Reavivados por Sua Palavra


NAUM 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2024, 0:40
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NAUM 3 – Além de mostrar que o arrependimento superficial não engana a justiça divina, o profeta Naum “menciona a libertação de todos os que viviam sob o poder da assíria”; assim, Naum também “relembra aos crentes que não existe uma eterna superpotência neste mundo. O Senhor está acima de todos os poderes políticos e marcou uma data para cumprir a Sua vontade” (Bíblia do Discípulo).

Considere o esboço de Naum realizado por Rodrigo Silva:

• O decreto de Deus contra Nínive (1:1-15).
• A vingança de Deus contra Nínive (2:1-13).
• O triunfo de Deus sobre Nínive (3:1-19).

A profecia que anuncia a queda de Nínive prevê a libertação de Judá do jugo opressor, anunciando um tempo de paz e celebração para o povo de Deus. Como salienta Daniel, “até que o Ancião de Dias veio e pronunciou a sentença a favor dos santos do Altíssimo” (Daniel 7:22). Naum garante que “o Senhor é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nEle confiam”, mas, para pecadores impenitentes Ele será “uma enchente devastadora”, que os “expulsará… para a escuridão”; assim, “a tribulação não precisará vir uma segunda vez” (Naum 1:7-9).

Por conta disso, o profeta declarou: “Vejam sobre os montes os pés do que anuncia boas notícias e proclama a paz! Celebre as suas festas, ó Judá, e cumpra os seus votos. Nunca mais o perverso a invadirá; ele será completamente destruído” (Naum 1:15). Tais verdade concretizam-se no final dos mil anos, conforme Apocalipse 20:1-22:6. O mesmo se aplica à restauração proferida a favor de Judá e Israel em Naum 2:2, após o terror e julgamento dos arrogantes e prepotentes pecadores (Naum 2:8-13; ver Apocalipse 6:12-17); diante da assolação vindoura contra a prostituição moral e espiritual, os fiéis serão preservados por Deus (Naum 3:1-19; ver Apocalipse 7:1-17; 16:1-19:21).

Diante do juízo proclamado por Naum, Deus eliminará o mal do planeta Terra, e nunca mais se levantará. Por conseguinte, podemos abrigar a esperança de II Pedro 3:10-13:

“O dia do Senhor… virá… Os céus desaparecerão com um grande estrondo, os elementos serão desfeitos pelo calor, e a Terra, e tudo o que nela há, será desnudada… Todavia, de acordo com a Sua promessa, esperamos novos Céus e nova Terra, onde habita a justiça”.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 2 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 2 – BLOG MUNDIAL

NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NAUM 2 by Luís Uehara
3 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/na/2

Os assírios eram guerreiros de cerco eficazes; você pode ler relatos deles sitiando a Judéia em 2 Crônicas 32. Há um senso de justiça porque essas técnicas são a mesma forma como Deus organiza sua própria destruição. Nínive é a primeira cidade cercada e sitiada pelos medos, que romperam o muro. Finalmente, eles saquearam a cidade. Todo o capítulo se concentra nesta destruição encenada.

Esta destruição deveria ser motivo de grande celebração, e provavelmente foi para Judá e Israel. No entanto, a Assíria foi provavelmente o menor dos dois males quando a Babilônia assumiu o controlo da região. Observe a imagem do Leão nos v. 11 e 12 conectada ao poderoso símbolo do leão da Babilônia. No entanto, sabemos que Deus controlou completamente esta situação e também os eventos seguintes. Deus sempre tem Sua mão em nossas vidas e trabalha para o nosso bem.

Sabemos que o bem último prevalecerá, mas tal como os israelitas nesta altura, eles ainda estavam no limiar – o espaço entre estar com Deus e estar rodeado por estas nações invasoras. Nossas vidas hoje são as mesmas; estamos rodeados por muitas coisas que poderiam nos separar do reino de Deus, mas sabemos que Ele está no controle e já tornou possível a nossa salvação.

Justin Boyd
Pastor de Jovens e Capelão, Conferência da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nam/2
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



NAUM 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2024, 0:50
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528 palavras

1 Ó Nínive. Mais de uma vez, o profeta se dirige ao povo da Assíria (ver com. [CBASD] de Na 1:14), alertando-o sobre o futuro turbulento. O contexto mostra (Na 1:1, 2:1, 8, 3:1, etc.) que o cap. 2 descreve a queda de Nínive. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1145.

3 Seus heróis. Provável referência aos que fizeram o cerco a Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1145.

4 Carros. Do heb. rekev, veículos de duas rodas de vários tipos, puxados por cavalos. A carruagem era usada quase que exclusivamente para fins militares (ver com. [CBASD] de Gn 41:43). Embora não haja evidência arqueológica de que as carruagens eram usadas para levar funcionários do governo em missões oficiais, não há praticamente nada que indique que elas eram usadas para o transporte privado comum. CBASD, vol. 4, p. 1146.

[NC: Não há como deixar de lembrar, ao ler o verso 4, dos cruzamentos de trânsito modernos das grandes cidades, à noite. Porém, não existe nenhuma evidência de que este verso se trate de uma profecia para os tempos modernos].

Cruzam velozes. A força esmagadora dos exércitos que atacariam Nínive é aqui indicada. Uma multidão de veículos de guerra se “chocariam” uns com os outros (ver ARC). Todo o contexto deste capítulo mostra claramente que Naum estava descrevendo, em linguagem gráfica, a queda de Nínive. CBASD, vol. 4, p. 1146.

5 Os nobres. Literalmente, “seus poderosos”. Evidentemente, o rei assírio cobra de seus generais a defesa dos muros da cidade. CBASD, vol. 4, p. 1146.

6 Comportas. Alguns sustentam que a profecia teve seu cumprimento no incidente descrito pelo historiador grego Diodoro (ii.26, 27), que descreve a queda de Nínive por uma rara inundação de grandes proporções do Eufratas (ou, Tigre), que destruiu parte da muralha e abriu a cidade para os medos e os babilônios. CBASD, vol. 4, p. 1146.

7 Como pombas. Isto é, servas lamentariam como [o barulho de] pombas (ver Is 38:14; 59:11; Ez 7:16). CBASD, vol. 4, p. 1147.

Batem no peito. Bater no peito expressa tristeza profunda e comovente (ver Lc 18:13; 23:48). CBASD, vol. 4, p. 1147.

9 Abastança. Fontes gregas afirmam que os “despojos” de “prata” e “ouro”, tomados de Nínive, eram elevados em quantidade e valor. Não é de se estranhar que os conquistadores encontrassem despojos tão ricos na cidade que tinha “pilhado”tantos povos (ver 2Rs 15:19, 20; 16:8, 9, 17, 18; 17:3; 18:14-16; etc.). CBASD, vol. 4, p. 1147.

10 Vacuidade, desolação e ruina. Do heb. buqah umebuqah umebullaqah. “Destruída, deserta, despovoada” (NTLH) é uma tentativa de reproduzir a aliteração forte no hebraico que descreve a ruína de Nínive (ver com. [CBASD] de Am 5:5). CBASD, vol. 4, p. 1147.

O coração se derrete. Expressão que denota medo e desespero (ver Js 7:5; Is 13:7; Ez 21:7). CBASD, vol. 4, p. 1147.

11 Covil dos leões. Nos v. 11 e 12, o profeta emprega a figura de um leão para descrever o poder da Assíria (ver Jr 50:17; PR, 265; ver com. de Jr 4:7). Ele mostra vividamente como Nínive, através de suas conquistas, reteve despojos suficientes para o seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1147.

13 Estou contra ti. Ver Na 3:5; Jr 51:25; Ez 38:3. A destruição de Nínive chegou depois que ela atingiu o limite do tempo de graça sem mostrar arrependimento persistente. A paciência divina chegara ao fim (ver PR, 364).

O SENHOR dos Exércitos. Ver com. de Jr 7:3. CBASD, vol. 4, p. 1147.

Leõezinhos. Aqui, evidentemente, a referência é feita aos guerreiros da cidade (ver com. do v. 11). CBASD, vol. 4, p. 1147.



NAUM 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de julho de 2024, 0:45
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É muito triste ver a corrupção humana atingir os seus limites. Nínive foi alertada e, certamente, muitos descansaram confiantes no perdão divino. Mas o tempo foi passando, novas gerações foram surgindo e a mensagem do profeta Jonas, esquecida. De forma arbitrária e cruel, os ninivitas voltaram a assolar o povo de Deus e foram, pouco a pouco, bloqueando o coração aos apelos do Espírito do Senhor.

Não há pecado grande demais que Deus não possa perdoar. Não existe abismo tão profundo que Ele não consiga alcançar um pecador que se arrepende. Mas Jesus declarou existir um pecado imperdoável: “Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada” (Mt.12:31). Acusado de realizar curas pelo poder de Satanás e não do Espírito Santo, Jesus concluiu com estas palavras. A dureza de coração dos fariseus os estava levando para um caminho sem volta. “Com base no episódio, concluiu-se que a essência desse pecado é a recusa deliberada em reconhecer a atuação do Espírito de Deus. Essa atitude obstinada acaba levando à dureza de coração e à completa rejeição do Espírito e do próprio Jesus” (Comentário da Bíblia de estudos Andrews, p. 1253).

Nínive não só fechou os portões da cidade para Deus. Pior do que isso, fechou a porta do coração. Buscou a própria destruição. O Espírito Santo não intercede por nós apenas. Ele “intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”, e mesmo que nos arrependamos e busquemos andar na presença de Deus, “não sabemos orar como convém” (Rm.8:26). É o Espírito do Senhor que transforma as nossas orações em palavras aceitáveis diante do trono de Deus. Se rejeitamos essa intercessão, não temos acesso ao Pai. “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm.8:14).

Mas o Senhor prometeu restaurar a glória do Seu povo (v.2). Aqueles que rejeitam a voz do Espírito Santo podem fazer de tudo para se salvar no dia da calamidade, mas de nada adianta. A ironia nas palavras do profeta (v.1) mostra que toda a força, todo o poder e toda a glória de Nínive de nada serviriam quando “o Senhor dos Exércitos” (v.13) derramasse o Seu juízo para fazer vingança aos Seus filhos. Ele diz: “A Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor” (Rm.12:19).

E porque é tão importante compreendermos acerca do juízo divino? Porque ele é real e está prestes a ser derramado de maneira definitiva, amados. Porque precisamos entender que estamos inseridos num grande conflito, onde o nosso pior inimigo habita dentro de nós enquanto o inimigo externo, Satanás, faz de tudo para que o que é carnal prevaleça. O nosso eu pecador deve ser constantemente deposto ante os pés de Jesus com a simplicidade de uma criancinha. O Espírito Santo tem sido derramado “sobre toda a carne” (Jl.2:28). Mas qual tem sido a nossa resposta? “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32).

Invoque o nome do Senhor! Não cale a voz dAquele que quer te salvar e te levar de volta para o lugar de onde nunca deveríamos ter saído. Permita que o Espírito Santo te leve de volta para a casa do Pai!

Pai amado e querido, queremos ouvir a Tua voz e obedecê-la. Para isso, Te pedimos o batismo do Espírito Santo. Enche-nos do Teu Espírito até que o nosso eu não mais viva, mas Cristo viva em nós. Cremos que muito em breve Ele voltará e queremos estar preparados para subir ao Seu encontro. Que possamos prosseguir em Te conhecer cada dia mais até aquele grande Dia, quando Te conheceremos face a face. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados pelo Espírito Santo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Naum2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NAUM 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ – post corrigido by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2024, 0:40
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NAUM 2 – Os profetas Naum e Jonas têm Nínive como tema central em seus livros e lidam com a relação de Deus com esta cidade pagã, imoral e perversa. Ambos anunciaram o juízo divino sobre Nínive devido à sua titânica iniquidade. No tempo de Jonas, os ninivitas se arrependeram; entretanto, no tempo de Naum, não há qualquer menção de confissão de pecados.

• Jonas enfatiza a possiblidade de misericórdia de Deus em resposta ao arrependimento humano; Naum enfatiza a justiça divina e a certeza do julgamento contra uma cidade que já havia retornado à maldade após uma fase de arrependimento.
• Jonas demonstra que Deus está incrivelmente disposto a perdoar aqueles que se arrependem sinceramente, enquanto Naum ilustra que o arrependimento superficial e temporário não impede o julgamento final de Deus contra o pecado persistente.

O arrependimento genuíno abre portas da misericórdia divina, mas se for meramente uma mudança temporária, o juízo é inevitável. Jonas exemplifica a mensagem de Amós 3:7, de que Deus não “faz coisa alguma sem revelar o Seu plano aos Seus servos, os profetas”; desta forma, Deus pretende oferecer salvação aos habitantes do mundo todo. Naum, complementando, anuncia o juízo iminente para aqueles que rejeitam o evangelho eterno (ver Apocalipse 14:6-12).

“O destruidor avança contra você, Nínive!… ‘Eu estou contra você’, declara o Senhor dos Exércitos” (Naum 2:1, 13). Do começo ao fim, Deus sentencia a capital de Assíria. Rodrigo Silva explica que “Naum escreveu na forma poética, utilizando imagens e simbolismo que o fazem próximo da literatura apocalíptica. Seu tom é marcadamente hostil contra Nínive, da qual ele descreve com maestria a futura destruição. O tema da ira divina choca-se com aquelas visões mais românticas da divindade que negam descrevê-lO como juiz e vingador. Porém, é importante reconhecer que, por trás da ira do Senhor em relação à Nínive, há uma profunda preocupação pelo sofrimento de vários povos que tinham sido conquistados, mortos, escravizados e aterrorizados por esse poder estrangeiro. Ou seja, o caráter irado de Deus justifica-se no sofrimento dos justos e opressão aos mais necessitados”.

Está claro: Deus está disposto a perdoar inclusive cidades ímpias como Nínive, caso se arrependam; no entanto, a paciência de Deus tem limites e Sua justiça prevalecerá contra a contínua maldade! Portanto, vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



NAUM 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: NAUM 1 – Primeiro leia a Bíblia

NAUM 1 – BLOG MUNDIAL

NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NAUM 1 by Luís Uehara
2 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/na/1

Cem anos antes do livro de Naum ser escrito, Jonas pregou arrependimento em Nínive, capital da Assíria, e eles se arrependeram. Desta vez foi diferente. Desta vez, Naum tem a função de prever a destruição de um império anterior aos babilônios. Conhecemos bem as histórias de Daniel e do exílio; aqui está Deus aparecendo antes do cronograma profético de Daniel. Quando Naum foi escrito, os assírios já haviam conquistado o reino do norte de Israel e os estavam oprimindo. Diferentemente da resposta à advertência de Jonas, agora não há arrependimento.

Este primeiro capítulo enfoca o poder, a majestade e o controle de Deus sobre a situação. Vemos retrocessos àquela famosa descrição do caráter de Deus em Êxodo 34:6. Um lembrete de que mesmo que Deus ainda não tenha feito algo, podemos louvá-Lo pela obra que Ele estará fazendo e está fazendo. Isso nos lembra que se sentirmos que Deus está em silêncio em nossas vidas, Ele ainda está trabalhando por nós. Do Êxodo até Naum e de Naum até agora, Deus é o mesmo, e podemos nos alegrar porque Ele está sempre empenhado em nos salvar.

Justin Boyd
Pastor de Jovens e Capelão, Conferência da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/nam/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



NAUM 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2024, 0:50
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189 palavras

1 Os v. 1 a 10 foram escritos em forma de acróstico (ver sobre esse recurso, no vol. 3 [CBASD] p. 705). As primeiras 15 letras do alfabeto [hebraico] parecem ter sido empregadas, mas com algumas irregularidades. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1143.

10 Espinhos. Ver Nm. 33:55; Js 23:13. Embora o exército assírio formasse uma frente tão impenetrável como uma sebe de espinhos, Deus poderia facilmente vencê-lo (ver Is 27:4). CBASD, vol. 4, p. 1143.

Bêbados. A experiência da Assíria seria paralela à de Babilônia, em alguns aspectos (ver Dn 5:1). Em qualquer caso, não pode haver dúvida de que os assírios gostavam de festejar e de beber (ver Diodoro, ii.26). CBASD, vol. 4, p. 1145.

11 Saiu um. Referindo-se a Nínive, isso deve-se aplicar ao seu rei (ver Is 36:4-10, 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1144.

15 Boas novas. Uma exclamação de alegria pela derrota do inimigo do povo de Deus (ver com. de Is 52:7). Naum 1:15 é o primeiro versículo do cap. 2 tanto em hebraico como em siríaco. CBASD, vol. 4, p. 1144.

Celebra as tuas festas. Com o restabelecimento da paz, seria mais uma vez possível para o povo de Judá celebrar as grandes festas religiosas (ver com. [CBASD] de Êx 23:14-17; Lv 23:2; Dt 16:16). CBASD, vol. 4, p. 1144.



NAUM 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de julho de 2024, 0:45
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Em 2021, arqueólogos encontraram no Oriente Médio alguns fragmentos do livro de Naum e também do livro de Zacarias. O texto encontrado do livro do profeta Naum foi o verso seis do capítulo de hoje: “Quem pode suportar a Sua indignação? E quem subsistirá diante do furor da Sua ira? A Sua cólera se derrama como fogo, e as rochas são por Ele demolidas”. Há uma verdade solene e urgente nesse achado arqueológico: Logo todos estaremos diante do justo Juiz e, como escreveu o profeta Naum: “Quem subsistirá diante do furor da Sua ira?” A resposta está no fragmento encontrado do livro de Zacarias: “Eis as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo, executai juízo nas vossas portas, segundo a verdade, em favor da paz; nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas Eu aborreço, diz o Senhor” (Zc.8:16-17).

O profeta Naum tinha uma mensagem de iminente juízo para o povo de Nínive. Muitos têm confundido a ira de Deus com a ira humana. Pois a ira humana é contra pessoas, mas a ira de Deus é contra o pecado e seus efeitos. Naum, que em hebraico significa “compassivo”, foi enviado a Nínive com uma mensagem de juízo, assim como Jonas o foi muitos anos antes. A diferença é que os ninivitas não se arrependeram como seus antepassados e, mediante a sua conduta violenta e má, todo o povo seria “inteiramente exterminado” (v.15). A expressão “O Senhor é tardio em irar-Se” (v.3), revela que Ele tolerou por muito tempo as atrocidades de Nínive, principalmente contra o Seu povo. Inimigo declarado de Israel, a Assíria também foi instrumento de Deus para corrigir o Seu povo, mas ultrapassou os limites com sua violência sem escrúpulos. Foi tida por culpada perante o Senhor, e Ele “jamais inocenta o culpado” (v.3).

Esses relatos geralmente causam medo em muitos que, equivocados em sua concepção acerca do juízo divino, decidem não servir a um Deus que julgam “tirano”, ou decidem servi-Lo, porém, movidos pelo motivo errado. A Bíblia diz que “Deus é amor” (1Jo.4:8). E o discípulo amado prossegue dizendo: “No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1Jo.4:18).

Amados, quando Deus pronunciava uma sentença punitiva contra alguma nação era porque, certamente, de todas as formas, Ele tentou salvá-la. E o próprio anúncio do juízo era uma última tentativa de salvação, como foi na experiência de Jonas. Mas a partir do momento em que a maldade ultrapassa os limites para prejudicar um filho de Deus que seja, podemos ter a certeza de que o Senhor, no tempo certo, agirá. Quando não há arrependimento genuíno, a aparência não consegue enganar Aquele que lê as intenções do nosso coração. Ele “conhece os que nEle se refugiam”, os que O amam e provaram que o “Senhor é bom” (v.7).

Muito em breve veremos com nossos próprios olhos o Senhor andando sobre as nuvens (v.3), vindo declarar o Seu juízo final. Para os que não se arrependeram, o medo será terrível, mas para os que fizeram de Deus a sua “fortaleza no dia da angústia” (v.7), será dia de indescritível alegria. Jesus derrotará o nosso último inimigo chamado “morte”. Mães reencontrarão seus filhinhos. Filhos abraçarão novamente seus pais. Para os ímpios, aquele Grande Dia será a maior cena de destruição que este mundo já presenciou; para os salvos, a maior celebração de amor que já houve.

Medo ou amor? O que te move a adorar a Deus? Escolha calçar “os pés com a preparação do evangelho da paz” (Ef.6:15). Que seus pés anunciem as “boas-novas” (v.15): “Que formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!” (Is.52:7). Então, muito em breve, estes mesmos pés pisarão sobre o estrado dos pés de Jesus e você reinará com Ele por toda a eternidade.

Pai de amor, calça os nossos pés com o calçado da preparação do evangelho da paz. Necessitamos da unção e do poder do Espírito Santo a fim de irmos ao mundo proclamar a verdade que liberta e santifica. Senhor, queremos ir para casa! Ouve as nossas orações em favor da nossa família e daqueles por quem intercedemos, e volta logo. Este é o desejo e o clamor de todos os que em Ti se refugiam. Salva-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, portadores de boas-novas!

Rosana Garcia Barros

#Naum1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100