Filed under: Sem categoria
AMÓS 1 – No tempo de Amós, Israel vivia em grande prosperidade, mas também em profunda corrupção moral e idolatria desenfreada.
Seu ministério profético “se desenrolou na parte final do reinado do próspero e idólatra Jeroboão II (c.793-753 a.C.), quando em Judá reinava Azarias (Uzias) (c.792-740 a.C.). Portanto, o tempo de Amós seria aproximadamente 765-750 a.C. Foi uma época de prosperidade econômica e padrão de vida luxuoso, de corrupção moral e irrefreada idolatria. Amós dirigiu sua ardente oratória contra esses pecados”, contextualiza Merrill Unger.
Em meio ao luxo e ao conforto, muitos esquecem os princípios de justiça e integridade que deveriam guiar suas ações na vida diária. Enquanto refletirmos sobre os desafios dos nossos dias, somos chamados a redescobrir esses princípios essenciais para reconstruir uma sociedade mais justa e compassiva.
Enquanto avançarmos nas páginas do livro de Amós, assimile estes princípios:
• Estude e compreenda os erros do passado para evitar repeti-los, utilizando a sabedoria histórica para guiar suas ações presentes e futuras.
• Mantenha a honestidade e a ética em suas ações e decisões, independentemente da prosperidade econômica ao teu redor.
• Independentemente de tua posição ou sucesso econômico, permaneça humilde e ciente das necessidades dos outros.
• Mantenha padrões morais elevados e encoraje outros a fazer o mesmo, combatendo a decadência moral da sociedade.
• Encontre equilíbrio entre a prosperidade material e a espiritualidade genuína, evitando a hipocrisia religiosa.
• Mantenha-se fiel a princípios éticos sólidos, independentemente das circunstâncias externas.
• Tenha coragem de opor-se a práticas corruptas e imorais, mesmo que sejam comuns na sociedade.
• Cultive uma vida espiritual ou de fé que inspire a prática do bem e da justiça.
• Mostre compreensão e apoio, especialmente aos que sofrem injustiças.
• Fale contra os males e a corrupção, ainda que seja impopular ou arriscado, como fez Amós em sua época.
Amós 1:2 introduz seu livro, fornecendo uma imagem poderosa e vívida da Palavra de Deus. Nele temos:
• Declaração do profeta: “O Senhor ruge de Sião e troveja de Jerusalém” – Iminência do julgamento.
• Consequências do bramido divino: “Secam-se as pastagens dos pastores e murcha o topo do Carmelo” – Resultados da desobediência.
Amós 1:1 a 2:16 revela o julgamento de Israel e das nações vizinhas. A lição é clara: Deus encara nossa realidade com muita seriedade, também precisamos encará-la assim! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOEL 3 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jl/3
No Apocalipse vemos o fim da disputa entre Deus e as nações rebeldes. Estas nações circundam a Cidade Santa recém descida do céu. Eles estão prestes a atacar quando são parados por sua própria culpa. Então, depois de confessar, eles são destruídos.
Mas em Joel 3 vemos a preparação para o teste final. E o que vemos em Joel 3 que justifica os próximos incêndios?
Vemos uma menina que foi vendida como escrava para conseguir dinheiro para beber e um menino que foi vendido para fornecer dinheiro para contratar uma prostituta.
Ontem eu vi uma fotografia tirada na Tailândia. Era uma festa na piscina de velhos grisalhos e garotas tailandesas muito jovens. O artigo estava relacionado à escravidão sexual naquela nação. Eu conheço pessoalmente um jovem, Joseph, que nasceu de uma prostituta na Tailândia e foi vendido por dinheiro assim que nasceu.
E estou feliz por Joel 3, pela evidência de que Deus conhece Joseph também, que Deus sabe sobre aquela festa na piscina também, e que Deus vai puxar o plugue da tomada de tais prazeres culpados.
E como eu espero estar dentro da Cidade quando os perversos surgirem em torno dela, quero deixar de lado os prazeres culpáveis agora, o mais rápido possível.
Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/joe/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
1242 palavras
1. Mudarei a sorte.A descrição do retorno é em termos de como as promessas de Deus haveriam de ser cumpridas se a nação de Israel tivesse cooperado com o Senhor (ver p. 14-17; ver com. de Ez 37:1). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações, que aqui são representadas como reunidas por Deus no vale de Josafá. A previsão é um paralelo a Ezequiel 38, em que Gogue e seu exército são representados como opositores a Jerusalém, e ali são julgados (ver Zc 14:1-3). A aplicação desta profecia para o futuro deve ser feita de acordo com a revelação do NT (ver com. de Ez 38:1; ver p. 17). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1047.
2. Entrarei em juízo. O povo de Israel, reavivado espiritualmente, em cooperação com o plano de Deus, teria o favor e a proteção dos céus. As bênçãos prometidas na época do êxodo (Dt 28:1-14) teriam encontrado cumprimento tardio. A nação judaica teria se tornado uma maravilha de prosperidade e teria convertido multidões ao verdadeiro Deus. A medida que os números aumentassem, Israel teria ampliado suas fronteiras até abraçar o mundo (ver MDC, 290). Naturalmente, tal programa acirraria a ira das nações pagas. Sob a liderança de Satanás, essas nações se uniriam para acabar com o estado de prosperidade, e Deus interviria (ver p. 16, 17). Com o fracasso dos judeus, é preciso olhar para o cumprimento dessas previsões, em princípio, na igreja (ver com. de Ez 38:1). O conflito aqui descrito tomará a natureza de uma tentativa desesperada de Satanás, na última hora da Terra, de tentar destruir a verdadeira igreja de Deus. “Do mesmo modo que ele [Satanás] influenciou as nações pagas para destruírem Israel, no futuro próximo, ele agitará os ímpios poderes da Terra para destruir o povo de Deus” (T9, 231; cf. T5, 524; GC, 656; T6, 18, 19, 395). Mais uma vez Deus intervirá em favor do Seu povo, e na segunda vinda de Cristo destruirá os ímpios (Ap 19:19-21), e mil anos depois os aniquilará (Ap 20:9-15). CBASD, vol. 4, p. 1048.
4. Que tendes vós comigo. Literalmente, “o que vós sois para Mim?” Deus Se identifica com Seu povo (ver Mt 10:40; 25:40,45). CBASD, vol. 4, p. 1048.
5. Levastes a Minha prata. Deus considerava a riqueza de Israel como Sua. CBASD, vol. 4, p. 1048.
6. Vendestes. Os fenícios e os filisteus eram famosos negociantes de escravos (ver Ez 27:13). CBASD, vol. 4, p. 1048.
Para os apartar. Aqui se expressa o resultado. Devido ao tráfico de escravos efetuado pelos fenícios e filisteus, em primeiro lugar para obter lucro, os judeus haviam se dispersado amplamente como povo. CBASD, vol. 4, p. 1048.
8. Sabeus. Um povo que vivia a sudoeste da Arábia e era notável pelas atividades comerciais. CBASD, vol. 4, p. 1048.
9. Entre as nações. Os v. 9 a 17 retornam ao tema do v. 2. O assunto é expandido e graficamente retratado. Como observado nos comentários sobre o v. 2, a descrição de um conflito literal é em termos de como os eventos teriam evoluído se a nação de Israel tivesse cumprido a missão dada por Deus. A aplicação para os últimos dias deve ser feita em termos de informações dadas por escritores inspirados, depois que mostraram como os eventos que poderiam ter tido um cumprimento literal em Israel, se cumpririam com respeito ao Israel espiritual (ver com. do v. 2; ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1048, 1049.
Suscitai.Os ímpios serão suscitados outra vez no final do milênio, quando Satanás “faz do fraco forte, e a todos inspira com seu próprio espírito e energia” para atacar a nova Jerusalém (ver GC, 663; ver com. de Is 24:22). Comentaristas adventistas geralmente têm visto nesta profecia uma predição não só de eventos dramáticos associados com o grande Dia do Senhor, mas também de atividades militares internacionais nos dias finais da história. A retirada gradual do Espírito de Deus nestes últimos dias deixa o caminho aberto para um aumento correspondente de atividade satânica planejada para levar as pessoas a destruírem umas às outras. Esse processo atingirá seu clímax pouco antes da vinda do Filho do Homem sobre as nuvens do céu. CBASD, vol. 4, p. 1048.
10. Relhas de arado. As forças econômicas e industriais das nações serão empregadas para fins bélicos. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).
13. Está madura a seara. Aparentemente, duas figuras são usadas para descrever o julgamento das nações: (1) a colheita da safra de grãos e (2) a reunião da colheita e a pisagem das uvas. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Lagar. Do heb. yeqavim, “prensa das uvas”. CBASD, vol. 4, p. 1049.
14. Decisão. Deve-se notar … que “a decisão” aqui mencionada se refere à de Yahweh como juiz (ver com. dos v. 2, 12), e não a dos povos que estão sendo julgados. Em outras palavras, seu destino já está decidido. Agora é “o Dia do Senhor” (ver com. de Is 13:6). A LXX traz vale da “punição”, ou “vingança”. … A expressão “vale da decisão”, frequentemente tem sido utilizada para descrever multidões da Terra, cujo destino está em jogo. Embora as palavras possam ser aplicadas desta forma, deve-se lembrar que esta não é a aplicação original do texto, o que pretendia a revelação divina. CBASD, vol. 4, p. 1049.
Aqui, “Decisão” … refere-se à decisão ou decreto judicial do Juiz Celestial. O vale é visto agora como lugar em que aquele decreto será executado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
“Multidões, multidões no Vale do Julgamento [Judgment. tb: Sentença, Juízo]! O dia do Senhor está próximo, quando Ele decidirá o destino das nações.” Joel 3:14 na versão Clear Word.
Joel 3:12: “Levantem-se as nações e sigam para o vale de Josafá; porque ali Me assentarei para julgar as nações em redor” (ARA).
Joel descreveu multidões esperando no “vale da decisão” (o vale do julgamento dos versículos 2 e 12). Milhares de pessoas viveram na Terra, e cada uma delas – morta, viva, e ainda que nascerá – vai enfrentar o julgamento. Olhe a sua volta. Veja seus amigos, aqueles com quem você trabalha e vive. Eles receberam o perdão de Deus? Eles foram avisados sobre as consequências do pecado? Se entendemos a severidade do julgamento final de Deus, desejaremos levar a oferta de Deus de esperança para aqueles que conhecemos. Life Application Study Bible Kigsway.
15. O sol e a lua se escurecem. Sobre os sinais físicos que acompanharão o Dia do Senhor, ver com. de Jl 2:10; cf. PE, 41. CBASD, vol. 4, p. 1049.
17. Não passarão mais por ela. Isto é, com maus desígnios. Estrangeiros que se uniram ao Senhor eram naturalmente bem vindos (Is 56:6). O desígnio de Deus era que “toda a carne” iria perante Ele regularmente para adorar (Is 66:23). A imagem é a de Jerusalém como poderia ter sido (ver com. de Is 65:17). Quando a nova Jerusalém descer do Céu (Ap 21:2), Satanás e o vasto exército aliado a ele procurarão invadir a cidade santa, mas eles serão destruídos nessa tentativa (Ap 20:9). CBASD, vol. 4, p. 1050.
18. E há de ser. Os v. 18 a 21 descrevem as condições que se seguiriam ao juízo contra os inimigos de Jerusalém se Israel tivesse sido fiel (a descrição é paralela à de Ez 40-48; Zc 14). Em última análise, ocorreria a renovação completa da Terra (ver com. de Is 65:17; Ez 38:1; 40:1; ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1050.
20. Para sempre. A residência anterior em Canaã, embora planejada para ser permanente, foi interrompida por causa da falha do povo em cooperar com o programa divino. O povo devia construir casas, porém os estrangeiros não habitariam nelas. Era-lhes oferecida outra vez a promessa de permanência (ver com. de Is 65:21). Se a disciplina do cativeiro tivesse alcançado seu objetivo, e os exilados que retornaram continuassem a cumprir o propósito divino, sua morada haveria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 1050.
Filed under: Sem categoria
“Proclamai isto entre as nações: Apregoai guerra santa e suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de guerra” (v.9).
Após a convocação para uma assembleia solene, de santo jejum e santificação, o profeta encerrou as palavras inspiradas com mais duas convocações: para o “juízo” (v.2) e para a “guerra santa” (v.9). Todas as nações são convocadas “para o vale de Josafá” (v.12). Não se trata de um lugar geográfico, mas do Dia do juízo de Deus, conforme o significado do nome “Josafá”: O Senhor julga. Podemos dividir o capítulo de hoje em três partes: o juízo sobre os ímpios, a batalha final e a restauração do povo de Deus.
Há um juízo contra os inimigos do povo de Deus com base em acusações bem definidas, quando se cumprirá o que está escrito: “A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm.12:19). Chegará o tempo em que o clamor do sangue dos filhos de Deus (Gn.4:10; Ap.6:10) atingirá o seu clímax e o Senhor descerá com Sua “foice afiada” (Ap.14:17), “em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus […], a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade” (2Ts.1:8; 2:12).
“Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com Ele” (2Ts.2:1), quão perto estamos deste momento! E que guerra se apresenta bem à nossa frente! Existe um inimigo voraz e cheio de cólera com hostes malignas usando todas as suas armas e as estratégias mais baixas a fim de arrebanhar o maior número de pessoas para a destruição. E é contra esses adversários espirituais que temos de lutar. Não com armas forjadas por mãos humanas, mas com a indestrutível armadura de Deus.
Portanto, é hora de suscitar “os valentes” (v.9) do Senhor. “Ó Senhor, faze descer os Teus valentes” (v.11); aqueles que, revestidos “de toda a armadura de Deus”, resistirão “no dia mau” e permanecerão inabaláveis; aqueles que cingidos “com a verdade” e vestidos “da couraça da justiça”, se apressarão em pregar o “evangelho da paz”; que, “embraçando sempre o escudo da fé”, não serão atingidos pelos “dardos inflamados do Maligno”; que tendo a mente protegida pelo “capacete da salvação” não darão ouvidos a “falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber” (1Tm.6:20); que empunhando com mão firme “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus”, não temerão defendê-la perante os seus algozes; aqueles que, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”, reconhecerão que “já é hora de” despertarmos “do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11; Leia Ef.6:10-18).
O “vale da Decisão” (v.14) não se trata de um momento em que decisões serão tomadas, mas do tempo em que será declarado: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). Amados, é tempo de confiarmos no Senhor e crermos em Seus profetas de todo o nosso coração (2Cr.20:20)! “Porque o Dia do Senhor está perto” (v.14) e os sinais no céu e na terra já anunciam a chegada do nosso Redentor. Enquanto os ímpios tremerão diante das últimas manifestações, “o Senhor será o refúgio do Seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel” (v.16). Diante disso, até a mais frágil alma poderá dizer: “Eu sou forte” (v.10). Aleluia!
“Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus” (Sl.46:4), de onde sai “uma fonte da Casa do Senhor” (v.18) para dessedentar os que aceitaram receber “de graça a água da vida” (Ap.22:17). Ali serão recebidos os vitoriosos combatentes, que se submeteram ao “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5). Deus está suscitando um exército de homens, mulheres e crianças tal qual os que abalaram o mundo na fé primitiva. Cristãos que, como Paulo, se entregarão “totalmente à Palavra” (At.18:5), e como Estêvão, “cheio de graça e poder”, e do Espírito, “pelo qual ele falava” (At.6:8 e 10). Pessoas como o carcereiro romano, que, com toda a sua casa, “manifestava grande alegria, por terem crido em Deus” (At.16:34).
Que, pela graça de Deus, estejamos diariamente nas trincheiras do Senhor. “E há de ser que, naquele dia” (v.18), o Senhor nos dirá: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34).
Nosso Pai do Céu, este mundo está ficando insustentável em todos os aspectos. Temos enfrentado uma guerra pelo controle da nossa mente. E nós Te louvamos porque, mesmo em meio ao caos, o Senhor nos dá o bálsamo da Tua Palavra! Como a Tua Palavra é preciosa! Mas muitos têm usado as Escrituras sem discernimento e se apegado a sentimentos e emoções, quando a verdadeira adoração é resultado de um culto racional. Oh, Senhor, tem misericórdia! Faze de nós Teu exército de oração! E que nossa decisão hoje e cada dia revele naquele grande Dia que somos herdeiros do Teu reino. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército de oração!
Rosana Garcia Barros
#Joel3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JOEL 3 – Vivemos numa era sem precedentes na história cristã, onde o acesso a Bíblia e a materiais teológicos é mais fácil e abundante do que nunca. Bíblias de estudo, comentários, artigos acadêmicos, vídeos e podcasts estão disponíveis a um clique de distância. No entanto, paradoxalmente, nunca o conhecimento das Escrituras e a profundidade da prática religiosa diária foram tão superficiais.
O fenômeno do analfabetismo bíblico em meio à abundância de recursos teológicos pode ser dos seguintes fatores:
• Excesso de informação pode causar uma sobrecarga cognitiva, levando os cristãos a consumir informações superficialmente, sem reflexão profunda e sem aplicação prática.
• O uso da fé como produto de consumo seguindo a filosofia materialista que busca bens materiais que satisfaçam desejos imediatos e conveniências pessoais, em vez de renúncia do eu e dos desejos carnais para viver um profundo e transformador compromisso com os ensinamentos das Escrituras.
• O aprendizado bíblico profundo é geralmente substituído por programas superficiais de igrejas que priorizam o “louvorzão” e não incentivam estudo, reflexão e aplicação prática das Escrituras.
• A sociedade contemporânea, marcada pelo imediatismo e superficialidade, influencia a forma como os cristãos se relacionam com Deus e Sua Palavra; por isso, não há dedicação e reverência necessária para um verdadeiro crescimento espiritual.
Para enfrentar a superficialidade religiosa atual, precisamos de pregadores corajosos como Joel que leve sua audiência a:
1. Reconhecer a tenebrosa situação atual (Joel 3:1-8): Assim como Deus chama nações ao julgamento, devemos chamar as pessoas ao arrependimento e à reflexão de nossa superficialidade espiritual.
2. Retorno à dependência de Deus (Joel 3:9-16): Assim como Joel convoca o povo para a guerra e à dependência de Deus para a vitória, os cristãos devem retornar a uma dependência genuína de Deus, reconhecendo que não devemos permanecer indecisos, pois o Senhor logo vem.
3. Reviver a espiritualidade bíblica (Joel 3:17-21): Joel fala de um futuro de abundância e bênçãos ao povo de Deus – aos que Lhe submetem como único Senhor; para isso, é necessário:
• Investir em discipulado que encorajem a meditação, reflexão e aplicação das Escrituras na vida diária.
• Promover encontros de adoração, fortalecendo a fé e o conhecimento bíblico de forma prática e vivencial.
• Desenvolver educação teológica contextualizada, para todas as pessoas e idades.
Este é o caminho do reavivamento! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOEL 2 – Primeiro leia a Bíblia
JOEL 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jl/2
“Eu não me importo com o que você fez, apenas volte para casa.”
No livro de Lucas, podemos ler a história do filho pródigo e do seu pai compassivo que cuida dele e anseia pelo seu regresso.
Em Joel 2, encontramos Deus fazendo com que a terra de Israel fosse comida por gafanhotos, mas apenas querendo que Seu filho retornasse para Ele para que Ele pudesse reconstruir tudo novamente. O pecado os separou, mas a graça de Deus poderia reparar o relacionamento.
Deus quer fazer isso por nós. Ele quer que tenhamos de volta os anos que o proverbial gafanhoto comeu e aproveitemos nossas vidas novamente, vivendo para Ele. Para alguns de nós, isso não acontecerá até o Céu. Não importa o que aconteça, Jesus só quer que voltemos para Ele.
Certa vez, meu pai e eu estávamos discutindo sobre o filho pródigo e meu pai disse que o pai da história não deveria ter aceitado o filho de volta porque ele foi muito desrespeitoso.
Jesus é mais misericordioso do que muitos pais terrenos. Tal como Israel em Joel 2, podemos ter pecado terrivelmente, separando-nos de Deus. Deus, porém, morreu e recebeu o castigo por nós, para que possamos voltar para Ele para sempre.
Laura Muse
Coordenadora de Luto e Capelã, Indiana, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/joe/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
2195 palavras
1. Tocai. Os v. 1 a 11 dão uma descrição mais detalhada do desastre causado pelos “gafanhotos” (ver com. de Jl 1:4) e do surgimento da praga (Jl 2:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1041.
Trombeta. Do heb. shofar, um instrumento feito de chifre de carneiro e usado para anúncios e convocações (ver vol. 3, p. 23,24). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Sião. Este nome se aplica tanto a Jerusalém como à montanha sobre a qual a cidade se situava (ver com. do SI 48:2). CBASD, vol. 4, p. 1041.
Dia do SENHOR. Em vista do fato de o grande dia do Senhor se apressar em ritmo acelerado e de que poucos, mas preciosos momentos de provação permanecem, cabe ao povo de Deus despertar da letargia espiritual e buscar o arrependimento e a humilhação. Há muitos em Sião satisfeitos com suas conquistas espirituais. Eles se sentem “ricos” de bens, e “de nada sentem falta” (cf. Ap 3:17). Outros, que sentem necessidade, ou são muito letárgicos para efetuar uma mudança, ou então esperam que a falta seja suprida no tempo da chuva serôdia (ver TM, 507). Toda essa necessidade é despertada pelo toque da trombeta do vigia de Sião. E, enquanto o dia da graça perdura, é hora de empreender um trabalho de profundo arrependimento para purificar a alma de toda imundície e permitir que a graça opere plenamente no coração (ver com. do v. 14). CBASD, vol. 4, p. 1041.
2. Dia de escuridade. A linguagem pode ser entendida tanto em sentido figurado, representando a angústia e o desespero, ou literalmente, referindo-se à escuridão causada pela praga de gafanhotos, semelhante à que caíra sobre o Egito (Êx 10:15). … Um escurecimento real do sol é mencionado em Joel 2:31. CBASD, vol. 4, p. 1041.
5. Chamas de fogo que devoram. Este foi o barulho feito pelos gafanhotos quando desceram e consumiram toda a erva verde. CBASD, vol. 4, p. 1041.
7. Homens de guerra. Os gafanhotos são comparados a um exército bem disciplinado que supera todos os obstáculos (ver Pv 30:27). CBASD, vol. 4, p. 1042.
8. Não empurram. Literalmente, “e eles não se aglomeram”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
9. Pelas janelas. As janelas das casas antigas não tinham vidraças e, portanto, não havia impedimento para a invasão dos gafanhotos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
10. Treme a terra. Este versículo deve ser entendido em conexão com o v. 11. Ele descreve os fenômenos físicos que acompanham o Dia do Senhor. As condições aqui descritas não poderiam ter sido produzidas pelo exército de gafanhotos, a menos que a linguagem fosse altamente hiperbólica. A vivida descrição da invasão de insetos serviu apenas como uma ilustração dos julgamentos que cairiam sobre Judá no dia do Senhor (ver com. de Jl 1:4, 15). CBASD, vol. 4, p. 1042.
O sol e a lua. Comparar com Is 13:9-11; Am 8:9. Jesus mostrou como estes fenômenos físicos se manifestariam em conexão com o Dia do Senhor (Mt 24:29, 30). Joel concentrava sua atenção no grande Dia do Senhor, que poderia ter sido cumprido a respeito da nação de Israel (ver com. de Jl 1:4). Jesus mostrou como virá o grande dia do Senhor, e como o propósito de Deus está se cumprindo através da igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1042.
11. Seu exército. A interpretação da praga de “gafanhotos” depende em parte da data que se atribui ao livro de Joel (ver p. 1035). Ao se presumir que o livro tenha sido escrito no tempo de Josias (2Rs 22; 23:1-30), é possível ver na vivida descrição da praga um presságio da invasão da Babilônia, da qual Ezequias já fora advertido (2Rs 20:16-18). Joel, então, teria sido contemporâneo de Habacuque e Sofonias, que também alertaram acerca da ameaça de invasão (Hc 1:6; Sf 1). A descrição de Sofonias do Dia do Senhor e sua exortação ao arrependimento são muito semelhantes às de Joel (ver Sf 1:14, 15; 2:1-3). CBASD, vol. 4, p. 1042.
12. Convertei-vos. Do heb. shuv, melhor, “voltar”, ou “retornar”. CBASD, vol. 4, p. 1042.
De todo vosso coração. Comparar com Dt 4:29; Jr 29:11-14. Apenas o arrependimento genuíno poderia evitar os ameaçadores castigos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
13. Rasgai o vosso coração. Para um judeu, rasgar sua roupa era um sinal de grande tristeza. Isso significava que ele tinha sofrido alguma calamidade terrível (Gn 37:34; Lv 13:45, 2Cr 34:27; Jr 36:24). No entanto, como era possível a exibição de tais sinais exteriores de tristeza sem qualquer sentimento real íntimo, foi ordenado às pessoas que ao invés das roupas rasgassem o coração. CBASD, vol. 4, p. 1042.
E Se arrepende. Sobre o arrependimento de Deus, ver com. de Gn 6:6; 1Sm 15:11; ver também PP, 630. … A oração não muda a mente de Deus. Para Ele não há “variação, ou sombra de mudança” (Tg 1:17). Mas a oração muda o requerente (ver com. de Dn 10:13). Quando se cumprem as condições para que as orações sejam respondidas, Deus pode conceder ricas bênçãos. CBASD, vol. 4, p. 1042.
14. Quem sabe …? É Deus quem determina se a disciplina é necessária. 0 penitente pode ter a certeza de que, se apesar de sua mudança de coração, a disciplina vem, o castigo vai ser para o bem (ver Hb 12:5-11). Em vista do grande e terrível Dia do Senhor, prestes a irromper sobre um mundo condenado, o chamado de Joel ao arrependimento não diminui sua força (ver GC, 311; T6, 408, 409). O apelo tem uma dupla aplicação: para o mundano é um apelo para abandonar a loucura e o pecado e aceitar o Senhor Jesus Cristo, o único meio de salvação (At 4:12); para o professo religioso morno (Ap 3:16) é um apelo para despertar da letargia espiritual e ter a certeza da salvação (ver com. do v. 1). CBASD, vol. 4, p. 1043.
17. Pórtico … altar. O vestíbulo na entrada do templo (ver com. de 1Rs 6:3). O altar de bronze para holocaustos ficava no pátio em frente ao átrio (ver 2Cr 8:12; ver com. de 1Rs 8:64). O local de encontro era, portanto, exatamente na entrada do templo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
18. Então, o SENHOR. As promessas eram condicionais e, como os israelitas nunca responderam ao apelo de Joel de todo o coração, aquelas promessas nunca se cumpriram para eles. No entanto, certas características das promessas seriam cumpridas, em princípio, em relação ao novo Israel (ver p. 21-23).
CBASD, vol. 4, p. 1043.
20. O exército que vem do Norte. Aqui, o norte, obviamente, é mencionado porque muitos dos inimigos de Judá entraram na Palestina pelo norte. A invasão de gafanhotos, embora provavelmente real, era também, presumivelmente, uma figura da invasão de exércitos hostis (ver com. de Jl 1:4). Alguns que defendem uma data mais antiga para Joel (ver p. 7) vêem aqui uma referência aos assírios. Aqueles que defendem uma data no tempo de Josias veem uma referência aos babilônios (ver Jr 1:14; 4:6). A devastação causada pelos babilônios poderia ter sido evitada mediante sincero arrependimento e reforma (ver p. 18). CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar oriental. O Mar Morto. CBASD, vol. 4, p. 1043.
Mar ocidental. Ou seja, o Mediterrâneo. CBASD, vol. 4, p. 1043.
O seu mau cheiro. Os corpos em decomposição dos enxames de gafanhotos exalavam um cheiro repugnante. CBASD, vol. 4, p. 1043.
21. Grandes coisas. Os gafanhotos efetuaram grande destruição; Deus operaria grandes coisas no livramento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
22. Animais do campo. Os animais sofreram muito por falta de comida. Aqui, são chamados a se alegrar, porque os pastos e as árvores passaram a produzir abundante alimento. CBASD, vol. 4, p. 1043.
23. Regozijai-vos. Em sua imediata aplicação, este versículo se refere à restauração das chuvas adequadas. A chuva têmpora caía no outono e promovia a germinação dos grãos, enquanto a chuva serôdia caía na primavera e ajudava a colheita a amadurecer (ver vol. 2, p. 93). Em sua aplicação para ao novo Israel as chuvas representam o trabalho do Espírito Santo (TM, 506). CBASD, vol. 4, p. 1044.
Chuva. Do heb. geshem, frequentemente denota uma chuva violenta ou um aguaceiro. CBASD, vol. 4, p. 1044.
Temporã e a serôdia (ARA; NVI: “as de outono e as de primavera”). Na sua aplicação figurativa à igreja, a chuva [temporã] representa o início da efusão do Espírito Santo no dia de Pentecostes, enquanto a chuva serôdia representa o derramamento final do Espírito Santo, que produz “a maturação da colheita” (GC, 611; cf. AA, 54, 55). “A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menor manifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início” (GC, 611). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). As figuras das chuvas têmpora e serôdia se referem também à experiência cristã individual. “Assim é dado o Espírito Santo para levar avante, de um estágio para outro, o processo de crescimento espiritual. O amadurecimento do grão representa a terminação do trabalho da graça de Deus na alma” (TM, 506). A menos que a primeira chuva faça o seu trabalho, a chuva serôdia será ineficaz. Aqueles que desejam participar do “refrigério” devem “obter a vitória sobre toda tentação” (PE, 71). A chuva serôdia dá “poder à grande voz do terceiro anjo” (PE, 86) e prepara “a igreja para a vinda do Filho do homem” (AA, 55). Prepara “os santos para estar de pé no período em que as sete últimas pragas serão derramadas” (PE, 86). Encoraja os sinceros a aceitar a verdade (PE, 271). CBASD, vol. 4, p. 1044, 1045.
24 – 27. Os v. 24 a 27 retratam os efeitos benéficos da chuva abundante sobre a terra seca e estéril. O v. 24 proporciona um notável contraste com Joel 1:10 a 12. CBASD, vol. 4, p. 1045.
[Nota: Eiras: pátios de secagem e tratamentos dos grãos; lagares: lugares de pisoteamento das uvas.]
25. Restituir-vos-eis os anos. Comparar com Jl 1:4. Assim também as recompensas futuras compensam amplamente todas as tristezas e provações da terra (ver Rm 8:18; PE, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
26. Comereis abundantemente. Um contraste marcante com as condições anteriores (Jl 1:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
27. Sabereis. As obras maravilhosas de Deus na restauração de Israel dariam evidência aos que haviam sido tentados a acreditar que Deus abandonara Seu povo, que Ele estava realmente trabalhando para o bem deles. Mesmo durante a praga, Deus demonstrara misericórdia para produzir um arrependimento e uma reforma tão necessários. CBASD, vol. 4, p. 1046.
28. Depois. A frase é indeterminada quanto ao tempo. Era plano de Deus doar ao estado restaurado de Israel as bênçãos espirituais aqui descritas (ver com. de Ez 39:29). Por causa da queda do povo e da consequente rejeição da nação judaica (ver p. 19, 20), as promessas não se cumpriram no Israel literal. Essas promessas foram transferidas para o Israel espiritual. Pedro identificou os acontecimentos no dia de Pentecostes como o cumprimento parcial da profecia de Joel (At 2:16-21). Em vez de “depois”, Pedro usou a expressão “nos últimos dias” (v. 17). CBASD, vol. 4, p. 1046.
Sobre toda a carne. Este pensamento se destaca pela enumeração das várias faixas etárias que participarão das bênçãos espirituais e também pelo fato de que escravo e livre receberiam o Espírito do mesmo modo. O contexto deixa claro que aqui se fala de algo mais além da recepção do Espírito que acompanha a conversão e opera a transformação da vida. Este derramamento especial do Espírito resulta na manifestação de dons sobrenaturais, como profecia. … Na igreja primitiva “a manifestação do Espírito” foi dada “a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co 12:7). Vários dons estavam em evidência, como “a palavra de sabedoria”, “a palavra de conhecimento”, “fé”, cura”, “operação de milagres”, “profecia”, “discernimento de espíritos”, “uma variedade de línguas”, “e a capacidade de interpretá-las” (1 Co 12:8-10). Os acontecimentos do Pentecostes eram apenas um cumprimento parcial da previsão de Joel, que “atingirá seu pleno cumprimento na manifestação da graça divina que acompanhará a obra final do evangelho” (CC, ix). CBASD, vol. 4, p. 1046.
30. Prodígios. Sobre os fenômenos que acompanharão a segunda vinda de Cristo, ver Lc 21:25, 26; Ap 6:12-17; 16:17-21. CBASD, vol. 4, p. 1047.
31. Em trevas. Sobre o cumprimento dessa predição antes da segunda vinda de Cristo, ver com. de Mt 24:29; ver também GC, 308. CBASD, vol. 4, p. 1047.
32. Todo aquele que invocar. Era plano de Deus que, por extensas atividades missionárias, o remanescente de Israel levasse o conhecimento do verdadeiro Deus e de Sua salvação às nações que não O conheciam. Sua queda transferiu a tarefa para o novo Israel, a igreja (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1047.
Sobreviventes. Do heb. seridhim, da raiz saraày “fugir”, portanto, “fugitivos”, “sobreviventes”. A palavra é traduzida como “remanescente” somente aqui e em Isaías 1:9. A palavra mais comum para remanescente no AT vem da raiz sha’ary “sobrar”, “permanecer”. A última oração poderia ser traduzida como “haverá livramento para os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar” (NVI). CBASD, vol. 4, p. 1047.
A terminologia aqui aponta para “os sobreviventes, para aqueles a quem o Senhor chamar.” (2:32b NVI). Israel foi chamado para ser o remanescente no contexto imediato da profecia, mas eles não se arrependeram e assim não experimentaram o reavivamento e a reforma prometidos. A profecia condicional não foi cumprida no tempo deles. Após a morte de Cristo e com o início da igreja primitiva a promessa foi estendida ao Israel espiritual. Durante o Pentecostes milhares responderam ao derramamento do Espírito Santo e ao testemunho de Pedro e dos primeiros apóstolos. Este foi o início da primeira chuva espiritual (temporã) (AA 54). … A profecia para o tempo final é tão condicional como a profecia foi ao antigo Israel. “E todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (2:32a NVI). “Todos os que consagram alma, corpo e espírito para Deus será receberão constantes novas dotações de poder físico e mental” (DTN, 287). Michael Hasel, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/11/.