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NAUM 1 – O livro de Jonas foi encerrado sem conclusão. Nada foi dito sobre o destino de Jonas ou dos ninivitas após episódio da aboboreira. Contudo, através da perspectiva canônica, encontramos Naum escrevendo uma “advertência contra Nínive”.
• A mensagem principal de Jonas é o arrependimento humano e a misericórdia divina. Deus envia Jonas a Nínive para proclamar que a cidade seria destruída em quarenta dias, mas os ninivitas se arrependeram, e Deus demonstrou Sua misericórdia, poupando a cidade ímpia (Jonas 3:4-10).
• O livro de Naum, por outro lado, descreve em detalhes a violência que será infligida a Nínive como retribuição por sua maldade (Naum 1:1-3:19). Não há mensagem de arrependimento e misericórdia, só proclamação definitiva de juízo e destruição total.
A Bíblia do Discípulo explica que “Nínive foi a grande capital do Império Assírio. Apesar da conversão de seus habitantes após a pregação de Jonas 200 anos antes, Nínive havia voltado a ser cruel e pecaminosa. O imenso Império Assírio foi estabelecido sobre derramamento de sangue e extermínio, brutalidade e tortura, destruição, saques e banimento como raramente se viu na história. Mas agora, o tempo de graça para esta nação chagara ao fim. O grande Juiz do mundo havia avaliado a atitude dos assírios. O livro de Naum relata a queda de Nínive e sua total destruição”.
Colocando o livro de Jonas e o de Naum lado a lado, nota-se que:
• A longanimidade de Deus é incomparável; Ele estende Sua mão misericordiosa até àqueles que parecem irremediáveis. Como fez através de Jonas, Deus oferece a chance de salvação a todo pecador. O caminho é o arrependimento.
• Contudo, o arrependimento fugaz não detém a justiça divina; o juízo é inevitável àqueles que volta à iniquidade. Como Jonas advertiu e Naum confirmou, a retidão divina prevalecerá e o julgamento cairá sobre os impenitentes (Naum 1:1-15).
• Jonas e Naum juntos mostram que a misericórdia de Deus é oferecida, mas Sua justiça prevalece quando o arrependimento não é mantido.
Jonas personifica a missão global de proclamar a mensagem de salvação, ecoando o chamado divino aos confins da Terra. Naum, por sua vez, anuncia o fim inevitável para um mundo que rejeita a graça, cumprindo a declaração de Jesus em Mateus 24:14 – “e então virá o fim”.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MIQUEIAS 7 – Primeiro leia a Bíblia
MIQUEIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mq/7
Miqueias parece isolado, faminto e em conflito com sua situação e com seus semelhantes. Ele encontrou muitos pecados e corrupção para apontar. Talvez até sua própria família tenha se voltado contra ele. Isso pode ser comum para pessoas que se apoiam em Jesus.
Sua escrita se torna semelhante a um salmo quando ele confessa: “Por eu ter pecado contra o Senhor, suportarei a sua ira, até que ele apresente a minha defesa e estabeleça o meu direito”. Suas lutas são pessoais, mas sua transparência e arrependimento torna a conexão com ele fácil. E então ele se volta para o futuro cheio de esperança da justiça prometida por Deus, de Deus pisoteando seus inimigos (e os de Deus).
Como mãe, visualizo um cenário em que tenho que punir um filho por fazer algo errado. E sigo isso mais tarde, punindo meu outro filho por desencaminhar o primeiro ou por ser um valentão. A alegre história da proteção e compaixão de um pastor, dos milagres salvadores e do resgate pode ser vista se desenrolando como uma mãe abraçando e beijando os dois filhos.
Anseio pelas promessas nos versículos 19, 20: Deus mostrando aos Seus seguidores Sua empatia, perdão, fidelidade, amor sem fim e compaixão jogando fora o lixo (nossos pecados). Como em Miquéias 5 ele pôde contar sobre Jesus vindo de Judá, ele foi encorajado a compartilhar a mensagem com outros para que eles também pudessem submeter suas vidas ao Senhor. E nós? Também podemos?
Emily Garcia Cecil
Nutricionista Dietista Registrada (RDN), Adrian, Michigan
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1 Frutas do verão. Assim como depois da colheita nenhum fruto se encontra no campo, depois da colheita do mal nenhum justo seria encontrado em Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1136.
3 Suborno. Este é um antigo vício, condenado aqui (ver Is 1:23). CBASD, vol. 4, p. 1136.
5 Não creiais. Os v. 5 e 6 descrevem as condições morais como tão graves que não se podia confiar num amigo, vizinho, nem na esposa de um homem que deitasse em seu “peito”, ou em qualquer membro próximo da família. CBASD, vol. 4, p. 1136.
6 Despreza. Jesus citou as palavras deste versículo para descrever as condições morais na era cristã (Mt 10:21, 35, 36). CBASD, vol. 4, p. 1136.
7 Eu, porém. Ao falar em nome de Israel, o profeta expressa fé em Deus, apesar do castigo, e aguarda confiante a restauração prometida. CBASD, vol. 4, p. 1136.
8 Não te alegres. Israel está tão seguro de sua salvação final que destoa a nota de triunfo sobre o inimigo que Deus usou para discipliná-lo. CBASD, vol. 4, p. 1136.
9 Sofrerei. Esta é a linguagem do verdadeiro penitente. Ele sabe que sua única esperança está em Deus e não pede a redução da pena. Ele acredita que tudo o que Deus faz é para seu bem. CBASD, vol. 4, p. 1136.
12 Do mar até o mar. Não é certo a que mares o texto se refere. A expressão indica ampla extensão. CBASD, vol. 4, p. 1136.
14 Basã e Gileade. Estes lugares são mencionados por causa de suas ricas pastagens, e, possivelmente, também porque esses territórios a leste do rio Jordão, que haviam sido perdidos para a Assíria (ver com. [CBASD] de 1Cr 5:26), seriam recuperados. CBASD, vol. 4, p. 1136, 1137.
16 Verão isso. O inimigo havia se vangloriado anteriormente: “Onde está o SENHOR, teu Deus”” (v. 10). Então, os papéis se inverteriam, e as nações iriam reconhecer o poder do Senhor teriam vergonha do poder de que se vangloriaram. CBASD, vol. 4, p. 1137.
17 Lamberão o pó. Uma figura que descreve a mais extrema humilhação (ver Sl 72:9; ver também Is 49:23). CBASD, vol. 4, p. 1137.
Esconderijos. Os abrigos para os quais os ímpios tinham fugido de terror por causa do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1137.
18 Quem, ó Deus … ? Miqueias fecha sua profecia sua profecia com uma nota de louvor pela misericórdia e fidelidade de Deus (ver expressões semelhantes em Êx 15:11, Sl 71:19). CBASD, vol. 4, p. 1137.
19 Pisarás aos pés as nossas iniquidades. As iniquidades de Israel, que tinham sido tristes demais para Miqueias descrever, seriam gratuitamente perdoadas. Embora aqui não seja enfatizado, o perdão se deu apenas com base em profundo arrependimento e reforma. A disciplina do cativeiro foi designada para efetuar esse reavivamento espiritual entre o povo. Isso não foi conseguido em escala nacional e, assim, as gloriosas promessas com que Miqueias fecha suas profecias nunca foram alcançadas pela nação de Israel como um todo. É claro que indivíduos experimentaram a graça salvadora de Deus e obtiveram o perdão prometido. Essa bênção também pode ser reivindicada pelo cristão. Pelos méritos da graça de Cristo, seus pecados podem ser perfeitamente perdoados. Se persistir até o fim, seus pecados nunca mais serão mencionados contra ele. Se, contudo, apostatar e se perder, todos os seus pecados o encontrarão novamente no dia do julgamento (ver Ez 18:21-24). CBASD, vol. 4, p. 1137 [Destaques acrescentados].
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“Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (v.19).
Em Seu ministério terrestre, Jesus falou diversas vezes acerca dos dias que antecederiam a Sua segunda vinda. Através de parábolas, revelação de sinais e pela confirmação dos escritos dos antigos profetas, Ele nos deixou clara advertência: “Vede que vo-lo tenho predito” (Mt.24:25). Um tempo de grande confusão foi profetizado; tempo de angústia, perseguição e morte espiritual. As pessoas, absortas demais em viver conforme sua natureza depravada, se entregariam por completo às suas baixas paixões, de modo que até “os da […] própria casa” se levantariam uns contra os outros: “Estarão divididos: pai contra filho, filho contra pai; mãe contra filha, filha contra mãe; sogra contra nora, e nora contra sogra” (Lc.12:53). Seria um tempo “como foi nos dias de Noé” (Mt.24:37).
O profeta Miqueias foi grandemente usado por Deus deixando escrito praticamente um resumo da obra redentora de Cristo, desde o Seu nascimento, Seu ministério terrestre, até Seu retorno glorioso. Em seu livro podemos vislumbrar o cumprimento do que escreveram os filhos de Corá: “Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram” (Sl.85:10). Foi contemplando o estado decadente de Israel que o profeta percebeu a terrível realidade de que não havia alguém com quem pudesse contar ou em quem pudesse confiar. Nem “os da sua própria casa” (v.6) eram dignos de confiança. Seria um cenário de completo desespero para Miqueias não fosse o seu profundo e firme relacionamento com Deus: “Eu, porém, olharei para o Senhor e esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá” (v.7). Foi olhando para cima, para o santuário celeste, que ele encontrou forças para perseverar e pôde contemplar, pela fé, a vitória final.
Como os profetas do passado, que tiveram de experimentar a rejeição até mesmo daqueles a quem mais amavam, a igreja de Deus nos últimos dias há de passar por semelhante experiência. Apesar da rejeição, havia um plano de compaixão em andamento, e este plano incluía um tempo de juízo a fim de colher os frutos do arrependimento. Nos dias de Noé, apenas ele e sua família foram salvos do dilúvio e milhares de vidas foram ceifadas pelas águas, “por causa do fruto das suas obras” (v.13). Aos fiéis, contudo, a única coisa que o Senhor deseja lançar “nas profundezas do mar” (v.19) é o pecado e a iniquidade que nos separa dEle (Is.59:2).
“Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (v.18). Precisamos, hoje, reconhecer os atos de Deus em nossa vida como instrumentos da graça para nos salvar de nós mesmos. Os sofrimentos que, porventura, estejamos enfrentando, não são permitidos para nos debilitar e destruir, mas para nos fortalecer e salvar. Quem deseja nos “roubar, matar e destruir” é o inimigo das almas, mas Jesus vem até nós para que tenhamos vida, e vida “em abundância” (Jo.10:10).
Pouco antes da segunda vinda de Cristo, “a Terra será posta em desolação, por causa dos seus moradores” (v.13). Este planeta será abalado desde o céu atmosférico até às profundezas da terra, atingindo o seu clímax na “vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (2Pe.3:12). Nesse tempo, subirá ao Céu o clamor de um restante que, vivos para contemplar a realização de sua bendita esperança, como Miqueias, ainda que rejeitados e maltratados pelos que lhes são mais próximos, permanecerão com os seus olhos fixos em Cristo, Aquele que os resgatou de seus maus caminhos, concedendo-lhes o dom do amor e do perdão.
Eu creio estar vivendo nos últimos momentos desta Terra de pecado e não me importo em ser considerada uma fanática, já que Noé foi considerado assim pelo mundo antigo, mas diante de Deus, um “pregador da justiça” (2Pe.2:5). Elias foi chamado de “perturbador de Israel” (1Rs.18:17), mas foi a ele que o Senhor respondeu com fogo (1Rs.18:38) e com chuva (1Rs.18:45). Não podemos, contudo, amados, confundir convicção com presunção. Eu não sei quando o meu Redentor virá, mas com estes homens de Deus e, principalmente, com a vida santa e de constante vigilância de meu Salvador, tenho aprendido que a minha preparação deve estar fixa num só tempo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15).
Meus amados irmãos, não é sem razão que o Senhor diz que “lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (v.19). Quando João teve a visão de novos céus e nova terra na revelação do Apocalipse, percebam o que ele viu que não mais existiria: “e o mar já não existe” (Ap.21:1). Percebem? Fim do pecado. Fim da luta. Fim deste grande conflito que nos aflige. Louvado seja o nome do Senhor para todo o sempre!
Que diante da pergunta escarnecedora dos perversos: “Onde está o Senhor, teu Deus?” (v.10), seja somente uma a nossa segura resposta: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. […] Vê-Lo-ei por mim mesmo, os meus olhos O verão, e não outros; de saudades me desfalece o coração dentro de mim” (Jó 19:25 e 27).
Louvado sejas para sempre, ó Deus eterno, por Tua bondade e misericórdia! Graças Te damos por mais um estudo profético! Queremos viver a Tua vontade. Ajuda-nos a sermos o que queres que sejamos, a fazer o que queres que façamos e a nos aproximarmos de Ti, cada dia mais, com o coração contrito e sincero, disposto a ser moldado e, de glória em glória, transformado. Restaura em nós a Tua imagem e que este mesmo milagre aconteça em nossa família, para a Tua glória e para que voltes logo. Ó, Senhor, apaga os nossos pecados e cria em nós um coração puro e completamente dependente de Ti! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos saudosos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Miqueias7 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MIQUEIAS 7 – O livro de Miqueias se destaca como uma poderosa exortação quanto às distorções da religião, combatendo o legalismo, o perfeccionismo moral e o formalismo religioso que permeava a sociedade eclesiástica do profeta e ainda afeta a igreja em nossa época (Miqueias 6:6-7; Romanos 3:9-20).
Através de suas profecias contundentes, Miqueias expõe a hipocrisia dos líderes religiosos falsos (Miqueias 3:11) e convida o povo a retornar à verdadeira adoração, fundamentada na justiça social, na misericórdia e no amor restaurador de Deus (Miqueias 6:8). Miqueias foca na atitude do coração e no relacionamento com Deus, em vez de um comportamento impecável segundo o padrão legalista e perfeccionista. Consequentemente, o clímax do livro exalta com louvor a graça e a misericórdia de Deus como fundamentais na vida do crente (Miqueias 7:18-20).
Precisamos desenvolver um caráter semelhante ao de Deus: Misericordioso e perdoador. Sua descrição sobre Seu povo é assustadora. A tenebrosa corrupção permeava a sociedade e até mesmo a liderança, não havia confiança nenhuma entre as pessoas e inclusive os melhores amigos tornavam-se acirrados inimigos (Miqueias 7:1-6); contudo, Ele prefere mostrar misericórdia e perdoar, em vez de preservar Sua ira!
A atitude de Miqueias ilustra a mais nobre reação diante te uma situação deplorável, deprimente (Miqueias 6:7). Miqueias escolhe confiar em Deus diante da apostasia generalizada. Ele O busca como fonte de sua salvação e esperança. Ele está ciente que o próprio Deus ministra sobre Seu povo e, que Seu propósito no julgamento é a redenção e a restauração (Miqueias 7:8-13).
• O prazer divino está na misericórdia, não na ira contra o pecador (Miqueias 7:18).
• É Seu perdão, não Seu poder (soberania), no livro de Miqueias, que demonstra que Deus é incomparável a quaisquer deuses ou qualquer indivíduo.
• A restauração prometida baseia-se na fidelidade de Deus, resultante da aceitação de Seu perdão e amor transformador.
A religião verdadeira é mais do que observância externa e cumprimento de regras, contudo, a verdadeira adoração e vida religiosa devem refletir um coração transformado, comprometido com os princípios de justiça, compaixão e humildade.
Assim, a mensagem profética de Miqueias é um chamado a viver sem uma fé sincrética, mas genuína – expressa em ações justas, resultante de um relacionamento sincero com Deus, ao invés de meramente cumprir rituais externos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MIQUEIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia
MIQUEIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mq/6
Este capítulo nos lembra que somos fortemente influenciados pelo mundo e que Satanás tornou muito difícil a compreensão do caráter de Deus. Vemos tentativas de maldição sendo milagrosamente transformadas em bênçãos na história de Deus fazendo um burro falar.
O burro levou uma grande surra por ser o mensageiro de Deus. Estamos dispostos a ser o mensageiro espancado de Deus? Ouvimos Deus lembrando Seu povo rebelde de Sua liderança e redenção da escravidão. Aleluia! Mas, curiosamente, o Seu povo queria sacrificar os seus filhos, sim, os seus bebês, para tentar apaziguar a Deus! A resposta de Deus? “Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus.” Miqueias 6:8.
Quando iremos obedecer? Quando vamos parar de reclamar e de nos comparar com os ímpios que parecem ricos e bem-sucedidos? Temos que tirar a nós mesmos e a justiça de nossas obras do caminho e deixar Deus brilhar através de nós.
Emily Garcia Cecil
Nutricionista Dietista Registrada (RDN), Adrian, Michigan
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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581 palavras
1 Causa. Miqueias é chamado a pleitear pelo povo diante da natureza inanimada, “as montanhas” e as “colinas”, testemunhas silenciosas dos grandes feitos de Deus para com os israelitas e da ingratidão deles para com o Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1132.
4 Pois te fiz sair. Deus defende Seu caso, rememorando alguns dos benefícios notáveis que concedera a Seu povo. O êxodo foi um dos sinais evidentes de Seu interesse amoroso e constante cuidado (ver Is 63:11-13; Am 2:10). CBASD, vol. 4, p. 1132.
5 Maquinou. Balaão atendeu ao pedido de Balaque para amaldiçoar Israel, mas pronunciou, em vez disso, uma bênção (ver Nm 22-24). CBASD, vol. 4, p. 1132.
Desde Sitim. Sitim foi o último ponto de parada dos israelitas antes de atravessarem o Jordão (Js 3:1) e Gilgal, o primeiro acampamento na terra de Canaã (Js 4:19). Em sua viagem de Sitim a Gilgal, eles atravessaram o Jordão e viram a intervenção maravilhosa de Deus em favor deles (Js 3, 4). CBASD, vol. 4, p. 1132.
6 Deus excelso. Literalmente, “o Deus das alturas” (comparar com Is 33:5; 57:15; 66:1). CBASD, vol. 4, p. 1132.
De um ano. Os “filhos de um ano” (Lv 9:3; Nm 7:17) eram os nascidos no presente ano (ver Êx 12:5), pelo menos, com uma semana de idade (Lv 22:27). CBASD, vol. 4, p. 1133.
7 Milhares. Como se tão grande número pudesse garantir o maior favor de Deus, e assim uma maior disposição divina para perdoar os pecados. CBASD, vol. 4, p. 1133.
Azeite. Usado em conexão com as ofertas de manjares (Lv 2:1, 4-7; 7:10-12; Nm 15:4). CBASD, vol. 4, p. 1133.
Primogênito. Aqui se faz referência a um costume pagão comum nos tempos antigos, e que era proibido aos israelitas; mas que foi praticado por alguns reis de Israel (Lv 18:21, 20:2; 2Rs 3:27; 16:3; 23:10; Sl 106:37, 38; Jr 7:31). O costume parece que se baseava na ideia que Deus deveria receber do ser humano o que ele possuía de melhor e de mais caro, e que o Céu atribuiria valor a uma oferta de acordo com o seu custo. Apesar da declarada santidade da vida humana (Gn 9:6) e da prática de se resgatar o filho primogênito (Êx 13:13), o paganismo exerceu influência sobre Israel. A questão aqui levantada é retórica e, como todas as outras, exige uma resposta negativa. CBASD, vol. 4, p. 1133.
8 Ele te declarou. … o povo parecia ter se esquecido de que a mera prática dos ritos exteriores não tem valor sem a verdadeira piedade. CBASD, vol. 4, p. 1134.
Humildemente. O objetivo da verdadeira religião é o desenvolvimento do caráter. A cerimônia exterior só tem valor se contribuir para esse desenvolvimento. Mas, como muitas vezes é mais fácil prestar um culto externo do que mudar as más inclinações do coração, as pessoas sempre foram mais propensas a adorar externamente do que cultivar as graças do espírito. Assim foi com os escribas e fariseus a quem Jesus repreendeu. Eles ciosamente se guardavam de qualquer infração em matéria de dízimo, mas negligenciavam “os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (Mt 23:23). … Andar “humildemente com o teu Deus” é viver em harmonia com os princípios da primeira parte do decálogo (ver com. [CBASD] de 22:37, 38), que tem a ver com nossa relação com Deus. CBASD, vol. 4, p. 1133, 1134.
10 Tesouros da iniquidade. Riquezas obtidas por meios ilícitos (ver Am 8:5). CBASD, vol. 4, p. 1134.
14 Removerás. O povo procuraria em vão salvar seus tesouros, removendo-os. CBASD, vol. 4, p. 1134.
16 Estatutos de Onri. A Bíblia não menciona “estatutos” especiais deste rei de Israel. Talvez seja uma provável referência às regras idólatras do culto que Onri instituiu (ver 1Rs 16:25, 26). Onri foi o fundador da dinastia iníqua que produziu Acabe a Atalia (ver 1R 16:29-33; 2Rs 8:26; 11:1). CBASD, vol. 4, p. 1134.
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“Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (v.8).
No primeiro sermão de Cristo, o famoso sermão do monte, Ele apresentou o passo a passo de uma vida cristã vitoriosa. Ao contrário do que os judeus tinham aprendido de seus líderes desde então, “as multidões” ficaram “maravilhadas da Sua doutrina; porque as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:28-29). Tomando os antigos profetas como exemplo, Jesus elencou as bem-aventuranças definindo como felicidade real aquela que tem o Céu como alvo bem definido. Ser feliz, portanto, não depende dos benefícios que possam existir na caminhada, mas o que há no final dela. E foi “por amor da Sua própria justiça”, tornando a Sua lei gloriosa (Is.42:21), que Ele não somente veio para morrer em nosso lugar, mas para nos deixar exemplo de como devemos viver aqui, a fim de seguirmos “os Seus passos” (1Pe.2:21), até que Ele volte.
Foi a partir da mensagem central do Cristo que viria como antítipo dos sacrifícios realizados no santuário, que Deus introduziu a Sua “controvérsia com o Seu povo” (v.2). “Ouvi, agora” (v.1), apelava o profeta aos incautos de coração. Os dois episódios relatados pelo Senhor revelam a natureza de Seu caráter misericordioso e Seu amor incondicional para com Seu povo. O Senhor enviou Moisés para libertar Israel quando este nem sequer tinha um lugar de adoração e quando muitos dentre o povo haviam se corrompido com a cultura e a idolatria pagã. E o único sacrifício exigido foi aquele que, mais do que qualquer outro relatado nas Escrituras, revelava o perfeito plano da salvação em Cristo (Êx.12:1-13). Já no episódio de Balaão, após abençoar Israel por três vezes, sem que o povo percebesse o perigo que estava correndo, declarou a profecia a respeito de Cristo: “uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro” (Nm.24:17). Em ambas as experiências, a resposta para Israel foi: Jesus Cristo salva!
A doutrina da salvação por obras, por mais que seja considerada como um problema do passado na vida dos escribas e fariseus, e um mal que imperava na Idade das trevas, prosseguiu com seus efeitos alcançando a nossa geração de crentes apenas com uma roupagem diferente. De modo que “milhares de carneiros” (v.7) continuam sendo sacrificados, sendo mudado apenas o formato e o objeto do “sacrifício”. Praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com Deus não requer de nós uma religião de aparências e de sacrifícios vazios, mas um vivo e transparente relacionamento com Deus, de forma que nossas palavras possam tão-somente refletir a coerência de quem aceitou viver a vida dAquele que nos “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9).
Todo aquele que deseja andar com Deus, como andou Enoque (Gn.5:24), encontrará verdadeira e suficiente motivação na pessoa de Jesus Cristo. Muitos alegam ter lido muitas vezes a Bíblia e os escritos do espírito de profecia enquanto mantém seus corações fechados para a boa obra que o Espírito Santo deseja realizar na vida. Deveriam, porém, deter-se em ler outras dezenas de vezes, desta vez clamando ao Céu com humildade para que, silenciado o coração enganoso, ouçam com clareza a mesma voz que acalmou a tempestade, curou os enfermos, expulsou os demônios e perdoou os pecadores.
Você ainda nutre alguma dúvida acerca das Escrituras e dos Testemunhos Inspirados? Então olhe para Jesus. Examine a Sua vida. Contemple a Sua morte. Maravilhe-se com Sua ressurreição. Se você fixar os seus olhos em Jesus, o Espírito Santo lhe concederá o poder para praticar a justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com o Senhor até que Ele volte.
Deus amado, só é possível colocar em prática o que o Senhor nos pede se o Teu Espírito habitar em nós. Enche o nosso coração do poder do Espírito Santo para que nossa vida reflita o caráter manso e humilde do nosso Salvador. Precisamos de Ti a cada passo, Senhor. Queremos andar Contigo como andou Enoque. Ilumina o nosso caminho com a luz da Tua Palavra e guia-nos até Te encontrarmos nas nuvens do céu. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Miqueias6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100