Reavivados por Sua Palavra


FILIPENSES 1 by Luís Uehara
21 de janeiro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/fp/1

Apesar de ter sido escrito na prisão (vs. 13, 14), todo o livro de Filipenses concentra-se na alegria! A palavra “alegria”, em suas diversas formas, é usada 16 vezes na carta. Note particularmente o verso 18, no qual Paulo se alegra com o fato de que o evangelho estava sendo pregado, apesar de suas circunstâncias adversas.

Sou capaz de alegrar-me quando as circunstâncias são desagradáveis, ou, pior ainda, quando estou sob risco de vida? O que acontece com a minha alegria quando sou acusado falsamente ou perseguido por amor a Cristo ou, ainda, sofro por causa do Evangelho? Consigo regozijar-me em tais circunstâncias? Para alguns de nós pode ser mais fácil dizer do que fazer. O exemplo de Paulo demonstra que mesmo quando as circunstâncias externas são desagradáveis podemos cultivar uma alegria interior.

Paulo está dizendo aos membros da igreja para não permitirem ninguém roubar essa alegria interior. Nós também podemos ter a certeza de que a despeito de tudo o que tenhamos que enfrentar hoje, Deus é fiel. Jesus vai completar a obra de salvação que Deus começou em nós (v. 6). Não estamos sozinhos na jornada cristã. Que certeza confortadora!

Edward A. Appollis
Heidelberg College
África Do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/php/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



FILIPENSES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

425 palavras

1 Servos. Do gr. douloi. Alguns sugerem que ao aplicar esse termo a si mesmo, Paulo podia ter em mente a prática grega frequente de se libertar um escravo ao comprá-lo para um dos deuses. Uma transação de negócios fictícia era arranjada, e o escravo deveria pagar ao tesouro do templo seu preço de compra, dinheiro que ele teria poupado. O proprietário e o escravo iam juntos ao templo. O senhor recebia o preço de compra, e o escravo era supostamente vendido para o deus. Assim, o escravo se tornava propriedade particular daquele deus. Contudo, para fins práticos, ele estava livre. Paulo se considerava de Cristo comprado por preço. Sabia que não pertencia a si mesmo, pois fora comprado por Cristo, que o amava e por ele dera a vida. Essa compra não era ilusória, mas uma realidade viva. Ele estava sob pleno controle do Mestre. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 125.

6 Aquele que começou. Isto é, Deus. O apóstolo espera que seus conversos lembrem que Deus é o autor da salvação deles. CBASD, vol. 7, p. 126.

12 Coisas que me aconteceram. Paulo assegura aos filipenses que seu confinamento tem resultado em bênçãos, em vez de prejuízos. Os filipenses deviam compreender que, pela providência de Deus, as provas estavam sendo utilizadas para fazer a pregação do evangelho avançar. Como ocorre com frequência, a ira das pessoas termina por produzir glória para Deus. CBASD, vol. 7, p. 128.

15 Inveja e porfia. Ou, “inveja e rivalidade”. O apóstolo não menciona a causa da rivalidade. Mesmo em Roma devia haver um partido que tinha ciúmes da influência de Paulo; e, supostamente, sua prisão seria uma boa oportunidade para diminuir a influência de Paulo e fortalecer a posição deles. Paulo estava aprisionado, e eles tinham acesso ao povo. Os opositores podiam até concordar com Paulo na doutrina, mas procuravam prejudica-lo com inimizade. Como esses homens professavam pregar a Cristo, era difícil discernir os motivos deles. CBASD, vol. 7, p. 129.

18 Sempre me regozijarei. O regozijo de Paulo não era apenas momentâneo. Ele continuaria a se regozijar nos pregadores opositores assim como se alegraria na pregação daqueles que a faziam de boa vontade. CBASD, vol. 7, p. 130.

21 Lucro. O cristão não tem nada valioso para perder diante da morte, mas tem muito a ganhar. Ele perderá tentação, provação, labuta e tristeza, e ganhará, na ressurreição, a imortalidade. CBASD, vol. 7, p. 132.

30 Combate. Do gr. agõn, “uma competição”, expressão utilizada para competições atléticas ou entre gladiadores. Aqui se refere a conflitos com o inimigo. Os filipenses estavam enfrentando perseguições semelhantes ás que sobrevieram a Paulo. CBASD, vol. 7, p. 135.

by tatianawernenburg



FILIPENSES 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de janeiro de 2025, 0:45
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As cartas de Paulo certamente foram escritas sob divina inspiração e profundo zelo. Com sabedoria do alto, o apóstolo declarou verdades que emanam de cada versículo, tendo sempre palavras de ânimo e de coragem, mas também de advertência e de correção. Apresentando-se como servo de Cristo, sua postura era uma declaração de que suas palavras possuíam a assinatura de seu Mestre. O amor que dedicava às igrejas era puro e intenso. O início da sua epístola aos filipenses, nos mostra o seu real interesse em atingir-lhes em cheio o coração. No entanto, Paulo fez algo que ele não fez em nenhuma de suas cartas às demais igrejas. Ele fez menção especial a duas classes específicas da igreja de Filipos: “bispos e diáconos” (v.1).

O conteúdo desta epístola, portanto, foi dirigido especialmente aos líderes daquela igreja, que tinham uma importante lição a aprender. Paulo sabia que a influência de bons líderes faria a comunidade cristã daquele lugar crescer e se multiplicar, mas também sabia dos riscos que a igreja enfrentaria caso a liderança manifestasse sentimentos mesquinhos e disposição crítica. Para Paulo era sempre motivo de muita alegria lembrar de seus irmãos e interceder em oração por eles. O fato de que o evangelho de Cristo estava sendo proclamado e a mensagem avançando, aumentava-lhe a expectativa pelo cumprimento da promessa: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

De todas as formas, guiado e orientado pelo Espírito Santo, Paulo procurava anunciar entre as nações a glória do Senhor (Is.66:19) e a esperança em Sua segunda vinda. Essa mesma paixão e esse mesmo foco deve reger a vida de todo cristão, especialmente daqueles sobre os quais repousa a responsabilidade de liderar. Ser líder não é assumir uma posição de destaque, mas de serviço. E diante de alguns, que proclamavam “a Cristo por inveja e porfia” (v.15), “por discórdia, insinceramente” (v.17), Paulo percebeu que a liderança da igreja estava dividida. De um lado, aqueles que pregavam o evangelho “por amor” (v.16), e, do outro, os que o faziam como uma disputa religiosa.

Contudo, a resposta dele frente a este comportamento nos deixou uma lição de grande valor no versículo dezoito: “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei”. Se ainda que pelos motivos errados, alguns proclamavam a mensagem certa, isso era tudo que importava. Mas Paulo foi além para resgatar também aqueles que julgavam a sua prisão como a oportunidade de se tornarem pregadores de renome. Tornaram do santo ministério uma competição a fim de alcançar uma popularidade tão maior do que a do apóstolo Paulo.

Essa ideia, no entanto, foi a mesma dos irmãos Tiago e João quando desejaram lugares de destaque no reino de Cristo. Mas a resposta final de Jesus foi: “e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (Mt.20:27-28). A cruz nos revela a perfeita humildade e que Jesus não espera nada menor do que isto da nossa parte. Na verdade, Ele está disposto a concedê-la a todo aquele que, antes de ascender à liderança, desce com os joelhos ao chão; que assume uma posição privilegiada não por mérito próprio, mas por eleição divina. O maior dos líderes, portanto, não é o mais aclamado, e sim o que mais serve, conforme o Espírito Santo o conduz.

Vivei”, pois, “acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica” (v.27). Que a graça de sermos servos de Cristo preencha o nosso coração de amor, aniquilando toda soberba. E que, independentemente de reconhecimentos e honras terrenas, nossa alma tenha anseio por ouvir a aprovação divina a nos dizer: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Pois “Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (v.6).

Santo Deus e Pai, graças Te damos pela bênção de iniciarmos o estudo de mais um livro das Tuas Escrituras! Como membros da Tua igreja, Pai, que o nosso amor aumente mais e mais no pleno conhecimento e toda percepção para aprovarmos as coisas excelentes e sermos sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça. Livra-nos, Senhor, de sentimentos de inveja, porfia e discórdia! E enche-nos da provisão do Espírito de Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, benditos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Filipenses1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



FILIPENSES 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de janeiro de 2025, 0:40
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FELIPENSES 1 – Este capítulo apresenta Paulo como exemplo de liderança espiritual que combina compromisso, visão e abnegação. Ele escreve aos filipenses com um tom de encorajamento, mesmo enfrentando a prisão (vs. 7, 13). Suas ações demonstram que um verdadeiro líder não é definido pelas circunstâncias externas, mas pela fidelidade a Deus e à missão divina.

Um líder espiritual preocupa-se profundamente pelo bem-estar espiritual de sua congregação (Filipenses 1:1-11). Paulo começa sua carta com uma oração de gratidão e intercessão pelos filipenses.

Líderes espirituais devem enxergar cada situação como oportunidades para glorificar a Deus (Filipenses 1:12-19). Paulo vê sua prisão como chances para o avanço do evangelho.

A vida de Paulo estava completamente entregue à obra de Deus (Filipenses 1:20-26), o que deve servir de inspiração a todos os que lideram a Igreja atualmente.

Além de dar o exemplo de um cristão e líder espiritual, os líderes devem chamar seu público-alvo à unidade, perseverança e coragem na caminhada cristã, mesmo em meio ao sofrimento (Filipenses 1:27-30). Aqui Paulo nos ensina a:

  1. Viver de forma digna do evangelho, refletindo o caráter de Cristo em todas as circunstâncias.
  2. Trabalhar juntos, lutando “unânimes pela fé evangélica”, visando a proclamação do verdadeiro evangelho.
  3. Encarar a perseguição aos cristãos com confiança na promessa de salvação.
  4. Enxergar as provações como uma oportunidade de crescer na fé e participar do ministério de Cristo.

Dois textos merecem nossa atenção neste capítulo:

Filipenses 1:6 trata da:

• Justificação do cristão: “Aquele que começou a boa obra em vocês…”
• Santificação pela fé: “…vai completá-la…”
• Glorificação: “…até o dia de Jesus Cristo”.

Deus é o iniciador da salvação, é também o mantenedor e o finalizador. Esse projeto é de Deus. A obra não é nossa, é dELe. A obra não será abandonada, será completada.

Em Filipenses 1:21-23 nos ensina que melhor do que…

• …viver neste mundo de maldades, crueldades e injustiças é poder estar com Cristo no Céu.
• …morrer como mártir é partir para o Céu a fim de desfrutar da augusta presença de Cristo.
• …qualquer coisa é estar pessoalmente com Cristo sem passar pela agonia do martírio.

Contudo, o maior anseio de Paulo era poder estar com os crentes pregando o evangelho (Filipenses 1:24-26). E nós? Qual é nossa maior alegria?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: EFÉSIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 6 – BLOG MUNDIAL

EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



EFÉSIOS 6 by Luís Uehara
20 de janeiro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ef/6

Em Efésios Paulo já havia descrito a igreja como o corpo de Cristo (1:22-23; 4:11-16), o templo de Deus (2:19-22), e a noiva/esposa de Cristo (5:21-33). Em Efésios 6:10-20, Paulo retrata a igreja como o exército de Deus e apresenta um vigoroso convite às armas. É uma passagem que oferece muitos benefícios e corre o risco de ser mal interpretada.

Podemos interpretar mal as palavras de Paulo como um chamado para pegarmos em armas contra nossos inimigos ou para sermos combativos em nossos relacionamentos com os outros. Mas Paulo ao longo da carta enfatizou a unidade, as palavras edificantes e a ternura (4:25-5:2). E ele descreve as boas novas de Deus como “o evangelho da paz” (v. 15). Por meio desta vívida metáfora militar, a igreja não é exortada a ir à guerra no sentido tradicional. Em vez disso, na batalha espiritual contra o mal, devemos promover a paz.

Paulo entra no campo de batalha do grande conflito e nos convida para nos alistarmos no exército de Deus. Não precisamos ser intimidados por nossos inimigos. Deus está presente conosco na batalha (v. 10) e nos forneceu o melhor armamento, Sua própria armadura, a “armadura de Deus”.

Que Deus o abençoe ao você se alistar no Seu exército e tornar-se um promotor da paz!

John McVay
Universidade de Walla Walla, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eph/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



EFESIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2025, 0:50
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768 palavras

1 Filhos. O apóstolo faz uma transição natural de maridos e esposas para filhos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1154.

Obedecei. Isto é mais forte do que a palavra “sujeitai-vos”, que é usada para expressar a relação da mulher para com o marido (Ef 5:22), e indica uma relação diferente. Em toda a Escritura, a desobediência aos pais é tratada como um dos piores males (Rm 1:30; 2Tm 3:2). A obediência por parte dos filhos é razoável e justa. O bebê, ao nascer, é o mais indefeso de todos os seres e, durante anos, depende completamente do amor e ternura dos pais. Não pode haver vida em uma família sem a obediência dos filhos, pois a criança não é competente para julgar o motivo de certas formas de ação. Ainda mais importante, a criança desobediente aos pais certamente será desobediente a Deus, pois não conhece as disciplinas e restrições essenciais ao crescimento cristão. A palavra “obediência” não soa agradável aos ouvidos modernos, mas os que se ressentem dela como uma “imposição” devem assumir sua parcela de culpa pelo alarmante aumento da delinquência juvenil nos últimos tempos. CBASD, vol. 6, p. 1154.

4 Pais. O termo pode ser usado,genericamente para incluir pais e mães. No entanto, a primeira responsabilidade para a disciplina geralmente recai sobre o pai e, além disso, os pais com frequência precisam seguir esse conselho mais do que as mães. Às vezes, as mães tendem a ser indulgentes, e os pais, à severidade. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Não provoqueis. Este conselho negativo é essencial para que a necessária obediência dos filhos se apoie em uma base moral. A passagem paralela de Colossenses dá o motivo para esta exortação: “Para que não fiquem desanimados” (Cl 3:21). A presente condição de baixa autoridade paterna, por vezes, se origina de posturas injustas e irritantes, até mesmo brutais cometidas pelos pais sobre os filhos, especialmente os indesejáveis. Muitas vezes, os filhos são considerados “perturbadores da paz” do lar, um aborrecimento. Outra causa comum de ressentimentos entre os filhos são as exigências caprichosas e incoerentes de alguns pais. Até mesmo obediência exterior é obtida por meios violentos, à custa da honra e do respeito. CBASD, vol. 6, p. 1155.

Admoestação. Do gr. nouthesia, “colocar na mente”. Esta palavra implica instrução ou disciplina que se transmite por meio da palavra, em forma de advertência. A admoestação ou conselho incentiva a criança quando está correta e avisa quando procede de forma errada. Tem sido seriamente sugerido por alguns educadores que a criança deve ser deixada para formar suas próprias ideias e convicções religiosas, uma vez que é injusto impor a religião a ela quando está despreparada para pensar por si mesma. Este raciocínio é enganoso, pois é impossível a uma criança crescer sem nenhum tipo de convicção religiosa. Se os pais ou responsáveis não instruírem seus filhos na verdade, alguém vai instruí-los no erro. Não há neutralidade nessa questão. CBASD, vol. 6, p. 1156.

8 Certos. O escravo pode ter a certeza de que sua vida e seus atos são observados pela Providência, e que as recompensas que sobrevêm a outros também serão suas. As grandes promessas de ordem espiritual são para todos os crentes. CBASD, vol. 6, p. 1157.

11 Revesti-vos. Paulo usa frequentemente a figura de “revestir-se”. Aqui, refere-se a colocar a armadura que protege o cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Toda a armadura. Do gr. panóplia, “armadura completa”. A armadura é de Deus, porque Ele é o único que fornece cada equipamento em particular (Ef 6:14-17). O cristão é convidado a se revestir dela e lutar bravamente na batalha. Aquele que fez a armadura garante sua eficácia. CBASD, vol. 6, p. 1159.

Do diabo. Do gr. diabolos. Se o conflito fosse apenas com seres humanos, a necessidade da armadura não seria tão evidente, mas é preciso enfrentar as artimanhas e astúcias do diabo. As tentações que Cristo sofreu revelam as sutilezas dos métodos do diabo, sempre dirigidos para os pontos mais frágeis da pessoa. É muito mais fácil lidar com a hostilidade aberta do que com a fraude. A armadura de Deus é planejada para defender contra os ataques cheios de astúcia que, de outra maneira, destruiriam o guerreiro cristão. CBASD, vol. 6, p. 1159.

12 Dominadores deste mundo. Literalmente, “governantes do mundo das trevas deste século”. É evidente que Paulo se refere aos espíritos malignos, que exercem certo grau de autoridade sobre o mundo. CBASD, vol. 6, p. 1159.

22 Console. Paulo sabia o quanto seus leitores estavam preocupados com seu bem-estar e desejava aliviá-los de toda preocupação desnecessária, bem como mostrar-lhes como um cristão pode suportar os sofrimentos com alegria. CBASD, vol. 6, p. 1162.

24 Sinceramente. Literalmente, “em incorruptibilidade”. Em suas palavras finais, Paulo dirige a atenção dos leitores às realidades eternas. CBASD, vol. 6, p. 1163.

by tatianawernenburg



EFÉSIOS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2025, 0:45
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Após destacar o casamento como um símbolo da união entre Cristo e Sua igreja, Paulo reforçou também a importância de um lar cristão bem ordenado; filhos e pais cumprindo seu papel para que a família seja uma bênção para o mundo. E como servos de Cristo, somos chamados a fazer, “de coração, a vontade de Deus” (v.6), ainda que ninguém esteja vendo, “servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens” (v.7). O nosso lar, além de ser um centro de convivência, deve ser também um centro de influência e da verdadeira educação. A Bíblia nos ensina a seguinte escala de prioridades:

1. Deus;
2. Família;
3. Trabalho e as demais coisas.

A prioridade número um podemos encontrar em Deuteronômio 6:5 e em Mateus 6:33. A segunda prioridade, está implícita na firme decisão de Josué, ao declarar: “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Como também nas palavras do próprio Paulo, quando afirmou: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus, especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8). A terceira prioridade, creio que nem podemos denominá-la assim. Creio que o trabalho e as demais coisas devam ser meios pelos quais Deus seja louvado e a família, beneficiada.

Quando seguimos essa sequência, cientes do conflito no qual estamos todos inseridos, somos “fortalecidos no Senhor e na força do Seu poder” (v.10), tomando toda a Sua armadura, para podermos “resistir no dia mau”, e depois de termos vencido tudo, permanecermos inabaláveis (v.13). Percebam que Paulo não disse para tomarmos metade da armadura de Deus ou uma parte dela, mas toda, e ele reforçou isso duas vezes (v.11 e 13). Cada parte desta indestrutível armadura é indispensável à vida cristã. Analisemos, resumidamente, cada uma delas:

1. Cinto da verdade (v.14): é o que mantém segura a veste do soldado em seu devido lugar. Retire a verdade e você terá uma fé vacilante;
2. Couraça da justiça (v.14): é a proteção de praticamente todo o corpo. É a justiça de Cristo imputada a nós. Utilize a sua justiça própria e você ficará tão frágil quanto um soldado desarmado;
3. Calçado da “preparação do evangelho da paz” (v.15): os soldados devem possuir um calçado adequado e resistente às diversas situações de risco. Nossos pés representam o serviço missionário e o fato de estar calçado, a prontidão em aceitar este chamado. O cristão que recusa esta parte da armadura descobrirá, tarde demais, que não se chega ao Céu sozinho;
4. Escudo da fé (v.16): o escudo protege o soldado contra os ataques inimigos. Da mesma sorte, a fé é o escudo que blinda o cristão não do sofrimento e das tribulações, mas de ser vencido por eles. “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb.11:6);
5. Capacete da salvação (v.17): assim como o capacete protege o soldado na guerra, a salvação em Cristo Jesus blinda a nossa mente contra as estratégias do Maligno. Não podemos, de forma alguma, permitir que a nossa mente vagueie sem propósito pelas sendas do mal. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Rm.12:2);
6. Espada do Espírito (v.17): a espada é a única arma ofensiva desta armadura. Como também escreveu Paulo: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes” (Hb.4:12). Ela faz separação entre santo e profano, limpo e imundo, justo e ímpio. Um crente sem o conhecimento das Escrituras é um crente indefeso e presa fácil do inimigo.

Paulo acrescentou algo a mais que deve ser constante em nossa luta contra o mal: a oração. E o verso dezoito reforçou a ordem de Cristo, quando declarou: “Vigiai e orai” (Mt.26:41). Deus está, a cada dia, nos oferecendo a Sua armadura como um privilégio gratuito. Qual tem sido a sua decisão? Não saia para a guerra hoje sem essa santa e eficaz proteção! Ao contrário do que dizem, há sim um inimigo feroz e astuto querendo nos destruir. Portanto, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Que no retorno de nosso Senhor Jesus Cristo, façamos parte de Seu exército triunfante, “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá […] os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4).

A graça seja com todos que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo” (v.24).

Nosso Pai do Céu, a nossa luta não é contra pessoas, mas contra Satanás e seus anjos. São inimigos que não teríamos condições de vencer. O Senhor, porém, nos oferece a Sua armadura que a tudo suporta. Ó, Pai, reveste-nos da Tua armadura e nos ensina a orar em todo tempo no Espírito! Dá-nos a mente de Cristo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Efésios6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EFÉSIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
20 de janeiro de 2025, 0:40
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EFÉSIOS 6 – Nesta carta aos Efésios, descobrimos muita coisa que, como cristãos, ainda precisamos aprender.

• A Bíblia do Discípulo sintetiza seu conteúdo: “Esta é uma carta sobre a natureza da igreja, suas origens e a importância de sua missão; sobre ser unidos, não viver como os gentios, e andar como filhos da luz. Há dois tópicos fundamentais…: “Cristo reconciliou toda a criação com Ele mesmo e com o Pai celestial; e Cristo uniu pessoas de todas as nações com Ele e uns com os outros em Sua igreja”. Paulo “convida os cristãos a permitir que Jesus viva dentro deles. Por isso é que a expressão ‘em Cristo’ é a chave desta carta. Estar ‘em Cristo’ ajuda a igreja a ter tolerância e amor uns pelos outros. Mas estar ‘em Cristo’ é uma experiência difícil para o orgulhoso coração humano. Se uma igreja não fizer de Cristo o seu foco, ela se tornará um lugar de divisão, discussão e discórdia”.

Desde Efésios 5, Paulo vem revelando a mudança radical de comportamento resultante de quem aceita estar em Cristo. Agora, Efésios 6, mostra como pais e filhos, escravos/funcionários e senhores/patrões devem aplicar o evangelho diariamente (Efésios 6:1-9).

A luta a ser vivida não é de uns contra os outros na família, no trabalho e na igreja. Certamente não! “pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais”; contudo, é possível ficar firmes e desfrutar da vitória concedida por Cristo, utilizando as armas espirituais graciosamente disponíveis (Efésios 6:10-18). Fugindo das trevas para viver na luz!

Paulo encerra a carta aos Efésios pedindo oração para poder avançar com a pregação da Palavra de Deus (Efésios 6:19-22); e, então conclui com a essência do conteúdo da carta: Paz, amor, fé e graça aos que “amam a nosso Senhor Jesus Cristo com amor incorruptível”.

• Nestes dias em que a igreja está se convertendo ao mundo em vez de converter o mundo à Cristo, quando os cristãos estão submetendo-se ao mundo, às suas práticas, costumes e egoísmos, precisamos não apenas tomar toda armadura disponível, mas lutar bravamente todos os dias a fim de vencer os dias maus!

Reavivemo-nos genuinamente! – Heber Toth Armí.



EFÉSIOS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
19 de janeiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: EFÉSIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia

EFÉSIOS 5 – BLOG MUNDIAL

EFÉSIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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