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FELIPENSES 1 – Este capítulo apresenta Paulo como exemplo de liderança espiritual que combina compromisso, visão e abnegação. Ele escreve aos filipenses com um tom de encorajamento, mesmo enfrentando a prisão (vs. 7, 13). Suas ações demonstram que um verdadeiro líder não é definido pelas circunstâncias externas, mas pela fidelidade a Deus e à missão divina.
Um líder espiritual preocupa-se profundamente pelo bem-estar espiritual de sua congregação (Filipenses 1:1-11). Paulo começa sua carta com uma oração de gratidão e intercessão pelos filipenses.
Líderes espirituais devem enxergar cada situação como oportunidades para glorificar a Deus (Filipenses 1:12-19). Paulo vê sua prisão como chances para o avanço do evangelho.
A vida de Paulo estava completamente entregue à obra de Deus (Filipenses 1:20-26), o que deve servir de inspiração a todos os que lideram a Igreja atualmente.
Além de dar o exemplo de um cristão e líder espiritual, os líderes devem chamar seu público-alvo à unidade, perseverança e coragem na caminhada cristã, mesmo em meio ao sofrimento (Filipenses 1:27-30). Aqui Paulo nos ensina a:
- Viver de forma digna do evangelho, refletindo o caráter de Cristo em todas as circunstâncias.
- Trabalhar juntos, lutando “unânimes pela fé evangélica”, visando a proclamação do verdadeiro evangelho.
- Encarar a perseguição aos cristãos com confiança na promessa de salvação.
- Enxergar as provações como uma oportunidade de crescer na fé e participar do ministério de Cristo.
Dois textos merecem nossa atenção neste capítulo:
Filipenses 1:6 trata da:
• Justificação do cristão: “Aquele que começou a boa obra em vocês…”
• Santificação pela fé: “…vai completá-la…”
• Glorificação: “…até o dia de Jesus Cristo”.
Deus é o iniciador da salvação, é também o mantenedor e o finalizador. Esse projeto é de Deus. A obra não é nossa, é dELe. A obra não será abandonada, será completada.
Em Filipenses 1:21-23 nos ensina que melhor do que…
• …viver neste mundo de maldades, crueldades e injustiças é poder estar com Cristo no Céu.
• …morrer como mártir é partir para o Céu a fim de desfrutar da augusta presença de Cristo.
• …qualquer coisa é estar pessoalmente com Cristo sem passar pela agonia do martírio.
Contudo, o maior anseio de Paulo era poder estar com os crentes pregando o evangelho (Filipenses 1:24-26). E nós? Qual é nossa maior alegria?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ef/6
Em Efésios Paulo já havia descrito a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), o templo de Deus (2:19-22), e a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e apresenta um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.
Podemos interpretar mal as palavras de Paulo como um chamado para pegarmos em armas contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossos relacionamentos com os outros. Mas Paulo ao longo da carta enfatizou a unidade, as palavras edificantes e a ternura (4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Por meio desta vívida metáfora militar, a igreja não é exortada a ir à guerra no sentido tradicional. Em vez disso, na batalha espiritual contra o mal, devemos promover a paz.
Paulo entra no campo de batalha do grande conflito e nos convida para nos alistarmos no exército de Deus. Não precisamos ser intimidados por nossos inimigos. Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e nos forneceu o melhor armamento, Sua própria armadura, a “armadura de Deus”.
Que Deus o abençoe ao você se alistar no Seu exército e tornar-se um promotor da paz!
John McVay
Universidade de Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eph/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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768 palavras
1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.
Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.
4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.
Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.
8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.
11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.
Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.
12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.
22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.
24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.
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“Revesti-vos de toda a armadura de Deus para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (v.11).
Após destacar o casamento como um símbolo da união entre Cristo e Sua igreja, Paulo reforçou também a importância de um lar cristão bem ordenado; filhos e pais cumprindo seu papel para que a família seja uma bênção para o mundo. E como servos de Cristo, somos chamados a fazer, “de coração, a vontade de Deus” (v.6), ainda que ninguém esteja vendo, “servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens” (v.7). O nosso lar, além de ser um centro de convivência, deve ser também um centro de influência e da verdadeira educação. A Bíblia nos ensina a seguinte escala de prioridades:
1. Deus;
2. Família;
3. Trabalho e as demais coisas.
A prioridade número um podemos encontrar em Deuteronômio 6:5 e em Mateus 6:33. A segunda prioridade, está implícita na firme decisão de Josué, ao declarar: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Como também nas palavras do próprio Paulo, quando afirmou: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus, especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8). A terceira prioridade, creio que nem podemos denominá-la assim. Creio que o trabalho e as demais coisas devam ser meios pelos quais Deus seja louvado e a família, beneficiada.
Quando seguimos essa sequência, cientes do conflito no qual estamos todos inseridos, somos “fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder” (v.10), tomando toda a Sua armadura, para podermos “resistir no dia mau”, e depois de termos vencido tudo, permanecermos inabaláveis (v.13). Percebam que Paulo não disse para tomarmos metade da armadura de Deus ou uma parte dela, mas toda, e ele reforçou isso duas vezes (v.11 e 13). Cada parte desta indestrutível armadura é indispensável à vida cristã. Analisemos, resumidamente, cada uma delas:
1. Cinto da verdade (v.14): é o que mantém segura a veste do soldado em seu devido lugar. Retire a verdade e você terá uma fé vacilante;
2. Couraça da justiça (v.14): é a proteção de praticamente todo o corpo. É a justiça de Cristo imputada a nós. Utilize a sua justiça própria e você ficará tão frágil quanto um soldado desarmado;
3. Calçado da “preparação do evangelho da paz” (v.15): os soldados devem possuir um calçado adequado e resistente às diversas situações de risco. Nossos pés representam o serviço missionário e o fato de estar calçado, a prontidão em aceitar este chamado. O cristão que recusa esta parte da armadura descobrirá, tarde demais, que não se chega ao Céu sozinho;
4. Escudo da fé (v.16): o escudo protege o soldado contra os ataques inimigos. Da mesma sorte, a fé é o escudo que blinda o cristão não do sofrimento e das tribulações, mas de ser vencido por eles. “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb.11:6);
5. Capacete da salvação (v.17): assim como o capacete protege o soldado na guerra, a salvação em Cristo Jesus blinda a nossa mente contra as estratégias do Maligno. Não podemos, de forma alguma, permitir que a nossa mente vagueie sem propósito pelas sendas do mal. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Rm.12:2);
6. Espada do Espírito (v.17): a espada é a única arma ofensiva desta armadura. Como também escreveu Paulo: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes” (Hb.4:12). Ela faz separação entre santo e profano, limpo e imundo, justo e ímpio. Um crente sem o conhecimento das Escrituras é um crente indefeso e presa fácil do inimigo.
Paulo acrescentou algo a mais que deve ser constante em nossa luta contra o mal: a oração. E o verso dezoito reforçou a ordem de Cristo, quando declarou: “Vigiai e orai” (Mt.26:41). Deus está, a cada dia, nos oferecendo a Sua armadura como um privilégio gratuito. Qual tem sido a sua decisão? Não saia para a guerra hoje sem essa santa e eficaz proteção! Ao contrário do que dizem, há sim um inimigo feroz e astuto querendo nos destruir. Portanto, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Que no retorno de nosso Senhor Jesus Cristo, façamos parte de Seu exército triunfante, “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá […] os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4).
“A graça seja com todos que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo” (v.24).
Nosso Pai do Céu, a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e seus anjos. São inimigos que não teríamos condições de vencer. O Senhor, porém, nos oferece a Sua armadura que a tudo suporta. Ó, Pai, reveste-nos da Tua armadura e nos ensina a orar em todo tempo no Espírito! Dá-nos a mente de Cristo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Efésios6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EFÉSIOS 6 – Nesta carta aos Efésios, descobrimos muita coisa que, como cristãos, ainda precisamos aprender.
• A Bíblia do Discípulo sintetiza seu conteúdo: “Esta é uma carta sobre a natureza da igreja, suas origens e a importância de sua missão; sobre ser unidos, não viver como os gentios, e andar como filhos da luz. Há dois tópicos fundamentais…: “Cristo reconciliou toda a criação com Ele mesmo e com o Pai celestial; e Cristo uniu pessoas de todas as nações com Ele e uns com os outros em Sua igreja”. Paulo “convida os cristãos a permitir que Jesus viva dentro deles. Por isso é que a expressão ‘em Cristo’ é a chave desta carta. Estar ‘em Cristo’ ajuda a igreja a ter tolerância e amor uns pelos outros. Mas estar ‘em Cristo’ é uma experiência difícil para o orgulhoso coração humano. Se uma igreja não fizer de Cristo o seu foco, ela se tornará um lugar de divisão, discussão e discórdia”.
Desde Efésios 5, Paulo vem revelando a mudança radical de comportamento resultante de quem aceita estar em Cristo. Agora, Efésios 6, mostra como pais e filhos, escravos/funcionários e senhores/patrões devem aplicar o evangelho diariamente (Efésios 6:1-9).
A luta a ser vivida não é de uns contra os outros na família, no trabalho e na igreja. Certamente não! “pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”; contudo, é possível ficar firmes e desfrutar da vitória concedida por Cristo, utilizando as armas espirituais graciosamente disponíveis (Efésios 6:10-18). Fugindo das trevas para viver na luz!
Paulo encerra a carta aos Efésios pedindo oração para poder avançar com a pregação da Palavra de Deus (Efésios 6:19-22); e, então conclui com a essência do conteúdo da carta: Paz, amor, fé e graça aos que “amam a nosso Senhor Jesus Cristo com amor incorruptível”.
• Nestes dias em que a igreja está se convertendo ao mundo em vez de converter o mundo à Cristo, quando os cristãos estão submetendo-se ao mundo, às suas práticas, costumes e egoísmos, precisamos não apenas tomar toda armadura disponível, mas lutar bravamente todos os dias a fim de vencer os dias maus!
Reavivemo-nos genuinamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EFÉSIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia
EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ef/5
Se você ler Efésios 5 isoladamente, perderá a beleza completa de um tema que se move como um fio de ouro. Então comece de novo e leia com atenção Ef 4:32 a 5:2. Como crentes, somos chamados a estabelecer nosso comportamento para com os outros com base no modelo do perdão e da graça de Deus para conosco. Devemos imitar a Deus! (Cf. Mt 5:43-48).
Paulo contrasta este estilo de vida que imita o amor de Deus com o estilo de vida usual, pagão. Em vez de valorizar os outros como irmãos e irmãs da família de Deus, os seres humanos, muitas vezes, usam os outros para seu próprio prazer sexual e depois ainda se gabam disso (vs. 3-4). O apóstolo adverte que essa atitude não tem lugar no novo mundo planejado por Deus (vs. 5-7).
Paulo expande seu tema da imitação do amor de Deus ao aconselhar esposos e esposas cristãos. O amor abnegado de Cristo pela igreja se torna o modelo para os esposos cristãos (vv. 25-33), enquanto a lealdade da igreja para com Cristo se torna o modelo para as esposas cristãs (vv. 22-24). Em vez de usar o dom da sexualidade humana de forma depravada e egoísta, o casal está tão focado em valorizar e apreciar um ao outro que se tornam “uma só carne” (vv. 28-33).
John McVay
Universidade de Walla Walla, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eph/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1202 palavras
1-21 Neste texto, Paulo usa o termo “andar” no sentido de “viver” ou “comportar-se”. A passagem contrasta o modo cristão de “andar” ou “viver” com o estilo de vida do descrente. … Podemos sentir a tentação de desanimar, pensando que nunca seremos tão puros e sábios como se exige aqui. Mas, em vez de interpretar a passagem como um padrão intimidador, devemos vê-la com o espírito de ação de graças que Paulo advoga. Agradeça a Deus por estar atuando a fim de imbuir sua vida com a pureza e sabedoria divinas. Bíblia de Estudo Andrews..
1-7 imitadores de Deus. O padrão para o comportamento cristão é excepcionalmente elevado, uma vez que devemos ser imitadores de Deus, espelhando o amor de Cristo por nós (v. 1, 2). Portanto, não nos deve surpreender o fato de o padrão de pureza sexual para os cristãos também ser elevado (v. 3-7). Ao levar uma vida piedosa de amor, os cristãos excluem a luxúria [lascívia, emoção de intenso desejo pelo corpo] de sua vida. Em lugar do linguajar obsceno tão comum, os cristãos praticam “ações de graças” (v. 4). Bíblia de Estudo Andrews.
Uma maneira de imitar a Deus é ter um espírito perdoador (4.32). Também imitamos a nosso Senhor ao Agirmos “como” (v. 2; 4.32) Ele agia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Entregou em sacrifício por nós, quer dizer no nosso lugar. A mesma palavra aparece em Rm 8.32 para descrever o sacrifício do Pai. Bíblia Shedd.
Aroma suave. A mesma frase aparece 40 vezes no Pentateuco (LXX). Enfatiza a aceitabilidade do sacrifício. Bíblia Shedd.
3-4 convém … inconvenientes. Banalizar o relacionamento sexual (“chocarrices”) ou, por outro lado, idolatrá-lo, está em descompasso com a nossa identidade de “santos”. Uma vez que fomos convocados dentre a raça humana (1.4-6) para portar a imagem restaurada de Deus (4.24), podemos aceitar os dons de Deus, inclusive a sexualidade, com ações de graça, e restituí-los ao seu uso apropriado (Pv 5.18-19; 1Tm 4.1-5; Hb 13.4). Bíblia de Genebra.
nem conversas tolas nem gracejos imorais. O contexto, com a palavra “obscenidade”, mostra a impropriedade não do humor em si, mas de piadas sujas e de conversas desse tipo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
ações de graça. Com uma atitude de gratidão por tudo o que Deus nos tem dado, poderemos afastar todos os pensamentos impuros e palavras más. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 idólatra. O cobiçoso deseja certas coisas mais que a Deus …, incorrendo assim na idolatria. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 Filhos da desobediência. É um hebraísmo [expressão da língua hebraica] significando pessoas rebeldes diante do apelo do evangelho (cf. 2.2; Cl 3.6). Bíblia Shedd.
participantes com eles. Os cristãos precisam considerar o terrível destino dos não-cristãos e recusar a juntar-se a eles em sua loucura. Bíblia de Genebra.
7 não participem. Embora os cristãos convivam nos relacionamentos sociais com o próximo, como também acontecia com o Senhor Jesus (Lc 5.30-32; 15.1, 2), não devem participar do modo de vida pecaminoso dos incrédulos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 filhos da luz. Este estilo de vida bane a escuridão. Bíblia de Estudo Andrews.
Essa seção acentua o contraste entre a luz e as trevas, demonstrando que os pertencentes ao Senhor, que é “luz” (1Jo 1.5), i.e., puro e verdadeiro, não apenas têm avida iluminada por ele, mas também são o meio de introduzir essa luz nas áreas escuras da conduta humana (cf. Mt 5.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 tu que dormes … mortos. Duas figuras que retratam o pecador (cf. 2.1) Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 insensatos … sábios. Tendo realçado o contraste entre a luz e as trevas, Paulo agora passa ao contraste entre a sabedoria e a insensatez. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Remindo o tempo. São as mesmas palavras do gr que vêm muito bem traduzidas em Cl 4.5: “Aproveitai as oportunidades”. Bíblia Shedd.
18 não vos embriagueis. O êxtase temporário induzido pelo álcool nunca pode competir com a recompensa duradoura oferecida por uma vida cheia de alegria, sob a inspiração do Espírito. Bíblia de Estudo Andrews.
Não se embriaguem … deixem-se encher pelo Espírito. O tempo presente em grego é usado para mostrar que a plenitude do Espírito Santo não é uma experiência de uma vez por todas. Repetidas vezes, conforme requeira a ocasião, o Espírito reveste de poder para a adoração, para o serviço e para o testemunho. A oposição que há entre estar cheio de vinho e estar cheio do Espírito é evidente. … Quando [Paulo] fala aqui a respeito de deixar-se encher pelo Espírito … refere-se a estar debaixo do controle de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
enchei-vos do Espírito. Quem está cheio do Espírito está cheio de Jesus e da Sua Palavra (Jo 14.16, 26; 16.12-15; 17.17). Bíblia de Genebra.
O contraste entre o vinho e o Espírito. O cristão cheio do Espírito não tem: 1) andar cambaleante (15); 2) dias perdidos (16); 3)mente entorpecida (17); 4) cântico discordante (19). Em contraste, tem um coração repleto de: 1) comunicabilidade; 2) louvor e música (19); 3) gratidão contínua e universal (20), e 4) desejo de servir (21). Bíblia Shedd.
21 Esse versículo de transição conclui uma série de expressões que ilustram o resultado de encher-se do Espírito (vs. 19-21, nota). Independente da classe social a que pertencem, todos os cristãos devem moldar sua conduta na sociedade pela humildade e bondade de Cristo (4.32 – 5.2; cf Lc 22.24-27; Jo 13.14-16). Essa submissão “uns aos outros” é a base para os modelos de autoridade nos diferentes relacionamentos examinados em 5.22 – 6.9. Bíblia de Genebra.
A lista de Paulo contrasta com exemplos extrabíblicos, os quais defendem um tratamento severo para manter a honra do marido, pai e senhor de escravos. … Fica claro que a submissão não se aplica somente às esposas e aos escravos, mas também aos maridos e senhores. Bíblia de Estudo Andrews.
22-32 Paulo ensina que os dois sexos se complementam e que um homem e uma mulher são iguais perante Deus. Bíblia de Genebra.
23 Salvador do corpo. … a Igreja só pode existir em união íntima com Cristo e em submissão total a Ele. Sua vontade fica claramente exposta na Bíblia especialmente no NT. Bíblia Shedd.
como também Cristo. A analogia entre o relacionamento de Cristo com a igreja e o do marido com a mulher é fundamental no trecho inteiro, Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Maridos. Paulo passa a mostrar que não se trata de sujeição unilateral, mas de um relacionamento recíproco. Bíblia de Estudo NVI Vida.
como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo de entregou por ela. Em parte alguma do Novo Testamento, o amor de Cristo, de auto-sacrifício, é apresentado de forma mais direta a uma relação mais específica como um modelo a ser imitado (cf. v. 2). Bíblia de Genebra.
entregou-se. Entregar-se à morte a favor da amada é manifestação mais extrema de devoção que aquilo que se exige da esposa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Assim também. O amor sacrificial de Cristo é o exemplo do amor que o marido cristão deve para a Sua esposa. Bíblia Shedd.
Se o marido e a mulher se tornam “uma só carne”, logo, quando o homem ama a esposa, ama aquela que se tornou parte de si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Numa só carne. O mistério da união do homem com a sua mulher é um tipo de união mais alta de Cristo com os Seus num só Corpo ou numa só existência. Bíblia Shedd.
33 O conselho ainda se aplica hoje: o que uma esposa mais deseja é o terno amor de um marido dedicado. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” (v.8).
A mídia tem sido uma verdadeira aliada não somente do entretenimento, mas também da propaganda. A venda de produtos, no entanto, perdeu a razão de ser se não estiver ligada à imagem. A figura de uma celebridade em evidência tornou-se um forte meio de fazer com que as pessoas comprem não apenas um produto em si, mas a imagem de quem elas admiram. Multidões têm se iludido e perdido a identidade própria para ficar parecidas com seus ídolos. Nesse sentido, compreendemos melhor o que Paulo quis dizer, quando aconselhou: “Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados” (v.1). E o “produto” apresentado pelo apóstolo é o amor incondicional de Cristo. Mas nem todos estamos dispostos a adquiri-lo, já que requer renúncia, sacrifício e serviço. Uma proposta bem diferente comparada às facilidades oferecidas pelo mundo midiático, não é mesmo amados?
Jesus Cristo assumiu uma culpa que não era dEle, e Se entregou para salvar quem não merecia. Antes da cruz, contudo, foram trinta e três anos de vida neste planeta escuro, dentre os quais os três anos finais foram dedicados exclusivamente à obra do ensino. Na vida de Jesus, a teoria e a prática andavam de mãos dadas. Por preceito e por exemplo, Ele nos deixou o mais precioso legado: o Seu caráter. No entanto, na perspectiva da maioria, a Sua “propaganda” não é nem um pouco atrativa. Ele “dizia a todos: Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-Me” (Lc.9:24). Ou seja, renuncie os seus gostos e vontade própria e todos os dias carregue a sua cruz.
Realmente não há nada de atrativo em deixar de lado as preferências pessoais e seguir Alguém que nos diz que a renúncia é uma das características dos Seus seguidores. A Bíblia não revela a identidade de quem disse a afirmação a seguir, muitos, porém têm dito a mesma coisa em relação a Jesus: “Seguir-te-ei para onde quer que fores” (Lc.9:57). As mesmas multidões que pensam comprar a imagem da moda, quando na verdade estão se vendendo para a ditadura do mundo, são as mesmas que afirmam seguir a Jesus. Mas a resposta de Cristo continua sendo a mesma dada àquele desconhecido: “As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lc.9:58). Jesus não prometeu facilidades, nem tampouco prosperidade aos Seus seguidores, mas deixou bem claro de que no mundo passaremos por aflições, mas assim como Ele venceu o mundo (Jo.16:33), nEle somos “mais que vencedores” (Rm.8:37).
O casamento, certamente, é a mais linda ilustração acerca do plano da salvação em Cristo. Marido e mulher representam, respectivamente, Cristo e Sua igreja. O plano de Deus sempre foi de que o casamento seja entre um homem e uma mulher, e que ambos assumam suas funções matrimoniais a fim de que seja uma união sólida e estável. Um só corpo (v.31) é, sem dúvida alguma, a melhor definição desta união. A proposta de Paulo não é que a mulher seja a escrava da relação, mas que seja amada pelo marido com o mesmo amor altruísta de Jesus por Sua igreja, que “a Si mesmo Se entregou por ela” (v.25). E que o marido seja tão respeitado e considerado, que servi-lo seja para a mulher motivo de alegria. Percebem que há o encontro entre o serviço e o amor? Contudo, esta definição de casamento também tem sido trocada pela imagem oferecida nas novelas e filmes, que dizem: “O que importa é ser feliz”.
Interessante esta última “propaganda”, já que não é bem isso o que vemos acontecer de fato, no mundo real. A realidade mostra casamentos destruídos, filhos rebeldes, doenças emocionais e muitas, muitas lágrimas. Sobre isso, fomos advertidos: “Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência” (v.6). Oh, amados, se tão somente seguíssemos a Cristo segundo a Sua Palavra, se verdadeiramente procurássemos “compreender qual a vontade do Senhor” (v.17), deixando de nos embriagar com o vinho deste mundo, “no qual há dissolução” (v.18), mas, cheios do Espírito, provássemos “sempre o que é agradável ao Senhor” (v.10), então, seríamos, de fato, “imitadores de Deus” (v.1), “como convém a santos” (v.3).
Não troque jamais este sublime privilégio pelo lixo da imagem deste mundo, “porque os dias são maus” (v.16), e Jesus não está vindo buscar “os filhos da desobediência” (v.6), mas uma “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (v.27). Uma igreja que reflete a imagem de seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo.
Deus e Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, nossa gratidão a Ti pela sabedoria da Tua Palavra e pelo acesso que temos a ela, a fim de sermos instruídos e pelo Teu Espírito habilitados para andar em Tua presença e aprender a Tua vontade. Tudo o que precisamos saber está escrito. Não temos desculpas para o pecado. Se nossa vida estiver escondida em Cristo, acolhendo o Teu ensino como um maná diário, cremos que o Espírito Santo nos indicará sempre o caminho em que devemos andar. Abençoa as famílias, Senhor! Abençoa os casais! Abençoa os filhos! Une as famílias do Teu povo com Teus laços de amor. Que cada membro da família entenda e, pela fé, pratique a Tua verdade em amor, sendo imitadores de Cristo. Queremos muito em breve fazer parte da grande e eterna família do Céu! Volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, o nosso Redentor, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, imitadores de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Efésios5 #RPSP
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