade de Jerusalém pelos babilônios em 587 a.C. Seu próprio título em hebraico é uma exclamação de luto”, explica Rodrigo Silva.

Lamentações 1 reflete o desespero e a angústia vivenciados pelo povo que experimentava o sofrimento:

• Socialmente, a destruição da cidade resultou numa crise humanitária, com inúmeras vidas perdidas, famílias desfeitas e uma grande parte da população sendo levada como cativa para Babilônia (Lamentações 1:1-22).
• Politicamente, a queda de Jerusalém marcou o fim do reino de Judá como entidade independente, sujeita agora ao domínio estrangeiro.
• Religiosamente, o Templo de Jerusalém representava o centro da adoração e da identidade nacional de Israel, e sua destruição deixou o povo sem um ponto focal para sua fé e culto.
• Teologicamente, a destruição de Jerusalém é vista como juízo divino, mas também como um ato da disciplina amorosa de um Deus paciente para com Seu povo (Lamentações 1:5, 8, 12, 17).

Embora o escritor de Lamentações seja Jeremias, o autor da mensagem é Deus. Esta concepção é importantíssima para a compreensão mais profunda do texto. Note que, “a tradição retrata o padecente profeta se lamentando numa gruta além do muro setentrional de Jerusalém, à sombra do outeiro chamado Gólgota, onde o padecente Salvador morreu. Seja como for, o Espírito de Cristo no profeta fez dele, num sentido real, um prenúncio do Senhor (Jr 13:17), pois o Mestre também Se lamentou sobre a cidade desencaminhada (Mt 23:36-38)”, observa Merrill Unger.

Deus chora, quando Seu povo chora; Ele Se identifica com Seu povo mesmo quando o sofrimento é resultado das consequências dos erros desse povo.

Assim, o texto revela muito do caráter gracioso de Deus. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 52 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de março de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 52 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 52 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 52 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JEREMIAS 52 by Luís Uehara
20 de março de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/52

Você gosta de conselhos ou críticas não solicitadas? A maioria das pessoas não. Um amigo sábio me disse que a primeira pergunta que se deve fazer ao receber uma crítica é se a crítica é verdadeira ou não – e se for verdade, leve-a a sério.

É triste que Zedequias não tenha feito isso. O profeta Jeremias vinha alertando rei após rei que a desgraça e a destruição estavam por vir porque o povo de Deus era infiel. Talvez fosse só porque Jeremias sempre estivera por perto que Zedequias não estava interessado na sua mensagem. É fácil desconsiderar algo como ultrapassado, que não acontecerá iminentemente. Talvez Zedequias considerasse Jeremias um espinho constante em seu sapato, pois ele sempre mencionava Babilônia. Zedequias tentou silenciar o profeta, mas isso não impediu os babilônios de sitiar Jerusalém e capturar Zedequias. Embora sua vida tenha sido poupada, a última coisa que Zedequias viu foi o massacre de sua família (ver Jeremias 52:8-11).

profecia é registrada para nosso benefício, para que possamos aprender com o conselho do profeta e não sermos pegos de surpresa. Uma pessoa sábia acata o conselho da mensagem de Deus, mesmo que ela pareça antiga e desatualizada.

Karen D. Lifshay
Coos Bay/Coquille/Bandon, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/52
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JEREMIAS 52 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de março de 2024, 0:50
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794 palavras

Epílogo histórico, baseado em 2Rs 24:18-25:30. … Existem algumas discrepâncias de números entre os dois relatos, que podem ser explicadas como erros de cópia ou por diferentes sistemas de contagem (ver v.12, 22, 28, 29, 31). Bíblia de Estudo Andrews.

Possivelmente este capítulo tenha sido acrescentado para mostrar o completo cumprimento histórico das profecias de Jeremias com relação à queda de Judá. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 587.

1 Vinte e um anos. Na época da maior crise em sua história, Judá teve o infortúnio de ter sua liderança nas mãos de um rei jovem, inexperiente e indeciso. CBASD, vol. 4, p. 587.

3 Ira do SENHOR. Esta declaração não deve ser entendida como significando que a rebelião de Zedequias contra a Babilônia era obra de um Deus irado que desejava destruir a Judá. O destino do rei judeu foi sua escolha pessoal. CBASD, vol. 4, p. 587.

4 Nono ano. Possivelmente o cerco a Jerusalém tenha começado em 15 de janeiro de 588 a.C. … e durado até 18 de julho de 586 a.C., um período de dois anos e meio. No entanto, a cidade não esteve sob ataque contínuo durante todo o tempo. Em algum momento durante a campanha, o exército de Ápries, rei do Egito (Faraó-Hofra, Jr 44:30), avançou para a Palestina, e os babilônios temporariamente se retiraram de Jerusalém (ver Jr 37:5-11). CBASD, vol. 4, p. 588.

Contra Jerusalém. Este cerco diferiu das invasões anteriores porque a intenção de Nabucodonosor era destruir a nação. CBASD, vol. 4, p. 588.

tranqueiras. … torres de batalha. Bíblia Shedd.

6 fome. Uma característica devastadora do cerco de Jerusalém, que durou 18 meses (ver 14:2; 38:2, 9). Bíblia de Estudo Andrews.

7 Arrombada. Isto é, foi feita uma brecha no muro. O contexto parece indicar que a resistência sucumbiu por causa da fome. CBASD, vol. 4, p. 588.

8 Jericó. Zedequias pode ter fugido na direção do vale do Jordão, com a intenção de escapar pela Transjordânia, onde se localizavam os moabitas e amonitas. No início de seu reinado, estas nações procuraram a aliança de Zedequias numa coalisão contra os babilônios (ver Jr 27:3). CBASD, vol. 4, p. 588.

Lm 4.19ss pode referir-se a esse acontecimento. Bíblia Shedd.

11 Vazou os olhos. Os prisioneiros normalmente eram cegados pela perfuração do globo ocular com a ponta de uma lança. Além de suportar a tortura envolvida na perda da visão, Zedequias sofreu a angústia de ter que relembrar por toda a sua vida, como a última coisa que contemplou, a terrível visão da execução de seus filhos. CBASD, vol. 4, p. 588.

Çarcere. A LXX diz “moinho”, indicação de uma possível tradição que diz que Zedequias passou seus últimos dias moendo grão, à semelhança de Sansão. Bíblia Shedd.

12 Ano décimo novo. A mudança nos dados, introduzida neste versículo, de um cálculo em termos do reinado de Zedequias a um cálculo em harmonia com o reinado de nabucodonosor, é uma admissão tácita de que a regência passou da Judeia ao rei babilônio. CBASD, vol. 4, p. 588.

13 Queimou a casa. A destruição do templo e de outros edifícios públicos não foi resultado do cerco, mas um ato deliberado dos babilônios, realizado um mês depois da queda da cidade. CBASD, vol. 4, p. 588.

17-23 O saque dos magníficos móveis do templo (ver 1Rs 7:15-37; sobre sua restauração, ver Ed 1:7-11). Bíblia de Estudo Andrews.

21 dezoito côvados. Cerca de 8 m. doze côvados. Cerca de 5,4 m. Bíblia de Estudo Andrews.

24-27 Dos líderes de Judá, alguns foram executados , outros levados para o cativeiro. O motivo para a escolha não é apresentado, mas os executados deveriam ser considerados especialmente responsáveis pela resistência aos babilônios. Bíblia de Estudo Andrews.

24 O sumo sacerdote. Não apenas os líderes políticos, mas também os chefes religiosos da nação foram eliminados. Pouco tempo antes disso, Sofonias, o segundo sacerdote, ouviu Jeremias predizer a morte dos líderes de Jerusalém (Jr 21:1, 7). CBASD, vol. 4, p. 589.

29, 30 O número de exilados é difícil de se calcular. O total mencionado (“as pessoas são quatro mil e seiscentas”) pode incluir apenas chefes de família. Bíblia de Estudo Andrews.

31 Acredita-se que Joaquim era considerado rei legítimo pelos judeus no exílio. … A presença desse material prova que a edição dessa porção foi feita depois de 560 a.C., que é o trigésimo sétimo ano. Bíblia Shedd.

34 Aos olhos do mundo, Jeremias parecia totalmente malsucedido. ele não tinha nem dinheiro, nem família ou amigos. Ele profetizou a destruição da nação, da capital e do templo, mas os líderes políticos e religiosos não aceitaram nem seguiram suas advertências. Nenhum grupo gostava dele ou o escutava. Entretanto, ao olhar em retrospectiva, vemos que ele completou com sucesso o trabalho que Deus deu para ele fazer. O sucesso nunca deve ser medido por popularidade, fama ou fortuna, porque estas são medidas temporais. O rei Zedequias, por exemplo, perdeu tudo ao perseguir objetivos egoístas. Deus mede nosso sucesso por nossa obediência, fidelidade e retidão. Se você é fiel fazendo o trabalho que Deus te deu, você é bem sucedido aos Seus olhos. Life Application Study Bible Kingsway.



JEREMIAS 52 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de março de 2024, 0:45
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O último capítulo do livro de Jeremias relata um resumo das profecias quanto ao cativeiro babilônico. Desde os dias do rei Josias, Deus enviou o Seu profeta para alertar o povo acerca do que deveria fazer. Por muitos anos Jeremias pregou sobre a necessidade de arrependimento e conversão, mas também sobre juízo. Porém, um rei após outro fazia “o que era mau perante o Senhor” (v.2). O convite da graça foi rejeitado e pronunciada foi “a sentença” (v.9) sobre “todas as casas de Jerusalém” (v.13).

O rei Zedequias, dentre os demais, teve a oportunidade maior de dar ouvidos às palavras do Senhor. Estabelecido como rei a mando de Nabucodonosor (2Rs.24:17), ocupou o trono de seu sobrinho Joaquim, que foi levado cativo “no oitavo ano do seu reinado” (2Rs.24:12). “Zedequias, no início do seu reinado, desfrutou inteiramente a confiança do rei de Babilônia, e teve como experimentado conselheiro ao profeta Jeremias” (EGW, Profetas e Reis, CPB, p. 224). No entanto, recusou-se a seguir as orientações divinas e o último rei de Judá terminou seus dias sem honra alguma dentro de uma prisão.

Apesar de ter seguido os passos de seu pai (2Rs.24:9), o rei Joaquim teve um fim diferente. Recebeu honra maior do que os demais reis que se encontravam em Babilônia, comeu pão na presença do rei dos caldeus e ainda recebeu uma espécie de salário diário de natureza vitalícia “até ao dia da sua morte” (v.34). Ao que parece, Joaquim entendeu os propósitos de Deus e aprendeu “no exílio a lição da obediência tão necessária para sua futura felicidade” (EGW, Profetas e Reis, CPB, p. 242).

Quantos apelos o Espírito Santo vai ter que fazer até que possamos entender que já não nos resta muito tempo? Assim como Babilônia foi tomada e “apanhada de surpresa” (Jr.51:41), “à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá” (Mt.24:44). “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt.24:37). O Espírito Santo já está sendo retirado deste mundo. Ele “não agirá para sempre no homem, pois este é carnal” (Gn.6:3).

Desde o princípio, o Espírito Santo tem agido em favor da humanidade. Da mesma forma em que trabalhou no coração dos ouvintes de Noé, tem agido em benefício de cada um que haverá de existir. A Sua função é a de nos unir em comunhão com Cristo e uns com os outros. E, para isso, precisamos estar dispostos a ouvi-Lo e a obedecê-Lo no tempo que se chama HOJE: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15).

Estamos vivendo no tempo em que o apóstolo Paulo chamou de “tempos difíceis” (2Tm.3:1), onde somos aconselhados a fugir de tudo e de todos os que recusam o governo divino: “Foge também destes” (2Tm.3:5). Uma mente que não é guiada pelo Espírito de Deus torna-se uma arma letal nas mãos de Satanás. “Tendo forma de piedade”, agem com sutileza e cativam os que se deixam guiar pelas próprias paixões e que “jamais podem chegar ao conhecimento da verdade”(2Tm.3:5, 7).

Oh, amados, o verso final deste livro fantástico e sobremodo apaixonante nos deixa uma linda mensagem de esperança:

Mesmo ainda em solo estrangeiro; mesmo sabendo que o nosso lar não é aqui; mesmo conscientes de que o pecado ainda faz separação entre nós e nosso Deus; mesmo sofrendo perseguições, ameaças e por vezes, nos sentindo sozinhos; o Senhor nunca nos abandonará! Dentro em breve Jesus virá sobre as nuvens do céu com poder e grande glória e, diante de todos, nos falará “benignamente” e nos dará “lugar de mais honra do que o dos reis” (v.32) que já pisaram nesta terra, e nos levará Consigo para a Casa de Seu Pai (Jo.14:1-3). Ele mudará as nossas “vestes do cárcere” em “uma vestidura branca” (Ap.6:11) e passaremos “a comer pão na Sua presença” (v.33) e a desfrutar dos doze frutos da árvore da vida (Ap.22:2), de onde receberemos uma “subsistência vitalícia, uma pensão […] durante os dias” da eternidade!

Quer você receber este dom gratuito? Então, prepara-te! Eis que o Rei do universo está às portas!

Oh, Senhor, nosso Deus, estamos tão gratos a Ti pelo estudo deste livro que foi para nós um grande alerta, uma voz profética poderosa! Estamos no limiar de nossa eterna libertação. O convite para hoje não mais é que edifiquemos e prosperemos em Babilônia, mas que fujamos dela enquanto há tempo. Abre o nosso entendimento e fortalece a nossa confiança em Ti assim como o foi com Jeremias. Necessitamos do refrigério e do poder do Espírito Santo, purificando o nosso coração e a nossa mente. Que as Lamentações de Jeremias também cumpram o Teu propósito em nós, nos santificando para a Tua glória. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, estrangeiros à caminho de Casa!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Jeremias52 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 52 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de março de 2024, 0:40
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JEREMIAS 52 – Num mundo de confusão, aflição e incerteza, a comunhão com Deus, a busca pela verdade e o discernimento espiritual são nossas âncoras para a vida.

“No final do livro de Jeremias encontramos dois apêndices, um referente à queda de Jerusalém, destino dos utensílios do Templo, e número de deportados, e outro referente ao libertamento do rei Joaquim… Se se pergunta o porque destes apêndices… uma resposta é que para os homens que compuseram o canon do Velho Testamento não havia distinção entre história e profecia. Com efeito, os livros históricos são incluídos com os livros proféticos na mesma seção – Nebhi´im, ‘profetas’, e o livro de Isaías segue imediatamente ao de Segundo Reis na Bíblia Hebraica. O primeiro apêndice seria, pois, o selo posto sobre as predições de Jeremias concernentes ao futuro de Israel e de Babilônia. O segundo apêndice, relativo ao rei Joaquim, poderia ter contribuído para reacender a esperança no coração de um povo desapontado e desalentado. A exaltação inesperada de Joaquim, depois de anos de humilhação, era o penhor da restauração e exaltação do povo de Israel, segundo a promessa feita aos pais”, explica Siegfried Schwantes.

Levítico 26:44-45 enfatizam a fidelidade de Deus à aliança com Seu povo de Israel, mesmo quando eles estão na terra de seus inimigos como consequência de sua desobediência. Mesmo durante períodos de exílio e punição, Deus promete não rejeitar completamente Seu povo nem quebrar Sua aliança com eles. Em vez disso, Ele Se lembra da aliança feita com os antepassados de Israel e permanece comprometido em ser Seu Deus.

Jeremias 52:31-34 é mais que o cumprimento de Levítico 26:44-45; pois, estes versículos finais de Jeremias refletem a natureza misericordiosa e compassiva de Deus, mesmo diante da desobediência humana. Noutras palavras, independentemente da desobediência do povo de Deus e das circunstâncias em que ele se encontra, na fidelidade de Deus baseada em Seu amor reside a certeza do cumprimento de Suas promessas.

• No turbulento século 21, o amor misericordioso de Deus é a garantia do cumprimento de Suas promessas, apesar de nossa fraqueza e indiferença e das circunstâncias adversas.
• Esse amor de Deus continua disponível a nós; apegando-se a ele mantemo-nos firmes diante das tempestades da vida agitada e instável dos dias atuais.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



O que aconteceu com Jeremias? by Jeferson Quimelli
19 de março de 2024, 12:00
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Filed under: Bíblia, Israel, profecias | Tags: Jeremias, profeta

As últimas palavras registradas de Jeremias estão em Jer 44:30. Os capítulos 45 a 51 haviam sido escritos por Jeremias, muitos anos antes da invasão e destruição de Jerusalém. O cap. 52, de acordo com Jer 51:64, teve outro autor, provavelmente Baruque, e é um epílogo histórico com objetivo de mostrar o cumprimento das advertências proféticas de Jeremias.

A Bíblia não registra o que aconteceu depois das últimas palavras de Jeremias no Egito. Temos apenas informações extra bíblicas, entretanto inconclusivas:
“A tradição judaica diz que, devido ao fato de Jeremias condenar seu destino, os judeus no Egito apedrejaram o profeta até a morte, embora de acordo com outras tradições ele tenha sobrevivido até a invasão de Nabucodonosor ao Egito e sido levado para Babilônia ou de volta a Judá, onde teve morte natural.” Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 4, p. 547.

Ao completarmos a leitura de Jeremias, ficamos com um sentimento de profunda admiração pela coragem e determinação do profeta em proclamar uma mensagem impopular com risco da própria vida. E também uma tristeza muito grande porque toda a destruição e sofrimento do povo judeu podiam ser evitados se escutassem aos apelos do Senhor por um reavivamento e reforma.

Que o Senhor continue falando ao nosso coração, reavivando-nos pela Sua Palavra!

Jeferson Quimelli



JEREMIAS 51 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de março de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 51 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 51 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 51 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JEREMIAS 51 by Luís Uehara
19 de março de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/51

As pessoas estão inflamadas. É tentador tomar partido e identificar os outros como inimigos. Uma vez identificados, parece que não há limites que não sejam a destruição total do carácter, incluindo o menosprezo e o ridículo como ferramentas aceitáveis para demonstrar o ódio por aqueles a quem criticamos. O assassinato de caráter é praticado mesmo entre aqueles que afirmam seguir a Deus. Como isso aconteceu?

Deus diz para amarmos nossos inimigos. É comum pensar em um Jesus amoroso, mas num Pai cruel e vingativo. Isso não é verdade. Deus ama seus inimigos, até mesmo Babilônia. Jeremias 51:8 e 9 nos instrui a “tomar bálsamo para sua ferida [de Babilônia], porventura sarará. Queríamos curar Babilônia, ela, porém, não sarou.” Isso é um enigma?

O desejo de Deus é sempre de cura e restauração. Infelizmente, Deus nem sempre consegue o que quer. Tendo dado à humanidade livre arbítrio moral, Deus permite que os humanos façam suas escolhas e enfrentem as consequências delas.

É assim que devemos tratar os outros: empregar todos os esforços na cura e restauração, desejando que outros, até mesmo a Babilônia, retornem a Deus e sejam abençoados. Entregue-os a Deus e deixe os resultados com Ele.

Karen D. Lifshay
Coos Bay/Coquille/Bandon, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/51
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli