Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

O ministério profético de João Batista consistia em preparar um povo não somente para receber o Messias, mas também para a transição entre a antiga e a nova aliança. O batismo tornou-se o novo símbolo de pertencimento, o início de uma nova vida através da “remissão de pecados” (v.3); a cerimônia que marca o início de uma vida de santificação e relacionamento pessoal com Deus. Sendo Satanás o inimigo de nosso relacionamento com Deus, certamente sua obra consiste em destruir a fé do cristão e levá-lo a pensar que o Senhor não pode aceitá-lo. Mas a mensagem de João às multidões, apesar de ser dura à primeira vista (v.7), deve ser considerada por seu objetivo, que é o de declarar ao pecador que existe graça para ele.

Iniciando com uma lista de todas as autoridades locais da época e encerrando com a genealogia de Jesus, o capítulo de hoje apresenta a diferença entre o governo da Terra e o governo do Céu. Todos os nomes citados no começo, por mais que seus cargos lhes conferissem privilégios, não podem ser comparados com o nome acima de todos os nomes que encerra o capítulo. Ao vir a João “a palavra de Deus” (v.2), “pregando batismo de arrependimento para remissão de pecados” (v.3), descortinou-se perante o mundo o que já estava previsto desde a sua fundação (Ap.13:8). A autoridade maior da igreja de Deus, o sumo sacerdote, que deveria compadecer-se “dos ignorantes e dos que erram, pois também ele mesmo está rodeado de fraquezas” (Hb.5:2), era o primeiro a erguer uma pedra na direção do pecador. Deus conferiu a um andarilho do deserto um poder que autoridade humana nenhuma poderia superar.

Movido pelo Espírito Santo, João Batista chamava o pecado pelo nome. Mas ele não apontava os pecados de seus conterrâneos com o fim de puni-los, e sim de corrigi-los e endireitar “as suas veredas” (v.4). Diante das multidões, sua voz clamava em favor dAquele que viria após ele, preparando os corações para recebê-Lo. Seu discurso era de fácil compreensão diante de todos. Difícil era colocá-lo em prática. Quando as multidões lhe perguntaram: “Que havemos, pois, de fazer?” (v.10), a sua resposta, em resumo, foi: Pratiquem o amor altruísta (v.11). Esta é a fonte dos “frutos dignos de arrependimento” (v.8). Aos publicanos, João disse: Sejam honestos (v.13). Aos soldados: Cumpram sua função com justiça (v.14). E a Herodes, replicava o mandamento, que diz: “Não adulterarás” (Êx.20:14).

A finalidade de João colocar o “dedo na ferida” daqueles que o ouviam não era para magoá-los, mas para que os “feridos” sentissem a dor de quem necessita de cura. Eles estavam prestes a testemunhar o batismo dAquele que nem precisava passar por este símbolo, mas que o fez para nos dar o exemplo. Do “Filho amado” (v.22), ao “filho de Deus” (v.38), a genealogia de Jesus Cristo revela que geração após geração o homem não pôde criar uma alternativa sequer que fosse capaz de salvar. Somente em Jesus o mundo pôde contemplar “a salvação de Deus” (v.6). Somente Ele venceu os grilhões da morte. Aquelas respostas dadas por João ao povo não representavam salvação por obras, mas os frutos da salvação, ou seja, a consequência de quem já foi salvo.

Os terríveis resultados da queda do primeiro Adão teriam finalmente a perfeita solução, “porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só Homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos” (Rm.5:15). Cabe a nós, portanto, aceitar este dom gratuito de Deus e, batizados “com o Espírito Santo” (v.16), praticar a nossa fé em Cristo seguindo “os Seus passos” (1Pe.2:21). Para Deus, não importa qual a função ou o cargo que desempenhamos neste mundo, “porque para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11).

Que o Espírito Santo continue nos guiando “a toda a verdade” (Jo.16:13), fazendo de nós Seus atalaias dos últimos dias, que anunciam “o evangelho ao povo” (v.18), pois, muito em breve “toda carne verá a salvação de Deus” (v.6).

Querido Pai, mediante a entrega de nossa vida em Tuas mãos, perguntamos: “E nós, que faremos?”. Quais os Teus planos e propósitos para nós e através de nós? Cremos que a Tua Palavra é suficientemente clara e que, através dela, podemos ser instruídos para a salvação. Como João, que possamos dar testemunho de Jesus e habilitar um povo preparado para Te encontrar. Que nossos nomes estejam arrolados no Livro da Vida do Cordeiro. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, atalaias de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Lucas3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 3 – Se João Batista representa o remanescente do tempo do fim e sua mensagem, devemos atentar para Lucas 3:1-20, que relata o ministério do precursor da primeira vinda de Cristo, destacando sua mensagem de arrependimento, batismo e preparação para encontrar-se com Cristo:

• O arrependimento verdadeiro leva à transformação de vida. Isso significa reconhecer os próprios pecados, abandonar velhos hábitos e buscar uma vida de justiça e santidade.
• O arrependimento genuíno deve gerar frutos visíveis. Na vida cristã, é fundamental demonstrar mudança de caráter, com atitudes de amor, justiça e misericórdia. Não basta meramente falar de fé; é necessário vivê-la na prática.
• João Batista orienta especificamente a diferentes grupos: Não explorar os outros, praticar a honestidade e a generosidade. Isso implica em viver de maneira ética em todas as esferas da vida, tanto no trabalho como nas relações pessoais.
• João reconhece que seu papel é preparar o caminho para alguém maior, Jesus. O cristão do tempo do fim deve cultivar a humildade, reconhecendo que Cristo é o centro da vida e da fé, e submetendo-se à Sua vontade.
• Jesus Batista sábia e corajosamente apresenta os pecados de Herodes. Da mesma forma, os cristãos remanescentes são chamados a defender a verdade, mesmo em situações difíceis, sempre com amor, mas sem comprometer os princípios de Cristo.

Estes princípios auxiliam a moldar a vida cristã autêntica, refletindo o caráter de Cristo e preparando o coração para Sua vinda.

Os cristãos remanescentes devem engajar-se na missão de pregar o evangelho antes da volta de Jesus. E devem prezar pela seguinte filosofia de vida:

• O arrependimento que não transforma é incompleto; a vida prática deve refletir a justiça que professa no culto. A incoerência é hipocrisia e não influencia outros a buscar a verdade.
• Deve-se viver com propósito de preparar o caminho para Cristo, reconhecendo que a vida deve sempre apontar para Ele, não para si mesmo.
• A verdade não se acomoda ao erro; é preciso proclamar o evangelho com coragem e amor, defendendo os princípios divinos, mesmo em face da oposição.

Lucas revela que Jesus não apenas cumpre as promessas divinas do passado feita aos patriarcas, como também é tanto o Filho de Deus quando o Filho do Homem, capaz de salvar a todos (Lucas 3:21-38). Proclamemo-lO; reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LUCAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 2 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 2 by Luís Uehara
14 de setembro de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/2

No final da Páscoa, os pais de Jesus se juntaram às multidões que saíam de Jerusalém, e absortos na conversa, perderam Jesus de vista. Por negligência de um dia, eles o perderam, mas isto custou-lhes três dias para encontrá-Lo. O mesmo acontece conosco; por conversas ociosas, falas maliciosas ou negligência da oração, podemos perder num dia a presença do Salvador, e pode levar muitos dias de busca dolorosa a fim de encontrá-Lo. Muitos atendem a serviços religiosos e são renovados e consolados pela palavra de Deus, mas, por negligência da meditação, vigilância e oração, perdem a bênção e acabam mais carentes do que antes. É por isso que frequentemente existe desânimo entre os professos seguidores de Cristo.

Seria bom que todos os dias passássemos uma hora de reflexão contemplando a vida de Cristo. Devemos considerá-la ponto por ponto, e deixar a imaginação compreender cada cena, especialmente as últimas. Ao fazermos isso, nossa confiança nEle será mais constante, nosso amor será revigorado, e estaremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se pertencemos a Cristo, nossos pensamentos mais ternos serão a respeito dEle.

Jack Blanco
Autor da tradução bíblica “The Clear Word”
Com pensamentos do DTN, pp. 68-83.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1001 palavras

César Augusto. Otaviano, que adotou o título de Augusto, era sobrinho neto de Júlio César, que foi assassinado em 44 a.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 765.

recenseamento. Usado para serviço militar e cobrança de impostos. Os judeus, no entanto, estavam isentos do serviço militar romano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Judéia. A designação greco-romana da parte sul da Palestina, abrangida anteriormente pelo reino de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Belém. Uns 10 km ao sul de Jerusalém. Davi nasceu ali, cerca de 1.000 anos antes. Bíblia Shedd.

não havia lugar. É possível que a grande maioria dos judeus residentes na Palestina naquela época fosse descendente de Judá, Benjamim ou Levi. Por isso, as acomodações por toda a Judeia estavam lotadas. CBASD, vol. 5, p. 767.

viviam nos campos. Considerando todas as evidências a respeito da época do nascimento de Cristo, parece que situar o nascimento no outono [na primavera, no hemisfério sul] preencheria melhor o padrão cronológico do contexto. … Foi só no 4º século da era cristã que o dia 25 de dezembro [inverno, no hemisfério norte] passou a ser observado como aniversário de Cristo. Segundo o calendário juliano, esta era a data do solstício de inverno, quando o Sol se volta em direção ao norte. Nas regiões pagãs, essa época era marcada pelas celebrações festivas, conhecidas pelos romanos como a Saturnália, realizadas em honra a várias divindades solares. Na igreja ocidental é que o nascimento de Cristo foi primeiramente associado ao feriado pagão. CBASD, vol. 5, p. 767.

anjo. O anjo é um mensageiro: No Novo Testamento, um “anjo” é comumente um mensageiro sobrenatural de Deus. Bíblia de Genebra.

glória. Do gr. doxa, neste versículo, essencialmente “esplendor”. CBASD, vol. 5, p. 768.

11 vos nasceu … o Salvador. O verdadeiro sentido do Natal é alcançado quando: 1) Jesus torna-se meu Salvador pessoal; 2) Cristo (heb Messias, “ungido”, Mc 1.1n) é meu Rei; e 3) É meu Senhor, o que quer dizer que Ele, Jesus, exerce todo o domínio sobre mim (cf Rm 10.9). Bíblia Shedd.

13 da milícia celestial. “Milícia” é um termo militar e é significativo que um exército anuncie a paz (v. 14). A “paz” é paz com Deus, uma paz que Cristo traria. Bíblia de Genebra.

14 Esse breve hino é chamado Gloria in excelsis Deo, as primeiras palavras da tradução Vulgata latina. Os anjos reconheciam a glória e majestade de Deus, rendendo-Lhe louvores, nas alturasBíblia de Estudo NVI Vida.

22 Passados os dias da purificação deles [após 40 dias.] … levaram-no a Jerusalém. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. CBASD, vol. 5, p. 770.

Jesus foi circundado no oitavo dia, como prescrevia a lei (Gn 17.12;cf Gl 4.4-5). A necessidade de purificação surge pelo fato de a mãe ser cerimonialmente impura, por sete dias, depois do nascimento de um menino. Por outros trinta e três dias ela devia guardar-se de tocar coisas santas (estes períodos eram dobrados, quando nascia uma filha, Lv 12.1-5). Bíblia de Genebra.

apresentá-Lo ao Senhor. Os primogênitos dos seres humanos e dos animais deviam ser dedicados ao Senhor (cf. v. 23; Êx 12.12,13. Os animais eram sacrificados, mas os seres humanos deviam servir a Deus durante a vida inteira. Os levitas na verdade serviam em lugar de todos os primogênitos masculinos de Israel (v. Num 3.11-13; 8.17, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 sacrifício. Seu motivo era a remoção da penalidade da morte que jazia sobre todo primogênito (Êx 12 e 13). Cristo, na Sua morte, tomou sobre Si esta penalidade (cf Is 53.6; 2Co 5.21), tornando-Se assim “primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

um par de rolas. Jesus foi criado numa família pobre (Lv 12.8). Bíblia Shedd.

A mãe, … devia ofertar um cordeiro mais uma pomba ou uma rola. Se fosse pobre, sua oferta seria duas pombas ou rolas (Lv 12.6-8). Maria ofereceu a oferta do pobre. Bíblia de Genebra.

25 a consolação. Isto é, a vinda do Messias, que traria a salvação. Bíblia Shedd.

28-30 despedir em paz. Todo aquele que tem uma fé viva e real em Cristo pode morrer em paz (cf 1Jo 1.1 com Gn 15.15). Bíblia Shedd.

29-32 louvou a Deus. Esse hino de Simeão passou a chamar-se Nunc dimittis, as primeiras palavras da Vulgata latina, com o significado: “Agora despede”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 a Tua salvação. Esta frase significa que a criança traria a salvação de Deus à humanidade. Bíblia de Genebra.

31,32 todos os povos … luz para revelação aos gentios. Promete que todo o mundo terá oportunidade de conhecer o evangelho (Mt 24.14; Mc 13.10;cf Ap 7.9). Bíblia Shedd.

Lucas, sendo ele mesmo gentio, tomou o cuidado de ressaltar a verdade de que a salvação era oferecida aos gentios (v. 32) e não somente aos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 ruína. Gr ptosis, lit “desmoronamento da casa”. Bíblia Shedd.

35 espada. A figura da espada significa que tudo isto não será sem custo para Maria, quando ela vir seu Filho rejeitado e crucificado. Bíblia de Genebra.

A frase mostra que Maria – e não somente Jesus – sofreria angústia profunda. Trata-se da primeira referência nesse evangelho ao sofrimento e morte de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

manifestem os pensamentos. Diante do Cristo revelado, uma secreta opinião neutra é impossível. Bíblia Shedd.

39 voltaram para a Galileia. Lucas não menciona a visita dos magos em Belém, nem a jornada ao Egito (Mt 2.1-13). Bíblia Shedd.

42 doze anos. Idade em que o jovem judeu se tornava “filho da lei” e começava a cumprir suas exigências relacionadas com as festas, os jejuns, etc. Bíblia Shedd.

46-48 Na educação judaica dava-se ênfase à discussão de problemas e isso talvez esteja atrás da referência à “Sua inteligência” e às “Suas respostas” (v. 47). Bíblia de Genebra.

49 estar na casa de Meu Pai. Já aos doze anos, Jesus tinha consciência de um relacionamento especial com o Pai Celestial. Os judeus não falavam deste modo, mas diziam “nosso Pai” ou acrescentavam “nos céus”, ou expressões equivalentes. Bíblia de Genebra.

52 crescia. Esta descrição afirma a perfeita humanidade de Jesus. Bíblia Shedd.

Embora Jesus fosse Deus, não há sinal de que possuísse todo o conhecimento e sabedoria desde o começo. Parece ter-se desenvolvido como qualquer outro menino. Bíblia de Estudo NVI Vida.



LUCAS 02 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de setembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

O cântico da “multidão da milícia celestial” (v.13) foi a única vez em que o Céu se abriu para revelar a sua santa melodia. Diante de simples pastores, as mais perfeitas vozes entoaram o mais sublime louvor. A partir daquele momento, aqueles homens perceberam que o mundo já não seria mais o mesmo. Aquele acontecimento dividiria o tempo em antes e depois de Cristo. E após contemplarem o Menino, conforme a palavra do mensageiro celeste, eles não puderam se calar, e “divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito do menino” (v.17). O semblante deles era tão cheio de alegria e de convicção, que “todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores” (v.18).

A mãe do Salvador, contudo, “guardava todas estas palavras, meditando-as no coração” (v.19). Maria ainda não compreendia totalmente que Aquela “Criança envolta em faixas e deitada em manjedoura” (v.12) não era apenas um frágil bebê, mas “a redenção de Jerusalém” (v.38) e de “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Havia, porém, “um homem chamado Simeão; homem justo e piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25). Foi-lhe revelado pelo Espírito que ele não morreria antes de contemplar o Messias prometido. Por longos anos, Simeão aguardou a preciosa promessa. Mas, enfim, havia chegado o grande dia. As suas idas ao templo sempre eram cheias de expectativa, mas aquele dia foi diferente. Imagino a alegria indescritível que movia seus apressados passos em direção ao lugar onde tomaria nos braços o Senhor da glória.

O grande diferencial que fez com que aquele homem reconhecesse naquela Criança a salvação, e não os sacerdotes que oficiariam a cerimônia de apresentação de Jesus no templo, foi a atuação do Espírito Santo em sua vida. A Bíblia não deixa dúvida com relação a isto, nas três sentenças seguintes:

1. “e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25);
2. “Revelara-lhe o Espírito Santo” (v.26);
3. “Movido pelo Espírito” (v.27).

A presença atuante do Espírito Santo promove discernimento espiritual. O que era apenas uma ideia torna-se tão concreto quanto tocar e ver. Na história de Jó, por exemplo, a Bíblia diz que ele era um “homem íntegro, reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (Jó 1:1), mas foi apenas após a sua trajetória de terríveis provações que, diante da manifestação de Deus, ele declarou: “Eu Te conhecia apenas de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:5).

Assim como o foi com Jó e com Simeão, o Espírito Santo deseja nos revelar a salvação que há em Cristo Jesus de forma palpável e visível. Vivendo nos últimos dias deste mundo de pecado, há a possibilidade de muitos de nós não passarmos “pela morte antes de ver o Cristo do Senhor” (v.26). Mas os nossos olhos só contemplarão a Sua salvação se, aqui, estivermos prontos para recebê-la. Porque assim como profetizou Simeão a respeito da primeira vinda de Jesus, de que estaria “destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos” (v.34), assim o será também em Sua segunda vinda. Muitos O receberão com o gozo de quem já O aguardava, outros, porém, se lamentarão perante Aquele que, manifestando “os pensamentos de muitos corações” (v.35), revelará as suas más intenções.

A vida de outro personagem citada neste capítulo e sua prática constante complementa a nossa real necessidade atual. A profetisa Ana, que também aguardava o cumprimento da profecia, reconheceu naquela Criança a redenção de seu povo. Sua expectativa por aquele momento era tão grande que ela “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (v.37). Oh, quanto necessitamos muito mais exercer tal prática! É tempo de colocarmos em prática Joel 2:12-13 para que façamos parte do povo “que o Senhor chama” (Jl.2:32).

Precisamos experimentar dia e noite a intimidade com Deus através da comunhão diária. O Espírito Santo geme por isso, “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26). Assim como os pastores, Simeão e Ana eram uma pequena representação dos que aguardavam o Messias em seus dias, comparado a toda a nação de Israel, hoje, Deus tem nesta Terra de quase 8 bilhões de habitantes um pequeno povo que vigia e ora na expectativa da segunda vinda de Jesus em seus dias. Necessitamos do poder do Espírito Santo. Ele deseja nos revelar “coisas grandes e ocultas” que ainda não sabemos (Jr.33:3). Mas, para isso, necessitamos ser movidos pelo Espírito e olharmos constantemente para Jesus.

Houve profunda angústia e desespero quando José e Maria perderam Jesus de vista. Mas quando “O acharam no templo” (v.46), que tamanho alívio lhes sobreveio imediatamente. Que não percamos o nosso Salvador de vista sequer um instante, amados, e, muito em breve, O veremos face a face.

Santo Deus, que privilégio imerecido o nosso de ter a promessa do Teu Espírito em nossa vida e de sermos guiados por Ele. Oh, Senhor, estamos tão distantes da realidade de Simeão e de Ana! Mas queremos ser homens e mulheres justos e piedosos diante de Ti. Almejamos e aguardamos “a consolação de Israel”, do Teu Israel espiritual. Pai, concede-nos o Espírito Santo! Queremos estar vivos para ver “o Cristo do Senhor”. Capacita-nos a falar de Jesus e de Sua breve volta a todos os que O esperam para a salvação. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, habitação do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Lucas2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 2 – Como observado no capítulo anterior, a narrativa, poesia e cântico revelam a sofisticação literária e teológica que o doutor Lucas utilizou para impactar Teófilo, um aristocrata.

Ao compor seu livro desta forma, Lucas demonstra que a mensagem de Jesus não é apenas uma série da fatos; é uma revelação divina que tem o poder de transformar, despertar adoração e proporcionar esperança ao coração. Lucas eleva, assim, a importância histórica dos eventos enquanto conecta a fé cristã ao rico legado das Escrituras e à tradição poética de Israel, criando uma obra que ressoaria com o público culto e espiritual.

• Em Lucas 2:1-7 o escritor meticuloso fala de um decreto do imperador César Augusto, situando o nascimento de Jesus no contexto do Império Romano. Isso é significativo porque o tal império representava a maior força política e cultural da época, e Lucas almeja mostrar que, mesmo em meio ao poder de Roma, Deus está agindo para realizar Seu plano.

Jesus nasce num período de sensos e regulamentações romanas, o que destaca a tensão entre a humildade do cenário – um estábulo em Belém – e o grande impacto que o nascimento de Jesus teria no mundo. O contraste é claro: Enquanto César é símbolo de poder, riqueza e autoridade terrena, o Salvador do mundo nasce em uma manjedoura – local simples e improvável. Jesus, o Rei Divino, nasceu em circunstâncias ordinárias, mostrando que a realeza divina não se manifesta de acordo com os padrões humanos, mas através da simplicidade e humildade.

• Na sequência, a proclamação do evangelho de Jesus é feita não aos reis ou líderes religiosos, mas aos pastores, considerados entre os mais humildes da sociedade judaica, mostrando que a mensagem de Cristo é para todos, especialmente àqueles que estão nas margens da sociedade (Lucas 2:8-20).

• Jesus é apresentado no templo, em cumprimento às leis do Antigo Testamento onde seus pais simples – Maria e José – encontram pessoas simples e idosas – Simeão e Ana (Lucas 2:21-38).

• Depois, com simplicidade de uma criança de 12 anos, Jesus impressiona os experientes teólogos da época (Lucas 2:39-52).

Desde o decreto de César até o cântico dos anjos, passando pelos personagens piedosos no templo – Simeão e Ana, Lucas revela a profundidade do plano de Deus para a salvação da humanidade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LUCAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 1 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 1 by Luís Uehara
13 de setembro de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/1

Como humanos, queremos que nossas orações sejam respondidas imediatamente, mas às vezes Deus diz “Não, você terá que esperar.” Veja o caso de Zacarias e Isabel. Eles oraram por várias décadas antes que o anjo Gabriel lhes trouxesse as boas novas de que Deus havia respondido às orações (Lucas 1:13-14).

Notei no versículo 14 que quando Deus responde às orações de Seus justos, eles também experimentam grande “prazer e alegria”. É uma rua de mão dupla. Deus recebe a glória e dá grande alegria ao Seu povo. Deus se preocupa com tudo o que é importante para nós. Deus vê todas as coisas, sabe todas as coisas e está presente em todos os lugares, portanto podemos sempre confiar que Ele fará o que é melhor para nós.

Quando o anjo Gabriel apareceu a Maria, ele lhe disse que ela havia encontrado o favor de Deus e declarou que ela teria um filho. Ela perguntou: “Como acontecerá isso, se sou virgem?” O anjo explicou tudo a Maria e ela aceitou a explicação pela fé (Lucas 1: 34-38).

Hoje, quero encorajá-lo a confiar em Deus. Nada é impossível com Ele. Seja qual for a resposta – sim ou não, ou não agora – será para o seu bem maior. Tenha fé, meu amigo, você é abençoado e muito abençoado. Quer você seja jovem como Maria ou mais velho, como Isabel e Zacarias, na estação de vida em que você se encontrar Deus o abençoará com a alegria.

Iris Finch
Membro do Conselho, Ex-Presidente, Ministério Dream Jamaica

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LUCAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de setembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1604 palavras

Palavras chave: adoração, Espírito Santo, Evangelho, Benedictus, João Batista, Lucas, Magnificat, Maria

1 muitos. Não se sabe quem são; provavelmente um deles seria Marcos. Outras fontes se perderam. A inspiração dos autores bíblicos não nega o uso de fontes informativas, o que ele garante é a infalibilidade e a veracidade da narrativa. Bíblia Shedd.

Muitos escritos da igreja se perderam. Bíblia de Genebra.

2 transmitidos. Termo técnico que significa passar adiante informações como tradição autorizada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

testemunhas oculares. Refere-se aos apóstolos (cf Jo 21.24; At 10.39; 1Jo 1.1-3). Lucas, humilde e honestamente, admite que não foi um deles. Mesmo assim, ele trata de fatos realizados entre nós, i. e., dos quais tinha perfeita certeza por contato pessoal. Bíblia Shedd.

3 investiguei tudo cuidadosamente. O relato de Lucas era exato nos pormenores históricos, tendo sido averiguado em todos os aspectos. A inspiração pelo Espírito Santo não excluiu o esforço humano. O relato é completo e remonta até o próprio começo da vida terrestre de Jesus. A disposição do material é ordeira e significante, sendo na maior parte cronológica. Bíblia de Estudo NVI Vida.

refere-se à cuidadosa pesquisa de Lucas nos eventos da vida de Jesus. Andrews Study Bible.

desde sua origem. Ele foi às raízes, ao começo do movimento cristão, aos eventos que cercaram o nascimento do próprio Jesus. Bíblia de Genebra.

4 foste instruído. Do gr katecheo, “instruir” ou “ensinar oralmente”; literalmente, “parecer sobre”. Katecheo é a origem da palavra portuguesa “catequese”. É traduzido como “informado” (At 21:21) e “instruído” (At 18:25; Gl 6:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 734.

5 ZacariasIsabel. Ambos eram de descendência sacerdotal, da linhagem de Arão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

grupo sacerdotal de Abias. Desde os tempos de Davi, os sacerdotes estavam organizados em 24 divisões, e Abias era um dos “líderes das famílias dos sacerdotes” (Ne 12.12; v 1Cr 24.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O turno de Abias era o oitavo dos vinte e quatro turnos (1Cr 24.10). Bíblia de Genebra.

9 um dos deveres do sumo sacerdote era manter o incenso queimando no altar diante do Santo dos Santos. Colocava ali incenso novo antes do sacrifício da manhã, e mais uma vez depois do sacrifício da tarde (Êx 30.6-8). Em geral, seria muito raro um sacerdote ter este privilégio, e talvez até mesmo nunca o tivesse, pois a determinação das tarefas se fazia por lançamento de sortes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 João. Significa “o Senhor é gracioso”. Bíblia de Genebra.

15 vinho. O fato de ele não ingerir bebidas alcoólicas leva muitos a pensar que ele seria nazireu, porém Lucas não diz isto e não há referência aos cabelos que não deveriam ser cortados. É mais provável que João tivesse uma posição única, não sendo sacerdote nem nazireu. Ele é a única pessoa, no Novo Testamento, de quem se diz ter sido cheio do Espírito Santo, desde o nascimento. Bíblia de Genebra.

17 para converter os corações dos pais aos filhos. Ele restaurará a unidade das famílias rompidas, desagregadas pelo efeito do pecado. (Êx 34.7). Bíblia de Genebra.

18 Como posso ter certeza disso? Zacarias pediu um sinal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 o povo esperava por Zacarias. Todos esperavam que quando ele saísse do Lugar Santo proferisse a bênção arônica (Nm 6.24-26). Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 opróbrio [“desonra”, “infâmia”]. A esterilidade, para os judeus, era sinal de desfavor por parte de Deus e um opróbrio aos olhos dos homens (Gn 16.2; 30.23). Bíblia Shedd.

27 Desposada significava uma promessa inviolável. A infidelidade era punida com a morte (cf Dt 22.23, 24).  Bíblia Shedd.

28 Alegre-se! (NVI). Na Vulgata latina, essa palavra é Ave (de onde provém “Ave Maria”). Bíblia de Estudo NVI Vida.

muito favorecida! (ARA). Literalmente, “dotada com graça”. Esta expressão designa Maria como quem recebia o favor divino ou a graça, não a despenseira dela. … A exaltação católica de Maria não tem base na Escritura. Está fundada completamente em lendas fantásticas dos evangelhos apócrifos, aos quais até os católicos negam um lugar no cânon sagrado. Nos primeiros séculos cristãos, essas lendas foram combinadas com mitos pagãos a respeito da Rainha dos Céus oriental (ver Jr 7:18; 44:17, 18, etc.), consorte dos deuses e da Magna Mater ou Grande Mãe, da Ásia Menor. O conceito católico de Maria como a “mãe de Deus” é basicamente pouco mais que esta divindade pagã vestida na terminologia cristã, transformada em dogma no Concílio de Éfeso, em 431 d.C. Éfeso foi o lar de Diana, do gr. Artemis; … uma deusa mãe asiática algumas vezes identificada com a “Grande Mãe”. CBASD, vol. 5, p. 746.

A expressão indica que Maria recebeu graça e não que ela era fonte de graça para outros. Bíblia de Genebra.

31 Jesus. O nome significa “Javé é Salvação”. Bíblia de Genebra.

33 para sempre. V. Sl 45.6; Ap 11.15. Seu reino jamais terá fim. Embora o papel de Cristo como mediador chegue ao fim (v. 1Co 15.24-28), o reino unificado do Pai e do Filho nunca terá fim. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Como será isto? Maria não duvida como Zacarias; só deseja saber como acontecerá. Bíblia Shedd.

não tenho relação com homem. Isto é, relação sexual. … O modo dela de expressar esse fato é o idiomatismo hebraico comum para a castidade pré-marital (ver Gn 19:8; Jz 11:39; etc.). … A tentativa de ler um voto de virgindade perpétua nessas palavras de Maria é completamente injustificada … Permanecer virgem perpetuamente era considerado pelos judeus como uma reprovação, não uma virtude. … (ver Gn 30:1; 1Sm 1:4-7; etc.). A ideia de que ela permaneceu sempre virgem surgiu nos séculos posteriores, possivelmente de um sentido pervertido do que constitui a virtude. Acreditar dessa forma indica que o lar, uma instituição divinamente ordenada, não representa o ideal supremo da vida social. CBASD, vol. 5, p. 749.

Maria percebeu … que o anjo queria significar algo miraculoso – uma gravidez sem pai humano. A concepção virginal é uma ideia distintivamente cristã. Paralelos gregos, às vezes citados, relatam estórias de deuses que tiveram relação sexual com mulheres. Bíblia de Genebra.

36 tua parenta. Isabel – e portanto, Maria também – era descendente de Arão (v. 5). A referência a “Davi, seu pai” (v. 32) mostra que Maria também era de descendência davídica. Bíblia de Genebra.

37 nada será impossível (NKJV). Como Deus havia mostrado, há muito tempo, para Sara, outra mulher sem filhos. Andrews Study Bible.

41 possuída do Espírito Santo. A ênfase de Lucas sobre o Espírito é notável, não só no evangelho mas também em Atos (53 vezes nos dois livros). Bíblia Shedd.

A obra do Espírito Santo é destacada do começo ao fim dos escrito de Lucas (v. 15; At 28.25). Andrews Study Bible.

46 engrandece. Donde vem o nome deste cântico de Maria, o Magnificat, (46-55) da versão latina. Bíblia Shedd.

46-55 Um dos quatro hinos preservados em Lc 1 e 2 (cf. v. 68-79; 2.1-4; 2.29-32 e notas). Esse hino de louvor é conhecido como Magnificat, porque na tradução em latim, a Vulgata, a primeira palavra é Magnificat, que significa “engrandece”. Esse cântico é semelhante a um salmo e deve também ser comparado ao cântico de Ana (1Sm 2.1-10; v. nota em 1Sm 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este cântico de louvor … é revolucionário em sua preocupação com os pobres e desprezados deste mundo e em sua rejeição do rico e orgulhoso. Bíblia de Genebra.

48 Humildadeé uma referência à posição humilde que ela ocupava na sociedade. Bíblia Shedd.

bem-aventurada. Gr makariousin, “reconhecer felicidade”. Isabel fez uma felicitação a Maria (42), porém é pecaminoso o louvor dado a Maria, pois este pertence somente a Deus (cf 11.27, 28). Bíblia Shedd.

50 aos que O temem. Os que reverenciam a Deus e vivem em harmonia com a Sua vontade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

temem. Palavra que descreve a piedade no AT (cf Sl 111.10). Bíblia Shedd.

53 famintos. Tanto física quanto espiritualmente (Mt 5.6; Jo 6.35). A vinda do reino de Deus produzirá mudanças em todas as áreas da vida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

59 oitavo dia. A circuncisão judaica ocorrida no oitavo dia (Gn 17.12); porém esta é a primeira evidência do costume de dar nome à criança naquele dia. Bíblia de Genebra.

63 tabuinha. Nos tempos antigos usava-se um pedacinho de madeira coberta de cera e um buril [instrumento de metal de ponta cortante] para escrever notas. Bíblia Shedd.

65 possuídos de temor. Não terror, mas profundo temor e reverência religiosos. CBASD, vol. 5, p. 757.

por toda a região montanhosa da Judeia foram divulgadas. isto é, a região ao redor do lar de Zacarias e Isabel. CBASD, vol. 5, p. 757.

67 Zacarias, … cheio do Espírito Santo. O cântico de Zacarias é sacerdotal no teor e apropriado a um filho de Arão, assim como o cântico de Maria é régio e apropriado a uma filha de Davi. As frases sugerem que Zacarias passou o tempo anterior ao nascimento de João em estudo diligente do que os profetas escreveram sobre o Messias e sobre a obra de Seu predecessor. CBASD, vol. 5, p. 757.

cheio do Espírito Santo. Indica a natureza profética do cântico. Bíblia Shedd.

68-79 Esse hino é chamado Benedictus (“Louvado seja”), porque a primeira palavra na Vulgata latina é Benedictus. Enquanto o Magnificat … se assemelha a um salmo, o Benedictus é mais semelhante a uma profecia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

69 poderosa [salvação]. Lit. “chifre”. Era um símbolo de força. Bíblia de Genebra.

Denota a força tipificada no chifre de um animal (Dt 33.17; Sl 22.21; Mq 4.3). Jesus, o Messias da casa de Davi, tem poder para salvar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

78 entranhável misericórdia. Ver Fp 2:1; Cl 3:12. Os gregos consideravam as “entranhas” (o abdômen) como o centro das emoções: ira, ansiedade, compaixão e amor. CBASD, vol. 5, p. 760.

80 até o dia em que havia de manifestar-se. João era de descendência sacerdotal e como estipulado pela lei de Moisés, um sacerdote deveria iniciar seu ministério na idade aproximada de 30 anos (ver com. de Nm 4:3). É possível que João se “manifestou” quando tinha 30 anos, assim como Jesus quando iniciou Seu ministério (ver com. de Lc 3:23). CBASD, vol. 5, p. 762.