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612 palavras
1 Não minto. Paulo estava ciente de que muitos judeus o consideravam um traidor. Seus frequentes conflitos com os judeus e os judaizantes naturalmente lançavam dúvidas sobre seu amor à própria nação. Por isso, ele expressa a sinceridade de sua preocupação para com seu povo nestes termos fortes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 640.
3 Anátema. Tem havido discussão sobre o significado desta expressão forte de Paulo. A solução mais simples parece ser a comparação com a oração de Moisés: “Agora, pois, perdoa-lhe o pecado; ou, se não, risca-me, peço-te, do livro que escreveste” (Ex 32:32). A resposta de Deus a Moisés mostra que essa oração não poderia ser atendida. “Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar contra Mim” (Ex 32:33). CBASD, vol. 6, p. 641.
5 Segundo a carne. Paulo limita a origem judaica de Jesus a Sua natureza humana (Rm 1:3). CBASD, vol. 6, p. 642.
6 Nem todos os de Israel. O que Paulo esta dizendo é que nem todos os que descendem de Israel pertencem realmente a Israel no pleno significando espiritual desse nome. Seu propósito ao fazer esta declaração é dizer que a palavra de Deus a Israel não falhou. O cumprimento da promessa de Deus é limitado aqueles que reúnem as condições dessa relação de aliança. Para esse remanescente fiel e obediente, a palavra de Deus não falhará. CBASD, vol. 6, p. 643.
8 Os da carne. Estes são os descendentes meramente físicos, que nascem no curso natural dos acontecimentos, como foi Ismael (Gl 4:23). Mas as bênçãos de salvação não são herdadas pela ascendência natural. CBASD, vol. 6, p. 643.
12 Será servo do mais moço. Esta predição não se cumpriu literalmente no caso de Esaú e Jacó, mas aconteceu na história posterior de sues descendentes (Gn 25:23). O fato de a eleição divina de Jacó em detrimento de Esaú também incluir as nações que deles descenderiam está claro na predição inicial. CBASD, vol. 6, p. 645.
13 Porém me aborreci de Esaú. Esta expressão não indica aborrecimento, como a palavra é entendida hoje, mas que Deus preferiu escolher Jacó a Esaú como progenitor da nação escolhida. CBASD, vol. 6, p. 645.
16 Pois. A conclusão extraída das palavras de Deus a Moisés é que a eleição do povo escolhido não depende da vontade ou esforço humano, mas de sabedoria de Deus que sabe o que é melhor. CBASD, vol. 6, p. 645.
18 Endurece. O endurecimento do coração resulta de rebelião contra a revelação divina e rejeição ao Espírito de Deus. CBASD, vol. 6, p. 646.
20 Por que me fizeste assim? Subentende-se uma crítica à presunção de queixar-se contra Deus. Como criador, Deus tem o direito de distribuir dons segundo Sua vontade. CBASD, vol. 6, p. 647.
22 Preparados. Paulo não quer dizer que Deus tinha preparado os vasos de ira para a destruição, mas apenas que eles estavam “maduros” ou “prontos” para isso. CBASD, vol. 6, p. 648.
27 O remanescente. Significa, neste contexto, “só um remanescente”. A doutrina do remanescente era uma parte importante da mensagem de Isaías. Foi incluída no comissionamento divino do profeta para ser mensageiro a Israel. Isaías foi ainda instruído pelo Senhor a chamar um de seus filhos de Shear-Jasub, literalmente, “Um Remanescente Voltará”. CBASD, vol. 6, p. 649.
30 Os gentios. Alguns gentios alcançaram justiça. A conclusão que Paulo faz de sua discussão até aqui é: a promessa de Deus não falhou, mas, enquanto os gentios obtiveram justiça, os judeus não conseguiram encontrá-la, porque a procuraram no caminho errado. CBASD, vol. 6, p. 650.
32 Como que das obras. Literalmente, “como se fosse pelas obras”. Por essa frase qualificadora, Paulo indica que era opinião dos judeus que a justiça podia ser obtida desta forma. Eles pensavam que poderiam se tornar justos mediantes as obras, o que, na verdade, era impossível. Perfeita justiça só é possível pela fé. CBASD, vol. 6, p. 651.
Compilação: Tatiana Wernenburg
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“Mas, relativamente a Israel, dele clama Isaías: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (v.27).
Paulo desabafou a sua “grande tristeza e incessante dor no coração” (v.2), em palavras sinceras movidas pelo Espírito Santo. Como alguém que sentia profundo amor pelos irmãos, apelou aos judeus pela força de sua origem, que, como israelitas, possuíam as primícias da eleição de Deus. Discorrendo desde Abraão, evocou a aliança como uma dádiva dada a quem Deus “aprouver ter misericórdia” (v.15). O apóstolo usou diversos textos do Antigo Testamento, que confirmam seu pensamento. A rejeição de Israel não interferiu em nada com a justiça de Deus e com Seus propósitos. Rejeitar a Deus acarreta consequências pessoais que definem o destino eterno de quem O rejeitou, mas, em hipótese alguma, podem frustrar os desígnios que Ele estabeleceu desde a eternidade.
Quando analisamos a história de Esaú e Jacó, percebemos uma nítida diferença entre os irmãos, não apenas no aspecto exterior, mas na vocação de cada um. Esaú era o braço direito de seu pai Isaque. Era forte e decidido, tinha porte de líder e grande influência sobre seu povo. Jacó, no entanto, era o queridinho da mamãe Rebeca. Era pacato e apreciava os cuidados domésticos. Sendo mais introvertido, e um tanto inseguro, não era tão popular quanto seu irmão. Portanto, apesar da profecia referente à liderança de Jacó, aos olhos humanos, seria mais coerente confiá-la a Esaú. Mas o Deus que esquadrinha os corações nunca Se engana, e Jacó assumiu o lugar que o Senhor lhe designou como as primícias do Israel de Deus.
Esta comparação feita por Paulo nos revela questões imprescindíveis para compreendermos que as promessas do Senhor são infalíveis e, no seu devido tempo, acontecem, quer o homem queira, quer não. “Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum!” (v.14). E sim que Ele, sendo conhecedor do futuro, sabe exatamente a quem usar e como usar. Faraó foi o típico exemplo disso. Sua rebeldia não foi resultado do que Deus fez, mas as manifestações de Deus foram consequências de sua rebeldia. Em toda a história deste mundo, Deus tem suportado “com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, a fim de que também desse a conhecer as riquezas da Sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão” (v.22-23). Porque a diferença entre o perverso e o justo só é notada quando colocados lado a lado.
À semelhança de Esaú e Jacó, só existem dois grupos aos olhos de Deus – os ímpios e os justos – que também podem ser chamados: os bodes e as ovelhas; o joio e o trigo; as virgens néscias e as virgens prudentes. O sábio Salomão dedicou praticamente metade do livro de Provérbios para estabelecer essa divisão. A verdade de que Deus chama a quem quer e salva a quem deseja não indica uma suposta predestinação, e sim a resposta do Senhor às escolhas do ser humano. Pois quando olhamos para Cristo e Sua vida dedicada a servir e amar uma humanidade que merecia a morte, compreendemos que um alto preço foi pago, e Deus não pode permitir que alguns o considerem de pouca importância. Para Israel, Jesus foi uma “pedra de tropeço” (v.32), mas todo “aquele que nela crê não será confundido” (v.33).
Portanto, ainda que o número daqueles que se dizem cristãos “seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (v.27). “Porque o Senhor cumprirá a Sua palavra sobre a terra, cabalmente e em breve” (v.28). Jacó possuía suas limitações e fraquezas. Usou de mentira para tentar conquistar o que Deus já havia prometido lhe dar. Mas foi neste vaso de desonra que o Senhor viu a possibilidade do genuíno reavivamento e reforma. Jacó foi quebrado e refeito em vaso de honra, porque se entregou nas mãos do Oleiro.
Este é o chamado de Deus para cada um de nós, hoje, como escreveu Ellen White: “a história de Jacó é uma segurança de que Deus não repelirá aqueles que foram atraídos ao pecado, mas que voltaram a Ele com verdadeiro arrependimento. Foi pela entrega de si mesmo e por uma fé tranquilizadora que Jacó alcançou o que não conseguira ganhar com o conflito em sua própria força. Deus assim ensinou a Seu servo que o poder e a graça divina unicamente lhe poderiam dar a bênção que ele desejava com ardor. De modo semelhante será com aqueles que vivem nos últimos dias. […] Em toda a nossa desajudada indignidade, devemos confiar nos méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Ninguém jamais perecerá enquanto fizer isto” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.139).
Senhor, nosso Deus e Pai, Te agradecemos porque, pelos méritos de Cristo, podemos fazer parte do Teu remanescente. Queremos ser Tua descendência, Senhor, filhos da promessa. Opera em nós o milagre da restauração, moldando a nossa vida a fim de sermos vasos para a Tua honra. Que por Tua graça, quando Jesus voltar, sejamos reconhecidos e chamados filhos do Deus vivo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vasos de misericórdia!
Rosana Garcia Barros
#Romanos9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 9 – O caráter de Deus é justo; Deus é soberano e amoroso, trabalha pacientemente para salvar tanto judeus quanto gentios.
Paulo escreve a respeito da soberania divina e a responsabilidade humana. Ele equilibra a soberania de Deus com Seu amor e justiça.
Romanos 9 compõe uma seção que vai até o capítulo 11, a qual trata do papel de Israel no plano da salvação. Paulo não está discutindo a salvação individual de forma isolada, mas a eleição corporativa de Israel e o propósito redentor de Deus. O apóstolo está lidando com a tensão entre o chamado histórico de Israel como povo escolhido e sua rejeição a Jesus como o Messias.
Em Romanos 9, a eleição é vista como uma escolha funcional, não arbitrária, para cumprir um plano divino. Deus escolhe pessoas e nações para desempenharem papéis específicos na história da redenção. Por exemplo, quando Paulo menciona Jacó e Esaú (Romanos 9:10-13), o foco não é na salvação pessoal, mas na escolha de Jacó como portador de promessas de Deus. Essa escolha não contradiz a justiça divina, porque está enraizada do propósito redentor de toda a humanidade.
Um dos temas centrais em Romanos 9 é a soberania de Deus. Paulo usa exemplos como o endurecimento do coração de Faraó (Romanos 9:17-18), para destacar que Deus, como Criador, tem poder para realizar Seus propósitos. No entanto, a soberania divina nunca opera de forma arbitrária ou injusta. Deus endurece o coração de Faraó após várias rejeições da Sua graça, mostrando que a realidade humana está presente mesmo em meio à soberania divina.
Os “vasos de ira” e “vasos de misericórdia”, em Romanos 9:22-23 são frequentemente mal compreendidos como uma afirmação de predestinação absoluta. Essa metáfora deve ser lida no contexto da paciência divina.
Deus suporta com paciência os vasos de ira para oferecer-lhes oportunidade de arrependimento. Os vasos de misericórdia, por outro lado, representam aqueles que responderam à graça celestial. Assim, a ênfase está na justiça e na misericórdia divina, não na condenação predestinada.
O clímax de Romanos 9 é a inclusão dos gentios no plano da salvação. A eleição de Israel tinha como objetivo ser uma bênção para todas as nações (Gênesis 12:3). Até hoje, todos podem desfrutar da salvação e proclamá-la às nações!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: Romanos 8 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/8
Gênesis 3:17 apresenta uma frase interessante da conversa entre Deus e Adão e Eva após a queda: “maldita é a terra para o seu bem” [New King James Version] – para benefício da humanidade. O próprio homem e a mulher não são amaldiçoados! Deus o filho, Cristo, fala sobre o surgimento de espinhos e abrolhos, e a “difícil labuta” para o homem que trabalha a terra a fim de obter alimento – equivalente a “difícil labuta” para a mulher ao ter filhos.
Romanos 8 nos convida a refletir acerca dessa “maldição” sobre a terra: “Contra a sua vontade, toda a criação foi submetida à maldição de Deus” (v. 20 New Living Translation). Como será que aconteceram essas mudanças na natureza? Foi então que os predadores adquiriram suas presas e garras? Foi então que a “cadeia alimentar” ecológica começou, com animais menores sendo comidos por animais maiores?
Certamente, porém, nem todas as mudanças no mundo natural resultaram da maldição de Deus. O diabo não pode criar como Deus pode, mas ele perverte a obra de Deus – por meio de parasitas, venenos e doenças. E nós, humanos, também temos danificado a Criação.
No entanto, em toda essa confusão, ainda permanece a promessa de que Deus trabalha “para benefício da humanidade”, mesmo quando não entendemos claramente de que modo isso acontece. “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam” (Romanos 8:28 NVI).
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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2135 palavras
1 nenhuma condenação. Pelo Espírito somos libertados da prisão do pecado. Bíblia Shedd.
Mesmo que sucumbamos ao pecado, vez ou outra. Andrews Study Bible.
“Inocente; libertem-no!” O que estas palavras significariam pra você se estivesse na cela dos condenados? O fato é que toda a raça humana está condenada – por quebrar repetidamente a santa lei de Deus. Sem Jesus não teríamos qualquer esperança. Mas graças a Deus! Ele nos declarou inocentes e nos ofereceu liberdade do pecado e poder para fazer a Sua vontade. Life Application Study Bible.
A boa notícia do evangelho é que Cristo veio para condenar o pecado, não os pecadores (Jo 3:17; Rm 8:3). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 615.
Em Cristo Jesus. Esta frequente expressão do NT sugere a proximidade da relação pessoal entre o cristão e Cristo. Isso significa mais do que ser dependente de Deus ou simplesmente ser Seu seguidor ou discípulo. Inclui uma união viva e diária com Cristo (Jo 14:20; 15:4-7). … Jesus enfatizou a proximidade dessa união na parábola da videira e dos ramos (Jo 15:1-7). CBASD, vol. 6, p. 615.
2 O Espírito de vida é o Espírito Santo. Life Application Study Bible.
3 incapaz de fazer. Paulo não está criticando a lei moral, mas observa uma vez mais que, por causa da pecaminosidade da humanidade, a lei não pode dar a salvação ao ser humano. Bíblia de Genebra.
no tocante ao pecado (ARA). Como uma oferta pelo pecado [NVI]. Denota a transferência de pecado do pecador para a oferenda sacrificial. Andrews Study Bible.
oferta pelo pecado (NVI). Jesus ofereceu-Se como um sacrifício (“oferta pelo pecado”) por nossos pecados. … o sangue dos animais não realmente removiam pecados (Hb 10:4). Os sacrifícios podiam somente apontar para o sacrifício de Jesus, que pagou a penalidade de todos os pecados. Life Application Study Bible.
4 justas exigências da lei (NVI; ARA: “o preceito da lei”). A lei continua desempenhando um papel na vida do crente – não, porém, como meio de salvação, mas como orientação ética e moral, obedecida por amor a Deus, mediante o poder que o Espírito outorga. Bíblia de Estudo NVI Vida.
segundo o Espírito. De acordo com os novos desejos criados [em nós] pelo Espírito. Andrews Study Bible.
5-8 Duas mentalidades são apresentadas aqui: a da natureza pecaminosa e a do Espírito. Aquela leva à morte, e esta à vida e paz. (v. 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5,6 Paulo divide as pessoas em duas categorias – aquelas que se deixam controlar por suas naturezas pecaminosas e aquelas que seguem o Espírito. … Diariamente devemos conscientemente escolher centrar nossas vidas em Deus. Use a Bíblia para descobrir as orientações e, então, as siga. Em cada situação de perplexidade pergunte a si mesmo: “O que Jesus quer que eu faça?” Quando o Espírito Santo lhe mostrar o que é o correto, faça isto sem duvidar. Life Application Study Bible.
5 Segundo a carne. Inclinar-se “segundo a carne” significa a carne como princípio governante do ser. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 618.
6 Vida e paz. Ter a mente voltada para as coisas do Espírito e os pensamentos e desejos regidos pelo Espírito resulta naquela harmonia saudável e vivificante de todas as funções espirituais e é uma garantia e é uma garantia e antecipação da vida futura (cf. Ef 1:13, 14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 619.
7 inimizade contra Deus. Pura hostilidade contra Deus, incapaz de outra atitude qualquer, é a real atitude mental de todos aqueles que ainda não foram renovados pelo Espírito (3.9-18).
9 habita. Você já se preocupou se você é ou não realmente um cristão? Um cristão é alguém que tem o Espírito Santo vivendo nele. Se você sinceramente confiou em Jesus pela sua salvação e o reconheceu como Senhor, então o Espírito Santo veio à sua vida e você é um cristão. Não é a presença de determinado sentimento que faz você saber que o Espírito Santo chegou; você sabe isso porque Jesus prometeu que Ele viria. Quando o Espírito Santo está trabalhando em você, você acreditará que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que a vida eterna vem através dEle (1Jo 5:5); você começará a agir como Cristo mandou (Rm 8:5; Gl 5:22, 23); você encontrará auxílio nos seus problemas diários e em suas orações (Rm 8:26, 27); você receberá poder para servir a Deus e fazer a Sua vontade (At 1:8; Rm 12:6ss); e você se tornará parte do plano de Deus para edificar a Sua igreja (Ef 4:12, 13). Life Application Study Bible.
11 Um relato trinitariano da realização da salvação, pressupondo a unidade entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo, em Seu ser essencial, da mesma maneira que eles estão unidos na complexa obra da redenção. Bíblia de Genebra.
A garantia da nossa ressurreição é a habitação do Espírito dentro de nós (Ef 1.13, 14; 2Co 5.5). Bíblia Shedd.
14-17 A ideia de adoção não aparece no sistema legal do Antigo Testamento, e Paulo parece ter tomado por empréstimo esse conceito próprio da lei romana, preenchendo-o com a teologia bíblica da paternidade de Deus sobre o seu povo. Bíblia de Genebra.
14 guiados pelo Espírito. O Espírito se torna a força dominante na vida, que agora exibe os frutos do Espírito. Ver Gl 5:22. Andrews Study Bible.
filhos de Deus. Deus é o Pai de todos, no sentido de que criou a todos, sendo Seu amor e cuidados providenciais outorgados a todos (ver Mt 5:45). Nem todos, porém, são Seus filhos. … (Jo 8.44). As pessoas passam a ser filhos de Deus mediante a fé no Filho unigênito (e incomparável) de Deus (ver Jo 1.12, 13), e ser guiado pelo Espírito de Deus e´a marca registrada desse relacionamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Aba, Pai. “Abba” expressa um senso de afeto e profundo respeito e significa “papai” em aramaico, a língua de Jesus. Jesus usou “Abba” em Suas orações para Se dirigir a Deus (Mc 14:36). Andrews Study Bible.
17 Existe um preço por se identificar com Jesus. Junto com os grandes tesouros, Paulo menciona os sofrimentos que os cristãos devem enfrentar.
19 aguarda a revelação dos filhos de Deus. A futura ressurreição dos crentes. Andrews Study Bible.
20 vaidade (ARA; NVI: inutilidade; NKJV: futilidade). Vazio de existência. Andrews Study Bible.
22 dores de parto (NVI; ARA: angústias). Turbulência na natureza, como terremotos, furacões, fome e outras catástrofes. Andrews Study Bible.
A atual condição da criação não é sua condição final; é antes como uma mãe que geme com as dores de parto. A criação inteira tem um destino planejado por Deus, e deseja ardentemente que seja cumprido, tal como se sucede com os próprios crentes (vs 23, 26). Bíblia de Genebra.
23 primeiros frutos do Espírito Nós temos os “primeiros frutos” [ARA: primícias]), a primeira parcela ou pagamento, o dom do Espírito Santo como uma garantia de nossa vida ressurreta (ver 2Co 1:22; 5:5; Ef 1:14). Life Application Study Bible.
24, 25 Em Romanos, Paulo apresenta a ideia da salvação se processando no passado, no presente e no futuro. É passada porque somos salvos no momento em que cremos em Jesus Cristo como Salvador (3:21-26; 5:1-11; 6:1-11, 22, 23); nossa nova vida (vida eterna) se inicia neste momento. E é presente porque nós estamos sendo salvos; este é o processo da santificação. Mas, ao mesmo tempo, nós não recebemos ainda todos os benefícios e bênçãos da salvação que serão nossos quando o novo reino de Cristo se estabelecer. Esta é a nossa salvação futura, para a qual olhamos à frente com esperança e confiança que mudará nossos corpos e personalidades, quando seremos como Cristo (1Jo 3:2). Life Application Study Bible.
26, 27 Como crente, você não foi deixado a lutar com seus próprios recursos, sozinho, com os problemas.mesmo quando você não sabe as palavras adequadas para orar, o Espírito Santo ora com e por você e Deus responde. Com o próprio Deus ajudando você a orar, você não precisa temer se achegar perante Ele. Peça ao Espírito Santo que interceda por você “de acordo com a vontade de Deus”. Então, quando você trouxer seus pedidos a Deus, creia que Ele sempre fará o que é melhor. Life Application Study Bible.
26 o Espírito … nos assiste. O Espírito Santo nos fortalece em nosso estado de fraqueza…. Bíblia de Genebra.
28 Todas as coisas. Deus opera em “todas as coisas” – não somente em incidentes isolados – para o nosso bem. Isto não significa que tudo que acontecer conosco será bom. O mal prevalece em nosso mundo caído, mas Deus é hábil em mudar todas as circunstâncias ao nosso redor para o nosso bem. Note que Deus não está operando para nos fazer felizes, mas para cumprir o Seu propósito. Note também que esta promessa não é para todos. Ela pode ser reclamada somente por aqueles que amam a Deus e são chamados de acordo com o Seu propósito. Life Application Study Bible.
Para o bem. Nada pode tocar o cristão sem a permissão do Senhor (ver Jó 1:12; 2-6), … Se Deus permite que o sofrimento e a perplexidade caiam sobre o cristão, não é para o destruir, mas para o refinar e santificar … Os problemas e decepções tiram a afeição do mundo e levam a olhar para o Céu, para o lar. Eles ensinam a verdade sobre a condição frágil e mortal e levam a confiar em Deus em busca de apoio e salvação.Também formam um espírito mais humilde e manso, com disposição mais paciente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 630, 631.
Daqueles que amam a Deus. No texto grego, esta frase é enfatizada. As palavras descrevem os verdadeiros seguidores de Deus, os que tem fé e confiam na direção divina. Seu amor a Deus é uma resposta ao amor de Deus a eles e à Sua obra divina para a salvação. Antes que a pessoa, por sua vez, ame a Deus, o amor de Deus deve estar em seu coração (1Jo 4:19), assim como o Espírito Santo deve primeiro esclarecer a pessoa para que saiba orar como convém (Rm 8:26). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 631.
29 Conhecer subentende uma relação pessoal íntima, e não meramente a consciência de fatos e circunstâncias (Gn 4.1; Am 3.2; Mt 1.25). Bíblia de Genebra.
O objetivo final de Deus é nos fazer semelhantes a Cristo (1Jo3:2). Ao nos tornarmos mais e mais como Ele, descobriremos nossa própria essência, as pessoas que deveríamos ser. Como podemos nos transformados à semelhança de Jesus? Lendo e ouvindo a Palavra, estudando a Sua vida nos Evangelhos, sendo cheios com o Espírito e fazendo a Sua vontade neste mundo. Life Application Study Bible.
29 Predestinou. Ele “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4), “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (2Pe 3:9). … A salvação é oferecida a todos. Mas nem todos aceitam o convite do evangelho…
31-34 Você já chegou a pensar que pelo fato de que você não é bom o suficiente para Deus, que Ele não te salvará? Você já sentiu que a salvação é para qualquer outro, menos para você? Então estes versos são especialmente para você. Se Deus deu o Seu Filho para você, iria Ele reter o dom [dádiva, presente] da salvação? Se Cristo deu a Sua vida por você, Ele não voltará atrás e te condenará. Ele não reterá nada que você precise para viver para Ele. O livro de Romanos é mais que uma explanação da graça redentora de Deus – é uma carta de conforto e confiança endereçada a você. Life Application Study Bible.
31 Que diremos, pois, à vista destas coisas. “Estas coisas” é uma frase que abarca a inteira exibição da graça divina gratuita, estendida a pecadores perdidos, nesta epístola, até este ponto. Bíblia de Genebra.
34 intercede. Ministério do Sumo Sacerdote. Ver Ef 1:20; Cl 3:1; Hb 1:3.
Paulo diz que Jesus está intercedendo por nós no Céu. Deus nos absolveu e removeu os nosso pecados e culpa. Então, é Satanás – não Deus – quem nos acusa. Quando ele assim o faz, Jesus, nosso advogado de defesa, permanece à direita de Deus para apresentar nosso caso. Life Application Study Bible.
36 O Salmo 44.22 é citado para demonstrar que o sofrimento sempre fazia parte da experiência do povo de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35-39 Estes versos contém uma das mais confortantes promessas em toda a Escritura. Crentes tem sempre enfrentado dificuldades em várias formas: perseguição, doenças, aprisionamento e até mesmo a morte. Estas coisas poderiam fazê-los temer que haviam sido abandonados por Deus. Mas Paulo exclama ser impossível sermos separados de Cristo. Sua morte por nós é a prova deste amor irreprimível. Nada pode impedir a constante presença de Cristo conosco. Life Application Study Bible.
35, 36 Estas palavras foram escritas a uma igreja que logo iria sofrer terrível perseguição. Em poucos anos, a situação hipotética de Paulo se tornaria em dolorosa realidade. Esta passagem reafirma o profundo amor de Deus por Seu povo. Não interessa o que acontece conosco, nunca poderemos nos perder deste amor. O sofrimento não nos afastará de Deus, mas nos ajudará a nos identificar mais com Ele ainda mais e permitirá que o Seu amor nos alcance e nos cure. Life Application Study Bible.
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“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (v.26).
A palavra “conversão” significa transformação, mudança de caminho ou direção. E estar em Cristo requer uma conversão. Não se trata, porém, de uma mudança instantânea, mas progressiva e constante. A genuína conversão promove um grande impacto na vida do novo convertido, mas não significa dizer que todos os aspectos negativos foram vencidos, e sim que, em Cristo, um a um pode ser vencido pela atuação do Espírito Santo na vida. Inicia-se, então, uma batalha espiritual, a qual Paulo chamou de “bom combate” (2Tm.4:7). Bom porque “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (v.1). Jesus Se torna o Comandante que luta as batalhas do crente e o coloca na “trincheira” infalível do Espírito Santo.
A função da lei de Deus e o entendimento acerca da lei moral, sobre a qual o próprio Deus cunhou com especial consideração, nunca foram tão questionados. Paulo era um doutor da lei, então é fato de que suas epístolas não são tão fáceis de ser compreendidas, como bem nos alertou o Senhor através de Pedro (2Pe.3:15-16). Contudo, jamais Deus deixou e nem deixará um sincero estudante das Escrituras no escuro de opiniões humanas e destituídas da sabedoria do alto. A salvação é pela graça por meio da fé em Cristo. Mas nunca uma vida salva andará “segundo a carne, mas segundo o Espírito” (v.4). “Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (v.2).
Percebam a diferença entre o pendor da carne e o pendor do Espírito. O pendor da carne: se ocupa com as “coisas da carne” (v.5), acaba em morte (v.6), “é inimizade contra Deus” (v.7), “não está sujeito à lei de Deus” (v.7), não pode “agradar a Deus” (v.8), “não tem o Espírito de Cristo” e “não é dEle” (v.9). Já o pendor do Espírito: se ocupa com as “coisas do Espírito” (v.5), cumpre “o preceito da lei” (v.4), redunda em “vida e paz” (v.6), torna o crente em habitação do Espírito Santo (v.9), “é vida, por causa da justiça” (v.10), vivificará o corpo mortal (v.11) e nos torna “filhos de Deus” (v.14). O conflito entre as duas naturezas – carnal e espiritual – será justamente a razão da maior angústia que sobrevirá ao povo de Deus antes do advento. Cumprir-se-á a revelação profética: “Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Jl.2:12-13).
Que privilégio o nosso de podermos nos dirigir a Deus como nosso Pai (v.15)! Um Pai que nos deixou escrito um Manual de sobrevivência para suportarmos “os sofrimentos do tempo presente” até que a Sua glória seja “revelada em nós” (v.18). Sabemos que “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (v.22), e que isso tem aumentado em proporções alarmantes, mas expectativa maior deve ser a nossa, “que temos as primícias do Espírito”, a ponto de gemermos “em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo” (v.23). A maravilhosa promessa que na casa do Pai “há muitas moradas” (Jo.14:2) deve encher o nosso coração de esperança de que muito em breve Deus cumprirá a Sua palavra e nos levará para casa. Mas assim como a missão de João Batista foi a de “habilitar para o Senhor um povo preparado” para a primeira vinda de Cristo (Lc.1:17), Cristo voltará segunda vez para buscar os vencedores (v.37), “os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (v.28). Fomos chamados para sermos “conformes à imagem de Seu Filho” (v.29), justificados para a salvação (v.30). Isso inclui uma vida de obediência, assim como Cristo “foi obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Deus não pede de nós nada que Cristo já não tenha realizado com perfeição. O povo de Deus encontra-se no mesmo Caminho (Jo.14:6), mas enquanto alguns avançam bem a frente, outros ainda se encontram no início do trajeto. Isso só nos diz que o nosso Pai tem filhinhos que estão enfrentando fases diferentes. Deixem-me ilustrar com uma citação que me ajudou muito a compreender isto:
“Uma criança de um ano é perfeita para sua idade se pode dar uns poucos passos antes de cair. Quando tiver três anos, poderá correr sem cair, e, quando tiver 16 ou 17 anos, poderá ser um atleta. Em cada uma destas três etapas, ele é perfeito. O filho de Deus pode ser maduro em qualquer nível de sua experiência progressiva, e a cada passo do caminho ele pode não apenas estar certo de sua salvação mediante o manto de justiça imputada por Cristo, como também pode possuir a maturidade espiritual própria de sua idade, em virtude da obra do Espírito Santo e o processo de santificação e crescimento” (Fernando Chaij, A Vitória da Igreja na Crise Final, CPB, p.20).
Quando entregamos a nossa vida nas mãos de Deus e nEle confiamos, a necessidade de um vínculo diário e constante gera relacionamento, e o relacionamento, conhecimento, e o conhecimento, sabedoria, e a sabedoria, paz; paz em saber que há um Pai do Céu que Se preocupa conosco e que nos liga a Ele com as inquebráveis correntes de Seu amor, “que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (v.39). Enquanto o mundo reverbera o primeiro engano: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4), que a nossa voz e a nossa vida sejam atalaias da verdade a repercutir as palavras de Jesus: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15).
Ó, Pai, nada pode nos separar do Teu amor! Que promessa grandiosa pra cada um de nós! É nessa promessa que nos firmamos e permanecemos, mantendo os nossos olhos em Jesus e buscando no Senhor o batismo do Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai do Céu!
Rosana Garcia Barros
#Romanos8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 8 – A luta descrita por Paulo em Romanos 7, não é o fim da história; ela aponta para a vitória em Cristo, uma esperança que nos sustenta enquanto aguardamos Seu retorno. Romanos 8 continua seu raciocínio: “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus, porque por meio de Cristo e a lei do Espírito de vida me libertou da lei do pecado e da morte”.
• “Ninguém que crê em Jesus Cristo está sob a escravidão da Lei de Deus; pois Sua Lei é uma Lei de vida, não de morte, para aqueles que obedecem aos seus preceitos. Todos os que compreendem a espiritualidade da Lei, todos os que compreendem Seu poder como detector do pecado estão numa condição tão desesperadora como o próprio Satanás, a menos que aceitem a expiação provida para eles no sacrifício curativo de Cristo, que é nossa expiação – ou reconciliação – com Deus” (Ellen White).
Romanos 8 é um dos capítulos mais elevados e triunfantes da Bíblia. Paulo nos conduz a uma visão clara da vitória em Cristo, da obra do Espírito Santo e da certeza da salvação. A condenação que antes recaía sobre o crente em virtude de sua incapacidade de obedecer a Lei foi removida em Cristo.
A libertação não significa que a Lei foi abolida, mas que a condenação da Lei foi superada pelo sacrifício de Cristo. Paulo enfatiza a obra do Espírito Santo como o agente transformador na vida cristã. Ele liberta da lei do pecado e da morte (Romanos 8:2), habita nos crentes (Romanos 8:9) e os capacita a viver segundo a vontade divina, não mais na carne (Romanos 8:3-13).
• “Deus nos comprou, e reivindica um trono em cada coração. Nossa mente e corpo devem estar subordinados a Ele, e os hábitos e apetites naturais devem ser subservientes às mais elevadas necessidades da alma. Mas não devemos pôr nossa confiança em nós mesmos nesta obra. Não podemos com segurança seguir nossa própria orientação. O Espírito Santo precisa renovar-nos e santificar-nos” (Ellen White).
Paulo apresenta nossa adoção por Deus – uma das mais belas realidades do evangelho. Essa adoção confere ao cristão não apenas uma nova identidade, mas também uma herança gloriosa (Romanos 8:14-39). Em Cristo, somos mais que vencedores! Quantos privilégios! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: Romanos 7 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/7
Em Romanos 7, Paulo lista os prós e contras da lei. O interessante é que ele diz que devemos morrer para a lei para que possamos guardá-la.
O objetivo é guardar a lei, mas alcançamos essa experiência permitindo que o Espírito Santo nos controle. A lei é limitada. Ela pode revelar nossas falhas, transgressões e pecados, mas a lei não pode mudar nossos corações, fazendo-nos querer fazer o certo e realmente fazer o certo. Se pregarmos a lei sem Cristo, nunca poderemos produzir cristãos equilibrados.
Essa verdade sobre pregar Cristo é revelada em todo o livro de Romanos. Romanos 1 e 2 falam sobre os pecados dos judeus e gentios. Mesmo os judeus que tinham a lei não a guardavam, exceto talvez por uma observância cerimonial superficial de requisitos externos.
Neste capítulo, fica evidente que a lei é boa, mas não para a salvação da alma. Se tudo o que temos são os mandamentos, somos um povo miserável, sem poder salvador real – acabamos fazendo o que não queremos e não conseguimos fazer o que desejamos fazer. Somente em Cristo e no poder regenerador do Espírito Santo temos salvação, o que veremos em Romanos 8.
Chris Hufnagel
Capelão, centro de detenção juvenil, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli