Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MALAQUIAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 1 – BLOG MUNDIAL

MALAQUIAS 1- COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MALAQUIAS 1 by Luís Uehara
27 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ml/1

A palavra do Senhor contra Israel, por meio de Malaquias.” (v.1).

Este livro inicia um diálogo entre Israel e Deus. Não se sabe se as pessoas fazem as perguntas ou se Malaquias usa a conversa como um apelo. Obviamente o profeta sente o fardo de uma responsabilidade. Ele se sente compelido a implorar a Seu povo que retorne para Deus.

Malaquias relembra o povo a respeito do seu passado, como foram escolhidos por Deus. Eles são lembrados acerca do fracasso deles em seguir os desejos de Deus, inserindo seu interesse próprio e corrupção no lugar do desígnio divino.

O fardo de Malaquias é pesado e urgente. O que ele escreve para Israel não são apenas palavras. Você, como Malaquias, sente o fardo de uma responsabilidade? Deveria!

Este não é um peso carregado em seus braços, mas em seu coração. É o fardo de desejar o bem para aqueles em sua família, bairro ou igreja. Nós também temos uma responsabilidade, uma mensagem encontrada em Apocalipse 14. Três anjos voando pelo céu clamando em grande voz: O julgamento chegou; Adore seu Criador; Permaneça fiel a Deus, o Único que deve ser adorado.

“Eu sempre os amei”, diz o Senhor (v. 2). Aqueles que compreendem o amor de Deus podem escolher retribuir. Amar a Deus inclui amar a Seu povo e compartilhar Sua mensagem de amor e salvação.

Seu coração sente o fardo de uma responsabilidade? Espero que sim!

Merle Poirier
Gerente de Operações, Adventist Review Ministries, Silver Spring, Maryland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mal/1
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2024, 0:50
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894 palavras

1 Sentença. A “sentença” de Malaquias era para que Israel não esquecesse as lições do passado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1236.

Em que nos tens amado? Esforçando-Se para despertar o povo para a percepção de sua ingratidão, o Senhor faz perguntas específicas. O Seu amor os constituiu como nação (Dt 7:6-9; ver p. 1233, 1234). CBASD, vol. 4, p. 1236.

Todavia, amei. Referindo-se aos irmãos gêmeos (Gn 25:24-26), que tiveram a mesma hereditariedade e o mesmo ambiente, o Senhor deixou claro aos judeus que o favor divino não veio a Israel por causa de nascimento, mas por causa do caráter, Jacó foi o único que, embora tendo cometido erros dolorosos, por fim, devotou a vida ao serviço de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1236.

3 Aborreci a Esaú. O contexto sugere que Edom, a nação dos descendentes d Esaú, é primariamente mencionada neste versículo, em vez do próprio Esaú como pessoa. O verbo “aborreci”é uma típica hipérbole [exagero] oriental (ver Gn 29:33; Dt 21:15; ver com. de Sl 119:136) e não deve ser tomado em seu sentido literal. Neste versículo, o Senhor indica claramente Sua preferência por Jacó  seus descendentes. Essa preferência, naturalmente, é fruto do relacionamento dos dois irmãos com Deus. Uma vez que Jacó era espiritualmente orientado e possuía a fé que salva, amando as coisas de Deus, seus pecados foram perdoados e ele desfrutou o companheirismo e o favor divino. Esaú, por outro lado, era uma “pessoa profana” e mundana, sem amor pelas coisas e, assim, punha a si mesmo fora do favor de Deus (Hb 12:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1236, 1237.

A frase não se refere a uma hostilidade pessoal em relação a Esaú. Na verdade, Deus proibiu que esse tipo de ódio fosse dirigido aos edomitas (Dt 23:7). Bíblia de Estudo Andrews.

Dei. Considerando que, após o retorno do cativeiro, os israelitas tomaram posse da sua terra e a cultivaram, restaurando Jerusalém e seu templo, os edomitas não parecem ter-se recuperado da desolação e destruição impostas sobre eles pelos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 1237.

3, 4 Esta declaração de derrota e juízo perpétuo contra os edomitas foi cumprida durante o período de 550 a 400 a.C., quando os nabateus derrotaram os edomitas aos poucos e os perseguiram desde o sul da Palestina até uma região posteriormente chamada de Idumeia. Bíblia de Estudo Andrews.

5 Vossos olhos. Isto é, os de Judá. Quando o povo sentisse a realidade do amor de Deus, a queixa e murmuração dariam lugar ao louvor e gratidão por Sua bondade. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Dos limites de Israel. … possivelmente seja uma expressão que indica o mundo todo. CBASD, vol. 4, p. 1237.

7 Pão. Do heb. lechem, palavra às vezes usada para alimentos em geral (ver Gn 3:19; 43:32; Êx 2:20). “Pão” não poderia se referir aos pães da proposição, porque eles não eram ofertados no altar. Possivelmente “pão”, neste versículo, se referira à carne das vítimas sacrificiais (ver Lv 3:9-11, 15, 16). Este é, possivelmente, um dos exemplos que poderiam ser dados acerca da negligência deles em seguir a lei ritual. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Que pensais. Eles possivelmente não expressavam abertamente desprezo pelo altar do Senhor, mas por meio de ações. CBASD, vol. 4, p. 1237.

A mesa do SENHOR. Uma referência ao altar de sacrifício. CBASD, vol. 4, p. 1237.

8 Animal cego para o sacrificardes. Uma vez que a lei exigia que as vítimas sacrificais fossem “sem defeito” (Lv 22:19), os sacrifícios mencionados neste versículo eram uma ofensa a Deus. O povo argumentava que não fazia diferença se as vítimas sacrificadas eram perfeitas ou não. Eles queriam se livrar das ovelhas e do gado deformados e manter os animais perfeitos para si mesmos. Deus designou que as pessoas apresentassem a Ele o melhor. Reservar o melhor para algum outro propósito é evidência de que Deus não está em primeiro lugar. Oferecer a Deus menos que o melhor é, na verdade, não oferecer nada. CBASD, vol. 4, p. 1237.

Governador. Do heb. pachah, “um governador provincial” (ver com. de Ag 1:1). Oferecer a um dignatário o que era defeituoso seria insulto. Se isso era verdade no que diz respeito ao ser humano, quanto mais o seria com respeito ao grande e exaltado “SENHOR dos Exércitos” (ver com. de Jr 7:3). CBASD, vol. 4, p. 1237.

10 feche as portas. Uma provável referência às portas da entrada do átrio dos sacerdotes, no complexo do templo. Caso essas portas estivessem fechadas, seria impossível oferecer sacrifícios. Isso seria melhor do que os sacrifícios defeituosos que o povo apresentava. Bíblia de Estudo Andrews.

A oferta. Do heb. minchah, normalmente a oferta de “farinha” ou “cereal” (ver com. de Lv 2:1). Talvez o profeta, neste versículo, queira dizer que essas ofertas alimentícias, que naturalmente não eram imundas, eram inaceitáveis a Deus por causa do espírito errado com que eram oferecidas. CBASD, vol. 4, p. 1238.

11 Desde o nascente. Era propósito de Deus que a verdadeira adoração fosse espalhada por toda a Terra (ver p. 12-25). CBASD, vol. 4, p. 1238.

Malaquias enfatiza um tema universal muito presente no NT, unindo-se a outros profetas que também previram um momento em que os povos de todas as portas do mundo adorarão o Deus verdadeiro (Is 45:22-24; 49:6; Sf 2:11; 3:8-10; Zc 14:16). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Que canseira! Uma alusão ao tédio e desdém dos sacerdotes ao realizar os serviços do templo. CBASD, vol. 4, p. 1238.

O dilacerado. Literalmente, “aquilo que foi pego pela violência”, isto é, coisas roubadas ou tomadas erradamente. CBASD, vol. 4, p. 1238.

Aceitaria Eu … ? Eles bem sabiam que nenhum ser humano se agradaria com tais presentes (ver v. 8). Por que pensavam que Deus Se agradaria? CBASD, vol. 4, p. 1238.



MALAQUIAS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de julho de 2024, 0:45
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Do meio de Israel foram surgindo alguns grupos religiosos, conhecidos por suas próprias tradições e crenças. Dentre eles, por exemplo, havia aqueles que aceitavam apenas os cinco primeiros livros de Moisés como a Palavra de Deus inspirada, desconsiderando os demais livros, inclusive os profetas. Muitos foram privados, portanto, de todo o conhecimento e sabedoria contidos nos demais livros que compõem o Antigo Testamento. Malaquias foi a última voz profética antes do nascimento de Cristo. Sua voz advogou a sentença do Senhor contra Israel, começando com as seguintes palavras: “Eu vos tenho amado, diz o Senhor” (v.2). Por Seu eterno amor, Deus levantou um último profeta antes do silêncio de aproximadamente 400 anos.

O nome Malaquias significa “meu mensageiro”; um livro onde a vida do mensageiro se esconde atrás da sublime e solene mensagem. Apesar de não haver citação acerca da vida de Malaquias em nenhum outro lugar na Bíblia, e do significado do seu nome indicar que talvez este não fosse de fato o seu nome e sim uma espécie de título, é certo de que este homem de Deus cumpriu com fidelidade o chamado divino proclamando exatamente o que o Senhor lhe havia revelado.

A comparação feita entre Jacó e Esaú não mostra uma acepção por parte de Deus, mas o resultado de diferentes escolhas. Esaú era alvo do amor de Deus assim como Jacó, mas Jacó escolheu o caminho do arrependimento. Já Esaú, “querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb.12:17). Quantos não estão tentando fazer o mesmo, amados? Querem a bênção do Senhor, choram pela bênção do Senhor, buscam por ela, mas não reconhecem que precisam se arrepender de seus pecados. Chamam a Deus de Pai e de Senhor, mas não O honram e não O temem, pois suas vidas não têm coerência com o que professam (v.6).

E nem os sacerdotes escaparam da repreensão divina. Na verdade, os líderes geralmente são os primeiros a receber tanto a repreensão quanto o juízo do Senhor. Enquanto ofereciam ofertas imundas e desprezíveis, e acendiam fogo estranho no altar do Senhor, Ele dizia: “Tomara houvesse entre vós quem feche as portas” (v.10). Ele estava dizendo ao povo: “Eu prefiro um templo fechado do que um templo que Me desonre”! Vocês compreendem a seriedade desta mensagem? Deus estava falando com um povo que dizia honrá-Lo e adorá-Lo, enquanto oferecia ao Senhor o que Ele mesmo chamou de “pão imundo” (v.7). E a estes são dirigidas as duras palavras: “Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta” (v.10). Que coisa mais triste!

O que temos ofertado ao Senhor, meus irmãos? O que realmente temos ofertado? E quando Ele se refere a ofertas não está falando em quantidade, mas na qualidade do que ofertamos. Também não se refere apenas a dinheiro, mas à nossa resposta a tudo o que Deus tem colocado em nossas mãos. Até quando o Senhor terá de suportar a nossa arrogância em pensar que somos alguma coisa? Até quando a Sua longanimidade se estenderá por um povo que insiste em rejeitar a cura da enfermidade mortal que não admite ter? Não há união entre o santo e o profano, amados. E isso precisa ficar muito evidente dentro da igreja que recebeu a solene missão de dar ao mundo a última mensagem de advertência.

Não é agradável ser repreendido, porém, o Senhor nos diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). Experimente Deus! Não vá ao Seu encontro com propósitos egoístas, porque Ele sonda o seu coração. “Suplicai o favor de Deus” (v.9) com a oferta de um “coração compungido e contrito” (Sl.51:17). Permita-se ser governado pelo Espírito Santo. Esta é a oferta pura (v.11) que o Senhor aceita. Esta é a Sua maior alegria! Que você e eu, pela graça de Cristo, sejamos o motivo da alegria de Deus.

Pai Santo, como o Senhor iniciou as Tuas palavras a Malaquias com uma declaração de amor pelo Teu povo, também fomos alcançados por esse amor quando aceitamos a Jesus como o nosso Salvador pessoal. Mas também incorremos no mesmo erro de Israel, se rejeitamos a Tua repreensão e a Tua disciplina. Arranca de nós o coração de pedra e coloca no lugar um coração de carne, disposto a fazer a Tua vontade e sensível para ouvir a Tua voz. Ó, Deus eterno, se como Israel, temos perdido a nossa identidade; se temos oferecido ao Senhor uma oferta manca e desprezível, um pão bolorento, ó Pai, purifica a Tua igreja, para que o mundo veja em Teu povo um mensageiro da esperança, uma igreja pura e sem mácula que Te adora em espírito e em verdade. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, amados pelo Pai Celestial!

Rosana Garcia Barros

#Malaquias1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MALAQUIAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2024, 0:40
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MALAQUIAS 1 – O último livro do Antigo Testamento conecta-se tematicamente com a mensagem de Cristo à última das sete igrejas do Apocalipse. O povo de Israel na época do profeta Malaquias viveu uma religiosidade tão morna quanto os crentes da cidade de Laodiceia (Apocalipse 3:14-22).

Malaquias foi escrito no século V a.C., após o retorno dos judeus do exílio babilônico; a carta à igreja de Laodiceia representa o último período da história da igreja no mundo, após a prisão do Papa Pio VI em 1798, por Bethier – evento que trouxe liberdade novamente à Igreja Cristã.

O propósito do livro de Malaquias era confrontar os judeus e seus líderes religiosos por sua infidelidade e desleixo no culto a Deus; o propósito do profeta João escrever a mensagem a Laodiceia visa admoestar o líder e o povo devido à mornidão espiritual, autossuficiência e falta de fervor.

“A mensagem de Malaquias é especialmente apropriada para o Israel de hoje, e é comparável à mensagem de Laodiceia (Ap 3:14-22). Como os laodiceanos, os judeus dos dias de Malaquias estavam completamente insensíveis à sua verdadeira condição espiritual e pensavam que ‘não precisavam de nada’ (cf. Ap 3:17). Eles eram ‘pobres’ no tesouro celestial, ‘cegos’ a seus erros e ‘nus’ ou despidos do perfeito caráter de Jesus Cristo (v. 17). Como o homem sem vestimenta nupcial, na parábola (Mt 22:11-13), eles estavam diante do Rei do Universo, despidos de vestimenta de Sua justiça e plenamente satisfeitos com seus trapos morais”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

Malaquias 1 convoca a líderes e liderados a honrar a Deus e a retornar à verdadeira adoração; Apocalipse 3:14-22 o convite é para o líder e os membros adquirirem de Cristo a verdadeira riqueza espiritual e restabelecerem a comunhão com Ele.

• Em ambos os contextos, há uma declaração contundente do amor de Deus visando convencer os ouvintes que duvidavam dele (Malaquias 1:1-5; Apocalipse 3:19).
• Ambos os textos revelam que a verdadeira condição espiritual contrasta com a percepção própria, requerendo um exame sincero à luz da Palavra de Deus (Malaquias 1:6-9; Apocalipse 3:15-17).
• Tanto Malaquias quanto João condenam veementemente a hipocrisia, atitude que devemos repugnar em nossa vida hoje também caso queiramos ser verdadeiros adoradores (Malaquias 1:10-14; Apocalipse 3:15-16).

Portanto, reavivemo-nos com Malaquias; fujamos da mornidão espiritual! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 14 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 14 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 14 by Luís Uehara
26 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/14

Zacarias traz grande encorajamento para nós que estamos vivendo no tempo do fim.

Os primeiros dois versículos parecem descrever a situação pouco antes de a porta da graça se fechar. A questão final será econômica. Aqueles fiéis aos mandamentos de Deus terão seus bens tomados e divididos, não importa onde morem no mundo. Por causa de uma crise econômica, a compra e venda ficará restrita àqueles que receberem a marca da besta (Ap 13:16-18).

No final do milênio, os pés de Cristo pisarão sobre o Monte das Oliveiras. Então, a cidade Nova Jerusalém descerá do céu. A montanha se dividirá para o norte e para o sul, formando uma grande planície para a cidade repousar (v. 4). Que pensamento glorioso!

A última parte de Zc 14 nos concede uma visão graciosa. Os remanescentes de todas as nações adorarão ao Senhor dos Exércitos. Apesar de não sermos judeus por sangue, se permanecermos fiéis pela Sua graça, seremos contados entre os remanescentes, tendo o privilégio de adorar ao nosso Deus eternamente! Venham todos aqueles que têm sede!

Ajuda-nos, Senhor, a fazer parte dessa cena gloriosa! Bendito seja o nome do Senhor para sempre! Amém!

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook, Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/14
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ZACARIAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2024, 0:50
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1. Eis que. Este cap. 14 é uma descrição dos eventos ligados à segunda vinda do Messias em termos de como esse evento espetacular teria ocorrido se os israelitas que retornaram do cativeiro tivessem cumprido seu destino (ver p. 17). Visto que se afastaram várias vezes de seus altos privilégios e, finalmente, rejeitaram o Messias (At 3:13-15), Deus Se afastou deles e está agora realizando Seus propósitos por meio do novo Israel (ver p. 21-23). Deve-se ter cuidado ao aplicar as profecias de Zacarias 14 ao tempo atual. Os princípios destacados nas p. 12 a 25 devem ser observados na interpretação deste capítulo, do contrário pode-se chegar a conclusões indevidas (ver também com. de Ez 38:1).

2 Ajuntarei todas as nações. Ver p. 17. A ilustração, neste versículo, é similar àquela apresentada pr Joel (ver com. de Jl 3:1, 2). A prosperidade de Israel teria provocado a inimizade das nações que são representadas aqui como reunidas por Deus contra Jerusalém (ver Ez 38:16). No entanto, Zacarias chama a atenção para uma característica desta batalha que não é mencionada por outros profetas: a invasão de Judá e Jerusalém teria êxito parcial.

Não será expulso. O restante não será expulso, sem dúvida, são os justos, os que passaram “pelo fogo” e foram refinados “como prata” (Zc 13:9). O propósito de permitir que o ataque tivesse sucesso parcial parece ser o de eliminar os pecadores de Sião (cf. Zc 13:7-9).

3. Então. Isto é, depois do êxito parcial do inimigo e da remoção dos pecadores. Há uma ilustração paralela em Joel 3:16 e Ezequiel 38:18 a 23.

4. Monte das Oliveiras. Ver com. de Mt 2:11.

Será fendido. Os v. 4 e 5 descrevem as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido para sempre (ver PR, 46, 564; DTN, 577. ver com. do v. 1). Determinadas características serão cumpridas quando a nova Jerusalém descer no final do milênio. No entanto, nem todos os detalhes devem ser aplicados dessa maneira (ver GC, 663).

5. Virá. A vida de Cristo é predita neste versículo em termos das circunstâncias mencionadas nos com. do v. 1. Alguns aplicam esta profecia à descida da nova Jerusalém após o milênio (ver Ap 21:2; cf. GC, 663).

8. Mar oriental, […] mar ocidental. Isto é, o Mar Vermelho e o Mediterrâneo, respectivamente (ver com. de Nm 3:23).

10. Rimon. Certamente En-Rimon, 14,4 km ao norte pelo leste de Berseba, a atual Khirbet Umm er-Ramamin. Neste versículo, o local é usado para designar a extremidade sul de Judá. Geba e Berseba são usados para designar as fronteiras ao norte e ao sul (ver 2Rs 23:8).

11. Já não haverá maldição. Se a nação tivesse cumprido seu destino divino, a cidade teria permanecido para sempre (ver p. 17; GC, 19; cf. DTN, 577.

12. A praga. O profeta volta ao tema do destino das nações que atacaram a Jerusalém. Os invasores sofreriam o flagelo de uma praga, muito rápida em sua destruição. A praga criaria um estado de frenesi e pânico, resultando em extermínio mútuo (v. 13).

16. Subirão. O objetivo da bênção divina sobre Israel era demonstrar o que Deus estava disposto a fazer por todas as nações. Intimidados pelos acontecimentos então recentes e certos da disposição de Deus em aceitar a adoração de todos, os sobreviventes das nações invasoras buscariam ao Deus de Israel e subiriam para adorar em Jerusalém anualmente (ver p. 17).

18. Egípcios. Eles estavam entre as nações que atacaram Jerusalém (v. 2) e, entre seus sobreviventes, havia adoradores de Yahweh (v. 16). A terra do Egito dependia no Nilo para a irrigação. A escassez de chuva nas nascentes do rio significava completo desastre econômico para a nação.

20. Campainhas dos cavalos. Estes cavalos, possivelmente, sejam dos viajantes que iam a Jerusalém, saindo de todas as regiões. Naquele tempo, cavalos de outras nações aproximando-se de Jerusalém eram, com frequência, sinal de guerra. Agora o som produzido pelo tilintar dos ornamentos dos cavalos era uma música agradável, porque anunciava os grupos de adoradores a caminho de Jerusalém. A inscrição “Santidade ao SENHOR”, antes usada na mitra do sumo sacerdote (Êx 28:36, 37), seria então o lema dos adoradores.

As panelas. A menção das panelas e vasilhas, nos v. 20 e 21, parece se referir à necessidade de consagrar uma grande quantidade de utensílios devido aos muitos adoradores que iriam a Jerusalém.

21. Mercador. Numa situação em que pessoas de todas as nações eram bem-vindas, ninguém poderia ser excluído por causa da nacionalidade. No entanto, mercadores do estilo que Jesus expulsou do templo (Mt 21:12) não seriam tolerados.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1227-1230,



ZACARIAS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de julho de 2024, 0:45
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Apesar de compor a lista dos livros dos profetas menores, o livro de Zacarias contém grandes e sublimes verdades que nos guiam passo a passo para o conhecimento que salva. Não aquele que apenas eleva o intelecto, mas que enobrece o caráter. Infelizmente, os líderes judeus se apegaram às formas almejando um reino de glória e esquecendo-se do principal: “adorar o Rei” (v.17). Pela teimosia de seus corações, saíam de um jugo apenas para entrar em outro, quando, na verdade, o mais severo jugo era imposto por eles mesmos. A maior ameaça não era Roma ou qualquer outra nação, mas a triste realidade de não reconhecerem o Libertador no tempo de Sua primeira visitação.

Quando Jesus falava; quando curava sem esperar aplausos; quando tocava em pessoas consideradas cerimonialmente impuras; quando Sua presença fazia os demônios se agitarem e fugirem; quando Seus olhos perscrutavam o mais íntimo dos corações; quando Ele brincava com as crianças e as colocava no colo, não foi fácil para o povo, acostumado ao sério e frio legalismo, conciliar o conhecimento teórico com a vida prática de Jesus. O modelo que tinham de homens de Deus era aquele dos mestres da lei que impunham regras humanas que nem eles mesmos conseguiam cumprir. Em Jesus, Seus seguidores descobriram a verdadeira obediência, aquela que é fruto de uma vida transformada e salva pela graça; que pode exigir de nós decisões difíceis de serem tomadas, mas que certamente nos conduzem para mais perto de Cristo e de Sua vontade.

“Eis que vem o Dia do Senhor” (v.1) é uma mensagem antiga, não é mesmo? Uma promessa compreendida e vivida já nos primórdios por Enoque, que por tão bem compreendê-la, obteve o conhecimento que fez o Senhor tomá-lo para Si (Gn.5:24). Esta antiga mensagem e fiel promessa, portanto, se bem compreendida e, pela fé, crida, produz, hoje, o mesmo resultado da vida de Enoque: salvação. Examinem os evangelhos. Percebam a diversidade de pessoas alcançadas por Jesus, a começar pelos discípulos. Cada qual possuía um temperamento diferente, cada qual reagia de forma diferente. O Mestre reuniu em Sua sala de aulas um grupo bem variado dos mais improváveis da sociedade. Ele não foi ao templo chamar os 12. Ele foi às ruas!

Temos, contudo, que ser coerentes quando lidamos com princípios. Princípios não podem ser negociados, amados. Como o caráter do Senhor é imutável e Sua Palavra é eterna, não podemos confundir fé com presunção. Foi por atribuir à nação judaica a salvação como benefício exclusivo e tornar públicas as obras que julgavam piedosas, que seus líderes encaminharam a nação ao opróbrio. Aquele que era-lhes como espada afiada de dois gumes, o Verbo de Deus (Jo.1:1), veio para pelejar “no dia da batalha” (v.3), não com espadas e lanças, mas com a armadura que, por Sua vida e morte, nos deixou como uma herança para o tempo de guerra (Leia Ef.6:10-18).

Ainda que em tempos angustiosos e de expiação profética, Jesus nos autorizou a olhar para cima e sorrir: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Porque depois do dia da expiação, amados, vem “a Festa dos Tabernáculos” (v.18), quando todos devemos nos alegrar e celebrar a salvação que Jesus nos concedeu. “Naquele dia” (v.13), “um dia singular conhecido do Senhor” (v.7), os justos subirão “a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos” (v.17), “e reinarão com Ele os mil anos” (Ap.20:6), mas os ímpios agarrarão “a mão do seu próximo, cada um levantará a mão contra o seu próximo” (v.13) e “serão como esterco sobre a face da Terra” (Jr.25:33).

Após o milênio, a cidade santa, a nova Jerusalém, descerá à Terra e será estabelecida “sobre o monte das Oliveiras”, pois “o monte das Oliveiras será fendido pelo meio” (v.4). Então, “virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos, com Ele” (v.5), e acontecerá a ressurreição dos ímpios. “Marcharam, então [Satanás e os ímpios], pela superfície da Terra e sitiaram o acampamento dos santos e a cidade querida; desceu, porém, fogo do céu e os consumiu” (Ap.20:9). Toda a Terra será purificada pelo fogo e Deus fará “novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram” (Ap.21:1). “Naquele dia, também sucederá que correrão de Jerusalém águas vivas” (v.8), “o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). “Nunca mais haverá qualquer maldição” (Ap.22:3), “e Jerusalém habitará segura” (v.11). Aleluia! Glórias ao nosso Deus!

Eis o reino que o Senhor nos prometeu, meus irmãos! Não um reino terreno limitado a uma nação apenas. Mas um reino eterno de “todos os que restarem de todas as nações […] das famílias da Terra” (v.16, 17). Lá estará Jesus, o bom Mestre que Se misturou com pecadores a fim de torná-los santos ao Senhor (v.20). Meu coração desfalece de saudades do meu Deus, que tocava nos leprosos, que corrigia com brandura e que todos os dias me salva de mim mesma! Quando o último remanescente de Jesus estiver ligado, coração a coração, através do conhecimento que salva (Leia Jo.17:3), então, como João, o clamor de nossa alma atingirá os quatro cantos da Terra e os céus como um só homem: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:2). “Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Ó Deus de bondade e misericórdia, que não nos trata segundo os nossos pecados nem nos castiga na medida que merecemos! Não somos dignos de falar Contigo! Não somos dignos de chamá-Lo de Pai! Não somos dignos de entrar em Tua presença! Mas pela fé no precioso sacrifício do nosso amado Jesus Cristo, pelo sangue derramado na cruz do Calvário, nos achegamos a Ti, nos humilhamos perante a tua face e confessamos que somos pó, e necessitamos de Tua mão modeladora e transformadora a fim de que nosso caráter seja preparado para em breve estarmos em Tua santa habitação. Pai, este mundo não tem mais sentido, pois, pela fé, nossos olhos têm visto um lugar melhor. Através da Tua Palavra, o Espírito Santo tem nos revelado o que olhos não viram, ouvidos não ouviram e o que o homem natural não consegue cogitar. Estamos com saudades do Senhor, nosso Pai! Estamos com saudades de casa! Almejamos estar de uma vez por todas livres do pecado que nos assedia! Almejamos a coroa da vida com a maravilhosa inscrição: “Santidade ao Senhor”! Queremos ser Teus santos, lavados e alvejados pelo sangue do Cordeiro! Ó, Deus eterno, completa a Tua obra e volta logo! Até lá, que andemos Contigo como andou Enoque. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, santos ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 14 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 14 – O povo de Deus sempre foi alvo de perseguição, ataques e guerras. Antes de segunda vinda de Cristo, as forças do mal se erguerão contra os remanescentes fiéis. Haverá um tempo de angústia permeada de perseguição e tribulação jamais vista (Daniel 12:1), mas Deus Se levantará para defender ao Seu povo fiel (Zacarias 14:1-3; Apocalipse 7:1-17; 19:1-21). No final do milênio, quando Deus ressuscitar aos perversos, Satanás continuará suas investidas interrompidas na segunda vinda de Cristo.

Será após o milênio em que os salvos estiverem protegidos no Céu, que a Cidade Santa descerá à Terra (Apocalipse 20:1-21:8). Zacarias 14:4-5 descreve “as violentas transformações físicas na superfície terrestre que acompanham a intervenção divina para destruir as nações inimigas. A ilustração sugere como esses eventos teriam ocorrido caso Jerusalém tivesse permanecido fiel para sempre. Determinadas características serão cumpridas quando a novo Jerusalém descer no final do milênio” (CBASD).

Zacarias 14:6-9 descreve uma transformação cósmica e a restauração de Jerusalém. As águas vivas que fluem da Cidade Santa simbolizam a vida e a purificação que emanam de Deus (Ezequiel 47:1-12) quando for estabelecido Seu reino na Terra, de onde Ele reinará Supremo no Universo (Apocalipse 21:9-22:6). Então, o povo de Deus viverá em segurança e santidade, em condição em que os redimidos não mais enfrentarão as consequências do pecado nem as influências do diabo (Zacarias 14:10-21).

“A profecia sobre a maneira com que os pés do Messias estariam ‘sobre o Monte das Oliveiras’ (Zc 14:4-5) vai além do alcance da primeira vinda de Jesus Cristo. Ainda que Jesus Cristo tivesse andado sobre o Monte das Oliveiras durante Sua primeira vinda, essa predição proclama que o Monte das Oliveiras será dividido em dois. O cumprimento dessa profecia ultrapassa até mesmo a segunda vinda de Jesus porque, no momento da segunda vinda Ele não tocará o chão, mas permanecerá a certa altura (1Ts 4:16-17). Todo o cenário se encaixa melhor com Sua terceira vinda depois do milênio, quando a Nova Jerusalém descerá ‘e todos os santos, com Ele’ (Zc 14:5). Zacarias 14:6-9 descreve as condições da Nova Terra (Ap 21; 22)” (Zdravko Stefanovic).

A divisão do monte das Oliveiras e a criação de um grande vale simbolizam a total destruição das forças e formas de mal.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.