Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

778 palavras

1-31 O estupro de Diná e o subsequente massacre da população masculina de Siquém pelos filhos de Jacó revelam profundos conflitos envolvendo as tensões entre pessoas nativas e não nativas, diferenças religiosas e o importante valor da honra familiar (Andrews Study Bible).

Este capítulo presta-se para admoestar-nos a propósito dos perigos do mundanismo nas vidas cristãs (Jo 17.16), principalmente depois de proferidos votos de consagração, como os assumidos por Jacó em Peniel  (Bíblia Shedd).

A ameaça à comunidade da aliança em Siquém foi severa. A proposta de Hamor teria significado a assimilação da família de Jacó pelos povos vizinhos (vs. 8-10; Nm 25.1-2). A transição entre o ato de culto de Jacó (33.20) e o comportamento depravado no cap. 34 é marcante. Ao invés de morar em Siquém (33.18-19), talvez Jacó devesse ter cumprido o seu voto feito em Betel (28.22; 31.13; 35.1). Não há a menção de Deus neste capítulo e nem de separação de idolatria (35.1-5), um comentário triste a respeito da liderança espiritual de Jacó (Bíblia de Genebra).

1 ver, isto é, fazer amizades. Diná poderia contar, então, com quinze anos de idade (Bíblia Shedd).

O caminho certo é tornarmos nosso lar tão atraente que nossos filhos não se sintam tentados a desejar as alianças que são oferecidas por aqueles cuja única riqueza está na presente vida. Nossas Rutes não deixarão nossos campos se, de propósito, deixarmos cair mais espigas para elas recolherem (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

2-4 Siquém, o filho de Hamor (33:9), estuprou Diná e decidiu se casar com ela, o que requereu negociações entre as duas famílias. O capítulo contém muitas falas planejadas para convencer a parte oposta (Andrews Study Bible).

2 Viu-a… tomando-a, a possuiu. Diná não consentiu na relação. Foi, portanto, um estupro. A palavra traduzida como “possuiu” é traduzida como “forçar” em 2Sm 13.12, 14, 22, 32. A sequência “viu…tomou…” lembra 3.6; 6.2 (Bíblia de Genebra).

7 em Israel. Ou contra Israel (Bíblia NVI).

9 A proposta da união pelo casamento era atrativa, desde que ela provia proteção e prosperidade, mas também significaria absorção pela cultura (e religião) caananita (Andrews Study Bible).

12 O preço da noiva é estabelecido pela família da noiva (24:53) como compensação (Andrews Study Bible).

13 violado. Surpreende-nos verificar que a palavra traduzida por “violado” (cf v 13 e 27) significa profanar e encontra-se, posteriormente, usada para descrever a corrupção e profanação do Templo (Sl 79.1). Os hebreus demonstravam o mesmo sentimento e designavam a mesma palavra, querendo expressar violação, quer da honra feminina, quer da deturpação do Santo dos Santos (Bíblia Shedd).

com dolo (intencionalmente, enganosamente, desonestamente). Ecoa uma palavra chave das histórias de Jacó, incluindo o roubo da bênção de Esaú (27:35) e o trato de Labão com Jacó (29:25) (Andrews Study Bible).

Jacó colheu o fruto se seu engano; seus filhos copiaram seu dolo (27.35-360; porém, o alvo deles era matar (Bíblia de Genebra).

14 A diferença básica entre a família de Jacó e os hivitas consistia nas relações com Deus advindas da aliança. O sinal exterior dessa relação era a circuncisão; entretanto, a adoção do sinal desacompanhado da fé implícita na referida aliança não passaria de ato puramente carnal e mundano. A sugestão se revelava ainda pior, pelo fato de ter sido dada como pretexto para acobertar sentimentos de traição (Bíblia Shedd).

15 circuncidando-se todo macho. Os filhos de Jacó, cometendo um sacrilégio, esvaziaram o santo sinal da aliança do seu significado religioso (17.10-11) e abusaram dele com a intenção de cometer vingança (Bíblia de Genebra).

17 onde sua irmã. Ou, porque sua irmã (Bíblia NVI).

23 A motivação dos siquemitas também são reprováveis (Andrews Study Bible).

25 Provavelmente não estivessem sozinhos, mas tivessem arregimentado, também, os pastores e vaqueiros (cf Gn 14.14) (Bíblia Shedd).

mataram os homens todos. Sob a lei mosaica, o pecado de Siquém contra Diná não receberia esta punição, que foi excessiva (Dt 22.28-29) (Bíblia de Genebra).

Sob a liderança de Simeão e Levi, a população masculina é massacrada e a cidade é saqueada e pilhada, incluindo rebanhos, mulheres e crianças. Na bênção final de Jacó, os descendentes de ambos seria espalhada (49:7) devido a este ato (Andrews Study Bible).

saquearam. Pela sua desenfreada, infiel e precipitada vingança, Simeão e Levi perderam liderança e terra em Israel (49.5-7) (Bíblia de Genebra).

A traição desses dois irmãos foi totalmente injustificável. No seu leito de morte Jacó foi rebuscar o assunto e previu a dispersão deles em Israel. Embora Levi tivesse desfeito essa maldição, Simeão não parece ter feito nenhum esforço nesse sentido e logo se tornou como água absorvida pelas areias do deserto (Mas veja Apocalipse 7.7). Que coisa terrível quando nossa conduta é tão comprometida que torna nossa fé repulsiva para aqueles que observam nosso comportamento (v. 30) (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

30 atraindo o ódio dos. Ou transformando-me em mau cheiro para os (Bíblia NVI).

serei destruído. Jacó demonstrou medo ao invés de fé obediente (cf. 35.5) (Bíblia de Genebra).



Gênesis 34 – Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Responderam: Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta?” (v.31).

Diná era a filha caçula de Lia com Jacó. Certamente era cercada de cuidados por seus irmãos mais velhos. Mas enquanto estes estavam “no campo com o gado” (v.5), sua irmãzinha “saiu para ver as filhas da terra” (v.1). Uma atitude inocente que provocou uma terrível tragédia. Diná não fazia ideia do quanto sua curiosidade causaria sofrimento, destruição e morte, ela foi violentada e muito provavelmente sequestrada. Quando Hamor propôs casar seu filho com Diná, ainda que alegasse que o jovem a amava, a proposta poderia ter se tornado motivo de guerra caso Jacó se recusasse a aceitá-la. E ao permitir que seus filhos tomassem à frente da resolução do problema, Jacó confiou que tudo acabaria bem.

Mas por causa do desatino cometido contra sua irmã, os filhos de Jacó “responderam com dolo” (v.13). Ou seja, maliciosamente propuseram a circuncisão de todos os homens daquela cidade. O que se seguiu foi um massacre sem precedentes cometido pelos filhos de Jacó, Simeão e Levi. Uma mancha de sangue que Jacó temeu poder ser um motivo para o ódio geral “entre os cananeus e os ferezeus” (v.30). Que tremenda dor e decepção para o coração do patriarca que só desejava viver em paz! Seus filhos revelaram um trato violento e irascível, e isso causou à família uma atmosfera constante de insatisfação e desconfiança.

Amados, nunca as coisas deste mundo estiveram tão à vista dos filhos de Deus como em nossos dias. Não é necessário sair para ver, mas apenas clicar para assistir. E o pior é que podem ser coisas aparentemente inocentes. Então, alegamos: “Ah, é só um filme!” “Mas o dorama é tão inocente!” “Estou assistindo, mas nada disso me atinge!” Por favor, meus irmãos, sejamos honestos! Não estamos mais em tempo de passar a mão por cima quando o inimigo nunca foi tão claro em seu propósito de “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). As inocentes distrações podem gerar consequências desastrosas e irreversíveis. Ou vocês pensam que a nossa mente não é afetada com o que contemplamos?

Como Hamor ofereceu tudo o que Jacó determinasse em troca de Diná, Satanás aparece como “apaziguador” de situações, insinuando ter a solução perfeita para resolver um problema que ele mesmo causou. Ele violenta a alma e depois oferece o que alega ser o remédio. Quando ele levou Jesus “a um monte muito alto” e Lhe mostrou “todos os reinos do mundo e a glória deles e Lhe disse: Tudo isto Te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:8-9), Satanás deixou bem claro que o deslumbramento com as coisas deste mundo pode se transformar em idolatria. Jesus, porém, foi vitorioso sobre este pecado, amados! E podemos ser “mais que vencedores, por meio dAquele que nos amou” (Rm.8:37).

Não se aproxime da tentação! Não permita que Satanás chegue tão perto a ponto de lhe falar “ao coração” (v.3). Que o Espírito Santo guarde as suas entradas da alma e que o princípio protetor de Deus esteja sempre em sua mente: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento” (Fp.4:8).

Pai querido, o Senhor deseja restaurar em nós a Tua imagem e a Tua semelhança, de glória em glória, pelo agir do Teu Espírito. E para isso, Pai, precisamos manter nossos olhos fixos em Ti, em Tua Palavra. Mas como amaremos a Tua Palavra ao mesmo tempo em que amamos as coisas deste mundo? Nunca teremos uma experiência real Contigo a menos que tomemos a firme resolução de José, ao rejeitar a oferta da mulher de Potifar ou a firme resolução de Daniel, ao decidir não se contaminar com a mesa de Babilônia. Senhor, coloca em nós esse caráter firme e íntegro! Fixa os nossos olhos em Jesus, que venceu para que sejamos vitoriosos com Ele. Enche-nos do Teu Espírito! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vencedores com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 34 – Grande parte dos que ensinam a Bíblia tende a apresentar os aspectos positivos dos seus personagens; porque, a verdade nua e crua da Bíblia pode assustar muitos crentes.

Jacó disse a Esaú que iria para Seir, entretanto foi para Sucote (Gênesis 33:14-17). O engano fazia parte da família. Seus filhos aprenderam dominar bem a prática da mentira (Gênesis 34:13).

A única filha de Jacó saiu sozinha a conhecer as mulheres da região da nova residência. Siquém, governador pagão daquela região agarrou-a e a violentou; contudo, depois a quis em casamento. Um requisito foi solicitado pelos irmãos de Diná: Todos os homens de Siquém deveriam circuncidar-se. Após três dias de aplicarem a condição, sob a liderança de Simeão e Levi, os filhos de Israel foram à cidade para cruelmente matar todos os homens – enquanto recuperavam do órgão genital dolorido; saquearam a cidade levando seus bens, mulheres e crianças.

“A horrível violação de Diná por Siquém motivou seus irmãos a manifestar uma reação de engano e violência muito maior que seu pai Jacó havia cometido”, comenta Philp W. Dunham. Mentira, assassinato, roubo, vingança, violência… Fazem parte do início da igreja do Antigo Testamento.

Esse capítulo de chacina mancha as páginas da história do povo de Deus; porém, não é por capítulos assim que devemos afastar-nos do corpo de Cristo. Mesmo no Novo Testamento havia casos horríveis. Além do casal mentiroso em Atos 5:1-10, na igreja de Corinto “por toda parte se houve que há imoralidade entre vocês”, diz Paulo, “imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de um de vocês possuir a mulher de seu pai” (1 Coríntios 5:1) – o mesmo pecado da igreja do Antigo Testamento (Gênesis 35:22).

No tempo do fim, não é diferente. Ellen White afirma que “a igreja talvez pareça como prestes a cair, mas não cairá” (2ME, 380). Pois, “fraca e defeituosa como possa parecer, a igreja é o único objeto sobre que Deus concede em sentido especial Sua suprema atenção. É o cenário de Sua graça, na qual Se deleita em revelar Seu poder de transformar corações” (AA, 12).

Apreciemos a Igreja como Deus aprecia e, permitamos que Ele transforme nosso coração! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 34 – Comentário Jeferson e Gisele Quimelli by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

Gênesis 34 é mais um triste e difícil capítulo da história humana, com muita dor e culpa, que tem a semente do ódio, de assassinato.

De quem foi a culpa do estupro de Diná? Inteiramente de Siquém!

De quem foi a culpa do assassinato de todos os homens da cidade? Inteiramente de Simeão e Levi!

Foi na mente destes três homens que a semente do mal foi plantada, gestada e levada a cabo.

Uma armadilha na qual não podemos cair aqui é responsabilizar as vítimas pelos violentos atos que sofreram. A defesa da honra familiar, a passividade paterna, não justificam o assassinato em massa.

Então, o que dizer da visita temerária de Diná à cidade de Siquém? Que ela teve parcela de culpa? De jeito algum! No máximo, ela cometeu uma imprudência ao sair sozinha em um ambiente desconhecido. Mas nunca parcela de responsabilidade pelo estupro.

Culpabilizar a vítima pelo estupro sofrido é reflexo milenar de desprezo do valor e da dignidade feminina, pois a mulher também foi criada à imagem de Deus. Esta prática deve ser inteiramente rejeitada.

Dizer que houve qualquer justificativa pelos atos violentos seria justificar o pecado, como Adão procurou fazer, culpando a mulher e, indiretamente, o Criador.

Se possível isto fora, não teríamos necessidade de um Substituto a pagar pelos nossos pecados e Jesus não precisaria ter passado pela infinita e incompreensível a nós, humilhação e sofrimento ao se tornar homem, sofrer rejeição e as dores da segunda morte.

Jeferson Antonio Quimelli, professor aposentado e formando em Psicologia
Gisele Alves de Sá Quimelli, professora aposentada e Assistente Social



GÊNESIS 33 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 33 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 33 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 33 by Luís Uehara
19 de maio de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/33

“Ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!”

Que sentimento poderoso! Para Jacó, um relacionamento restaurado era como estar na presença de Deus. Os seguidores de Cristo são chamados a ser o rosto de Deus para os outros. Nossos relacionamentos devem ser tão amorosos e alimentados pela graça que, quando as pessoas estiverem ao nosso redor, elas sintam que estão experimentando a presença de Deus.

O estado de seus relacionamentos revela o estado de seu coração. E o estado do seu coração se revelará em seu rosto. Ellen White certa vez escreveu que as pessoas têm uma atmosfera ao seu redor que influencia os outros. Hoje, a ciência revela que o batimento cardíaco de uma pessoa será registrado nas ondas cerebrais de outra pessoa a até 3 metros de distância. Se o seu batimento cardíaco está acelerado devido ao estresse ou raiva, isto é percebido pelo cérebro de outra pessoa. Que influência poderosa nossas emoções e pensamentos têm sobre os outros, para o bem ou para o mal. Ou revelamos o amor de Deus ou distorcemos Seu coração.

Corações feridos, quebrantados pelo pecado e por relacionamentos destrutivos estão tornando as pessoas mancas ao longo da vida, procurando por alguém que se preocupe. De que modo o seu rosto influenciará os sentimentos delas? Eles verão a face de Deus em você?

Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/33
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

624 palavras

1-2 Os preparativos de viagem refletem as claras divisões e a hierarquia da família de Jacó (primeiro concubinas e filhos, seguidos por Lia e filhos, e, por fim, Raquel e José).
quatrocentos homens. Uma força de luta significante (Andrews Study Bible).

3-4 Jacó saudou a Esaú como um vassalo saúda seu patrono na cerimônia de uma corte real, com a consideração apropriada a um superior – observe as sete prostrações (prática comum no protocolo real do antigo Oriente Próximo, v. 3), a forma submissa de “um servo” (v.5) se dirigir ao seu “senhor” (vs. 10-11). Em contraste, Esaú saudou a Jacó como um irmão depois de uma longa separação (vs. 4, 9) (Bíblia de Genebra).

4 Os medos de Jacó mostram-se infundados. Deus não apenas trabalhou nele (32:22-32) mas também em Esaú  e o tinha abençoado (33:9). Lucas 15:20 descreve a uma cena familiar em linguagem comparável. Em hebraico, os termos que indicam o abraço dos irmãos soa similar a Jacó lutando com Deus (32:24-25) (Andrews Study Bible).

10 Jacó insistia em que Esaú aceitasse o presente porque era somente mediante tal aceitação que ele poderia certificar-se de que estava perdoado e que passaria a reinar a paz entre os dois (Bíblia Shedd).

12-16 Jacó não parece acreditar totalmente em Esaú, mas prefere depender da proteção de Deus (Andrews Study Bible).

17 Sucote significa “ramos”. Distava poucos quilômetros ao ocidente de Peniel e ao oriente do Jordão (Bíblia Shedd).

18 são e salvo, poderia ser traduzido por “em paz”. Pode ser que tenha referência ao voto que Jacó tinha feito (28.21) (Bíblia Shedd).

chegou… à cidade de Siquém. Ou chegou a Salém, uma cidade de Siquém (Bíblia NVI).

Jacó foi tentado pelas ricas pastagens de Siquém, sem pensar muito nem se preocupar com o caráter do povo dali, e mais tarde deve ter-se arrependido amargamente de sua decisão. Quantos pais crentes cometem engano semelhante! Primeiro, acampam-se perto do mundo, armando suas tendas com as portas naquela direção; a seguir, compram um lote de terreno, e por fim seus filhos contraem alianças que terminam em vergonha e desastre (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

33.18 – 35.29 Esta seção final do “relato de Isaque”, como o final da seção do “relato de Abraão” (22.20-25.11), registra a transição dos patriarcados. Ela é estruturada de acordo com o itinerário de volta de Jacó à terra, destacando mortes em vários lugares (que, por sua vez, marcam a passagem da geração de Isaque) e importantes episódios no “relato”, tais como os pecados de Rúben, Simeão e levi (Bíblia de Genebra).

19 Siquém é, aqui, o filho de Hamor. Também era o nome da cidade onde Jacó comprara certa área de terra, subsequentemente outorgada a José que, ao que sabemos, foi ali sepultado (18 e Josué 24.32). A referida cidade ficava próxima ao sopé do monte Gerizim, cerca de 80 quilômetros ao norte de Jerusalém. Tinha sido o primeiro acampamento de Abraão dentro dos limites da Palestina (Gn 12.6), sendo, também, o local onde ficava o Poço de Jacó (cf Jo 4.6) e, ainda, o Carvalho de Moré, sob o qual, provavelmente, Jacó enterrara os deuses domésticos que Raquel furtara a Labão (35.4) (Bíblia Shedd).

cem peças de prata. 100 quesitas. Uma quesita era uma moeda de peso e valor desconhecidos (Bíblia NVI).

20 altar. A construção do altar é uma ligação importante com Noé, Abraão e Isaque (8:20; 12:7-8; 13:18; 22:9-10; 26:25; 35:7). Este é o primeiro altar que Jacó construiu (Andrews Study Bible).
O nome do altar em hebraico é El-Elehe-Israel e significa “Deus” (o Onipotente) é o Deus de Israel”. Este nome faz lembrar a nova relação estabelecida com Deus (cf 32.29) e marca o cumprimento do voto registrado em Gn 28.21 no sentido da glorificação a ser atribuída a Deus que se tinha manifestado tão poderoso em trazê-lo de volta, são e salvo, depois de vinte anos de ausência. Tenha-se em lembrança que também Abraão ali tenha erigido um altar ao Senhor (Gn 12.7) (Bíblia Shedd).



Gênesis 33 – Rosana Barros by Ivan Barros
19 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“E levantou ali um altar e lhe chamou Deus, o Deus de Israel” (v.20).

Jacó voltou para o acampamento sujo, exausto e arrastando uma perna. Mas seu semblante irradiava a paz celestial. E foi nessa situação que, levantando “os olhos, viu que Esaú se aproximava, e com ele quatrocentos homens” (v.1). Mais uma vez percebemos Jacó agindo, ao enfileirar suas mulheres e filhos na ordem de sua preferência, colocando Raquel e José por último, no sentido de estarem mais longe do provável perigo. Mas o que se seguiu foi a mais impactante e comovente cena. Prostrando-se rosto em terra “sete vezes, até aproximar-se de seu irmão” (v.3), Jacó emanava a humildade de um homem transformado. Isso quebrantou o coração de Esaú, que ao ver a situação de seu irmão foi tomado de grande comoção.

Imaginem o que pode ter passado na mente de Jacó ao ver Esaú correndo ao seu encontro. Mas o que ele pode ter pensado que seria a corrida da vingança foi a corrida do abraço. “Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arroujou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram” (v.4). Foi um dos reencontros mais comoventes relatados na Bíblia. A forma como Jacó se aproximou de Esaú, prostrando-se “à terra sete vezes” (v.3), o desarmou de toda a fúria que o consumira durante aqueles anos. Era esse homem de aparência exausta e manco de uma perna, e que vinha ao seu encontro em atitude de humilhação, que ele tinha a intenção de matar? Certamente, Deus usou tudo isso e despertou em Esaú o afeto fraterno há tanto esquecido.

Ao olhar mais adiante, Esaú percebeu a diferença entre os que estavam com ele e os que estavam com Jacó. Pois enquanto ele estava acompanhado de um exército de quatrocentos homens, Jacó vinha ao seu encontro com suas mulheres e meninos e alguns servos. Ou seja, eram um alvo fácil. Mas em cada detalhe dessa história, percebemos a mão do Senhor e que aqueles anjos que por um momento foram visíveis a Jacó (Gn.32:1), permaneciam ali, cuidando e zelando por ele e por sua família. Tanto que até mesmo Esaú, através de sua atitude amistosa, foi usado por Deus para acalmar o seu coração. E ao insistir para que Esaú aceitasse seus presentes, Jacó declarou: “porquanto vi o teu rosto como se tivesse contemplado o semblante de Deus” (v.10).

Contudo, o reencontro dos dois irmãos, por melhor que tenha sido, não significava que poderiam voltar a habitar juntos. Dois irmãos, mas dois destinos completamente diferentes. Sabemos que Esaú havia escolhido um caminho contrário à vontade de Deus e Jacó bem sabia disso. Com sabedoria e muito jeito, ele dispensou voltar com seu irmão e dispensou a companhia de qualquer de seus homens. Ao alegar que caminharia “no passo do gado” e “no passo dos meninos” (v.14), com muito respeito despediu-se de Esaú, que voltou “pelo caminho por onde viera” (v.16). E comprando Jacó uma “parte do campo” (v.19) em Siquém, “levantou ali um altar e lhe chamou Deus, o Deus de Israel” (v.20). Pela primeira vez, não se dirigiu a Deus como o Deus de Abraão ou o Deus de Isaque, e sim como o seu Deus.

Que relato impressionante sobre o cuidado de Deus e sobre a confiança em Deus! Mesmo diante de perigos e ameaças, Jacó seguiu em frente e se deparou com as duas experiências que levaram alívio ao seu coração. A primeira foi a sua experiência pessoal com o Senhor, a noite de luta que promoveu a sua paz com Deus. A segunda, foi a experiência com Esaú, que removeu o fardo da culpa e do medo que por tantos anos havia carregado. E nós, amados? Será que temos sido consumidos por circunstâncias em que não vemos uma saída? Em que precisamos ter a coragem de dar o passo na direção da solução, mas parece que estamos correndo na direção errada?

Jacó sabia exatamente para onde ir. Ele havia resolvido fazer a vontade de Deus e confiar no Senhor. Como vimos ontem, ele saiu do vale de Jaboque como um homem diferente. Sobre essa mudança, Ellen White escreveu: “Em lugar da astúcia e engano, sua vida assinalou-se pela simplicidade e verdade. Aprendera a lição de confiança singela no Braço todo-poderoso; e por entre provações e aflição curvava-se em humilde submissão à vontade de Deus. Os elementos inferiores de seu caráter foram consumidos na fornalha de fogo, o verdadeiro ouro foi refinado, até que a fé de Abraão e de Isaque apareceu aclarada em Jacó” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.208).

Se olharmos com fé para cima, apegando-nos à Palavra de Deus e abrindo o nosso coração ao Senhor como a um amigo, Ele mesmo dirigirá os nossos passos na direção certa e nos dirá: “Este é o caminho, andai por ele” (Is.30:21). Você crê?

Pai Celestial, nós Te louvamos por quem Tu és, Deus misericordioso e amoroso, que zela por nossa vida e por nossa salvação! Continua iluminando a nossa mente com a luz da Tua Palavra, fortalecendo assim a nossa fé em Ti e nos dando coragem de fazer a coisa certa. Guia-nos, Senhor, em Teu caminho eterno e purifica a nossa vida até que sejamos o Teu ouro refinado! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, guiados por Deus!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 33 – Se estivéssemos na cena deste capítulo, certamente as emoções se aflorariam e, em nossa face, as lágrimas se deslizariam. Os gêmeos separados pela ameaça de morte se reencontrarão…

“Mais tarde naquela manhã, quando Esaú estava se aproximando dele, Jacó foi ao seu encontro curvando-se diante de seu irmão sete vezes (Gn 33:3). Porque Jacó primeiro se humilhou diante do Senhor, ele agora era capaz de se humilhar diante de seu irmão. E Esaú graciosamente o aceitou. Naquele momento de reconciliação (v. 4), Jacó explodiu em um reconhecimento especial. De acordo com Gênesis 33:10, ele confessou que viu a Deus em Esaú: ‘Se te agradaste de mim, aceita este presente de minha parte, porque ver a tua face é como contemplar a face de Deus; além disso, tu me recebeste tão bem!’ (NVI). O que Jacó estava vendo no rosto de seu irmão? As mesmas expressões de amor, compaixão, perdão e graça que ele viu na face do Senhor. O sorriso de Deus em Jacó se reflete na aceitação de Esaú”, explica Jiří Moskala; e, então aplica:

“O que as pessoas leem em nossa face quando interagem conosco?”.

Só demonstraremos perdão e graça aos que nos ofenderam somente após experimentarmos perdão e graça de Deus.

O mesmo Deus que reatou o relacionamento de Jacó e Esaú pode reatar qualquer relacionamento que for colocado sob os Seus cuidados. Ao guiar nossa vida, as estratégias divinas nos levarão à alegria da reconciliação.

Diante da experiência marcante da reconciliação, assim que comprou um campo dos filhos de Hamor próximo a Siquém e acampar ali, Jacó “edificou um altar e lhe chamou El Elohe Israel” (Gênesis 33:20). Por Suas bênçãos, Deus é digno de adoração!

Reconhecendo que o Deus de Israel é poderoso, o Jacó admite que o Deus que mudou seu nome no capítulo anterior, agora mudou sua história.

Diante disto, notamos que não é o tempo que cura feridas da alma; é Deus. Sua graça resolveu a desgraça resultante das atitudes carnais que tiveram os gêmeos 20 anos antes.

Por conseguinte, aprendamos que relacionamentos danificados podem ser restaurados com ingredientes de origem celestiais. Amizades destruídas por atitudes impróprias podem ser concertadas quando a graça de Deus é despejada sobre corações feridos e almas dilaceradas…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 32 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 32 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 32 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)